Minha mãe e o vendedor da feira 2

Já fazia um tempo desde que descobri que minha mãe estava tendo um caso com o vendedor do mercado. E depois de testemunhar um ato desses, não só consegui satisfazer meu fetiche por ela (isso vem desde criança, quando eu sempre imaginava minha mãe sendo beijada ou penetrada pelo meu pai, com esse pensamento tive minhas primeiras ereções e desde então, até hoje, ela era a musa das minhas punhetas) e também entendi que muitas vezes as pessoas não são realmente o que aparentam, lembrava das vezes que ela ignorava seus pretendentes, mas caiu nos braços daquele vendedor.

O que posso contar é que minha mãe, apesar de ter seu caso sexual, em casa nunca negligenciou seu papel de mãe, ela sempre atenta comigo, com a manutenção da casa e isso bastava para saber que o sexo não tinha mudado a mente ou a personalidade dela (como costuma acontecer às vezes quando alguém tem um caso por aí), mas houve mudanças na maneira como ela vivia pessoalmente. Primeiro, começou a se vestir de forma mais provocante, andava maquiada, gostosa o tempo todo e o mais notório, quando eu chegava da escola, ela não estava e acabava chegando meia hora depois de mim. Reitero, nunca reclamei de nada porque entendia que ela era mulher, e como todos temos nossas necessidades (e entre elas o sexo), então não era eu quem ia me intrometer na felicidade dela.

O ano escolar acabou e com ele vieram as férias de verão e vocês sabem: sol, praia, areia e principalmente roupas leves pra andar. E minha mãe não era exceção, já que trocou seus jeans, saias de secretária ou moletons esportivos por tênis, minissaias e regatas tipo cavada (aquelas que mostram bem as costas e os ombros). Comecei a ficar meio desconfortável porque em algumas ocasiões, quando eu ia ao mercado com ela, muitos homens ficavam olhando (uma vez enquanto estava na entrada do mercado e ali ficava a seção). carnes, enquanto esperava ela, ouvi dois taxistas que a observavam e diziam):
_ Olha que mulher gostosa, puxa, como eu queria ter uma mulher assim, ia fazê-la feliz o dia inteiro.
_ Ei, amigo!!! Não se esquece dos pobres.
_ É verdade, mas pena que não veio sozinha, senão eu a convidava pra tomar um drink por aí.
_ Pois é, veio com o filho, senão, já sabe, a gente ia nela de primeira (ou seja, na primeira investida).
Ouvir esses caras, em vez de me irritar, pelo contrário, me dava tesão, e não era pra menos, todo mundo olhava com desejo pra minha mãe e ela aplicava a técnica do “NÃO TÔ NEM AÍ”. (embora soubesse que no fundo ela gostava de ouvir esses elogios quentes) Voltamos pra casa e tudo continuou como se nada tivesse acontecido.
As férias continuaram e também mudamos alguns horários em casa. Um deles é que minha mãe saía todo dia lá pelas 6 da tarde e não voltava até umas 9 da noite. Eu não falava nada, esperando que ela mesma me dissesse algo, mas como nada acontecia e a situação continuava igual, foi num desses dias (já estávamos no início de fevereiro), um sábado depois do almoço, que resolvi começar o interrogatório:
_ Mãe, queria te fazer uma pergunta, mas espero que não fique chateada.
_ Do que se trata, Miguel?
_ Mãe, tô reparando que você sai quase todo dia e isso me chama muita atenção.
_ Te incomoda que eu saia? Fala logo e eu paro, se isso te atrapalhar.
_ Não é isso, só tava me perguntando se essas saídas são porque você vai visitar umas amigas, fazer algum trabalho por aí, ou…
_ Ou o quê, Miguel?
_ Ou talvez por aí, de repente, você esteja conhecendo alguém e queira recomeçar sua vida. Olha, não sou contra você fazer isso, além do mais, você é jovem, gostosa e a separação do meu pai já faz uns três anos, não é justo você ficar de luto por isso. Além disso, ele mal se separou de você, arrumou outra esposa e tem um filho com ela. E se ele conseguiu recomeçar a vida, por que você não? Repito, se você está saindo com alguém… Me fala, não quero que haja segredos entre nós.
— Bem, a verdade (parecia que mamãe queria mentir pra mim, mas no fim, minhas palavras surtiram efeito nela) é que estou saindo com alguém, na verdade, não é meu namorado, nem meu parceiro ainda, mas estou conhecendo ele.
— E por que você não traz ele aqui em casa pra eu conhecê-lo?
— Não, filho, ainda é muito cedo. Além disso, respeito meu lar e não sou dessas mulheres que gosta de trazer vários homens pra dentro de casa. Se eu estiver segura sobre ele, vou te apresentar.
— Tá bom, mãe (servi duas taças de vinho e brindamos) Saúde, mãe.
— E por que o brinde, filho?
— Pela sua felicidade, mãe. Saúde.
— Saúde.

Depois dessa conversa, a vida na minha casa seguiu normal, mas uma semana depois, tudo mudou de repente. Mamãe parou de sair à tarde, estava com um humor do cão e ao mesmo tempo triste. Eu não quis falar nada, pra ela não me achar intrometido e tal. Mas minha maior surpresa veio quando, num domingo, ela me pediu pra acompanhá-la ao mercado e, curiosamente, quando chegamos na venda, ela não comprou nada da barraca do Ignácio, aliás, nem olhou pra ele. As compras foram feitas com uma senhora bem gorda que agora era a nova fornecedora da minha mãe.

Quando chegamos em casa, foi aí que perguntei por que essa troca de vendedor:
— Mãe, desculpa, por que você não compra mais as compras com seu Ignácio?
— Ah, não, filho, ele ficou muito caro e ainda por cima muito metido.
— Entendi.

A resposta dela não me convenceu, então decidi ouvir o outro lado (o Ignácio). Por isso, aproveitando que no dia seguinte eu tinha um jogo de futebol com meus amigos, fui ao mercado antes, com a desculpa de comprar algo e, pra minha sorte, encontrei o Ignácio na barraca dele.
— Boa tarde, seu Ignácio, como vai?
— Oi, garoto. Quais as novidades?
— Aqui visitando o senhor e aproveitando pra perguntar uma coisa que o senhor pode me esclarecer.
— Já imaginei que você quer conversar.
— Então me conta o que aconteceu. Olha, não sei se você percebeu que ultimamente sua mãe tava saindo todo dia. Pois é, ela tava comigo esse tempo todo, sabe como é, ir comer, tomar uma cerveja, ficar no meu quarto, fazer o love e tudo mais.
_ E aí, o que aconteceu? Por que ela tá de volta com você e não vem mais comprar na sua barraca?
_ O que rola é que uma noite eu pedi pra ela ficar comigo, sabe, passar mais tempo, dormir com ela pelados, acordar como marido e mulher. Sei que vai parecer brega, mas já tô numa idade em que não curto ficar com uma mulher só por umas horas, não. Eu quero ter uma mulher do meu lado, que cuide de mim, que eu dê muito carinho, que a gente transar todo dia, que durma ao meu lado, etc. Mas sua mãe parece que não curtiu a ideia, ela me disse que pensa na casa dela, em você, no que vão falar. Aí quase que eu soltei que você sabia de tudo, mas me segurei.
_ Então o que o senhor quer é passar uma noite inteira com a minha mãe. Só isso.
_ Sim, mas viu, por isso a gente terminou.
Uma ideia passou pela minha cabeça, meio louca, mas era isso.
_ Se quiser, posso ajudar você a conseguir isso.
_ Você? E como faria?
_ Disso eu cuido, me dá um número pra eu ligar e explicar meu plano.
Quando ele me deu o número dele naquele dia, comecei a pesquisar truques pra fazer uma mãe sair pra um encontro a noite toda. E foi num desses relatos que contava que um cara ajuda o amante da mãe dele a ficar na casa dela a noite toda, fingindo que o moleque vai pra uma festa, o cara leva ela pra passear, faz ela beber um pouco e aí voltam pra casa pensando que não tem ninguém, e aí rola o bom. Achei incrível e propus pro Ignacio. Ele também topou se jogar de vez (claro, o preço era eu ficar olhando eles de novo).
E assim, dois dias depois, falei pra minha mãe que tinha uma festa no sábado e que ia sair quase a noite toda. Ela meio que não queria me deixar sair, mas com minha insistência, no fim aceitou. Aí liguei pro Ignacio. que ela fizesse a parte dela, até que no sábado mesmo, umas 8 da noite, ela entrou no chuveiro, saiu, se arrumou toda gostosa, se maquiou e se perfumou. Quando vi ela assim, perguntei:
— Aonde cê vai, mãe?
— Ah, esqueci de te falar. Me chamaram pra sair.
— O teu pretendente?
— Já vou, depois a gente conversa e não esquece de trancar a porta quando sair.
— Se diverte e volta cedo.
— Você também se diverte.
Até aí, tudo parecia funcionar, quando umas 12 horas eu sinto a porta da frente sendo destrancada (eu me tranquei por dentro pra mãe não desconfiar que não saí). Daí escutei uns passos e umas risadas. Cheguei mais perto da entrada da sala e sim, ela tava lá com o Ignacio brindando um vinho, mas sem taça (chupando da garrafa).
De repente, vi que sentaram no sofá e continuaram se beijando que nem dois endemoniados, ele falava que amava ela pra caralho e ela também, que sentia falta dele pra cacete, continuaram se beijando, até que ela se levantou, e o Ignacio puxou a saia dela de uma vez, deixando à mostra a calcinha fio dental e o sutiã dela.
Os beijos continuaram, enquanto eles se aproximavam mais da ponta do sofá. Num momento, ele parou de beijar ela e começou a despir ela, primeiro tirou a blusa e deixou ela só de sutiã, ela tava com um sutiã preto bem sexy (pelo menos o que eu consegui ver) e de onde eu tava dava pra ver os peitos sexy e durinhos que a minha mãe tinha. Não demorou muito pra ele arrancar aquele sutiã e deixar os peitos sexy dela à mostra — uau! Pareciam maiores do que quando ela tava de roupa, de verdade, tava show demais, mas ainda faltava o melhor. Quando ele já tinha tirado toda a roupa dela, começou a chupar os peitos dela, ela já tava no talo de tesão porque começou a gemer sem querer. Depois, ele carregou ela no colo e levou até a cama (mal deu tempo de eu me esconder na escada). Ela abriu a porta, acendeu a luz e começaram a rotina de love (dessa vez eu de uma vista). privilegiada)
A vista era incrível, ao ver minha mãe toda nua, entendi por que todo mundo de olho nela, ela era super gostosa, com roupa já dava pra ver que tinha um corpaço, mas ver ela quase sem roupa era imbatível, ela era super peituda, pernuda e bunduda, resumindo, vi ela muito melhor do que daquela vez na barraca do Ignácio, no geral, uma mulherão com um corpo quase de modelo, puta merda, o Ignácio tinha tirado a sorte grande. Depois, ela se levantou na frente dele, começou a tirar a roupa dele, até deixar ele só de cueca, e aí puxou a cueca pra baixo e tirou a pica enorme dele e começou a chupar tudo. Nunca imaginei que minha mãe fosse dessas que curte fazer oral, apesar de ser tão gostosa, sempre foi muito recatada, fingindo ser a mulher mais fria do mundo, mas, oh! Surpresa, tava ali na minha frente mamando a pica do amante. Não demorou muito e ele já tava duro e grande (agora entendia quando ele ligou de madrugada e disse que eu nunca ia conseguir satisfazer ela), agora fazia sentido, ele tinha um pau, muito grande e grosso, um super dotado, uff, tenho certeza que meu pai não chega nem perto desse monstro, muito menos eu, e ele, por outro lado, tava em êxtase com a mamada que ela tava dando, e sentir uma mulher tão gostosa mamando aquele pau daquele jeito não tem como fingir. Não demorou muito, ele afastou ela, beijou ela de novo, carregou ela e deitou ela na cama de novo, e eu vi que ela tinha uma buceta super molhada, completamente depilada.
AI MEU DEUS! Quem diria, ela tava toda depilada, porque ele tinha tirado toda a roupa dela e começou a chupar a buceta molhada e gostosa dela, uau (lembrei quando ela disse "tô lubrificando"), aquele cara sabia mesmo como chupar uma buceta, e ela só respondia com gemidos e frases tipo:
_ "AH, que delícia"
_ "UFF, VOCÊ SABE MESMO COMO FAZER"
Ele ficou chupando ela por um bom tempo até ela começar a ofegar e gemer cada vez mais, até chegar num ponto... onde ela gritou "Vou gozar", a cena era indescritível, era óbvio o que tava rolando, ele com a língua tinha feito minha gostosa e sexy mãe gozar.
Logo depois disso, ele não deixou ela se recuperar daquele puta orgasmo, já se aproximou e começou a penetrar ela, levei um sustão quando percebi que ele tava fazendo sem camisinha e ela tão extasiada que nem reclamou (parece que já tava acostumada), ele começou a meter nela na posição de missionário e ela só gemia e ofegava e continuava falando coisas tipo:
_ "AH, QUE GOSTOSO VOCÊ FAZ"
_ "ISSO AÍ, VOCÊ É UM GARANHÃO"
Ficaram assim um tempão até que mudaram de posição, ela por cima dele (como daquela vez que tive uma vista incrível do meu posto), ela começou a cavalgar ele com tudo, dava pra ver que já era uma expert montando, tava montando e montando e eu admirava como aquelas bundas gostosas quicavam nele e ela só ofegava e gemia (dava pra ver os olhos dela branqueando de novo), passaram uns minutos assim e finalmente mudaram de posição de novo.
Ele pegou ela e colocou de quatro, e começou a bombar, dava pra ver que ele tinha experiência e sabia como foder uma mulher porque puta que pariu, ele tava dando uma foda de respeito, e sem contar os gritos e gemidos dela (parece que a vizinhança toda ouviu), não é à toa que minha mãe ia ver ele todo dia, porque ele é um garanhão super dotado, ele ficou penetrando ela um bom tempo até que ela começou a gritar e gemir mais forte de novo até que falou
_ "DE NOVO, DE NOVO AHHH"
Era óbvio o que tava rolando, ela tava chegando ao orgasmo de novo, mas agora por causa da puta metida que ele tava dando, uff quando ela falou isso, ele também disse que ia gozar e de repente deu um grito foda, porque ele tinha gozado dentro da buceta da minha mãe.
Depois da gozada, eles se beijaram e ficaram um tempão deitados se acariciando, ela dizia que sentia muita falta dele e ele insistia pra ela morar com ele. ele. Eles estavam conversando e se acariciando (vi que era umas 2 da madrugada). Daí o Ignacio começou a enfiar um dedo no cu dela, só de sentir entrando me deu um prazer com um arrepio muito forte que aquele homem não deixou passar.
_ QUER QUE EU META NO SEU CU?
_ SIM, QUERO SENTIR DE NOVO, META LOGO!!!
Então o Ignacio empurrou um pouco mais o dedo e conseguiu enfiar até a metade, foi aí que ela soltou um gemido e empurrou a bunda na direção da mão dele, como se dissesse pra ele enfiar mais dedo.
_ VOCÊ QUER MAIS, NÉ, VAGABUNDA, ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA!
_ SIM, CONTINUA, CONTINUA, FAZ UMA MASSAGEM BEM FUNDO, QUERIDO!
O Ignacio continuou enfiando e tirando o dedo e ela enquanto isso fechava os músculos do cu pra prender ele lá dentro, os movimentos dela eram safados, ela acompanhava com a cintura, se dobrava enquanto ele cutucava a bunda dela com toda a maestria,
-!!AHHHHH…AAHHHHH…IGNACIO, QUERIDOOOOOOOO!!!
_ ME FALA, VAGABUNDA!!! TÁ DOENDO?
_ NÃO, MEU BEM, NÃO, EU ADORO, VOCÊ FAZ MUITO BEM, MINHA VIDA!!!-
Minha mãe só gemia e dizia:
_ AH AH AH SIM SIM QUE GOSTOSO COMO VOCÊ ME COME IGNACIO, META TUDO SIM SIM
E ele disse:
_ VOU METER NO SEU CU, GATINHA.
E tirando o pau enorme já duro, começou a bater na bunda dela, cuspiu na mão e molhou o cu da minha mãe e empurrou o pau, enfiou a metade porque eu via aquilo e com um gritinho da minha mãe ela disse:
- AHHH QUE DOR!!! MAS É GOSTOSO!!! META TUDO DE UMA VEZ!!!
E de um empurrão ele meteu tudo no cu. Minha mãe deu um grito de prazer e eu tremendo de medo e excitado de novo vi como o Ignacio fazia minha mãe gozar, ele se mexia com força segurando na bunda dela.
Minha mãe balançava a bunda e com uma mão se masturbava a buceta. Depois de um tempo enfiando o pau dentro da minha mãe, o Carlos exclamou:
_ VOU GOZAR, ESTELA, VOU GOZAR – AHHHHHHH – AHHHHHHHH
E com o grito de prazer dele, gozou dentro do ano dela. Quando ele tirou a pica, ainda escorria esperma entre os dois.
Ignacio, ao olhar a bunda da minha mãe, disse:
_ TAVA COM SAUDADE DISSO, GATINHA.
Minha mãe só deu uma risada e, pegando o próprio cu com a mão, tirou um pouco de esperma e enfiou na buceta, dizendo:
_ HM, QUE GOSTOSA TÁ ESSA SUA CREMINHA, MEU AMOR.
E ele, com um sorriso, respondeu:
_ POIS É PRA VOCÊ APROVEITAR TODO DIA, MEU AMOR.
Os dois se deitaram e continuaram se beijando por um bom tempo, depois se abraçaram e dormiram. Olhei o relógio e era quase 4 da manhã, então fui pro meu quarto me masturbar por causa daquela noite gostosa que minha mãe e o amante dela me proporcionaram.
De manhã, saí de casa umas 7h e comecei a dar uma volta no quarteirão. Exatos 10 minutos depois, encontrei com o Ignacio, que tava indo pro mercado. Cheguei em casa e minha mãe ainda tava dormindo, tirei a roupa, coloquei na máquina de lavar e fui dormir mais um pouco.
Depois, umas 10h, ela me acordou pra tomar café e, enquanto comíamos, perguntei:
_ E AÍ, MÃE, COMO FOI A NOITE?
_ MUITO BOA, FILHO, NÃO TENHO DO QUE RECLAMAR.
_ E RESOLVEU SEU PROBLEMA?
_ VAMOS DIZER QUE SIM.
_ OK.
Resolvi não puxar mais assunto, cheguei à conclusão de que minha mãe era uma cínica de primeira, mas, fazer o quê, agora ela tava muito feliz.
Quatro meses depois, minha mãe confessou que tava grávida e, quando perguntei quem era o pai do meu irmãozinho, ela disse que era o Ignacio (eu já sabia, mas fingi que não). Dois meses depois, eles se casaram e, depois que meu irmãozinho nasceu, ela foi morar com o marido atual, até hoje.

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