Colega do trabalho na minha casa

Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.olá, como vocês estão? me chamo María del Rosario, tenho 42 anos, tenho um corpo adequado pra minha idade, mas me considero com um corpo bem gostoso, com peitos médios puxando pra grandes, cintura e quadris bem cuidados. Tenho uma filha de 15 anos. Sou divorciada há 5 anos, já tive vários relacionamentos, mas nenhum deu certo, talvez por ser divorciada, ou pela minha filha que não tolera muito os caras com quem eu fiquei. Trabalho numa empresa de Análise de Riscos há 25 anos, por causa do tempo que tô lá, sou Chefe de Pessoal de Riscos, sou funcionária efetiva, conquistei isso com o suor do meu trabalho e o chefe soube me recompensar com esse prêmio.
O que vou contar pra vocês aconteceu há seis meses, quando o Governo implantou um programa pra ajudar os jovens do último período da faculdade a desenvolver seus conhecimentos e ganhar experiência de trabalho. Claro, a empresa onde trabalho foi escolhida pra receber esses universitários. O chefe me chamou no escritório dele, a gente conversou e ele disse:
J: -Doutora, chegou na empresa um programa do governo, é o programa de estágios remunerados pra jovens universitários, pra eles terem experiência de trabalho em qualquer empresa. Pra isso, quero contar com você, pra ser a coordenadora do grupo de jovens que vão chegar na empresa. Será que posso contar com você, Maria do Rosário?
MR: -Sim, Dr., mais ou menos. Quantos jovens vão vir pra empresa como estagiários? E em quê e por quanto tempo eles vão ficar aqui?
J: -Eles vão chegar aqui no começo do mês que vem, são dois jovens, não sei se são duas moças, dois rapazes, ou um rapaz e uma moça, não faço ideia, e vão ficar com a gente por um ano. E muito obrigado, Doutora, pela sua ajuda, é só, pode sair.
Como o tempo passa rápido, chegou o mês seguinte e chegaram dois jovens, um cara e uma mina, perguntando pelo chefe. Avisei o Dr., ele mandou eles irem pro escritório dele, eu guiei eles até lá e deixei com o chefe. Umas coisa de 10 minutos depois, o Dr. me chamou no escritório dele. Fui, entrei e vi os dois jovens lá com o chefe. Ele me disse:
J: -Doutora, esses são os 2 jovens estagiários que comentei com a senhora há 3 semanas. Eles estão no último período da faculdade de Administração Pública, se chamam Carla e Daniel e vão passar um ano com a gente. Então, doutora, como o trabalho deles é meio período, quero que com a senhora eles combinem quem vai de manhã e quem vai à tarde. Conversem aqui porque eu vou pra uma reunião na intendência.
MR: -Sim, Dr.
Quando o chefe me apresentou os estagiários, não pensei que os dois caras fossem tão gostosos. Fiquei encarando eles por uns 2 minutos, até que caí na real e falei:
MR: - Como é que vocês estão, jovens? Meu nome é Maria del Rosario Arciniega, Doutora em Análise de Riscos, sou Chefe de Pessoal de Riscos da empresa. A principal tarefa é analisar cada um dos riscos que as empresas podem ter na cidade e no país. Aqui, a gente gosta muito de trabalhar em equipe, e espero que vocês não me vejam como chefe e coordenadora, mas sim como amiga, e que a gente se dê bem daqui pra frente. Qualquer problema que tiverem com os funcionários da empresa, principalmente no meu departamento, me comuniquem sem medo.
Cada um deles se apresentou assim:
C: -Muito prazer, meu nome é Carla Durán, estudante do 10º período, sou mãe solteira. Minha expectativa é fazer um bom trabalho nessa empresa, que vocês fiquem satisfeitos com meu serviço e, claro, na minha Dra., vocês vão encontrar uma pessoa que adora trabalhar.
Foi assim que a mina se apresentou, com um beijo na bochecha, e me tocou pra caralho que ela é mãe solteira. Bom, chegou a hora do cara se apresentar, e foi mais ou menos assim:
D: -Muito prazer em conhecê-la, meu nome é Daniel León, tô no 10º período, sou órfão de pai desde os 20 anos, minha expectativa é aprender cada dia as coisas do trabalho que vocês fazem na empresa, e quero que a gente se dê bem, gosto de trabalhar e não vou decepcionar, digo, não vamos decepcionar com a Carla aqui na empresa, Doutora.
Foi assim que ele se apresentou: um gato, com o corpo trabalhado aos poucos na academia, me deu um beijo na bochecha. Não sei o que deu em mim, mas um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Claro que o moleque é bonito e cheirava bem, vestido certinho e todo formal na hora de se apresentar. Não seria estranho se as garotas, principalmente as mais novas, reparassem nele. Mas nunca imaginei que uma mulher adulta e madura como eu fosse reparar naquele gurizinho desde o primeiro momento, logo na apresentação.
Com os dois caras fiquei batendo papo sobre como iam na faculdade, as políticas de trabalho e outras coisas da empresa, até que chegou a hora de decidir os turnos que cada um teria. E, sem pensar duas vezes, a Carla disse que queria o turno da manhã, porque ela estudava à tarde e podia deixar a filhinha com a mãe dela. O Daniel topou o pedido da Carla, porque ele estuda de manhã e tem a tarde livre, e as tarefas dava pra fazer aqui na empresa se não tivesse muito serviço e com minha permissão, claro. Então, com essa decisão tomada e chegando a hora de ir embora, 18h00, a gente se despediu e cada um foi pra sua casa.
No dia seguinte, os caras chegaram, apresentei eles pro resto da turma e foram super bem aceitos. No fim das contas, com a ajuda deles, a gente terminou um projeto que tava em cima da hora pra apresentar. A Carla de manhã e o Daniel à tarde deram uma mão na finalização da análise dos riscos que uma empresa tava correndo. Os dois são muito inteligentes, mandaram bem com as ideias, e a gente defendeu o projeto desse jeito. Deu tudo certo, e o gerente da empresa analisada ficou satisfeito com o nosso trampo.
Os caras, eu coordenava direitinho, até que um dia, no período da tarde, sobrou muito serviço, e resolvi ficar umas 2 horas a mais do que o normal na empresa, quando o Daniel veio se despedir de mim, o que, logicamente, me deu aquele arrepio, me arrepiou a pele, sei lá por quê, e foi assim o diálogo:
D: -Até amanhã, Doutora.
MR: -Até amanhã, Daniel,... embora eu vá ficar um pouco mais, porque tô atarefada e tenho que entregar amanhã.
D: - Então, se quiser.. Eu ajudo, claro, se não for muito incômodo.
MR: -Não se preocupa, Daniel, eu mesma faço isso..
D: -Olha, vou ligar pra minha casa, mesmo que seja pra falar que vou fazer um trabalho pendente pra amanhã, e vou chegar mais tarde. Assim, ajudo a senhora, Doutorinha, pra terminar rápido e ir descansar.
MR: -Se o senhor quiser, pra mim não tem problema.
Na sequência, Daniel ligou pra casa dele, disse que tinha uma reunião em grupo na casa de um colega e que ia voltar lá pras 9 ou 9 e meia. Na hora, minha pele arrepiou e não sei o quê, mas minha buceta começou a ficar meio molhada e meu coração disparou, talvez porque eu tava começando a sentir umas coisas por aquele jovem estagiário que ia me ajudar. Bom, mas ele terminou a ligação e a gente começou a trabalhar.
A habilidade do Daniel pra fazer as parada é boa, ele juntava os arquivos por data e assim me fez terminar rápido o trampo pendente. Só precisava entrar na base de dados, nos projetos de análise de risco. O Daniel também me ajudou com o notebook dele pra cadastrar metade dos projetos, e assim, num piscar de olhos, mais ou menos em uma hora, a gente finalizou o serviço atrasado.
MR: -Valeu, moleque Daniel, sem você, não sei o que faria, taria nem na metade. Valeu mesmo, não sei o que faria sem você. (isso escapou, hehe).
D: -Não precisa agradecer, Doutora. Eu gosto de ajudar as pessoas, não me perdoaria deixar a senhora sozinha aqui neste escritório quando não tem ninguém, ainda mais uma mulher gostosa como a senhora.
Na hora fiquei vermelha com o elogio que o Daniel me fez, meu coração acelerou e minha buceta molhou de novo. Juntamos todas as coisas, e eu ia pegar um táxi.
MR: -Bom, vou nessa, vou pegar um táxi.
D: -Vai pegar um táxi? Se quiser, vou te deixar, tô no meu carro.
Naquele momento, meu coração disparou, e eu falei sem querer.
MR: -Claro, meu amor, sem problema, lógico, se não for muito incômodo.
D: -Claro que não, pelo contrário, adoro sair com uma mulher gostosa, e você é a mulher linda, então claro que vou te deixar na sua casa.
De novo aconteceu a mesma coisa comigo, aquele arrepio, coração acelerado e uma umidade na minha buceta, e meio sem graça, entrei no carro do Daniel, um carro chique e confortável.
Eu tava vestida com meu uniforme, blusa branca, paletó e minissaia cinza, sutiã branco e fio dental preto. No caminho, a gente ia conversando sobre tudo, disfarçadamente. O Daniel ficava olhando minhas pernas, o que me dava um arrepio gostoso, de propósito. Eu cruzava as pernas pra ele ver minhas coxas grossas. Em cada parada no semáforo, ele aproveitava pra olhar minhas pernas e meu peito. A gente acelerava e continuava conversando.
MR: -Daniel, sua namorada não vai ficar com ciúmes se te ver comigo?
D: -Não, doutora, primeiro, não tenho namorada, e segundo, não vou ter vergonha de levar a senhora comigo, pelo contrário, quero que a senhora, doutora, conte comigo durante o tempo que eu estiver como estagiário na empresa.
Quando ele me disse aquilo, não sei o quê, mas me senti protegida.
MR: - Valeu, Danielito, e duas coisas: primeiro, não me chama de Dra, me chama de Maria del Rosario, claro, na empresa é o tratamento de Dra, e segundo, então você não teria vergonha de mim, aconteça o que acontecer.
D: -Aconteça o que acontecer, Doutora, digo, María del Rosario, não vou me envergonhar da senhora em momento nenhum. E é verdade, ainda é cedo (20h). Que tal a gente dar uma escapada pra um canto, tomar alguma coisa? O que acha?
MR: -Mas minha filha, tá me esperando em casa, mas como eu falei que ia chegar tarde, então vamos tomar um negócio. Já tô precisando de um tempo livre e relaxante com alguém.
Esse "com alguém" escapou sem querer, então a gente chegou num bar, o Daniel estacionou o carro, abriu a porta pra mim, feito um cavalheiro. Quando eu saí, abri as pernas e, disfarçadamente, ele ficou olhando. Talvez tenha visto minha calcinha fio dental, mas não tava nem aí. Quando a gente tava entrando no bar, minha filha ligou e disse:
H: -Mamãe, me dá licença pra ir pra uma festa do pijama com minhas amigas? Já que amanhã não tem aula na escola, organizaram de última hora e vai ser na casa da minha amiga Martina. Elas vêm me buscar daqui a 10 minutos, me libera.
MR: -Não curto esse tipo de reuniãozinha, essas festas do pijama, mas se elas vão vir te ver, bom, não vai fazer nada de errado, vai se comportar direito e que Deus te abençoe, filha.
H: -Valeu, gostosa, te amo pra caralho, é verdade, deixei a janta que fiz pra você, tchau.
Minha filha é uma ótima cozinheira, e depois da ligação dela, um arrepio percorreu meu corpo todo, minha calcinha já tava molhada, e fui até o Daniel e entramos no bar.
Uma vez lá dentro, pedimos 2 cervejas pequenas, tomamos devagar, e ali mesmo conversamos sobre tudo. Depois pedimos uma jirafa (aquele tubão de cerveja), e enquanto bebiámos, começamos a conversar:
D: -A senhora é casada, Maria del Rosario?
MR: -Sou divorciada, faz 2 anos, ficamos casados por 20 anos, temos uma filha juntos, chama Maria José, teve umas paradas que fizeram o casamento não dar certo, e por isso decidimos separar.
D: -É, eu não via ela divorciada, via ela feliz com o marido e a filha, mas, sinto muito, toda separação é dolorosa, e, não é por ser intrometido, sem noção, mas o que foi que aconteceu? Claro, se não quiser responder, sem problema.
Daniel, dava pra ver que ele era meio curioso, mas resolvi contar pra ele:
MR: -O que acontece é que ele me traiu, com a secretária dele. Eu vi os dois se pegando, primeiro no escritório, não falei nada, e o mais triste, vi eles na minha cama, transando. Aí perdi o controle e falei um monte, na hora entrei com o divórcio, e ganhei tudo, principalmente pra minha filha.
D: -Deve ter sido difícil pra você, Maria del Rosario, ver aquele momento, mas daí até agora, ficou com alguém?
MR: -Já tive uns rolos, mas não deu certo, principalmente por causa da minha filha, que é muito ciumenta. Ontem conversei sobre isso com ela e ela disse: "Assim como meu pai refez a vida dele, você também tem esse direito.
Seguíamos no consumo da girafa:
D: -Sabe de uma, já não gosto mais de menininhas, agora gosto de mulheres da minha idade, e se forem mais velhas, melhor ainda, Maria del Rosario, porque elas são seguras na hora de decidir as coisas e, principalmente, são gostosas no jeito de amar.
Isso me arrepiou ainda mais, e eu disse:
MR: Sério, ele curte as da idade dele, e principalmente, as mais velhas.
D: -Sim, mais velhas como você, porque são gostosas, e porque o vinho, quanto mais envelhecido, melhor.
MR: -Hahahaha, assim, e... Eu agrado ela?
Daniel ficou quieto, e depois pegou na minha mão e disse:
D: —Olha, Doutora, a senhora é uma gostosa, jovem, linda, maravilhosa, qualquer homem vai reparar na senhora numa boa... E um desses homens sou eu, Doutora. Eu gosto da senhora, Maria del Rosario, gosto desde o primeiro dia que te vi. A senhora é uma mulher muito gostosa, e se eu falei que não teria vergonha da senhora, é porque é verdade. Não ligo pro que vão falar, não vou ter vergonha de ficar com a senhora.
Naquele momento, meu coração disparou a mil, tinha a calcinha fio dental encharcada dos meus sucos vaginais e eu disse:
MR: -Sério que cê gosta de mim, que lindo, eu também gosto de você, Daniel. Quando você me beijou na bochecha, senti um arrepio, e é de prazer, e principalmente porque você é muito gostoso, e me ajudou a fazer hoje, e isso fez meu gosto se inclinar pra você. Te quero muito, e principalmente porque você é novo..
D: -Então, valeu por me falar isso, me sinto lisonjeado, e se não for muito incômodo, quero que a gente sele essa declaração de amor com um beijo, pode ser...
MR: -Sim, meu amor, me beija com paixão...
Daniel chegou perto de mim e me beijou devagar primeiro, e depois, já de um jeito acelerado, e ele era bom nisso, enfiava a língua dele dentro da minha boca, isso me fez gemer de prazer, inesperadamente, acabou a girafa.
MR: -Hoje minha filha vai dormir na casa das amigas do colégio, então vou ficar sozinha em casa, vamos lá e foder como uns loucos..
D: -Beleza, vamos, mas não mora mais ninguém na sua casa além de você e sua filha.
MR: -Ninguém, só eu e minha filha, então não vamos perder tempo e bora.
D: -Tá bom, como você quiser, meu amor, te amo
A gente se beijou no bar, saímos abraçados feito dois apaixonados, não me arrependi de ter escolhido o Daniel como meu namorado. Entramos no carro dele, lá dentro a gente se beijou e fomos pra minha casa. Nos semáforos, ele aproveitava pra passar a mão nas minhas pernas e acariciar minha buceta molhada, e isso deixou ele louco. E também me fez gemer de tesão.
Chegamos na minha casa, entramos, nos beijamos como loucos, na sala, comecei a desabotoar a camisa dele, beijava o pescoço dele, o peito, a barriga que já tava começando a ficar definida de tanto malhar. Cheguei na calça dele, desabotoei, tirei, ficou de cueca, tirei a cueca e na minha frente vi um pau grande, uns 18 centímetros mais ou menos.
D: -Cê gosta do meu pau, amor?
MR: -Sim, meu amor, eu gosto do teu pau, quero chupar ele todinho, você me excita muito.
D: -Então, minha cachorrinha, o que você tá esperando? É tudo pra você.
Sem perder tempo, enfiei aquele pauzão devagar na minha boquinha, chupava ele, curtia como se fosse um brinquedo novo, lambia a cabecinha dele que já tava no limite, continuei no boquete, minha boca tava doendo de tanto mamar o pinto dele, aí ele começou a foder minha boca, eu engasgava no ritmo das estocadas dele, quando senti que o pau dele ia gozar:
D: -Tô gozando, gostosa, ahh, siiiim, ahhhh, siiiim
MR: -Vem cá, meu amor, quero saborear seu leitinho quente, veeeeem, já que tô desesperado pra provar...
Quando num piscar de olhos, o Daniel gozou na minha boca, soltando uma porrada de porra que encheu minha boca e, sem perder tempo, comecei a chupar ela de novo.
D: -Tô vendo que você gostou da minha porra gostosa.
MR: -Isso mesmo, gostosinha, adoro seu gozo, e olha agora, eu engulo tudo pra você.
E engoli todinha aquela porra que jorrou dessa vara deliciosa.
D: -Nossa, como você é gulosa, vida.
MR: -Eu gosto do seu pau, gosto da sua porra, e sou sua puta.
Não sabia o que ele(a) tava dizendo, mas ao mesmo tempo, me excitava pra caralho.
D: -Agora é minha vez de provar sua buceta deliciosa, amor.
MR: -Siii, come ela todinha, minha vida, é sua e vai ser sua, meu amor...
Em seguida, Daniel me beijou apaixonadamente, aos poucos tirou meu casaco, beijou meu pescoço, nunca senti algo tão gostoso. Depois de um tempo, ele foi tirando minha blusa, me deixando de sutiã, beijou meus peitos, meus bicos ficaram durinhos, tirou meu sutiã, deixando meus peitos, médios-grandes pra uma mulher como eu e da minha idade, livres. Continuou beijando minha barriga, desceu até minha minissaia, desabotoou e abaixou o zíper, até me deixar de fio dental. Virou-se, beijou minhas nádegas até devorá-las, e logo minha buceta ficou molhada pra caralho, e ele chegou no epicentro do meu prazer. Me deitou, tirou meu fio dental e eu estava nua, deitada no sofá da sala. Beijou minhas coxas até abrir minhas pernas e chegar na minha xota molhada.
D: -Que buceta linda que você tem, amor
MR: -Huy, valeu, meu anjo, é pra você, só pra você, tô me molhando ainda mais quando você chega perto de mim, coisinha, tá te esperando...
E sem perder tempo, Daniel se aproximou da minha buceta molhada, deu uns beijinhos, isso me arrepiou toda, e começou a chupar minha buceta, enfiando a língua no meu clitóris, o que me fez gemer de prazer. Ninguém nunca me fez um oral tão bom, nem meu ex-marido sabia fazer direito, então com Daniel, eu me sentia no céu. Ele continuava as chupadas na minha pussy molhada, até que meu corpo começou a ter espasmos, resultado do meu primeiro orgasmo que estava chegando. Eu soltei um grito, não sei até onde deu pra ouvir, mas foi lindo.
MR: -Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh siiiii amor, tô gozando, siiiiii, ah, ah, ah, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
D: -Tá gostando do jeito que eu tô fazendo?
MR: -Bem gostosa, bem, continua, ahh, ahhh, ahhhhh, ah, siiiim, chupa meus sucos da buceta, continua assim, ahhh, ahhhh, ahhhh
Quando ele enfia o dedo do meio na minha buceta, começa a esfregar, e eu cheguei no meu PONTO G, ninguém tinha feito isso, e o Daniel foi o primeiro a conseguir.
MR: -Ahhhhhhh que gostosoooo, ahhhhhh, siiiim, continua assiiiim, ahhhhhhh
D: Você é única, amor, te amo...
E comecei a jorrar meus fluidos, sim, a gozar, como nunca, o Daniel me fez ter uma ejaculação feminina, enquanto eu gozava em quantidades abundantes, voltei do céu, recuperei a consciência, já que os orgasmos e a gozada me fizeram perder ela.. hahaha
Fraco e cambaleante, depois de gozar tanto, em abundância, vi que um pedaço do sofá estava manchado dos meus fluidos e o chão onde o sofá estava, cheio dos meus sucos de buceta. Abracei o Daniel, dei um beijo gostoso e apaixonado, a gente se esfregava nas nossas partes. Senti o pau dele endurecer de novo, minha buceta começou a ficar molhada outra vez, e pegando no pau dele, subimos as escadas e levei ele pro meu quarto.
MR: -Agora, amor, quero sentir seu pau dentro de mim.
Beijei ele apaixonadamente e empurrei ele na cama, ele ficou deitado de barriga pra cima, eu subi na cama, chupei o pau dele de novo, peguei nele, esfreguei bem, subi até a boca dele, beijei ele, e comecei a sentar na pélvis dele, claro, enfiando minha buceta devagar no pau dele duro e ereto, comecei a cavalgar devagar, ele acariciava minha bunda, minhas nádegas, meu quadril, minha cintura, subiu as mãos e acariciou meus peitos, enquanto isso, eu cavalgava num ritmo mais forte, até começar a fazer rápido, tive outro orgasmo e depois ele continuou com as enfiadas.
D: -Cê gosta da minha gostosa, oh oh,
MR: - Isso mesmo, gostosa, adoro montar nessa pica que você tem, vai, enfia tudo, ahh, ahhh, ahhhh, continua assim, ahhhh, ahh
D: -Cê é toda gostosa, amor, toda, seus peitos, suas coxas, sua buceta, seu cú, tudo em você, ah uuuhhh
MR; -Siii, você também me atrai inteira, seu pau principalmente, ahhh, sim, me fura gostoso, siii ahhhhh
Depois, fiquei de quatro, posição de cachorrinho.
MR: -amor, enfia tudo em mim, essa posição me deixa louca, siiiim
D: -O que você disser, meu amor, vou te enfiar o pau todinho, vou te comer gostoso, já vai ver.
Pouco a pouco, Daniel foi enfiando o pau na minha buceta. Quando a cabeça do pinto dele entrou, um arrepio de prazer me percorreu.
MR: -Ahhhhhh, sim, enfia em mim por favor, ahhhhhh mmmmmmmm
D: -O que você quiser, minha vida..
Começou a bombar devagar, até que aos poucos as enfiadas pegaram ritmo, ele metia rápido e gostoso, com o som das bolas batendo na minha bunda fazendo "chag, chag, chag, chag", isso me deixava louca. Ele acariciava minhas costas, meus peitos, eu já tava perdendo a consciência no meio daquela putaria, fechava os olhos pra me deixar levar pelo prazer que aquele estagiário tava me dando, que era muito vigoroso, e olha que eu tava adorando, dando pra ele e comendo do jeito que tinha que ser.
D: -Me excita o som que minhas bolas fazem ao bater na sua buceta, amor, isso, aih, aih
MR: -Eu também, continua me fodendo, ahhh, sim, ahhhh,
D: -Isso me deixa com tesão, transar com uma coroa, igual você, por isso que eu gosto das maduras, porque elas sabem como dar pra um novinho.
MR: -Assim, amor, sou sua madura, me fode como ninguém nunca fez, nem meu ex-marido faz melhor que você, amor... ahhh, ahhhh, ahhhhh
D: -Então toma mais, mais, mais, minha coroa gostosa, te amoooo, ohhh, ohhh
MR: -Sim, meu amor, te amo, me dá mais, mais, assim, assim, ahhh, ahhhh, me arrebenta toda, ahhhhh
Depois de tantas estocadas, comecei a sentir o pau dele prestes a gozar..
D: -Meu amor, vou gozar, vou gozar, vamos gozar juntos siii, ohh, ohhh, ohhh
MR: -Isso mesmo, gostosa, eu te recebo, também já vou gozar, ahh ahhh ahhhhh me dá essa porra e me molha toda por dentro.
D: -Aí vai, meu amor, toma, ohhhh, ohhhhh simmm, toma ohhhhh
MR: -Isso mesmo, gostosa, enche minha buceta do teu leite, ahhhh ahhhhhh ahhhhhhhhh simmmmm ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
E aí comecei a sentir um monte de jatos de porra dentro da minha buceta, sem exagero, foram uns 10 a 12 jorros enormes de carga seminal dentro de mim, então, sentia uma coisa quente dentro da minha xereca, tranquilamente, com essa descarga, podia engravidar, e a porra aos poucos escorria pelas minhas pernas.
Depois das descargas de porra, o pau dele murchou e saiu sem problemas da minha buceta, com nossos corpos suados, demos um beijo gostoso e carinhoso, e exaustos, nos deitamos na cama, nos acomodamos, senti o pau dele acariciando minha bunda e caímos no sono.
Mas ou menos era 1h da manhã, o Daniel se despediu de mim com um beijo gostoso e apaixonado. Eu, toda dolorida depois de tanto sexo, vesti um roupão, acompanhei ele até a sala pra pegar a roupa dele. Ele se trocou, se arrumou, fomos até a porta da minha casa, nos beijamos com calor, a mão dele acariciou minha buceta e me fez gozar de novo.
D: -Oficialmente namorados
MR: -Sim, amor, namorados
D: -O que a gente fez nem é o começo do que vamos viver, um romance lindo, tórrido, apaixonado e cheio de safadeza.
MR: -Bom, então, vou experimentar umas paradas bem gostosas com você, amor.
Aí a gente se deu outro beijo apaixonado, o Daniel subiu no carro dele e foi pra casa.
Dentro de casa, limpei meus líquidos espalhados no chão, e também no sofá, pra minha filha não perceber que eu trouxe um homem pra cá. Peguei minha roupa jogada, igual eu, mas ela tava no chão, subi pro meu quarto e fui dormir, cansada de tanto prazer.
No dia seguinte, ficava na minha cabeça como contar pra minha filha que comecei um relacionamento com um cara mais novo, mas fazer o quê, já conto pra ela na hora certa.
Bom, no outro dia, no trabalho, eu tava com a cabeça na sessão de sexo que tive na noite anterior com o Daniel, e meu corpo tremia só de lembrar daquele momento gostoso. No fim da tarde, o Daniel chegou, e a gente mantém tudo em segredo, claro. Depois de bater o ponto, a gente vai pra um motel e transa muito, muito prazer mesmo. E claro, quando tem tempo livre, e principalmente quando o chefe não tá na empresa, eu fico imaginando dando pra ele, comendo o Daniel lá mesmo no trabalho. Mas isso fica pra outra história.

0 comentários - Colega do trabalho na minha casa