Quando ele foi embora, fiquei sozinho no apê, largado na cama com o cu aberto, ardendo e pulsando. Um gosto de porra, pau, ovo e suor na boca. Depois de um tempo assim, me levantei e fui tomar um banho, não acreditava no tesão que tava, e mesmo já tendo me tocado várias vezes naquele dia, me masturbei de novo, debaixo do chuveiro com a tanga vestida. Lavei tudo direitinho. Quando terminei, tava cansado, mas relaxado, comi o único pedaço de pizza que deixaram e fiquei na cama, ainda de tanga, vendo um filme no celular que tinha deixado pela metade. Lá pelas onze e quarenta e cinco da noite, tava relaxando e pegando no sono quando a campainha tocou várias vezes. Cheguei na porta com o celular na mão feito lanterna e olhei pelo olho mágico, era o entregador da tarde, aí lembrei que ele ia vir umas dez da noite. Abri a porta e coloquei a cabeça pra fora, e antes de falar qualquer coisa, vi que ele tava com o pau de fora, meio duro, balançando na mão, e ele disse: — Olha quem voltou!? Com a voz fina como se o pau tivesse falando, e continuou: — Atrasei porque tava esperando sair um pedido pra essa área, aí terminava e vinha, mas perdi a noção do tempo... Ficou uns instantes calado me olhando e continuou: — Não, não vai me cumprimentar e dar um beijinho? Sem responder, abri a porta pra ele entrar. Ele reparou como eu tava, pelado e só de tanga, e se jogou em cima de mim, fechando a porta e me empurrando contra a parede, começou a me beijar de boca aberta enquanto repetia entre um beijo e outro, me apalpando o corpo todo, eu só masturbava ele: — Olha como você me recebe, que lindo! — Gostou da prévia, hein!? — Como você vai aproveitar agora, que eu tenho você toda só pra mim! Enquanto começou a descer pra me colocar de cócoras e começar a chupar o pau dele, ele começou a se despir, pegou meu celular e perguntou: — Isso é pra você se filmar gozando, né? Enquanto me dava várias instruções de como fazer. chupar o pau e as bolas dele e que eu obedecia sem reclamar, enquanto ele filmava toda a sequência e me perguntava:
- Gosta do meu pau? Como você curte ele!!!
Enquanto com a mão livre de vez em quando me pegava pela nuca e enfiava o pau na minha garganta até me fazer engasgar. Num momento ele tira o pau e pede pra eu bater uma pra ele, enquanto enfia dois dedos na minha boca pra eu chupar eles, obedeço de novo e em segundos ele me levanta e me encosta na parede de costas, puxa a tanga e começa a meter os dedos no meu cu, bem forte e rápido, enfiava e tirava, até que num momento ele enfia e deixa lá, e sussurra no meu ouvido quase sensual:
- Vamos pro quarto que já quero te arrebentar toda.
Enquanto andávamos, ele não tirava os dedos da minha bunda, então eu andava com dificuldade e caretas de dor, enquanto ele só repetia "cê gosta assim, né?" "Você adora obedecer" "ter a bunda cheia". Ele me manda apoiar os braços na borda da cama e antes mesmo de eu me apoiar, já estava enfiando o pau quase seco, eu gritando de tanta dor que aquela entrada e saída do pau causava, enquanto ele só dizia "siimm, grita mais, que mais duro vai entrar" uma e outra vez. Ficou assim um bom tempo até o pau entrar e sair lisinho. Me deito na cama de barriga pra cima e ele joga minhas pernas nos ombros dele e começa a bombar de novo. Enquanto falava entre gemidos:
- Adoro que você seja tão submissa, com você vou realizar todas as minhas fantasias, enquanto diminuía e aumentava o ritmo. Num momento ele abaixa só uma perna e me comia abraçado na perna levantada, depois abaixa as duas pernas de lado e me comia apertando minha bunda, o que me causava ainda mais dor, depois de bruços, mas com uma perna levantada pro lado. Deve ter ficado assim, trocando de posição umas 40 ou 45 minutos enquanto só repetia "cê gosta, putinha?" "Quer mais pica?", eu só respondia com gemidos, até que num momento, de novo de barriga pra cima e com as pernas nos ombros dele, sinto que ele fica duro e enche meu cu de porra. Ele tira o pau do cu, eu agradecendo por dentro por ter acabado, e diz: — vamos tomar um banho, eu sei que você gosta de cheiro de homem, mas eu já não me aguento mais, e aí a gente parte pro segundo round! Ele me levanta e vamos pro banheiro com o cu escorrendo porra, entramos no chuveiro e ele me põe de quatro pra eu chupar ele e ele ficar duro de novo. Fiquei um tempo ali enquanto ele lavava o corpo e quando o pau ficou bem firme, ele me levanta e diz: — lambe minha axila pra ver se você gosta. Eu obedeço e volto pra trás de nojo, e ele, rindo, comenta: — ah, desculpa, esse braço eu não tinha lavado, e continuava rindo enquanto me virava de costas contra a parede e começava a me foder de novo. E lá estava eu, em uma semana virei um puto submisso, com o cu arrombado e sendo comido por qualquer um. Fim.
- Gosta do meu pau? Como você curte ele!!!
Enquanto com a mão livre de vez em quando me pegava pela nuca e enfiava o pau na minha garganta até me fazer engasgar. Num momento ele tira o pau e pede pra eu bater uma pra ele, enquanto enfia dois dedos na minha boca pra eu chupar eles, obedeço de novo e em segundos ele me levanta e me encosta na parede de costas, puxa a tanga e começa a meter os dedos no meu cu, bem forte e rápido, enfiava e tirava, até que num momento ele enfia e deixa lá, e sussurra no meu ouvido quase sensual:
- Vamos pro quarto que já quero te arrebentar toda.
Enquanto andávamos, ele não tirava os dedos da minha bunda, então eu andava com dificuldade e caretas de dor, enquanto ele só repetia "cê gosta assim, né?" "Você adora obedecer" "ter a bunda cheia". Ele me manda apoiar os braços na borda da cama e antes mesmo de eu me apoiar, já estava enfiando o pau quase seco, eu gritando de tanta dor que aquela entrada e saída do pau causava, enquanto ele só dizia "siimm, grita mais, que mais duro vai entrar" uma e outra vez. Ficou assim um bom tempo até o pau entrar e sair lisinho. Me deito na cama de barriga pra cima e ele joga minhas pernas nos ombros dele e começa a bombar de novo. Enquanto falava entre gemidos:
- Adoro que você seja tão submissa, com você vou realizar todas as minhas fantasias, enquanto diminuía e aumentava o ritmo. Num momento ele abaixa só uma perna e me comia abraçado na perna levantada, depois abaixa as duas pernas de lado e me comia apertando minha bunda, o que me causava ainda mais dor, depois de bruços, mas com uma perna levantada pro lado. Deve ter ficado assim, trocando de posição umas 40 ou 45 minutos enquanto só repetia "cê gosta, putinha?" "Quer mais pica?", eu só respondia com gemidos, até que num momento, de novo de barriga pra cima e com as pernas nos ombros dele, sinto que ele fica duro e enche meu cu de porra. Ele tira o pau do cu, eu agradecendo por dentro por ter acabado, e diz: — vamos tomar um banho, eu sei que você gosta de cheiro de homem, mas eu já não me aguento mais, e aí a gente parte pro segundo round! Ele me levanta e vamos pro banheiro com o cu escorrendo porra, entramos no chuveiro e ele me põe de quatro pra eu chupar ele e ele ficar duro de novo. Fiquei um tempo ali enquanto ele lavava o corpo e quando o pau ficou bem firme, ele me levanta e diz: — lambe minha axila pra ver se você gosta. Eu obedeço e volto pra trás de nojo, e ele, rindo, comenta: — ah, desculpa, esse braço eu não tinha lavado, e continuava rindo enquanto me virava de costas contra a parede e começava a me foder de novo. E lá estava eu, em uma semana virei um puto submisso, com o cu arrombado e sendo comido por qualquer um. Fim.
1 comentários - Prendas (relato gay) 5ª parte final