Volto aqui com a continuação dos meus relatos, desculpa pela demora, mas por causa da covid... não consegui escrever nada (fiquei internado no hospital). Em horas assim, me arrependo de ter um desktop e não um notebook haha. Infelizmente, as enfermeiras não eram como vendem no pornô... brincadeiras à parte, vamos continuar:
Depois da primeira noite com meus tios de férias na nossa casa; eu esperava acordar com a Eva ou a Chloé agarradas no meu pau, uma ou as duas... mas não foi assim, acordei sozinho e tranquilo, até melhor, porque com tanta gente é melhor não arriscar muito... me vesti pra sair pra correr e continuei com minha rotina de exercícios. Ao sair de casa pra correr, fui com cuidado, já que fui o único a acordar tão cedo. Como já tinha retomado o hábito de correr, aguentei um bom tempo, tanto que quando voltei pra casa já encontrei todo mundo acordado, só faltavam meu pai e minha tia; me disseram que foram comprar churros com chocolate. A Eva e meu tio estavam conversando na sala e decidi não atrapalhar, fui direto tomar banho. Resolvi tomar um banho sem pressa, no passado eu teria me dado um gostinho e me masturbado no meio do chuveiro, mas depois do que rolou com a Eva e a Chloé no dia anterior, não tava tão na seca pra fazer isso. Me vesti pra ficar em casa, confortável mas sem chamar muita atenção, e quando terminei e desci pra sala, meu pai e a Chloé já tinham voltado. Sentamos todos na mesa pra tomar café, a Chloé brincou dizendo que eu ia engordar o que tinha queimado correndo naquela manhã, muito engraçada, mas ninguém riu tanto quando ela mencionou que se eu tivesse namorada ia perder tudo de novo, porque nessa idade a gente fica o tempo todo na cama... não sei se foi uma indireta pra mim ou não, mas seguimos como se nada tivesse acontecido.
Meus pais, junto com meus tios, decidiram descer os churros dando uma volta a pé, só caminhar sem pressa... o que deixaria a casa completamente vazia por um bom tempo. Eu recusei a proposta porque já tinha corrido, e a Eva também, disse que não tava muito a fim. A Chloé sorriu enquanto olhava pra gente e deu uma força, não deixando nossos pais tentarem convencer a Eva a sair com eles. Não foi surpresa que, assim que meus tios e pais saíram de casa, a Eva espiou pela janela e... ver como elas se afastavam, ela veio até mim e me jogou uma daquelas blusinhas tão soltinhas que ela costumava usar em casa. Quando tirei a blusa dela e coloquei no sofá, a Eva já estava pronta pra me jogar o sutiã. Eu desviei, e ela se jogou em cima de mim, com tanta força que me derrubou e começou a me beijar enquanto se agarrava com as duas mãos na minha camiseta. A gente ficou um tempão se beijando no sofá, a Eva por cima, bem agarradinha em mim, e eu debaixo dela, passando a mão na coxa dela com uma mão e nos peitos com a outra. A Eva se levantou e puxou eu, já de pé, me puxou pelo braço na direção da escada. Eu parei ela de repente, me virei, peguei a roupa da Eva, caso meus pais e tios voltassem e vissem aquilo no meio da sala. A Eva deu uma risadinha, e eu comecei a dar empurrõezinhos nela pra cima. Lá em cima, a Eva foi na direção do meu quarto. Eu parei ela na hora e falei que não, que no meu quarto não dava porque tava tudo bagunçado, um caos. A Eva se virou e entrou no quarto dela. Quando ela virou as costas de novo, resolvi dar um tapão na bunda dela. Se ela ainda não tivesse com a calça jeans apertada, eu teria deixado minha mão bem marcada. A gente quase nunca transava no quarto da Eva, raramente... A Eva me jogou na cama dela enquanto tirava a pouca roupa que ainda tinha. Quando vi ela, resolvi fazer o mesmo. A Eva subiu em cima de mim o mais rápido que pôde. Assim que tirei a última peça, ela já tava em cima. Não sei se ela tava tão dominadora e excitada porque em breve a gente não poderia mais fazer aquilo... ou se ela só tava com tesão. Ela começou a me beijar do mesmo jeito que na sala, só que agora ela tava se esfregando e rebolando a bucetinha dela no meu pau. Não demorou nem um minuto pra Eva sentir meu pau empurrando forte contra a bucetinha dela. Ela baixou a mão e enfiou meu pau na boceta dela devagarinho. Quando ele tava completamente dentro dela, ela soltou um gemidinho e se deixou cair em cima de mim. Eu sentia os mamilos dela, completamente duros, roçando no meu peito. Ficou assim por alguns segundos e começou a se mexer devagarzinho, normalmente essa velocidade não durava muito, mas naquele dia ela aguentou um tempão naquele ritmo, nenhuma reclamação da minha parte, pra ser sincero... depois de um tempinho de investidas lentas e gemidinhos da Eva a poucos centímetros do meu ouvido; ela começou, agora sim, a me montar num ritmo bom, endireitou as costas deixando elas completamente retas e agora soltava gemidos bem altos enquanto olhava pro teto, eu mantive meus olhos fixos nos peitos da Eva pulando, decidi apertá-los com vontade com as duas mãos, o que aumentou os gemidos dela. A posição não mudou nada o tempo todo, gozei que nem um filho da puta dentro da Eva sem avisar ela, ela não parou de me montar, só gemia muito mais; provavelmente por sentir minha porra quentinha se mexendo lá dentro, não deu tempo de escorrer nem uma gota antes da Eva gozar em cima de mim. Por mais estranho que parecesse; nem uma gota da minha gozada nem da Eva caiu nos lençóis... A Eva se levantou com cuidado pra continuar assim e trouxe uma toalha que já tava pra lavar, me limpou com muito cuidado e depois se limpou. Achei idiota já que eu ia tomar banho do mesmo jeito... mas a Eva queria continuar... intenção frustrada porque enquanto ela se abraçava em mim de lado e não parava de beijar meu pescoço, ouvimos a porta abrir: meus pais e tios voltaram. Entrei rápido no chuveiro pra me lavar e limpar melhor a área onde a Eva gozou, saí o mais rápido que pude e entrei no meu quarto sem fechar a torneira já que a Eva ia tomar banho em seguida. Daí a pouco ouvi alguém subir, por sorte já tava tudo parecendo normal, a Eva tomando banho e eu jogando videogame no meu quarto, olhei pra porta e vi a Chloé entrar.
- Olha só, que fofo jogando... como se uns minutos atrás não tivesse fazendo algo "proibido" - disse a Chloé.
- Bom... algo foi feito, mas pro segundo "algo" foi interrompido hehe... - falei olhando pra Chloé de um jeito. picarona.
— Já sabia que iam fazer isso assim que saíssem... — a Chloé se aproximou de mim e começou a me cheirar toda.
— O que cê tá fazendo? — perguntei pra Chloé enquanto ela virava de costas e ia até um móvel.
— Nada... só consertar o erro que você cometeu... — disse Chloé, e começou a passar colônia no meu peito e pescoço.
— Tá tão na cara assim? — perguntei, estranhando, já que tinha me limpado bem onde gozamos.
— Sim, você cheira literalmente a sexo, não importa o quanto tenha se limpado numa área ou outra, teria que tomar um banho completo.
— Ok... valeu por ter percebido, sorte que a Eva já tá tomando banho direito.
— Bom, meu garotão, adoraria fazer você me engravidar aqui e agora, mas subi pra te avisar que sua mãe disse que em quinze minutos é hora do almoço.
— Recebido, e... o que tem? — perguntei.
— Pra vocês, pizza; pra gente... sua mãe disse que você não ia gostar: frutos do mar e peixe — disse Chloé, e ao terminar, virou-se e soltou uma última piada: vou te deixar com seu "video game" que você deve ter jogado esse tempo todo.
Continuei com o jogo, que literalmente tava jogando há uns três minutos... Uns dez minutos depois, ouvi a campainha. Era o entregador, trazendo a pizza pra mim e pra Eva. Não precisaram me chamar nem perguntar qual sabor eu queria; porque, por sorte, eu e Eva somos iguais nesse aspecto: pizza com carne moída e queijo, o resto é o que for... a gente não liga, desde que tenha carne, massa e queijo.
A Eva saiu do banho e eu atualizei ela sobre a comida e que já tava pronta. Eva ficou toda feliz, porque amava pizza tanto quanto eu. Dei um tapa na bunda dela, que só tinha uma calcinha pequena que quase dava pra considerar fio dental, e desci correndo. Na sala, encontrei a caixa e uma garrafa grande de refrigerante (muito provavelmente Booty, não lembro direito). Abri a caixa e enchi dois copos. Fiquei tentado a começar logo, mas não perdia nada esperando um minuto ou dois pela Eva. Sentei e esperei. Como esperava, Eva não demorou muito e entrou. No salão, já bem vestida, estávamos sozinhos porque tanto meus tios quanto meus pais estavam falando bem alto da cozinha — mesmo com a porta fechada dava pra ouvir tudo. Eva sentou na minha frente, esticou a mão e, enquanto pegava um pedaço, ouvi algo cair no chão. Poucos segundos depois, senti a sola do pé dela se esfregando na minha entreperna. Eva continuou comendo como se nada fosse, e quando via eu olhando pra ela, soltava uma risadinha enquanto dava de ombros, como se não estivesse rolando nada... Quando já estávamos no segundo pedaço cada um... eu tava com uma ereção do caralho e ouvimos a porta do salão abrir. Eva tirou a perna na hora e, meio apressada, tentava achar o chinelo com o pé. Meu tio entrou, cumprimentou a gente e sentou no sofá. Logo atrás veio a Chloé, que chegou perto de mim e levantou um pouco a toalha pra ver minha região da pica. Quando viu o volume escondido atrás da toalha, quis ter certeza do que tava vendo e não só uma dobra na calça... colocou a mão na minha pica e tentou achatar a "dobra", mas vendo que não conseguia achatar nada... começou a esfregar a mão. Não aguentou muito porque meu tio tava a poucos metros e, se olhasse pra trás, veria tudo claramente. Chloé me deixou de pau duro por uns segundinhos e foi sentar junto com meu tio, ficou abraçadinha nele e continuamos comendo como se nada tivesse acontecido. Por sorte, Eva não quis arriscar mais. Daí a pouco apareceu meu pai e, vendo que a gente já quase tinha terminado de comer, decidiu que a gente terminasse pra eles ocuparem a mesa toda quando a gente saísse. Depois de comer, Eva e eu guardamos a caixa, os copos e a garrafa. Não demorou nada pra eles encherem a mesa inteira de pratos e, como Eva e eu já estávamos empanturrados e não queríamos entrar numa conversa que não nos interessava muito... subimos pro meu quarto pra jogar um pouco de videogame. Pulei na cama e me deitei, e Eva se encostou do meu lado de um jeito bem carinhoso.
- Tô cheia mimosa... quero brincar com seu "controle" agora que a gente pode - disse Eva passando as mãos no meu peito.
- Ufff... tô cheio pra caralho, não me surpreenderia se nem subisse...
- Sério? acho que consigo dar um jeito...
- Até pode ser, mas me dá um descanso rapidinho... - falei fazendo carinha de pena.
- Ok, mas em troca... sei lá, você vai me dar uma hora inteira de beijos hoje à noite e não só isso, vai dormir na minha cama comigo - disse Eva enquanto passava um dedinho nos lábios.
- Cê tá louca? com todo mundo em casa?
- É isso ou eu te estupro aqui e agora... cê topa? capaz da pizza sair pelo mesmo lugar que entrou... não vou falar mais nada...
Me vi obrigado a aceitar, Eva seria totalmente capaz de fazer aquilo... A gente começou a jogar os dois, Eva bem grudadinha em mim, podia ser uma situação muito adorável e fofa... mas com o calor que tava, não dava muita vontade de continuar assim, achei estranho o pedido da Eva... dormir com ela? ok, isso não me surpreendia... mas ficar uma hora inteira só nos beijando? sei lá, parecia tempo demais pra só ficar se beijando. A gente foi jogando de boa, Eva colada em mim e eu ganhando como sempre. Passou um tempão quando do nada e sem aviso, entrou de supetão e gritando "peguei vocês!!!" a Chloé, pelo visto ela deixou os chinelos no começo da escada e subiu completamente descalça pra não fazer barulho.
- Já terminaram? ah... - disse Chloé.
- Não, só tamo juntinhos, não fizemos nada - falei.
- Que pena... e como ia me fazer bem seu leitezinho dentro de mim pra ser mamãe... mas só subi pra avisar que vocês se preparem pra sair.
- Sair? Pra onde... - perguntou Eva olhando pra Chloé com um olhar desconfiado.
- Bom, primeiro pros karts, seu tio queria paintball e seus pais praia, mas acho que pra agradar vocês dois ao mesmo tempo, melhor karts, né?
- Verdade... - respondi.
- E depois acho que lanchar alguma coisa, bom, tão avisados, tchau... - se despediu Chloé e voltou pra baixo.
Duvidei muito em Que a Eva gostasse de paintball e praia a gente já sabia... sem dúvida, um pouco de competitividade na pista ia ser bem melhor. A gente se vestiu melhor, porque o que a gente tava usando não só era pouco apropriado pra dirigir um kart... era roupa de ficar em casa, não é o tipo de coisa que você veste pra sair na rua.
A viagem já era de se esperar, meus tios no carro deles e a gente no nosso. Pelo visto, no caminho a Chloé tava entediada, porque começou a mandar pra Eva, pra minha mãe e pra mim um monte de fotos dela fazendo careta, uma atrás da outra. Depois de algumas fotos, resolvi mandar uma mensagem: "Valeu, mais material pra punheta... onde você mostra a língua, só preciso imaginar uma coisinha nessa boca." Chloé não demorou pra responder: "Você tem sorte que seu tio tá a menos de um metro de mim... se não fosse isso, eu te mandaria fotos pelada me tocando ou vídeos." Fiquei chocado, só de imaginar... Eva percebeu e riu. A próxima mensagem da Chloé foi: "Te deixei mudo? Aposto que já tá de pau duro só de imaginar." Por sorte a gente já tava estacionando, o estacionamento tava bem vazio, estranho, porque quando eu ia com meus amigos costumava estar mais cheio... uma pista de kart grande e ao ar livre no verão sem gente? Bom... melhor pra gente, pensei. Quando desci do carro e encontrei a Chloé, a primeira coisa que ela fez foi olhar pra minha virilha enquanto sorria. Entramos e vestimos os macacões, o dono começou a explicar um pouco as regras, dicas e como funcionava o kart, explicou um pouco da pista e como fazer algumas curvas. Eu ignorei ele completamente, e a Eva também... tanto eu quanto ela já tínhamos ouvido essa palestra várias vezes. Infelizmente, tanto a Eva quanto a Chloé... tavam meio estranhas com aquela aparência... se alguma fosse muito peituda e deixasse um bom decote, podia melhorar, mas nada. O importante era a rivalidade entre eu e a Eva sobre quem ia ganhar de quem, a gente tava pouco ligando pros outros quatro que tinham carteira de motorista, já Sabíamos de sobra que íamos ganhar deles, e não por pouco. Demos uma ou duas voltas de aquecimento e fomos pra linha de largada. Um cara que trabalhava na pista deu a largada meio sem vontade... Parece que a Eva queria dar mais emoção na corridinha, porque na primeira curva ela me deu um toque e nós dois fomos pra fora. A remontada era impossível, mas a rivalidade entre eu e ela continuou. Quem se deu pior na largada fui eu, o que dificultou muito eu ganhar dela, e no fim ela ganhou de mim por muito pouco. Já imaginava que, mesmo sem ter aposta nenhuma antes, a Eva ia me pedir alguma coisa em troca por ter ficado na minha frente. Depois dessa corrida, fizemos mais, só que dessa vez com mais gente (desconhecidos). Combinamos entre eu e a Eva que era melhor não ir tão na loucura um com o outro. Se ela quisesse me pedir algo por ganhar... que pedisse sem problema, e vice-versa, mas agora a gente tinha que ficar em primeiro, custe o que custar. E foi o que aconteceu: fomos um time. Depois de tantas corridinhas, a gente já tava meio cansado e decidimos ir lanchar. Fomos no mesmo lugar. Apesar de nos divertirmos pra caralho, tanto meus pais quanto meus tios estavam meio sérios e não paravam de conversar baixinho entre eles. Eu e a Eva não fazíamos ideia do que tava rolando, mas melhor não perguntar... podia ser algo sério ou alguma surpresa que estavam preparando pra gente. O resto da tarde, ou o pouco que restava, a gente passou dando um longo passeio pela região. Na hora do jantar, não fomos muito originais e pedimos num Burger King. Comemos na praiazinha onde ficava o Burger e, depois de uma longa hora conversando, fomos pra casa. Já em casa e de barriga cheia, não tinha necessidade de ficarmos todos juntos. Fui pro meu quarto ler um pouco, a Eva foi pro dela, e o resto foi jogar cartas na sala. Só tinha que esperar todo mundo dormir pra poder ir pra cama com a Eva e dormir com ela. O tempo passou, e quando vi que ninguém subia... Entendi que podia ser que não subissem cedo e ficassem brincando um tempão. Decidi ir pro quarto da Eva, fechei minha porta pra ninguém me encher o saco e não verem que no meu quarto ninguém dormia... entrei no quarto da Eva e fechei a porta atrás de mim. Eva também tava lendo um livro, a única diferença é que o livro dela não era eletrônico, ela tinha mais carinho pelos de papel...
- Já cheguei - falei enquanto me enfiava na cama dela, apoiando as costas e a cabeça na cabeceira e no travesseiro.
- Ok, me dá uns minutos pra terminar o capítulo, por favor.
- Tá interessante? - falei enquanto passava devagar minha mão por trás dela.
- Tô, falta pouco pra chegar num ponto onde posso parar... não me toca, me distrai - disse Eva ao notar que eu tava tocando um dos peitos dela.
- Ah... não é minha culpa que eu adoro tanto te passar a mão... é sua culpa por ser tão gostosa - falei no ouvido dela enquanto colava minha cara na dela feito um piranha muito carente.
Surpreendentemente, Eva ficou impassível com minhas provocações, mas quando chegou no final do capítulo, colocou o marca-página, fechou o livro de uma vez e colocou na mesinha dela. Na sequência, montou em cima de mim, envolvendo-me com as pernas, me segurou pelas bochechas com as duas mãos e começou a me beijar tão apaixonadamente que parecia que não me via há anos. Como prometi, eu estaria disposto a dar uma hora inteira de beijos, parecia muito pra ficar só nos beijos... mas era o que ela tinha pedido. Não passaram nem cinco minutos e eu já tava com uma ereção pronta e preparada pra foder a Eva. Interrompi um segundinho de beijo nela pra soltar um simples "tô com vontade de..." Eva me ignorou e voltou a tampar minha boca com os beijos dela. Senti uma das mãos dela sair da minha bochecha, seguida de uns movimentos estranhos na região das pernas dela. Eva tava tirando o shortinho dela e ficando só de calcinha. No processo, levei uns joelhadas involuntárias. Quando Eva tirou o short, puxou os meus Calça e cueca foram parar nos meus joelhos, e com um pé só, ele jogou tudo pros meus tornozelos. Com uma mão, ele afastou um pouquinho a parte da calcinha que cobria a bucetinha dela e, devagar, foi descendo o quadril, enfiando meu pau inteiro. Eva não parou de me beijar nem por um segundo e começou a se mexer bem devagar. Durante todo o tempo, não mudou o ritmo nem um pouco, assim como não parou de me beijar um segundo sequer. Entre o beijo interminável que ela me dava, a trepada que a gente tava tendo e o calor que fazia... a gente tava completamente suado.
Mesmo com a Eva me comendo tão devagar, acabei gozando sem dificuldade nenhuma. Quando percebeu, Eva enfiou meu pau inteiro e parou de se mexer. "Se quiser que eu continue me mexendo daqui a pouco, é só falar" — disse Eva, e continuou me beijando e acariciando meu rosto e pescoço. Não achei justo eu gozar e ela não, então desci minha mão seguindo o corpo de Eva e parei no clitóris dela, comecei a esfregar e com a outra mão enfiei por baixo da blusinha dela, ela não tava de sutiã nem nada, só a blusa que já tava por cima da minha mão, comecei a apalpar os peitos dela um por um enquanto ainda mexia no cuzinho dela com meu pau dentro. Entre os gemidos misturados com os beijos, dava pra sentir uma coisa quente saindo do cuzinho da Eva, no começo pensei que era meu gozo, mas não era grosso o suficiente, Eva tava completamente molhada. Eva aguentou assim por muito tempo, mas cedo ou tarde... consegui fazer ela gozar, esse foi o único momento em que ela parou de me beijar, porque pra segurar os gemidos ela quase mordeu meu pescoço e deixou a cabeça completamente caída no meu ombro depois de gozar. Ficamos um ou dois minutos completamente parados, eu com meu pau dentro de Eva ainda duro e ensopado, Eva abraçada em mim com a cabecinha no meu ombro e as mãos sem forças pra fazer nada. Eva levantou a cabeça depois de uns três minutos e ficou me olhando, eu soltei uma risadinha ao ver a cara que ela tava, o cabelo dela meio molhado como se tivesse acabado de correr uma maratona, o rostinho completamente vermelho, pode ser por causa do orgasmo ou do calor, mas com certeza pela primeira opção, mesmo assim Eva tirou a blusinha que mal tava dando calor e sem mudar de posição voltou a me beijar. Já tava um tempão naquela brincadeira e Eva mexia o quadril bem devagar, mas o suficiente pra que com um pouco de espera eu acabasse gozando de novo, Eva parou de me beijar por um instante ao sentir o jato de pressão dentro do cuzinho dela e meus leves e fracos Gemidos disfarçados. Eva me olhou, sorriu e me deu um beijinho na minha testa suada. Pode ser que a gente estivesse exagerando fazendo aquilo sem ar, ventilador ou nada parecido, já que estávamos um bagaço. No final, Eva parou quando percebeu que já estávamos há mais de uma hora daquele jeito. Olhou pro relógio na mesinha dela e me disse que ficamos assim quase uma hora e meia nos beijando quase sem parar, e três gozadas — das quais ela só percebeu duas. Eva se deitou ao meu lado e se afastou um pouco por causa do calor que a gente tava soltando. Começou a mexer a mão como se procurasse algo na cama e, quando encontrou a minha mão, apertou ela com força, entrelaçando nossos dedos.
- Ufa... queria ter isso em Madri... com um por semana assim, do seu lado, eu já ficava satisfeita - disse Eva.
- A gente tá um lixo, certeza... você pelo menos - falei enquanto olhava pra ela.
- Já imagino... sorte que a gente fez tudo bem quietinho... e minhas costas e pernas tão doendo de ficar nessa posição o tempo todo - disse Eva, levantando as pernas completamente esticadas e subindo e descendo sem parar, como se estivesse nadando.
- E por que você não mudou de posição, Eva? - perguntei, olhando pra ela enquanto afastava o cabelo do rosto dela com a mão que tava livre.
- Porque eu adoro ficar assim, é minha posição favorita - disse Eva, me dando um sorriso adorável.
- Acho que eles ainda tão lá embaixo jogando. A gente devia tomar banho e trocar os lençóis... tão no mesmo estado que a gente, ou pior.
- Ah... eu queria ficar assim a noite toda... mas se a gente fizer isso... duvido que a gente consiga dormir de tão grudento que a gente vai ficar. Toma banho você primeiro, e eu troco os lençóis. Se eles subirem e falarem alguma coisa, a gente diz que tá calor e que a gente tomou uma ducha fria.
Levantei depois de um tempo, já que não fazia mal ficar mais um pouquinho deitado, e fui tomar banho. Usei sabonete e shampoo como se fosse um banho normal (que era o que era), mas com cuidado e atenção. Se meus pais e meu tio aparecessem, eu diria que só tava tomando uma ducha por causa do calor. Quando terminei, entrei no quarto. apenas de Eva só de cuecas e Eva foi tomar banho, ela fez menção de querer me beijar mas parou na hora e sussurrou "melhor depois" e foi pro banheiro. Enquanto esperava já mais fresquinho, trouxe o ventilador que tinha no meu quarto e coloquei ele virado pra cama sem ligar ainda, por sorte depois do banho não tava mais tão quente. Eva terminou de tomar banho e diferente de mim, ela saiu completamente pelada do banheiro e entrou no quarto dela como se nada, mesmo com todo mundo ainda acordado e podendo dar de cara com meus pais subindo e ela saindo, fechou a porta e se deitou do meu lado e apagou as luzes. Tem certeza que quer dormir assim? a gente vai suar pra caramba essa noite... nós dois apertados na sua cama - falei pra Eva, mas ela me ignorou completamente, me deu um beijinho na boca e se agarrou forte no meu braço com as duas mãos enquanto apertava ele contra o peito dela, quase dava pra roçar os pelinhos que ela tinha em cima da bucetinha e ainda mais quando ela passou uma das pernas dela por cima das minhas e deixou ela largada em cima, no começo pensei que era brincadeira mas quando ouvi os roncos dela a ideia de que era brincadeira sumiu, parei de pensar nisso e me propus a dormir, relaxei o braço que Eva tava segurando e deixei minha mão cair da minha coxa na cama mas Eva tinha a outra perna tão colada em mim que caiu na coxa dela e agora sim eu tava tocando a bucetinha dela sem querer. Minha intenção era dormir mas... Eva completamente dormindo e exausta e minha mão ao alcance da bucetinha dela? não consegui resistir e comecei a enfiar com muito cuidado um dedo na bucetinha dela, comecei a masturbar ela bem devagar com um dedo só já que não queria acordar ela, só queria conseguir o que não demorou muito pra acontecer, Eva começou a falar coisas dormindo bem baixinho, começou falando meu nome e depois umas coisas tipo pra eu não parar mas o que mais me impactou foi ouvir ela dizer pra eu não deixar ela sozinha, pra não abandonar ela... sendo que era ela quem ia me deixar Por ter ido estudar em Madri, soltou um "desculpa" mais "não para" e um "te amo muito" perfeitamente compreensível, o que me pegou direto no coração. Continuei por mais um tempinho, não muito, porque senti que ia acabar acordando ela e também não queria que ela gozasse pra sujar os lençóis. Não deixei ela no meio, já que só fiquei um pouquinho, mas com certeza nos sonhos dela... ela terminou o que eu não consegui naquele momento. Tirei minha mão com cuidado, deixando ela na coxa dela, e com os olhos ainda fechados, parei de pensar em tudo que tinha acontecido e comecei a tentar, agora sim, pegar no sono.
Capítulo 18:http://www.poringa.net/posts/relatos/4401947/18-La-despedida-de-Eva-III.html
Depois da primeira noite com meus tios de férias na nossa casa; eu esperava acordar com a Eva ou a Chloé agarradas no meu pau, uma ou as duas... mas não foi assim, acordei sozinho e tranquilo, até melhor, porque com tanta gente é melhor não arriscar muito... me vesti pra sair pra correr e continuei com minha rotina de exercícios. Ao sair de casa pra correr, fui com cuidado, já que fui o único a acordar tão cedo. Como já tinha retomado o hábito de correr, aguentei um bom tempo, tanto que quando voltei pra casa já encontrei todo mundo acordado, só faltavam meu pai e minha tia; me disseram que foram comprar churros com chocolate. A Eva e meu tio estavam conversando na sala e decidi não atrapalhar, fui direto tomar banho. Resolvi tomar um banho sem pressa, no passado eu teria me dado um gostinho e me masturbado no meio do chuveiro, mas depois do que rolou com a Eva e a Chloé no dia anterior, não tava tão na seca pra fazer isso. Me vesti pra ficar em casa, confortável mas sem chamar muita atenção, e quando terminei e desci pra sala, meu pai e a Chloé já tinham voltado. Sentamos todos na mesa pra tomar café, a Chloé brincou dizendo que eu ia engordar o que tinha queimado correndo naquela manhã, muito engraçada, mas ninguém riu tanto quando ela mencionou que se eu tivesse namorada ia perder tudo de novo, porque nessa idade a gente fica o tempo todo na cama... não sei se foi uma indireta pra mim ou não, mas seguimos como se nada tivesse acontecido.Meus pais, junto com meus tios, decidiram descer os churros dando uma volta a pé, só caminhar sem pressa... o que deixaria a casa completamente vazia por um bom tempo. Eu recusei a proposta porque já tinha corrido, e a Eva também, disse que não tava muito a fim. A Chloé sorriu enquanto olhava pra gente e deu uma força, não deixando nossos pais tentarem convencer a Eva a sair com eles. Não foi surpresa que, assim que meus tios e pais saíram de casa, a Eva espiou pela janela e... ver como elas se afastavam, ela veio até mim e me jogou uma daquelas blusinhas tão soltinhas que ela costumava usar em casa. Quando tirei a blusa dela e coloquei no sofá, a Eva já estava pronta pra me jogar o sutiã. Eu desviei, e ela se jogou em cima de mim, com tanta força que me derrubou e começou a me beijar enquanto se agarrava com as duas mãos na minha camiseta. A gente ficou um tempão se beijando no sofá, a Eva por cima, bem agarradinha em mim, e eu debaixo dela, passando a mão na coxa dela com uma mão e nos peitos com a outra. A Eva se levantou e puxou eu, já de pé, me puxou pelo braço na direção da escada. Eu parei ela de repente, me virei, peguei a roupa da Eva, caso meus pais e tios voltassem e vissem aquilo no meio da sala. A Eva deu uma risadinha, e eu comecei a dar empurrõezinhos nela pra cima. Lá em cima, a Eva foi na direção do meu quarto. Eu parei ela na hora e falei que não, que no meu quarto não dava porque tava tudo bagunçado, um caos. A Eva se virou e entrou no quarto dela. Quando ela virou as costas de novo, resolvi dar um tapão na bunda dela. Se ela ainda não tivesse com a calça jeans apertada, eu teria deixado minha mão bem marcada. A gente quase nunca transava no quarto da Eva, raramente... A Eva me jogou na cama dela enquanto tirava a pouca roupa que ainda tinha. Quando vi ela, resolvi fazer o mesmo. A Eva subiu em cima de mim o mais rápido que pôde. Assim que tirei a última peça, ela já tava em cima. Não sei se ela tava tão dominadora e excitada porque em breve a gente não poderia mais fazer aquilo... ou se ela só tava com tesão. Ela começou a me beijar do mesmo jeito que na sala, só que agora ela tava se esfregando e rebolando a bucetinha dela no meu pau. Não demorou nem um minuto pra Eva sentir meu pau empurrando forte contra a bucetinha dela. Ela baixou a mão e enfiou meu pau na boceta dela devagarinho. Quando ele tava completamente dentro dela, ela soltou um gemidinho e se deixou cair em cima de mim. Eu sentia os mamilos dela, completamente duros, roçando no meu peito. Ficou assim por alguns segundos e começou a se mexer devagarzinho, normalmente essa velocidade não durava muito, mas naquele dia ela aguentou um tempão naquele ritmo, nenhuma reclamação da minha parte, pra ser sincero... depois de um tempinho de investidas lentas e gemidinhos da Eva a poucos centímetros do meu ouvido; ela começou, agora sim, a me montar num ritmo bom, endireitou as costas deixando elas completamente retas e agora soltava gemidos bem altos enquanto olhava pro teto, eu mantive meus olhos fixos nos peitos da Eva pulando, decidi apertá-los com vontade com as duas mãos, o que aumentou os gemidos dela. A posição não mudou nada o tempo todo, gozei que nem um filho da puta dentro da Eva sem avisar ela, ela não parou de me montar, só gemia muito mais; provavelmente por sentir minha porra quentinha se mexendo lá dentro, não deu tempo de escorrer nem uma gota antes da Eva gozar em cima de mim. Por mais estranho que parecesse; nem uma gota da minha gozada nem da Eva caiu nos lençóis... A Eva se levantou com cuidado pra continuar assim e trouxe uma toalha que já tava pra lavar, me limpou com muito cuidado e depois se limpou. Achei idiota já que eu ia tomar banho do mesmo jeito... mas a Eva queria continuar... intenção frustrada porque enquanto ela se abraçava em mim de lado e não parava de beijar meu pescoço, ouvimos a porta abrir: meus pais e tios voltaram. Entrei rápido no chuveiro pra me lavar e limpar melhor a área onde a Eva gozou, saí o mais rápido que pude e entrei no meu quarto sem fechar a torneira já que a Eva ia tomar banho em seguida. Daí a pouco ouvi alguém subir, por sorte já tava tudo parecendo normal, a Eva tomando banho e eu jogando videogame no meu quarto, olhei pra porta e vi a Chloé entrar.
- Olha só, que fofo jogando... como se uns minutos atrás não tivesse fazendo algo "proibido" - disse a Chloé.
- Bom... algo foi feito, mas pro segundo "algo" foi interrompido hehe... - falei olhando pra Chloé de um jeito. picarona.
— Já sabia que iam fazer isso assim que saíssem... — a Chloé se aproximou de mim e começou a me cheirar toda.
— O que cê tá fazendo? — perguntei pra Chloé enquanto ela virava de costas e ia até um móvel.
— Nada... só consertar o erro que você cometeu... — disse Chloé, e começou a passar colônia no meu peito e pescoço.
— Tá tão na cara assim? — perguntei, estranhando, já que tinha me limpado bem onde gozamos.
— Sim, você cheira literalmente a sexo, não importa o quanto tenha se limpado numa área ou outra, teria que tomar um banho completo.
— Ok... valeu por ter percebido, sorte que a Eva já tá tomando banho direito.
— Bom, meu garotão, adoraria fazer você me engravidar aqui e agora, mas subi pra te avisar que sua mãe disse que em quinze minutos é hora do almoço.
— Recebido, e... o que tem? — perguntei.
— Pra vocês, pizza; pra gente... sua mãe disse que você não ia gostar: frutos do mar e peixe — disse Chloé, e ao terminar, virou-se e soltou uma última piada: vou te deixar com seu "video game" que você deve ter jogado esse tempo todo.
Continuei com o jogo, que literalmente tava jogando há uns três minutos... Uns dez minutos depois, ouvi a campainha. Era o entregador, trazendo a pizza pra mim e pra Eva. Não precisaram me chamar nem perguntar qual sabor eu queria; porque, por sorte, eu e Eva somos iguais nesse aspecto: pizza com carne moída e queijo, o resto é o que for... a gente não liga, desde que tenha carne, massa e queijo.
A Eva saiu do banho e eu atualizei ela sobre a comida e que já tava pronta. Eva ficou toda feliz, porque amava pizza tanto quanto eu. Dei um tapa na bunda dela, que só tinha uma calcinha pequena que quase dava pra considerar fio dental, e desci correndo. Na sala, encontrei a caixa e uma garrafa grande de refrigerante (muito provavelmente Booty, não lembro direito). Abri a caixa e enchi dois copos. Fiquei tentado a começar logo, mas não perdia nada esperando um minuto ou dois pela Eva. Sentei e esperei. Como esperava, Eva não demorou muito e entrou. No salão, já bem vestida, estávamos sozinhos porque tanto meus tios quanto meus pais estavam falando bem alto da cozinha — mesmo com a porta fechada dava pra ouvir tudo. Eva sentou na minha frente, esticou a mão e, enquanto pegava um pedaço, ouvi algo cair no chão. Poucos segundos depois, senti a sola do pé dela se esfregando na minha entreperna. Eva continuou comendo como se nada fosse, e quando via eu olhando pra ela, soltava uma risadinha enquanto dava de ombros, como se não estivesse rolando nada... Quando já estávamos no segundo pedaço cada um... eu tava com uma ereção do caralho e ouvimos a porta do salão abrir. Eva tirou a perna na hora e, meio apressada, tentava achar o chinelo com o pé. Meu tio entrou, cumprimentou a gente e sentou no sofá. Logo atrás veio a Chloé, que chegou perto de mim e levantou um pouco a toalha pra ver minha região da pica. Quando viu o volume escondido atrás da toalha, quis ter certeza do que tava vendo e não só uma dobra na calça... colocou a mão na minha pica e tentou achatar a "dobra", mas vendo que não conseguia achatar nada... começou a esfregar a mão. Não aguentou muito porque meu tio tava a poucos metros e, se olhasse pra trás, veria tudo claramente. Chloé me deixou de pau duro por uns segundinhos e foi sentar junto com meu tio, ficou abraçadinha nele e continuamos comendo como se nada tivesse acontecido. Por sorte, Eva não quis arriscar mais. Daí a pouco apareceu meu pai e, vendo que a gente já quase tinha terminado de comer, decidiu que a gente terminasse pra eles ocuparem a mesa toda quando a gente saísse. Depois de comer, Eva e eu guardamos a caixa, os copos e a garrafa. Não demorou nada pra eles encherem a mesa inteira de pratos e, como Eva e eu já estávamos empanturrados e não queríamos entrar numa conversa que não nos interessava muito... subimos pro meu quarto pra jogar um pouco de videogame. Pulei na cama e me deitei, e Eva se encostou do meu lado de um jeito bem carinhoso.
- Tô cheia mimosa... quero brincar com seu "controle" agora que a gente pode - disse Eva passando as mãos no meu peito.
- Ufff... tô cheio pra caralho, não me surpreenderia se nem subisse...
- Sério? acho que consigo dar um jeito...
- Até pode ser, mas me dá um descanso rapidinho... - falei fazendo carinha de pena.
- Ok, mas em troca... sei lá, você vai me dar uma hora inteira de beijos hoje à noite e não só isso, vai dormir na minha cama comigo - disse Eva enquanto passava um dedinho nos lábios.
- Cê tá louca? com todo mundo em casa?
- É isso ou eu te estupro aqui e agora... cê topa? capaz da pizza sair pelo mesmo lugar que entrou... não vou falar mais nada...
Me vi obrigado a aceitar, Eva seria totalmente capaz de fazer aquilo... A gente começou a jogar os dois, Eva bem grudadinha em mim, podia ser uma situação muito adorável e fofa... mas com o calor que tava, não dava muita vontade de continuar assim, achei estranho o pedido da Eva... dormir com ela? ok, isso não me surpreendia... mas ficar uma hora inteira só nos beijando? sei lá, parecia tempo demais pra só ficar se beijando. A gente foi jogando de boa, Eva colada em mim e eu ganhando como sempre. Passou um tempão quando do nada e sem aviso, entrou de supetão e gritando "peguei vocês!!!" a Chloé, pelo visto ela deixou os chinelos no começo da escada e subiu completamente descalça pra não fazer barulho.
- Já terminaram? ah... - disse Chloé.
- Não, só tamo juntinhos, não fizemos nada - falei.
- Que pena... e como ia me fazer bem seu leitezinho dentro de mim pra ser mamãe... mas só subi pra avisar que vocês se preparem pra sair.
- Sair? Pra onde... - perguntou Eva olhando pra Chloé com um olhar desconfiado.
- Bom, primeiro pros karts, seu tio queria paintball e seus pais praia, mas acho que pra agradar vocês dois ao mesmo tempo, melhor karts, né?
- Verdade... - respondi.
- E depois acho que lanchar alguma coisa, bom, tão avisados, tchau... - se despediu Chloé e voltou pra baixo.
Duvidei muito em Que a Eva gostasse de paintball e praia a gente já sabia... sem dúvida, um pouco de competitividade na pista ia ser bem melhor. A gente se vestiu melhor, porque o que a gente tava usando não só era pouco apropriado pra dirigir um kart... era roupa de ficar em casa, não é o tipo de coisa que você veste pra sair na rua.
A viagem já era de se esperar, meus tios no carro deles e a gente no nosso. Pelo visto, no caminho a Chloé tava entediada, porque começou a mandar pra Eva, pra minha mãe e pra mim um monte de fotos dela fazendo careta, uma atrás da outra. Depois de algumas fotos, resolvi mandar uma mensagem: "Valeu, mais material pra punheta... onde você mostra a língua, só preciso imaginar uma coisinha nessa boca." Chloé não demorou pra responder: "Você tem sorte que seu tio tá a menos de um metro de mim... se não fosse isso, eu te mandaria fotos pelada me tocando ou vídeos." Fiquei chocado, só de imaginar... Eva percebeu e riu. A próxima mensagem da Chloé foi: "Te deixei mudo? Aposto que já tá de pau duro só de imaginar." Por sorte a gente já tava estacionando, o estacionamento tava bem vazio, estranho, porque quando eu ia com meus amigos costumava estar mais cheio... uma pista de kart grande e ao ar livre no verão sem gente? Bom... melhor pra gente, pensei. Quando desci do carro e encontrei a Chloé, a primeira coisa que ela fez foi olhar pra minha virilha enquanto sorria. Entramos e vestimos os macacões, o dono começou a explicar um pouco as regras, dicas e como funcionava o kart, explicou um pouco da pista e como fazer algumas curvas. Eu ignorei ele completamente, e a Eva também... tanto eu quanto ela já tínhamos ouvido essa palestra várias vezes. Infelizmente, tanto a Eva quanto a Chloé... tavam meio estranhas com aquela aparência... se alguma fosse muito peituda e deixasse um bom decote, podia melhorar, mas nada. O importante era a rivalidade entre eu e a Eva sobre quem ia ganhar de quem, a gente tava pouco ligando pros outros quatro que tinham carteira de motorista, já Sabíamos de sobra que íamos ganhar deles, e não por pouco. Demos uma ou duas voltas de aquecimento e fomos pra linha de largada. Um cara que trabalhava na pista deu a largada meio sem vontade... Parece que a Eva queria dar mais emoção na corridinha, porque na primeira curva ela me deu um toque e nós dois fomos pra fora. A remontada era impossível, mas a rivalidade entre eu e ela continuou. Quem se deu pior na largada fui eu, o que dificultou muito eu ganhar dela, e no fim ela ganhou de mim por muito pouco. Já imaginava que, mesmo sem ter aposta nenhuma antes, a Eva ia me pedir alguma coisa em troca por ter ficado na minha frente. Depois dessa corrida, fizemos mais, só que dessa vez com mais gente (desconhecidos). Combinamos entre eu e a Eva que era melhor não ir tão na loucura um com o outro. Se ela quisesse me pedir algo por ganhar... que pedisse sem problema, e vice-versa, mas agora a gente tinha que ficar em primeiro, custe o que custar. E foi o que aconteceu: fomos um time. Depois de tantas corridinhas, a gente já tava meio cansado e decidimos ir lanchar. Fomos no mesmo lugar. Apesar de nos divertirmos pra caralho, tanto meus pais quanto meus tios estavam meio sérios e não paravam de conversar baixinho entre eles. Eu e a Eva não fazíamos ideia do que tava rolando, mas melhor não perguntar... podia ser algo sério ou alguma surpresa que estavam preparando pra gente. O resto da tarde, ou o pouco que restava, a gente passou dando um longo passeio pela região. Na hora do jantar, não fomos muito originais e pedimos num Burger King. Comemos na praiazinha onde ficava o Burger e, depois de uma longa hora conversando, fomos pra casa. Já em casa e de barriga cheia, não tinha necessidade de ficarmos todos juntos. Fui pro meu quarto ler um pouco, a Eva foi pro dela, e o resto foi jogar cartas na sala. Só tinha que esperar todo mundo dormir pra poder ir pra cama com a Eva e dormir com ela. O tempo passou, e quando vi que ninguém subia... Entendi que podia ser que não subissem cedo e ficassem brincando um tempão. Decidi ir pro quarto da Eva, fechei minha porta pra ninguém me encher o saco e não verem que no meu quarto ninguém dormia... entrei no quarto da Eva e fechei a porta atrás de mim. Eva também tava lendo um livro, a única diferença é que o livro dela não era eletrônico, ela tinha mais carinho pelos de papel...
- Já cheguei - falei enquanto me enfiava na cama dela, apoiando as costas e a cabeça na cabeceira e no travesseiro.
- Ok, me dá uns minutos pra terminar o capítulo, por favor.
- Tá interessante? - falei enquanto passava devagar minha mão por trás dela.
- Tô, falta pouco pra chegar num ponto onde posso parar... não me toca, me distrai - disse Eva ao notar que eu tava tocando um dos peitos dela.
- Ah... não é minha culpa que eu adoro tanto te passar a mão... é sua culpa por ser tão gostosa - falei no ouvido dela enquanto colava minha cara na dela feito um piranha muito carente.
Surpreendentemente, Eva ficou impassível com minhas provocações, mas quando chegou no final do capítulo, colocou o marca-página, fechou o livro de uma vez e colocou na mesinha dela. Na sequência, montou em cima de mim, envolvendo-me com as pernas, me segurou pelas bochechas com as duas mãos e começou a me beijar tão apaixonadamente que parecia que não me via há anos. Como prometi, eu estaria disposto a dar uma hora inteira de beijos, parecia muito pra ficar só nos beijos... mas era o que ela tinha pedido. Não passaram nem cinco minutos e eu já tava com uma ereção pronta e preparada pra foder a Eva. Interrompi um segundinho de beijo nela pra soltar um simples "tô com vontade de..." Eva me ignorou e voltou a tampar minha boca com os beijos dela. Senti uma das mãos dela sair da minha bochecha, seguida de uns movimentos estranhos na região das pernas dela. Eva tava tirando o shortinho dela e ficando só de calcinha. No processo, levei uns joelhadas involuntárias. Quando Eva tirou o short, puxou os meus Calça e cueca foram parar nos meus joelhos, e com um pé só, ele jogou tudo pros meus tornozelos. Com uma mão, ele afastou um pouquinho a parte da calcinha que cobria a bucetinha dela e, devagar, foi descendo o quadril, enfiando meu pau inteiro. Eva não parou de me beijar nem por um segundo e começou a se mexer bem devagar. Durante todo o tempo, não mudou o ritmo nem um pouco, assim como não parou de me beijar um segundo sequer. Entre o beijo interminável que ela me dava, a trepada que a gente tava tendo e o calor que fazia... a gente tava completamente suado.
Mesmo com a Eva me comendo tão devagar, acabei gozando sem dificuldade nenhuma. Quando percebeu, Eva enfiou meu pau inteiro e parou de se mexer. "Se quiser que eu continue me mexendo daqui a pouco, é só falar" — disse Eva, e continuou me beijando e acariciando meu rosto e pescoço. Não achei justo eu gozar e ela não, então desci minha mão seguindo o corpo de Eva e parei no clitóris dela, comecei a esfregar e com a outra mão enfiei por baixo da blusinha dela, ela não tava de sutiã nem nada, só a blusa que já tava por cima da minha mão, comecei a apalpar os peitos dela um por um enquanto ainda mexia no cuzinho dela com meu pau dentro. Entre os gemidos misturados com os beijos, dava pra sentir uma coisa quente saindo do cuzinho da Eva, no começo pensei que era meu gozo, mas não era grosso o suficiente, Eva tava completamente molhada. Eva aguentou assim por muito tempo, mas cedo ou tarde... consegui fazer ela gozar, esse foi o único momento em que ela parou de me beijar, porque pra segurar os gemidos ela quase mordeu meu pescoço e deixou a cabeça completamente caída no meu ombro depois de gozar. Ficamos um ou dois minutos completamente parados, eu com meu pau dentro de Eva ainda duro e ensopado, Eva abraçada em mim com a cabecinha no meu ombro e as mãos sem forças pra fazer nada. Eva levantou a cabeça depois de uns três minutos e ficou me olhando, eu soltei uma risadinha ao ver a cara que ela tava, o cabelo dela meio molhado como se tivesse acabado de correr uma maratona, o rostinho completamente vermelho, pode ser por causa do orgasmo ou do calor, mas com certeza pela primeira opção, mesmo assim Eva tirou a blusinha que mal tava dando calor e sem mudar de posição voltou a me beijar. Já tava um tempão naquela brincadeira e Eva mexia o quadril bem devagar, mas o suficiente pra que com um pouco de espera eu acabasse gozando de novo, Eva parou de me beijar por um instante ao sentir o jato de pressão dentro do cuzinho dela e meus leves e fracos Gemidos disfarçados. Eva me olhou, sorriu e me deu um beijinho na minha testa suada. Pode ser que a gente estivesse exagerando fazendo aquilo sem ar, ventilador ou nada parecido, já que estávamos um bagaço. No final, Eva parou quando percebeu que já estávamos há mais de uma hora daquele jeito. Olhou pro relógio na mesinha dela e me disse que ficamos assim quase uma hora e meia nos beijando quase sem parar, e três gozadas — das quais ela só percebeu duas. Eva se deitou ao meu lado e se afastou um pouco por causa do calor que a gente tava soltando. Começou a mexer a mão como se procurasse algo na cama e, quando encontrou a minha mão, apertou ela com força, entrelaçando nossos dedos.- Ufa... queria ter isso em Madri... com um por semana assim, do seu lado, eu já ficava satisfeita - disse Eva.
- A gente tá um lixo, certeza... você pelo menos - falei enquanto olhava pra ela.
- Já imagino... sorte que a gente fez tudo bem quietinho... e minhas costas e pernas tão doendo de ficar nessa posição o tempo todo - disse Eva, levantando as pernas completamente esticadas e subindo e descendo sem parar, como se estivesse nadando.
- E por que você não mudou de posição, Eva? - perguntei, olhando pra ela enquanto afastava o cabelo do rosto dela com a mão que tava livre.
- Porque eu adoro ficar assim, é minha posição favorita - disse Eva, me dando um sorriso adorável.
- Acho que eles ainda tão lá embaixo jogando. A gente devia tomar banho e trocar os lençóis... tão no mesmo estado que a gente, ou pior.
- Ah... eu queria ficar assim a noite toda... mas se a gente fizer isso... duvido que a gente consiga dormir de tão grudento que a gente vai ficar. Toma banho você primeiro, e eu troco os lençóis. Se eles subirem e falarem alguma coisa, a gente diz que tá calor e que a gente tomou uma ducha fria.
Levantei depois de um tempo, já que não fazia mal ficar mais um pouquinho deitado, e fui tomar banho. Usei sabonete e shampoo como se fosse um banho normal (que era o que era), mas com cuidado e atenção. Se meus pais e meu tio aparecessem, eu diria que só tava tomando uma ducha por causa do calor. Quando terminei, entrei no quarto. apenas de Eva só de cuecas e Eva foi tomar banho, ela fez menção de querer me beijar mas parou na hora e sussurrou "melhor depois" e foi pro banheiro. Enquanto esperava já mais fresquinho, trouxe o ventilador que tinha no meu quarto e coloquei ele virado pra cama sem ligar ainda, por sorte depois do banho não tava mais tão quente. Eva terminou de tomar banho e diferente de mim, ela saiu completamente pelada do banheiro e entrou no quarto dela como se nada, mesmo com todo mundo ainda acordado e podendo dar de cara com meus pais subindo e ela saindo, fechou a porta e se deitou do meu lado e apagou as luzes. Tem certeza que quer dormir assim? a gente vai suar pra caramba essa noite... nós dois apertados na sua cama - falei pra Eva, mas ela me ignorou completamente, me deu um beijinho na boca e se agarrou forte no meu braço com as duas mãos enquanto apertava ele contra o peito dela, quase dava pra roçar os pelinhos que ela tinha em cima da bucetinha e ainda mais quando ela passou uma das pernas dela por cima das minhas e deixou ela largada em cima, no começo pensei que era brincadeira mas quando ouvi os roncos dela a ideia de que era brincadeira sumiu, parei de pensar nisso e me propus a dormir, relaxei o braço que Eva tava segurando e deixei minha mão cair da minha coxa na cama mas Eva tinha a outra perna tão colada em mim que caiu na coxa dela e agora sim eu tava tocando a bucetinha dela sem querer. Minha intenção era dormir mas... Eva completamente dormindo e exausta e minha mão ao alcance da bucetinha dela? não consegui resistir e comecei a enfiar com muito cuidado um dedo na bucetinha dela, comecei a masturbar ela bem devagar com um dedo só já que não queria acordar ela, só queria conseguir o que não demorou muito pra acontecer, Eva começou a falar coisas dormindo bem baixinho, começou falando meu nome e depois umas coisas tipo pra eu não parar mas o que mais me impactou foi ouvir ela dizer pra eu não deixar ela sozinha, pra não abandonar ela... sendo que era ela quem ia me deixar Por ter ido estudar em Madri, soltou um "desculpa" mais "não para" e um "te amo muito" perfeitamente compreensível, o que me pegou direto no coração. Continuei por mais um tempinho, não muito, porque senti que ia acabar acordando ela e também não queria que ela gozasse pra sujar os lençóis. Não deixei ela no meio, já que só fiquei um pouquinho, mas com certeza nos sonhos dela... ela terminou o que eu não consegui naquele momento. Tirei minha mão com cuidado, deixando ela na coxa dela, e com os olhos ainda fechados, parei de pensar em tudo que tinha acontecido e comecei a tentar, agora sim, pegar no sono.

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