Me chamo Raul e tenho 18 anos, essa história aconteceu há alguns meses. Minha mãe é dona de casa e tem 40 anos, apesar da idade, ela se conserva muito bem. Meu pai é mais velho que ela, tem 50 anos e trabalha como funcionário público. Tanto meu pai quanto eu somos muito conservadores, e minha mãe discutia muito com a gente por causa disso, já que ela é muito mais mente aberta e tem outras coisas que eu nem imaginava.
Um dia, quando voltei da escola, encontrei meus pais discutindo. Pelo visto, minha mãe tinha contratado uns peões pra fazer a piscina do jardim. O problema é que a equipe era formada por 3 homens negros como carvão, os três deviam ter mais de 1,90 e eram visivelmente muito fortes. Apesar da discussão, como o preço a pagar era bem mais baixo do que meu pai imaginava, ele aceitou que os caras ficassem pra trabalhar, mesmo que a cor da pele deles não despertasse confiança nem em mim nem nele.
Duas semanas depois, os peões quase estavam terminando o serviço quando entraram em casa. Eles não estavam com a parte de cima do macacão e mostravam os torsos suados. Minha mãe pareceu ficar maravilhada com o que via, o que não fez nem um pouco de graça pro meu pai. Ele xingou eles e mandou saírem imediatamente da casa dele. O motivo era absurdo, mas eles eram negros, e era isso que meu pai não gostava. Meu pai disse que não ia pagar, e esse foi o erro.
Eles ficaram bem putos e pegaram as coisas deles. Mas quando a gente achava que iam embora, bateram no meu pai e nos jogaram no chão. Fecharam as portas, pra surpresa da minha mãe, e disseram que então iam ter que cobrar na carne.
A ideia daqueles negões era clara: iam foder minha mãe na frente do filho e do marido. Nos amarraram em umas cadeiras, não deu pra fazer nada porque eles eram mais numerosos, maiores e mais fortes que meu pai e muito mais que eu. Minha mãe, que até então não tinha reagido, usava um shortinho curto e uma camiseta justa. Os Os negros disseram pra ela que não iam nos machucar se ela se comportasse bem com eles, ela pareceu entender na primeira e foi aí que começou a perceber que aqueles 3 negros iam comer ela bem na nossa frente.
— Vamos ver o que temos aqui
Um dos homens rasgou o decote da mamãe, expondo os peitos dela.
Os negros disseram que ela tinha uns peitos muito lindos e que ela ia gozar com tudo aquilo, os negros se posicionaram ao redor dela, mamãe entendeu o que aqueles negros queriam, respirou fundo e com as duas mãos abaixou os zíperes deles, respirou fundo e começou a procurar as picas deles. Quando deslizou as mãos nas calças dos dois negros enquanto o outro olhava pra gente sorrindo, os olhos da mamãe se arregalaram de surpresa. Eram totalmente monstruosas. Ao puxar uma e depois a outra, mamãe olhou fixamente sem conseguir se controlar. Nenhuma das duas estava dura, mas ambas tinham uns 20 centímetros e a grossura do pulso do meu pai.
— Ai meu Deus — exclamou mamãe, e os três homens riram
— Todos nós negros temos picas enormes, mamãe, os racistas do seu filho e do seu marido não imaginavam que a gente tinha uns instrumentos muito maiores que os deles — um dos negros olhou pra gente e cuspiu
— Essas picas pretas vão perfurar a sua mulher e vão encher ela por completo
Ela pegou as duas picas, aproximando elas pra si, pesando aquelas estacas de carne maciças. Mamãe se virou pro homem da esquerda e, pegando a rola enorme dele, enfiou na boca.
Mamãe chupou... chupou de verdade, engolindo, deslizando os lábios ao longo do cabo, sentindo como deslizava pelos lábios dela até que os lábios dela pressionaram contra os pelos pubianos.
— "Uh, cara..." — disse o homem olhando pro pai
— Sua mulher sabe mesmo como chupar uma rola
— Umm, umm — gemia mamãe enquanto tirava a rola dura da boca dela.
Um fio de saliva ligava os lábios dela à ponta da rola preta. Sem uma palavra, mamãe se virou e engoliu vorazmente a outra rola, balançando a cabeça. cima baixo.
"Chico, olha pra sua mãe. Ela tá engolindo nossas pirocas como uma profissional."
Os homens fizeram um círculo em volta dela e minha mãe começou a chupar pirocas sem parar, era uma verdadeira devoradora de paus.
Ela tinha algum problema, porque eram tão grossas que ela precisava fazer um esforço enorme pra abrir a boca ao máximo e conseguir engolir.
Um deles me desamarrou e mandou eu trazer umas cervejas enquanto eles comiam minha mãe, me deu um tapa e eu tive que obedecer, depois me amarrou de novo, eles continuaram bebendo as cervejas enquanto minha mãe seguia chupando as pirocas deles, mamando uma atrás da outra.
Já tava há mais de 30 minutos chupando, quando um deles encheu a garganta dela de porra.
Foi no momento em que minha mãe tava enfiando o pau dele até o fundo da garganta pra ver até onde chegava. A primeira descarga foi parar na campainha dela. Depois ele puxou a piroca um pouco pra fora e uma segunda descarga, mais forte, bateu no céu da boca dela. Minha mãe engoliu tudo, sem deixar escapar uma gota.
Com isso ficou claro que minha mãe tava totalmente entregue pra aqueles negões, não eram eles, mas minha mãe que tava fodendo eles, em alguns momentos minha mãe parecia sorrir e gozar chupando aqueles paus pretos na nossa frente, era como se ela quisesse dar uma lição pra gente.
Outro se colocou na frente dela e sussurrou:
Chupa meu pau e empurrou a piroca dele no fundo da garganta da minha mãe.
As bochechas da minha mãe incharam ao acolher toda aquela carne na boca dela, ela chupou, chupou o pau daquele negão com a mesma habilidade que tinha usado com os outros dois caras.
Meu pai não conseguia acreditar no que tava vendo quando um dos negões pulou entre as pernas da minha mãe.
Pegou o pênis com uma mão e guiou até a buceta da minha mãe, deixando o peso cair sobre ela, deixando a piroca deslizar na buceta quente e molhada dela.
"Aaahhh...!" gemeu sentindo a buceta apertada e molhada da minha mãe espremer a piroca dele. Os outros dois se colocaram perto do rosto dela. metendo as picas na boca da mamãe alternadamente, enquanto o outro a fodia. Papai estava atordoado, em choque e indefeso. Já era duro pra caralho não conseguir impedir os homens que abusavam da esposa dele, mas ter que olhar enquanto a fodiam... enfiando a rola dura dele pra dentro e pra fora, uma e outra vez... ter que ouvir como os gemidos fingidos da mamãe iam se transformando em gritos de prazer enquanto ela chupava as picas dos negões e levantava a buceta indo ao encontro da rola daquele outro animal, mamãe berrava como um bicho a cada estocada daquela pica preta na bucetinha dela, mamãe começou a pedir mais e mais "Me fode, filho da puta, me fode inteira". Pouco depois ele tirou a pica da buceta dela e mandou a mamãe se ajoelhar na frente dele, enfiou a rola na boca dela com a clara intenção de encher a garganta dela de porra de novo. Papai e eu não éramos nada, agora mamãe só queria ser fodida e como ela esperava que a gozada daquele negão fosse deliciosa. Sentir o calor dele, a carga das bolas dele escorrendo pela garganta dela. "Ah, meu Deus!" ele gritou "vou gozar na sua boca." Papai e eu olhávamos paralisados enquanto mamãe agarrava a bunda daquele negão puxando ele e engolindo a rola toda até a garganta, mantendo ele ali, com os lábios dela apertados contra a pélvis dele, enquanto ele esvaziava as bolas. "Uhh...!" ele gemeu, o corpo dele se contorceu quando disparou um jato de porra na garganta da minha mãe. "Uhh, Deus!" outro gemido, ele sacudiu os quadris tirando a pica da boca da minha mãe.. "Mmmm ..." mamãe engasgou engolindo vorazmente o sêmen que escorria pelos cantos dos lábios dela. "Fode a cara da tua puta", ela pediu, "goza na minha boca". Papai achou que ia desmaiar quando viu aquele negão cravando o pênis enorme na garganta da esposa dele. Tudo que ele conseguia ver era o brilho nos olhos da minha mãe enquanto ela engolia uma vez e outra e outra... Em menos de um minuto acabou tudo. O negão tirou a rola murcha da boca da minha mãe e se Ele se deitou de costas, exausto. Mamãe tinha se esquecido da gente ou tava pouco se lixando, ela começou a gozar como uma puta no cio. Vendo o comportamento dela, os outros negros ficaram ainda mais excitados e, obviamente, todos queriam gozar na boca dela, pra não ficar por baixo. Além disso, participavam da nossa humilhação com comentários tipo:
— Parece que a mamãe prefere a pica preta.
— Sua mulher adora a porra dos nossos biberões, é uma puta branca de verdade.
O segundo a descarregar as bolas agarrou ela pelos cabelos com força e começou a agitar a vara, apontando direto pra boca aberta da mamãe. Pelo menos três jatos de esperma quente penetraram na garganta dela, enquanto outros dois se espatifaram nos lábios e no nariz, deixando a cara da mamãe toda suja.
Do próximo, ela só conseguiu receber o primeiro jato dentro da boca, porque foi tão grande que encheu ela toda de porra. Os outros ela recebeu resignada nas bochechas e nos lábios. Já tava com a cara toda molhada e a gozo escorria pelos peitos dela, enchendo o corpo inteiro.
Ela se levantou como pôde e foi tateando até o banheiro, porque tinha as pálpebras cheias de sêmen e não conseguia abrir os olhos.
Quando voltou pra sala, um deles disse: "Você me deixou louco de tesão, branquela. Quero te foder agora mesmo", e sem mais, inclinou o corpo dela pra frente, tateou a buceta dela e enfiou a pica com um golpe seco e duro. Mamãe já tava muito quente e começou a curtir como uma louca as pirocadas do negro.
Mamãe agarrou o pau de outro negro e enfiou na boca dela de uma vez. Começou a chupar com força, como se a vida dela dependesse disso. Vendo aquilo, os outros ficaram na pilha. Ela olhou pra eles, com a boca cheia de pica, e fez um sinal pra irem se trocando. Chupou todos com a mesma sede.
O que tava fodendo ela deixou o lugar pra outro e, depois de umas metidas, enfiou até as bolas.
Daí a pouco, o que ainda não tinha fodido ela, pegou uma cadeira e sentou junto de nós, chamou a mamãe e pediu que ela sentasse no pau dele. Ela tirou da buceta o pau do cara que até aquele momento estava fodendo ela e foi até ele. Pegou o pau dele com dois dedos, aproximou da racha e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Ela fodia como se fosse uma gostosa selvagem. Cavalgava o membro duro dele até que ele pediu que ela ficasse de quatro, igual uma cadela.
"Ah, meu Deus..." murmurou papai quando percebeu.
Iam sodomizar a mulher dele, pelo visto ele nunca tinha deixado fazer isso, mas mamãe estava gozando como uma puta e gritou pra ele calar a boca e ver o show de como estavam fodendo a esposa dele. Aqueles homens enormes iam sodomizar minha mãe. Por favor, por favor, não machuquem ela, imploramos entre as risadas deles.
O homem foi até mamãe e agarrou o cabelo dela. "Vira, puta", ordenou, e mamãe se deitou de bruços, a bunda firme e bronzeada sobressaindo de forma convidativa.
O preto não precisou de incentivo, pulou atrás da minha mãe e enfiou o pau dentro do cu dela, não com suavidade, mas de forma selvagem e brutal. "Ahhhhh", gemeu mamãe quando os 25 cm de pau daquele preto a penetraram até as bolas. Enquanto isso, mamãe continuou chupando o pau de outro preto enquanto o grandalhão bombava no cu dela.
Mamãe começou a nos insultar, chamando meu pai de corno e a mim de otário, olha como tão me comendo pelo cu, olha.
"É tão apertado", sibilou o preto entre os dentes cerrados. "Oh, gata, teu cu é tão apertado." Papai ouviu a mulher gemer e viu ela pegar as mãos daquele preto, levantando o corpo do chão momentaneamente para que o negão pudesse pegar as tetonas dela. "Aperta elas enquanto me fura", implorou mamãe, nos surpreendendo com a linguagem. "Arrebenta meu cu, amor, me machuca." O preto começou a martelar o cu da minha mãe de forma selvagem. Mamãe gemeu, tremendo, e disse algo que nunca esqueceríamos. "Pode me comer pelo cu sempre que quiser... a partir de agora. Só de você dizer uma palavra, eu me ajoelho diante de você, também me ajoelho pros seus amigos. Você ia gostar disso? Ia gostar que eu deixasse seus amigos fazerem isso também? Os três negros caíram na risada.
Ela se levantou e se inclinou, mostrando o corpo todo, apoiada na mesa da sala, piscou um olho, olhou pra gente e disse:
— Vamos, rapazes. Metam no meu cu até me arrebentar.
O buraco dela já estava bem dilatado e o pau daquele negro entrou sem dificuldade. O filho da puta bombava a bunda da minha mãe com força, dava pra ver que tava fodendo com gosto. Minha mãe sentia a pica daquele negro batendo nos intestinos dela enquanto o outro mandava ele terminar logo, dizendo que ia rasgar ela.
Todos passaram pela retaguarda dela várias vezes, e minha mãe ficou de costas, recebendo toda aquela porrada e curtindo pra caralho a enrabada. Depois de mais de meia hora de cu, ela se levantou e mandou um deles deitar no chão. Ele obedeceu na hora, e ela pegou o pauzão dele com a mão e enfiou de uma vez no cu dela.
Foi um esforço danado, mas minha mãe conseguiu que, enquanto um fodia ela, os outros dois metessem as picas na boca dela ao mesmo tempo. Minha mãe teve um orgasmo violento, que teria feito ela gritar que nem uma louca se não tivesse a boca completamente cheia.
Ficaram mais de quarenta minutos fodendo ela em todos os buracos. Cada um dos três tinha provado os buracos dela pelo menos duas vezes. Quando ela já tava cansada, quase sem fôlego, a putinha pediu pra eles gozarem em cima dela.
A cena era humilhante pra gente. Três picas na frente da cara da minha mãe, prestes a explodir. O que gozou primeiro encheu a cara dela toda. Depois outro preferiu encher a boca da minha mãe com o leite dele. O último parecia ter uma fonte e cobriu a cara dela inteira de porra.
Depois foram embora, considerando que o serviço tinha sido pago. Minha mãe nos soltou e disse que tinha adorado, que a partir de agora a gente ia ser bonzinho com os imigrantes e os negros, senão ela diria que se... fodo 3 negros na nossa presença, o medo da puta da minha mãe nos humilhar em público foi suficiente pra nunca comentarmos o que aconteceu. Agora sempre tem alguma obra em casa, sempre são negros ou mouros os pedreiros, e a mamãe já não tem vergonha de foder todos os operários na nossa frente. Eles tão felizes, recebem e ainda comem a minha mãe. Ontem, sem mais nem menos, quando voltei pra casa, encontrei o papai fazendo a comida, enquanto a mamãe tava sendo comida no cu por um moreno e chupando a pica de um negro da nova equipe que tá terminando a piscina. Depois gozaram na boca dela. Após o almoço, ela foi até um dos mouros e, enquanto a gente arrumava a mesa, se jogou no sofá e mandou pro moreno: "Arrebenta meu cu, meu amor.
Um dia, quando voltei da escola, encontrei meus pais discutindo. Pelo visto, minha mãe tinha contratado uns peões pra fazer a piscina do jardim. O problema é que a equipe era formada por 3 homens negros como carvão, os três deviam ter mais de 1,90 e eram visivelmente muito fortes. Apesar da discussão, como o preço a pagar era bem mais baixo do que meu pai imaginava, ele aceitou que os caras ficassem pra trabalhar, mesmo que a cor da pele deles não despertasse confiança nem em mim nem nele.
Duas semanas depois, os peões quase estavam terminando o serviço quando entraram em casa. Eles não estavam com a parte de cima do macacão e mostravam os torsos suados. Minha mãe pareceu ficar maravilhada com o que via, o que não fez nem um pouco de graça pro meu pai. Ele xingou eles e mandou saírem imediatamente da casa dele. O motivo era absurdo, mas eles eram negros, e era isso que meu pai não gostava. Meu pai disse que não ia pagar, e esse foi o erro.
Eles ficaram bem putos e pegaram as coisas deles. Mas quando a gente achava que iam embora, bateram no meu pai e nos jogaram no chão. Fecharam as portas, pra surpresa da minha mãe, e disseram que então iam ter que cobrar na carne.
A ideia daqueles negões era clara: iam foder minha mãe na frente do filho e do marido. Nos amarraram em umas cadeiras, não deu pra fazer nada porque eles eram mais numerosos, maiores e mais fortes que meu pai e muito mais que eu. Minha mãe, que até então não tinha reagido, usava um shortinho curto e uma camiseta justa. Os Os negros disseram pra ela que não iam nos machucar se ela se comportasse bem com eles, ela pareceu entender na primeira e foi aí que começou a perceber que aqueles 3 negros iam comer ela bem na nossa frente.
— Vamos ver o que temos aqui
Um dos homens rasgou o decote da mamãe, expondo os peitos dela.
Os negros disseram que ela tinha uns peitos muito lindos e que ela ia gozar com tudo aquilo, os negros se posicionaram ao redor dela, mamãe entendeu o que aqueles negros queriam, respirou fundo e com as duas mãos abaixou os zíperes deles, respirou fundo e começou a procurar as picas deles. Quando deslizou as mãos nas calças dos dois negros enquanto o outro olhava pra gente sorrindo, os olhos da mamãe se arregalaram de surpresa. Eram totalmente monstruosas. Ao puxar uma e depois a outra, mamãe olhou fixamente sem conseguir se controlar. Nenhuma das duas estava dura, mas ambas tinham uns 20 centímetros e a grossura do pulso do meu pai.
— Ai meu Deus — exclamou mamãe, e os três homens riram
— Todos nós negros temos picas enormes, mamãe, os racistas do seu filho e do seu marido não imaginavam que a gente tinha uns instrumentos muito maiores que os deles — um dos negros olhou pra gente e cuspiu
— Essas picas pretas vão perfurar a sua mulher e vão encher ela por completo
Ela pegou as duas picas, aproximando elas pra si, pesando aquelas estacas de carne maciças. Mamãe se virou pro homem da esquerda e, pegando a rola enorme dele, enfiou na boca.
Mamãe chupou... chupou de verdade, engolindo, deslizando os lábios ao longo do cabo, sentindo como deslizava pelos lábios dela até que os lábios dela pressionaram contra os pelos pubianos.
— "Uh, cara..." — disse o homem olhando pro pai
— Sua mulher sabe mesmo como chupar uma rola
— Umm, umm — gemia mamãe enquanto tirava a rola dura da boca dela.
Um fio de saliva ligava os lábios dela à ponta da rola preta. Sem uma palavra, mamãe se virou e engoliu vorazmente a outra rola, balançando a cabeça. cima baixo.
"Chico, olha pra sua mãe. Ela tá engolindo nossas pirocas como uma profissional."
Os homens fizeram um círculo em volta dela e minha mãe começou a chupar pirocas sem parar, era uma verdadeira devoradora de paus.
Ela tinha algum problema, porque eram tão grossas que ela precisava fazer um esforço enorme pra abrir a boca ao máximo e conseguir engolir.
Um deles me desamarrou e mandou eu trazer umas cervejas enquanto eles comiam minha mãe, me deu um tapa e eu tive que obedecer, depois me amarrou de novo, eles continuaram bebendo as cervejas enquanto minha mãe seguia chupando as pirocas deles, mamando uma atrás da outra.
Já tava há mais de 30 minutos chupando, quando um deles encheu a garganta dela de porra.
Foi no momento em que minha mãe tava enfiando o pau dele até o fundo da garganta pra ver até onde chegava. A primeira descarga foi parar na campainha dela. Depois ele puxou a piroca um pouco pra fora e uma segunda descarga, mais forte, bateu no céu da boca dela. Minha mãe engoliu tudo, sem deixar escapar uma gota.
Com isso ficou claro que minha mãe tava totalmente entregue pra aqueles negões, não eram eles, mas minha mãe que tava fodendo eles, em alguns momentos minha mãe parecia sorrir e gozar chupando aqueles paus pretos na nossa frente, era como se ela quisesse dar uma lição pra gente.
Outro se colocou na frente dela e sussurrou:
Chupa meu pau e empurrou a piroca dele no fundo da garganta da minha mãe.
As bochechas da minha mãe incharam ao acolher toda aquela carne na boca dela, ela chupou, chupou o pau daquele negão com a mesma habilidade que tinha usado com os outros dois caras.
Meu pai não conseguia acreditar no que tava vendo quando um dos negões pulou entre as pernas da minha mãe.
Pegou o pênis com uma mão e guiou até a buceta da minha mãe, deixando o peso cair sobre ela, deixando a piroca deslizar na buceta quente e molhada dela.
"Aaahhh...!" gemeu sentindo a buceta apertada e molhada da minha mãe espremer a piroca dele. Os outros dois se colocaram perto do rosto dela. metendo as picas na boca da mamãe alternadamente, enquanto o outro a fodia. Papai estava atordoado, em choque e indefeso. Já era duro pra caralho não conseguir impedir os homens que abusavam da esposa dele, mas ter que olhar enquanto a fodiam... enfiando a rola dura dele pra dentro e pra fora, uma e outra vez... ter que ouvir como os gemidos fingidos da mamãe iam se transformando em gritos de prazer enquanto ela chupava as picas dos negões e levantava a buceta indo ao encontro da rola daquele outro animal, mamãe berrava como um bicho a cada estocada daquela pica preta na bucetinha dela, mamãe começou a pedir mais e mais "Me fode, filho da puta, me fode inteira". Pouco depois ele tirou a pica da buceta dela e mandou a mamãe se ajoelhar na frente dele, enfiou a rola na boca dela com a clara intenção de encher a garganta dela de porra de novo. Papai e eu não éramos nada, agora mamãe só queria ser fodida e como ela esperava que a gozada daquele negão fosse deliciosa. Sentir o calor dele, a carga das bolas dele escorrendo pela garganta dela. "Ah, meu Deus!" ele gritou "vou gozar na sua boca." Papai e eu olhávamos paralisados enquanto mamãe agarrava a bunda daquele negão puxando ele e engolindo a rola toda até a garganta, mantendo ele ali, com os lábios dela apertados contra a pélvis dele, enquanto ele esvaziava as bolas. "Uhh...!" ele gemeu, o corpo dele se contorceu quando disparou um jato de porra na garganta da minha mãe. "Uhh, Deus!" outro gemido, ele sacudiu os quadris tirando a pica da boca da minha mãe.. "Mmmm ..." mamãe engasgou engolindo vorazmente o sêmen que escorria pelos cantos dos lábios dela. "Fode a cara da tua puta", ela pediu, "goza na minha boca". Papai achou que ia desmaiar quando viu aquele negão cravando o pênis enorme na garganta da esposa dele. Tudo que ele conseguia ver era o brilho nos olhos da minha mãe enquanto ela engolia uma vez e outra e outra... Em menos de um minuto acabou tudo. O negão tirou a rola murcha da boca da minha mãe e se Ele se deitou de costas, exausto. Mamãe tinha se esquecido da gente ou tava pouco se lixando, ela começou a gozar como uma puta no cio. Vendo o comportamento dela, os outros negros ficaram ainda mais excitados e, obviamente, todos queriam gozar na boca dela, pra não ficar por baixo. Além disso, participavam da nossa humilhação com comentários tipo:
— Parece que a mamãe prefere a pica preta.
— Sua mulher adora a porra dos nossos biberões, é uma puta branca de verdade.
O segundo a descarregar as bolas agarrou ela pelos cabelos com força e começou a agitar a vara, apontando direto pra boca aberta da mamãe. Pelo menos três jatos de esperma quente penetraram na garganta dela, enquanto outros dois se espatifaram nos lábios e no nariz, deixando a cara da mamãe toda suja.
Do próximo, ela só conseguiu receber o primeiro jato dentro da boca, porque foi tão grande que encheu ela toda de porra. Os outros ela recebeu resignada nas bochechas e nos lábios. Já tava com a cara toda molhada e a gozo escorria pelos peitos dela, enchendo o corpo inteiro.
Ela se levantou como pôde e foi tateando até o banheiro, porque tinha as pálpebras cheias de sêmen e não conseguia abrir os olhos.
Quando voltou pra sala, um deles disse: "Você me deixou louco de tesão, branquela. Quero te foder agora mesmo", e sem mais, inclinou o corpo dela pra frente, tateou a buceta dela e enfiou a pica com um golpe seco e duro. Mamãe já tava muito quente e começou a curtir como uma louca as pirocadas do negro.
Mamãe agarrou o pau de outro negro e enfiou na boca dela de uma vez. Começou a chupar com força, como se a vida dela dependesse disso. Vendo aquilo, os outros ficaram na pilha. Ela olhou pra eles, com a boca cheia de pica, e fez um sinal pra irem se trocando. Chupou todos com a mesma sede.
O que tava fodendo ela deixou o lugar pra outro e, depois de umas metidas, enfiou até as bolas.
Daí a pouco, o que ainda não tinha fodido ela, pegou uma cadeira e sentou junto de nós, chamou a mamãe e pediu que ela sentasse no pau dele. Ela tirou da buceta o pau do cara que até aquele momento estava fodendo ela e foi até ele. Pegou o pau dele com dois dedos, aproximou da racha e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Ela fodia como se fosse uma gostosa selvagem. Cavalgava o membro duro dele até que ele pediu que ela ficasse de quatro, igual uma cadela.
"Ah, meu Deus..." murmurou papai quando percebeu.
Iam sodomizar a mulher dele, pelo visto ele nunca tinha deixado fazer isso, mas mamãe estava gozando como uma puta e gritou pra ele calar a boca e ver o show de como estavam fodendo a esposa dele. Aqueles homens enormes iam sodomizar minha mãe. Por favor, por favor, não machuquem ela, imploramos entre as risadas deles.
O homem foi até mamãe e agarrou o cabelo dela. "Vira, puta", ordenou, e mamãe se deitou de bruços, a bunda firme e bronzeada sobressaindo de forma convidativa.
O preto não precisou de incentivo, pulou atrás da minha mãe e enfiou o pau dentro do cu dela, não com suavidade, mas de forma selvagem e brutal. "Ahhhhh", gemeu mamãe quando os 25 cm de pau daquele preto a penetraram até as bolas. Enquanto isso, mamãe continuou chupando o pau de outro preto enquanto o grandalhão bombava no cu dela.
Mamãe começou a nos insultar, chamando meu pai de corno e a mim de otário, olha como tão me comendo pelo cu, olha.
"É tão apertado", sibilou o preto entre os dentes cerrados. "Oh, gata, teu cu é tão apertado." Papai ouviu a mulher gemer e viu ela pegar as mãos daquele preto, levantando o corpo do chão momentaneamente para que o negão pudesse pegar as tetonas dela. "Aperta elas enquanto me fura", implorou mamãe, nos surpreendendo com a linguagem. "Arrebenta meu cu, amor, me machuca." O preto começou a martelar o cu da minha mãe de forma selvagem. Mamãe gemeu, tremendo, e disse algo que nunca esqueceríamos. "Pode me comer pelo cu sempre que quiser... a partir de agora. Só de você dizer uma palavra, eu me ajoelho diante de você, também me ajoelho pros seus amigos. Você ia gostar disso? Ia gostar que eu deixasse seus amigos fazerem isso também? Os três negros caíram na risada.
Ela se levantou e se inclinou, mostrando o corpo todo, apoiada na mesa da sala, piscou um olho, olhou pra gente e disse:
— Vamos, rapazes. Metam no meu cu até me arrebentar.
O buraco dela já estava bem dilatado e o pau daquele negro entrou sem dificuldade. O filho da puta bombava a bunda da minha mãe com força, dava pra ver que tava fodendo com gosto. Minha mãe sentia a pica daquele negro batendo nos intestinos dela enquanto o outro mandava ele terminar logo, dizendo que ia rasgar ela.
Todos passaram pela retaguarda dela várias vezes, e minha mãe ficou de costas, recebendo toda aquela porrada e curtindo pra caralho a enrabada. Depois de mais de meia hora de cu, ela se levantou e mandou um deles deitar no chão. Ele obedeceu na hora, e ela pegou o pauzão dele com a mão e enfiou de uma vez no cu dela.
Foi um esforço danado, mas minha mãe conseguiu que, enquanto um fodia ela, os outros dois metessem as picas na boca dela ao mesmo tempo. Minha mãe teve um orgasmo violento, que teria feito ela gritar que nem uma louca se não tivesse a boca completamente cheia.
Ficaram mais de quarenta minutos fodendo ela em todos os buracos. Cada um dos três tinha provado os buracos dela pelo menos duas vezes. Quando ela já tava cansada, quase sem fôlego, a putinha pediu pra eles gozarem em cima dela.
A cena era humilhante pra gente. Três picas na frente da cara da minha mãe, prestes a explodir. O que gozou primeiro encheu a cara dela toda. Depois outro preferiu encher a boca da minha mãe com o leite dele. O último parecia ter uma fonte e cobriu a cara dela inteira de porra.
Depois foram embora, considerando que o serviço tinha sido pago. Minha mãe nos soltou e disse que tinha adorado, que a partir de agora a gente ia ser bonzinho com os imigrantes e os negros, senão ela diria que se... fodo 3 negros na nossa presença, o medo da puta da minha mãe nos humilhar em público foi suficiente pra nunca comentarmos o que aconteceu. Agora sempre tem alguma obra em casa, sempre são negros ou mouros os pedreiros, e a mamãe já não tem vergonha de foder todos os operários na nossa frente. Eles tão felizes, recebem e ainda comem a minha mãe. Ontem, sem mais nem menos, quando voltei pra casa, encontrei o papai fazendo a comida, enquanto a mamãe tava sendo comida no cu por um moreno e chupando a pica de um negro da nova equipe que tá terminando a piscina. Depois gozaram na boca dela. Após o almoço, ela foi até um dos mouros e, enquanto a gente arrumava a mesa, se jogou no sofá e mandou pro moreno: "Arrebenta meu cu, meu amor.
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