Viagem "Familiar" de ida 3

O olhar do meu irmão e o meu disseram tudo... A Sofi vai levar uma dupla penetração. Levantando daquele futon sem falar uma palavra, fomos pro quarto: luz baixa e o ambiente perfumado pelos fluidos corporais criaram o clima perfeito pra transar. - Sofi: Deita de barriga pra cima, deixa eu cavalgar - enquanto se esfregava o clitóris ainda de pé, na beira da cama, com os sucos escorrendo pelas pernas - A Sofi se dirigiu exclusivamente ao meu irmão, o novo brinquedo sexual dela. Onde, sem mais delongas, ela se agachou sobre a pica dura e venosa, maciça. Enfiou sem muita dificuldade na buceta dela, de costas pro meu irmão, ficando eu de frente, vendo todas as caretas que a Sofi fazia enquanto pulava que nem uma louca na pica do Tomi. - Sofi: Continua assim, gostoso, me come! - gritava enquanto fazia sinal pra eu ficar de pé na cama - Quando eu fiz isso, de novo a Sofi, enquanto cavalgava meu irmão, enfiou minha pica na boca dela, e sem hesitar, colocou minha mão na nuca dela, num sinal de que queria que eu comesse a boca dela... Meu irmão, com uma vista perfeita daquele rabo enorme, redondo e macio, começou a brincadeira de enfiar os dedos na bunda da Sofi, que com um movimento rápido, puxou um vibrador tamanho pequeno, um dilatador ainda mais grosso que minha pica, que tava escondido debaixo de um dos travesseiros, entregando pro Tomás. - Tomás: ahhh, você é uma puta viciada! Olha só que brincalhona você é... - Javi: Enfia logo na bunda dela, que ela adora... A Sofi só se dedicava a receber prazer enquanto tava num sobe e desce rápido, violento e profundo, onde sentia que a pica dura do meu irmão já tava batendo no fundo da buceta dela, que não cabia mais nada. O Tomás, perdendo a pouca compostura que ainda tinha por causa da luxúria que tava sentindo, decidiu enfiar o vibrador de um jeito tão brusco, que eu tive que segurar a Sofi pra ela não sair do lugar. - Sofi: Não para! Tira, filho da puta! Você tá me rasgando! Uffff... - Javi: Fica quieta que agora você é nossa, puta - sussurrando no ouvido dela com um tom autoritário e segurando ela forte pelo pescoço, enfiando meu pau na garganta dela - Essas palavras, junto com o aperto que dei por ela querer se mexer e com meu pau na boca dela, fizeram a Sofi ter o squirt mais gostoso da vida dela, molhando até as pernas do meu irmão, que ainda aguentava os pulos da Sofi em cima do pau dele. - Javi: Já tá pronta, irmão, fica aí como está, Sofi vira - ficando assim deitada no peito do meu irmão, ainda sendo penetrada - A cabeça da Sofi ficou apoiada no peito do Tomás, que quando me viu chegar, abriu com as duas mãos as nádegas da Sofi, me entregando assim a melhor vista dela. Comecei passando a língua por toda a fenda dela, passando bem perto do pau do meu irmão, que nessa altura do campeonato, não teria problema nenhum em lamber, mas parei ali. Fiquei olhando como a buceta da Sofi escorria sucos, escorrendo por todo o tronco do pau do Tomás, até molhar os ovos, duros, já quase espremidos mas ainda assim de um bom tamanho, peguei eles e limpei com a mão, fazendo a Sofi passar a língua ali, pra sentir o gosto que a boceta dela soltava. - Javi: Fica assim, puta, gostou do gosto? - encostando a cabeça do meu pau no cu da Sofi - Sem mais palavras, consegui me encaixar entre as pernas do meu irmão, que já tinha começado a bombar de leve mas até o fundo, e meti no cuzinho dela do jeito mais brutal possível, fazendo a Sofi soltar só um grito de dor e prazer. - Javi: Tá entrando, puta? Tá sentindo? - Sofi: Sim, amor, mete forte! Me comam! Ahhh! - Gritava como uma puta no cio, como uma possuída por dois paus - Começamos com a metida mais violenta que poderíamos ter feito na vida, a Sofi já tava toda ofegante mas ainda assim se submetia à nossa vontade, com movimentos intensos meus e do Tomás, ela chegou orgasmo mais quente que ela já sentiu na vida. Quase desmaiando, Sofi caiu no peito do Tomás, pensando que já tinha acabado...
— Tomás: Sai, Sofi. Javi, deixa comigo agora, quero meter na bunda dela — já se levantando e ficando de pé, empurrando Sofi como um pano de chão —
— Javi: Fala sério, quero encher ela de porra agora — me deitando de costas, enquanto ajeitávamos a Sofi, que já tava toda exausta —

Depois que todo mundo se acomodou, meti na buceta da Sofi, que nem se mexeu direito, de tão molinha que ficou depois das porradas do meu irmão. Mas não parava por aí: minha esposa, repetindo a mesma posição que com meu irmão, se colocou em cima do meu peito, levantando a bunda, toda pro cunhado dela.
— Tomás: Uff, agora sim vai ficar bom — enquanto com o pau dele, segurando pela base, dava batidinhas na bunda da Sofi —

A Sofi já não tinha mais energia nem vontade pra aguentar ou resistir ao que vinha. O cunhado dela, com 20 cm de pura carne, uma cabeça grossa e um par de bolas que batiam na bunda dela a cada bombada, ia fazer ela passar o melhor sexo anal da vida...

Ele meteu até o fundo, tão fundo que minhas bolas começaram a roçar nas do meu irmão, formando o trio perfeito, incestuoso, safado. Um vai e vem tão selvagem que durou uns dez minutos de gemidos sem parar de prazer da Sofi, do cunhado dela e do marido.
— Tomás: Uff, que cu apertado, irmão, que mulher que tu tem! — enquanto dava tapas na bunda da Sofi —

Sofi não acreditava que todo aquele pau tinha entrado no cu dela, gemendo como nunca em cima do pau do marido, pedindo aos gritos pra gozar... O primeiro orgasmo da Sofi, depois de receber o pau do meu irmão na bunda, veio junto com o meu, soltando a pouca ou nenhuma porra que me restava. Eles ficaram uns segundos parados, esperando pra ver o que eu queria fazer, e naquele momento eu só queria respirar. Fui pro banheiro me limpar. um banho, achando que tudo tinha acabado ali, mas não.... A festa continuou e eu, no banheiro, com o pau mole, ouvindo de novo Sofi gemer, e meu irmão também. Continua.Viagem "Familiar" de ida 3

1 comentários - Viagem "Familiar" de ida 3

Me dejasta al palo lo retadado. Esperando la continuación de este desenlace y despues de pasar la exitacion de los tres, como sigue?. Debes tener la mente muy abierta para compartir a Sofi,tu esposa, con tu hermano. Van puntitos