Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Olá, meu nome é Marta e vou contar pra vocês o que aconteceu comigo por causa do meu excesso de confiança, há um tempo atrás.
Tô casada há seis anos, com meus trinta e oito, com um empresário de sucesso numa cidade pequena. Da minha parte, ainda mantenho um corpo maravilhoso, com uns peitos bem firmes e aceitáveis, um bom quadril, tudo isso graças a uma dieta rigorosa e exercícios pesados na academia várias vezes por semana, e principalmente porque nunca fui mãe.
A relação com meu marido, dez anos mais velho que eu, tá cada vez mais desgastada na cama. Ele viaja demais, e quando não viaja, chega em casa cansado demais pra me dar atenção.
Faz uns meses, o Pedro, um amigo antigo, me ligou. Tava fazendo um ano que eu não tinha notícias dele, e fiquei muito feliz em poder falar com ele de novo. Ele trabalhava e morava em outra cidade, uns 100 km da minha, e me disse que ia passar por aqui no dia seguinte e, se eu quisesse, a gente podia tomar um café e até almoçar juntos.
Tava toda iludida. Era um cara da minha galera da adolescência. A gente já tinha se pegado algumas vezes, mas sem nada sério. Agora tudo tinha mudado. Ele tava feliz casado, e eu, nem tão satisfeita, mas também comprometida e, principalmente, com uma vida muito confortável.
Chegou o dia, e me arrumei toda gostosa. Sabia que era só um papo rápido, mas queria muito que ele me visse atraente. Nós dois fomos pontuais no encontro e decidimos almoçar juntos. Falamos dos velhos tempos, dos amigos em comum, das nossas famílias... Quando terminamos no restaurante, ele disse que ia terminar de ver uns clientes da região e depois ia dormir num hotel da cidade.
No meio da tarde, recebi uma ligação dele, me convidando pra jantar. Fiquei bem confusa, mas tava a fim de sair, já que meu marido não ia dormir em casa naquela noite.
Saímos, depois de um jantar suculento, fomos pra um pub tomar um drink, e depois mais um. Eu percebia que ele tava muito tarado. Ele acariciava meu cabelo, passava a mão nas minhas costas, e no final me beijou. Eu respondi por instinto e ele pediu pra subir pro quarto dele. Claro, a gente transou, mas isso é secundário, pelo que viria depois.
De manhã cedo, a gente se despediu e cada um seguiu seu rumo.
Uns dias depois, recebi uma ligação. Era o Carlos, outro empresário amigo do meu marido. Ele disse que queria conversar sobre umas coisas, mas preferia que fosse na ausência dele. Marcamos para meio da tarde no escritório dele. Me arrumei toda gostosa, como sempre. Usei uma saia branca, uma camisa justa, abotoada na frente, que me deixava realmente irresistível.
Quando cheguei no lugar, me deparei com quatro homens numa sala de reunião enorme, muito chique, com uma mesa preta no meio e uma televisão no fundo. Conhecia todos eles. Um era o gerente do hotel onde tinha passado a noite com meu amigo, e já fiquei com medo do pior. Pensei em chantagem financeira, ou talvez, em informações sobre os negócios do meu marido.
Carlos, ele me passou um DVD onde dava pra ver claramente a traição que eu tinha cometido. Fiquei morrendo de vergonha. Não sabia o que dizer. Comecei a chorar e exigi que não mostrassem aquilo pra ninguém, e claro, pro meu marido. No começo, meu tom era de arrogância, depois eu já tava implorando. Tentei convencer eles de que tudo tinha sido um erro, que aquele homem não significava nada pra mim, enfim, tudo que me veio na cabeça. Óbvio que meus pedidos não adiantaram nada. Perguntei o que eles queriam, se era dinheiro, informação, qualquer coisa.
Carlos caiu na risada. Tava na cara que era o líder do grupo. Marta, gostosa, a gente não quer dinheiro. A gente respeita seu marido, não ia querer machucar ele. Quem interessa é você.
Pra mim?, respondi. O que vocês querem?
Toda vez que a gente se reunia, eu ficava besta com a sorte que aquele filho da puta do Juan tinha, de ter uma mulher gostosa igual você. Do momento em que você sobe na mesa e começa a se despir devagarzinho.
O que cê tá dizendo? Sou casada. O que vocês tão querendo?
As risadas voltaram. Também tava casada anteontem. Ainda não sabe? A gente te quer. Só por um tempinho. Sobe na mesa e faz um striptease pra gente.
Me recusei de cara, até saí da sala, mas depois de alguns metros voltei atrás, pensando nas consequências. Não tava em condições de exigir nada.
Vocês vão me dar o DVD quando a gente terminar?
Carlos respondeu que não queriam ele pra nada, que seria meu. Eu poderia pegar ele assim que fizesse o que eles queriam.
Subi na mesa, ajudada por dois caras, mas empurrei eles de nojo pra fazer sozinha. Comecei tirando a camisa, deixando o sutiã de fora, com meus peitões enormes. Depois, desabotoei a saia, que caiu devagar no chão. Tava de fio dental branco, minúsculo, e um sutiã lindo. Mesmo não sendo muito alta, minhas pernas são compridas e eu tava realmente gostosa. Olhei pro Carlos e ele disse: "Martita, meu anjo, faltam duas peças que não deviam te cobrir." Com uma vergonha danada, desabotoei o sutiã e entreguei pra ele. Me tapei, mas eles falaram que eu não tinha tirado o sutiã pra colocar as mãos. Exigiram que eu colocasse os braços atrás da cabeça e me mexesse devagar. Fiz isso, os caras andavam de um lado pro outro, olhando meu corpo inteiro. Carlos disse que tinha chegado a hora de eu dar minha calcinha pra ele. Tinha que descer o fio dental. Fiquei toda vermelha, morrendo de vergonha, me sentindo humilhada.
Um deles bateu na mesa, e eu comecei a descer. Minha buceta estava toda depilada, só com uma listrinha de três centímetros seguindo os lábios maiores.
Me falaram pra colocar as mãos atrás da cabeça e deitar na mesa. Me perguntaram se eu teria que chupar as picas deles, e pra decidir se dava minha bucetinha ou meu cu. Pedi por favor que por trás não, era virgem, era algo que sempre tinha medo. Nessa hora, todos já estavam pelados. Carlos passou o dedo devagar na minha rachinha. Depois tocou meus peitos, que ficaram durinhos. Desceu de novo pra minha bucetinha, e eu tentei afastar ele. Ele falou pra eu nem pensar em tirar a mão dele de novo.
Pegou um pote de creme e passou os dedos em mim. Agora já estava toda lubrificada. Como se realmente estivesse na orgia por vontade própria.
Eu tava deitada de barriga pra cima. Com todos os meus encantos à mostra, na vista daqueles porcos. O Carlos começou a meter em mim com uma certa violência, enquanto o gerente do hotel fazia eu chupar ele.
Depois trocaram de posição. Os outros dois apalpavam meus peitos. Carlos gozou na minha boca e o outro dentro de mim.
Agora era a vez dos outros dois. Um deles tinha uma pica enorme, e me machucou, mesmo com a buceta toda molhada de lubrificante. Chupei a pica do outro do melhor jeito que sabia pra tudo acabar o mais rápido possível. Depois trocaram de posição, e tudo se repetiu.
Duas horas depois, tudo tinha acabado. Eu estava chorando, totalmente ultrajada, humilhada, mas pelo menos com meu casamento a salvo. Peguei o DVD da chantagem e fui sair. Carlos me segurou e disse: "Você continua sendo muito confiante. Essa é só uma das cópias do seu deslize de terça. Você me agradou muito. Acho que a gente vai se ver de novo aqui, em breve.
Saí correndo, enquanto Carlos me dava um tapa na bunda, em direção ao calor da minha casa, mas tava claro que essa história não tinha acabado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Passaram-se várias semanas e desde então eu não tinha tido nenhuma experiência sexual, nem mesmo com meu marido.
Todo dia, eu olhava pro meu celular e pensava que a qualquer hora ele ia tocar de novo, me chamando pro escritório do Carlos pra me submeter de novo.
Uma manhã, o telefone tocou. Era o Carlos. A voz dele soou segura, como sempre. Marta, bom dia. Como está a garota mais gostosa da cidade? Tô afim, a gente tá afim, uns amigos e eu, de te ver.
Como é que você ousa me ligar de novo?, respondi. Vocês já tiveram tudo o que pediram de mim uns dias atrás. Não vou ficar com vocês de novo.
Marta, meu anjo, acho que você não tá em condições de recusar o que tão gentilmente tô te pedindo. Quer que seu marido veja as fitas do seu amigo Pedro, ou de como você deu pra todos os empresários mais importantes da cidade?
Aliás, hoje você vai vir especialmente gostosa, na verdade quero que você venha de uniforme.
De uniforme? O que você tá dizendo? Sim, de uniforme. Na real, não quero correr o menor risco e pretendo que você venha toda equipada, muito gostosa, do jeito que você é, mas além disso sexy, e isso você vai conseguir vestindo, como eu vou te indicar a seguir.
Me senti tão humilhada ouvindo as palavras dele, que não consegui dizer nada. Olha, gostosa, quero que você venha com aquele terno branco, de saia curta, que às vezes usa com seu marido nos domingos de manhã pra passear. Você vai ter que usar uma calcinha fio dental branca por baixo dessa saia linda. Ah, sei que já está esfriando, o verão tá acabando, mas não quero que você venha de meia. Por último, vou te dizer que vai ser hoje à tarde, no meu escritório, às 9 da noite.
Tá maluco, respondi. Sou casada e não posso sair de casa à noite. Carlos soltou uma gargalhada e respondeu. Sabemos que seu marido não vai estar em casa esta noite. Ele tá viajando e não vai dormir aqui, então não precisa inventar desculpa nenhuma.
Totalmente perplexa, desliguei o telefone e saí andando sem rumo. Eu tinha total controle sobre mim. Depois de um tempo, cheguei em casa. Estava sozinha, mas antes de qualquer coisa, quis garantir, de forma automática, que tinha toda a roupa que ele tinha pedido. Um vestido curto e branco, que meu marido adorava, e uma fio dental branca.
E quantas vezes mais vão ser? Vocês disseram que iam me dar a fita da outra vez.
E fizemos isso, te demos uma cópia dela, só que decidimos ficar com o original e gravar outra com a sua atuação fantástica, com meus amigos.
Na minha cabeça, não parava de pensar nas consequências de não aparecer no encontro. Se eles cumprissem a ameaça e o Javier, meu marido, visse os DVDs, meu casamento ia pro saco, e eu deixaria de viver do jeito que vivo agora. Tudo o que eu era, era graças a ele. Morava na casa dele, dirigia o carro dele e, na real, minha profissão era ser a esposa dele. Acho que, no fundo, era só uma carinha bonita pra apresentar na sociedade e uma acompanhante de luxo pros jantares de negócio dele.
Fiquei deitada até a hora de me arrumar. Ainda naquele momento, tava na dúvida se ia ou não no encontro. Se quisesse manter a situação atual que tava levando, tinha que ir. Seria só umas horas, e talvez, essa fosse a última vez que me chantageassem.
Quanto eu me arrependia de ter tido aquele deslize com o Pedro. Na real, não passou de uma trepada, mais uma como as que eu dava pro meu marido de vez em quando, agora, cada vez mais raramente, e desde que aconteceu meu chantagem, ele não tinha me tocado de novo.
Tomei um banho e comecei a me vestir. Me olhava no espelho, e meu corpo destacava a roupa sexy que eu ia colocando. Meu tipo era quase perfeito, capaz de seduzir qualquer homem. Ficava lamentando que a roupa tão bonita que eu tava vestindo teria que tirar daqui a pouco, e que meu corpo seria usado por uns velhos tarados, de mente quente, que iam me possuir e me submeter a todos os caprichos deles. Como eu me arrependia naquele momento daquela escorregada com meu amigo.
Às nove em ponto, eu tava na porta do escritório do Carlos. Bati e ele mesmo veio me receber. Me fez entrar, e lá tinha mais três caras, mas nenhum deles tava na primeira vez que fui no escritório.
Muito gostosa, realmente linda. Naquele momento, Carlos fez menção de levantar minha saia, mas eu afastei a mão dele com certa força.
Ummmmmmmm, a menina tá ficando rebelde. Sem problema. Eu te falei que tinha que vir com a roupa certa. Tô vendo que você tá com o vestido que devia, mas quero que você levante a saia, pra eu conferir se também é a tanga branca.
Mesmo sabendo o que me esperava, não consegui evitar ficar vermelha. O que vocês querem? Até quando isso vai durar?
Vai se foder, minha palavra que isso acaba hoje. Pode ficar tranquila. Agora, por favor, mostra pra gente sua calcinha fio dental.
Fiquei vermelha de novo, baixei a cabeça e lentamente levantei minha saia, até que minha calcinha fio dental ficasse à vista dos quatro caras.
Perfeito, então podemos começar a festa. Sem abaixar a saia, começa a se despir da cintura pra cima. Faz devagar, e deixa a gente te ver bem.
Como uma autômata, comecei a fazer isso. Primeiro, desabotoei minha camisa e tirei. Depois, sem perder muito tempo, fiz o mesmo com meu sutiã. Meus dois peitos ficaram firmes, apontando pros olhos dos tarados que estavam no escritório.
Perfeito, agora gira em círculo pra todo mundo ver suas tetas.
Perfeito, adoro. Sabe? Acho que não quero que você tire a saia. Na verdade, agora ela não esconde nada, e eu gosto de como fica em você. Quero que me entregue sua fio dental, então me dá ela.
Ia mostrar minha rachinha pra todos aqueles caras. Só o Carlos tinha visto, e os outros iam ganhar meu tesouro precioso, pelo menos agora, ver ele.
Devagar, eu desci minha calcinha e minha buceta, dessa vez, completamente depilada, ficou à disposição dos olhares dos quatro homens que estavam na sala.
É uma gostosa, comentou um dos caras. Perfeita. Notei a ausência do Carlos, que tinha ido pra outra sala e voltou com uma maleta. Quando abriu, tirou vários brinquedos sexuais, de sex shop. Tinha pênis vibratórios, algemas, capuzes...
Me assustei um pouco quando vi tudo aquilo.
Fica tranquila, Marta, a gente só quer que você se divirta um pouco enquanto eu tirava um pauzão de látex. Dois caras me seguraram pelas coxas, e eu acabei de pernas abertas, em cima da mesa. Enquanto isso, o Carlos começou a passar a mão na minha buceta. Outros dois caras começaram a chupar meus peitos. Eu tava deitada na mesa, com as mãos pra trás, sendo apalpada em cada canto do meu corpo.
Eu tentava fechar os olhos, e às vezes perdia a noção do tempo, o que acabava me fazendo sentir prazer. Começaram a enfiar o pau artificial na minha buceta, e confesso que em certos momentos sentia um certo tesão. Dois caras que sabiam apalpar os peitos de uma mulher, e outro metendo um treco no meu xerecão.
Outro deles meteu a mão e percebeu que eu tava molhada. Fez um comentário de sacanagem sobre isso, e me fez sentir ainda mais humilhada. Tava morrendo de vergonha de estar daquele jeito. Comecei a chorar e a implorar.
Carlos falou. Não se preocupa, agora você vai aproveitar mais, e enquanto isso, ele puxou o pau pra fora e começou a me foder. Metia e tirava do jeito que queria, enquanto eu só conseguia manter minhas pernas abertas. Meus lábios sentiam o pau dele crescendo, e a excitação e o ritmo mais intenso me faziam pressentir que ele ia gozar logo. E foi isso, num instante, ele encheu minha buceta de porra.
Outro dos caras enfiou o pau na minha boca. Enquanto isso, outro ia metendo de novo o aparelho dele na minha buceta. Tava totalmente exposta às safadezas desses caras. Queria que aquilo acabasse logo, então me esforcei de verdade e consegui que ele gozasse rapidinho, e minha boca ficou cheia de porra também. Com a minha xota, apertei forte meus lábios e fiz com que minha racha ficasse coberta de novo pelo sêmen de outro dos caras que tavam me dominando.
Pensei que tudo tinha acabado. Mas de repente o Carlos me disse que faltava uma coisa. Nós queremos a sua bunda, Marta.
Eu me arrepiei e, furiosa, disse que não. Eu era virgem por trás, e ficou claro da outra vez que não iam tocar no meu cu.
Não, não, não, não, não, não. Não quero que vocês façam isso comigo. Vocês tiveram toda a minha colaboração.
Marta, você não está em condições de exigir nada, disse Carlos com voz séria e firme.
Um de nós vai enfiar no teu cu, mas tu não vai saber quem é. Pra isso, vai colocar uma máscara na cabeça e essas algemas por trás. Dois caras vão te segurar pra tu ficar de quatro.
Não acreditei no que estava ouvindo. Enquanto eu chorava e implorava, eles taparam minha cabeça e me algemaram, e eu, sem muita resistência, tive que aguentar.
Alguém pegou um pote de óleo lubrificante e começou a enfiar o dedo besuntado no meu cu.
Naquele momento, eu chorava, não pela dor, que ainda não existia, nem pela humilhação, mas porque meu marido me pediu centenas de vezes pra fazer sexo anal, e eu nunca deixei, e agora eu tava à disposição de quatro caras, que iam fazer aquilo comigo e sei lá mais quantas coisas. Meu marido sempre foi um amor comigo, sempre me deu tudo, e eu ia dar minha buceta pra uns sem-vergonha. Dois homens me seguravam, pra deixar minha bunda empinada, pronta pra ser fodida.
De repente, senti uma porrada forte, que me fez gritar. Meu cu tava se rasgando, e senti uma pica abrindo caminho no meu rabo. Entre soluços, senti um perfume familiar. O toque das mãos também era.
Porra, esse é meu marido. Javier gritei. Queria me soltar, mas não consegui. No final, senti o gozo dele entrando, até o fundo do meu cu.
Me soltaram, e rapidamente tirei a máscara. Vi o Javier. Tinha sido ele quem tinha me sodomizado. Olhei pra ele chorando. Por que você fez isso?
Ela me olhou com cara de ódio. E aí? Quantos você já comeu, gostosa?
Céu, por favor, me ameaçaram de contar tudo pra você, mostrar os vídeos.
Nada inventado, nada que você já não tivesse feito, não acha?
Vou te contar uma parada que vai te interessar.
Teu amigo Pedro trabalha pra mim. Eu ofereci dinheiro pra ele transar contigo. Queria te comer no cu, porque tu nunca quis fazer isso comigo, mas o que mais importava mesmo era me divorciar de ti, te largar de mão, e poder casar com a mina que tô saindo há muito tempo, e por quem viajo tanto.
Não podia acreditar. Javier saiu da sala, mas antes me disse que não queria que eu dormisse na casa dele naquela noite.
Envergonhada, comecei a me vestir. Quando coloquei a calcinha, desabei e comecei a chorar. O que vou fazer agora? Tô sozinha, sem grana, não tenho nada. Vocês acabaram com a minha vida.
Carlos soltou umas gargalhadas e falou pra mim: "Fica tranquila. Da minha parte, a gente pode repetir isso, digamos... umas duas vezes por mês. Vou te pagar bem. Você me excita pra caralho, e vou trazer meus clientes pra eles curtirem uma mulher gostosa pra cacete, igual você." Dito isso, ele saiu do escritório.
Os outros três homens ficaram. Acho que tiveram pena de mim, sentiram dó. Me ajudaram a me vestir e me acompanharam até a rua. Um deles tirou 500 euros da carteira e disse pra eu procurar um hotel pra dormir essa noite. Amanhã você vai ver tudo com mais clareza.
Minha vida atual tinha acabado, uma nova etapa começava, e talvez como puta do Carlos.
Tô casada há seis anos, com meus trinta e oito, com um empresário de sucesso numa cidade pequena. Da minha parte, ainda mantenho um corpo maravilhoso, com uns peitos bem firmes e aceitáveis, um bom quadril, tudo isso graças a uma dieta rigorosa e exercícios pesados na academia várias vezes por semana, e principalmente porque nunca fui mãe.
A relação com meu marido, dez anos mais velho que eu, tá cada vez mais desgastada na cama. Ele viaja demais, e quando não viaja, chega em casa cansado demais pra me dar atenção.
Faz uns meses, o Pedro, um amigo antigo, me ligou. Tava fazendo um ano que eu não tinha notícias dele, e fiquei muito feliz em poder falar com ele de novo. Ele trabalhava e morava em outra cidade, uns 100 km da minha, e me disse que ia passar por aqui no dia seguinte e, se eu quisesse, a gente podia tomar um café e até almoçar juntos.
Tava toda iludida. Era um cara da minha galera da adolescência. A gente já tinha se pegado algumas vezes, mas sem nada sério. Agora tudo tinha mudado. Ele tava feliz casado, e eu, nem tão satisfeita, mas também comprometida e, principalmente, com uma vida muito confortável.
Chegou o dia, e me arrumei toda gostosa. Sabia que era só um papo rápido, mas queria muito que ele me visse atraente. Nós dois fomos pontuais no encontro e decidimos almoçar juntos. Falamos dos velhos tempos, dos amigos em comum, das nossas famílias... Quando terminamos no restaurante, ele disse que ia terminar de ver uns clientes da região e depois ia dormir num hotel da cidade.
No meio da tarde, recebi uma ligação dele, me convidando pra jantar. Fiquei bem confusa, mas tava a fim de sair, já que meu marido não ia dormir em casa naquela noite.
Saímos, depois de um jantar suculento, fomos pra um pub tomar um drink, e depois mais um. Eu percebia que ele tava muito tarado. Ele acariciava meu cabelo, passava a mão nas minhas costas, e no final me beijou. Eu respondi por instinto e ele pediu pra subir pro quarto dele. Claro, a gente transou, mas isso é secundário, pelo que viria depois.
De manhã cedo, a gente se despediu e cada um seguiu seu rumo.
Uns dias depois, recebi uma ligação. Era o Carlos, outro empresário amigo do meu marido. Ele disse que queria conversar sobre umas coisas, mas preferia que fosse na ausência dele. Marcamos para meio da tarde no escritório dele. Me arrumei toda gostosa, como sempre. Usei uma saia branca, uma camisa justa, abotoada na frente, que me deixava realmente irresistível.
Quando cheguei no lugar, me deparei com quatro homens numa sala de reunião enorme, muito chique, com uma mesa preta no meio e uma televisão no fundo. Conhecia todos eles. Um era o gerente do hotel onde tinha passado a noite com meu amigo, e já fiquei com medo do pior. Pensei em chantagem financeira, ou talvez, em informações sobre os negócios do meu marido.
Carlos, ele me passou um DVD onde dava pra ver claramente a traição que eu tinha cometido. Fiquei morrendo de vergonha. Não sabia o que dizer. Comecei a chorar e exigi que não mostrassem aquilo pra ninguém, e claro, pro meu marido. No começo, meu tom era de arrogância, depois eu já tava implorando. Tentei convencer eles de que tudo tinha sido um erro, que aquele homem não significava nada pra mim, enfim, tudo que me veio na cabeça. Óbvio que meus pedidos não adiantaram nada. Perguntei o que eles queriam, se era dinheiro, informação, qualquer coisa.
Carlos caiu na risada. Tava na cara que era o líder do grupo. Marta, gostosa, a gente não quer dinheiro. A gente respeita seu marido, não ia querer machucar ele. Quem interessa é você.
Pra mim?, respondi. O que vocês querem?
Toda vez que a gente se reunia, eu ficava besta com a sorte que aquele filho da puta do Juan tinha, de ter uma mulher gostosa igual você. Do momento em que você sobe na mesa e começa a se despir devagarzinho.
O que cê tá dizendo? Sou casada. O que vocês tão querendo?
As risadas voltaram. Também tava casada anteontem. Ainda não sabe? A gente te quer. Só por um tempinho. Sobe na mesa e faz um striptease pra gente.
Me recusei de cara, até saí da sala, mas depois de alguns metros voltei atrás, pensando nas consequências. Não tava em condições de exigir nada.
Vocês vão me dar o DVD quando a gente terminar?
Carlos respondeu que não queriam ele pra nada, que seria meu. Eu poderia pegar ele assim que fizesse o que eles queriam.
Subi na mesa, ajudada por dois caras, mas empurrei eles de nojo pra fazer sozinha. Comecei tirando a camisa, deixando o sutiã de fora, com meus peitões enormes. Depois, desabotoei a saia, que caiu devagar no chão. Tava de fio dental branco, minúsculo, e um sutiã lindo. Mesmo não sendo muito alta, minhas pernas são compridas e eu tava realmente gostosa. Olhei pro Carlos e ele disse: "Martita, meu anjo, faltam duas peças que não deviam te cobrir." Com uma vergonha danada, desabotoei o sutiã e entreguei pra ele. Me tapei, mas eles falaram que eu não tinha tirado o sutiã pra colocar as mãos. Exigiram que eu colocasse os braços atrás da cabeça e me mexesse devagar. Fiz isso, os caras andavam de um lado pro outro, olhando meu corpo inteiro. Carlos disse que tinha chegado a hora de eu dar minha calcinha pra ele. Tinha que descer o fio dental. Fiquei toda vermelha, morrendo de vergonha, me sentindo humilhada.
Um deles bateu na mesa, e eu comecei a descer. Minha buceta estava toda depilada, só com uma listrinha de três centímetros seguindo os lábios maiores.
Me falaram pra colocar as mãos atrás da cabeça e deitar na mesa. Me perguntaram se eu teria que chupar as picas deles, e pra decidir se dava minha bucetinha ou meu cu. Pedi por favor que por trás não, era virgem, era algo que sempre tinha medo. Nessa hora, todos já estavam pelados. Carlos passou o dedo devagar na minha rachinha. Depois tocou meus peitos, que ficaram durinhos. Desceu de novo pra minha bucetinha, e eu tentei afastar ele. Ele falou pra eu nem pensar em tirar a mão dele de novo.
Pegou um pote de creme e passou os dedos em mim. Agora já estava toda lubrificada. Como se realmente estivesse na orgia por vontade própria.
Eu tava deitada de barriga pra cima. Com todos os meus encantos à mostra, na vista daqueles porcos. O Carlos começou a meter em mim com uma certa violência, enquanto o gerente do hotel fazia eu chupar ele.
Depois trocaram de posição. Os outros dois apalpavam meus peitos. Carlos gozou na minha boca e o outro dentro de mim.
Agora era a vez dos outros dois. Um deles tinha uma pica enorme, e me machucou, mesmo com a buceta toda molhada de lubrificante. Chupei a pica do outro do melhor jeito que sabia pra tudo acabar o mais rápido possível. Depois trocaram de posição, e tudo se repetiu.
Duas horas depois, tudo tinha acabado. Eu estava chorando, totalmente ultrajada, humilhada, mas pelo menos com meu casamento a salvo. Peguei o DVD da chantagem e fui sair. Carlos me segurou e disse: "Você continua sendo muito confiante. Essa é só uma das cópias do seu deslize de terça. Você me agradou muito. Acho que a gente vai se ver de novo aqui, em breve.
Saí correndo, enquanto Carlos me dava um tapa na bunda, em direção ao calor da minha casa, mas tava claro que essa história não tinha acabado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Passaram-se várias semanas e desde então eu não tinha tido nenhuma experiência sexual, nem mesmo com meu marido.
Todo dia, eu olhava pro meu celular e pensava que a qualquer hora ele ia tocar de novo, me chamando pro escritório do Carlos pra me submeter de novo.
Uma manhã, o telefone tocou. Era o Carlos. A voz dele soou segura, como sempre. Marta, bom dia. Como está a garota mais gostosa da cidade? Tô afim, a gente tá afim, uns amigos e eu, de te ver.
Como é que você ousa me ligar de novo?, respondi. Vocês já tiveram tudo o que pediram de mim uns dias atrás. Não vou ficar com vocês de novo.
Marta, meu anjo, acho que você não tá em condições de recusar o que tão gentilmente tô te pedindo. Quer que seu marido veja as fitas do seu amigo Pedro, ou de como você deu pra todos os empresários mais importantes da cidade?
Aliás, hoje você vai vir especialmente gostosa, na verdade quero que você venha de uniforme.
De uniforme? O que você tá dizendo? Sim, de uniforme. Na real, não quero correr o menor risco e pretendo que você venha toda equipada, muito gostosa, do jeito que você é, mas além disso sexy, e isso você vai conseguir vestindo, como eu vou te indicar a seguir.
Me senti tão humilhada ouvindo as palavras dele, que não consegui dizer nada. Olha, gostosa, quero que você venha com aquele terno branco, de saia curta, que às vezes usa com seu marido nos domingos de manhã pra passear. Você vai ter que usar uma calcinha fio dental branca por baixo dessa saia linda. Ah, sei que já está esfriando, o verão tá acabando, mas não quero que você venha de meia. Por último, vou te dizer que vai ser hoje à tarde, no meu escritório, às 9 da noite.
Tá maluco, respondi. Sou casada e não posso sair de casa à noite. Carlos soltou uma gargalhada e respondeu. Sabemos que seu marido não vai estar em casa esta noite. Ele tá viajando e não vai dormir aqui, então não precisa inventar desculpa nenhuma.
Totalmente perplexa, desliguei o telefone e saí andando sem rumo. Eu tinha total controle sobre mim. Depois de um tempo, cheguei em casa. Estava sozinha, mas antes de qualquer coisa, quis garantir, de forma automática, que tinha toda a roupa que ele tinha pedido. Um vestido curto e branco, que meu marido adorava, e uma fio dental branca.
E quantas vezes mais vão ser? Vocês disseram que iam me dar a fita da outra vez.
E fizemos isso, te demos uma cópia dela, só que decidimos ficar com o original e gravar outra com a sua atuação fantástica, com meus amigos.
Na minha cabeça, não parava de pensar nas consequências de não aparecer no encontro. Se eles cumprissem a ameaça e o Javier, meu marido, visse os DVDs, meu casamento ia pro saco, e eu deixaria de viver do jeito que vivo agora. Tudo o que eu era, era graças a ele. Morava na casa dele, dirigia o carro dele e, na real, minha profissão era ser a esposa dele. Acho que, no fundo, era só uma carinha bonita pra apresentar na sociedade e uma acompanhante de luxo pros jantares de negócio dele.
Fiquei deitada até a hora de me arrumar. Ainda naquele momento, tava na dúvida se ia ou não no encontro. Se quisesse manter a situação atual que tava levando, tinha que ir. Seria só umas horas, e talvez, essa fosse a última vez que me chantageassem.
Quanto eu me arrependia de ter tido aquele deslize com o Pedro. Na real, não passou de uma trepada, mais uma como as que eu dava pro meu marido de vez em quando, agora, cada vez mais raramente, e desde que aconteceu meu chantagem, ele não tinha me tocado de novo.
Tomei um banho e comecei a me vestir. Me olhava no espelho, e meu corpo destacava a roupa sexy que eu ia colocando. Meu tipo era quase perfeito, capaz de seduzir qualquer homem. Ficava lamentando que a roupa tão bonita que eu tava vestindo teria que tirar daqui a pouco, e que meu corpo seria usado por uns velhos tarados, de mente quente, que iam me possuir e me submeter a todos os caprichos deles. Como eu me arrependia naquele momento daquela escorregada com meu amigo.
Às nove em ponto, eu tava na porta do escritório do Carlos. Bati e ele mesmo veio me receber. Me fez entrar, e lá tinha mais três caras, mas nenhum deles tava na primeira vez que fui no escritório.
Muito gostosa, realmente linda. Naquele momento, Carlos fez menção de levantar minha saia, mas eu afastei a mão dele com certa força.
Ummmmmmmm, a menina tá ficando rebelde. Sem problema. Eu te falei que tinha que vir com a roupa certa. Tô vendo que você tá com o vestido que devia, mas quero que você levante a saia, pra eu conferir se também é a tanga branca.
Mesmo sabendo o que me esperava, não consegui evitar ficar vermelha. O que vocês querem? Até quando isso vai durar?
Vai se foder, minha palavra que isso acaba hoje. Pode ficar tranquila. Agora, por favor, mostra pra gente sua calcinha fio dental.
Fiquei vermelha de novo, baixei a cabeça e lentamente levantei minha saia, até que minha calcinha fio dental ficasse à vista dos quatro caras.
Perfeito, então podemos começar a festa. Sem abaixar a saia, começa a se despir da cintura pra cima. Faz devagar, e deixa a gente te ver bem.
Como uma autômata, comecei a fazer isso. Primeiro, desabotoei minha camisa e tirei. Depois, sem perder muito tempo, fiz o mesmo com meu sutiã. Meus dois peitos ficaram firmes, apontando pros olhos dos tarados que estavam no escritório.
Perfeito, agora gira em círculo pra todo mundo ver suas tetas.
Perfeito, adoro. Sabe? Acho que não quero que você tire a saia. Na verdade, agora ela não esconde nada, e eu gosto de como fica em você. Quero que me entregue sua fio dental, então me dá ela.
Ia mostrar minha rachinha pra todos aqueles caras. Só o Carlos tinha visto, e os outros iam ganhar meu tesouro precioso, pelo menos agora, ver ele.
Devagar, eu desci minha calcinha e minha buceta, dessa vez, completamente depilada, ficou à disposição dos olhares dos quatro homens que estavam na sala.
É uma gostosa, comentou um dos caras. Perfeita. Notei a ausência do Carlos, que tinha ido pra outra sala e voltou com uma maleta. Quando abriu, tirou vários brinquedos sexuais, de sex shop. Tinha pênis vibratórios, algemas, capuzes...
Me assustei um pouco quando vi tudo aquilo.
Fica tranquila, Marta, a gente só quer que você se divirta um pouco enquanto eu tirava um pauzão de látex. Dois caras me seguraram pelas coxas, e eu acabei de pernas abertas, em cima da mesa. Enquanto isso, o Carlos começou a passar a mão na minha buceta. Outros dois caras começaram a chupar meus peitos. Eu tava deitada na mesa, com as mãos pra trás, sendo apalpada em cada canto do meu corpo.
Eu tentava fechar os olhos, e às vezes perdia a noção do tempo, o que acabava me fazendo sentir prazer. Começaram a enfiar o pau artificial na minha buceta, e confesso que em certos momentos sentia um certo tesão. Dois caras que sabiam apalpar os peitos de uma mulher, e outro metendo um treco no meu xerecão.
Outro deles meteu a mão e percebeu que eu tava molhada. Fez um comentário de sacanagem sobre isso, e me fez sentir ainda mais humilhada. Tava morrendo de vergonha de estar daquele jeito. Comecei a chorar e a implorar.
Carlos falou. Não se preocupa, agora você vai aproveitar mais, e enquanto isso, ele puxou o pau pra fora e começou a me foder. Metia e tirava do jeito que queria, enquanto eu só conseguia manter minhas pernas abertas. Meus lábios sentiam o pau dele crescendo, e a excitação e o ritmo mais intenso me faziam pressentir que ele ia gozar logo. E foi isso, num instante, ele encheu minha buceta de porra.
Outro dos caras enfiou o pau na minha boca. Enquanto isso, outro ia metendo de novo o aparelho dele na minha buceta. Tava totalmente exposta às safadezas desses caras. Queria que aquilo acabasse logo, então me esforcei de verdade e consegui que ele gozasse rapidinho, e minha boca ficou cheia de porra também. Com a minha xota, apertei forte meus lábios e fiz com que minha racha ficasse coberta de novo pelo sêmen de outro dos caras que tavam me dominando.
Pensei que tudo tinha acabado. Mas de repente o Carlos me disse que faltava uma coisa. Nós queremos a sua bunda, Marta.
Eu me arrepiei e, furiosa, disse que não. Eu era virgem por trás, e ficou claro da outra vez que não iam tocar no meu cu.
Não, não, não, não, não, não. Não quero que vocês façam isso comigo. Vocês tiveram toda a minha colaboração.
Marta, você não está em condições de exigir nada, disse Carlos com voz séria e firme.
Um de nós vai enfiar no teu cu, mas tu não vai saber quem é. Pra isso, vai colocar uma máscara na cabeça e essas algemas por trás. Dois caras vão te segurar pra tu ficar de quatro.
Não acreditei no que estava ouvindo. Enquanto eu chorava e implorava, eles taparam minha cabeça e me algemaram, e eu, sem muita resistência, tive que aguentar.
Alguém pegou um pote de óleo lubrificante e começou a enfiar o dedo besuntado no meu cu.
Naquele momento, eu chorava, não pela dor, que ainda não existia, nem pela humilhação, mas porque meu marido me pediu centenas de vezes pra fazer sexo anal, e eu nunca deixei, e agora eu tava à disposição de quatro caras, que iam fazer aquilo comigo e sei lá mais quantas coisas. Meu marido sempre foi um amor comigo, sempre me deu tudo, e eu ia dar minha buceta pra uns sem-vergonha. Dois homens me seguravam, pra deixar minha bunda empinada, pronta pra ser fodida.
De repente, senti uma porrada forte, que me fez gritar. Meu cu tava se rasgando, e senti uma pica abrindo caminho no meu rabo. Entre soluços, senti um perfume familiar. O toque das mãos também era.
Porra, esse é meu marido. Javier gritei. Queria me soltar, mas não consegui. No final, senti o gozo dele entrando, até o fundo do meu cu.
Me soltaram, e rapidamente tirei a máscara. Vi o Javier. Tinha sido ele quem tinha me sodomizado. Olhei pra ele chorando. Por que você fez isso?
Ela me olhou com cara de ódio. E aí? Quantos você já comeu, gostosa?
Céu, por favor, me ameaçaram de contar tudo pra você, mostrar os vídeos.
Nada inventado, nada que você já não tivesse feito, não acha?
Vou te contar uma parada que vai te interessar.
Teu amigo Pedro trabalha pra mim. Eu ofereci dinheiro pra ele transar contigo. Queria te comer no cu, porque tu nunca quis fazer isso comigo, mas o que mais importava mesmo era me divorciar de ti, te largar de mão, e poder casar com a mina que tô saindo há muito tempo, e por quem viajo tanto.
Não podia acreditar. Javier saiu da sala, mas antes me disse que não queria que eu dormisse na casa dele naquela noite.
Envergonhada, comecei a me vestir. Quando coloquei a calcinha, desabei e comecei a chorar. O que vou fazer agora? Tô sozinha, sem grana, não tenho nada. Vocês acabaram com a minha vida.
Carlos soltou umas gargalhadas e falou pra mim: "Fica tranquila. Da minha parte, a gente pode repetir isso, digamos... umas duas vezes por mês. Vou te pagar bem. Você me excita pra caralho, e vou trazer meus clientes pra eles curtirem uma mulher gostosa pra cacete, igual você." Dito isso, ele saiu do escritório.
Os outros três homens ficaram. Acho que tiveram pena de mim, sentiram dó. Me ajudaram a me vestir e me acompanharam até a rua. Um deles tirou 500 euros da carteira e disse pra eu procurar um hotel pra dormir essa noite. Amanhã você vai ver tudo com mais clareza.
Minha vida atual tinha acabado, uma nova etapa começava, e talvez como puta do Carlos.
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