Pesadelo com minha mãe e minhas amizades 7

Aqui estou de volta, de novo, pra compartilhar minha história e não deixar ela só na minha cabeça.
Pra começar, quero dizer que depois do que vou contar, não me sinto nem um pouco orgulhoso. Espero que entendam que as circunstâncias me levaram a ceder à putaria e, embora não seja desculpa, acho que depois do que vivi, não posso mais ser o mesmo de antes. As ações da minha mãe não têm mais perdão, e isso afetou meu jeito de pensar, meu jeito de ser e a forma como vejo ela.

Tudo que vivi e o que me contaram que o Gael fez com a minha mãe obviamente me afetaram e me levaram a pensar em soluções que, honestamente, não sei se melhoram minha situação ou pioram.

O último mês foi, sem dúvida, o pior da minha vida, e a situação com minha mãe só piorou.

Primeiro, quero dizer que a história passada ficou bem resumida. Lembro que o Luis me contou mais detalhes que, sinceramente, esqueci por causa do estado em que estava, por conta do álcool que a gente bebeu naquele dia. Então, coloquei o que consegui resgatar, fazendo o melhor pra lembrar do que ele me disse.

O Luis também me contou que minha mãe disse pra Iveth que nos últimos dias ela estava se sentindo "necessitada" e que foi errado terem levado ela pra casa do Gael sem o consentimento dela. Que ela estava muito arrependida do que fez, se sentia confusa e com uma puta culpa moral por ter deixado fazerem o que ela não queria. A vadia da Iveth e as outras amigas da minha mãe aconselharam ela a não ficar remoendo aquilo, que era pra aproveitar, já que, diferente delas, ela era solteira, e que elas bem que gostariam de estar com um guri novo como ela e a Iveth tinham feito. Que eu devia entender que ela era mulher e que também tinha suas necessidades. Combinaram de apresentar amigos delas pra ela, pra pelo menos ter opções. Tudo isso o Mario contou pro Luis e pro Gael (a vadia da Iveth contou pro Mario, como a velha fofoqueira que é). Obviamente ali entendi que a puta da Iveth e as amigas dela tavam manipulando minha mãe pra sair pra dar e ainda iam colocar ela como mercadoria pra outros homens.
Sinceramente, eu até acreditei e fazia sentido que minha mãe tivesse carente, porque como vocês sabem, eu tinha percebido que ela se masturbava com uma certa frequência. Mas ouvir tudo aquilo que aconselharam ela me encheu de raiva. Desde saber que o Gael tinha transado com minha mãe e que ela tinha se entregado completamente depois de me dizer que não ia rolar de novo. Isso me fez sentir traído por ela de novo, além de saber que as putas das amigas dela iam apresentar homens pra ela só aumentou minha impotência.

H- Caralho, mano, como que minha mãe pôde fazer isso comigo? - falei pro Luis

L- São as amigas dela - respondeu Luis - Sua mãe é uma mulher decente, mas se deixa levar demais, quer agradar elas

H- É, eu sei, Luis. Desde que ela começou a andar com o grupo de amigas da academia, começou a sair e encher a cara - respondi (Isso era verdade, porque embora eu conhecesse a Iveth de antes, foi na academia que elas se reencontraram e minha mãe começou a sair mais com ela e a turma da academia)

L- Pelo menos eu vejo assim, Hugo. Mas fazer o quê, são amigas dela, querem que ela se divirta - disse Luis, quase defendendo elas

H- Pois é, Luis, mas que ela faça isso com qualquer outro homem, não com um conhecido meu - falei puto - Essas vadias só querem que minha mãe faça merda pra depois ficarem falando disso, só querem fofoca

L- Pois é, mano, são bem venenosas mesmo. Mas não tenho o que te falar, conversa com sua mãe, fala o que você pensa sobre isso - Luis me aconselhou

Obviamente, na minha mente, depois de ouvir o que ele me disse, criei um cenário onde minha mãe virava uma puta completa, transando com quem quisesse, ou talvez encontrasse um cara legal e parasse de se envolver com meu amigo (esse foi o melhor cenário na minha cabeça). Mas o que aconteceu, eu nunca esperava.

Luis continuou me contando sobre isso e eu... Ele disse que, além daquela vez, minha mãe e o Gael tinham se visto de novo depois daquela ocasião, mas não sabia o que tinha rolado entre eles ou não quis me contar naquele momento. Enfim.
Os dias passaram e eu parei de falar com a minha mãe, só respondia por educação. Via como ela tinha começado a sair mais do que o normal, pelo menos uma vez por semana ou até durante a semana. A única coisa que me tranquilizava é que ela não voltava totalmente bêbada ou com muito bafo de álcool, às vezes até zero na maioria das vezes.
Minha mãe nunca foi muito de usar sutiã, mas também nunca usava roupa decotada ou que deixasse ver alguma coisa, mas o jeito dela se vestir mudou. Cada vez que saía, estava mais provocante, digamos assim, nada fora do normal pras meninas da minha idade que são festeiras e indecentes, mas ficava mais acentuado por ela já ser uma mulher adulta.
A partir daí, tudo começou a piorar.
Toda vez que via ela saindo, imaginava que ela ia dar pra algum desconhecido ou pior: pro Gael.
Não conseguia parar de pensar naquelas palavras: "Você tem um pau bonito", depois engolindo porra e se deixando foder como uma qualquer.
Esses pensamentos me atormentavam, mas não conseguia evitar de bater uma pensando nisso tudo (mesmo não tendo orgulho disso).
Comecei a sair também com outros amigos ou conhecidos, mais porque não conseguia encarar os que sabiam que minha mãe tinha ficado com o Gael, era uma humilhação total e tentei superar isso me embebedando o máximo que podia.
Enfim, uma noite minha mãe ia sair, mas voltaria cedo pra casa porque tinha previsão de chuva pra mais tarde. Eu decidi fazer o mesmo pra não ficar em casa sozinho com a minha mente e melhor saí com uns amigos da academia (Santi, Antonio e Kike). Eles são uns anos mais novos que eu, 17, 18 e 18 respectivamente, mas eu gostava deles e eram engraçados.
Primeiro a gente se encontrou aqui em casa e depois fomos pra uma festa que era relativamente perto. Ficamos lá um rato até que nos entediamos, já que não tinha muita gente, a música não era do nosso agrado e pra piorar, estava começando a chover. (Não sei de onde são os leitores, mas aqui na minha cidade teve uns furacões ultimamente, então tem chovido direto)
Já era umas 12 da noite e meus amigos decidiram que a gente fosse embora antes que a chuva caísse mais forte. Mas quando tentaram pedir um Uber pra casa deles, a tarifa tava exageradamente cara.

K — Por que a gente não volta pra sua casa, Hugo? A gente espera a chuva passar e a tarifa baixar, além de ficar mais perto das nossas casas — disse Kike

St — É verdade, aqui não tem nada e a gente só tá se molhando. Vamos beber pra lá — disse Santi com voz de puto

Eu, claro, lembrei que minha mãe tinha saído e queria evitar chegar com meus amigos e, mais tarde, ela aparecer toda gostosa e provocante. Então liguei pro celular dela pra confirmar o que ela tava fazendo.

S — Alô? Que foi, Hugo?

H — E aí, mãe, já chegou em casa?

S — Sim, cheguei há pouco, já tava me deitando — disse enquanto soltava um bocejo — Onde você tá e que horas chega?

H — Só queria saber se você já tava em casa. Eu tô por aqui perto, mas como começou a chover, a tarifa do Uber subiu muito. Mas tá de boa, pode dormir.

S — Tem certeza? Não quer que eu passe aí pra te buscar? A chuva só vai piorar e não vai parar tão cedo.

Meus amigos estavam se desesperando e a gente já tava encharcado, então aceitei a proposta da minha mãe e passei a localização onde eu tava.

Umas 20 minutos depois, vi as luzes da caminhonete da minha mãe se aproximando e avisei meus amigos pra subirmos rápido. Corremos até o carro com a geladeira, carregando entre eu e o Kike, abri rápido a parte de trás do carro e colocamos ela lá enquanto o Santi e o Antonio entravam nos bancos de trás. Corri pra porta do carona e entrei no carro pra levar outra surpresa. Senti que o pesadelo tava se repetindo, agora com pessoas diferentes. A puta da minha mãe tava vestindo uma regata branca de alcinhas, toda desbotada, que além de decotada ainda marcava completamente os peitos dela. Na parte de baixo, ela tava usando o que parecia ser um shortinho tipo boxer soltinho, bem curto.

Percebi pelo olhar da minha mãe que ela não tava contente. Eu não tinha avisado que ia ter companhia, e parecia que ela veio com a roupa que dorme, além de que íamos molhar o carro inteiro e eu sabia que isso irritava ela por causa do cheiro que fazia no dia seguinte.

De novo eu tava sendo envergonhado pela minha mãe, e agora com gente nova. Queria morrer, pensei que ia ficar marcado pra sempre como o cara da milf exibicionista. Dessa vez a culpa era minha por não ter avisado.

Os caras obviamente tinham percebido o que minha mãe tava vestindo, pelo menos o Antonio e o Kike, que vinham no meio e atrás do banco do carona respectivamente. Eles claramente conseguiam ver a roupa que ela tava usando, o decote, as pernas dela de fora e os mamilos que apareciam por baixo do tecido fino da regata.

Eles não falavam nada. Achei até meio fofos, por assim dizer, era óbvio que tavam impactados com o corpo da minha mãe, até que ela quebrou o gelo.

Mãe: — Vocês eu não conheço, como se chamam?

Minha mãe se apresentou primeiro, e depois meus amigos se apresentaram, falando os nomes como se fossem robôs. Parecia que tinham ficado nervosos por falar com a minha mãe enquanto ela tentava relaxar o clima.

Mãe: — Como vocês se divertiram, Hugo?

Eu: — Bem, só que a chuva mudou nossos planos. — Respondi sério.

Antonio: — Além disso, a música que colocaram não era pra nós. — Disse o Antonio.

Começamos a ter uma conversa casual, todo mundo com a minha mãe. Ela respondia como se não tivesse tensão entre nós, e eu também respondia sem ser muito seco (não queria fazer drama ou que meus amigos viram que eu não aguentava minha mãe e começaram a fazer perguntas).
St- E você, o que fez hoje, Sandra? - perguntou Santi com um tom curioso
S- Tive um encontro - respondeu minha mãe
Eu, ao ouvir isso, senti uma mistura de raiva e surpresa (embora já soubesse que as amigas dela iam apresentar homens pra ela). Na hora, os pensamentos negativos de que ela tava sendo comida vieram na minha cabeça.
H- Não sabia que você tava saindo com alguém - falei com voz normal, tentando fingir que não me importava.
S- Sim, a Beatriz (uma das amigas dela) insistiu em me apresentar um amigo, mas não gostei nada do cara. - disse minha mãe, puxando conversa.
St- E isso, Sandra, o que você não gostou nele? - perguntou Santi, tentando puxar mais assunto
S- Bom, primeiro que fisicamente não me atraiu nada, sei lá, tinha bigode e cabelos brancos, além de não ser muito engraçado.
A- Poxa, que chato, talvez ele tenha ficado nervoso quando te viu - disse Antonio. Senti que foi tipo uma indireta pra minha mãe
S- Não sei, mas o encontro foi um fracasso total, acho que é melhor ficar solteira, mas pelo menos ele pagou a comida e as bebidas.
H- Bebeu muito? - perguntei de novo, calmo, enquanto por dentro queria gritar um monte de coisa.
S- Bom, a gente tomou uma taça de vinho juntos pra acompanhar o jantar e eu tomei mais dois drinks elegantes.
H- Nossa, que legal, isso é bastante, sabia? Pra você dirigir com essa chuva. - falei num tom de bronca
S- Pois é, eu já queria ir dormir, mas você me tirou o sono e me mandou vir te buscar. - respondeu
A- Muito obrigado por passar aqui pra nos pegar, Sandra, desculpa o incômodo, é que a gente mora longe e a tarifa do Uber tá exageradamente cara.
S- Não se preocupem, eu faço com prazer.
Já tínhamos chegado em casa, mas o céu parecia que ia desabar. Não dava pra sair do carro e chegar até a casa sem ficar ensopados, então ficamos estacionados esperando do lado de fora. casa que a chuva diminuísse um pouco pra poder correr até a porta e entrar.
K—Dá pra pegar uma cerveja?
S—Pode ir—disse minha mãe
Kike se virou e esticou o braço pra trás da caminhonete pra pegar uma cerveja pra cada um.
K—Você quer uma, Sandra?—ofereceu Kike, mais por educação
Eu olhei pra ela esperando que dissesse que não.
S—Sim, por favor, senão vou cair no sono aqui mesmo—respondeu pra Kike, olhando pelo retrovisor do carro.
Kike abriu a cerveja e entregou na mão dela. Minha mãe subiu o pé direito no banco e virou as costas pra se encostar na porta e poder ver os caras, eu fiz o mesmo, mas porra, o short que eu tava usando era curto demais e folgado, ele escorria pro lado e deixava ver o que tinha por trás.
Senti uma vibe de tesão ao pensar que talvez da posição dele, Kike pudesse ver a mesma coisa que eu, felizmente percebi que minha mãe tava com outra peça por baixo do short.
Ficamos um tempinho batendo papo furado no carro até acabar a cerveja, abrimos mais duas rodadas e o clima ficou agradável, não senti maldade dos caras, pareciam bem inocentes, embora eu soubesse bem que assim que vissem minha mãe direito, era óbvio que iam ficar de pau duro.
A chuva não diminuía e já tava doendo ficar na mesma posição por tanto tempo.
S—Ai, não aguento mais ficar aqui, Hugo, que tal a gente correr pra casa?
A—Pode ser—disse Antônio—É inevitável a gente se molhar, além disso a gente já tava encharcado quando subiu.
St—É verdade, desculpa, Sandra.
S—Não se preocupem, garotos, já falei, sem problema. Então, se preparem pra sair correndo—disse minha mãe
Sinceramente, não tinha outra opção, já era tempo demais trancados no carro, além do mais, pelo menos eu queria ir ao banheiro.
Nos preparamos mentalmente pra sair correndo pra casa. Assim que minha mãe abriu a porta do carro, todo mundo abriu. Eu e Kike fomos pegar a caixa de isopor na parte de trás do carro e os outros foram pra entrada da casa, estavam parados na chuva esperando minha mãe abrir a porta (já que a gente sempre tranca com chave).
Finalmente conseguimos entrar em casa, completamente encharcados de novo.
Os caras e minha mãe riam do que tinha acontecido enquanto tiravam a água dos olhos. Eu e Kike largamos o cooler no chão e minha mãe acendeu a luz.
Quase tive um infarto. Lá estava minha mãe com os peitos praticamente à mostra pros meus amigos. A blusa branca tava completamente molhada e transparentava tudo que minha mãe podia oferecer, não deixava nada pra imaginação.
Os olhares dos caras obviamente se fixaram nos peitos da minha mãe com cara de espanto e depois se viraram pra se olhar entre si, meio que tentando evitar ver os peitos dela, que já tava sentindo o efeito das cervejas. Naquele momento, algo mudou em mim, senti um tesão enorme de ver minha mãe de novo daquele jeito, exposta pra aqueles caras que não sabiam nem o que fazer diante de uma mulher daquelas.
Minha mãe entrou no banheiro que fica embaixo e pegou umas toalhas, primeiro se secou e depois me passou uma, enquanto os outros dividiam a mesma toalha.
S- Espera aí, rapaziada, vou lá em cima pegar uns lençóis, me dá um segundo.
Minha mãe subiu as escadas e os olhares obviamente foram pra ela e pro shortinho fosforescente que ela tava usando.
A- Hugo, irmão, com todo respeito, mas que gostosa que é sua irmã - disse o Antonio
St- É, mano, você tem uma irmã muito bonita.
Kike só ria e balançava a cabeça, como se concordasse com o que eles diziam.
Eu só sorri meio sem graça, eles tinham pensado que minha mãe era minha irmã, eu nem soube o que falar.
A- Ei, e ela é casada ou tem namorado? - perguntou o Antonio
K- Ué, não ouviu que ela é solteira e que tava num encontro com um cara? - respondeu o Kike
H- É, pelo que eu sei, ela é solteira. - respondi.
Me enchi de raiva que quando perguntaram isso, o Gael veio na minha cabeça, como se eu já estivesse reconhecendo que eles já eram um casal ou pelo menos parceiros sexuais.
Minha mãe desceu de novo com uns lençóis e colocou nos sofás pra gente poder sentar sem molhar tanto o sofá.
S- Me deem suas camisetas, vou pendurar pra secar e vocês não ficarem doentes.
Os caras obedeceram e a gente deu nossas roupas pra minha mãe, que estendeu as camisetas nos encostos das cadeiras da mesa de jantar.
Minha mãe tava dando um show de camisetas molhadas na frente de 3 adolescentes e eu, bem de boa, até que ela falou:
S- Bom, meninos, vou subir pro meu quarto, aproveitem a noite e me avisem se precisarem de mais alguma coisa.
A- Fica aqui com a gente, Sandra, ainda é cedo. - disse o Antonio. Senti que ele falou tentando ser educado e não com tanta maldade, além de continuar olhando pra ela.
H- Fica mais um pouco - falei sério. Pega outra cerveja.
Sabia que não seria difícil convencer, já que ela tava alterada e tinha bebido bastante álcool, talvez até mais que a gente e de tipos diferentes. Não sei por que, mas queria que meus amigos continuassem vendo ela naquele estado. Queria que continuassem falando coisas dela pra mim (de novo, não é algo que me orgulho).
Ela virou pra mim e disse:
S- Ok, vou ficar mais um pouco, mas primeiro vou me trocar.
A- Fica assim mesmo - disse o Antonio, meio na brincadeira.
Os outros deram uma risadinha. Eu só quis ver a reação dela.
Mas minha mãe recusou:
S- Não quero ficar doente, vou me trocar e já volto pra vocês.
Pegou uma cerveja das que ela tinha na geladeira, abriu e levou pra cima, pro quarto dela.
De novo, a passarela roubou os olhares, desde que ela abriu a geladeira até ir passando em direção às escadas, mostrando claramente os bicos através da blusa molhada e a bunda dela subindo as escadas.
Os caras meio que evitavam falar sobre isso, mas eu sabia o que passava pela cabeça dele.
Me dá vergonha falar isso, mas eu tava ficando muito excitado de saber que minha mãe tava mostrando os atributos dela pra aqueles moleques.
Decidi subir pro quarto da minha mãe e ouvi o chuveiro. Minha mãe tinha entrado no banho.
H – Cê entrou no banho? – perguntei
S – Sim! – gritou minha mãe – Só rapidinho pra tirar a água da chuva, por quê? O que foi?
H – Ok – respondi – Não, nada, é que ouvi um barulho e vim ver, além disso vim pegar a caixinha de som – inventei pra não parecer suspeito.
S – Ok – respondeu
Peguei a caixinha de som pequena de onde estava e levei pro meu quarto rapidinho, guardei numa gaveta e desci as escadas. Já não tava pensando direito, nem sei o que queria causar.
H – Antonio, olha, me ajuda com uma coisa – falei
Antonio levantou do sofá e me seguiu pelas escadas até o quarto da minha mãe, e apontei pra umas gavetas (Eram as da roupa íntima da minha mãe).
H – Procura aí uma caixinha de som redonda, não tô achando.
Antonio abriu as gavetas e começou a procurar, enquanto eu fingia que tava olhando na parte do guarda-roupa e dos sapatos. Queria ver a reação dele, mas ele disfarçou muito bem ou simplesmente não ligou.
Minha mãe saiu do banho com a toalha enrolada no corpo e nos viu os dois. Parou de repente e disse:
S – Saiam, vou me trocar
Eu, na minha bebedeira e sacanagem, queria que meus amigos continuassem secando ela, tava muito excitado com a situação anterior e não queria que parasse.
Peguei uma das camisolas de renda que ela usa em casa e entreguei pra ela, tentando não ser muito suspeito e sem saber que reação esperar.
H – Toma. Veste isso pra se cobrir, o Antonio tá aqui. – falei num tom de raiva e como uma ordem.
S – Por que vocês estão remexendo minhas gavetas? – perguntou minha mãe.
H – Tô procurando a caixinha de som, não achamos, não tá onde sempre fica. – respondi ainda com voz de raiva
Minha mãe tinha começado a passar creme no espelho e não deu muita importância pro que eu falei. S- Deixa aí - respondi, me referindo ao roupão - Se a caixa de som não tá aqui, você deve estar com ela.
Pendurei o roupão na frente do espelho grande que ela tem e perguntei se queria uma cerveja, ela disse que sim, perguntei pro Antonio e ele também disse que sim.
Voltei lá pra baixo, pra sala, parecia que a chuva nunca ia parar.
Peguei outra cerveja no isopor e outra na geladeira. Subi de novo, entrei no meu quarto pra pegar a caixa de som, peguei ela e fui pro quarto da minha mãe, deixei a cerveja dela na penteadeira e entreguei a dele pro Antonio, que tava parado feito um idiota conversando com a minha mãe sobre o tempo.
Ela ainda tava de toalha, sentada na cama passando creme nas pernas. Eu peguei o roupão de novo e falei:
H- Toma, se cobre logo.
Minha mãe pegou o roupão, enfiou os braços nele e se livrou da toalha sem deixar ver nada.
H- Vamos, Antonio, achei a caixa de som - falei.
A- Pô, que bom! - disse Antonio, claramente nervoso.
Obviamente ele tava de pau duro, com certeza nunca tinha estado tão perto de uma mulher tão gostosa e com tão pouca roupa.
Descemos e ficamos um tempinho conversando com os caras, que tavam numa conversa sobre desenhos japoneses.
Eu, como não manjo muito do assunto, só escutava enquanto esperava minha mãe descer. Coloquei uma música baixinha na caixinha de som.
Até que ouvi a porta do quarto dela fechar.
Minha mãe começou a descer as escadas e a gente pôde ver ela de novo. Ela tava com a cerveja na mão, veio de pantufas e com o roupão de dormir amarrado na cintura. Mostrava um pouco de decote no meio, mas ainda assim dava pra ver os bicos dos peitos claramente.
Mamãe desceu e sentou num dos sofás, pegou o celular e ficou trocando mensagem com alguém, sorrindo pra tela. Com certeza não era ninguém de boa: ou alguma amiga puta dela ou o Gael. Fui sentar no outro sofá também e, daí a pouco, os outros vieram junto. O Santi sentou no sofá que tava na perpendicular do que a minha mãe tava. Kike logo atrás dele, enquanto Antonio se sentou na outra ponta do sofá onde minha mãe estava. Meus amigos já estavam visivelmente bêbados, e minha mãe parecia ter baixado um pouco a bebida depois do banheiro.
Começaram a falar um monte de besteira e, de vez em quando, faziam alguma pergunta pra minha mãe, como se quisessem incluí-la na conversa. Era óbvio que estavam excitados, mas minha mãe também deixava eles nervosos.
Eu levei na boa com a minha mãe, já que não queria que eles percebessem que tinha tensão entre a gente. Não queria que fizessem perguntas ou que depois descobrissem o que tinha rolado e por que eu estava puto com ela.
Enfim, pra não prolongar muito a história, aos poucos a conversa foi fluindo mais entre eles, obviamente cada um tomando mais cerveja — tanto eles quanto minha mãe e eu — até que o assunto surgiu. Perguntaram pra minha mãe sobre o encontro que ela tinha tido e se ela saía muito, etc., etc. Minha mãe respondeu que ultimamente as amigas dela queriam empurrar uns caras pra ela, mas que nenhum tinha agradado. Eu prestei atenção no que diziam, já que não sabia o que ela tinha feito nos últimos dias, porque ultimamente não tinha conversado nada com ela. Foi uma chance de saber o que ela tinha feito e me atualizar.
S — Primeiro, são tudo feio pra caralho, e não sei, me entediam muito rápido. — Disse minha mãe, se ajeitando e subindo as pernas no sofá.
O roupão tinha coberto ela bem, mas minha mãe já estava começando a se descuidar por causa da bebedeira.
Minha mãe começou a contar pra eles parte do que o Luis tinha me contado, que as amigas dela queriam empurrar alguém pra ela e que ela só aceitava pra não dizer não.
Fiquei mais tranquilo ouvindo isso vindo da minha mãe e acreditei nas palavras dela. Pelo menos era sinal de que ela estava sendo sincera.
Continuamos conversando um pouco e minha mãe perguntou:
S — Aliás, de onde vocês se conhecem?
Eles responderam que era da academia e como a gente tinha se conhecido, daí começaram a falar sobre isso. Rotinas, dietas e toda essa conversa de gente que curte malhar. Eles não tinham um corpo sarado ou de competição, mas dava pra ver que malhavam. Nenhum de nós tava de camiseta e minha mãe comentou que dava pra notar a academia neles. Eles responderam que nela também dava pra ver e que ela tinha um corpão.

Eu me distraí conversando besteira com o Santi sobre filmes e via minha mãe papeando com os outros. Eu só tentava acompanhar todas as conversas ao mesmo tempo, pra não perder nenhum detalhe. Não sei como a conversa chegou no ponto em que o Antonio pediu pra minha mãe passar a perna dela. Minha mãe esticou a perna direita e colocou no colo do Antonio, e ele começou a passar a mão na panturrilha dela. Por causa da música e do que o Santi me falava, eu só conseguia ouvir um pouco do que eles conversavam.

Essa atitude me encheu de tesão, era óbvio que tinha uma tensão sexual por parte dos meus amigos e o alarmante é que já tinha passado pra uma fase de apalpação, não era mais só olhar pra ela.

A- Dá pra ver que você malha, tão durinhas. - Falava Antonio enquanto agora passava a mão nas coxas da minha mãe.

Minha mãe agradeceu. O roupão estava abrindo cada vez mais, tanto na parte de baixo quanto na de cima, e o Kike e o Antonio estavam percebendo.

Reconheci aquela cara, o olhar perdido da minha mãe me confirmava que ela já tava completamente bêbada.

Antonio chamou o Kike e disse pra ele tocar a perna dela, e o Kike apertou como se quisesse sentir a carne da coxa.

K- Que exercícios você faz, Sandra?

S- Agachamento e levantamento terra são o segredo - Respondeu minha mãe enquanto abaixava a perna do colo do Antonio.

K- Dizem que são muito bons, mas eu nunca aprendi direito a técnica do levantamento terra e não arrisco me machucar. - disse Kike

S- É muito fácil - respondeu minha mãe, Só precisa levantar com as costas retas, olha.

Ela se levantou do sofá e eu vi que ela não conseguia ficar em pé. posição já estabelecida.
Ela pegou o roupão ainda se cobrindo e se cuidando um pouco pra não mostrar demais, se abaixou empinando a bunda.
S- Toca a parte de trás da coxa - Disse minha mãe pro Antônio com a voz já de bêbada.
Antônio ainda sentado começou a tocar aquelas pernas gostosas por trás, quase por dentro dos limites do roupão, e minha mãe fazia o movimento.
S- Tá sentindo? - perguntou pro Antônio.
A- Tô, já senti - ele respondeu.
Vendo isso, Santi (que já tava muito bêbado) também tinha virado a atenção pra minha mãe. Eu tava completamente excitado. Sentia uma adrenalina no peito que percorria meu corpo todo.
No calor do momento, entre meu tesão e a cerveja que tinha tomado, de novo não tô orgulhoso... mas queria ver mais...
Minha mãe já tinha se levantado e não tava fazendo nenhum tipo de exercício nem nada, mas mesmo assim Antônio não tirava a mão da parte de trás da coxa dela, subindo e descendo, até chegando pra dentro do roupão, e minha mãe só falava com ele virando pra baixo com a mão direita no ombro do Antônio.
Minha mãe sentou de novo primeiro e depois se deitou no sofá, com os pés tocando as pernas do Antônio. O roupão tava mais aberto e tinha ficado mais pra cima, além de já mostrar o decote completamente.
A- Sobe elas se quiser, igual agora pra ficar mais confortável - ouvi o Antônio falar pra minha mãe.
Minha mãe, já com cara de sono, subiu as pernas em cima das pernas do Antônio. Foi aí que eu pude ver as caras do Antônio e do Kike, que não tiravam o olho da minha mãe enquanto ela subia primeiro a perna direita e depois a esquerda, abrindo um pouco, mas o suficiente pra deixar ver a calcinha que ela tava usando. Com esse movimento, a parte de baixo do roupão já tava separada e dava pra ver a parte da frente da calcinha da minha mãe, e ela deitada com os olhos fechados e as pernas em cima do Antônio.
Antônio fez uma cara de "caralho" pro Kike enquanto com a mão esquerda... Acariciava as coxas descobertas da minha mãe. Tudo isso enquanto eu e o Kike mantínhamos uma conversa que nenhum de nós dois estava prestando atenção. O Santi já tava dormindo no outro sofá e eu tava na poltrona individual com o Kike sentado junto do Santi. O Antônio nem olhou na minha cara.

Via como minha mãe tava de olhos fechados ainda respondendo às perguntas vagas que o Antônio fazia. Vi quando ele começou a mexer a perna da minha mãe tentando separá-las enquanto continuava apalpando agora um pouco mais forte as coxas dela. Me senti muito excitado.

O Antônio virou pra me olhar como se percebesse que eu tinha notado o que ele tava tentando fazer e meio que se acalmou. Eu fiz de conta que não percebi ou que não tava nem aí. Levantei e desliguei a música, o Kike tinha se deitado junto do Santi e também parecia que tava caindo no sono. Sem ouvir barulho, minha mãe meio que reagiu e perguntou:

S- Já vão embora?
H- Não - falei pra ela - Falei pra eles ficarem aqui dormindo hoje, não tem sentido sair a essa hora e a chuva não vai parar.

Minha mãe já tava parecendo que tava no fim, mas o Antônio já tava no modo tarado, dava pra ver no olhar dele que não tirava os olhos da calcinha da minha mãe, mas as pernas dela continuavam fechadas.

H- Vamos dormir - falei pra todo mundo - Antônio, me ajuda a levar ela pra cima.

O Antônio tirou as pernas da minha mãe de cima dele e sentou ela. Ela ainda tava acordada e ativa, mas dava pra ver que tava muito bêbada. Minha mãe levantou e cambaleou um pouco. Eu peguei ela de um lado e coloquei o braço dela atrás da minha cabeça pra carregar, e o Antônio pegou do outro lado.

O roupão já tava completamente aberto, só preso por um nó frouxo, mas o peito da minha mãe tava à mostra (embora sem mostrar os bicos), mas a calcinha dela já tava pública, porque a cada passo que ela dava o roupão abria.

Subimos as escadas e passamos pelo meu quarto. No caminho, minha mãe começou a falar pra gente:

S- Que vergonha você me ver assim, Antônio - disse minha mãe mamãe com voz de bêbada - Eu não sou assim, não sei o que aconteceu. Desculpa, Hugo - ela falou com uma voz meio envergonhada, com tom de bêbada. Naquele momento, me senti mal por ela e ao mesmo tempo senti nojo do que eu estava fazendo, expor minha mãe daquele jeito, me deixar levar pelo tesão e incentivá-la a beber até aquele ponto.
A - Não se preocupa, Sandra, todo mundo passa por isso - disse o Antonio, tentando fazer ela se sentir melhor.
H - Não foi nada - completei, querendo também confortar minha mãe, que estava num estado deplorável.
H - Você dorme aí, Kike, ali é minha cama - falei pro Kike, que entrou no meu quarto e vi ele indo direto pra cama.
Eu e o Antonio colocamos minha mãe no quarto dela e deitamos ela quase no meio da cama. Tava escuro, o quarto só era iluminado pela luz do banheiro que tava acesa e a porta entreaberta. Vi o Antonio parado, admirando o corpo da mulher que acabara de deitar, enquanto eu me deitava do outro lado da cama, do lado da porta do banheiro. O roupão da minha mãe tava aberto e mal dava pra cobrir os peitos direito, da parte de baixo nem se fala, o roupão tava aberto e deixava ver a calcinha fio dental. Era óbvio que era de um tecido bem fininho.
Dava pra ver uma imagem completamente erótica. Naquele momento, perdi a pena da minha mãe e voltei pro transe de tesão que eu tava, e decidi, naquele transe, agir. Na minha bebedeira, cheguei a pensar que ali podia ter uma solução, e também sentia como vingança, não sei o que eu tava pensando: talvez fosse que, se minha mãe se envolvesse com um deles, talvez esquecesse o Gael, ou que, ficando com um deles, seria infiel ao Gael, e isso é melhor pra mim. Aquilo parecia lógico na hora, como eu tô falando, minha bebedeira não deixava eu pensar direito.
H - Deita aqui, Antonio, no outro quarto vocês dois não vão caber na cama, a menos que você queira dormir no sofá - falei pro Antonio. - Esperava não parecer muito óbvio sobre o que eu queria.
Antonio se deitou do outro lado. lado da cama mais perto da minha mãe, eu estava do outro extremo, um pouco mais afastado deles, do lado do banheiro. Percebi que estava com uma ereção enorme por causa do que tinha acontecido.
Passaram-se alguns minutos de silêncio e comecei a ouvir barulho, parecia que o Antonio estava se inclinando pra ver se eu estava acordado e depois olhava pra minha mãe. Estava escuro, mas ainda dava pra ver o que estava rolando com clareza. A pouca luz do banheiro me permitia ver minha mãe deitada e do outro lado o Antonio, embora com certeza eles só vissem minha silhueta causada pela luz do banheiro.
Eu estava ansioso, minha mãe ainda se ouvia acordada e se mexia na cama como se não achasse uma posição confortável, fazendo com que o roupão descobrisse mais o corpo dela. Com certeza o Antonio estava vendo tudo isso do outro lado, isso me excitava pra caralho, quase gozei ali mesmo.
Vi a mão do Antonio acariciando a barriga da minha mãe, que estava deitada de barriga pra cima com o roupão aberto. Ele acariciava com a ponta dos dedos de cima pra baixo. Aos poucos, vi ele começar a puxar o roupão da minha mãe pro lado dele pra descobrir o peito esquerdo dela. EU TAVA VENDO TUDO. O Antonio fazia os movimentos bem devagar, imagino que tentando não me acordar ou assustar minha mãe, que no estado dela parecia relaxar com as carícias daquele moleque.
Ele puxou o roupão devagar até que eu vi o mamilo esquerdo da minha mãe aparecer e puxou o nó do roupão, que se desfez de vez. O Antonio começou a apalpar o peito descoberto da minha mãe e o roupão foi caindo do outro lado, revelando o outro peito completamente. Era uma loucura total, UM MOLEQUE DE 18 ANOS TAVA APALPANDO MINHA MÃE, que estava completamente exposta, a não ser por uma calcinha fina de lingerie, e eu estava presenciando tudo. A adrenalina que eu sentia na hora era incrível, queria tirar o pau ali mesmo e me masturbar.
Percebi que com o Antonio eu não sentia o mesmo rancor que sentia com o Gael e que Preferiria que, se alguém fosse ficar com minha mãe, fosse ele e não o Gael, isso seria tipo minha vingança contra ele. (Claro, quando tava pensando nisso, tava 100% bêbado e tarado).
Vi o Antonio descer a mão esquerda pelo corpo da minha mãe, aproximou a mão da calcinha dela e, com cuidado, começou a tocar na parte mais íntima dela. Percebi que minha mãe abria a boca de prazer, quase gemendo, e começou a respirar um pouco mais forte. Ver aquilo me deu uma adrenalina foda — TAVAM TOCANDO PARTES ÍNTIMAS DA MINHA MÃE NA MINHA FRENTE.
Consegui ver quando minha mãe virou a cabeça pro Antonio e ouvi eles começarem a se beijar, ficaram assim por uns segundos. Ele beijando ela e esfregando a buceta dela por cima da calcinha com a mão esquerda, até que, depois de uns minutos, minha mãe virou o torso nu completamente pro Antonio e subiu a perna direita nele. Vi a mão direita do Antonio entrar por baixo da cintura da minha mãe, pegar a bunda dela e enfiar por baixo da calcinha. Era óbvio que tavam se beijando, e do meu ponto de vista dava pra ver que o Antonio tava acariciando o cu da minha mãe. Ela mexia a cintura e, provavelmente, tava esfregando a perna no pau dele.
Ouvi o Antonio tirando a calça com a outra mão, prestei atenção pra ver qual ia ser a manobra.
Vi ele baixando a calça com a mão esquerda sem tirar a outra mão da bunda da minha mãe.
Via minha mãe subindo cada vez mais em cima do Antonio, e ele, obviamente, nesse ponto já devia ter um dedo enfiado no cu dela. Todos os movimentos eram bem lentos e cuidadosos, mas o som dos beijos e os gemidinhos da minha mãe entregavam o que tava rolando. Parecia que minha mãe tava entre o sono e a reação ao que o Antonio fazia, ou então tava acordada mesmo e se deixando apalpar toda.
Ficaram quase meia hora assim, ou pelo menos foi o que pareceu pra mim, até que o Antonio começou a puxar a calcinha da minha mãe com a mão. esquerda. Ela voltou à posição inicial em que estava (de barriga pra cima) e quando a calcinha chegou nos joelhos dela, ela levantou um pouco as pernas e a calcinha caiu sozinha. Vi que o Antônio já estava tocando a buceta da minha mãe diretamente. Ela gemia baixinho entre as respirações. Continuavam se beijando, não paravam. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, minha mãe virou pro meu lado e o Antônio a pegou por trás, beijava o pescoço dela e minha mãe respirava forte com os olhos fechados. Será que ele vai meter? pensei. Não dava pra ver tantos detalhes, só via minha mãe de olhos fechados, numa posição quase fetal de lado, e foi quando comecei a sentir uns movimentos que o Antônio fazia. Eram obviamente empurrões, com certeza ele tava tentando penetrar ela, vi como minha mãe arqueava e empinava a bunda pro Antônio e ele abraçava ela, tomando conta dos peitos e do pescoço dela. Nunca tinha visto algo tão excitante. Vi como o Antônio levou a mão esquerda no pau dele, evidentemente pra ajeitar, já que vi minha mãe dar um pulo e aí ela começou a resistir e falar "não" entre as respirações. Ela empurrava ele com a mão esquerda e metia a bunda, já não tava mais se deixando fazer o que quisessem com ela. O Antônio insistiu assim uns 5 minutos, mas minha mãe parecia que não se entregava. Eu via claramente como a cabeça do pau do Antônio deslizava na virilha da minha mãe, dava pra ouvir tudo lubrificado. Num certo ponto, minha mãe se deitou de bruços e o Antônio quis montar nela de forma mais descarada e eu pude ver claramente como ele tava com a calça nos tornozelos e uma ereção apontando pra cima. Mas minha mãe não deixava ele meter o pau entre as partes íntimas dela, aí o Antônio começou a se masturbar por cima dela e vi como ele introduzia a cabeça do pau entre as nádegas dela, ficou dando empurrões por uns minutos e pelas expressões da minha mãe, provavelmente ele tava roçando os lábios dela com a glande. Eu via em Transe como minha mãe apertava o lençol, mordia o travesseiro e levantava um pouco a bunda. Ficou assim por uns minutos até que, pelas expressões dela, era óbvio que o Antonio estava gozando. Parecia que se tivesse durado mais um pouco, ele teria conseguido meter dentro da minha mãe. Vi o Antonio se contrair e parecia que ele estava limpando o pau na virilha da minha mãe, depois foi para o lado dele na cama e ouvi ele subindo as calças. Enquanto isso, minha mãe parecia relaxar, continuava de bruços, com o robe completamente puxado para o lado do Antonio e o corpo dela todo nu.
Vi o Antonio, meio distraído, puxar um lado do robe pra cobrir a nudez da minha mãe. Eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer e no nível de tesão que tomou conta de mim. Já tinha feito algo sem volta: coloquei minha mãe numa bandeja de prata pros meus amigos da academia, que eram mais novos que eu, eles ficaram toda a tarde secando ela, e ainda passaram a mão nela. E TUDO ISSO DENTRO DA MINHA PRÓPRIA CASA. Já tinha profanado a honra da minha casa por causa do meu mau julgamento.
Minha mente pensava mil coisas ao mesmo tempo, estava em choque total, nem sei quando dormi.
Acordei de manhã, já com a luz do sol entrando pela janela, ouvia entre sonhos umas vozes e risadas. Fui abrindo os olhos e percebi que era o Santi, que também tinha entrado no quarto. Vi que minha mãe estava completamente descoberta, com as partes íntimas dela expostas. Parecia que o Santi estava tocando os peitos da minha mãe de um jeito safado, e o Antonio estava do lado dela segurando o robe pra deixar ela toda à mostra.
Quando perceberam que eu estava acordando, o Santi meio que se assustou e saiu do quarto, enquanto o Antonio cobriu minha mãe com o robe.
Eu dormi de novo e acordei mais calmo um tempo depois, só pra encontrar uma cena explícita demais:
O Antonio estava de joelhos, se masturbando na frente da minha mãe e tocando a buceta dela. Dava pra ver completamente possuído, que nem percebeu que eu tinha aberto os olhos. Enquanto isso, minha mãe parecia agora sim completamente dormida, com as pernas abertas.
Vi como Antonio aumentava o ritmo e fazia cara de prazer. Já sabia o que vinha a seguir. Claramente vi quando ele começou a jorrar o esperma dele na barriga e nos peitos nus da minha mãe dormindo. Eu, de novo, estava no modo tarado, nunca tinha visto algo tão pesado na minha vida. Fiquei paralisado.
Antonio subiu a calça e, em poucos minutos, vi que ele saiu do quarto e ouvi vozes vindo de baixo. Eu desci alguns minutos depois e fiquei batendo papo com os caras. Antonio parecia sério e meio calado. Mais ou menos uma hora depois, minha mãe desceu. Estava despenteada e com o rosto meio inchado, com os braços cruzados segurando o roupão e mantendo-o fechado. Ela nos deu bom-dia e foi fazer café. Estava séria e meio confusa.
Mãe: Quem dormiu do meu lado? – perguntou
Henrique: Eu e o Antonio – respondi
Ela ficou séria e com cara de desconfiança.
Mãe: Bom, garotos, se arrumem, vou levar vocês pra casa antes que fique mais tarde – disse minha mãe, apressada
Todos se arrumaram e, meia hora depois, fomos pro carro (a chuva ainda não tinha parado) e levamos cada um pra sua casa. Depois de deixar o Kike, que foi o último, voltamos pra casa. O silêncio no carro era muito desconfortável. Tenho a impressão de que minha mãe sabe que fez alguma coisa, mas talvez não lembre ou não saiba direito o que aconteceu. Digo isso baseado no comportamento dela depois disso.
Por um lado, me sinto muito arrependido por ter deixado isso acontecer; por outro, acho que é melhor do que continuar acontecendo com o tal do Gael. Pelo menos com esses garotos, consigo manipulá-los mais fácil e eles não parecem ser tão fofoqueiros quanto o Gael.

3 comentários - Pesadelo com minha mãe e minhas amizades 7

¿Subiras las partes 8,9 y 10?. No se que paso realmente con este chico ya que sus relatos no se encuentran mas. ¡¡SALUDOS AMIGO!!
Sabes quién los público antes, creo que yo leí las primeras partes en todorelatos
nos gustaria saber que paso si por fin le dira algo, la domara o si solo le gusta verse y sentirse humillado
El usuario se llamaba JOKERGTA. Tambien los publicaba en reditt 18. Pero ya no estan. creo que logro publicar 10 partes. Pero no se si las tenga completas o donde podria buscarlas