Não quero entediar vocês com o motivo da minha demora, acreditem, minhas histórias estão fresquinhas na ponta da caneta, esperando para serem escritas. Senti que era hora de continuar com esta, então as outras serão as próximas.
A noite chegou e Serena, finalmente, depois de mais de quarenta capítulos, entrega seu precioso anel — e não o de casamento. É a noite especial e ela vai ter mais de uma surpresa para o Álex. Sem saber, ele também, de certa forma, vai estrear.
No universo desta fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais. Nenhum personagem é loli ou menor de idade.
Estrelando: Serena


Braixen




Capítulo 48. Revisão geral
A chuva quente e vaporosa caía sobre o corpo dolorido de Álex. Debaixo dela, o tempo passava mais devagar e ele pensava em coisas que ignorava no dia a dia. Embora se sentisse forte e vital, com um espírito jovem e decidido, já que vivia um dia de cada vez, sem planejar o futuro, só curtindo o momento, era apenas debaixo do chuveiro quente que ele notava a pele mais enrugada, os traços mais marcados, as rugas características ao lado dos olhos, os músculos não tão firmes como antes…
A porta do banheiro se abriu e não demorou para a porta de vidro do chuveiro também se abrir. Serena estava completamente nua, como uma visão divina, com seu corpo exuberante esperando pela permissão dele para entrar. Álex se encolheu contra a parede de azulejos e deixou espaço para sua amada.
Diferente dele, ela era uma flor que acabara de abrir suas pétalas, e seu corpo exalava exuberância. Tudo nela era harmonia, pureza e pura beleza.
Quando o homem tentou beijá-la como cumprimento, ela desviou o rosto: — Você não vai querer saber onde meus lábios estiveram.
— Se você acha que isso me importa, então ainda não me conhece nada. — Álex segurou o queixo dela e deu um selinho de boas-vindas. — Ensaboa minhas costas?MmmNão sei, esse Arbok parece que vai pular da sua pele pra me morder. – Disse ela brincando, passando a esponja ensaboada pelas costas musculosas dele.
- Não se preocupa, cê caiu super bem pros meus pokémon, eles tão satisfeitos com o toque feminino no ambiente, especialmente eles adoram sua buceta.Braixen- Ah, é? Por isso que notei ela bem nervosa e perto da porta da entrada. Parece que não largaPangoroPor proteção, seus Pokémon têm que ser uns garanhões, tal pai, tal filho.
Os dois conversaram durante todo o banho. O homem contou que estava dolorido por causa do treino, omitindo que, na verdade, quem mais tinha treinado eram seus Pokémon. Mesmo assim, ele tinha corrido de ida e volta até o campo de treino, lançado o frisbee de aço várias vezes, pegando ele no caminho, preparado os testes, etc.
— E o seu primeiro dia de trabalho? Por que você queria me negar um beijo, logo eu, que te amo tanto? — Perguntou, passando as mãos ensaboadas pelo corpo dela. Ele tinha notado que ela estava um pouco mais carnuda que o normal, sentia os peitos dela maiores e os quadris ligeiramente mais grossos. Não podia estar mais satisfeito com o corpo totalmente evoluído da sua Serena.
Vendo ela assim, tão perto e nua, as diferenças corporais dos dois saltavam aos olhos: a idade do Alex, seu tamanho e músculos contra as curvas sinuosas, brancas e imaculadas da Serena. Parecia incrível que estivessem tão apaixonados, sendo o dia e a noite em pessoa. Enquanto ela não precisava de nenhum adereço para estar linda e sofisticada, ele tinha tatuagens intimidadoras e músculos que deixavam entrever um passado turbulento e uma vida cheia de ousadia.
— Agora eu preciso dos seus abraços, dos seus beijos; vamos deixar tudo relacionado a sexo para a noite. — Pediu, enquanto o namorado a ensaboava, deixando ela brilhante e limpa como uma figura de porcelana. — Pode ser? É que fiz coisas que não sei se você vai ficar orgulhoso, e preciso ganhar coragem.
— Claro, o que você quiser, sabe que não te pressiono em nada. — Aceitou sem hesitar, meio hipnotizado de vê-la tão sensual, nua e ensaboada. Era como o grande dragão incapaz de tirar os olhos da fada mágica. Sem dúvida, ela embalava os sentidos dele com sua beleza incomparável, como certa música acalma até as feras mais temíveis.
— De qualquer forma, não Relaxa, não vou furar nosso compromisso noturno. Não esqueci dos nossos planos. — Sussurro pra ele, me virando até que meus peitos ficassem colados nele. — Hoje é a grande noite e vou te contar tudo de putaria que fiz pra gente ir esquentando os motores até chegar o grande momento de eu dar o cu pela primeira vez.Ah— Sabia que você não ia me decepcionar e que teria um dia incrível — disse ele, transbordando orgulho. — Claro que sim, vou ser paciente e te tratar como uma princesa até a noite, aí vou te transformar na minha putinha.
— Um pouco tarde — respondeu a jovem, mantendo o mistério. — Me adiantei e já entrei no papel de puta, fiz mais de 20 mil em uma manhã só, é a única coisa que vou te adiantar.
— Tô ansioso igual um moleque que prometeram levar na loja de brinquedos, vai ser difícil não tocar no assunto.
Serena piscou um olho para ele e levou um susto ao sair do chuveiro.Braixena esperava segurando uma toalha pra entregar pra ela. Quando pegou, ficou cara a cara com um Álex pelado e o pokémon fogo se assustou e virou o rosto. O cara se derreteu, e mesmo não sendo um pokéfilo, ter aBraixenObservar eles durante o sexo ou quando estavam pelados dava uma certa tesão nele, até porque dizem que os pokémon se parecem com seus treinadores e talvez ele tivesse um lado bem sexual reprimido.
- Vamos, nessa altura você já viu coisas piores. – Disse Serena enquanto enxugava o corpo. - Por que você não pega uma toalha pro Álex?Bra…bra…xien, braixen…— Sim, ele tem seus pokémons, mas nenhum entra no banheiro quando ele tá tomando banho.
Meio irritada, ela pegou uma toalha e entregou pro homem, cujo vapor não era suficiente pra esconder suas feições nuas, especialmente seu famosíssimo pau, que surgia da névoa igual o periscópio de um submarino.
— Valeu, você é um amor igual sua treinadora. — Agradeceu ele, acariciando o pelo da cabeça dela, meio molhado pelo vapor do banheiro. Braixen ficou vermelha como se tivesse pegando fogo espontaneamente.
Serena abafou uma risadinha com a mão e saiu do banheiro, ainda pelada: — Te espero lá embaixo, amor, não faz nada com meu pokémon sem a minha presença, pelo menos.Braaaixen!– A putinha se escandalizou.
– Você é a menos indicada pra me dizer pra não fazer nada, amor, não pense que esqueci das suas aventuras, todas você fez sem me convidar, sem consideração. – Ela reclamou enquanto se secava, sem perceber que o pau dela ficava na altura do rosto daBraixen, que olhava de soslaio...
- Ficou curioso ou tá me chamando de mentirosa?
- Só tô dizendo que é uma coincidência que sempre que você se meteu nessas paradas, foi sem eu estar por perto. Um dia você podia me mostrar seus outros gostos e me ensinar seu lado mais… ousado.
- Bom, a noite de hoje vai ser longa, se eu aguentar essa sua pica imensa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Na minha retaguarda o tempo todo, posso te dar um show de intervalo. – Ela propôs com uma voz sedutora que saía quase sem perceber, como se estivesse possuída por uma contraparte obscura. – Vai me fazer bem pra descansar minha porta dos fundos e ao mesmo tempo te manter no auge da onda.
- Deus, sou o filho da puta mais sortudo do mundo…
Parecia mentira que alguém tão grande e imponente estivesse completamente dominado. Ansioso como quando criança esperava a noite de Natal, sem saber se ia conseguir se segurar até o pôr do sol, quando finalmente poderia abrir seu presente mais precioso.
Serena andou nua pelo quarto do Álex ainda secando o corpo, pegou a roupa que ia vestir (roupa confortável e caseira, uma calça de moletom e uma jaqueta de algodão, por baixo um top de ginástica e uma calcinha estampada) e enquanto se vestia, ligou a televisão. A tarde estava ideal pra ver um filme ou série, relaxar, descansar, comer bem pra recarregar as energias pros planos noturnos que tinham.
Assim que ligou a TV, uma velha conhecida era entrevistada por um jornalista explicando os motivos pelos quais tinha se ausentado vários dias da sua academia…—… eu precisava renovar meu time, mudar de ares e fortalecer minhas estratégias, por isso viajei para o Lago da Fúria, conhecido pelos seus Gyarados, embora tenha ido com a intenção de encontrar outros pokémons aquáticos nos seus afluentes da selva.
— Você teve sucesso na sua busca? Agora que chegou, o ginásio vai ser reaberto pra entregar a famosa Medalha Cascata?
— Ainda não, minhas novas aquisições e eu estamos nos conhecendo, digamos assim. Vou prepará-los pra transformar meu ginásio num obstáculo mais casca-grossa pelo tempo que for necessário.
— Pode dar uma prévia das suas capturas no Lago da Fúria?
— Prefiro manter em segredo, sabe, quero acabar com essa fama de 2º ginásio mais fácil de Kanto e, quando eu estiver pronta, vou apresentar um desafio totalmente novo. Uns gostam de dar medalhas a torto e a direito, eu sempre preferi dar pra quem realmente merece.
— O Brock pode se sentir ofendido com seu comentário. Você ainda tem uma boa relação com ele?
— Ele é um dos meus melhores amigos e respeito a postura generosa e fraternal dele com os desafiantes. Acho que somos bem diferentes no jeito de administrar nossos ginásios, e por isso já vi Medalha Rocha sendo vendida em bazar de garagem. Se você quer ser respeitado, tem que fazer seu ginásio e suas medalhas valerem. Ele tem potencial, é super capaz, e nós dois temos material excelente em Kanto pra fortalecer nossos times. Se ele prefere fazer do ginásio dele uma porta giratória e virar um mero tramite, isso não é problema meu.
— Você notou mudanças significativas na quantidade de treinadores que chegam pra te desafiar desde que os Centros Pokémon foram privatizados e os incentivos econômicos pra produtos Pokémon foram cortados?
— Com certeza! O número de treinadores novatos caiu, e só chega na minha porta quem tá pronto pra arrebentar minha bunda, e eu não gosto disso. Dos últimos dez desafiantes, pelo menos oito chegaram bem preparados e passaram o rodo no chão. Comigo, eles tinham os Pokémon certos, poções, tudo. Por isso que eu tinha que mudar! O caminho para a Meseta Índigo ficou mais feroz, já não tem mais competidores novatos, só obstáculos difíceis com estratégias, itens e equipes mais adequadas.
- Essa mudança na sua roupa é por causa dessa mudança de atitude ou a gente te pegou praticando mergulho?
- Mergulho é minha paixão, capturar Pokémon aquáticos no habitat deles é o que separa os amadores dos mestres. Usei essa roupa de mergulho tanto em Johto que virou minha segunda pele, e pensei que um visual novo não ia destoar.
- Não destoa nada, se me permite dizer, esse jovem entrevistador acha que você está mais gostosa do que nunca nesse spandex colado.
- Valeu, você é um amor! Mas não é spandex, é neoprene. Aos desafiadores, eu digo: tenham paciência, logo vou abrir as portas, e se vocês se deixarem levar pela minha aparência e me subestimarem, vão quebrar a banca.
- Com vocês, renovada e com uma equipe ainda misteriosa, Misty, a sereia maria-rapaz, voltou de...
- Ei, nunca gostei desse apelido, só "sereia" já bastava!Serena, que durante a entrevista terminou de se vestir, riu daquele último erro do entrevistador que deixou a temperamental Misty furiosa. Além disso, a roupa de mergulho colada no corpo dela caía como uma luva, e de machona ela não tinha nada.
Quando Álex chegou, explicou que aquele apelido veio dos primeiros anos como professora, por causa do jeito masculino de se vestir, do temperamento duro e do cabelo curto, que contrastavam com a feminilidade das irmãs famosas, que nasceram com corpos superdotados e traços de sereia de verdade nos cabelos.
— Puxa, essa roupa justa fica bem nela, né? — perguntou Serena, soltando uma bomba básica que Álex conhecia muito bem. Era uma daquelas perguntas capciosas típicas que as namoradas fazem pra testar os caras.
— Em você ficaria mil vezes melhor.
Ele tinha passado no teste, como diz o ditado.O Houndoom sabe mais por ser velho do que por ser ruim...E a moça, satisfeita, prometeu:
- Não prometo algo apertado, mas sim algo muito especial.
- Até agora você tá me prometendo um monte de coisas, se pelo menos uma dessas promessas se realizar, já fico satisfeito.
- Já te falei, a noite é longa, você vai ter seu cobiçado cu e muito mais…
Mesmo tentando ocupar a mente com outras coisas, como alguns consertos na oficina e a limpeza do quintal (onde seuNidokingtinha o mau hábito de fazer uma toca imensa, deixando à vista só os espinhos das costas saindo do chão), o dia passou com a lentidão típica de fila de imposto de renda. O mundo parecia ter parado de girar no eixo só para prolongar a já enorme espera pelo precioso sexo anal, o primeiro da kalense.
Quando a janta acabou e terminaram de lavar a louça (pra Alex, que tinha vivido sozinho quase a vida inteira, não era problema nenhum fazer os serviços de casa), Serena desligou a TV e disse, passando um dedo no peito dele, que esperasse o chamado dela pra entrar no quarto. Tinha uma surpresa extra pra dar início à noite especial.
Eram 11 horas quando ela deixou ele sozinho no sofá, e já quase 11:45 quando o cara se encheu de esperar: — Só espero que valha a pena... senão a noite especial vai durar menos que a soneca de umKangaskhan– Resmungou, olhando o relógio com nervosismo.
Parecia mentira que ele, formado em fazer anal em moças, estivesse nervoso.
Por fim, a porta do quarto se entreabriu só o suficiente para deixar passar uma mão com uma luva branca. Ela o convidou a entrar, flexionando o dedo indicador.
O quarto estava escuro e, de repente, como se fosse um espetáculo teatral, luzes de neon acenderam ao redor da cama e iluminaram Serena no meio dela, ajoelhada diante dele, usando um vestido que não vestia desde a época de artista.
– Gostou? É uma das minhas roupas de artista favoritas. – Sussurrou, ficando de quatro, revelando que suas pernas tinham meias pretas com ligas. – Pedi pra minha mãe me mandar de Kalos com a desculpa de querer vender, mas a verdade é que ficou meio apertado porque meu corpo cresceu.
Tinha tantos detalhes que ele amava que a espera quase pareceu curta, já que ela tinha a produção de uma ídol, com acessórios em cada parte do corpo sem parecer exagerada.
– Não, não… não tenho palavras. Você se vestir assim pra mim, só pra mim, não acredito.
– Por que tanta surpresa? Não ia sair vestida assim no meu primeiro vídeo ao vivo, porque costumam se vestir mais como… putas. – Acertou depois de pensar na palavra certa. – Então resolvi usar hoje e, quando você quiser, vou usar de novo na nossa intimidade.
– Acho que adoraria te ver assim, como uma princesa, 24 horas por dia…
– Não acho que aguentaria tanto, já te falei que tá bem apertado, cresci um pouco de largura desde a última vez que usei.
E olha que tinha crescido mesmo, suas tetas suculentas, por estarem pra baixo, quase escapavam do decote ousado. Já o vestido, embora um dia tivesse coberto a bunda e as pernas folgadamente (ela usava quando criança), agora mal se ajoelhou de quatro e mostrou a raba, exibindo a pele e as coxas apertadas sob as meias e as ligas.
Tudo combinava. A perfeição. O traje de artista usava quatro cores: as já mencionadas luvas brancas dividiam a cor com o vestido de ombros caídos, as meias pretas combinavam com os detalhes do vestido de copa, uma fita como cinto na cintura e um colar de pano com um medalhão. O vestido era vermelhão como o laço entre os peitos dela, rosa era um vestido secundário em formato de copa por baixo do anterior, e a segunda fita na cabeça coroava uma tiara de pérolas azul-marinho. Serena era como uma receita complexa e delicada preparada pelo mais experiente dos chefs.
Foto da Serena numa das cômodas do quarto, a roupa além de combinar 100% com a que usou no passado, também servia nela, embora com certa dificuldade por razões óbvias... já tinham se passado vários anos desde a última vez que ela vestiu aquilo.
Em silêncio, os dois se olharam, se aproximaram e começaram o episódio mais calado e intenso de todos.
Como um replay gostoso de tudo que Serena tinha aprendido desde que se conheceram, o homem testou o primeiro item da avaliação beijando ela com gosto. A kalense, como desde o primeiro dia, era generosa com a saliva e deixava a língua dele explorar cada cantinho da boca úmida e quentinha dela. Continuava deliciosa como da primeira vez, e Álex percebeu que Serena não precisava de conselho nenhum na hora de beijar. Ela não ficava atrás, adorava tanto receber quanto trocar saliva, sem se importar que, depois do beijo molhado e demorado, a boca e o queixo dela ficassem brilhando de tanto cuspe.
A próxima fase da avaliação era a mais fácil de todas, já que a garota não precisava fazer nada, era um teste aprovado de cara: consistia em testar aqueles peitos lindos dela. Macios, branquinhos, redondinhos e perfeitos como frutas num quadro de museu. Álex descobriu os biquinhos dela só um pouquinho e se demorou o quanto quis para chupar, beijar e brincar com eles. E pra dar um plus na nota final, enfiou o rosto entre os dois peitos pra sentir o cheiro da pele dela e sentir aqueles melões macios e quentinhos apertando a cara dele.
O próximo ponto era crucial, como não podia deixar de ser. A garota enfiou a mão enluvada na virilha do homem, que ficou todo satisfeito com a sensação da mão dela por baixo do pano, apalpando o pau dele, masturbando e, por fim, chupando, com calma e paixão. A cabeça de Serena descia e subia, formando um anel com os lábios em volta daquele tronco venoso. A mina cabeceava sem parar enquanto segurava a rola dele na base do pescoço, inflando aquele pau já descomunal, sentindo as veias pulsarem, deixando a saliva gostosa escorrer pra lubrificar a ferramenta.
O homem se deixou mimar em silêncio, curtindo pra caralho a sensação molhada de A felação, com aqueles sons estalados e de sucção que a boca dela fazia, parecia um instrumento. Depois de se deixar satisfazer por vários minutos, em cada parte do pau e nas bolas, ela se deitou de barriga pra cima com as pernas levantadas pra facilitar o acesso à bunda dele.
Esse era um dos truques essenciais que valiam muitos pontos extras. O anilingus já era um diferencial na vida sexual da Serena, e se ela queria imortalizar isso na tela, tinha que praticar. Então, com muita dedicação, ela enfiou a língua no cu do cara e ficou lambendo pra todo lado, com lambidas profundas e certeiras, acompanhadas de uns chupões de vez em quando.
Ela já tinha feito isso com a Shauna, com a oficial Jenny, com a...Hipno, ao T. J. e a lista com certeza cresceria até ficar impossível de acompanhar, já que era algo que ela adorava. O tesão de enfiar a língua e conectar os lábios na parte menos higiênica e mais fedorenta de um homem (ou mulher, ou pokémon) a excitava até deixá-la mais gostosa que o núcleo de umMagcargoNem se importava se estavam devidamente higienizados, já que sentir sensações proibidas e tabu para o resto da sociedade era parte do charme do beijo negro.
Também sabia que, ao ir mais fundo, os sentidos captavam um número maior de sensações. O que poderia ser motivo mais que suficiente para amedrontar qualquer outra, em Serena a excitava e a levava a querer mais, por isso, ela se ajudava com os dedos para abrir o ânus e introduzir a língua cada vez um pouco mais fundo, fazendo-a dançar dentro da cavidade do homem.
Álex, extremamente satisfeito com o beijo negro, interrompeu a ação e partiu para o próximo nível, um em que os papéis se inverteriam e seria ela a agraciada. Levantando o vestido dela, o homem acariciou a buceta dela por cima da calcinha, naquela noite, uma peça de lingerie com renda por cima das alças (grande erro usar a calcinha por baixo das alças, já que obrigava a tirá-las para despir), sentindo a textura macia e fofa dos lábios vaginais sob os dedos.
Mostrando que não vivia só de booties e experiências anais, Álex colocou a buceta num pedestal, reverenciando-a de mil maneiras, com os dedos, acariciando-a, olhando para ela como se fosse a primeira vez, beijando-a e lambendo cada milímetro de sua extensão. Era uma das vulvas mais lindas que ele teve o prazer de reverenciar, depilada perfeitamente rente, macia como veludo, branca como a pele das pernas dela e de sabor delicioso. Cada cantinho da buceta de Serena foi tratado de forma reverencial pelo homem, satisfeito com o cheiro e o sabor que a xota da namorada tinha naquela noite, banhando-a com a própria saliva.
O homem se ajudou com os dedos para separar os lábios macios de carne e notou que do furinho de mijar uma pequena gota dourada escorreu, e ele, oportunista como era, a capturou com a língua. Em seguida, lambeu com força, profundamente e devagar, desde o furinho molhado e escorrendo até o ponto mais sensível, o clitóris.
Desde beijos kalenses até chupões nos mamilos, passando por um anilingus até um cunnilingus, cada ponto vital no sexo tinha sido revisado e Serena estava a caminho do dez, só faltava a prova final. Enquanto beijava aquela boca atrevida, as mãos fortes e grandes percorreram seu corpo e pararam nas nádegas, que apertaram por vários segundos, quando esfregou a fenda úmida de suor (aquele vestido elaborado era quente pra caralho) entre as duas, percebeu que ela tinha um plug anal, pelo formato, era aquele que ela costumava usar e que tinha sido presente de uma comerciante ousada.
Sem parar de enfiar a língua na boca da kalense (pela enésima vez, é quase uma cena repetida centenas de vezes, mas era assim mesmo), brincou com o plug dentro do cu, girando ele como um analógico de videogame, quase tirou, enfiou de novo, girou, apertou e repetiu aquele combo gostoso que fazia as bordas curvas do brinquedo roçarem as paredes do cu.
— Quando a gente trabalhar, queria tirar esse mesmo plug e levar pra boca da sua parceira. — Quebrou o silêncio verbal o Álex, com a ferramenta de carne ereta a 70°, tão dura que estava a centímetros de encostar no próprio umbigo.
— Já sabe quem vai ser a sortuda de provar o plug direto do meu bum?
— A Duke tá considerando algumas opções, por enquanto prefere manter segredo. — Ele falou. — O que não é segredo é que eu acho que você tá pronta. Tô certo?
— Sim, vamos nessa, enfia no meu cu. — Aceitou sedutora.
Álex largou a cama pra pegar lubrificante anal e, de um jeito obsceno, banhou o próprio pau com um fio dourado que caiu do frasco até deixar ele brilhando como mármore recém-polidinho. O homem observou a amada, notando que o motivo das luzes de neon que iluminavam o quarto e ela era a boate onde se conheceram.
— Te conheci sob luzes parecidas quando você esbarrou em mim sem querer, foi no acidente mais lindo que o destino podia ter colocado no meu caminho.
Era estranho ouvir palavras tão poéticas de um homem enorme como uma estátua, nu e com o pau dourado de lubrificante.
— Que mancada a minha, pensei que ao trombar em você você fosse ficar puto e no final acabou se apaixonando. — Serena piscou um olho, lisonjeada, enquanto tocava o falo oleado e esfregava os abdominais e os peitorais com o óleo, deixando o peito dele brilhando como se fosse uma divindade. — Vamos nessa, fode minha buceta do jeito que você quiser, não vamos enrolar mais.
Serena se deitou, abriu as pernas e as segurou com os braços, deixando exposta a vulva brilhante por causa dos seus sucos e da saliva do cunnilingus, embaixo, o alvo, o buraco onde finalmente o pau dele podia mirar até se perder nele, se fundir nele, finalmente, o imenso pau dele estava diante das portas do paraíso.
Alex pegou o brinquedo sexual e foi tirando ele aos poucos, vendo como o anel de carne rosada se dilatava para expulsá-lo, e imediatamente, uma vez livre do plug, se fechou de novo formando um furinho apetitoso, apertado, inocente e virgem, pronto pra ser sodomizado.
O sexo do homem e o sexo dela (ou, melhor dizendo, o sexo dela)B) foram apresentados. Embora lubrificado e brilhante, o tamanho do pau fazia duvidar que fosse entrar fácil. O asterisco rosado de Serena era uma simples fenda menor que a menor moeda.
O homem percebeu que ela precisava estar totalmente relaxada e introduziu um dedo molhado. Embora a espera tivesse sido eterna, não teve problemas em enfiar o dedo por alguns minutos até sentir o ânus e suas paredes internas mais relaxadas.
Alex tirou o dedo e, dedicando um olhar de desejo à sua namorada, levou-o à boca: — Agora sim, você está pronta, lá vai…
Serena aceitou seu destino, levantou um pouco mais as pernas para deixar a bunda virada na diagonal para cima, e Alex começou a roçar o asterisco contra a glande, empurrando cada vez um pouco mais. A Kalense fechou os olhos sabendo que a penetração era iminente. Por fim, depois de tanta brincadeira prévia, mirou no centro do ânus e empurrou com força até que o óleo fez seu trabalho e permitiu que ele entrasse na cavidade anal.
Centímetro por centímetro, sua enorme e dura pica foi ganhando terreno dentro do cu dela, fazendo-a sentir as paredes dilatarem ao máximo e a glande abrir cada porta interna rumo ao seu mais privado e inexpugnável interior. Alex estava dentro onde nunca havia estado.
Capítulo 49. Estreando perversões
Se o sexo anal fosse uma estrada e cada vez que o Álex enfiasse o pau naquele órgão fosse um passo, graças à carreira dele e à sorte, ele já tinha percorrido quilômetros nessa trilha proibida pra muitos e divina pra todos. O ator premiado nunca tinha demorado tanto pra preparar uma rota como aquele caminho secreto da Serena. Ele tinha tomado o tempo dele, tomado todos os cuidados e finalmente tinha a recompensa merecida.
A cabeça do pau beijou o cu bem no centro e foi passando, sentindo o abraço quentinho do anel, recuando e avançando de novo e de novo, mas cada vez entrava um pouco mais. O cara experiente sabia que a cabeça ia marcar o caminho e, assim que entrasse por completo, ia começar o tal do anal.
- Vai logo, não me faz esperar tanto. – Sussurrou a Serena de olhos fechados, toda suada e transpirada de tanto segurar as próprias pernas e manter cada parte do vestido no lugar. – Mete logo no meu cu…
- Não seja tão impaciente, vai entrar a qualquer hora. – Disse o Álex, ainda curtindo o beijo do cu cada vez que envolvia a cabeça do pau dele. O óleo tinha funcionado maravilhosamente e facilitava a entrada, era questão de decisão, a qualquer momento o aríete dele ia violar a última fortaleza que ainda tava de pé.
O Álex segurou as duas pernas da Serena pelos tornozelos, olhou nos olhos dela, toda suada, ofegante, e viu a transformação na cara dela quando empurrou com a bacia o pau dele pra dentro do cu dela. A kalense fechou os olhos e soltou um gemido suave e prolongado enquanto a cabeça do pau se abria caminho dentro do corpo dela.Aaaaahuuuum… - Soltou a primeira e, cada vez que o quadril do homem começava a se mover pra penetrá-la. A glande oleada abria caminho com facilidade e batia nas primeiras barreiras. Poucos sabiam que o percurso do pau dentro do cu era limitado pela experiência da mulher e que ela precisava relaxar suas portas internas se quisesse deixar ele entrar por completo.
De qualquer forma, mesmo com o membro entrando num quarto, Álex estava emocionado. Ali estava sua Serena, de olhos fechados, em transe, gemendo de forma monótona enquanto era penetrada. O suor escorria pela testa brilhante dela e os peitos, escapando do vestido, balançavam fazendo os bicos girarem de um jeito gostoso.
Depois de uns minutos de penetração intensa, onde o óleo parou de fazer efeito como se tivesse fervido com a temperatura do atrito, Álex amenizou o anal descendo pra beijá-la com paixão. Envolta nos braços fortes do homem, enquanto era penetrada pela ferramenta de aço presa no quadril pesado dele, que subia e descia enterrando tudo, ela curtiu beijos apaixonados tanto nos lábios quanto no pescoço, nos seios e até nas axilas. O calor começava a tomar conta do ambiente, compartilhando cheiros mais que excitantes, e o homem, aplicando umcombate corpo a corpoembriagou-se com o sabor e o cheiro que o corpo da sua amada exalava.
Embora as posições variassem, Álex não tirou o pau do cu nem por um instante; entre uma transição e outra, dava uma pausa de alguns segundos e continuava socando o buraco de forma lenta, profunda e constante. Parecia um motor que tinha engatado uma marcha e não tinha botão de desligar. Fizeram isso com Serena de lado e Álex abraçado a uma das pernas dela, com a deliciosa vista de uma das tetas caindo sobre a outra, roçando a cada balanço no impacto dos corpos.
Também se aventuraram numa posição tão clássica quanto severa, com a jovem apontando para cima com a bunda na posição deGrowlitheE o homem, sobre ela com as pernas apoiadas na altura do pescoço, penetrando-a de cima arqueado formando uma ponte com as costas, dessa vez, indo mais longe do que antes. A cada descida sentia seu membro colossal entrar uns 50%, o que, por ser o primeiro anal dela, era um puta bom sinal. Embora o cu dela fosse bem apertado, mantendo o couro curtido esticado assim como as paredes internas, ele abria caminho desafiando as leis da anatomia.
- Pode descansar quando quiser, tá indo muito bem, não achei que ia manter ele dentro da sua buceta por mais de vinte minutos. – Disse ele de cima sem parar de meter contra as nádegas dela.
- Não… não…ah, ah, uuuh—, não precisa descansar, eu gosto… muito… — disse com a respiração ofegante. Álex afastou os cabelos dourados dela para ver o rosto e, de fato, parecia estar curtindo.
— Então você gosta? Gosta que eu enfie no seu cu bem apertadinho? — Ao terminar a pergunta, agarrou as nádegas dela e as separou para ver os contornos avermelhados do ânus, dilatados a ponto de terem a circunferência de um pulso masculino.
— Eu gosto… quando sai… dói… quando você entra. — Falou com dificuldade. — É uma relação de amor e ódio, eu gosto, eu gosto.ah, aaah, aaah, uuuhmÁlex foi tirando o pau devagar, deixando só a ponta da cabeça pra dentro, uns poucos centímetros, e aí meteu tudo de novo. De ter quase fora, passou a ter quase tudo dentro. Continuava entrando até a metade, o que ainda o surpreendia.
— Pra ser sua primeira vez no cu, é uma porra de um cu bom pra caralho. — Sussurrou o homem, sem deixar de manter as nádegas tensas.
— Aah, ah, ahespera…ah, ah, ah,Valeu… a pena. – Disse com dificuldade.
Sentir os interiores mais secretos de Serena abraçando o pau dele em cada centímetro encheu o homem de prazer desde o começo. Nunca tinha se esforçado tanto pra captar as sensações que o pau dele lhe dava, talvez só na primeira vez que comeu ela por trás, numa ocasião distante.
Foi quando mudaram de posição, dessa vez com Serena deitada de bruços, com a barriga colada no colchão e abrindo a bunda com as mãos, que ele mostrou os primeiros sinais de derrota. Não era à toa, já tinha mais de meia hora que o cu dela tava levando um castigo merecido. Era se colocar no lugar dela: nenhum buraco de saída tão pequeno, recebendo um cilindro venoso de carne dura, poderia sair ileso.
- Alex… arde, arde muito. – Sussurrou com medo debaixo do homem, quase afundada na cama. – Sinto minha bunda muito quente, como se tivesse queimando por dentro.
- Tá bom, vou tirar, podemos dar uma pausa, você merece, love. – Aceitou Alex, satisfeito com a duração, sabendo que não precisava abusar dahospitalidadeda sua amada. Além disso, não tinha se enganado, a temperatura interna daquela bunda febril, por causa do atrito constante, tinha aumentado de forma exponencial a cada minuto.
- Pode gozar se quiser, assim a gente fecha o anal, se não tiver gozada não tem ponto final. – Propôs a jovem intrépida. – Depois posso te dar um show de intervalo que eu estava preparando.
- Adoro a ideia, vou gozar, a primeira de muitas gozadas que vou deixar no fundo do seu bum.
Muito devagar, mais do que antes, ajoelhado, apoiou as mãos nas nádegas macias de Serena e, com o olhar fixo no seu pau saindo do portal, recuou o tronco deixando a glande lá dentro. Em seguida, masturbou o tronco por alguns segundos e, concentrado em dar toda a sua porra de homem, relaxou e, sem tirar os olhos do anel de carne dilatado, viu seu tronco pulsar ao gozar, revestindo as paredes retais com sua porra quente.
Foi uma gozada longa e generosa, ele sentiu o sêmen inundando a cavidade, formando uma poça onde seu pau estava dando um mergulho de verão. Ela também sentiu o presente do parceiro escorrendo para dentro, provocando um cócegas curioso enquanto a maré branca e espessa encontrava seu lugar na cavidade mais profunda dela.
Como se fosse a tampa de uma garrafa, Álex removeu a glande enorme e, de fato, atrás da boca da garrafa, dava para ver um conteúdo cremoso e esbranquiçado que enchia o buraco até a borda e que, se não fosse pela posição de Serena (de bruços), vazaria com violência.
- Uma das coisas que amo no anal e em gozar dentro é que o sêmen é absorvido muito mais rápido do que indo para o estômago ou chegando ao útero. Sinto que deixo um presente que é parte do meu corpo e vira parte da presenteada quase na hora, em pouco tempo todo esse sêmen vai ser absorvido e vai estar dentro de você.
Álex enfiou o dedo sentindo o sêmen bem quentinho. repouso, se esfregando nele e, ao tirar, levou à boca de Serena que, satisfeita, aceitou o presente chupando o dedo com sêmen vindo do cu dela.
- Tá bem quentinha, e cheira a mim. – Disse num sussurro, se lambendo, sem sair da posição, talvez porque tivesse ficado dolorida demais pra se mexer. Nem ela nem ele perceberam a magnitude do que tinham feito; tinham concretizado um anal perfeito e, sem perceber, ambos avançaram pro próximo nível.
- Tô com muita dor. Será que rompi? Será que você quebrou meu cu? – Perguntou Serena, forçando a voz pra parecer mais nova do que era.
- Tá tudo bem, você vai se recuperar... – Mentiu Álex, admirando sua mais recente e melhor obra. O cu tava irreconhecível, avermelhado, dilatado, igual à boca de umGoldeentomando uma baforada de ar. Apesar da iluminação fraca, dava pra ver o interior vermelho e cheio de nós, com vestígios dourados do óleo entre as dobras e, claro, a lagoa leitosa que ia do início do cu até o escuro lá dentro. A substância, devagar e como se tivesse vida própria, tinha se aninhado bem no fundo da bunda da Serena, e não dava pra ver até onde chegava.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., diabos, você aguentou como uma campeã, não acredito. – Disse ele, surpreso, sem tirar os olhos do cu latejante da kalense, ofegante mesmo tendo ficado imóvel o tempo todo.
– Não confiava em mim? – Ela virou-se com cara de brava, mostrando que já tinha se recuperado.
– Claro que confiava! – Ele se desculpou, quase assustado por quebrar o clima. – É que não achei que ia ficar mais de meia hora com ela enfiada, você superou minhas expectativas.
– Falando em expectativas, te prometi muito mais que um anal, deixa eu pegar um pouco de água na cozinha e preparar o show do intervalo que te prometi.
– Excelente. – O homem aceitou, se acomodando e acendendo um cigarro, vendo Serena sair do quarto com uma careta de dor, arrastando aquele vestido de artista todo desmantelado. – Já pode tirar isso, love, foi um detalhe lindo, mas você tá suada que nem numa sauna.
– Não se faz de preocupado depois do que me fez, tô com dor até no estômago por dentro. – Ela reclamou, tocando a barriga, pegou um travesseiro e jogou nele.
–Ei.! Isso é jeito de tratar seus mais velhos? Além disso, parecia que você tava curtindo igual uma putinha.
- Desgraçado, fico tão aberta que já não fecha mais. – Disse com raiva fingida, feito uma menina mimada antes de sumir do quarto, deixando o homem satisfeito sozinho com seu outro vício, se perguntando o que sua amada estava tramando.
Diferente de outras vezes, Alex não teve muito tempo pra ficar imaginando os planos da artista. Depois de beber um bom gole d'água, tirar o vestido e pegar seusurpresa, entrou no quarto de repente e tapou os olhos dele com a fita que usou como cinto antes que ele pudesse ver alguma coisa. Ele só conseguiu notar de relance que ela estava nua, sem dúvida mais aliviada por estar livre daquela roupa toda.
— Tá pronto pro show? Vim acompanhada. — Falou enquanto terminava de amarrar a fita, deixando a cara dele igual a de um ninja.
— Trouxe a Shauna de novo? — Ele se animou, fazendo uma careta boba. Ouviu o som característico que as pokébolas fazem ao liberar seus hóspedes e soube que estava prestes a presenciar algo mais intenso que um ménage entre humanos. De repente, a cama ficou mais pesada.
— Vai fazer comHipnoNa minha frente? – Pergunto ainda com a visão bloqueada pelo corpo da sua amada.
- Você não se cansa de estar errado?HipnoÉ muito mais pesado e não seria tanta surpresa fazer isso com ele a essa altura.
Serena desamarrou a fita dos olhos dele e viu um Pokémon que não esperava, embora fosse uma opção lógica. Ela vinha preparando ele aos poucos, em fogo baixo, deixando-o observar a nova faceta de sua treinadora e a intimidade que teve com seu amado capítulo por capítulo. Alex se perguntou o quão preparada poderia estar a raposa de fogo Braixen, ela parecia um tanto surpresa por estar ali, diante do homem mastodôntico nu e de sua treinadora também nua.
Ali estava o Pokémon observador das últimas aventuras, sem ousar participar de nenhuma, com sua característica pelagem amarela (na cintura, testa e bunda), branca (no rosto, peito, braços) e escura (nas patas), além de pelos laranja-fogo nas orelhas e na ponta da bunda. Com pouco mais de um metro de altura, Alex começava a ter pensamentos pervertidos, como quanto do seu membro poderia entrar ou até onde Serena se animaria a fazer com seu Pokémon inicial.
A garota de Kalos engatinhou com a bunda recém-estreada para cima em direção ao seu homem, fazendo a cama ranger, e lhe deu um beijo sonoro e molhado. Quando terminou, convidou seu Pokémon a imitá-la.Vamos, chegou a hora, o que a gente planejou esses dias…Não era o que o Álex esperava pra aquela noite, nem pra vida dele. Ele nunca tinha beijado um monstro de bolso, assim como ela com certeza também não esperava que uns vinte e tantos centímetros de pica entrassem de sola por trás. Então ele podia dar uma relaxada nas exigências e viver umas experiências novas e proibidas.Braixenavançou junto com sua treinadora (sendo bem mais leve, quase não fez barulho na cama) e, na frente do homem, o observou com curiosidade.
- Bom, nós dois chegamos até aqui, seria uma pena desistir agora. – Curiosamente, a foxy de fogo entendeu e o beijou.
- Tá bem, como a gente treinou… – Sussurrou Serena, descendo pra cuidar do pau do homem com a boca.
O hálito e o gosto da boca do pokémon transformavam o beijo numa experiência muito erótica; talvez em outro contexto fossem sensações desagradáveis, mas ali na cama, com sua amada observando tudo (a ponto de chupar a rola dele), eram sensações das mais excitantes, que estavam fazendo ele recuperar as medidas características do pau. Também foi curioso sentir os caninos afiados e a língua meio achatada e alongada cutucando a boca dele quase até a garganta.
Alex se deixou levar e começou a acariciar a pelagem daBraixenenquanto uniam suas bocas, ou melhor, boca com focinho se unia entrelaçando línguas. O pelo era macio e comprido, seu corpo leve cheirava muito bem e tinha uma temperatura bem elevada. A saliva dela também estava alguns graus mais quente que a de Serena.
Quando o homem absorvia toda essa informação e se deixava levar pelo beijo mais proibido da sua vida, Serena envolvia a glande dele e começava a chupar enquanto balançava a cabeça, cuidando do pau dele com devoção. Ele tinha esquecido de lavar a ferramenta no meio tempo, mas mesmo assim Serena fazia um boquete nele apesar da higiene duvidosa, afinal, há poucos minutos ele estava furando o cuzinho dela.
Serena agarrou o tronco venoso da base, novamente endurecido, e tentou engolir tudo, sem tirar os olhos do seu amado acariciando sua pokémon mulher inicial enquanto pareciam trocar saliva com beijos de língua de fora. Álex não demorou para percorrer o corpo deBraixenchegando nas coxas dela com facilidade, dali, quase sem escalas, apalpo a pequena buceta. Era macia e com uma pelagem curta, não muito diferente das mulheres sem depilar que optavam por uma estética mais natural. Assim como a boca dela, a temperatura entre esses lábios aveludados era alta, Álex pensou que se fosse inverno essa pequena vulva exalaria um vaporzinho como se fosse bafo de boca.
A putinha deixou esfregar a buceta fumegante dela por uns minutos e também não soltou nenhuma reclamação quando eu levantei os dedos e apalpei o cu dela. Era um pequeno nó de couro sem pelo que mal se destacava da pele. Tinha ele tão apertado que até enfiar um dedo devia ser difícil, Álex não tentou, embora tenha curtido esfregar ele enquanto continuava metendo a boca no focinho ardente dela.Braaa, braa, braaaixeen… - Gemeu com os olhos fechados e um fio de saliva quando o Álex enfiou um dedo na bucetinha dela.
- Cê tá gostando?BraixenVocê tem uma bucetinha pequena e delicada, me surpreende que você não seja virgem. Quem foi o sortudo? – Ele sussurrou, sentindo a temperatura elevada da bucetinha dela com o dedo indicador enquanto esfregava o ânus dela com o polegar.Aixen, Braixeen- É mesmo?Rhyhorn? Pensei que teria sidoPangoro. Interessante. – Assim como acontecia quando os pokémon criavam laços fortes com seus treinadores, o Alex e a raposa do deserto já se entendiam perfeitamente.Mmmque delícia que ela tava, quentinha do jeito que eu gosto, meio fedidinha, mas não tenho direito de reclamar já que foi culpa minha, né? – Serena quebrou o silêncio, lambendo o tronco da base até a glande, deixando ele brilhando de saliva. – Tá curtindo a pokefília? Tô te vendo bem concentrado.
O homem demorou pra responder, uma lembrança do passado bateu nele como se umHaunter- Sem dúvida é algo único, agora entendo por que uma mulher rica me ofereceu uma grana pra transar comigo.Nidorino, é um mundo inteiro pra descobrir e eu percebo que não tirei um tempo pra conhecê-lo. – Confessou numa pausa, olhando praBraixenobservando ele com olhos brilhantes.
- Você não me contou sobre esses episódios! - Disse ela enquanto passava do modo oral para o manual, ouvindo com atenção o seu homem. - Fico pensando quantas coisas ainda não sei…
- Ainda tenho muitas coisas pra te contar, embora não haja muito o que dizer sobre esse episódio.
- Tô te ouvindo, ou melhor, a gente tá te ouvindo, né?BraixenQuer ouvir uma historinha picante pra dar uma respirada antes de continuar?Bra... Braxileiro– Aceitou.
– Ela se chamava Graça, era uma mulher rica que treinava um...Pidgeottoe a umWigglytuffNa rota 15, a leste da Cidade Fúcsia, ela usava uma minissaia lilás colada no corpo, lembro disso muito bem... também uma bolsa cara pequena e um cabelo de salão, esperava por treinadores desafiadores como costumava acontecer antigamente.
Tanto a Serena quanto o Pokémon dela ouviram com atenção.
- Ela me disse que precisava de um descanso de tantas batalhas e que preferia me pagar sem lutar, pensava em me pagar adiantado por outro tipo de trato. Não entendia por que ela ia querer me dar dinheiro naquela época e fiquei muito confuso quando ela disse que só queria o meu.Nidorino, recém-evoluído por um tempo… aceitei pela grana, achando que ele queria emprestado pra lutar contra algum treinador, fui muito ingênuo.AhporDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, já vi por onde a mão vai.
- Sem saber o que ela tramava, me levou pra casa dela na Cidade Fúcsia, me deu a grana combinada, ofereceu mais comida do que a gente conseguia comer, mandou a gente tomar banho e, já de noite, ela comeu a gente.NidorinoPor várias horas no quarto dela na minha frente, me deixando ver tudo, desde que eu não interferisse. Sempre que precisei de grana, visitei ela no lugar de sempre na rodovia 15 e de lá fomos pra casa dela repetir o esquema. Ela sempre me pagou muito bem.
- O que aconteceu quando ela evoluiu praNidoking? – Perguntou ela, feita uma luz. Álex sorriu diante de uma pergunta tão boa.
– Pedi o triplo do dinheiro e ela aceitou, ficou três dias com o Bulldozer e, como já estava na idade, me deixou participar pela primeira vez sem saber que aquela seria nossa despedida. Gracia não voltou pra Rota 15 e a casa linda dela foi colocada à venda quando quis voltar uns meses depois. Fiquei sabendo, depois de procurar sem sucesso, que ela aceitou um trabalho de modelo em Hoenn. O Bulldozer sentiu falta dela por anos, mesmo estando em excelente forma, ficou tão destruído que perdeu nove lutas seguidas, sendo que tinha perdido só cinco na vida inteira.
A dupla de fecútis desencontrados ficou muito surpresa com a intensidade do relato. Também era admirável como o homem conseguia resumir uma história daquelas com tanta maestria.
– Não acredito, é uma história muito linda e triste! – Exclamou Serena. – Coitado do Dozy! No fundo, é igual a você, por trás dessa aparência bruta e intimidadora tem todo um sentimental.Bra, bra, iiixen, braixen!- Bom, essa foi minha pequena história com a pokefilia, eu era novo e fiquei impressionado no começo, mas minha enorme ereção me ajudou a superar e curtir o espetáculo. Aquela mulher era louca, vi ela fazer coisas com meuNidorinoque eu nem sequer tinha imaginado.
- ¡Uou! E eu que achava que era uma metida. – Como sem perceber, a mão dela tinha voltado a masturbar ele e o rosto se aproximava do pau do Álex. – Essa mulher é uma inspiração total, sem dúvida tô muito atrasada e tenho que me atualizar.
- A gente continua mais um pouco, pequena? Se a sua treinadora me permitir... – Álex colocou uma mão nas coxas macias dela.Braixenpronto pra continuar construindo novas histórias, inspirados pela obra provocante de Gracia e suas noites de putaria.
– Como é que vou recusar? Adoro ver vocês dois tão juntinhos, formam um casal lindo. – Aceito. – Aliás, me veio uma ideia genial.
Serena se posicionou ao lado do Álex e sussurrou algo no ouvido dele. A vadiazinha mexeu as orelhas peludas tentando escutar.
– Espera, o quê? Sério que você quer fazer isso? – Disse o homem, todo excitado com a proposta. De novo, como sempre, Serena o colocava numa montanha-russa sem fim de surpresas e prazer. Aquela mina que tinha metade da idade dele tinha o segredo pra sacudir o chão dele e virar o mundo dele de cabeça pra baixo.
– Vamos fazer isso, solta o coitado do Dozy, quero fazer ele esquecer aquela mulher.
Continua…
Valeu por ler! O próximo capítulo vai ser um dos mais intensos, não só vai ter um quarteto metade humano metade pokémon, como também pretendo contar a história de uma pokegirl que volta pra trama. Tamo entrando numa nova contagem regressiva, dessa vez, até o primeiro vídeo da Serena.
Se curtiram, sejam legais e mostrem apoio dando nota e comentando, não sejam Rattatas e não mandem só pra favoritos, por favor, escrever histórias não é coisa de uma hora e vocês tão recebendo de graça. Se não curtiram, claro que entendo não darem pontos ou comentários.
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A noite chegou e Serena, finalmente, depois de mais de quarenta capítulos, entrega seu precioso anel — e não o de casamento. É a noite especial e ela vai ter mais de uma surpresa para o Álex. Sem saber, ele também, de certa forma, vai estrear.
No universo desta fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais. Nenhum personagem é loli ou menor de idade.
Estrelando: Serena



Braixen



Capítulo 48. Revisão geral
A chuva quente e vaporosa caía sobre o corpo dolorido de Álex. Debaixo dela, o tempo passava mais devagar e ele pensava em coisas que ignorava no dia a dia. Embora se sentisse forte e vital, com um espírito jovem e decidido, já que vivia um dia de cada vez, sem planejar o futuro, só curtindo o momento, era apenas debaixo do chuveiro quente que ele notava a pele mais enrugada, os traços mais marcados, as rugas características ao lado dos olhos, os músculos não tão firmes como antes…
A porta do banheiro se abriu e não demorou para a porta de vidro do chuveiro também se abrir. Serena estava completamente nua, como uma visão divina, com seu corpo exuberante esperando pela permissão dele para entrar. Álex se encolheu contra a parede de azulejos e deixou espaço para sua amada.
Diferente dele, ela era uma flor que acabara de abrir suas pétalas, e seu corpo exalava exuberância. Tudo nela era harmonia, pureza e pura beleza.
Quando o homem tentou beijá-la como cumprimento, ela desviou o rosto: — Você não vai querer saber onde meus lábios estiveram.
— Se você acha que isso me importa, então ainda não me conhece nada. — Álex segurou o queixo dela e deu um selinho de boas-vindas. — Ensaboa minhas costas?MmmNão sei, esse Arbok parece que vai pular da sua pele pra me morder. – Disse ela brincando, passando a esponja ensaboada pelas costas musculosas dele.
- Não se preocupa, cê caiu super bem pros meus pokémon, eles tão satisfeitos com o toque feminino no ambiente, especialmente eles adoram sua buceta.Braixen- Ah, é? Por isso que notei ela bem nervosa e perto da porta da entrada. Parece que não largaPangoroPor proteção, seus Pokémon têm que ser uns garanhões, tal pai, tal filho.
Os dois conversaram durante todo o banho. O homem contou que estava dolorido por causa do treino, omitindo que, na verdade, quem mais tinha treinado eram seus Pokémon. Mesmo assim, ele tinha corrido de ida e volta até o campo de treino, lançado o frisbee de aço várias vezes, pegando ele no caminho, preparado os testes, etc.
— E o seu primeiro dia de trabalho? Por que você queria me negar um beijo, logo eu, que te amo tanto? — Perguntou, passando as mãos ensaboadas pelo corpo dela. Ele tinha notado que ela estava um pouco mais carnuda que o normal, sentia os peitos dela maiores e os quadris ligeiramente mais grossos. Não podia estar mais satisfeito com o corpo totalmente evoluído da sua Serena.
Vendo ela assim, tão perto e nua, as diferenças corporais dos dois saltavam aos olhos: a idade do Alex, seu tamanho e músculos contra as curvas sinuosas, brancas e imaculadas da Serena. Parecia incrível que estivessem tão apaixonados, sendo o dia e a noite em pessoa. Enquanto ela não precisava de nenhum adereço para estar linda e sofisticada, ele tinha tatuagens intimidadoras e músculos que deixavam entrever um passado turbulento e uma vida cheia de ousadia.
— Agora eu preciso dos seus abraços, dos seus beijos; vamos deixar tudo relacionado a sexo para a noite. — Pediu, enquanto o namorado a ensaboava, deixando ela brilhante e limpa como uma figura de porcelana. — Pode ser? É que fiz coisas que não sei se você vai ficar orgulhoso, e preciso ganhar coragem.
— Claro, o que você quiser, sabe que não te pressiono em nada. — Aceitou sem hesitar, meio hipnotizado de vê-la tão sensual, nua e ensaboada. Era como o grande dragão incapaz de tirar os olhos da fada mágica. Sem dúvida, ela embalava os sentidos dele com sua beleza incomparável, como certa música acalma até as feras mais temíveis.
— De qualquer forma, não Relaxa, não vou furar nosso compromisso noturno. Não esqueci dos nossos planos. — Sussurro pra ele, me virando até que meus peitos ficassem colados nele. — Hoje é a grande noite e vou te contar tudo de putaria que fiz pra gente ir esquentando os motores até chegar o grande momento de eu dar o cu pela primeira vez.Ah— Sabia que você não ia me decepcionar e que teria um dia incrível — disse ele, transbordando orgulho. — Claro que sim, vou ser paciente e te tratar como uma princesa até a noite, aí vou te transformar na minha putinha.
— Um pouco tarde — respondeu a jovem, mantendo o mistério. — Me adiantei e já entrei no papel de puta, fiz mais de 20 mil em uma manhã só, é a única coisa que vou te adiantar.
— Tô ansioso igual um moleque que prometeram levar na loja de brinquedos, vai ser difícil não tocar no assunto.
Serena piscou um olho para ele e levou um susto ao sair do chuveiro.Braixena esperava segurando uma toalha pra entregar pra ela. Quando pegou, ficou cara a cara com um Álex pelado e o pokémon fogo se assustou e virou o rosto. O cara se derreteu, e mesmo não sendo um pokéfilo, ter aBraixenObservar eles durante o sexo ou quando estavam pelados dava uma certa tesão nele, até porque dizem que os pokémon se parecem com seus treinadores e talvez ele tivesse um lado bem sexual reprimido.
- Vamos, nessa altura você já viu coisas piores. – Disse Serena enquanto enxugava o corpo. - Por que você não pega uma toalha pro Álex?Bra…bra…xien, braixen…— Sim, ele tem seus pokémons, mas nenhum entra no banheiro quando ele tá tomando banho.
Meio irritada, ela pegou uma toalha e entregou pro homem, cujo vapor não era suficiente pra esconder suas feições nuas, especialmente seu famosíssimo pau, que surgia da névoa igual o periscópio de um submarino.
— Valeu, você é um amor igual sua treinadora. — Agradeceu ele, acariciando o pelo da cabeça dela, meio molhado pelo vapor do banheiro. Braixen ficou vermelha como se tivesse pegando fogo espontaneamente.
Serena abafou uma risadinha com a mão e saiu do banheiro, ainda pelada: — Te espero lá embaixo, amor, não faz nada com meu pokémon sem a minha presença, pelo menos.Braaaixen!– A putinha se escandalizou.
– Você é a menos indicada pra me dizer pra não fazer nada, amor, não pense que esqueci das suas aventuras, todas você fez sem me convidar, sem consideração. – Ela reclamou enquanto se secava, sem perceber que o pau dela ficava na altura do rosto daBraixen, que olhava de soslaio...
- Ficou curioso ou tá me chamando de mentirosa?
- Só tô dizendo que é uma coincidência que sempre que você se meteu nessas paradas, foi sem eu estar por perto. Um dia você podia me mostrar seus outros gostos e me ensinar seu lado mais… ousado.
- Bom, a noite de hoje vai ser longa, se eu aguentar essa sua pica imensa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Na minha retaguarda o tempo todo, posso te dar um show de intervalo. – Ela propôs com uma voz sedutora que saía quase sem perceber, como se estivesse possuída por uma contraparte obscura. – Vai me fazer bem pra descansar minha porta dos fundos e ao mesmo tempo te manter no auge da onda.
- Deus, sou o filho da puta mais sortudo do mundo…
Parecia mentira que alguém tão grande e imponente estivesse completamente dominado. Ansioso como quando criança esperava a noite de Natal, sem saber se ia conseguir se segurar até o pôr do sol, quando finalmente poderia abrir seu presente mais precioso.
Serena andou nua pelo quarto do Álex ainda secando o corpo, pegou a roupa que ia vestir (roupa confortável e caseira, uma calça de moletom e uma jaqueta de algodão, por baixo um top de ginástica e uma calcinha estampada) e enquanto se vestia, ligou a televisão. A tarde estava ideal pra ver um filme ou série, relaxar, descansar, comer bem pra recarregar as energias pros planos noturnos que tinham.
Assim que ligou a TV, uma velha conhecida era entrevistada por um jornalista explicando os motivos pelos quais tinha se ausentado vários dias da sua academia…—… eu precisava renovar meu time, mudar de ares e fortalecer minhas estratégias, por isso viajei para o Lago da Fúria, conhecido pelos seus Gyarados, embora tenha ido com a intenção de encontrar outros pokémons aquáticos nos seus afluentes da selva.
— Você teve sucesso na sua busca? Agora que chegou, o ginásio vai ser reaberto pra entregar a famosa Medalha Cascata?
— Ainda não, minhas novas aquisições e eu estamos nos conhecendo, digamos assim. Vou prepará-los pra transformar meu ginásio num obstáculo mais casca-grossa pelo tempo que for necessário.
— Pode dar uma prévia das suas capturas no Lago da Fúria?
— Prefiro manter em segredo, sabe, quero acabar com essa fama de 2º ginásio mais fácil de Kanto e, quando eu estiver pronta, vou apresentar um desafio totalmente novo. Uns gostam de dar medalhas a torto e a direito, eu sempre preferi dar pra quem realmente merece.
— O Brock pode se sentir ofendido com seu comentário. Você ainda tem uma boa relação com ele?
— Ele é um dos meus melhores amigos e respeito a postura generosa e fraternal dele com os desafiantes. Acho que somos bem diferentes no jeito de administrar nossos ginásios, e por isso já vi Medalha Rocha sendo vendida em bazar de garagem. Se você quer ser respeitado, tem que fazer seu ginásio e suas medalhas valerem. Ele tem potencial, é super capaz, e nós dois temos material excelente em Kanto pra fortalecer nossos times. Se ele prefere fazer do ginásio dele uma porta giratória e virar um mero tramite, isso não é problema meu.
— Você notou mudanças significativas na quantidade de treinadores que chegam pra te desafiar desde que os Centros Pokémon foram privatizados e os incentivos econômicos pra produtos Pokémon foram cortados?
— Com certeza! O número de treinadores novatos caiu, e só chega na minha porta quem tá pronto pra arrebentar minha bunda, e eu não gosto disso. Dos últimos dez desafiantes, pelo menos oito chegaram bem preparados e passaram o rodo no chão. Comigo, eles tinham os Pokémon certos, poções, tudo. Por isso que eu tinha que mudar! O caminho para a Meseta Índigo ficou mais feroz, já não tem mais competidores novatos, só obstáculos difíceis com estratégias, itens e equipes mais adequadas.
- Essa mudança na sua roupa é por causa dessa mudança de atitude ou a gente te pegou praticando mergulho?
- Mergulho é minha paixão, capturar Pokémon aquáticos no habitat deles é o que separa os amadores dos mestres. Usei essa roupa de mergulho tanto em Johto que virou minha segunda pele, e pensei que um visual novo não ia destoar.
- Não destoa nada, se me permite dizer, esse jovem entrevistador acha que você está mais gostosa do que nunca nesse spandex colado.
- Valeu, você é um amor! Mas não é spandex, é neoprene. Aos desafiadores, eu digo: tenham paciência, logo vou abrir as portas, e se vocês se deixarem levar pela minha aparência e me subestimarem, vão quebrar a banca.
- Com vocês, renovada e com uma equipe ainda misteriosa, Misty, a sereia maria-rapaz, voltou de...
- Ei, nunca gostei desse apelido, só "sereia" já bastava!Serena, que durante a entrevista terminou de se vestir, riu daquele último erro do entrevistador que deixou a temperamental Misty furiosa. Além disso, a roupa de mergulho colada no corpo dela caía como uma luva, e de machona ela não tinha nada.
Quando Álex chegou, explicou que aquele apelido veio dos primeiros anos como professora, por causa do jeito masculino de se vestir, do temperamento duro e do cabelo curto, que contrastavam com a feminilidade das irmãs famosas, que nasceram com corpos superdotados e traços de sereia de verdade nos cabelos.
— Puxa, essa roupa justa fica bem nela, né? — perguntou Serena, soltando uma bomba básica que Álex conhecia muito bem. Era uma daquelas perguntas capciosas típicas que as namoradas fazem pra testar os caras.
— Em você ficaria mil vezes melhor.
Ele tinha passado no teste, como diz o ditado.O Houndoom sabe mais por ser velho do que por ser ruim...E a moça, satisfeita, prometeu:
- Não prometo algo apertado, mas sim algo muito especial.
- Até agora você tá me prometendo um monte de coisas, se pelo menos uma dessas promessas se realizar, já fico satisfeito.
- Já te falei, a noite é longa, você vai ter seu cobiçado cu e muito mais…
Mesmo tentando ocupar a mente com outras coisas, como alguns consertos na oficina e a limpeza do quintal (onde seuNidokingtinha o mau hábito de fazer uma toca imensa, deixando à vista só os espinhos das costas saindo do chão), o dia passou com a lentidão típica de fila de imposto de renda. O mundo parecia ter parado de girar no eixo só para prolongar a já enorme espera pelo precioso sexo anal, o primeiro da kalense.
Quando a janta acabou e terminaram de lavar a louça (pra Alex, que tinha vivido sozinho quase a vida inteira, não era problema nenhum fazer os serviços de casa), Serena desligou a TV e disse, passando um dedo no peito dele, que esperasse o chamado dela pra entrar no quarto. Tinha uma surpresa extra pra dar início à noite especial.
Eram 11 horas quando ela deixou ele sozinho no sofá, e já quase 11:45 quando o cara se encheu de esperar: — Só espero que valha a pena... senão a noite especial vai durar menos que a soneca de umKangaskhan– Resmungou, olhando o relógio com nervosismo.
Parecia mentira que ele, formado em fazer anal em moças, estivesse nervoso.
Por fim, a porta do quarto se entreabriu só o suficiente para deixar passar uma mão com uma luva branca. Ela o convidou a entrar, flexionando o dedo indicador.
O quarto estava escuro e, de repente, como se fosse um espetáculo teatral, luzes de neon acenderam ao redor da cama e iluminaram Serena no meio dela, ajoelhada diante dele, usando um vestido que não vestia desde a época de artista.
– Gostou? É uma das minhas roupas de artista favoritas. – Sussurrou, ficando de quatro, revelando que suas pernas tinham meias pretas com ligas. – Pedi pra minha mãe me mandar de Kalos com a desculpa de querer vender, mas a verdade é que ficou meio apertado porque meu corpo cresceu.
Tinha tantos detalhes que ele amava que a espera quase pareceu curta, já que ela tinha a produção de uma ídol, com acessórios em cada parte do corpo sem parecer exagerada.
– Não, não… não tenho palavras. Você se vestir assim pra mim, só pra mim, não acredito.
– Por que tanta surpresa? Não ia sair vestida assim no meu primeiro vídeo ao vivo, porque costumam se vestir mais como… putas. – Acertou depois de pensar na palavra certa. – Então resolvi usar hoje e, quando você quiser, vou usar de novo na nossa intimidade.
– Acho que adoraria te ver assim, como uma princesa, 24 horas por dia…
– Não acho que aguentaria tanto, já te falei que tá bem apertado, cresci um pouco de largura desde a última vez que usei.
E olha que tinha crescido mesmo, suas tetas suculentas, por estarem pra baixo, quase escapavam do decote ousado. Já o vestido, embora um dia tivesse coberto a bunda e as pernas folgadamente (ela usava quando criança), agora mal se ajoelhou de quatro e mostrou a raba, exibindo a pele e as coxas apertadas sob as meias e as ligas.
Tudo combinava. A perfeição. O traje de artista usava quatro cores: as já mencionadas luvas brancas dividiam a cor com o vestido de ombros caídos, as meias pretas combinavam com os detalhes do vestido de copa, uma fita como cinto na cintura e um colar de pano com um medalhão. O vestido era vermelhão como o laço entre os peitos dela, rosa era um vestido secundário em formato de copa por baixo do anterior, e a segunda fita na cabeça coroava uma tiara de pérolas azul-marinho. Serena era como uma receita complexa e delicada preparada pelo mais experiente dos chefs.

Foto da Serena numa das cômodas do quarto, a roupa além de combinar 100% com a que usou no passado, também servia nela, embora com certa dificuldade por razões óbvias... já tinham se passado vários anos desde a última vez que ela vestiu aquilo.
Em silêncio, os dois se olharam, se aproximaram e começaram o episódio mais calado e intenso de todos.
Como um replay gostoso de tudo que Serena tinha aprendido desde que se conheceram, o homem testou o primeiro item da avaliação beijando ela com gosto. A kalense, como desde o primeiro dia, era generosa com a saliva e deixava a língua dele explorar cada cantinho da boca úmida e quentinha dela. Continuava deliciosa como da primeira vez, e Álex percebeu que Serena não precisava de conselho nenhum na hora de beijar. Ela não ficava atrás, adorava tanto receber quanto trocar saliva, sem se importar que, depois do beijo molhado e demorado, a boca e o queixo dela ficassem brilhando de tanto cuspe.
A próxima fase da avaliação era a mais fácil de todas, já que a garota não precisava fazer nada, era um teste aprovado de cara: consistia em testar aqueles peitos lindos dela. Macios, branquinhos, redondinhos e perfeitos como frutas num quadro de museu. Álex descobriu os biquinhos dela só um pouquinho e se demorou o quanto quis para chupar, beijar e brincar com eles. E pra dar um plus na nota final, enfiou o rosto entre os dois peitos pra sentir o cheiro da pele dela e sentir aqueles melões macios e quentinhos apertando a cara dele.
O próximo ponto era crucial, como não podia deixar de ser. A garota enfiou a mão enluvada na virilha do homem, que ficou todo satisfeito com a sensação da mão dela por baixo do pano, apalpando o pau dele, masturbando e, por fim, chupando, com calma e paixão. A cabeça de Serena descia e subia, formando um anel com os lábios em volta daquele tronco venoso. A mina cabeceava sem parar enquanto segurava a rola dele na base do pescoço, inflando aquele pau já descomunal, sentindo as veias pulsarem, deixando a saliva gostosa escorrer pra lubrificar a ferramenta.
O homem se deixou mimar em silêncio, curtindo pra caralho a sensação molhada de A felação, com aqueles sons estalados e de sucção que a boca dela fazia, parecia um instrumento. Depois de se deixar satisfazer por vários minutos, em cada parte do pau e nas bolas, ela se deitou de barriga pra cima com as pernas levantadas pra facilitar o acesso à bunda dele.
Esse era um dos truques essenciais que valiam muitos pontos extras. O anilingus já era um diferencial na vida sexual da Serena, e se ela queria imortalizar isso na tela, tinha que praticar. Então, com muita dedicação, ela enfiou a língua no cu do cara e ficou lambendo pra todo lado, com lambidas profundas e certeiras, acompanhadas de uns chupões de vez em quando.
Ela já tinha feito isso com a Shauna, com a oficial Jenny, com a...Hipno, ao T. J. e a lista com certeza cresceria até ficar impossível de acompanhar, já que era algo que ela adorava. O tesão de enfiar a língua e conectar os lábios na parte menos higiênica e mais fedorenta de um homem (ou mulher, ou pokémon) a excitava até deixá-la mais gostosa que o núcleo de umMagcargoNem se importava se estavam devidamente higienizados, já que sentir sensações proibidas e tabu para o resto da sociedade era parte do charme do beijo negro.
Também sabia que, ao ir mais fundo, os sentidos captavam um número maior de sensações. O que poderia ser motivo mais que suficiente para amedrontar qualquer outra, em Serena a excitava e a levava a querer mais, por isso, ela se ajudava com os dedos para abrir o ânus e introduzir a língua cada vez um pouco mais fundo, fazendo-a dançar dentro da cavidade do homem.
Álex, extremamente satisfeito com o beijo negro, interrompeu a ação e partiu para o próximo nível, um em que os papéis se inverteriam e seria ela a agraciada. Levantando o vestido dela, o homem acariciou a buceta dela por cima da calcinha, naquela noite, uma peça de lingerie com renda por cima das alças (grande erro usar a calcinha por baixo das alças, já que obrigava a tirá-las para despir), sentindo a textura macia e fofa dos lábios vaginais sob os dedos.
Mostrando que não vivia só de booties e experiências anais, Álex colocou a buceta num pedestal, reverenciando-a de mil maneiras, com os dedos, acariciando-a, olhando para ela como se fosse a primeira vez, beijando-a e lambendo cada milímetro de sua extensão. Era uma das vulvas mais lindas que ele teve o prazer de reverenciar, depilada perfeitamente rente, macia como veludo, branca como a pele das pernas dela e de sabor delicioso. Cada cantinho da buceta de Serena foi tratado de forma reverencial pelo homem, satisfeito com o cheiro e o sabor que a xota da namorada tinha naquela noite, banhando-a com a própria saliva.
O homem se ajudou com os dedos para separar os lábios macios de carne e notou que do furinho de mijar uma pequena gota dourada escorreu, e ele, oportunista como era, a capturou com a língua. Em seguida, lambeu com força, profundamente e devagar, desde o furinho molhado e escorrendo até o ponto mais sensível, o clitóris.
Desde beijos kalenses até chupões nos mamilos, passando por um anilingus até um cunnilingus, cada ponto vital no sexo tinha sido revisado e Serena estava a caminho do dez, só faltava a prova final. Enquanto beijava aquela boca atrevida, as mãos fortes e grandes percorreram seu corpo e pararam nas nádegas, que apertaram por vários segundos, quando esfregou a fenda úmida de suor (aquele vestido elaborado era quente pra caralho) entre as duas, percebeu que ela tinha um plug anal, pelo formato, era aquele que ela costumava usar e que tinha sido presente de uma comerciante ousada.
Sem parar de enfiar a língua na boca da kalense (pela enésima vez, é quase uma cena repetida centenas de vezes, mas era assim mesmo), brincou com o plug dentro do cu, girando ele como um analógico de videogame, quase tirou, enfiou de novo, girou, apertou e repetiu aquele combo gostoso que fazia as bordas curvas do brinquedo roçarem as paredes do cu.
— Quando a gente trabalhar, queria tirar esse mesmo plug e levar pra boca da sua parceira. — Quebrou o silêncio verbal o Álex, com a ferramenta de carne ereta a 70°, tão dura que estava a centímetros de encostar no próprio umbigo.
— Já sabe quem vai ser a sortuda de provar o plug direto do meu bum?
— A Duke tá considerando algumas opções, por enquanto prefere manter segredo. — Ele falou. — O que não é segredo é que eu acho que você tá pronta. Tô certo?
— Sim, vamos nessa, enfia no meu cu. — Aceitou sedutora.
Álex largou a cama pra pegar lubrificante anal e, de um jeito obsceno, banhou o próprio pau com um fio dourado que caiu do frasco até deixar ele brilhando como mármore recém-polidinho. O homem observou a amada, notando que o motivo das luzes de neon que iluminavam o quarto e ela era a boate onde se conheceram.
— Te conheci sob luzes parecidas quando você esbarrou em mim sem querer, foi no acidente mais lindo que o destino podia ter colocado no meu caminho.
Era estranho ouvir palavras tão poéticas de um homem enorme como uma estátua, nu e com o pau dourado de lubrificante.
— Que mancada a minha, pensei que ao trombar em você você fosse ficar puto e no final acabou se apaixonando. — Serena piscou um olho, lisonjeada, enquanto tocava o falo oleado e esfregava os abdominais e os peitorais com o óleo, deixando o peito dele brilhando como se fosse uma divindade. — Vamos nessa, fode minha buceta do jeito que você quiser, não vamos enrolar mais.
Serena se deitou, abriu as pernas e as segurou com os braços, deixando exposta a vulva brilhante por causa dos seus sucos e da saliva do cunnilingus, embaixo, o alvo, o buraco onde finalmente o pau dele podia mirar até se perder nele, se fundir nele, finalmente, o imenso pau dele estava diante das portas do paraíso.
Alex pegou o brinquedo sexual e foi tirando ele aos poucos, vendo como o anel de carne rosada se dilatava para expulsá-lo, e imediatamente, uma vez livre do plug, se fechou de novo formando um furinho apetitoso, apertado, inocente e virgem, pronto pra ser sodomizado.
O sexo do homem e o sexo dela (ou, melhor dizendo, o sexo dela)B) foram apresentados. Embora lubrificado e brilhante, o tamanho do pau fazia duvidar que fosse entrar fácil. O asterisco rosado de Serena era uma simples fenda menor que a menor moeda.
O homem percebeu que ela precisava estar totalmente relaxada e introduziu um dedo molhado. Embora a espera tivesse sido eterna, não teve problemas em enfiar o dedo por alguns minutos até sentir o ânus e suas paredes internas mais relaxadas.
Alex tirou o dedo e, dedicando um olhar de desejo à sua namorada, levou-o à boca: — Agora sim, você está pronta, lá vai…
Serena aceitou seu destino, levantou um pouco mais as pernas para deixar a bunda virada na diagonal para cima, e Alex começou a roçar o asterisco contra a glande, empurrando cada vez um pouco mais. A Kalense fechou os olhos sabendo que a penetração era iminente. Por fim, depois de tanta brincadeira prévia, mirou no centro do ânus e empurrou com força até que o óleo fez seu trabalho e permitiu que ele entrasse na cavidade anal.
Centímetro por centímetro, sua enorme e dura pica foi ganhando terreno dentro do cu dela, fazendo-a sentir as paredes dilatarem ao máximo e a glande abrir cada porta interna rumo ao seu mais privado e inexpugnável interior. Alex estava dentro onde nunca havia estado.
Capítulo 49. Estreando perversões
Se o sexo anal fosse uma estrada e cada vez que o Álex enfiasse o pau naquele órgão fosse um passo, graças à carreira dele e à sorte, ele já tinha percorrido quilômetros nessa trilha proibida pra muitos e divina pra todos. O ator premiado nunca tinha demorado tanto pra preparar uma rota como aquele caminho secreto da Serena. Ele tinha tomado o tempo dele, tomado todos os cuidados e finalmente tinha a recompensa merecida.
A cabeça do pau beijou o cu bem no centro e foi passando, sentindo o abraço quentinho do anel, recuando e avançando de novo e de novo, mas cada vez entrava um pouco mais. O cara experiente sabia que a cabeça ia marcar o caminho e, assim que entrasse por completo, ia começar o tal do anal.
- Vai logo, não me faz esperar tanto. – Sussurrou a Serena de olhos fechados, toda suada e transpirada de tanto segurar as próprias pernas e manter cada parte do vestido no lugar. – Mete logo no meu cu…
- Não seja tão impaciente, vai entrar a qualquer hora. – Disse o Álex, ainda curtindo o beijo do cu cada vez que envolvia a cabeça do pau dele. O óleo tinha funcionado maravilhosamente e facilitava a entrada, era questão de decisão, a qualquer momento o aríete dele ia violar a última fortaleza que ainda tava de pé.
O Álex segurou as duas pernas da Serena pelos tornozelos, olhou nos olhos dela, toda suada, ofegante, e viu a transformação na cara dela quando empurrou com a bacia o pau dele pra dentro do cu dela. A kalense fechou os olhos e soltou um gemido suave e prolongado enquanto a cabeça do pau se abria caminho dentro do corpo dela.Aaaaahuuuum… - Soltou a primeira e, cada vez que o quadril do homem começava a se mover pra penetrá-la. A glande oleada abria caminho com facilidade e batia nas primeiras barreiras. Poucos sabiam que o percurso do pau dentro do cu era limitado pela experiência da mulher e que ela precisava relaxar suas portas internas se quisesse deixar ele entrar por completo.
De qualquer forma, mesmo com o membro entrando num quarto, Álex estava emocionado. Ali estava sua Serena, de olhos fechados, em transe, gemendo de forma monótona enquanto era penetrada. O suor escorria pela testa brilhante dela e os peitos, escapando do vestido, balançavam fazendo os bicos girarem de um jeito gostoso.
Depois de uns minutos de penetração intensa, onde o óleo parou de fazer efeito como se tivesse fervido com a temperatura do atrito, Álex amenizou o anal descendo pra beijá-la com paixão. Envolta nos braços fortes do homem, enquanto era penetrada pela ferramenta de aço presa no quadril pesado dele, que subia e descia enterrando tudo, ela curtiu beijos apaixonados tanto nos lábios quanto no pescoço, nos seios e até nas axilas. O calor começava a tomar conta do ambiente, compartilhando cheiros mais que excitantes, e o homem, aplicando umcombate corpo a corpoembriagou-se com o sabor e o cheiro que o corpo da sua amada exalava.
Embora as posições variassem, Álex não tirou o pau do cu nem por um instante; entre uma transição e outra, dava uma pausa de alguns segundos e continuava socando o buraco de forma lenta, profunda e constante. Parecia um motor que tinha engatado uma marcha e não tinha botão de desligar. Fizeram isso com Serena de lado e Álex abraçado a uma das pernas dela, com a deliciosa vista de uma das tetas caindo sobre a outra, roçando a cada balanço no impacto dos corpos.
Também se aventuraram numa posição tão clássica quanto severa, com a jovem apontando para cima com a bunda na posição deGrowlitheE o homem, sobre ela com as pernas apoiadas na altura do pescoço, penetrando-a de cima arqueado formando uma ponte com as costas, dessa vez, indo mais longe do que antes. A cada descida sentia seu membro colossal entrar uns 50%, o que, por ser o primeiro anal dela, era um puta bom sinal. Embora o cu dela fosse bem apertado, mantendo o couro curtido esticado assim como as paredes internas, ele abria caminho desafiando as leis da anatomia.
- Pode descansar quando quiser, tá indo muito bem, não achei que ia manter ele dentro da sua buceta por mais de vinte minutos. – Disse ele de cima sem parar de meter contra as nádegas dela.
- Não… não…ah, ah, uuuh—, não precisa descansar, eu gosto… muito… — disse com a respiração ofegante. Álex afastou os cabelos dourados dela para ver o rosto e, de fato, parecia estar curtindo.
— Então você gosta? Gosta que eu enfie no seu cu bem apertadinho? — Ao terminar a pergunta, agarrou as nádegas dela e as separou para ver os contornos avermelhados do ânus, dilatados a ponto de terem a circunferência de um pulso masculino.
— Eu gosto… quando sai… dói… quando você entra. — Falou com dificuldade. — É uma relação de amor e ódio, eu gosto, eu gosto.ah, aaah, aaah, uuuhmÁlex foi tirando o pau devagar, deixando só a ponta da cabeça pra dentro, uns poucos centímetros, e aí meteu tudo de novo. De ter quase fora, passou a ter quase tudo dentro. Continuava entrando até a metade, o que ainda o surpreendia.
— Pra ser sua primeira vez no cu, é uma porra de um cu bom pra caralho. — Sussurrou o homem, sem deixar de manter as nádegas tensas.
— Aah, ah, ahespera…ah, ah, ah,Valeu… a pena. – Disse com dificuldade.
Sentir os interiores mais secretos de Serena abraçando o pau dele em cada centímetro encheu o homem de prazer desde o começo. Nunca tinha se esforçado tanto pra captar as sensações que o pau dele lhe dava, talvez só na primeira vez que comeu ela por trás, numa ocasião distante.
Foi quando mudaram de posição, dessa vez com Serena deitada de bruços, com a barriga colada no colchão e abrindo a bunda com as mãos, que ele mostrou os primeiros sinais de derrota. Não era à toa, já tinha mais de meia hora que o cu dela tava levando um castigo merecido. Era se colocar no lugar dela: nenhum buraco de saída tão pequeno, recebendo um cilindro venoso de carne dura, poderia sair ileso.
- Alex… arde, arde muito. – Sussurrou com medo debaixo do homem, quase afundada na cama. – Sinto minha bunda muito quente, como se tivesse queimando por dentro.
- Tá bom, vou tirar, podemos dar uma pausa, você merece, love. – Aceitou Alex, satisfeito com a duração, sabendo que não precisava abusar dahospitalidadeda sua amada. Além disso, não tinha se enganado, a temperatura interna daquela bunda febril, por causa do atrito constante, tinha aumentado de forma exponencial a cada minuto.
- Pode gozar se quiser, assim a gente fecha o anal, se não tiver gozada não tem ponto final. – Propôs a jovem intrépida. – Depois posso te dar um show de intervalo que eu estava preparando.
- Adoro a ideia, vou gozar, a primeira de muitas gozadas que vou deixar no fundo do seu bum.
Muito devagar, mais do que antes, ajoelhado, apoiou as mãos nas nádegas macias de Serena e, com o olhar fixo no seu pau saindo do portal, recuou o tronco deixando a glande lá dentro. Em seguida, masturbou o tronco por alguns segundos e, concentrado em dar toda a sua porra de homem, relaxou e, sem tirar os olhos do anel de carne dilatado, viu seu tronco pulsar ao gozar, revestindo as paredes retais com sua porra quente.
Foi uma gozada longa e generosa, ele sentiu o sêmen inundando a cavidade, formando uma poça onde seu pau estava dando um mergulho de verão. Ela também sentiu o presente do parceiro escorrendo para dentro, provocando um cócegas curioso enquanto a maré branca e espessa encontrava seu lugar na cavidade mais profunda dela.
Como se fosse a tampa de uma garrafa, Álex removeu a glande enorme e, de fato, atrás da boca da garrafa, dava para ver um conteúdo cremoso e esbranquiçado que enchia o buraco até a borda e que, se não fosse pela posição de Serena (de bruços), vazaria com violência.
- Uma das coisas que amo no anal e em gozar dentro é que o sêmen é absorvido muito mais rápido do que indo para o estômago ou chegando ao útero. Sinto que deixo um presente que é parte do meu corpo e vira parte da presenteada quase na hora, em pouco tempo todo esse sêmen vai ser absorvido e vai estar dentro de você.
Álex enfiou o dedo sentindo o sêmen bem quentinho. repouso, se esfregando nele e, ao tirar, levou à boca de Serena que, satisfeita, aceitou o presente chupando o dedo com sêmen vindo do cu dela.
- Tá bem quentinha, e cheira a mim. – Disse num sussurro, se lambendo, sem sair da posição, talvez porque tivesse ficado dolorida demais pra se mexer. Nem ela nem ele perceberam a magnitude do que tinham feito; tinham concretizado um anal perfeito e, sem perceber, ambos avançaram pro próximo nível.
- Tô com muita dor. Será que rompi? Será que você quebrou meu cu? – Perguntou Serena, forçando a voz pra parecer mais nova do que era.
- Tá tudo bem, você vai se recuperar... – Mentiu Álex, admirando sua mais recente e melhor obra. O cu tava irreconhecível, avermelhado, dilatado, igual à boca de umGoldeentomando uma baforada de ar. Apesar da iluminação fraca, dava pra ver o interior vermelho e cheio de nós, com vestígios dourados do óleo entre as dobras e, claro, a lagoa leitosa que ia do início do cu até o escuro lá dentro. A substância, devagar e como se tivesse vida própria, tinha se aninhado bem no fundo da bunda da Serena, e não dava pra ver até onde chegava.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., diabos, você aguentou como uma campeã, não acredito. – Disse ele, surpreso, sem tirar os olhos do cu latejante da kalense, ofegante mesmo tendo ficado imóvel o tempo todo.
– Não confiava em mim? – Ela virou-se com cara de brava, mostrando que já tinha se recuperado.
– Claro que confiava! – Ele se desculpou, quase assustado por quebrar o clima. – É que não achei que ia ficar mais de meia hora com ela enfiada, você superou minhas expectativas.
– Falando em expectativas, te prometi muito mais que um anal, deixa eu pegar um pouco de água na cozinha e preparar o show do intervalo que te prometi.
– Excelente. – O homem aceitou, se acomodando e acendendo um cigarro, vendo Serena sair do quarto com uma careta de dor, arrastando aquele vestido de artista todo desmantelado. – Já pode tirar isso, love, foi um detalhe lindo, mas você tá suada que nem numa sauna.
– Não se faz de preocupado depois do que me fez, tô com dor até no estômago por dentro. – Ela reclamou, tocando a barriga, pegou um travesseiro e jogou nele.
–Ei.! Isso é jeito de tratar seus mais velhos? Além disso, parecia que você tava curtindo igual uma putinha.
- Desgraçado, fico tão aberta que já não fecha mais. – Disse com raiva fingida, feito uma menina mimada antes de sumir do quarto, deixando o homem satisfeito sozinho com seu outro vício, se perguntando o que sua amada estava tramando.
Diferente de outras vezes, Alex não teve muito tempo pra ficar imaginando os planos da artista. Depois de beber um bom gole d'água, tirar o vestido e pegar seusurpresa, entrou no quarto de repente e tapou os olhos dele com a fita que usou como cinto antes que ele pudesse ver alguma coisa. Ele só conseguiu notar de relance que ela estava nua, sem dúvida mais aliviada por estar livre daquela roupa toda.
— Tá pronto pro show? Vim acompanhada. — Falou enquanto terminava de amarrar a fita, deixando a cara dele igual a de um ninja.
— Trouxe a Shauna de novo? — Ele se animou, fazendo uma careta boba. Ouviu o som característico que as pokébolas fazem ao liberar seus hóspedes e soube que estava prestes a presenciar algo mais intenso que um ménage entre humanos. De repente, a cama ficou mais pesada.
— Vai fazer comHipnoNa minha frente? – Pergunto ainda com a visão bloqueada pelo corpo da sua amada.
- Você não se cansa de estar errado?HipnoÉ muito mais pesado e não seria tanta surpresa fazer isso com ele a essa altura.
Serena desamarrou a fita dos olhos dele e viu um Pokémon que não esperava, embora fosse uma opção lógica. Ela vinha preparando ele aos poucos, em fogo baixo, deixando-o observar a nova faceta de sua treinadora e a intimidade que teve com seu amado capítulo por capítulo. Alex se perguntou o quão preparada poderia estar a raposa de fogo Braixen, ela parecia um tanto surpresa por estar ali, diante do homem mastodôntico nu e de sua treinadora também nua.
Ali estava o Pokémon observador das últimas aventuras, sem ousar participar de nenhuma, com sua característica pelagem amarela (na cintura, testa e bunda), branca (no rosto, peito, braços) e escura (nas patas), além de pelos laranja-fogo nas orelhas e na ponta da bunda. Com pouco mais de um metro de altura, Alex começava a ter pensamentos pervertidos, como quanto do seu membro poderia entrar ou até onde Serena se animaria a fazer com seu Pokémon inicial.
A garota de Kalos engatinhou com a bunda recém-estreada para cima em direção ao seu homem, fazendo a cama ranger, e lhe deu um beijo sonoro e molhado. Quando terminou, convidou seu Pokémon a imitá-la.Vamos, chegou a hora, o que a gente planejou esses dias…Não era o que o Álex esperava pra aquela noite, nem pra vida dele. Ele nunca tinha beijado um monstro de bolso, assim como ela com certeza também não esperava que uns vinte e tantos centímetros de pica entrassem de sola por trás. Então ele podia dar uma relaxada nas exigências e viver umas experiências novas e proibidas.Braixenavançou junto com sua treinadora (sendo bem mais leve, quase não fez barulho na cama) e, na frente do homem, o observou com curiosidade.
- Bom, nós dois chegamos até aqui, seria uma pena desistir agora. – Curiosamente, a foxy de fogo entendeu e o beijou.
- Tá bem, como a gente treinou… – Sussurrou Serena, descendo pra cuidar do pau do homem com a boca.
O hálito e o gosto da boca do pokémon transformavam o beijo numa experiência muito erótica; talvez em outro contexto fossem sensações desagradáveis, mas ali na cama, com sua amada observando tudo (a ponto de chupar a rola dele), eram sensações das mais excitantes, que estavam fazendo ele recuperar as medidas características do pau. Também foi curioso sentir os caninos afiados e a língua meio achatada e alongada cutucando a boca dele quase até a garganta.
Alex se deixou levar e começou a acariciar a pelagem daBraixenenquanto uniam suas bocas, ou melhor, boca com focinho se unia entrelaçando línguas. O pelo era macio e comprido, seu corpo leve cheirava muito bem e tinha uma temperatura bem elevada. A saliva dela também estava alguns graus mais quente que a de Serena.
Quando o homem absorvia toda essa informação e se deixava levar pelo beijo mais proibido da sua vida, Serena envolvia a glande dele e começava a chupar enquanto balançava a cabeça, cuidando do pau dele com devoção. Ele tinha esquecido de lavar a ferramenta no meio tempo, mas mesmo assim Serena fazia um boquete nele apesar da higiene duvidosa, afinal, há poucos minutos ele estava furando o cuzinho dela.
Serena agarrou o tronco venoso da base, novamente endurecido, e tentou engolir tudo, sem tirar os olhos do seu amado acariciando sua pokémon mulher inicial enquanto pareciam trocar saliva com beijos de língua de fora. Álex não demorou para percorrer o corpo deBraixenchegando nas coxas dela com facilidade, dali, quase sem escalas, apalpo a pequena buceta. Era macia e com uma pelagem curta, não muito diferente das mulheres sem depilar que optavam por uma estética mais natural. Assim como a boca dela, a temperatura entre esses lábios aveludados era alta, Álex pensou que se fosse inverno essa pequena vulva exalaria um vaporzinho como se fosse bafo de boca.
A putinha deixou esfregar a buceta fumegante dela por uns minutos e também não soltou nenhuma reclamação quando eu levantei os dedos e apalpei o cu dela. Era um pequeno nó de couro sem pelo que mal se destacava da pele. Tinha ele tão apertado que até enfiar um dedo devia ser difícil, Álex não tentou, embora tenha curtido esfregar ele enquanto continuava metendo a boca no focinho ardente dela.Braaa, braa, braaaixeen… - Gemeu com os olhos fechados e um fio de saliva quando o Álex enfiou um dedo na bucetinha dela.
- Cê tá gostando?BraixenVocê tem uma bucetinha pequena e delicada, me surpreende que você não seja virgem. Quem foi o sortudo? – Ele sussurrou, sentindo a temperatura elevada da bucetinha dela com o dedo indicador enquanto esfregava o ânus dela com o polegar.Aixen, Braixeen- É mesmo?Rhyhorn? Pensei que teria sidoPangoro. Interessante. – Assim como acontecia quando os pokémon criavam laços fortes com seus treinadores, o Alex e a raposa do deserto já se entendiam perfeitamente.Mmmque delícia que ela tava, quentinha do jeito que eu gosto, meio fedidinha, mas não tenho direito de reclamar já que foi culpa minha, né? – Serena quebrou o silêncio, lambendo o tronco da base até a glande, deixando ele brilhando de saliva. – Tá curtindo a pokefília? Tô te vendo bem concentrado.
O homem demorou pra responder, uma lembrança do passado bateu nele como se umHaunter- Sem dúvida é algo único, agora entendo por que uma mulher rica me ofereceu uma grana pra transar comigo.Nidorino, é um mundo inteiro pra descobrir e eu percebo que não tirei um tempo pra conhecê-lo. – Confessou numa pausa, olhando praBraixenobservando ele com olhos brilhantes.
- Você não me contou sobre esses episódios! - Disse ela enquanto passava do modo oral para o manual, ouvindo com atenção o seu homem. - Fico pensando quantas coisas ainda não sei…
- Ainda tenho muitas coisas pra te contar, embora não haja muito o que dizer sobre esse episódio.
- Tô te ouvindo, ou melhor, a gente tá te ouvindo, né?BraixenQuer ouvir uma historinha picante pra dar uma respirada antes de continuar?Bra... Braxileiro– Aceitou.
– Ela se chamava Graça, era uma mulher rica que treinava um...Pidgeottoe a umWigglytuffNa rota 15, a leste da Cidade Fúcsia, ela usava uma minissaia lilás colada no corpo, lembro disso muito bem... também uma bolsa cara pequena e um cabelo de salão, esperava por treinadores desafiadores como costumava acontecer antigamente.
Tanto a Serena quanto o Pokémon dela ouviram com atenção.
- Ela me disse que precisava de um descanso de tantas batalhas e que preferia me pagar sem lutar, pensava em me pagar adiantado por outro tipo de trato. Não entendia por que ela ia querer me dar dinheiro naquela época e fiquei muito confuso quando ela disse que só queria o meu.Nidorino, recém-evoluído por um tempo… aceitei pela grana, achando que ele queria emprestado pra lutar contra algum treinador, fui muito ingênuo.AhporDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, já vi por onde a mão vai.
- Sem saber o que ela tramava, me levou pra casa dela na Cidade Fúcsia, me deu a grana combinada, ofereceu mais comida do que a gente conseguia comer, mandou a gente tomar banho e, já de noite, ela comeu a gente.NidorinoPor várias horas no quarto dela na minha frente, me deixando ver tudo, desde que eu não interferisse. Sempre que precisei de grana, visitei ela no lugar de sempre na rodovia 15 e de lá fomos pra casa dela repetir o esquema. Ela sempre me pagou muito bem.
- O que aconteceu quando ela evoluiu praNidoking? – Perguntou ela, feita uma luz. Álex sorriu diante de uma pergunta tão boa.
– Pedi o triplo do dinheiro e ela aceitou, ficou três dias com o Bulldozer e, como já estava na idade, me deixou participar pela primeira vez sem saber que aquela seria nossa despedida. Gracia não voltou pra Rota 15 e a casa linda dela foi colocada à venda quando quis voltar uns meses depois. Fiquei sabendo, depois de procurar sem sucesso, que ela aceitou um trabalho de modelo em Hoenn. O Bulldozer sentiu falta dela por anos, mesmo estando em excelente forma, ficou tão destruído que perdeu nove lutas seguidas, sendo que tinha perdido só cinco na vida inteira.
A dupla de fecútis desencontrados ficou muito surpresa com a intensidade do relato. Também era admirável como o homem conseguia resumir uma história daquelas com tanta maestria.
– Não acredito, é uma história muito linda e triste! – Exclamou Serena. – Coitado do Dozy! No fundo, é igual a você, por trás dessa aparência bruta e intimidadora tem todo um sentimental.Bra, bra, iiixen, braixen!- Bom, essa foi minha pequena história com a pokefilia, eu era novo e fiquei impressionado no começo, mas minha enorme ereção me ajudou a superar e curtir o espetáculo. Aquela mulher era louca, vi ela fazer coisas com meuNidorinoque eu nem sequer tinha imaginado.
- ¡Uou! E eu que achava que era uma metida. – Como sem perceber, a mão dela tinha voltado a masturbar ele e o rosto se aproximava do pau do Álex. – Essa mulher é uma inspiração total, sem dúvida tô muito atrasada e tenho que me atualizar.
- A gente continua mais um pouco, pequena? Se a sua treinadora me permitir... – Álex colocou uma mão nas coxas macias dela.Braixenpronto pra continuar construindo novas histórias, inspirados pela obra provocante de Gracia e suas noites de putaria.
– Como é que vou recusar? Adoro ver vocês dois tão juntinhos, formam um casal lindo. – Aceito. – Aliás, me veio uma ideia genial.
Serena se posicionou ao lado do Álex e sussurrou algo no ouvido dele. A vadiazinha mexeu as orelhas peludas tentando escutar.
– Espera, o quê? Sério que você quer fazer isso? – Disse o homem, todo excitado com a proposta. De novo, como sempre, Serena o colocava numa montanha-russa sem fim de surpresas e prazer. Aquela mina que tinha metade da idade dele tinha o segredo pra sacudir o chão dele e virar o mundo dele de cabeça pra baixo.
– Vamos fazer isso, solta o coitado do Dozy, quero fazer ele esquecer aquela mulher.
Continua…
Valeu por ler! O próximo capítulo vai ser um dos mais intensos, não só vai ter um quarteto metade humano metade pokémon, como também pretendo contar a história de uma pokegirl que volta pra trama. Tamo entrando numa nova contagem regressiva, dessa vez, até o primeiro vídeo da Serena.Se curtiram, sejam legais e mostrem apoio dando nota e comentando, não sejam Rattatas e não mandem só pra favoritos, por favor, escrever histórias não é coisa de uma hora e vocês tão recebendo de graça. Se não curtiram, claro que entendo não darem pontos ou comentários.
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