Pesadelo com minha mãe e minhas amizades 5

Depois de duas semanas que passei por aquela experiência com minha mãe e meus amigos, os dias ficaram muito estranhos pra mim. Não queria ir pra escola, queria ficar em casa e passava o tempo me masturbando, lembrando daqueles momentos e do que aquele merda do Gael fez com minha mãe. Quase não falei com meus amigos desde então, embora eles tivessem dito que se divertiram pra caralho. Quem eu mais conversava era com o Luis, com quem a gente tinha falado pouco sobre o assunto daquelas férias.

Chamei ele lá em casa pra tomar umas cervejas, só eu e ele. Ele topou, chegou cedo e a gente comprou uns engradados de cerveja. Fomos ficando bêbados, cerveja atrás de cerveja, e depois fomos comprar mais. Entre um gole e outro, a gente batia papo sobre vários assuntos. Eu confio pra caralho no Luis, e acho que ele confia ainda mais em mim. Até que surgiu o assunto da ida pra praia e do que tinha rolado com minha mãe.

L – O que você quer que eu te diga? Sua mãe, você sabe, é uma mulher linda e, sem querer te desrespeitar, é uma gostosa do caralho.

H – Pois é, eu sei, porra. Se você fala assim dela na minha frente, imagina o que falam pelas minhas costas.

L – Ah, não acho que a gente fale muito sobre isso – disse o Luis, mas percebi que ele queria meio que minimizar o assunto pra não me deixar mal.

H – E o Gael?

L – O que tem ele?

H – O que ele falou sobre o fim de semana que passou com a minha mãe? Ele contou alguma coisa do que fizeram?

L – Então, não vai ficar puto... No fim de semana passado, a gente se reuniu: Dani, Mario, Gael e eu, e mais uns amigos. Saímos pra beber e terminamos na casa do Mario, onde ele começou a contar o que tinha feito com a Iveth.

H – Aham, e mais?

L – Ah, nada. Ele contou o que fez com ela, e depois ficaram rindo, contando como o Dani e ele comeram ela juntos.

H – E o Gael? O que ele dizia? – Eu tava curioso pra saber o que ele ia contar.

O que o Luis me disse em seguida foi mais doloroso de ouvir do que eu esperava...

L – O que vou te contar é meio pesado. Tem certeza que quer ouvir?

H – Sim, conta, e quero todos os detalhes. detalhes..
Ela me disse que Gael contou que desde o primeiro dia em que fomos ao bar e depois pra piscina, ele já tinha ficado de olho na minha mãe e queria comer ela com tudo... Que dava pra ver uns peitões enormes e que ele viu o biquinho quase escapando quando ela saiu da piscina. Ele não achava que fosse rolar nada entre ele e minha mãe, mas não queria perder a esperança, e o milagre aconteceu quando ele foi se deitar.
Luis tinha se deitado do lado oposto, o mais perto da borda que conseguiu, pra evitar contato com Gael..

L - Nisso, Dani contou que você e sua mãe entraram no quarto e que sua mãe tirou toda a roupa na frente de vocês, que dava pra ver uma silhueta perfeita na luz da lua, mas quase não dava pra enxergar as partes íntimas por causa da escuridão do quarto, embora ele tenha conseguido ver claramente que sua mãe tinha um pouco de pelinhos na buceta. Diz que ficou calado, fingindo que tava dormindo, com o pau duro.

L - Gael conta que sentiu alguém subir na cama e deitar do lado dele, ele quase tava dormindo, então demorou uns minutos pra perceber que era sua mãe de costas pra ele, quase colada. Ele tinha se deitado só de cueca por ordem da Iveth e da sua mãe.. Então ele interpretou como um sinal pra ter menos roupa e se aproximou da sua mãe, abraçando ela de conchinha.... Sua mãe não reagiu, ele tocou a barriga dela por cima do roupão que ela tava usando, e sua mãe segurou a mão dele, mas não resistiu. Então Gael aproveitou pra começar a beijar devagar a orelha dela e passar a mão nos peitos... Ele começou a apertar, mas sua mãe reagiu um pouco, falou "não" e tirou a mão dele... Gael ficou parado, meio assustado, e quando viu que não teve uma reação exagerada da sua mãe, continuou passando a mão, dessa vez com mais cuidado pra não ser tão bruto.

H - Que filho da puta

L - Disse que ele começou a levantar o roupão dela e enfiou a mão por baixo pra poder pegar nos peitos dela com mais conforto... você Mamãe tirava, mas colocando pouca força, sentiu os mamilos e não aguentou mais, tirou o pau da cueca. Deu umas batidinhas e encostou de novo na bunda da sua mãe.
Quer que eu continue?
H- Continua
Ele baixou a mão pra tirar a calcinha dela, mas sua mãe resistia e ele mandou ela tirar, mesmo "sem muita convicção", já que ela tava quase dormindo.
Pegou a perna da sua mãe, colocou por cima dele e encostou o pau na entrada da buceta dela, que só era coberta por uma calcinha fina... Começou a empurrar e sua mãe começou a reagir com movimentos lentos... Tentou enfiar a mão na calcinha, mas sua mãe não deixava e tirava, então ele pegou a mão dela e enrolou no pau dele, começando a mover. Sua mãe apertava bem fraquinho com a mão, mas parecia que mexia por reflexo...
Ele quis voltar pros peitos dela e dessa vez não teve oposição da sua mãe... Começou a apalpar e queria chupar, mas sua mãe não virava... Ele tentou virar ela de barriga pra cima, mas sua mãe meio que reagiu por um momento e falou "não", dessa vez num tom mais forte, soltou o pau dele e se virou.
Mas Gael naquela noite não ia ficar por isso, colocou o pau de novo no meio das pernas da sua mãe e começou a esfregar na buceta dela, sua mãe respondia com movimentos leves enquanto ele segurava a cintura dela... Mas sua mãe reagiu, dessa vez mais lúcida, virou com cara de brava e mandou ele parar. Isso assustou Gael e ele preferiu se acalmar.
H- Filho da puta do caralho, minha mãe tava dormindo e bêbada, o desgraçado tava praticamente abusando dela (falei sem vergonha nenhuma)
L- Bom, se você quer ver por esse lado, não sei o que te dizer.
H- E depois? O que aconteceu depois?
L- Só isso que ele contou daquela noite, o resto que ele contou foi da noite que a gente jogou baralho.
H- O que ele disse sobre isso? O que ele falou que aconteceu quando a gente entrou?
L- Ele contou que sua mãe parecia que queria ele... A verdade é que é meio estranho. Forte o que o Hugo nos contou...
H - Como?
L - Diz que antes da gente entrar, ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni da sua mãe, deixando ela completamente pelada, e que sua mãe se deitou no peito dele, segundo ele, pra evitar que o pinto dele ficasse em contato direto com a buceta dela. Ela não queria que rolasse contato no começo. Quando a gente entrou, ele ainda tava por cima.
Sua mãe completamente bêbada, pelada e deitada nele, ainda se cobrindo os peitos.
G - Tira as mãos daí, Sandra, deixa eu ver esses peitos.
S - Não posso fazer isso.
G - Do que você tá falando? Você já tá toda nua, é só se soltar...
S - Não posso fazer isso com o Hugo, Gael, pelo amor de Deus, me deixa levantar, vamos dormir - falou minha mãe com cara de preocupação.
G - Espera, já te falei que é só essa cerveja e a gente entra.
S - Já chega, Gael, não vai rolar nada.
G - Me dá um beijo então... - disse Gael enquanto continuava esfregando o pau molhado contra a bunda da sua mãe.
S - Pra quê? Já chega, Gael, por favor.
G - Você disse quando a gente tava brincando que não tinha problema em dar um beijo em qualquer um de nós... Vai, me dá um beijo e eu tento terminar a cerveja mais rápido.
S - Jura?
G - Juro.
L - Diz que sua mãe virou a cabeça pro lado pra dar um selinho no Gael.
Primeiro chegou devagar, com medo, e deu, se afastou, deu outro selinho mais lento e depois começaram a se beijar mais "apaixonadamente", nas palavras dele.
Sua mãe parou de resistir pra levantar, embora ainda se cobrisse os peitos.
Continuaram se beijando e Gael aproveitou pra passar as mãos pelo corpo da sua mãe, na barriga, na cintura e subiu até quase chegar nos peitos. Sabia que se tentasse tocar em alguma parte muito íntima, sua mãe ia se afastar, então ele disse que tentou jogar devagar e na inteligência.
Ele tava sentado quase com as costas naquela cadeira, então tava desconfortável, pegou sua mãe e quis mexer ela pra levando ela para o chão e montar nela, mas de novo sua mãe não se deixou.
Gael não parava de beijá-la, sabia que os beijos eram a chave pra sua mãe se soltar. Do jeito que deu, tentou manter as costas retas, o que forçou sua mãe a virar mais pro lado direito pra continuar se beijando.
Aí ela cobriu os peitos com a mão esquerda e passou o outro braço por trás da cabeça dele, abraçando-o.
Ele quis descer pra beijar o peito direito dela, mas ela recusou e procurou a boca dele com a dela de novo. Nisso, Gael começou a se desesperar. Já não tinha mais o pau no meio daquela bunda, mas sua mãe tinha um braço ocupado atrás da cabeça e ele podia aproveitar pra fazer outra coisa.
Começou a acariciar as coxas dela e, embora ela sempre mantivesse as pernas fechadas, aos poucos deixava Gael subir mais a mão. Até que fez contato com a buceta peluda dela, as pernas estavam apertadas demais pra forçar tocar a buceta, mas continuou acariciando os pelos.
G- Deixa eu chupar seu mamilo
S- Não posso, Gael, não quero que você veja meus peitos, é sério
G- Por que não, simples? Já estamos na intimidade, você já me viu todo, além disso quase não tem luz, não vou conseguir ver. Melhor vira pra mim, você sabe, pra gente se beijar mais à vontade.
Sua mãe sabia que se virasse pra ele, ia ter que abrir as pernas e praticamente montar nele. A buceta dela ficaria exposta e em contato direto com o pau dele.
S- Vou deixar você beijar meu peito, mas não olha, ok?
G- Mas por que não posso ver?
S- Meus peitos são especiais, são a parte favorita do meu corpo.
G- Agora só quero ver eles mais, Sandra
S- Não posso, não quero que você se apaixone
Gael diz que soltou uma risada debochada e colou a boca no peito da sua mãe, aos poucos beijando em volta. Pegou a mão esquerda dela que cobria o outro peito e tirou.
Começou a procurar o mamilo com a boca. Beijou devagar ao redor e sentiu o mamilo endurecer.
Ele diz que Tua mãe segurou ele pela nuca e puxou pra perto. Ele começou a mamar e com a mão direita começou a apalpar o outro peito que tua mãe tentava continuar cobrindo.
Ele via tua mãe virar a cabeça pra cima com os olhos fechados, como se estivesse curtindo o trabalho que Gael tava fazendo no peito dela.
Depois, com a mão esquerda, pegou a mão da tua mãe, que tava abraçando ele, e colocou no pau dele, embora não tenha feito nenhum movimento, mas isso fez tua mãe se virar um pouco mais pra frente de Gael.
G— Passa a perna — disse Gael.
Tua mãe ficou quieta e cobriu o peito que Gael tinha desocupado. — Ela tentou passar a perna direita pro lado esquerdo dele pra ficar de frente, já tinha cedido e tava disposta a deixar a buceta dela exposta. Mas Gael mudou o jogo.
G— Espera — disse — vou deitar no chão.
S— Não Gael, já chega — falou tua mãe com cara de preocupada enquanto cobria os peitos e olhava pra porta do quarto onde a gente tava.
Tua mãe finalmente conseguiu ficar de pé, mas ele também levantou, agarrou ela pela cintura pela frente e começou a beijar ela. Os beijos claramente eram o ponto fraco da tua mãe.
Já os dois de pé, ele aproveitou pra passar o pau no meio das pernas da tua mãe, fez contato com a buceta dela, finalmente. Continuava beijando ela, mas agora metendo e tirando o pau na entreperna da Sandra. Sentia como os fluidos que os dois soltavam se misturavam. Ela também tava molhada, fazendo o pau deslizar sem problema nenhum.
Começou a ouvir a respiração da tua mãe acelerar e ele dobrou um pouco os joelhos pra se abaixar e conseguir se impulsionar pra penetrar ela. Tua mãe rapidamente adivinhou o que Gael ia fazer e ficou na ponta dos pés pra evitar.
S— Não Gael, isso não — falou com a voz ofegante.
G— Vai sim, anda logo.
S— Não Gael, é sério.
Gael enfiou o pau de novo na entreperna da tua mãe e começou a apertar a bunda dela com as duas mãos, levantando, separando e, por consequência, abrindo um pouco. mas aquela buceta que cada vez ficava mais lubrificada.
Gael se agachava e investia pra cima tentando a penetração, mas sua mãe não deixava.
Ele optou por pegá-la pela cintura e puxá-la pra baixo. Sua mãe, ainda se cobrindo os peitos, não conseguiu resistir muito e caiu devagar de joelhos sobre ele, que a ajustou pra que a buceta dela ficasse em cima do pau dele, que apontava pro abdômen dela. SUA MÃE AGORA ESTAVA SENTADA EM CIMA DO PAU DO GAEL!!.
Gael puxou ela pra perto, começou a beijá-la e esfregar o pau nela, tentando encorajá-la a se soltar mais. O que funcionou. Sua mãe começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, agora era ela quem esfregava a buceta no pau do Gael.
Gael sentia como a buceta molhada da sua mãe fazia o prepúcio dele subir e descer pelo pau. ELA TAVA MASTURBANDO ELE COM A BUcETA.
Ele pegou sua mãe pelos braços, puxou ela pra perto e pediu que ela descobrisse os peitos. Sua mãe finalmente cedeu.
Ela descobriu os peitos, que mesmo não sendo tão visíveis por causa da luz, já dava pra ver a forma e a textura.
Ela se aproximou pra beijá-lo e colou os peitos no peito dele. O movimento da cintura dela, embora não fosse rápido, tinha uma velocidade suficiente pra dar um prazer enorme pro pau do Gael.
G – Quero meter em você
S – Não, Gael – disse sua mãe e parou todo movimento da cintura, se cobrindo os peitos de novo.
Gael sentiu uma impotência incrível.
G – Bom, então, te proponho uma coisa
S – Chega de propostas, Gael, acho que já deu...
G – Faz eu gozar, só isso que te peço, e juro que vou te deixar em paz
S – Sua mãe ficou calada, ainda em cima do membro do Gael
G – Deixa eu meter em você
S – Já te falei que não, Gael – disse sua mãe, irritada com a insistência
G – Então chupa ele
S – Claro que não, Gael, não posso fazer nada disso, entende, não tá certo.
Gael puxou ela pra beijá-la de novo e começou a mexer a cintura novamente. Sua mãe continuou beijando ele, mas já sem tanta emoção e sem responder. Tanto a ponta daquele pau roçando na buceta dela.
Ficaram assim por mais um tempo até sua mãe voltar a se mexer.
Gael via como sua mãe curtia e gemia baixinho. Era óbvio que ela também estava se masturbando com o pau que tinha debaixo dela.
Quando paravam de se beijar, era praticamente só pra respirar. Os dois ouviam a respiração ofegante um do outro, e isso os excitava ainda mais.
Sua mãe ergueu o tronco pra aumentar o ritmo dos movimentos. Dava pra ver que ela estava fora de controle.
Gael via de baixo como sua mãe fechava os olhos e apertava os próprios peitos em sinal de prazer. Ele estava apreciando o corpo daquela deusa que estava por cima dele.
Ele a puxou de volta pra perto e perguntou no ouvido:
G — Só a cabecinha? — e continuou beijando ela.
Sua mãe ficou em silêncio. Só se ouvia a respiração ofegante dela.
S — MAS SÓ A PONTINHA — falou com cara de aviso.
Ele sorriu. Sua mãe deslizou a buceta em direção à barriga de Gael e empinou a bunda.
Ela estava encaixando o pau na entrada mais preciosa do corpo dela.
Gael sentiu a entrada daquela buceta em volta da ponta do pau dele.
S — Não vai se mexer, eu faço tudo — disse Sandra.
Com a entrada da buceta, ela empurrou o pau de Gael pra cima, arqueou as costas pra trás pra se posicionar e foi se deixando cair.
Ele sentia aquela buceta envolvendo cada vez mais o pau dele até cobrir a cabeça toda. Sandra virou pra olhar pra ele e se descobriu os peitos de novo, dessa vez deixando tudo à mostra pra Gael. Ele pegou os dois com as mãos, e sua mãe se deitou em cima dele pra beijá-lo, enquanto mexia devagar os quadris em círculo.
O melhor de tudo era a quantidade de lubrificação que tinha entre os dois.
Sua mãe respirava ofegante e mexia os quadris devagar, tomando cuidado pra não deixar a ponta do pau de Gael escapar da buceta. Mais do que sexo (se é que dava pra chamar assim), parecia mais uma trepada de amor.
S — Anda logo, goza logo
G — Deixa eu meter tudo
S — Já te falei que não
G-Tô quase gozando — disse Gael com cara de sofrimento
Num impulso de desespero, tentou enfiar o pau até o fundo da buceta da sua mãe, que reagiu rápido e impediu que isso acontecesse.
Ela tirou o pau da entrada da buceta e olhou pra Gael com cara de raiva.
S-Falei pra você não fazer, passou dos limites. Já acabou.
G-Espera, Sandra, já tô perto, por favor, te imploro — disse Gael segurando ela com força pela cintura pra não deixar ela se afastar.
Sua mãe fez uma cara de reprovação e encaixou o pau de Gael bem atrás dela, entre a buceta e a bunda, e se deitou abraçando Gael.
Ela encostou o rosto no ombro dele e começou a mexer a cintura pra cima e pra baixo, mais rápido. Não tava mais penetrando a cabeça dele, mas o atrito e o lubrificante faziam Gael se sentir nas nuvens. De repente, ele começou a gozar.
O leite esporrou pra cima e caiu nos testículos de Gael e na bunda da sua mãe, que continuava com os movimentos de cintura roçando o pau de Gael até ele parar de pulsar.
Ela já tava fazendo aquilo mais pra Gael deixar ela ir embora em paz do que porque tava gostando. Dava pra ver na cara dela que ela tinha caído na real do que tinha feito.
Gael suspirou e sua mãe se levantou. Pegou a calcinha que Gael tinha tirado e limpou o leite que tinha caído na parte de trás das nádegas dela e o que tinha escorrido pra buceta, tirou o excesso de líquido e jogou a peça pra Gael com desprezo.
S-Onde você deixou o biquíni que tirou de mim?
G-Fica assim, você fica gostosa assim — disse Gael, que com a luz que entrava de fora conseguiu ver os peitos da sua mãe por um momento mais claramente.
S-Gael, fala sério, espero que depois disso você não me encha mais o saco.
G-Vem deitar comigo, gostosa — disse Gael.
Sua mãe fez uma cara de nojo e raiva e foi direto pro quarto, pelada.
Gael seguiu ela em segundos e viu que ela tinha se deitado no sofá com você.
G-Vem cá. Vem pra cama comigo, não vou fazer mais nada com você.
S—Me deixa em paz, Gael, por favor — dizia sua mãe, que já entre a bebedeira e o sono, estava caindo de cansada.
Gael tirou o pau pra fora, aproximou do rosto da sua mãe e deu a última condição pra ela antes de deixá-la em paz.
G—Enfia na boca.
S—GAEL, JÁ CHEGA, o Hugo vai acordar! — disse sua mãe com voz de brava, o que fez ele recuar um pouco.
G—Dá um beijo nele, então.
Ele aproximou o pau do rosto dela, e sua mãe pegou com uma mão e deu um beijo na pontinha.
S—Pronto, agora me deixa em paz, por favor.
Gael foi pra cama e se cobriu com o lençol.
Enquanto Luís me contava aquilo, eu tava com sentimentos confusos, e percebi que tava com uma ereção do caralho só de ouvir aquelas palavras sobre o que tinha rolado naquela noite. Tudo já fazia sentido.
H—Porra, Luís, cê acredita que esse cara fez isso com a minha mãe?
L—Espera, Hugo.
H—O quê?
L—Tem mais...
H—Como assim tem mais? — falei com um sentimento de curiosidade.
L—Lembra quando você saiu do banho e a gente foi conversar na praia? Então, quando a gente foi embora, chegaram os outros: Mario, Gael e Dani.
H—Aham...
L—Acontece que Mario e Iveth entraram de novo no quarto pra, supostamente, dar a última rapidinha antes de acabar as férias. Só que nessa hora, sua mãe tava tomando banho. Gael percebeu isso, aproveitou e entrou junto com eles.
Enquanto Mario e Iveth se beijavam na cama, Gael aproveitou pra entrar no banho com sua mãe.
H—Não pode ser — falei, meio decepcionado.
L—Desculpa, irmão.
H—E o que mais aconteceu?
Pelo que Gael contou, quando ele entrou, sua mãe deu um grito.
S—EI, O QUARTO TÁ OCUPADO, TÔ TOMANDO BANHO, CÊS NÃO TÃO VENDO?
I—Calma, amiga, sou eu e o Mario, a gente vai aproveitar o que sobrou dessa casa.
Mas Gael também tinha entrado, tirou a roupa e foi de cueca pra dentro do chuveiro com sua mãe.
Quando ele abriu a porta, diz que sua mãe se virou. para se cobrir e tapou suas partes íntimas. Ela estava cheia de xampu e sabão no corpo todo.
S-Gael, o que você está fazendo? Sai daqui, por favor! IVETH, PELO AMOR DE DEUS, TIRA ESSE MENINO DAQUI!!
I- Relaxa, amiga, você também devia aproveitar o que resta da estadia.
Sua mãe fez cara de vergonha e baixou o olhar, num sinal de humilhação e fraqueza.
G- O que você acha, Sandra? A gente segue o que a Iveth falou?
S- Gael, por favor, o que aconteceu ontem foi a última vez.
G- Eu só entrei pra tomar banho, você tem que me entender, não dá mais tempo de esperar você sair, além disso a gente economiza água, que tal?- Disse Gael enquanto tirava a cueca que vestia, mostrando uma ereção apontada pro corpo da sua mãe.
Ao fundo, dava pra ouvir Mario e Iveth já transando, o som das peles se batendo e uns gemidos leves dos dois.
Gael foi se aproximando, pegou ela por trás e enfiou o pau entre as pernas da sua mãe, de novo procurando a entrada da buceta dela.
S- Sai de perto, por favor, Gael- disse sua mãe.
G- Ok, vou sair, juro, só faz eu gozar, por favor, não vou demorar muito, te prometo, e não vai te custar nada, é só fazer o mesmo que fez ontem.
S- Não, Gael, chega, você tá passando dos limites. Vou contar pro Hugo sobre isso.
G- Hugo me deu permissão pra fazer isso, por que você acha que ele se meteu ontem à noite?
Sua mãe ficou calada e pensativa, essas palavras com certeza causaram um efeito doloroso nela, e combinada com a bebedeira e a situação de nudez em que estava, sua mãe era uma presa fácil.
G- Mostra os peitos pra mim, por favor, quero ver eles de novo, agora com luz, ontem não consegui ver direito, tava muito escuro, além disso quero confirmar aquilo que você me disse ontem, quero ver se vou me apaixonar mesmo.- dizia Gael enquanto esfregava o pau no meio das pernas da sua mãe.
Começou a beijar o pescoço dela e a empurrou pro jato d'água pra tirar o excesso de espuma. Esses beijos fizeram sua mãe se soltar. Ela arrebitou a bunda pra fazer mais contato com o pau dele e se virou pra encarar o Gael de frente. Continuava se cobrindo as partes.
G — Só faz eu gozar, quanto mais rápido, mais rápido eu vou embora, te prometo.
S — Ok, mas não me toca, você vai ter que se virar sozinho.
G — Como?
Sua mãe lentamente se descobriu as partes, deixando tudo à mostra debaixo do jato d’água.
Gael finalmente pôde ver aqueles peitos, que ele descreveu como os peitos mais perfeitos que já tinha visto.
Ele enfatizou isso várias vezes e não parava de falar deles quando contou essa história naquele dia.
Inevitavelmente, quando sua mãe se mostrou toda pra ele, começou a se masturbar na frente dela.
Ele quis se aproximar, mas sua mãe disse que não, que sem tocar. Mas Gael já tinha sacado o esquema. Os beijos eram a chave.
Ele se aproximou pra beijá-la, e sua mãe, mesmo recuando um pouco, não ofereceu muita resistência.
Além disso, os gemidos da Iveth e do Mario ao fundo só facilitavam as coisas pro Gael.
Com uma mão ele se masturbava e com a outra massageava os peitos da sua mãe. Ele se afastou um pouco e se separou dela por um momento.
Parou pra apreciar a mulher que tinha na frente. Descreveu ela como um anjo cor de creme com os mamilos rosados, os peitos perfeitos, uma bunda de dar água na boca e uma buceta com pelinhos pubianos charmosos, onde dava pra ver que por baixo daqueles pelos se escondia uma bucetinha rosada, quase dava pra descrever como uma mulher sabor morango.
Isso mesmo, ele disse. Sandra é uma mulher sabor morango com creme. E tudo isso ainda sob efeito do álcool.
Gael se aproximou de novo da sua mãe e segurou ela pela cintura, beijou e começou a massagear a bunda dela, igual na noite anterior, passando o pau por fora da buceta dela, queria meter a qualquer custo.
G — Agora você vai deixar eu te comer?
S — Entende, Gael, não posso deixar você fazer isso, você é amigo do meu filho, por favor, se apressa pra acabar logo.
G — Me ajuda — disse Gael
Sua mãe pegou o pau do Gael e começou a masturbando ele devagar enquanto o beijava,
Gael também tomou a iniciativa e começou a tocar a buceta dela. Começou a masturbar ela, fazendo círculos no clitóris dela com a ponta dos dedos. Diz que nessa hora sua mãe acelerou a respiração e abriu um pouco as pernas. Ela começou a dar uns gemidos leves enquanto beijava o Gael e só se separava pra respirar ofegante.

G. Me dá um beijo – disse Gael, e sua mãe respondeu aproximando a boca da dele – Não, igual ao de ontem à noite.

Gael pegou sua mãe pela cabeça e começou a empurrar ela pra baixo. Sua mãe foi beijando ele no pescoço, depois no peito, depois na barriga, depois no ventre e por último em volta do pau dele. Sua mãe ficou agachada lá embaixo. Tava uma gostosa, e ficou ainda mais linda com aquele pau na frente dela apontando pro rosto dela.

G – Chupa
S – Já te falei que não vou fazer isso
G – Então beija ele

Sua mãe começou a masturbar aquele pau, olhando fixamente pra ele, usando uma mão e depois as duas, depois voltava a usar uma. Gael só ficava de pé olhando pra baixo, admirando a vista linda que tinha, era uma mulher bonita pra caralho, nunca imaginou ela naquela posição, com um pau na frente da boca dela.

G – Dá um beijo nele, por favor, já tô perto…

Sua mãe ouvindo isso se aproximou e deu um beijinho na ponta e continuou masturbando ele

G – Mais um…

Sua mãe obedeceu, deu outro beijinho naquela cabeça.

G – Mais um… – sua mãe obedeceu de novo, só que dessa vez deixou os lábios colados na ponta do pau enquanto masturbava ele.

Gael ficou um tempo curtindo o trabalho que sua mãe tava fazendo, até que empurrou a cabeça dela pra perto, mas sua mãe resistia em meter aquele pau na boca.

Por outro lado, ela começou a passar os lábios, como se fosse dar um beijo, por todo o tronco do pau, sem desgrudar, como se estivesse passando batom.

Gael disse que nunca tinha sentido algo tão provocante.

G – Pelo menos prova – disse Gael pra sua mãe
S – Não, obrigada Gael, vai logo termina logo, por favor.
G- Pra você saber qual é o gosto...
S- Já sei qual é o gosto, Gael, já provei outros.. PELO AMOR DE DEUS, ANDA LOGO - disse sua mãe antes de dar uma lambida rápida na ponta do pau.
M- TÁ MAMANDO ELE! - ouviu-se Mario falar lá fora, obviamente ele e a Iveth estavam observando de fora do box tudo que os dois faziam, com certeza de fora do box parecia que sua mãe tava fazendo um oral no Gael.
Sua mãe, ao ouvir aquilo, se levantou e limpou o líquido pré-seminal que tinha se espalhado pela boca dela.
Gael se abaixou, pegou ela por uma coxa e colocou no ombro esquerdo dele e disse:
G- Eu quero saber qual é o seu gosto..
Antes de se aproximar dela, ficou olhando aquele negócio na frente dele, por baixo daqueles pelos dava pra ver uma buceta linda, bonita, carnuda e suculenta. Deu uma cheirada bem colado nela. Mas antes de poder lamber, sua mãe afastou ele.
S- Não - disse sua mãe pro Gael
G- Por que não, o que foi?
S- Não quero e pronto - levantou ele, pegou no pau dele e começou a masturbar de novo, dessa vez um pouco mais rápido, tentando fazer o Gael gozar o mais rápido possível.
Gael não entendia por que ela não tinha deixado, mas enfim, a ação não tinha acabado e ainda dava pra fazer alguma coisa.
G- Só a pontinha?
S- Não, Gael, ontem você abusou da minha confiança.
G- Não vai acontecer de novo, eu juro, além disso já tô quase gozando, por favor, faz rápido.
S- Tá bom então, MAS SÓ A PONTINHA HEIN! - disse sua mãe apontando o dedo pra ele como se tivesse dando bronca ou avisando.
Sua mãe abriu um pouco as pernas e Gael pegou ela de uma vez, levantou ela no ombro dele manobrando pra não escorregar e colocou ela de lado, ela se apoiou na parede. Sua mãe é uma mulher flexível pelo visto.
Depois colocou o pau dele na entrada daquela buceta linda.
S- Eu faço tudo, não vai se mexer - disse sua mãe
Começou a empurrar contra o Gael e os dois sentiram o começo da penetração. Sua mãe começou a se mexer devagar, Gael queria empurrar e meter tudo. tocava os peitos com a mão direita e usava a desculpa de se aproximar pra beijar ela, pra conseguir enfiar um pouco mais o pau. Sua mãe parecia perceber e afastava o quadril.
Tinha uma cara de prazer digna de filme, embora não deixasse entrar mais que a ponta daquele pau dentro dela.
Sua mãe começou a fazer movimentos mais constantes com o quadril e gemia baixinho de olhos fechados.
Gael começou a sentir que ia gozar.
G — Vou gozar — disse Gael.
Sua mãe olhava pra ele calada e continuava com o movimento, gemendo quase em silêncio.
Gael não aguentou mais.
Deu um empurrão e sua mãe não conseguiu se defender. Enfiou o pau até o fundo e deixou ali por dois segundos inteiros sem se mexer. Sua mãe olhava pra ele com cara de ódio, até que conseguiu se soltar.
Gael confessou que nunca tinha sentido uma buceta tão quente e apertada.
No momento em que o pau saiu, começou a jorrar porra bem na entrada da buceta da sua mãe. Ela se afastou e deu um tapa na cara de Gael.
S — EU FALEI QUE NÃO — disse enquanto entrava no chuveiro com uma cara furiosa. Limpou a porra que tinham jogado nela e pegou uma toalha. Saiu furiosa do chuveiro e do quarto.
Gael saiu vitorioso do banho.
Isso é tudo o que aconteceu, ou pelo menos o que Gael nos contou.
Eu estava em choque, não sabia o que dizer depois de ouvir uma história dessas.
Nisso minha mãe chegou do trabalho, cumprimentou o Luis e pra mim deu boa noite. Eu não queria nem olhar na cara dela.
H — Minha mãe me disse que não tinha acontecido nada, Luis, isso foi antes de ela entrar no banho. Cê acha que o que rolou conta como ter comido ela?
Minha mãe é uma puta?
L — Sua mãe não é uma puta, Hugo, teve um descuido, todo mundo foi parte disso e a verdade é que todas as circunstâncias pareciam feitas pra isso acontecer. Ela não tem culpa, nem você.
As palavras do Luis sempre me confortavam, mas nunca me convenciam.
Eu, pessoalmente, sinto que minha mãe não é nenhuma puta. Vadia, mas se comportou como uma verdadeira vadia. Pra isso não tem desculpa, nem o álcool, nem a situação que eu não esperava que rolasse, nem nada.
Uns dias depois, encontrei o Gael, convidei ele pra minha casa, sabia que ele ia vir, o filho da puta. Obviamente queria vir pra ficar bem comigo e ver minha mãe. As leis daqui de onde eu sou permitem você se defender se estiver dentro da sua própria casa, então assim que ele pisou lá dentro, eu bati nele até cansar. Ameacei ele de nunca mais chegar perto da minha mãe e, se eu soubesse que ele tava falando demais de novo, eu não ia ficar quieto. Como contei pra vocês, minha vida inteira treinei artes marciais e tal, então vi um medo genuíno nos olhos dele enquanto ele gritava pra eu parar.
A verdade é que tudo mudou depois que isso aconteceu. A única coisa que acho que foi boa nisso tudo é que eu consegui transar com minha mãe, embora nunca imaginasse que fosse pensar assim, já que nunca vi minha mãe como um objeto sexual até aquela ocasião. E mesmo que ela estivesse dormindo (quero acreditar que estava acordada e gostou do que aconteceu), toda vez que a vejo passando na minha frente, lembro daquela vez e fico excitado.
Esse é o fim da história, senhoras e senhores. Honestamente, só queria perguntar as únicas dúvidas que me restam: O que o Gael fez com minha mãe conta como uma foda? O Gael comeu minha mãe? Vocês consideram que minha mãe é uma vadia? Devo me sentir mal pelo que fiz?

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