El hermano de mi novio

Era uma da tarde quando tava indo pra casa do meu namorado passar um tempo. Os pais dele iam sair a tarde toda, então a gente queria aproveitar ao máximo. Já na frente da casa, bati na porta e esperei alguém abrir. Pra minha surpresa, quem abriu foi a mãe dele. — Vanesa, minha filha, que bom te ver — disse ela, toda animada. — Oi, dona [Nome]. Como a senhora tá? — respondi no mesmo tom. — Muito bem, filha. E você? — Tô bem. O Fer tá? — perguntei, olhando pros lados da porta pra ver se Fernando vinha me receber. — Não, filha, ele acabou de sair. Chamaram ele pra treinar porque vai ter um jogo em breve. Vocês iam sair? — Sim, ele me chamou pra passar a tarde, mas já que não tá, vou embora pra casa. Tenha uma boa tarde — falei, me preparando pra ir. — Não, filha, fica e espera ele aqui em casa, sem problema nenhum — disse ela, me pegando pela mão pra eu entrar. — Não, senhora, imagina. Melhor eu vir outro dia — falei, meio nervosa. — Ah, filha, não se preocupa. Essa casa é sua — disse ela, me empurrando de leve pra sentar no sofá. — Vou ficar na cozinha. Daqui a pouco te chamo pra comer — falou e foi embora. Peguei meu celular pra me distrair. Depois de um tempo, me chamaram pra comer. Na mesa estavam o pai e o irmão mais velho do Fernando. A mãe dele ia trazer a comida, então ajudei ela a levar tudo pra mesa. A gente foi conversando animadamente até terminar, e eu ajudei a limpar a cozinha. De volta ao sofá, a mãe do Fer veio até mim. — Filha, eu e meu marido vamos sair e voltamos mais tarde. Pode ficar o tempo que quiser — disse ela, já andando em direção à porta. — O Victor tá aí. Qualquer coisa que precisar, é só falar com ele — completou, saindo. — Sim, senhora. Tenha uma boa tarde — falei, e ela fechou a porta. Peguei meu celular e vi que eram 2:30. Não sabia que horas o Fer ia voltar, então tava pensando em ir embora. Levantei e fui em direção à porta, mas uma voz me parou. — Já vai? — disse uma voz grave atrás de mim. — É, não sei que horas o Fer volta, então acho que é melhor... Melhor seria eu ir pra casa — falei meio nervosa — Ele chega daqui a uma hora. Por que você não fica e a gente vê um filme enquanto isso? — ele disse, e eu pensei por um momento — Tá bom, tudo bem — comecei a andar de volta pro sofá. Sentei, e o Victor sentou do meu lado pra pegar o controle e ligar a TV. Começamos a conversar sobre o que a gente devia ver: eu queria uma comédia, ele queria um terror. Depois de discutir um pouco, ele ganhou. A gente tava na metade do filme e eu tava mais que aterrorizada com as cenas sangrentas, que acabava me encolhendo ou me agarrando no Victor, e por mais que eu fizesse isso, ele não parecia se importar. — Desculpa — falei meio sem graça enquanto soltava ele — Não se preocupa — ele disse gentilmente — Pode me abraçar se tiver medo — fiquei meio nervosa com a proposta, mas mesmo assim respondi — Sim, obrigada — meu olhar voltou pro filme, mas foi questão de minutos pra eu abraçar ele de novo por causa do medo. Ele não disse mais nada, e eu só soltei ele quando senti ele me rodear com o braço pelos ombros. Fiquei nervosa, e mais ainda porque sentia um leve frio na barriga. De repente, senti ele me puxar pra mais perto, a ponto de eu ficar encostada no ombro dele. O frio na barriga começou a aumentar, junto com meu nervosismo. A gente continuou vendo o filme até que eu senti a mão do Victor se colocar sobre um dos meus peitos e começar a massagear. Fiquei perplexa, porque não sabia em que momento a coisa tinha subido de nível, ou era o que eu me obrigava a acreditar, porque no fundo eu sabia. Senti ele se aproximar de mim e começar a me beijar, me empurrando até eu ficar deitada no sofá. Victor se posicionou entre minhas pernas e começou a levantar minha blusa. Coloquei as mãos no peito dele e tentei afastá-lo. — Não, espera — respirei fundo — A gente não pode fazer isso — tentei empurrar ele de novo — Sério? — ele disse, abaixando as mãos e começando a puxar meu short — Eu diria que você já tá bem molhadinha — ele levou a mão até minha buceta e começou a massagear por cima da calcinha. Alguns gemidos escaparam da minha boca. não espera ah aah - tentei afastar ele de novo - sou a namorada do teu irmão ahhh - parecia que ele não tava nem aí pro que eu falava, porque continuava na dele - não ahhh posso fazer ah ahh isso - falei entre gemidos esperando que ele parasse, mas em vez disso ele chegou mais perto de mim - me diz uma coisa: meu irmão te satisfaz? - falou com deboche - sempre me perguntei: como uma mina tão gostosa como você tá com ele? - pegou minha blusa e tirou, junto com meu sutiã - se você fosse minha, nunca te largaria por um treino idiota - começou a me beijar de novo e, por mais que eu quisesse afastar ele, alguma coisa em mim se recusava a fazer isso. Ele começou a descer, deixando beijos no meu pescoço e ombros até chegar nos meus peitos e começar a chupar um enquanto brincava com o outro, eu só me limitava a gemer até sentir a mão dele descer até minha bunda e começar a massagear - seus peitos são pequenos, mas sua bunda é incrível - disse e me deu um tapa na bunda, e eu soltei um gemido bem alto. Ele levou a mão até minha buceta e enfiou os dedos, começando a fazer uns movimentos de tesoura e outros de metida, meus gemidos escapavam da boca sem nenhuma vergonha. Nunca tinha me sentido assim, nem quando Fernando me comia com toda força. Victor começou a descer, deixando beijos pelo meu abdômen e quadris até chegar entre minhas pernas e começar a lamber minha buceta, os gemidos saíam e eu me sentia no céu até sentir como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo, soltei um gemido forte ao sentir que tinha gozado. Victor se levantou pra sentar no sofá enquanto eu continuava deitada, recuperando o fôlego, era a primeira vez que eu tinha um orgasmo. Tentei me sentar e vi Victor tirando a camisa, deixando à mostra o torso e os abdominais definidos, posso dizer que isso só me excitou mais. Olhei pra entreperna dele e vi a ereção bem evidente, então decidi tomar a iniciativa e retribuir o favor. Me levantei e pude sentir o olhar dele sobre mim, me aproximei e fiquei de joelhos. No chão, meio nervosa, me atrevo a desabotoar a calça dele e puxar o pau pra fora da cueca. O pau do Victor era enorme, fiquei hipnotizada olhando pra ele por um tempo até que coloquei a mão e comecei a fazer movimentos pra cima e pra baixo, ouvia ele soltando uns gemidinhos baixos, então aumentei a velocidade. Vendo que ele ainda não gozava, resolvi tentar algo mais, aproximei meu rosto do pau dele e comecei a lamber a ponta enquanto uma das minhas mãos brincava com as bolas dele. Depois de lamber o pau dele, passei a tentar colocar na minha boca, não tinha chegado na metade quando já não conseguia mais enfiar, então comecei a meter e tirar até onde dava, mas senti o Victor colocar as mãos ao redor da minha cabeça e começar a empurrar pra enfiar tudo. Os movimentos dele eram rápidos e ele soltava uns gemidos enquanto eu engasgava e sentia o ar faltando, até que senti ele gozar dentro da minha boca. Ele tirou o pau da minha boca depois de alguns minutos, e ao tirar, uns fios finos de saliva e porra nos uniam. Comecei a recuperar o fôlego enquanto sentia o gosto de porra na minha boca. Victor se levantou, tirou a calça e depois me levantou, me pegou pela cintura e começou a me beijar, então abracei o pescoço dele com meus braços. Ele começou a me empurrar até eu ficar deitada de novo no sofá, abriu minhas pernas, paramos de nos beijar e ele pegou o pau dele e começou a direcionar pra minha entrada. Senti a ponta roçando minha entrada e estava tão nervosa quanto excitada, soltei um gemido alto ao sentir ele enfiar devagarzinho. Já tinha enfiado tudo e me sentia no paraíso, e Victor começou a se mover devagar. Me sentia tão feliz, sem dúvida era uma sensação magnífica, mas queria mais. Estiquei meus braços até os ombros do Victor e puxei ele pra perto de mim pra ele me abraçar, o que ele fez. Já perto, começamos a nos beijar ferozmente, sentia a língua dele explorando toda minha boca. Abracei ele com as pernas pra que fosse mais fundo. As investidas eram rápidas e fortes, eu sentia como se fosse me partir ao meio. De repente, Victor aumentou ainda mais a velocidade e eu me agarrei mais forte nele. Meus gemidos saíam quase como gritos até que senti Victor gozar dentro de mim. Ele parou de se mover, mas eu continuei segurando ele com as pernas. Dava pra sentir o sêmen dele dentro de mim, era quente e uma sensação gostosa. Nunca tinha deixado o Fer meter sem camisinha, e isso só fez eu me sentir culpada de novo. Mas quando Victor se aproximou de novo pra me beijar e me apertar entre os braços, a culpa sumiu. Ainda estávamos ligados até eu soltar ele com as pernas e ele sair.

Victor, ainda pelado, saiu da sala e me deixou lá sozinha. Peguei meu celular pra ver as horas: eram 3:50. Fernando já devia ter voltado do treino. Levantei do sofá e comecei a catar minhas roupas.

— Toma — disse Victor, estendendo um copo d'água.
— Valeu — aceitei e comecei a beber.
— Aliás, Fernando já não devia ter chegado? — falei enquanto ele se acomodava no sofá.
— Ele vai chegar umas 5 horas, era só uma desculpa pra você ficar — disse ele, debochando. Fiquei meio irritada, mas não falei mais nada sobre o assunto. Meu olhar foi pra entre as pernas dele e pude apreciar de novo o pauzão dele. Deixei o copo junto com minha roupa numa poltrona e me aproximei dele. Me ajoelhei de novo e segurei o pau dele pra começar a masturbar de novo.
— E seus pais, que horas voltam? — falei, levando ele perto da minha boca.
— Eles vão voltar tarde — isso foi o suficiente pra eu começar a enfiar ele na boca e ir até o fundo sem ajuda. Saboreava o pauzão do Victor na boca até que ele me fez parar. Me estendeu a mão pra me levantar e me puxou pra sentar em cima dele, e os beijos não demoraram. Dava pra sentir o pau dele debaixo de mim, o que me deixou impaciente porque já queria ele dentro. Me separei do beijo e peguei o pau dele com a mão pra enfiar. Depois de algumas tentativas, consegui colocar a ponta. descendo devagar até que Victor me segurou pela cintura e me empurrou até o fundo, soltei um gemido bem alto porque senti ele mais fundo do que das outras vezes — já são vários orgasmos que eu te provoco — ele disse sedutoramente no meu ouvido enquanto segurava mais forte meus quadris pra começar a marcar as estocadas, cada vez eu sentia ele mais pra dentro, o que me deixava louca — quem é melhor, Fernando ou eu? — ele soltou meus quadris e eu abracei ele pra começar a pular no pau dele — ahh ah você ahhh amm você é ahh melhor — eu falei entre gemidos e parece que ele gostou da minha resposta porque colocou as mãos entre minhas nádegas pra separá-las e começar a ir mais rápido e mais fundo. Eu continuava sentindo as estocadas fortes do Victor até que ele parou de repente e eu pude sentir quando ele gozou, soltei um gemido alto pela sensação, continuamos abraçados até recuperar o fôlego, depois me levantei pra tirar o pau dele e me deitei no sofá, peguei meu celular pra ver as horas e eram 4:20, e deixei ele de lado de novo, me levantei e me aproximei do Victor mais uma vez — que tal mais uma rodada? — falei estendendo minha mão, que ele segurou sem hesitar ________________________________________ — meu amor, desculpa, na próxima te aviso com tempo — disse Fernando enquanto me abraçava e dava um beijinho — sim, meu amor, não se preocupa — falei sorrindo gentilmente pra ele. Fernando me beijou de novo e eu acompanhei até que ele desceu uma das mãos na minha bunda — que tal você ficar mais um pouco? — ele disse no meu ouvido — não, acho que outro dia, meu amor — falei e dei um beijo na bochecha dele pra começar a ir em direção à porta — tchau, boa noite — e saí, comecei a andar pra minha casa e enquanto caminhava sentia o gozo do Victor escorrendo pra fora de dentro de mim, é melhor o Fernando me avisar quando tiver treino.

1 comentários - El hermano de mi novio

Cómo que no quería la cosa eh, tremenda golosa, dizque que el novio le avise para la próxima, que bandida 😁😆😁👍 viene la barriga 😄😁👶🤰🤰
Tu comentario me hizo el día 😆😆
@XXX-Gale-XXX 👍👍😁