Enrique: Minha mulher quer dar pra outro

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Seguindo na vibe do meu primeiro relato, agora conto pra vocês o que rolou depois das nossas "confissões".
Como vocês já sabem, minha esposa Ana me confessou que gostou de outro homem e que tiveram um flerte, mas que não passou disso. Eu fiquei muito ansioso e excitado a partir desse momento, nossos encontros sexuais melhoraram demais, agora a gente se permite fantasiar enquanto transa. Quando eu tento dar uma massagem nela na hora de deitar, ela já sabe que naquela noite vamos ter um sexo gostoso.
Começo passando a mão suavemente pelo corpo dela e, ao parar na buceta enorme dela, ela me pede pra descrever o que tô fazendo, quantos dedos tô enfiando, me pede pra meter um ou dois dedos no cu dela, pra esfregar o clitóris, mas sempre me pede pra descrever o que tô fazendo e o que tô sentindo.
Pra seguir o jogo dela, outro dia pedi pra ela me contar a fantasia sexual dela. Ela disse que era transar comigo dentro de uma banheira de hidromassagem. Aquilo pra mim não era fantasia, era um desejo, e insisti. Quando ela já tava mais excitada, acabou me contando que, quando ficava sozinha, via filmes pornô e se masturbava imaginando que tava chupando um pau preto enorme de um negão, que ela delirando pra ser comida por um negão igual nos filmes. Aquilo me deixou louco, liguei o DVD e coloquei um filme que tinha comprado recentemente.
Coloquei ela de quatro na frente da TV e comecei a meter meu pau, que mesmo não sendo enorme, é bem grosso e tem uma cabeçona. Falei: "Olha o filme e me conta: o que você sente quando vê o negão? Queria estar lá no lugar dela?" No começo ela negou, mas quando viu aquele pauzão entrando e saindo e sentiu eu comendo ela, largou a vergonha e disse que sim, que tinha inveja daquela mulher, que queria chupar aquele pau.
Acelerou os movimentos da cintura e gozamos juntos naquele mesmo instante. Ela se deitou do meu lado e, toda envergonhada, me disse que aquilo que tinha falado era só uma fantasia e que eu não achasse que ela era capaz. Mas os comentários dela já tinham feito efeito em mim. Já começava a rondar minha cabeça a ideia de ver minha mulher nos braços de outro cara, afinal, ela já tinha dado os primeiros passos com o amigo dela.
No dia seguinte, fui na locadora e comprei 3 filmes de interracial, cheguei cedo em casa e dei uma olhada neles. Quando minha mulher chegou, preparei uma bebida pra ela e tinha feito uns tira-gostos, ela se sentiu lisonjeada e me respondeu com um beijo. Abracei ela e ficamos conversando animados.
Passou umas 3 horas e minha mulher já tava meio tonta, falou que queria deitar. Levei ela pro quarto e deitei ela de bruços pra dar outra massagem nela. Coloquei um dos filmes que tinha comprado, e na cena tava uma mina com dois negões. Minha mulher teve um brilho especial no olhar. Enquanto massageava ela, fui perguntando o que ela achava de uma mulher com dois caras, e ela respondeu safada que essa era outra fantasia dela. Aquilo me deixou a milhão e comecei a apertar firme as bundas dela.
Como já tava excitada, perguntei se a fantasia dela era com dois caras desconhecidos e ela respondeu que a ideia era que um deles fosse eu. Na hora, meu pau ia explodir e ela percebeu, viu que eu tava muito excitado, pegou meu pau grosso e enfiou na boca dela. Enquanto me chupava, fazia comentários sobre minha atitude e como eu ficava cada vez que ela falava em transar com outro homem.
Insisti pra ela me contar a fantasia dela em detalhes, e ela disse que queria chupar a pica de um negão, mas que o que mais daria prazer pra ela era ver minha cara enquanto ela fazia isso e como o negão gozava na boca dela (coisa que comigo ela não gosta). Na hora, eu gozei enchendo a cara dela de porra. Deitei ela do meu lado e comecei a tocar o clitóris dela enquanto implorava pra ela continuar me contando. Ela me disse, ainda com a cara cheia de porra, que depois que o negão gozasse na boca dela, queria que eu a beijasse pra ela sentir o gosto da porra de outro homem.
Isso me deixou louco e subi até o rosto dela pra lamber os cantinhos dos lábios dela e provar pela primeira vez meu próprio gozo. Isso fez ela reagir e montou em cima de mim, cavalgando com força, me pedindo pra dizer que ela era uma puta por ter esses pensamentos, mas que tinha se soltado pra pensar e falar assim desde o momento que eu dei abertura. A partir daí, toda vez que a gente transa, ela me pergunta sobre minhas fantasias e eu falo que adoraria estar com outra mulher enquanto ela me assiste e se masturba. Mesmo que a ideia a deixe perturbada, sei que ela se arrepiar só de pensar.

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