Nunca fui um homem ciumento, desde criança gostava de compartilhar tudo, desde o lanche na escola até a lição de casa no colégio. Era o mais inteligente da turma, mas também sabia que as influências eram tão importantes quanto o conhecimento. Isso me levou a criar minha própria empresa e fazê-la crescer até ter os confortos que tenho hoje: dinheiro, luxos, tranquilidade. Sofia entrou na minha vida quando eu tinha trinta e dois anos. Um advogado disse que o teste de DNA me confirmava como pai e que a última vontade de Macarena era que ela ficasse comigo. Porra! Que porra eu sabia sobre crianças?!
Com trinta e dois anos, assumi minha filha e a criei o melhor que pude, ou melhor, crescemos juntos. No começo era estranho, e ficamos como dois estranhos morando na mesma casa por meses, mas aos poucos comecei a ver muito da Maca nela, e de mim também. Com o tempo, viramos bons amigos, e aquela temida adolescência cheia de rebeldia não abalou tanto nossa relação, talvez porque éramos mais amigos do que família. Acho que nunca a vi como minha filha, nunca senti isso, e ela nunca me viu como pai.
Como tudo começou? Bem, Sofia era tímida no início, quieta e solitária, mas comigo começou a se soltar. Comecei a levá-la para meus eventos na esperança de que ela saísse mais de casa e se comportasse como uma adolescente normal. Não saía com amigas, não pedia dinheiro pra besteiras, não tinha festas, nem álcool, nem drogas, nada. Era estranho, então era eu quem a levava para conferências, reuniões, exposições e blá, blá, blá... No salão de beleza e na boutique, preparavam ela e ensinavam o que a mãe não pôde e eu certamente não conseguiria, porque, embora saiba apreciar uma mulher bem arrumada e tenha uma ideia de como fazem.
"O que você vai fazer depois de se formar?" perguntei do outro lado do provador, sentado no sofá enquanto ela terminava de vestir o vestido. Olhei o relógio, ainda estávamos com dez minutos de vantagem, tudo estava... bem.
"Não sei" respondeu do outro lado, não me surpreendeu nem um pouco.
"E já decidiu o que vai querer pros seus 18?" continuei, levantando pra andar de um lado pro outro do quarto íntimo. Tinha um cabideiro com todas as opções que as assistentes tinham separado pra ela, ela escolheu um vestido escarlate que parecia minúsculo à primeira vista. No espelho, me vi refletido com meu terno de gala, o cabelo ainda no lugar, ajustei o lenço do paletó e apreciei de novo a boa forma que mantinha: os ombros largos e o abdômen liso, as pernas, sempre tive problema com calças porque ficavam apertadas demais, mas o alfaiate tinha deixado a calça sob medida. Era o vigésimo aniversário da empresa que comecei quando ainda era um moleque, e lá estava eu, nadando em grana.
"Sofia? Tudo bem?" perguntei diante do silêncio dela.
"Sim, o zíper não subia" respondeu com um gemido. "Não sei, papai."
"Já faz mais de uma semana, Sofia, você tem que se decidir. Uma viagem, um carro, roupas, sapatos, joias, um bicho de estimação? Talvez uma festa com seus amigos, o que acha? Assim, de uma vez, antes de você terminar a escola, posso conhecer o pessoal com quem você sai."
"Eu não saio com ninguém" respondeu sem emoção do outro lado. Suspirei sem vontade de continuar insistindo. "Tô pronta" disse puxando a cortina do cubículo. Quando apareceu, senti o coração dar um pulo: o vestido escarlate ficava tão justo que parecia uma segunda pele, em cima não tinha manga, estilo tubo, mas em vez de tecido nas costas tinha tirinhas de fita que deixavam as costas dela de fora. A bunda ficava tão exposta que se ela se abaixasse ou se mexesse, podia mostrar a bucetinha e a cinta-liga por baixo. Os peitos, sem sutiã, ficavam apertados e os bicos apareciam marcados como duas cerejas durinhas. Aquilo mal tinha pano e ia sair mais caro que tudo que eu tava vestindo! "Como é que eu tô?"
"Deliciosa" respondi, estendendo a mão pra ela. Ela pegou e eu a fiz girar. Quando a Tive ela na minha frente, dei um tapa forte na bunda dela que fez a carne balançar, ela reclamou e depois riu. A assistente entrou para supervisionar tudo e elogiou ela, tava espetacular com a maquiagem completa: os lábios vermelhos vibrantes e o resto do rosto mais discreto e simples, um par de argolas simples e uma correntinha de ouro, fina e delicada no pescoço. O corpo dela era tudo que precisava pra se destacar. Saímos da boutique depois de pagar a conta. "Viu como aqueles homens te olhavam com as esposas? Você tá divina."
"Ah, pai! Não exagera, eles não tavam me olhando."
"Não, claro, tavam me olhando, sou irresistível!" brinquei, fazendo ela rir. O celular dela vibrou dentro da bolsinha Gucci e ela atendeu rápido, o trânsito ficou lento. Olhei o relógio, faltavam cinco minutos de vantagem, o resto era o tempo certo pra chegar na exposição de arte que me convidaram. Olhei pra ela com o celular, era a única coisa que ela fazia igual qualquer adolescente: o bendito celular, as fotos, as redes sociais... Me perguntei de novo por que ela não se comportava como qualquer outra garota saindo com os amigos em vez de ir pra uma exposição de arte clássica chata rodeada de um monte de velhos entediados. "Tudo bem com seus amigos?" perguntei depois de vê-la fazer bico.
"Sim, só que tô entediada, já quero chegar na exposição" sugeriu, ajeitando os peitos dentro do vestido de novo. "Tá apertando meus peitos", reclamou.
"Tão divinos" falei por reflexo, ela estufou o peito e balançou os peitos debaixo do vestido com uma risada, mas em mim causou uma onda de sangue que subiu direto pra minha virilha. Ela pegou eles com as mãos quando o trânsito começou a andar de novo. "Divinos, como eu disse. Seu namorado deve se divertir pra caralho, bebê."
"Ah, pai! Sabe que não tenho namorado, se tivesse já teria apresentado"
"Então, com quem você fica tanto no chat?" perguntei. Ela coçou atrás da orelha direita, como fazia sempre que ficava nervosa.
"Com Ninguém importante. Não tem como chegar mais rápido? Já quero chegar.
O assunto morreu ali, se ela não queria falar, não falava e pronto, mas não parei de pensar naquela história de tantas mensagens, tantas ligações e tanto mistério nessa menina que dizia ser minha filha e, mesmo sendo, era tão estranha pra mim. Todos a adoravam, todo mundo esperava por ela e a elogiava sempre que aparecia nas nossas reuniões: sócios, equipe administrativa, amigos, fornecedores... Sofia era a estrela, e naquela noite todo mundo dizia como ela estava gostosa com o vestidinho vermelho, como a bunda dela tava uma delícia e como o vermelho caía bem nela.
"Olha esses peitinhos" disse Roberto, o vice-presidente, levou a mão até o peitinho direito dela e, entre o polegar e o indicador, apertou o mamilo durinho. Sofia arreganhou o peito quando viu ele se aproximar e riu com safadeza ao sentir o puxão no tecido. "Você é uma mulherzinha, Sofia" ele continuava, fazendo círculos no mamilo com o polegar.
"Minha filha, você deve deixar os garotinhos malucos, né? Os meninos te enchem muito em casa, não é, Ezekial?" perguntou a esposa dele, Martha. Ela passou o braço na cintura da minha filha e deu um beijo na bochecha dela quando o marido finalmente parou de tocar. Sofia se deixava fazer.
"Nada disso, minha princesa tá muito focada nos estudos" respondi orgulhoso. Uma acompanhante se aproximou pra oferecer taças de champanhe, nós quatro aceitamos uma e levantamos os copos. "Pela Sofia".
"Pela Sofia" repetiram os outros.
"Sofia!" chamaram de trás da gente. Gabriela, a diretora de marketing, chegou junto com a gente. Nem aquela mulher de vinte e cinco anos, com uns peitões de matar e um vestido quase tão pequeno quanto o da minha filha, conseguia competir. Sofia atraía todos os olhares naquela noite. "Vem, quero te apresentar alguém. Espero que não se importem de eu roubá-la por um segundo".
"Claro que não, se diverte, filha" falei, dando um beijo na bochecha oposta à que Martha segurava, e com um tapão na bunda, a esposa do meu colega deixou ela ir. vi se encontrar com outros velhos e adultos, Gabriela era a mais nova entre eles, todos os outros tinham entre trinta e cinco e até sessenta e dois anos, mas Sofia se virava bem, eles a paparicavam, davam tapas na bunda dela, acariciavam a cintura dela e ela fluía sem que nada a incomodasse, nem mesmo as ereções notórias que encostavam na lombar dela ou entre aquele par de bundas.
"Essa sua filha é uma gostosa" me disse Roberto, a esposa dele concordou. "Ela sabe o que vai fazer quando se formar?"
"Não, não me disse nada, não faço ideia do que ela gosta e quando pergunto parece não estar interessada."
"Bom, traz ela pra empresa, que sirva como assistente ou em qualquer departamento enquanto vai se descobrindo, faria bem pra todo mundo ter ela por perto sempre, não basta ver ela nas reuniões ou quando vamos visitar vocês em casa. Essa menina é demais!"
"Um copo d'água fresca" secundou Marta, pegando no braço do marido. "Olha quem vem ali."
Enquanto eu matutava nessa opção de ter minha filha comigo na empresa além de em casa, Daniel e Duncan apareceram, os investidores do mercado europeu. Ambos eram irmãos, Daniel beirava os quarenta e cinco e Duncan os cinquenta e dois, eram divorciados mas sempre traziam algum rapazinho acompanhando eles, "estagiários", diziam. Forte era Duncan com um porte firme, músculos rígidos de academia, barba cheia de grisalhos, olhos azuis atrás dos óculos. Daniel não usava óculos, nem barba, era mais magro e sério. Trocamos palavras vagas, que o mercado aqui, que a bolsa ali, que os lucros, blá, blá, blá... Fomos pra sala depois de dar uma volta e ver as pinturas, Marta nos ajudava com os conceitos e as explicações, Catrina se juntou a nós, uma possível sócia do Brasil, pele morena, olhos castanhos e uma juba cacheada castanha que caía nas costas dela, todos os traços que se poderia esperar de uma deliciosa brasileira de trinta e oito anos mas o sotaque britânico no inglês dele, por todo o tempo que morou em Londres antes de voltar. A gente se sentou nos sofás.
"É bom ter você aqui, Catrina, e é bom que vocês puderam vir", falei depois pros irmãos Daring. Dei uma olhada pra Sofia do outro lado da sala, ela também me olhou e sorriu, o velho Garred tava acariciando um peito dela também, ela ouvia ele com atenção enquanto ele aparentemente explicava alguma coisa sobre eles, ele levantava os peitos dela, passava um dedo na borda do decote do vestido, enfiando ele pra dentro. Ela sentia e sorria.
"Pelo amor de Deus, essa é a Sofia?!" perguntou Daniel quando percebeu que eu tava me perdendo na conversa. O olhar dele seguiu o meu e viu o que eu tava vendo, logo a atenção de todo mundo se voltou pra Sofia. "Mas a mina tá uma gostosa, hein. Chama ela pra vir dar um oi aqui."
"Claro. Sofia!" chamei e ela se virou pra gente, o velho Garred tirou os dedos enrugados dela e levantou a taça como saudação, e eu respondi com o mesmo gesto. Ela se despediu dele com outro beijo na bochecha e ele deixou ela ir depois de dar um tapa naquele rabão. Ela chegou rebolando, mas não conseguiu chegar até mim porque Daniel esticou a mão e pegou ela pelo pulso, fez ela sentar no colo dele.
"Vem cá, Gatinha! Faz tempo que não te vejo, chego e você tá assim: linda, uma delícia... quando foi que você cresceu tanto?" Ele falou dando um beijo no pescoço dela e passando uma mão nas costas e outra na cintura, as mãos dele eram tão grandes e a cintura da Sofia tão fina que ele quase abraçava ela inteira. Sofia ria e se mexia com os carinhos do Daniel, me fez muito feliz ver ela tão sorridente e satisfeita com a atenção. "Sentiu minha falta?"
"Sim, muito. Trouxe alguma coisa de Paris pra mim?" ela perguntou, ainda mantendo as pernas bem juntas, mas as pernas longas e firmes dela estavam fenomenais.
"Claro que sim, mas não trouxe aqui porque não tinha certeza se ia te ver. Vou visitar você na sua casa e te dar lá, ok?"
"Ok", ela respondeu, dando um beijo nele. de beijinho nos lábios, Daniel apertou ela ainda mais e Sofia perdeu um pouco o equilíbrio, abriu as pernas pra não cair de vez, e ao fazer isso a gente viu por baixo a calcinha fio-dental preta que combinava com a cinta-liga. Eu e a Catrina, que estávamos na frente dela, vimos a bucetinha dela aberta, brilhando de tesão de tanto roçar e apalpar nos peitos dela. Ela ficou recostada no peito do Daniel por uns minutos enquanto ele sussurrava sei lá o que no ouvido dela, e ela sorria safada.
"Já, já, deixa ela pra mim um pouco", o irmão dela interveio. "Vem aqui, princesinha, também faz tempo que não te vejo, deixa eu ver como você cresceu", ele falou depois que ela se levantou e foi até ele. O Duncan, igual todo mundo, a primeira coisa que fez foi levar as mãos nos peitinhos dela e brincar com os biquinhos, depois passou a mão na cintura dela enquanto Sofia ficava de pé na frente dele, deslizou os dedos longos e finos até as pernas cobertas pela cinta-liga. O Duncan enfiou um joelho entre as pernas de Sofia, fazendo ela abrir mais. Passou a mão na bunda dela, dura e empinada, deu um tapa que, da nossa visão, fez sacudir aqueles dois globos que ela tem de bunda, minha filha. "Puxa, como você cresceu", ele disse depois da inspeção. "Senta", mandou, ajudando ela a se acomodar no colo dele também. Sofia pegou a porcaria do celular e continuou nas coisas de adolescente enquanto a gente conversava.
"Sua filha é uma gostosa. Parece que todo mundo quer ela", a Catrina me disse, visivelmente atordoada com o show que a Sofia tava dando.
"Sofia é a queridinha de todo mundo", expliquei, pedindo outra taça de champanhe.
"E a mãe dela?", ela perguntou.
"Morreu quando ela tinha doze anos, foi quando ela veio morar comigo. Te apresento oficialmente. Sofia", chamei, fiz um gesto com os dedos e ela veio na hora, pegou minha mão direita com a dela, deixando a bolsinha dela do meu lado. "Te apresento uma amiga: Catrina. Catrina, ela é minha filha, Sofia".
"Oi Sofia."
"Oi, dona Catrina."
"Não me chama de 'dona' não, que cada vez que falam isso eu ganho uma ruga" — Sofia sorriu, as bochechas formaram duas covinhas — "me chama de Cat, ou Catrina, como preferir. Você está linda, Sofia."
"Obrigada, Catrina. A senhora também é muito gostosa? Vai ser sócia do meu pai?"
Catrina me olhou com um sorriso.
"Valeu pelo elogio, mas claro que não chego aos seus pés. Você é uma delícia. E sobre a sociedade, vou pensar bem sério só se você fizer parte da empresa, princesa. O que me diz?"
"Sério?" — perguntei, sentindo que finalmente estávamos perto de fechar o negócio.
"Claro! Adoraria trabalhar aqui se for pra te ver mais vezes. Ninguém pensou em usar essa belezinha como rosto da nova marca?" — sugeriu ela, acendendo em todos uma ideia brilhante e única. "Vem cá, deixa eu te ver."
Sofia, dócil e mansa, sentou no colo da brasileira como tinha feito com os Daring, mas dessa vez as pernas abertas ficaram viradas pra mim. A bucetinha já destilava um cheiro delicioso de umidade e tesão. Catrina levou uma das mãos até os peitinhos e, por cima do vestido, os acariciou com suavidade. Sofia arreganhou o peito e se deixou fazer enquanto Catrina beijava seu pescoço.
Nós, enquanto isso, começamos a considerar a opção, chamamos a Gabriela e programamos uma sessão de fotos piloto pra Sofia, além de um concurso entre as equipes de design pra ver opções pra nova imagem voltada ao público brasileiro. Quando voltamos a atenção pra Sofia, ela e Catrina riam e conversavam como duas grandes amigas. Estendi minha mão até as pernas da minha menina e deslizei os dedos sobre a renda da calcinha fio dental.
"Sofi, você tá encharcada."
"Sério?" — perguntou Catrina. Eu tirei minha mão e ela enfiou a dela por baixo do vestido escarlate. Sofia se remexeu um pouquinho. A morena tirou os dedos e levou à boca. "É verdade, você tá molhadinha."
"Vai se limpar, Sofia, você vai molhar a Catrina" — falei, e ela corou. como se eu tivesse dito que ela mijou na calcinha.
"Não se preocupa, gostosa, não precisa ter vergonha. Vem comigo, eu te ajudo".
Sofia se deixou levar com calma, me entregou o celular dela que não parava de receber uma ou outra mensagem durante todo o tempo em que as duas mulheres foram embora...
No banheiro, Sofia se deixou levar pela mão da brasileira. Catrina a levou até o último cubículo e entrou atrás dela, trancou a porta e se aproximou para beijar seus lábios com apenas um roçar dos seus. Tinha espaço de sobra para as duas, mas Catrina ficou com o peito colado no dela, cheirando seu pescoço enquanto a menina se deixava fazer com total tranquilidade.
"Deixa eu ver seus peitos, gostosa?" perguntou a coroa. Sofia assentiu e Catrina levou seus dedos longos e com unhas feitas até o top do vestido, usava um anel de prata em cada dedo, puxou devagar até os peitinhos pularem para fora, durinhos e macios. Sofia viu a mulher aproximar os lábios do mamilo direito e chupá-lo, depois passou a língua comprida nele e apertou de leve com os dentes, fazendo-a gemer.
"São bonitos", disse ela se afastando e se ajoelhando. "Vamos ver essa bucetinha molhada". Dessa vez levantou o vestido dela, a cinta-liga e a calcinha fio-dental de renda apareceram, a calcinha estava encharcada e os sucos escorriam por toda a virilha. "Vamos tirar essa calcinha. Ah, mas se tá molhadinha, céus!" disse a mulher, deslizando-a e revelando os lábios vaginais externos, grossos, cobrindo os internos, tudo bem depiladinho e brilhando com os suquinhos de Sofia. Catrina aproximou o nariz da bucetinha de Sofia e cheirou. "Que cheiro gostoso, mmm... Você é uma delícia, sabia, Sofia?" Ela assentiu. "Abre as pernas pra mim" ordenou enquanto ajudava ela a se apoiar de costas no cubículo e obedecer, os lábios se abriram como uma flor ao amanhecer, uma gotinha de umidade se esticou e caiu no chão. "Ah, que desperdício! Vamos te limpar".
Catrina esticou a língua e a deslizou ao longo dos lábios de Sofia, recolhendo todo o suquinho possível e engolindo. Sofia estava tão sensível que se arrepiou, como um molusco a língua da coroa brincou nos lábios dela de cima pra baixo, esfregando em círculos ao redor do clitóris delicado que já estava duro igual aos biquinhos. Ela abriu a boca o máximo que pôde e abocanhou a bucetinha de Sofia, chupando com força.
"Catrina..." gemeu Sofia, colocando uma mão na cabeça dela e se contorcendo, mas sem fechar as pernas em momento nenhum. "Catrina..."
Ela soltou quando sentiu que Sofia estava prestes a gozar com a sucção, impedindo. Os peitinhos de Sofia subiam e desciam com a respiração ofegante, mas Catrina não parou, deslizou um dos dedos dentro da caverninha virgem até que o anel grosso roçou nela, o frio do metal causou arrepios de prazer. A bucetinha de Sofia não parava de exalar suquinhos e Catrina fazia de tudo pra beber todos, se concentrou no clitóris dela e com a língua no ritmo das dedadas começou a esfregar, Sofia perdeu o controle e se agitou contra a parede do cubículo, contraiu as paredes da vagina em volta do dedo da coroa e soltou um jatinho de umidade que caiu no queixo de Catrina. Aos poucos a jovem relaxou e Catrina continuou passando a língua até deixá-la limpinha, lambeu o próprio queixo e pegou uma das toalhas disponíveis lá fora perto das pias, voltou com a menina e secou as duas, ela ficou com a calcinha molhada, secou o queixo, arrumou a roupa de Sofia e pegou na mão dela. Colocou Sofia na frente do espelho da pia e por trás, apoiando os peitos nas costas dela, ajudou a lavar as mãos. Sofia se deixava fazer, o pai dela tinha ensinado a compartilhar.
Com trinta e dois anos, assumi minha filha e a criei o melhor que pude, ou melhor, crescemos juntos. No começo era estranho, e ficamos como dois estranhos morando na mesma casa por meses, mas aos poucos comecei a ver muito da Maca nela, e de mim também. Com o tempo, viramos bons amigos, e aquela temida adolescência cheia de rebeldia não abalou tanto nossa relação, talvez porque éramos mais amigos do que família. Acho que nunca a vi como minha filha, nunca senti isso, e ela nunca me viu como pai.
Como tudo começou? Bem, Sofia era tímida no início, quieta e solitária, mas comigo começou a se soltar. Comecei a levá-la para meus eventos na esperança de que ela saísse mais de casa e se comportasse como uma adolescente normal. Não saía com amigas, não pedia dinheiro pra besteiras, não tinha festas, nem álcool, nem drogas, nada. Era estranho, então era eu quem a levava para conferências, reuniões, exposições e blá, blá, blá... No salão de beleza e na boutique, preparavam ela e ensinavam o que a mãe não pôde e eu certamente não conseguiria, porque, embora saiba apreciar uma mulher bem arrumada e tenha uma ideia de como fazem.
"O que você vai fazer depois de se formar?" perguntei do outro lado do provador, sentado no sofá enquanto ela terminava de vestir o vestido. Olhei o relógio, ainda estávamos com dez minutos de vantagem, tudo estava... bem.
"Não sei" respondeu do outro lado, não me surpreendeu nem um pouco.
"E já decidiu o que vai querer pros seus 18?" continuei, levantando pra andar de um lado pro outro do quarto íntimo. Tinha um cabideiro com todas as opções que as assistentes tinham separado pra ela, ela escolheu um vestido escarlate que parecia minúsculo à primeira vista. No espelho, me vi refletido com meu terno de gala, o cabelo ainda no lugar, ajustei o lenço do paletó e apreciei de novo a boa forma que mantinha: os ombros largos e o abdômen liso, as pernas, sempre tive problema com calças porque ficavam apertadas demais, mas o alfaiate tinha deixado a calça sob medida. Era o vigésimo aniversário da empresa que comecei quando ainda era um moleque, e lá estava eu, nadando em grana.
"Sofia? Tudo bem?" perguntei diante do silêncio dela.
"Sim, o zíper não subia" respondeu com um gemido. "Não sei, papai."
"Já faz mais de uma semana, Sofia, você tem que se decidir. Uma viagem, um carro, roupas, sapatos, joias, um bicho de estimação? Talvez uma festa com seus amigos, o que acha? Assim, de uma vez, antes de você terminar a escola, posso conhecer o pessoal com quem você sai."
"Eu não saio com ninguém" respondeu sem emoção do outro lado. Suspirei sem vontade de continuar insistindo. "Tô pronta" disse puxando a cortina do cubículo. Quando apareceu, senti o coração dar um pulo: o vestido escarlate ficava tão justo que parecia uma segunda pele, em cima não tinha manga, estilo tubo, mas em vez de tecido nas costas tinha tirinhas de fita que deixavam as costas dela de fora. A bunda ficava tão exposta que se ela se abaixasse ou se mexesse, podia mostrar a bucetinha e a cinta-liga por baixo. Os peitos, sem sutiã, ficavam apertados e os bicos apareciam marcados como duas cerejas durinhas. Aquilo mal tinha pano e ia sair mais caro que tudo que eu tava vestindo! "Como é que eu tô?"
"Deliciosa" respondi, estendendo a mão pra ela. Ela pegou e eu a fiz girar. Quando a Tive ela na minha frente, dei um tapa forte na bunda dela que fez a carne balançar, ela reclamou e depois riu. A assistente entrou para supervisionar tudo e elogiou ela, tava espetacular com a maquiagem completa: os lábios vermelhos vibrantes e o resto do rosto mais discreto e simples, um par de argolas simples e uma correntinha de ouro, fina e delicada no pescoço. O corpo dela era tudo que precisava pra se destacar. Saímos da boutique depois de pagar a conta. "Viu como aqueles homens te olhavam com as esposas? Você tá divina."
"Ah, pai! Não exagera, eles não tavam me olhando."
"Não, claro, tavam me olhando, sou irresistível!" brinquei, fazendo ela rir. O celular dela vibrou dentro da bolsinha Gucci e ela atendeu rápido, o trânsito ficou lento. Olhei o relógio, faltavam cinco minutos de vantagem, o resto era o tempo certo pra chegar na exposição de arte que me convidaram. Olhei pra ela com o celular, era a única coisa que ela fazia igual qualquer adolescente: o bendito celular, as fotos, as redes sociais... Me perguntei de novo por que ela não se comportava como qualquer outra garota saindo com os amigos em vez de ir pra uma exposição de arte clássica chata rodeada de um monte de velhos entediados. "Tudo bem com seus amigos?" perguntei depois de vê-la fazer bico.
"Sim, só que tô entediada, já quero chegar na exposição" sugeriu, ajeitando os peitos dentro do vestido de novo. "Tá apertando meus peitos", reclamou.
"Tão divinos" falei por reflexo, ela estufou o peito e balançou os peitos debaixo do vestido com uma risada, mas em mim causou uma onda de sangue que subiu direto pra minha virilha. Ela pegou eles com as mãos quando o trânsito começou a andar de novo. "Divinos, como eu disse. Seu namorado deve se divertir pra caralho, bebê."
"Ah, pai! Sabe que não tenho namorado, se tivesse já teria apresentado"
"Então, com quem você fica tanto no chat?" perguntei. Ela coçou atrás da orelha direita, como fazia sempre que ficava nervosa.
"Com Ninguém importante. Não tem como chegar mais rápido? Já quero chegar.
O assunto morreu ali, se ela não queria falar, não falava e pronto, mas não parei de pensar naquela história de tantas mensagens, tantas ligações e tanto mistério nessa menina que dizia ser minha filha e, mesmo sendo, era tão estranha pra mim. Todos a adoravam, todo mundo esperava por ela e a elogiava sempre que aparecia nas nossas reuniões: sócios, equipe administrativa, amigos, fornecedores... Sofia era a estrela, e naquela noite todo mundo dizia como ela estava gostosa com o vestidinho vermelho, como a bunda dela tava uma delícia e como o vermelho caía bem nela.
"Olha esses peitinhos" disse Roberto, o vice-presidente, levou a mão até o peitinho direito dela e, entre o polegar e o indicador, apertou o mamilo durinho. Sofia arreganhou o peito quando viu ele se aproximar e riu com safadeza ao sentir o puxão no tecido. "Você é uma mulherzinha, Sofia" ele continuava, fazendo círculos no mamilo com o polegar.
"Minha filha, você deve deixar os garotinhos malucos, né? Os meninos te enchem muito em casa, não é, Ezekial?" perguntou a esposa dele, Martha. Ela passou o braço na cintura da minha filha e deu um beijo na bochecha dela quando o marido finalmente parou de tocar. Sofia se deixava fazer.
"Nada disso, minha princesa tá muito focada nos estudos" respondi orgulhoso. Uma acompanhante se aproximou pra oferecer taças de champanhe, nós quatro aceitamos uma e levantamos os copos. "Pela Sofia".
"Pela Sofia" repetiram os outros.
"Sofia!" chamaram de trás da gente. Gabriela, a diretora de marketing, chegou junto com a gente. Nem aquela mulher de vinte e cinco anos, com uns peitões de matar e um vestido quase tão pequeno quanto o da minha filha, conseguia competir. Sofia atraía todos os olhares naquela noite. "Vem, quero te apresentar alguém. Espero que não se importem de eu roubá-la por um segundo".
"Claro que não, se diverte, filha" falei, dando um beijo na bochecha oposta à que Martha segurava, e com um tapão na bunda, a esposa do meu colega deixou ela ir. vi se encontrar com outros velhos e adultos, Gabriela era a mais nova entre eles, todos os outros tinham entre trinta e cinco e até sessenta e dois anos, mas Sofia se virava bem, eles a paparicavam, davam tapas na bunda dela, acariciavam a cintura dela e ela fluía sem que nada a incomodasse, nem mesmo as ereções notórias que encostavam na lombar dela ou entre aquele par de bundas.
"Essa sua filha é uma gostosa" me disse Roberto, a esposa dele concordou. "Ela sabe o que vai fazer quando se formar?"
"Não, não me disse nada, não faço ideia do que ela gosta e quando pergunto parece não estar interessada."
"Bom, traz ela pra empresa, que sirva como assistente ou em qualquer departamento enquanto vai se descobrindo, faria bem pra todo mundo ter ela por perto sempre, não basta ver ela nas reuniões ou quando vamos visitar vocês em casa. Essa menina é demais!"
"Um copo d'água fresca" secundou Marta, pegando no braço do marido. "Olha quem vem ali."
Enquanto eu matutava nessa opção de ter minha filha comigo na empresa além de em casa, Daniel e Duncan apareceram, os investidores do mercado europeu. Ambos eram irmãos, Daniel beirava os quarenta e cinco e Duncan os cinquenta e dois, eram divorciados mas sempre traziam algum rapazinho acompanhando eles, "estagiários", diziam. Forte era Duncan com um porte firme, músculos rígidos de academia, barba cheia de grisalhos, olhos azuis atrás dos óculos. Daniel não usava óculos, nem barba, era mais magro e sério. Trocamos palavras vagas, que o mercado aqui, que a bolsa ali, que os lucros, blá, blá, blá... Fomos pra sala depois de dar uma volta e ver as pinturas, Marta nos ajudava com os conceitos e as explicações, Catrina se juntou a nós, uma possível sócia do Brasil, pele morena, olhos castanhos e uma juba cacheada castanha que caía nas costas dela, todos os traços que se poderia esperar de uma deliciosa brasileira de trinta e oito anos mas o sotaque britânico no inglês dele, por todo o tempo que morou em Londres antes de voltar. A gente se sentou nos sofás.
"É bom ter você aqui, Catrina, e é bom que vocês puderam vir", falei depois pros irmãos Daring. Dei uma olhada pra Sofia do outro lado da sala, ela também me olhou e sorriu, o velho Garred tava acariciando um peito dela também, ela ouvia ele com atenção enquanto ele aparentemente explicava alguma coisa sobre eles, ele levantava os peitos dela, passava um dedo na borda do decote do vestido, enfiando ele pra dentro. Ela sentia e sorria.
"Pelo amor de Deus, essa é a Sofia?!" perguntou Daniel quando percebeu que eu tava me perdendo na conversa. O olhar dele seguiu o meu e viu o que eu tava vendo, logo a atenção de todo mundo se voltou pra Sofia. "Mas a mina tá uma gostosa, hein. Chama ela pra vir dar um oi aqui."
"Claro. Sofia!" chamei e ela se virou pra gente, o velho Garred tirou os dedos enrugados dela e levantou a taça como saudação, e eu respondi com o mesmo gesto. Ela se despediu dele com outro beijo na bochecha e ele deixou ela ir depois de dar um tapa naquele rabão. Ela chegou rebolando, mas não conseguiu chegar até mim porque Daniel esticou a mão e pegou ela pelo pulso, fez ela sentar no colo dele.
"Vem cá, Gatinha! Faz tempo que não te vejo, chego e você tá assim: linda, uma delícia... quando foi que você cresceu tanto?" Ele falou dando um beijo no pescoço dela e passando uma mão nas costas e outra na cintura, as mãos dele eram tão grandes e a cintura da Sofia tão fina que ele quase abraçava ela inteira. Sofia ria e se mexia com os carinhos do Daniel, me fez muito feliz ver ela tão sorridente e satisfeita com a atenção. "Sentiu minha falta?"
"Sim, muito. Trouxe alguma coisa de Paris pra mim?" ela perguntou, ainda mantendo as pernas bem juntas, mas as pernas longas e firmes dela estavam fenomenais.
"Claro que sim, mas não trouxe aqui porque não tinha certeza se ia te ver. Vou visitar você na sua casa e te dar lá, ok?"
"Ok", ela respondeu, dando um beijo nele. de beijinho nos lábios, Daniel apertou ela ainda mais e Sofia perdeu um pouco o equilíbrio, abriu as pernas pra não cair de vez, e ao fazer isso a gente viu por baixo a calcinha fio-dental preta que combinava com a cinta-liga. Eu e a Catrina, que estávamos na frente dela, vimos a bucetinha dela aberta, brilhando de tesão de tanto roçar e apalpar nos peitos dela. Ela ficou recostada no peito do Daniel por uns minutos enquanto ele sussurrava sei lá o que no ouvido dela, e ela sorria safada.
"Já, já, deixa ela pra mim um pouco", o irmão dela interveio. "Vem aqui, princesinha, também faz tempo que não te vejo, deixa eu ver como você cresceu", ele falou depois que ela se levantou e foi até ele. O Duncan, igual todo mundo, a primeira coisa que fez foi levar as mãos nos peitinhos dela e brincar com os biquinhos, depois passou a mão na cintura dela enquanto Sofia ficava de pé na frente dele, deslizou os dedos longos e finos até as pernas cobertas pela cinta-liga. O Duncan enfiou um joelho entre as pernas de Sofia, fazendo ela abrir mais. Passou a mão na bunda dela, dura e empinada, deu um tapa que, da nossa visão, fez sacudir aqueles dois globos que ela tem de bunda, minha filha. "Puxa, como você cresceu", ele disse depois da inspeção. "Senta", mandou, ajudando ela a se acomodar no colo dele também. Sofia pegou a porcaria do celular e continuou nas coisas de adolescente enquanto a gente conversava.
"Sua filha é uma gostosa. Parece que todo mundo quer ela", a Catrina me disse, visivelmente atordoada com o show que a Sofia tava dando.
"Sofia é a queridinha de todo mundo", expliquei, pedindo outra taça de champanhe.
"E a mãe dela?", ela perguntou.
"Morreu quando ela tinha doze anos, foi quando ela veio morar comigo. Te apresento oficialmente. Sofia", chamei, fiz um gesto com os dedos e ela veio na hora, pegou minha mão direita com a dela, deixando a bolsinha dela do meu lado. "Te apresento uma amiga: Catrina. Catrina, ela é minha filha, Sofia".
"Oi Sofia."
"Oi, dona Catrina."
"Não me chama de 'dona' não, que cada vez que falam isso eu ganho uma ruga" — Sofia sorriu, as bochechas formaram duas covinhas — "me chama de Cat, ou Catrina, como preferir. Você está linda, Sofia."
"Obrigada, Catrina. A senhora também é muito gostosa? Vai ser sócia do meu pai?"
Catrina me olhou com um sorriso.
"Valeu pelo elogio, mas claro que não chego aos seus pés. Você é uma delícia. E sobre a sociedade, vou pensar bem sério só se você fizer parte da empresa, princesa. O que me diz?"
"Sério?" — perguntei, sentindo que finalmente estávamos perto de fechar o negócio.
"Claro! Adoraria trabalhar aqui se for pra te ver mais vezes. Ninguém pensou em usar essa belezinha como rosto da nova marca?" — sugeriu ela, acendendo em todos uma ideia brilhante e única. "Vem cá, deixa eu te ver."
Sofia, dócil e mansa, sentou no colo da brasileira como tinha feito com os Daring, mas dessa vez as pernas abertas ficaram viradas pra mim. A bucetinha já destilava um cheiro delicioso de umidade e tesão. Catrina levou uma das mãos até os peitinhos e, por cima do vestido, os acariciou com suavidade. Sofia arreganhou o peito e se deixou fazer enquanto Catrina beijava seu pescoço.
Nós, enquanto isso, começamos a considerar a opção, chamamos a Gabriela e programamos uma sessão de fotos piloto pra Sofia, além de um concurso entre as equipes de design pra ver opções pra nova imagem voltada ao público brasileiro. Quando voltamos a atenção pra Sofia, ela e Catrina riam e conversavam como duas grandes amigas. Estendi minha mão até as pernas da minha menina e deslizei os dedos sobre a renda da calcinha fio dental.
"Sofi, você tá encharcada."
"Sério?" — perguntou Catrina. Eu tirei minha mão e ela enfiou a dela por baixo do vestido escarlate. Sofia se remexeu um pouquinho. A morena tirou os dedos e levou à boca. "É verdade, você tá molhadinha."
"Vai se limpar, Sofia, você vai molhar a Catrina" — falei, e ela corou. como se eu tivesse dito que ela mijou na calcinha.
"Não se preocupa, gostosa, não precisa ter vergonha. Vem comigo, eu te ajudo".
Sofia se deixou levar com calma, me entregou o celular dela que não parava de receber uma ou outra mensagem durante todo o tempo em que as duas mulheres foram embora...
No banheiro, Sofia se deixou levar pela mão da brasileira. Catrina a levou até o último cubículo e entrou atrás dela, trancou a porta e se aproximou para beijar seus lábios com apenas um roçar dos seus. Tinha espaço de sobra para as duas, mas Catrina ficou com o peito colado no dela, cheirando seu pescoço enquanto a menina se deixava fazer com total tranquilidade.
"Deixa eu ver seus peitos, gostosa?" perguntou a coroa. Sofia assentiu e Catrina levou seus dedos longos e com unhas feitas até o top do vestido, usava um anel de prata em cada dedo, puxou devagar até os peitinhos pularem para fora, durinhos e macios. Sofia viu a mulher aproximar os lábios do mamilo direito e chupá-lo, depois passou a língua comprida nele e apertou de leve com os dentes, fazendo-a gemer.
"São bonitos", disse ela se afastando e se ajoelhando. "Vamos ver essa bucetinha molhada". Dessa vez levantou o vestido dela, a cinta-liga e a calcinha fio-dental de renda apareceram, a calcinha estava encharcada e os sucos escorriam por toda a virilha. "Vamos tirar essa calcinha. Ah, mas se tá molhadinha, céus!" disse a mulher, deslizando-a e revelando os lábios vaginais externos, grossos, cobrindo os internos, tudo bem depiladinho e brilhando com os suquinhos de Sofia. Catrina aproximou o nariz da bucetinha de Sofia e cheirou. "Que cheiro gostoso, mmm... Você é uma delícia, sabia, Sofia?" Ela assentiu. "Abre as pernas pra mim" ordenou enquanto ajudava ela a se apoiar de costas no cubículo e obedecer, os lábios se abriram como uma flor ao amanhecer, uma gotinha de umidade se esticou e caiu no chão. "Ah, que desperdício! Vamos te limpar".
Catrina esticou a língua e a deslizou ao longo dos lábios de Sofia, recolhendo todo o suquinho possível e engolindo. Sofia estava tão sensível que se arrepiou, como um molusco a língua da coroa brincou nos lábios dela de cima pra baixo, esfregando em círculos ao redor do clitóris delicado que já estava duro igual aos biquinhos. Ela abriu a boca o máximo que pôde e abocanhou a bucetinha de Sofia, chupando com força.
"Catrina..." gemeu Sofia, colocando uma mão na cabeça dela e se contorcendo, mas sem fechar as pernas em momento nenhum. "Catrina..."
Ela soltou quando sentiu que Sofia estava prestes a gozar com a sucção, impedindo. Os peitinhos de Sofia subiam e desciam com a respiração ofegante, mas Catrina não parou, deslizou um dos dedos dentro da caverninha virgem até que o anel grosso roçou nela, o frio do metal causou arrepios de prazer. A bucetinha de Sofia não parava de exalar suquinhos e Catrina fazia de tudo pra beber todos, se concentrou no clitóris dela e com a língua no ritmo das dedadas começou a esfregar, Sofia perdeu o controle e se agitou contra a parede do cubículo, contraiu as paredes da vagina em volta do dedo da coroa e soltou um jatinho de umidade que caiu no queixo de Catrina. Aos poucos a jovem relaxou e Catrina continuou passando a língua até deixá-la limpinha, lambeu o próprio queixo e pegou uma das toalhas disponíveis lá fora perto das pias, voltou com a menina e secou as duas, ela ficou com a calcinha molhada, secou o queixo, arrumou a roupa de Sofia e pegou na mão dela. Colocou Sofia na frente do espelho da pia e por trás, apoiando os peitos nas costas dela, ajudou a lavar as mãos. Sofia se deixava fazer, o pai dela tinha ensinado a compartilhar.
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