Cheguei em casa com o cu ardendo, dolorido e escorrendo porra, e não pude evitar de me masturbar feito um louco. Depois tomei um banho e caguei como nunca na vida, fiquei com a alma lavada e, sem acreditar que estava todo depiladinho, me masturbei de novo e mais uma vez antes de me deitar pelado. Era 1 da tarde quando me deitei e, de tanto cansaço, peguei no sono na hora. O interfone me acordou lá pelas 6:30. Levantei e fui até a porta ver quem era, e era o Gaston que tinha me mandado uma mensagem cedo dizendo que viria com a desculpa do jogo da seleção, mas eu estava morrendo de cansaço, o cu ainda estava latejando e eu não tinha mais porra. Então abri decidido a dizer que não queria mais nada com isso. Abro e começo a falar bem sério: — Já era, mano, não quero mais nenhuma pica no meu cu, nem ficar com gosto de porra o dia todo na bo... E ele me interrompe, ignorando tudo que eu tinha começado a dizer: — Olha como você está, todo depiladinho — ele fala enquanto entramos aos empurrões e deixa uma bolsa do lado da porta, fechando-a com o pé. Aí eu percebo que estou pelado enquanto ele começa a apalpar minha pica e saca a dele com a outra mão, pegando minha mão para que eu comece a masturbá-lo e diz: — O que você estava me dizendo? Que quer que eu te arrombe o cu sempre que tiver vontade até você dizer que adora? E que te trate como um putinho engole-porra? — Não, que não... E antes de eu responder, ele me inclina sobre a pica e fico em posição de L, e ele começa a me dedar o cu, enquanto com uma mão na nuca eu começo a chupar a pica já dura dele, fazendo garganta profunda enquanto ele falava: — Olha como isso aqui está aberto e vermelho, dá pra ver que te deram bem forte como você gosta, putinho. Ele me levanta e me vira de costas para a parede, se inclina e começa a chupar meu cu e a me dedar cada vez mais forte. Eu estava entre o prazer e a dor. Ele tira da bolsa um pacote e abre, sem eu ver, e me manda levantar um pé e depois o outro, quando eu consigo ver... era uma puta :-não, você foi pro caralh... começo a falar e ele me interrompe :- também tenho outro presentinho. Sinto ele começar a enfiar algo largo na minha bunda que me fazia gemer de dor e enquanto ele metia e tirava, me pergunta :- você ficou com camisinhas? e eu sem poder fazer outra coisa, neguei com a cabeça e ele continua falando bom você vai ter que ir comprar pra gente poder foder, isso sim com a puta e seu presentinho enfiado na sua bundinha gulosa de promíscua que você tem. Ele vai ao banheiro e traz a calça gozada com a qual vim de manhã e a camiseta. Visto como posso e saio pra farmácia xingando pra mim mesma, estava a 3 quadras, mas com o consolo metido na bunda fazia com que fosse uma distância enorme, fui super devagar, a farmácia cheia, aguentei como pude, comprei camisinhas lubrificadas e gel íntimo e voltei super devagar. Quando entro no apartamento a primeira coisa que Gaston diz é :- uff demorou pra caralho, já estava esfriando :- filho da puta, me fez andar de calça colada e com um consolo no cu. :- vem que eu tiro, responde. Cagando de rir ele se aproxima e tira minha camiseta e abaixa minha calça e me coloca contra a parede e continua brincando tirando e metendo o consolo enquanto se masturbava pegando uma das minhas mãos contra o pau dele pra levantar de novo. Depois de um tempo ele se senta na cadeira da sala de jantar pra que eu chupe, deixando minha bunda na altura das mãos dele pra continuar brincando com o consolo, e quanto mais eu pedia pra parar mais intensidade ele colocava pra tirar e meter. Depois de um tempo ele me pede pra colocar a camisinha mas com a boca, que depois de várias tentativas consegui, já que ele tem um pau de largura normal. Quando consigo se escuta a campainha e Gaston diz enquanto tira o consolo :- ah como você demorou pra voltar pedi uma pizza e paguei online, então vai lá receber assim mesmo :- eh? Sério? Respondo confuso :- sim vai lá promíscua, responde zombeteiramente. Vou até a porta e só mostro a cabeça. O entregante me vê e vai buscar a pizza na moto que ele deixou do lado da árvore do vizinho, já que meu endereço não aparece direito. O entregador era um cara meio gordinho, uns vinte e poucos anos, moreno e com sotaque colombiano, e dava pra ver que ele tava entregando o dia todo porque estava visivelmente suado. Quando ele tá pegando a pizza e começando a vir, o Gaston chega por trás de mim e, sem dizer uma palavra, começa a enfiar o pau e a martelar a toda velocidade, o que deixava minha cabeça indo e vindo bem óbvio, e eu tentando me segurar no batente da porta sem deixar ela abrir. Tentava pará-lo inutilmente. O barulho dos corpos batendo, meus gemidos e os gemidos intensos dele fizeram com que, quando o entregador se aproximou, ele comentasse com um sorriso:
— Vejo que tão se divertindo.
Eu solto a porta pra pegar a pizza e fechar rápido, mas o Gaston me adianta e abre a porta de par em par enquanto continua me comendo com mais força. O entregador fica petrificado, mas com um sorriso, e o Gaston fala entre gemidos:
— Tu… quer… entrar…
— Não, não quero atrapalhar nada — ele responde, embora já estivesse agarrando o pau.
— Não atrapalha nada, se ele que propôs — o Gaston responde enquanto aumenta o ritmo e continua falando —, não tá vendo como ele adora?
Eu, sem poder negar, tentava aguentar as investidas me apoiando na parede.
— Ok, beleza — o entregador finalmente responde, entrando e fechando a porta, e continua falando um pouco mais solto —, mas não curto muito essa de trio, fode tranquilo que depois eu pego ele, mas preciso passar no banheiro pra me limpar um pouco, porque tô desde as três da tarde em cima da moto e tenho que seguir até pelo menos as dez da noite.
O Gaston para de foder, tira o pau e dá um tapa na minha bunda, me dando ordem:
— Vai chupar ele que ele tem que voltar a trabalhar.
— Não, espera que eu me lavo um pouco — responde o entregador.
E bem relaxado, o Gaston responde:
— Naaaah, deixa assim, ele adora assim, esse putão.
— Tá bom então — responde o entregador enquanto mexe no volume que já Percebi que ele começava a ficar duro. E dava pra ver que a sacanagem de chupar ele assim, do jeito que estava, excitava ele, porque naquela posição de L, ele agarra minha cabeça e coloca na frente do volume. Eu abaixo a calça dele e o cheiro de ovo já era intenso, mas não chegava a ser desagradável. Começo a chupar ele e enquanto ele ficava completamente ereto, o gosto de suor e ovo me dava ânsia. O pau era parecido com o do Juan, mas não tão grosso. Enquanto isso, ele me dedava o cu e gemía de prazer.
Ele pergunta pro Gastón:
- Posso foder ele ali na mesa ou em algum lugar mais confortável?
Comendo pizza com uma mão e se masturbando com a outra.
Gastón responde muito tranquilo:
- Sim, na cama. Mas te faço uma pergunta: posso filmar?
- Sim – ele responde –, mas que não apareça meu rosto.
- Não, só me interessa a cara dele e como o pau entra e sai do cu.
- Ah, sim, sem problema – responde o entregador, enquanto Gastón o guiava pro meu quarto.
Eu ia arrastado, com o pau na boca, chupando como podia enquanto caminhávamos pro meu quarto. Chegamos e ele me coloca de quatro em cima da cama. Põe a camisinha que o Gastón passa pra ele, sobe e começa a me foder desesperado e muito apressado, sem dizer uma palavra, enquanto Gastón filmava minhas caras de dor e fazia closes de como o pau entrava e saía do meu cu. Depois de alguns minutos, ele goza entre gemidos e se joga em cima de mim. Sinto a respiração dele na minha nuca, ele a beija, se levanta e diz:
- Que bom que foi. É o primeiro que conheço que gosta de foder assim. Vou trabalhar mais um pouco. Mas se estiverem mais tarde, dou uma passada.
- Dá um pulo sim – responde Gastón.
- Ok, beleza. Dou mais uma trepada, e mais tranquilo – ele diz, enquanto se ajeitava, e continua –, vou ao banheiro.
- Vai, vai, e depois leva pizza se tiver fome – responde Gastón quase gritando, enquanto o entregador entra no banheiro.
Ele se vira e, enquanto se deita em cima de mim, comenta no meu ouvido:
- E você adorou, não é, putinha?
Começa a ajeitar o pau e a enfiar no meu cu, e enquanto começa a bombear, ele... Aparece o entregador que nem o nome sei e diz: — Tchau, vou indo, muito bom tudo, daqui a pouco volto — enquanto mordia o lábio de tesão que obviamente ainda estava nele.
— Pode ir — responde Gastão enquanto me virava de barriga pra cima e começava a me foder com as pernas nos ombros dele. E continuei falando com o entregador: — Eu pergunto se você topa comer ele no pelo, sem camisinha — enquanto me olhava com uma risada debochada.
— Uff, não me fala isso, que tenho que seguir trabalhando, mas sim, claro.
— Porque ele diz que com camisinha não sente por completo, e se você tiver algum amigo que goste de putinhos submissos avisa que a gente inclui.
E enquanto continuava me fodendo como um boneco, ele passa o celular e meu celular:
— Não, não conheço. Vocês são um casal?
— Nem de longe, eu como ele quando dá vontade, tenho mulher, mas você e quem você quiser estão convidados sempre que quiser — enquanto diminuía e aumentava o ritmo da foda pra continuar falando.
— Uh, que bom, vou indo. Daqui a pouco a gente se vê.
— Pode ir tranquilo, eu vou embora daqui a pouco, então vai ficar só pra você.
O entregador foi embora, e Gastão continuou me comendo na meia máquina, com um sorriso debochado enquanto me dizia:
— Viu, já arrumei um amiguinho novo pra essa bunda gulosa, você acabou sendo bem, mas bem promíscuo mesmo — comenta enquanto ria e continuava — e chupou ele todinho babando, e que foda que ele te deu.
Enquanto dizia isso, aumentava o ritmo:
— Filho da puta, vai fazer eu comer o mundo inteiro, louco — respondi.
— Sim, claro, você adora ser promíscuo — enquanto aumentava mais e mais o ritmo da foda.
Depois de um momento, ele tira o pau rápido, abaixa minhas pernas e senta no meu peito enquanto começa a se masturbar rapidamente, tira a camisinha e me ordena que abra bem a boca e ponha a língua pra fora. Obedeço e ele enche minha boca de porra, joga-se em cima e fode minha boca um pouco enquanto termina de sair toda a porra.
— Chupa bem e tira toda minha porra, promíscuo, isso, com a linguinha.
Depois de um tempo, ele sai, vai ao banheiro terminar. de se limpar e se arrumar para ir embora: - bom, promíscua, eu fui, se diverte e manda ele filmar com seu celular, quero ver como ele te faz de sua putinha submissa. Continua...
— Vejo que tão se divertindo.
Eu solto a porta pra pegar a pizza e fechar rápido, mas o Gaston me adianta e abre a porta de par em par enquanto continua me comendo com mais força. O entregador fica petrificado, mas com um sorriso, e o Gaston fala entre gemidos:
— Tu… quer… entrar…
— Não, não quero atrapalhar nada — ele responde, embora já estivesse agarrando o pau.
— Não atrapalha nada, se ele que propôs — o Gaston responde enquanto aumenta o ritmo e continua falando —, não tá vendo como ele adora?
Eu, sem poder negar, tentava aguentar as investidas me apoiando na parede.
— Ok, beleza — o entregador finalmente responde, entrando e fechando a porta, e continua falando um pouco mais solto —, mas não curto muito essa de trio, fode tranquilo que depois eu pego ele, mas preciso passar no banheiro pra me limpar um pouco, porque tô desde as três da tarde em cima da moto e tenho que seguir até pelo menos as dez da noite.
O Gaston para de foder, tira o pau e dá um tapa na minha bunda, me dando ordem:
— Vai chupar ele que ele tem que voltar a trabalhar.
— Não, espera que eu me lavo um pouco — responde o entregador.
E bem relaxado, o Gaston responde:
— Naaaah, deixa assim, ele adora assim, esse putão.
— Tá bom então — responde o entregador enquanto mexe no volume que já Percebi que ele começava a ficar duro. E dava pra ver que a sacanagem de chupar ele assim, do jeito que estava, excitava ele, porque naquela posição de L, ele agarra minha cabeça e coloca na frente do volume. Eu abaixo a calça dele e o cheiro de ovo já era intenso, mas não chegava a ser desagradável. Começo a chupar ele e enquanto ele ficava completamente ereto, o gosto de suor e ovo me dava ânsia. O pau era parecido com o do Juan, mas não tão grosso. Enquanto isso, ele me dedava o cu e gemía de prazer.
Ele pergunta pro Gastón:
- Posso foder ele ali na mesa ou em algum lugar mais confortável?
Comendo pizza com uma mão e se masturbando com a outra.
Gastón responde muito tranquilo:
- Sim, na cama. Mas te faço uma pergunta: posso filmar?
- Sim – ele responde –, mas que não apareça meu rosto.
- Não, só me interessa a cara dele e como o pau entra e sai do cu.
- Ah, sim, sem problema – responde o entregador, enquanto Gastón o guiava pro meu quarto.
Eu ia arrastado, com o pau na boca, chupando como podia enquanto caminhávamos pro meu quarto. Chegamos e ele me coloca de quatro em cima da cama. Põe a camisinha que o Gastón passa pra ele, sobe e começa a me foder desesperado e muito apressado, sem dizer uma palavra, enquanto Gastón filmava minhas caras de dor e fazia closes de como o pau entrava e saía do meu cu. Depois de alguns minutos, ele goza entre gemidos e se joga em cima de mim. Sinto a respiração dele na minha nuca, ele a beija, se levanta e diz:
- Que bom que foi. É o primeiro que conheço que gosta de foder assim. Vou trabalhar mais um pouco. Mas se estiverem mais tarde, dou uma passada.
- Dá um pulo sim – responde Gastón.
- Ok, beleza. Dou mais uma trepada, e mais tranquilo – ele diz, enquanto se ajeitava, e continua –, vou ao banheiro.
- Vai, vai, e depois leva pizza se tiver fome – responde Gastón quase gritando, enquanto o entregador entra no banheiro.
Ele se vira e, enquanto se deita em cima de mim, comenta no meu ouvido:
- E você adorou, não é, putinha?
Começa a ajeitar o pau e a enfiar no meu cu, e enquanto começa a bombear, ele... Aparece o entregador que nem o nome sei e diz: — Tchau, vou indo, muito bom tudo, daqui a pouco volto — enquanto mordia o lábio de tesão que obviamente ainda estava nele.
— Pode ir — responde Gastão enquanto me virava de barriga pra cima e começava a me foder com as pernas nos ombros dele. E continuei falando com o entregador: — Eu pergunto se você topa comer ele no pelo, sem camisinha — enquanto me olhava com uma risada debochada.
— Uff, não me fala isso, que tenho que seguir trabalhando, mas sim, claro.
— Porque ele diz que com camisinha não sente por completo, e se você tiver algum amigo que goste de putinhos submissos avisa que a gente inclui.
E enquanto continuava me fodendo como um boneco, ele passa o celular e meu celular:
— Não, não conheço. Vocês são um casal?
— Nem de longe, eu como ele quando dá vontade, tenho mulher, mas você e quem você quiser estão convidados sempre que quiser — enquanto diminuía e aumentava o ritmo da foda pra continuar falando.
— Uh, que bom, vou indo. Daqui a pouco a gente se vê.
— Pode ir tranquilo, eu vou embora daqui a pouco, então vai ficar só pra você.
O entregador foi embora, e Gastão continuou me comendo na meia máquina, com um sorriso debochado enquanto me dizia:
— Viu, já arrumei um amiguinho novo pra essa bunda gulosa, você acabou sendo bem, mas bem promíscuo mesmo — comenta enquanto ria e continuava — e chupou ele todinho babando, e que foda que ele te deu.
Enquanto dizia isso, aumentava o ritmo:
— Filho da puta, vai fazer eu comer o mundo inteiro, louco — respondi.
— Sim, claro, você adora ser promíscuo — enquanto aumentava mais e mais o ritmo da foda.
Depois de um momento, ele tira o pau rápido, abaixa minhas pernas e senta no meu peito enquanto começa a se masturbar rapidamente, tira a camisinha e me ordena que abra bem a boca e ponha a língua pra fora. Obedeço e ele enche minha boca de porra, joga-se em cima e fode minha boca um pouco enquanto termina de sair toda a porra.
— Chupa bem e tira toda minha porra, promíscuo, isso, com a linguinha.
Depois de um tempo, ele sai, vai ao banheiro terminar. de se limpar e se arrumar para ir embora: - bom, promíscua, eu fui, se diverte e manda ele filmar com seu celular, quero ver como ele te faz de sua putinha submissa. Continua...
0 comentários - Prendas ( relato gay) 4ta parte