Meu marido libertou a puta que vivia em mim (Parte 3)

Como contei nos relatos anteriores, meu marido Mariano tinha me entregado pro irmão dele, Ramiro, pra ele me fazer de putinha dele (coisa que eu adorava). Naquele dia 1º de janeiro, depois do almoço, quando já tinham sobrado poucos parentes e amigos, o Ramiro me mandou uma mensagem no celular, mesmo estando a poucos metros de distância, dizendo:
— Se faz de mal e vai pro teu quarto.
— Não, o que cê quer? — respondi.
— Vai lá, que meu primo quer te conhecer um pouquinho melhor.
— Ramiro, nem louca que eu faço isso... cê tá doido, quer que toda a tua família descubra que teu irmão é corno manso? Não vou fazer.

Não passaram nem dois minutos, enquanto o álcool e as risadas rolavam na mesa da família, chegou uma mensagem do celular do Mariano, meu marido, dizendo:
— Andre, te amo, você é a coisa mais linda que eu tenho nessa vida, me faz feliz, por favor.
— Eu também te amo, o que cê quer que eu faça? — respondi.
— Faz o que o Ramiro te pediu, é muito excitante saber que tão te comendo enquanto a gente tá aqui com a família.
— Mariano, cê quer isso mesmo? Vou ficar parecendo uma puta barata.
— Nãooo, amor, você se faz de desmaiada, vai e deita peladinha na cama, deixa a portinha aberta, e o Ramiro com o Daniel vão buscar mais bebidas. Se rolar, rolou, cê ia gostar?
— Amor, tô muito excitada, a ideia me agrada, mas tenho medo de depois te verem como o corno da família.
— Se cê gosta? Faz, senão não tem problema.

Tudo ficou por ali, continuamos a conversa em família, até que num momento os parentes com crianças foram embora e só ficaram os homens solteiros e os separados, todos jogando cartas. Ramiro e eu, com a ajuda do Dany, começamos a levantar a mesa. Depois que o Ramiro lavou toda a louça, decidi tomar um banho. O sono estava tomando conta do meu corpo. Eles continuavam jogando e gritando, e num momento vi alguns pularem na piscina sem roupa nenhuma, então resolvi ir tomar banho e depois deitar na cama um pouco, e foi o que comuniquei ao meu marido. enquanto eu me despedia deles, pude ver vários paus, mas teve um que me deixou paralisada e de boca aberta, era o do primo cordobês do Mariano. Meu marido logo percebeu, mas eu rapidamente tirei os olhos daquela ferramenta linda. Ramiro me sorriu quando me viu, e eu entendi que da boca dele não saíam palavras, mas dava pra perceber que ele me chamava de puta. Eu não consegui evitar ficar vermelha, me virei e me despedi deles com um aceno no ar.

Quando estava no banheiro sozinha, já no chuveiro, ao tocar meus lábios da buceta, senti o quanto eu estava molhada e excitada. A vontade de ser comida e de comer aqueles caras tinha tomado conta de mim, mas num instante a sanidade voltou e eu percebi que estava ficando muito puta, e que aqueles homens eram quase todos parentes do meu marido. Saí do chuveiro e fui direto pra cama, só uma tanga e uma camiseta cobrindo meu corpo. Logo dormi, mas depois de um tempo sinto o Mariano do meu lado me beijando bem ternamente. Então olho pra ele e falo:

— O que te traz com tanta doçura pro meu lado? Hehe
— É que você tá muito gostosa, bebota
— E você muito bêbado, hehe, fala logo, o que você quer me pedir?
— Eu nada, meu amor. Quem quer te pedir algo é o Rami, mas eu falei que ia conversar com você
— Tá, e o que o Rami quer?
— Ele quer que você brinque de ser a puta dele, e eu dei minha permissão. Só se você quiser, amor
— Dei... isso soa como um suruba
— Bom, é que o Ramiro já contou pro Dany e pro Cordobês sobre nossos jogos, e eles prometeram não contar se você aceitar eles
— Você tá me pedindo pra dar pro Dany e pro Cordobês?
— Eu não, é o Ramiro que quer
— E você, o que quer?
— Amor, o que você decidir
— Corno filho da puta, seu irmão me entrega pros seus primos e você não fala nada? — falei entre brava e, na verdade, bem excitada, desejando aquele pau do Cordobês.
— É que...
— É que nada — cortei ele antes que continuasse falando — se eu vou fazer, você vai ficar e vai me ver fazer, senão não tem nada. Tinha notado que no outro lado do quarto o Cordobés e o Daniel já estavam de paus duros prontos pra me comer, o primeiro a chegar foi o Dany, eu queria o outro pau, mas me contentei em ir lambendo o que tinha chegado perto de mim, enquanto o Mariano tirava minha roupa e me deixava totalmente nua diante do olhar dos primos dele, enquanto eu saboreava o pau do Dany, o Ramiro da porta pediu pro meu marido chupar minha buceta, me preparar bem e me deixar bem molhadinha, o que não precisava porque já tava, era incrível, tinha quatro machos no meu quarto, tava muito excitada, o Daniel pegava minha boca, o Mariano me fazia ver estrelas e eu via o Cordobés com a pica dele de uns 25 cm ou talvez era meu desejo que me fazia ver ela tão grande... enquanto o Ramiro falava baixo com ele e eu já de quatro na cama o Dany metia até o fundo e arrancava gemidos sem parar, eu continuava olhando aquela pica imensa e não sei se foi o tesão que eu tava que fez o Dany gozar e jogar porra em toda minha costa. Eu continuava rebolando minha bunda pra trás e pra frente pedindo mais, só um dos quatro que tavam no quarto tinha me comido, meu tesão era infernal, pra minha surpresa quem chegou naquele momento foi o Ramiro que tava vestido, me deitou na cama de barriga pra cima e falou:
- Quer mais, putinha?
- Siiim, quero maaaais
- Quer a pica do Cordobés? Pede pra mim
- Rami, quero a pica do Cor do bés - eu tava muito excitada e pra saciar meu tesão enquanto eu falava com o Ramiro, era meu marido que tava me comendo agora e enquanto ele entrava e saía da minha buceta o irmão dele continuava falando comigo.
- Sabe que o Cordobés veio com o amigo dele o caminhoneiro? Coitadinho tá lá fora enquanto nós aqui tirando nossa e sua vontade
- Siiim??? E o que que cê quer que eu faça?
- Cê é minha putinha?
Eu não respondi, imaginei o que ele queria, mas ele insistiu
- Andreita, cê é minha putinha??
- aiii, siiim, sou - falei porque o Mariano tava me comendo sem parar, dava pra perceber que a situação excitava ele também.
– Quer ser mais puta??
– aiiii sim, faço tudo o que você qui seee, tô muito ca loooorrreeeenta
– sei que você quer a pica do Cordobês, mas primeiro vamos chamar o caminhoneiro pra ele te comer também, e depois a gente te dá o que você quer
– Nãão, não me pede pra ser tão puta assim, por favor – falei entre gemidos
– Então essa pica cordobesa vai embora... você quer isso? Ou vamos fazer o que eu mandar?
– Isso nãoo, nunca tive uma assim, quero ela, desejo ela, faço o que me pediirem.
Jorge, o caminhoneiro, não demorou, logo entrou e ocupou o lugar do meu marido.
Assim, depois dele, eu ganhei o prêmio da pica grande, mas mais tarde continuaram me comendo Dany, Ramiro, meu marido, o caminhoneiro e o Cordobês, e me tiveram até quase meia-noite.
Foi assim que no dia seguinte fui embora de casa com o Cordobês e o amigo caminhoneiro dele, e passei quatro anos sem ver meu marido e o irmão dele…
CONTINUA...

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