Mariana é meu nome, paus jovens são minha fraqueza.
Acredito que a gente chega nesse mundo com um pedaço do destino tatuado no sangue, e nossas decisões terminam de forjá-lo ou contradizê-lo. No meu caso, assim que descobri minha queda pelos garotos, me agarrei a ela e me deixei levar pelos meus desejos sem um pingo de remorso. Enquanto tudo for consensual, não tem nada de errado nisso, certo?
Aos vinte e cinco, meu velho foi pra os Estados Unidos atrás de uma americana que caiu nas tentáculos dele e conseguiu os papéis pra ele. Ele passou as propriedades pro meu nome pra eu administrar enquanto ele vivia a boa vida com a Lolys em Manhattan. As propriedades eram uma kombi dos anos sessenta totalmente restaurada — a mesma que ele usou na juventude pra fazer suas travessuras, inclusive me incluir — e a pensão. A pensão era o casarão do bisavô Marcus, o "aventureiro", como chamavam o galego. Marcus, o "fazendeiro", pai do meu pai, transformou o lugar numa pensão e adaptou os quartos pra serem pequenos apartamentos com suas cozinhas, banheiros e salinhas, alugando pra estudantes, já que a faculdade ficava a não mais de quarenta minutos. Meu velho administrou e manteve tudo em perfeitas condições, mas eu já via as coisas de outro jeito e queria dar uma nova cara ao lugar, reformar, talvez pegar um empréstimo e comprar a propriedade vizinha pra anexar.
Assim que entrava no casarão, a sala comum recebia a gente — um hall com sofás e mesas de estudo pros garotos, embora às vezes virasse a área de festa quando acabavam as provas. Depois da sala comum vinha o primeiro pátio interno, um espaço verde bonito de uns cinquenta metros quadrados com uma fonte no centro e vários banquinhos brancos ao redor. A luz entrava pelas claraboias no teto, que deixavam ver o céu. Ali, os corredores se dividiam em dois, contornando o pátio, e esses corredores levavam aos oito "mini apartamentos", quatro de cada lado, dois Lá em cima e dois no térreo, tinha oito quartos. No fim do primeiro pátio e dos dois corredores que se encontravam no final, ficava o segundo pátio, mas esse já era parte do lado de fora e a gente tinha que se arriscar no sereno pra atravessar e chegar no meu anexo, onde eu morava numa casinha de dois andares. Quatro dos mini apartamentos estavam ocupados, dois caras tinham se formado — parabéns! — e dois outros tinham desistido — não é surpresa —, dois estavam vazios e prontos pra morar. Meu pai me ensinou a fazer manutenção nos apartamentos toda vez que trocava de inquilino, o que dava um gasto com tinta, encanamento e chaveiro, mas valia a pena no longo prazo. Recebi a ligação no dia quinze de agosto às três da tarde, uma mãe procurando um apartamento pro filho recém-formado no ensino médio e alguém tinha passado meu número, combinamos uma visita e eu mostraria os apartamentos disponíveis pra acertar os preços finais. A senhora, Teresa, era uma mulher gostosa, nos seus quarenta e poucos anos, mãe solteira pelo que soube, com uma rabeta que deixaria muito cara de queixo caído. O moleque não queria sair da caminhonete, imaginei que fosse um daqueles rebeldes que têm vergonha de sair com as mães, a senhora insistiu com carinho e o garoto não fez charme. Quando ele saiu de trás dos vidros escuros, me pareceu um menino muito tímido, não metido nem rebelde, usava uns óculos escuros que logo tirou pra me deixar ver uns olhos azuis lindos que brilhavam como vaga-lumes, tinha um rosto muito atraente de mandíbula quadrada e uma sombra pequena do que um dia seria uma barba cheia, disso eu tinha certeza. Media 1,80 de altura, disso tenho quase certeza, ombros largos e braços e pernas compridos, meio magro mas bem cuidado e firme como os jovens da idade dele, mais tarde eu descobriria que jogava futebol e tava na liga universitária, que foi assim que conseguiu uma bolsa, Teresa tinha orgulho de se gabar disso, mas Eduardo ficou todo vermelho e evitava me olhar enquanto a mãe dele contava a vida inteira dele, envergonhando o coitado.
— Tá bom, Tere. Posso te chamar de Tere? — Ela concordou com a cabeça. — Por que a gente não entra e depois você continua me contando? Olha só, a gente tá no meio da calçada e o sol não tá brincando.
— Claro, claro, desculpa. Vamos, querido — disse ela para Eduardo, que vinha atrás da gente. — Nossa senhora, mas que coisa mais linda! — exclamou assim que entrou e se deparou com a sala comum e o primeiro quintal ao fundo. Ela girou nos calcanhares e dedicou um olhar a tudo em segundos, mas eu estava mais intrigada com Eduardo, queria ver como era o garoto e se dava pra tentar alguma coisa com ele depois que convencesse a mãe a me deixar ficar com ele. O menino também mostrou surpresa e interesse, sorriu ao ver o quintal espaçoso.
— Essa é a sala comum dos inquilinos. Só alugo pra estudantes, então essa área geralmente é pra estudos, mas depende de como eles se organizam se quiserem fazer alguma comemoração ou festinha — expliquei balançando as chaves que usava pra abrir os apartamentos. — Esse é o primeiro quintal, geralmente uma área de lazer, podem fumar aqui se quiserem — completei.
— Não, não, não, meu Eduardo não fuma, ele tem que se manter em forma pro esporte dele. Os pulmões e as pernas são os tesouros dele — apontou a mãe, quase orgulhosa como se falasse de si mesma. Eu dei uma olhada nas pernas do Eduardo por baixo da calça jeans, como é que eu não tinha visto aquele par de pernas antes? O garoto era magro, mas as pernas se marcavam firmes e mais carnudas por baixo do tecido. Mas não deixei minha taradice me distrair demais, senão a Teresa ia perceber.
Levei eles pelo corredor da direita, onde tinha os dois apartamentos prontos. O seis era o penúltimo, mas o mais perto do meu quarto entre os que estavam vagos, abri a porta pra eles e deixei eles entrarem. Assim que a porta se abriu, a cama com dossel apareceu elegante e como que presa no tempo colonial, um baú aos pés da cama e na frente dela uma televisão, no fundo tinha uma escrivaninha junto da janela retangular que dava vista para a casa vizinha. Ao lado da televisão estava a porta para a salinha-jantar, com sua cozinha compacta, fogão e geladeira de bar, um jogo de mesa para dois e um sofá de couro, a respectiva janela e o banheiro com banheira e chuveiro juntos.
A mãe abriu as torneiras pra verificar o fluxo de água, acendeu cada luz e se certificou de que o aquecedor ao lado da cama funcionava. O garoto, por outro lado, se contentou em ver que as janelas abriam, que a cama era firme e que a TV ligava. Com uma mão no bolso, me perguntou se tinha Wi-Fi e, pela primeira vez, ouvi sua voz. Doce e tímida, mas profunda, bem máscula — o tipo de voz que, quando te chama de "foxy" ou "slut", faz você molhar a calcinha. Não tinha dúvida, aquele moleque tinha que ser meu. Então me preparei pra terminar de convencer a Teresa sobre o preço.
"Claro, temos a melhor velocidade, caso você curta jogos online, já tá incluso no preço", falei, piscando um olho pra mãe. "Mas aposto que você vai ficar mais focado nos estudos. Não se preocupa, tem boa cobertura em qualquer sala do complexo."
"Gostei, gostei muito", disse Teresa, satisfeita, abraçando a bolsa. Eduardo dava mais umas voltas. "O que você acha, Lalo?"
"Sim, gostei", falou por fim, embora o rosto não mostrasse muito entusiasmo, mais conformismo. Se tinha uma coisa difícil de entender nos jovens era essa falta de expressividade, essa constante falta de interesse no que rolava ao redor. Mas, como com todos, com Lalo eu quebraria essa casca e tiraria do casco o potrinho pra montar ele.
Negociei o preço com a Teresa e assinamos o contrato na sala comum, depois de garantir que eu morava no complexo. Mostrei o anexo e assegurei que não permitia uso de drogas ali, que nunca houve confusão e que festas de fraternidade eram ilusão por lá. Claro, as festas eu mesma armava no anexo. Combinaram de se mudar na semana que vem, então comecei a tramar meu plano pra comer o Eduardo.
Primeiro, queria me dar o gosto de vê-lo e descobrir o que ele curtia, então instalei minhas câmeras espiãs no apartamento dele. Coloquei uma no banheiro, bem atrás da torneira, e outra na parte de cima, na frente do espelho. A seguinte foi na cama com dossel, atrás de uma das figuras entalhadas, pra poder vê-lo toda vez que dormisse. Outra câmera panorâmica no quarto e mais uma na salinha, onde geralmente rola menos ação.
Aqui acho bom me descrever, porque a primeira coisa que fiz quando a Teresa foi embora e deixou o filho na nova casa foi trocar de roupa. Minha bunda ficou coberta só por um short jeans rasgado; minhas pernas e minha bunda são meu melhor atributo. Calças sempre são um desafio pra mim porque acabam roçando no meio das minhas pernas. Coloquei um top branco que deixava meus mamilos quase escapando pela parte de cima e marcando eles no tecido, de tão excitante que era caçar um cara novo. Depois de prender o cabelo num rabo de cavalo alto, passei um batom vermelho e umas borrifadas de perfume no pescoço, calcei um tênis e pronto: tava pronta pra ajudar meu novo inquilino a se instalar. Cortesia é tudo.
Pelas câmeras, vi ele desempacotando uma louça na cozinha. Tava de bermuda esportiva e camiseta preta lisa, descalço. Mordi o lábio só de imaginar aquele guri dez anos mais novo me comendo a buceta. Massageei os mamilos pra eles ficarem ainda mais salientes, peguei o martelo e uns pregos, e fui pro número seis. No corredor, encontrei o inquilino do quatro, Rodrigo, um estudante de medicina do segundo ano que, depois de arrumar uma namoradinha, decidiu se afastar de mim. Mas, vamos combinar, minhas visitas noturnas ele não nega. Quando me viu vestida de gostosa, deixou as chaves caírem no chão junto com o queixo. Não saberia dizer se ia de saída ou de entrada.
"Tá bem, Rodri?" perguntei, me aproximando e me abaixando pra pegar as chaves sem dobrar os joelhos, os olhos dele desviaram pra minha bunda empinada e quando me ergui de novo, deslizei minha mão pela braguilha dele sentindo a ereção iminente. Rodri engoliu seco e gaguejou, era um pouco gordinho, não tinha barba nem nenhum traço que se destacasse dos outros, seria mais um na multidão, mas eu gostava de brincar com ele e deixá-lo excitado, fazê-lo gozar na minha mão e me pedir pra parar, era só um jovem. Me aproximei do ouvido dele enquanto continuava brincando com a braguilha, de olho no corredor pra ver se meu novo inquilino aparecia. "Vou te chupar mais tarde? Ou vai dar a porra pra essa sua namoradinha?" perguntei com uma risada rápida.
"Ma-Mariana" gaguejou, se segurando nos livros como se a vida dependesse disso. "Não, eu-eu sou fiel à minha namorada".
"Já vamos ver mais tarde, coração" respondi, apertando a pequena rola gordinha dele, fazendo-o gemer e tremer. Deixei ele em paz e segui meu caminho até o seis. Dei duas batidas na porta dele e sorri automaticamente. "Ei, Eduardo!" cumprimentei com as mãos nas costas. Como era de se esperar, os olhos dele desviaram na hora pros meus peitos quase de fora e não saíram mais dali. "Trouxe umas coisas que achei que você podia precisar pra se instalar".
O garoto ficou de boca aberta, aqueles olhões azuis cravados nos meus mamilos eretos que ficavam mais duros ao se saberem observados. Me mexi de um lado pro outro com uma falsa inocência, a cabeça dele seguiu a direção dos meus peitos como uma cobra encantada.
"Eduardo? Oi!" insisti diante da estupefação dele. Lalo balançou a cabeça e me olhou de novo com aqueles olhinhos azuis. "Tá bem?"
"É-É... Sim, sim, o que você tava dizendo?" perguntou, passando a língua nos lábios, e dessa vez fui eu que fiquei presa no gesto, imaginando aqueles lábios me comendo a buceta.
"Que trouxe umas coisinhas, quer adivinhar o que é?"
"Não faço ideia do que pode ser"
"É pra Cravar fundo" sorri dessa vez mordendo meu lábio, o vermelho subiu nas bochechas dele na hora. Tirei o martelo e os pregos de trás de mim e estendi pra ele. "Na minha experiência, é a ferramenta número um que os novos inquilinos acabam me pedindo emprestada, então dessa vez me adiantei e trouxe pra você. E a outra coisa? Adivinha?"
Automaticamente ele pegou o martelo e os pregos, sem tirar os olhos das minhas tetas de novo. Negou, mas sem olhar pro meu rosto, e eu já começava a ficar molhada só de saber que aquele garoto ia ficar duro a qualquer momento.
"Minha ajuda, bobinho! Vou te ajudar a desfazer as malas!" respondi dando um pulinho no lugar, com isso minhas tetas balançaram e ele seguiu o movimento com a cabeça.
Entrei no apartamento sem esperar ele me convidar, Lalo tava besta o suficiente pra fazer algo que me impedisse de fechar a porta atrás de mim. Vi as caixas ainda pela metade na cozinha e comecei a tirar as xícaras e copos das embalagens pra colocar nos armários, ele largou o martelo na mesa da sala e ficou me vendo me inclinar sobre a caixa que tava no chão, sem dobrar os joelhos, com o shortinho enfiado no meio da bunda devia ter uma vista espetacular.
"N-Não precisa me ajudar com isso, Mariana, sério" ele disse com voz suave, ainda parado perto da entrada do quarto. Eu balancei a cabeça negando.
"Sem chance, sua mãe me pediu como um favor especial pra te ajudar em tudo que desse. Anda, mexe esse rabo e me ajuda a desfazer as malas, quando terminarmos vamos pedir uma pizza, beleza?"
"M-Mas sério" ele disse com a voz trêmula, corando e coçando a nuca, "você não precisa fazer isso. Minha mãe é... exagerada".
Larguei os plásticos bolha e a xícara que eu tava embrulhando, me aproximei dele e puxei a cadeira da mesa, fiz um gesto pra ele sentar. Eduardo tava vermelho e meio angustiado, imaginei que fosse a típica saudade depois de sair de casa, então, além de procurar meu Por puro tesão, decidi que o garoto também merecia ganhar algo em troca, e talvez fosse o melhor jeito de me aproximar do Lalo: pelo lado sentimental, não pelo instintivo.
"Vamos ver, Lalo... posso te chamar assim?"
"Claro" ele concordou, brincando com as pulseiras de tecido nos pulsos, tinha pelo menos cinco em cada mão.
"Vamos ver, Lalo, mesmo que sua mãe seja um pouco superprotetora, ela tá deixando você viver essa nova fase da sua vida te dando mais liberdade do que muitos garotos que já vi tiveram. E não se engana, não vou sair correndo pra contar tudo que vejo você fazer ou falar, você é um adulto responsável agora e pode fazer o que quiser, desde que não seja ilegal ou não seja aqui nesse recinto... Ou, no pior dos casos, desde que eu não descubra" sussurrei com cumplicidade, embora soubesse que com as câmeras instaladas, pouco aconteceria sem eu saber, mas isso fez o Lalo sorrir pra mim pela primeira vez e se soltar um pouco.
Enquanto ajudava ele a organizar o apartamento do jeito que ele queria e instruía sobre a distribuição dos móveis, puxei conversa, e assim descobri que ele não tinha namorada, mas tinha tido umas duas no colégio, nada sério. Ele, claro, ficou sabendo que eu era solteira e que, mesmo sendo proibido pros alunos, eu tinha um pequeno estoque de maconha no anexo, que eu só usava em ocasiões especiais. Ele me disse que nunca tinha experimentado drogas, que não "bebia" há mais de dois anos, desde que o futebol tinha sido o centro da vida dele, que saía pouco à noite porque a mãe insistia que os estudos e o desempenho eram mais importantes, e não deixava ele sair de casa. Enfim, Lalo era um garoto muito gostoso, muito fofo e respeitoso, que sofria os efeitos de uma mãe superprotetora.
"Bom" falei, sentando na mesa de jantar de novo, só que a noite de sábado já tava caindo e o chão tava coberto de plástico bolha, jornais e caixas, mas o apartamento tava quase pronto, "sua mãe já não tá mais aqui, então que se você quiser experimentar essas coisas..."
"Ah, não. Não, não" ele sorriu, sempre cauteloso, os caninos tão perfeitos e brancos quanto o resto da reputação dele, "a gente faz antidoping duas vezes por mês. É exigência do time".
"Que saco! Então, quem sabe nas férias" completei, piscando um olho. Peguei o martelo. "Alguma coisa que você queira pregar?" perguntei, e ele concordou. Foi até a bagagem e tirou um retângulo embrulhado em jornal, rasgou o papel e me mostrou uma pintura abstrata com respingos e, sobre um fundo azul índigo, umas bolhas vermelhas com brilhos brancos estavam em primeiro plano, e a intensidade e combinação das cores davam a impressão de que estavam flutuando. "Nossa! Isso é foda".
"Valeu, foi meu melhor amigo quem fez pra mim antes da gente se separar. Ele tá em outra universidade, estudando artes" explicou, orgulhoso.
Peguei o martelo e fui pro quarto, o espaço na parede perto da porta de saída era o lugar perfeito pra colocar e permitiria que ele contemplasse a obra, então me inclinei enquanto ele se sentava na cama, dando a ele uma vista completa das minhas pernas e da minha bunda, abri um pouco as pernas pra ficar mais gostosa e comecei a pregar, demorando um pouco mais do que o necessário. Quando me virei pra pedir a pintura, ele estava de boca aberta, com uma boa barraca no shorts, que tentou disfarçar cobrindo com o cotovelo quando tirei a pintura das mãos dele, mas o tamanho do volume me deixou curiosa e com tesão; a maioria dos caras da idade e do porte físico dele ainda não tem o tamanho que um homem maduro teria, mas ele... Não esperava por isso, e a curiosidade disparou em mim. Ia pular nele ali mesmo e estuprar ele, mas queria que ele se entregasse por vontade própria, que me deixasse brincar com ele do meu jeito e usar ele quando eu quisesse, então naquela tarde só pendurei o quadro, prometi que ele podia confiar em mim como amiga e dei um beijo na bochecha dele, me inclinando e apoiando as mãos no peito dele, minha O abdômen dele roçou a ereção quando fez isso, e ele ficou ainda mais nervoso.
Corri pro anexo e subi as escadas pro quarto, abri o computador e liguei as câmeras. Lalo levantou o lixo do chão, dobrou as caixas e sentou na sala de jantar, esfregando a cabeça com as mãos como se estivesse preocupado. Ele se despiu e entrou no banheiro. Troquei de câmera e vi ele...! O moleque era bem dotado! Entrou no chuveiro com o pau bem duro e pegou o sabonete líquido do suporte onde a gente tinha deixado, com as mãos compridas agarrou o mastro e puxou a pele do prepúcio pra começar a bater uma rapidinho com o jato de água caindo na nuca.
O magrinho tava uma delícia, queria comer ele. Tirei o short que já tava uma poça e enfiei dois dedos, batendo uma no ritmo da mão dele. Lalo ia rápido como se tivesse desesperado, em menos de dois minutos percebi que ele tava gozando porque se agitou e se apoiou completamente nos azulejos da parede, aí vi os jatos de porra escorrendo em alto contraste com o azul claro dos azulejos do banheiro. Quis poder entrar e lamber a porra da parede e chupar aquele pau grosso e cheio de veias do meu guri, mas tive que me contentar em enfiar três dedos e gozar pensando nele.
Isso foi só o começo daquela noite, porque depois do banho Lalo tava duro de novo como um mastro e se deitou na cama com o notebook aberto de lado e os fones nos ouvidos. Dessa vez ele ficou confortável com uns lenços de papel do lado e um óleo, e começou a bater uma devagar no ritmo de algum pornô e eu... Eu também aproveitei, pegando meu consolo e batendo uma no ritmo dele, vendo ele se contorcer e puxar aquele pau com as duas mãos, e mesmo assim não conseguia cobrir ele inteiro porque a ponta roxa e inchada aparecia. Lalito, Lalito, Lalito...
Ele começou as aulas e aos poucos aprendi as rotinas de estudo e de punheta dele, claro, sabia que os pornôs que ele gostava eram de rabudas e peitudas, como quase qualquer adolescente conseguia gozar até três vezes por sessão, e nas noites antes dos jogos de futebol era quando ele mais se alongava, tentando desestressar. Instalei áudio também nas câmeras depois da primeira noite, para ouvi-lo gemer e gozar. A voz de garoto tímido dele se transformava num puta macho, mesmo que ele mal sussurrasse, com medo de ser ouvido nos outros apartamentos, mas eu, mais que ninguém, sabia que o som não viajava.
Ele tentava se livrar da mãe chata que vinha toda semana nos primeiros três meses, até que passou a ser a cada duas semanas graças aos meus relatórios contínuos. Contei pro Lalo o que eu fazia, e ele me agradeceu uma noite em que dividimos uma pizza no apartamento dele. Eu tinha levado uma garrafa de vinho e, claro, uma saia jeans curta com uma tanga preta por baixo, umas sandálias de enfiar o pé, e a parte de cima sem sutiã, só com uma camisa larga que, quando eu me inclinava demais, mostrava meus peitos à vontade. Lalo me confessou que tinha uma garota de quem gostava, mas que achava que ela nunca repararia nele. Então eu me agarrei nisso pra tentar sexo.
"Besteira, por que você diz isso?" perguntei, servindo mais vinho nas canecas dos dois — ele não tinha taças.
"Porque ela é incrível, linda, inteligente e engraçada. Eu sou só um moleque." Havia muita tristeza na voz dele, mas também uma serenidade bem adulta, de quem se resigna a não ter algo. "Mas não me incomoda, sabe? Acho que ter a amizade dela já basta."
"Qual é, campeão! Você consegue conquistar ela. Já tentou chegar perto e ver se ela se sente bem com você? Quer dizer, sabe, se ela gosta de estar por perto?"
"Acho que sim", ele concordou, os olhos azuis agora conseguindo se concentrar mais em mim do que nos meus peitos, mas eu queria mais, queria pelo menos as mãos dele apalpando meus peitos e chupar o pau dele ali mesmo. O vinho estava me deixando mais ousada, e eu devia continuar com cuidado. Se o Lalito estava confiando em mim, não podia perder aquele emprego por causa do tesão. O trabalho teria sua recompensa.
"Então já sabe, se anima e chama ela pra sair."
"Podia estragar a amizade", ele lamentou, mordiscando o lábio, e de novo eu pensei naquela boca e naqueles dentes mordendo meus mamilos. "Não quero deixar ela desconfortável."
"Lalo, quem não arrisca não petisca, hein! Vai fundo!" insisti, me inclinando pra frente na mesa pra pegar no joelho dele. Ele estremeceu, mas eu não tirei a mão, continuei fingindo que tava tudo calmo. "Chama ela pra sair, ou rouba um beijo dela. É melhor pedir perdão do que permissão, além disso, tenho certeza que você beija bem."
"Como você pode saber?" ele perguntou, levando a taça aos lábios, todo nervoso, com as bochechas vermelhas e a perna debaixo da minha mão tensa.
"Tô errada?"
"N-Não sei..." ele gaguejou.
"Como assim não sabe? Você tem que saber se beija bem ou não", expliquei. "Me diz, você beija bem?" continuei, me inclinando pro lado dele da mesa. A camisa escorregou, mostrando metade dos meus peitos e o começo dos meus mamilos. Os olhos do Lalo estavam perdidos no decote. Baixei a voz, sussurrando quase no rosto dele, já tinha ele quase na minha mão. "Me deixa conferir? Como amigos? Assim eu te falo se essa mina vai cair de vez por você se você roubar um beijo dela, hmm? O que me diz? Me dá um beijo, Lalo?" insisti com a mão na perna dele. Devagar, larguei a taça que segurava com a mão esquerda e passei a mão na bochecha dele. O Lalito tava hipnotizado com minhas tetas, não percebia nada, e quando deixei a camisa cair de vez, mostrando elas todas, soube que já tinha ele. Me inclinei por cima dele e deslizei meus lábios devagar até a boca dele, sentindo como ele parou de resistir e encaixou os lábios macios nos meus num beijo superficial.
Deslizei minha língua dentro da boca dele e ele cedeu, me deixando invadir a garganta dele com minha língua num vai e vem lento e controlado, o vinho... combinado com o gosto da nossa saliva. Deslizei minha mão até a coxa dele e deixei ali, fazendo pressão, sabia que a braguilha dele estava bem perto, mas não queria assustá-lo nem afastá-lo enquanto aproveitava o momento sublime de provar a boca dele pela primeira vez, agora segura de que o garoto faria um bom cunnilingus. Tirei a mão da coxa para arrumar a camisa e lentamente diminuí a intensidade do beijo, até que nossas bocas se encaixaram de novo com apenas um toque. Lalo abriu os olhos, aqueles lindos olhos azuis, enquanto eu me reacomodava na cadeira.
"Você beija bem, Lalo, não precisa ter vergonha de nada", falei com uma calma fingida, bebendo da minha taça pra tentar disfarçar a vontade de dar um boquete nele e enfiar o pau dele na minha buceta de uma vez. Ele estava vermelho que nem um tomate, ainda sem acreditar. "Acho que vou indo, já é tarde. Guarda a garrafa de vinho, coloca a rolha pra não estragar. Boa noite, Lalo", completei beijando a bochecha dele.
Quando cheguei no anexo, tava uma fera, precisava ter alguma coisa dentro da buceta. Quando liguei o computador, vi o Lalo se despir e se deitar de bruços, arrumou os travesseiros e senti uma pontada de tesão no clitóris quando vi ele cavalgar os travesseiros e se esfregar neles que nem um macho carente. Senti uma pena danada de ter deixado ele assim, e quase quase voltei pra ajudar, mas em vez disso me satisfiz com as velocidades do meu vibrador enquanto ouvia ele gemer e falar meu nome baixinho, mordendo os travesseiros e gozando sem remorso neles. O corpo atlético e definido dele ficava esplêndido naquela posição, a bunda branca dele aparecia durinha e firme a cada contração que ele fazia simulando a penetração, as costas se marcavam apesar de ser magro e esguio, era um garoto delicioso e exemplar.
Lalo me evitou por umas duas semanas depois disso, não atendia quando eu batia na porta dele e também via ele meio pra baixo pelas câmeras, as punhetas dele eram mais rápidas e menos apaixonadas, mais desesperadas, como se quisesse só acabar logo com aquilo. Teresa também me ligou perguntando por ele, disse que notou ele estranho no telefone, e eu também fiquei preocupada com ele, então decidi tomar as rédeas da situação de uma vez depois de acalmar a Tere, prometendo que eu ia cuidar disso.
Decidi, numa noite de sábado de dezembro, bater na porta dele. Eu tava usando um suéter branco daqueles de gola alta, tão comprido que parecia um vestido, sem sutiã, como sempre quando visitava meu garoto, e a calcinha que eu usava era de renda e tão pequena que os lábios da buceta escapavam pelos lados. Eu tinha me depilado todinha pra ele, comprado um perfume novo, me maquiei e coloquei cílios postiços pra meus olhos parecerem maiores. Fui descalça até o apartamento dele.
"Lalo, sei que você tá aí, abre a porta, por favor!" chamei. Toquei a campainha de novo, e como vi que ele não respondia na boa, soube que era hora de apelar. "Lalo, sua mãe tá preocupada, se você não falar comigo, ela vai se preocupar e vir, você sabe." A ameaça de ter a mãe dele de novo em cima, feito um urubu, sem deixar ele sair com os amigos, funcionou, e em um minuto ele tava abrindo a porta. Ele só tava de shorts esportivos, torso nu e os óculos de descanso, talvez tivesse estudando.
"Vai me deixar entrar?" Ele se afastou, e eu fui direto pro quarto dele. Sentei na beirada da cama enquanto ele vinha atrás, com as mãos nos bolsos. "O que tá acontecendo com você, Lalo? Tô preocupada com você, achei que a gente era amigo e que você confiava em mim. É por causa do beijo?" Ele ficou vermelho, não, mudou de cor e dessa vez os olhos dele encheram d'água, ele cobriu o rosto com uma mão. Não podia acreditar, o garoto tava chorando. Me senti culpada. Qualé!, não queria fazer ele chorar, e ninguém tinha chorado antes, mas Lalo era tão sensível. Me aproximei dele e ajudei ele a se sentar, deitando ele no meu colo em cima da cama. "Meu amor, o que você tem?"
"D-desculpa" ele gaguejou, se endireitando. e respirando fundo de novo, esfregando o rosto com as palmas das mãos abertas. Ele não podia me ver, não olhava pra mim, então me ajoelhei na cama e me coloquei atrás dele, abraçando o torso dele por trás e apoiando os peitos nas costas dele.
"Não precisa pedir desculpas por nada, tá tudo bem, só pede ajuda se alguma coisa acontecer, ok? Me diz o que te deixou assim, vai. É o estudo? É aquela garota? Ou o beijo?! Você beijou ela?!" deduzi admirada, talvez ele, como meu Rodriguinho, estivesse apaixonado.
"Você realmente não percebe?" ele perguntou, virando o torso de novo, os olhos azuis dele, aquelas joias preciosas finalmente me deram um daqueles olhares ternos. "Tô louco por você, Mariana, cê me atrai... Não, mais que isso: eu te quero, mas sei que sou só um garoto pra você e o beijo... Pra mim foi a coisa mais maravilhosa, a melhor experiência da minha vida, mas você... Você não me quer."
"Lalo, meu amor..." Não conseguia acreditar, meu menino estava ali se declarando pra mim e me oferecendo as angústias dele e a chance de acalmá-las, soube que aquilo era realmente diferente, que podia dar merda se eu não tomasse cuidado. O coração me dizia que eu devia cuidar dele como um irmão mais novo, mas a buceta pulsava por aquele garoto que há muito tempo molhava minha calcinha e dedicava as punhetas dele pra mim. Me inclinei pra beijar as bochechas molhadas de lágrimas dele, ainda ajoelhada na cama macia, depois cheguei nos lábios dele e beijei ele de novo como da primeira vez, primeiro devagar pra acalmar o garanhão e depois com intensidade pra fazer ele correr no meu ritmo, deslizei sobre as pernas dele e sentei de pernas abertas sobre o quadril dele, guiando ele pro colchão devagar até ter ele de costas na cama com as mãos dele na minha cintura. "Meu amor, você também me atrai" murmurei no ouvido dele pra me afastar de novo e dessa vez focar nos olhos azuis preciosos dele, Lalo sorria de novo. "Não quero te ver triste, mas também não quero que você se confunda, então vamos esclarecer isso" continuei sentada sobre o volume dele que já começava a endurecer debaixo da minha buceta. "Eu gosto de você, e quero te foder, mas isso não é um relacionamento, ok? Você disse que queria minha amizade acima de tudo, então você tem isso, isso e minha buceta pra você encher de porra, meu amor, mas o resto... Isso a gente vê depois, combinado?"
"S-Sim" ele assentiu, segurando firme na minha cintura com as mãos. Me afastei e fiz ele sentar de novo na beira da cama, de pé na frente dele levei as mãos na barra do suéter e levantei deixando ele ver pela primeira vez meus peitos e meu corpo quase nu, depois levei as mãos na calcinha e desci até meus tornozelos, peguei ela e me aproximei do meu garoto que, estupefato e de boca aberta me olhava, amassei a calcinha num punho e coloquei no nariz dele, ele, sem eu precisar falar nada, fechou os olhos e aspirou com devoção, me cheirando.
"Quero que você me coma a buceta, já fez isso?" perguntei me afastando de novo. Lalo negou com o olhar fixo na minha buceta raspada. Subi na cama e fui de quatro até a cabeceira, segura de que era o ângulo perfeito pra tudo ficar gravado na câmera, abri as pernas e minha buceta estava babada e brilhante, Lalo se deitou de bruços e aproximou o rosto das minhas pernas, por instinto talvez ou porque viu muito pornô, começou devagar a subir com beijos pelas minhas panturrilhas, lambeu e mordeu a parte interna das minhas coxas e chegou até minha buceta escorrendo de tesão, cheirou ela de olhos fechados. "Você gosta?"
"Tem um cheiro delicioso" ele disse antes de esticar a língua e... Meu Deus!, o garoto era um artista com aquela língua, fazendo um esforço pra lamber cada gota de lubrificação e se concentrar no clitóris com devoção, se dedicou a brincar com minha buceta, beliscando ela com curiosidade, esticando, enfiando um dedinho cauteloso e quando viu que cabia enfiou outro. Tinha mãos divinas e não sei ainda como ele soube nem como fez, mas começou a colocar os dedos num formato de gancho e me fodia com eles enquanto lambia meu clitóris e chupava até me fazer gozar na boca dela e um pequeno jato de umidade escorreu entre os lábios dele, ele se surpreendeu mas não se afastou da tarefa e continuou bebendo apesar dos meus espasmos e de eu dificultar a movimentação dele prendendo-o com as pernas.
"Quero comer teu cu" ele disse, levantando minhas pernas e expondo meu ânus, não me deu tempo de falar porque já estava invadindo meu sagrado bum com a língua, sentia como ele brincava com o períneo com os dedos, quando ficou mais intenso foi quando me fez abraçar minhas pernas e começou a lamber do ânus até meu púbis com rapidez, não sei o que queria alcançar, não sei se tinha alguma meta, mas meu menino tinha se transformado e se desinibido da timidez para explorar meu corpo com a mesma tenacidade de um conquistador num novo continente.
"Vem, chupa minhas tetas, love, termina de te criar" falei, recebendo-o num abraço com meus peitos, ele se acomodou de lado e finalmente tive à minha mercê sua yummy cock adolescente. Tirei ela da bermuda enquanto ele se virava com as duas mãos nas minhas tetas e puxava os bicos, estava como uma barra dura e quente, pessoalmente era ainda mais impressionante que no vídeo, as veias se destacavam com descaro e o líquido pré-ejaculatório já a cobria, comecei a fazer uma punheta enquanto ele mordia minhas tetas e as sacudia, afundava o rosto nelas e as lambia com devoção, estava emocionado, como um menino com brinquedo novo. "Você gostaria que eu te fizesse um boquete, meu menino?"
"Sim, por favor" respondeu com um dos meus bicos entre os dentes, como se eu tivesse perguntado se ele queria mais comida.
Deitei ele no meu lugar entre os travesseiros e me coloquei entre as pernas dele, peguei a cock com as duas mãos e coloquei na frente do meu rosto pra ele ver a comparação, e é que cobria quase todo o meu rosto! Mantive meu olhar fixo nos seus lindos olhos azuis enquanto levava a glande à minha boca e chupava e cuspia, batendo punheta no resto do falo com as mãos.
"Já tinham te feito um boquete antes? Amor?" perguntei bem antes de enfiar o pau dele na boca e sentir a textura da pele e as veias deslizando pelos meus lábios e pelas paredes da minha boca, igual um consolo gostoso de carne e osso me estimulando. Lalo gemeu uma afirmação e as mãos dele foram até a minha nuca, me forçando a deixar metade do pau dele dentro da minha boca e continuar descendo, até quase chegar na base, mas era grande demais e grosso pra caber tudo na boca, mas ele tava adorando e gemia meu nome, mexia os quadris e comia minha boca de um jeito tão delicioso que me fez desejar o gozo dele na minha boca. "Me dá o leite, meu menino, me dá seu leite" pedi, sacudindo o pau dele e me deixando comer de novo por ele. Como eu esperava, aquela voz tímida virou um ronco gutural quase de caverna, proclamando a masculinidade dele de uma vez por todas. "Isso, isso, toma meu leite, puta" gemeu com as estocadas e os gemidos de lobo, se tensando dentro de mim e derramando rios de porra quente na minha boca, fiz força pra engolir tudo quando consegui, mas ele tava carregado e continuava soltando jatos de leite que transbordaram das minhas bochechas, mas eu juntei com os dedos e levei pros meus peitos e lábios, engolindo o resto. Continuei lambendo o falo dele enquanto ele recuperava o juízo, mas a dureza do pau dele não diminuía. Bendita juventude! "Você tem camisinha por aqui, meu menino?" perguntei brincando com meus mamilos cheios de porra, ele assentiu, se inclinou pro criado-mudo e tirou um pacote de camisinhas, peguei uma e abri, coloquei no pau dele e deslizei pra baixo. "Pronto, minha vida?" Lalo assentiu e, como um espectador, só viu minha buceta deslizar o pau dele pra dentro devagar, se perdendo aos poucos, pior que no meio do caminho tive que parar e esperar me acostumar com ele, descendo um pouco mais até que ele tomou o controle e com as mãos na minha cintura enfiou com força até o fundo, tocando minhas paredes. Gritei, ou gemi, não sei, mas tava cheia e meu menino virou homem. Ele tomou para si o que eu achava que seria meu momento de liderança e começou a me foder como um Ferrari, sem me dar trégua.
Em um momento, eu estava de bruços e sentia o pau dele ainda dentro de mim, as bolas pesadas batendo na minha buceta, e eu me sentia ficando cada vez mais molhada. Não sei se o Lalo fazia isso de propósito ou se era natural pra ele transar com brutalidade e força, mas o pau dele se encaixava nos lugares certos, e as mãos dele nos meus peitos e na minha bunda me faziam sentir completamente envolvida, como parte de um todo. No meu ouvido, eu ouvia os gemidos bestiais dele, como um motor em perfeito estado, gemendo meu nome junto com a palavra favorita dele: "slut". "Você é minha slut, Mariana", "engole meu pau todo, sua slut", "vou encher sua buceta com meu leite, vou te engravidar porque você é uma slut e fácil". Senti que estava me desprendendo do meu corpo, parei de sentir o que acontecia ao meu redor e comecei a ver luzes coloridas no céu do teto. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas quando voltei a mim, ainda estava de bruços, mas me sentia vazia e exausta, com a bunda empinada, só isso. Foi o orgasmo mais incrível que já tive na vida, tanto que perdi a consciência, e o Lalo... Procurei ele com o olhar e o vi voltando do banheiro sem camisinha. Tinha uma poça debaixo da minha buceta, e ele pareceu não se importar. Ele se deitou ao meu lado na cama e me beijou com a mesma ternura de sempre, os olhinhos azuis dele me olhavam de novo com a timidez da idade dele. Eu soube que aquilo não seria como sempre, que com o Lalo as coisas seriam diferentes. Ele seria meu e só meu, meu menino.
Fim
Acredito que a gente chega nesse mundo com um pedaço do destino tatuado no sangue, e nossas decisões terminam de forjá-lo ou contradizê-lo. No meu caso, assim que descobri minha queda pelos garotos, me agarrei a ela e me deixei levar pelos meus desejos sem um pingo de remorso. Enquanto tudo for consensual, não tem nada de errado nisso, certo?
Aos vinte e cinco, meu velho foi pra os Estados Unidos atrás de uma americana que caiu nas tentáculos dele e conseguiu os papéis pra ele. Ele passou as propriedades pro meu nome pra eu administrar enquanto ele vivia a boa vida com a Lolys em Manhattan. As propriedades eram uma kombi dos anos sessenta totalmente restaurada — a mesma que ele usou na juventude pra fazer suas travessuras, inclusive me incluir — e a pensão. A pensão era o casarão do bisavô Marcus, o "aventureiro", como chamavam o galego. Marcus, o "fazendeiro", pai do meu pai, transformou o lugar numa pensão e adaptou os quartos pra serem pequenos apartamentos com suas cozinhas, banheiros e salinhas, alugando pra estudantes, já que a faculdade ficava a não mais de quarenta minutos. Meu velho administrou e manteve tudo em perfeitas condições, mas eu já via as coisas de outro jeito e queria dar uma nova cara ao lugar, reformar, talvez pegar um empréstimo e comprar a propriedade vizinha pra anexar.
Assim que entrava no casarão, a sala comum recebia a gente — um hall com sofás e mesas de estudo pros garotos, embora às vezes virasse a área de festa quando acabavam as provas. Depois da sala comum vinha o primeiro pátio interno, um espaço verde bonito de uns cinquenta metros quadrados com uma fonte no centro e vários banquinhos brancos ao redor. A luz entrava pelas claraboias no teto, que deixavam ver o céu. Ali, os corredores se dividiam em dois, contornando o pátio, e esses corredores levavam aos oito "mini apartamentos", quatro de cada lado, dois Lá em cima e dois no térreo, tinha oito quartos. No fim do primeiro pátio e dos dois corredores que se encontravam no final, ficava o segundo pátio, mas esse já era parte do lado de fora e a gente tinha que se arriscar no sereno pra atravessar e chegar no meu anexo, onde eu morava numa casinha de dois andares. Quatro dos mini apartamentos estavam ocupados, dois caras tinham se formado — parabéns! — e dois outros tinham desistido — não é surpresa —, dois estavam vazios e prontos pra morar. Meu pai me ensinou a fazer manutenção nos apartamentos toda vez que trocava de inquilino, o que dava um gasto com tinta, encanamento e chaveiro, mas valia a pena no longo prazo. Recebi a ligação no dia quinze de agosto às três da tarde, uma mãe procurando um apartamento pro filho recém-formado no ensino médio e alguém tinha passado meu número, combinamos uma visita e eu mostraria os apartamentos disponíveis pra acertar os preços finais. A senhora, Teresa, era uma mulher gostosa, nos seus quarenta e poucos anos, mãe solteira pelo que soube, com uma rabeta que deixaria muito cara de queixo caído. O moleque não queria sair da caminhonete, imaginei que fosse um daqueles rebeldes que têm vergonha de sair com as mães, a senhora insistiu com carinho e o garoto não fez charme. Quando ele saiu de trás dos vidros escuros, me pareceu um menino muito tímido, não metido nem rebelde, usava uns óculos escuros que logo tirou pra me deixar ver uns olhos azuis lindos que brilhavam como vaga-lumes, tinha um rosto muito atraente de mandíbula quadrada e uma sombra pequena do que um dia seria uma barba cheia, disso eu tinha certeza. Media 1,80 de altura, disso tenho quase certeza, ombros largos e braços e pernas compridos, meio magro mas bem cuidado e firme como os jovens da idade dele, mais tarde eu descobriria que jogava futebol e tava na liga universitária, que foi assim que conseguiu uma bolsa, Teresa tinha orgulho de se gabar disso, mas Eduardo ficou todo vermelho e evitava me olhar enquanto a mãe dele contava a vida inteira dele, envergonhando o coitado.
— Tá bom, Tere. Posso te chamar de Tere? — Ela concordou com a cabeça. — Por que a gente não entra e depois você continua me contando? Olha só, a gente tá no meio da calçada e o sol não tá brincando.
— Claro, claro, desculpa. Vamos, querido — disse ela para Eduardo, que vinha atrás da gente. — Nossa senhora, mas que coisa mais linda! — exclamou assim que entrou e se deparou com a sala comum e o primeiro quintal ao fundo. Ela girou nos calcanhares e dedicou um olhar a tudo em segundos, mas eu estava mais intrigada com Eduardo, queria ver como era o garoto e se dava pra tentar alguma coisa com ele depois que convencesse a mãe a me deixar ficar com ele. O menino também mostrou surpresa e interesse, sorriu ao ver o quintal espaçoso.
— Essa é a sala comum dos inquilinos. Só alugo pra estudantes, então essa área geralmente é pra estudos, mas depende de como eles se organizam se quiserem fazer alguma comemoração ou festinha — expliquei balançando as chaves que usava pra abrir os apartamentos. — Esse é o primeiro quintal, geralmente uma área de lazer, podem fumar aqui se quiserem — completei.
— Não, não, não, meu Eduardo não fuma, ele tem que se manter em forma pro esporte dele. Os pulmões e as pernas são os tesouros dele — apontou a mãe, quase orgulhosa como se falasse de si mesma. Eu dei uma olhada nas pernas do Eduardo por baixo da calça jeans, como é que eu não tinha visto aquele par de pernas antes? O garoto era magro, mas as pernas se marcavam firmes e mais carnudas por baixo do tecido. Mas não deixei minha taradice me distrair demais, senão a Teresa ia perceber.
Levei eles pelo corredor da direita, onde tinha os dois apartamentos prontos. O seis era o penúltimo, mas o mais perto do meu quarto entre os que estavam vagos, abri a porta pra eles e deixei eles entrarem. Assim que a porta se abriu, a cama com dossel apareceu elegante e como que presa no tempo colonial, um baú aos pés da cama e na frente dela uma televisão, no fundo tinha uma escrivaninha junto da janela retangular que dava vista para a casa vizinha. Ao lado da televisão estava a porta para a salinha-jantar, com sua cozinha compacta, fogão e geladeira de bar, um jogo de mesa para dois e um sofá de couro, a respectiva janela e o banheiro com banheira e chuveiro juntos.
A mãe abriu as torneiras pra verificar o fluxo de água, acendeu cada luz e se certificou de que o aquecedor ao lado da cama funcionava. O garoto, por outro lado, se contentou em ver que as janelas abriam, que a cama era firme e que a TV ligava. Com uma mão no bolso, me perguntou se tinha Wi-Fi e, pela primeira vez, ouvi sua voz. Doce e tímida, mas profunda, bem máscula — o tipo de voz que, quando te chama de "foxy" ou "slut", faz você molhar a calcinha. Não tinha dúvida, aquele moleque tinha que ser meu. Então me preparei pra terminar de convencer a Teresa sobre o preço.
"Claro, temos a melhor velocidade, caso você curta jogos online, já tá incluso no preço", falei, piscando um olho pra mãe. "Mas aposto que você vai ficar mais focado nos estudos. Não se preocupa, tem boa cobertura em qualquer sala do complexo."
"Gostei, gostei muito", disse Teresa, satisfeita, abraçando a bolsa. Eduardo dava mais umas voltas. "O que você acha, Lalo?"
"Sim, gostei", falou por fim, embora o rosto não mostrasse muito entusiasmo, mais conformismo. Se tinha uma coisa difícil de entender nos jovens era essa falta de expressividade, essa constante falta de interesse no que rolava ao redor. Mas, como com todos, com Lalo eu quebraria essa casca e tiraria do casco o potrinho pra montar ele.
Negociei o preço com a Teresa e assinamos o contrato na sala comum, depois de garantir que eu morava no complexo. Mostrei o anexo e assegurei que não permitia uso de drogas ali, que nunca houve confusão e que festas de fraternidade eram ilusão por lá. Claro, as festas eu mesma armava no anexo. Combinaram de se mudar na semana que vem, então comecei a tramar meu plano pra comer o Eduardo.
Primeiro, queria me dar o gosto de vê-lo e descobrir o que ele curtia, então instalei minhas câmeras espiãs no apartamento dele. Coloquei uma no banheiro, bem atrás da torneira, e outra na parte de cima, na frente do espelho. A seguinte foi na cama com dossel, atrás de uma das figuras entalhadas, pra poder vê-lo toda vez que dormisse. Outra câmera panorâmica no quarto e mais uma na salinha, onde geralmente rola menos ação.
Aqui acho bom me descrever, porque a primeira coisa que fiz quando a Teresa foi embora e deixou o filho na nova casa foi trocar de roupa. Minha bunda ficou coberta só por um short jeans rasgado; minhas pernas e minha bunda são meu melhor atributo. Calças sempre são um desafio pra mim porque acabam roçando no meio das minhas pernas. Coloquei um top branco que deixava meus mamilos quase escapando pela parte de cima e marcando eles no tecido, de tão excitante que era caçar um cara novo. Depois de prender o cabelo num rabo de cavalo alto, passei um batom vermelho e umas borrifadas de perfume no pescoço, calcei um tênis e pronto: tava pronta pra ajudar meu novo inquilino a se instalar. Cortesia é tudo.
Pelas câmeras, vi ele desempacotando uma louça na cozinha. Tava de bermuda esportiva e camiseta preta lisa, descalço. Mordi o lábio só de imaginar aquele guri dez anos mais novo me comendo a buceta. Massageei os mamilos pra eles ficarem ainda mais salientes, peguei o martelo e uns pregos, e fui pro número seis. No corredor, encontrei o inquilino do quatro, Rodrigo, um estudante de medicina do segundo ano que, depois de arrumar uma namoradinha, decidiu se afastar de mim. Mas, vamos combinar, minhas visitas noturnas ele não nega. Quando me viu vestida de gostosa, deixou as chaves caírem no chão junto com o queixo. Não saberia dizer se ia de saída ou de entrada.
"Tá bem, Rodri?" perguntei, me aproximando e me abaixando pra pegar as chaves sem dobrar os joelhos, os olhos dele desviaram pra minha bunda empinada e quando me ergui de novo, deslizei minha mão pela braguilha dele sentindo a ereção iminente. Rodri engoliu seco e gaguejou, era um pouco gordinho, não tinha barba nem nenhum traço que se destacasse dos outros, seria mais um na multidão, mas eu gostava de brincar com ele e deixá-lo excitado, fazê-lo gozar na minha mão e me pedir pra parar, era só um jovem. Me aproximei do ouvido dele enquanto continuava brincando com a braguilha, de olho no corredor pra ver se meu novo inquilino aparecia. "Vou te chupar mais tarde? Ou vai dar a porra pra essa sua namoradinha?" perguntei com uma risada rápida.
"Ma-Mariana" gaguejou, se segurando nos livros como se a vida dependesse disso. "Não, eu-eu sou fiel à minha namorada".
"Já vamos ver mais tarde, coração" respondi, apertando a pequena rola gordinha dele, fazendo-o gemer e tremer. Deixei ele em paz e segui meu caminho até o seis. Dei duas batidas na porta dele e sorri automaticamente. "Ei, Eduardo!" cumprimentei com as mãos nas costas. Como era de se esperar, os olhos dele desviaram na hora pros meus peitos quase de fora e não saíram mais dali. "Trouxe umas coisas que achei que você podia precisar pra se instalar".
O garoto ficou de boca aberta, aqueles olhões azuis cravados nos meus mamilos eretos que ficavam mais duros ao se saberem observados. Me mexi de um lado pro outro com uma falsa inocência, a cabeça dele seguiu a direção dos meus peitos como uma cobra encantada.
"Eduardo? Oi!" insisti diante da estupefação dele. Lalo balançou a cabeça e me olhou de novo com aqueles olhinhos azuis. "Tá bem?"
"É-É... Sim, sim, o que você tava dizendo?" perguntou, passando a língua nos lábios, e dessa vez fui eu que fiquei presa no gesto, imaginando aqueles lábios me comendo a buceta.
"Que trouxe umas coisinhas, quer adivinhar o que é?"
"Não faço ideia do que pode ser"
"É pra Cravar fundo" sorri dessa vez mordendo meu lábio, o vermelho subiu nas bochechas dele na hora. Tirei o martelo e os pregos de trás de mim e estendi pra ele. "Na minha experiência, é a ferramenta número um que os novos inquilinos acabam me pedindo emprestada, então dessa vez me adiantei e trouxe pra você. E a outra coisa? Adivinha?"
Automaticamente ele pegou o martelo e os pregos, sem tirar os olhos das minhas tetas de novo. Negou, mas sem olhar pro meu rosto, e eu já começava a ficar molhada só de saber que aquele garoto ia ficar duro a qualquer momento.
"Minha ajuda, bobinho! Vou te ajudar a desfazer as malas!" respondi dando um pulinho no lugar, com isso minhas tetas balançaram e ele seguiu o movimento com a cabeça.
Entrei no apartamento sem esperar ele me convidar, Lalo tava besta o suficiente pra fazer algo que me impedisse de fechar a porta atrás de mim. Vi as caixas ainda pela metade na cozinha e comecei a tirar as xícaras e copos das embalagens pra colocar nos armários, ele largou o martelo na mesa da sala e ficou me vendo me inclinar sobre a caixa que tava no chão, sem dobrar os joelhos, com o shortinho enfiado no meio da bunda devia ter uma vista espetacular.
"N-Não precisa me ajudar com isso, Mariana, sério" ele disse com voz suave, ainda parado perto da entrada do quarto. Eu balancei a cabeça negando.
"Sem chance, sua mãe me pediu como um favor especial pra te ajudar em tudo que desse. Anda, mexe esse rabo e me ajuda a desfazer as malas, quando terminarmos vamos pedir uma pizza, beleza?"
"M-Mas sério" ele disse com a voz trêmula, corando e coçando a nuca, "você não precisa fazer isso. Minha mãe é... exagerada".
Larguei os plásticos bolha e a xícara que eu tava embrulhando, me aproximei dele e puxei a cadeira da mesa, fiz um gesto pra ele sentar. Eduardo tava vermelho e meio angustiado, imaginei que fosse a típica saudade depois de sair de casa, então, além de procurar meu Por puro tesão, decidi que o garoto também merecia ganhar algo em troca, e talvez fosse o melhor jeito de me aproximar do Lalo: pelo lado sentimental, não pelo instintivo.
"Vamos ver, Lalo... posso te chamar assim?"
"Claro" ele concordou, brincando com as pulseiras de tecido nos pulsos, tinha pelo menos cinco em cada mão.
"Vamos ver, Lalo, mesmo que sua mãe seja um pouco superprotetora, ela tá deixando você viver essa nova fase da sua vida te dando mais liberdade do que muitos garotos que já vi tiveram. E não se engana, não vou sair correndo pra contar tudo que vejo você fazer ou falar, você é um adulto responsável agora e pode fazer o que quiser, desde que não seja ilegal ou não seja aqui nesse recinto... Ou, no pior dos casos, desde que eu não descubra" sussurrei com cumplicidade, embora soubesse que com as câmeras instaladas, pouco aconteceria sem eu saber, mas isso fez o Lalo sorrir pra mim pela primeira vez e se soltar um pouco.
Enquanto ajudava ele a organizar o apartamento do jeito que ele queria e instruía sobre a distribuição dos móveis, puxei conversa, e assim descobri que ele não tinha namorada, mas tinha tido umas duas no colégio, nada sério. Ele, claro, ficou sabendo que eu era solteira e que, mesmo sendo proibido pros alunos, eu tinha um pequeno estoque de maconha no anexo, que eu só usava em ocasiões especiais. Ele me disse que nunca tinha experimentado drogas, que não "bebia" há mais de dois anos, desde que o futebol tinha sido o centro da vida dele, que saía pouco à noite porque a mãe insistia que os estudos e o desempenho eram mais importantes, e não deixava ele sair de casa. Enfim, Lalo era um garoto muito gostoso, muito fofo e respeitoso, que sofria os efeitos de uma mãe superprotetora.
"Bom" falei, sentando na mesa de jantar de novo, só que a noite de sábado já tava caindo e o chão tava coberto de plástico bolha, jornais e caixas, mas o apartamento tava quase pronto, "sua mãe já não tá mais aqui, então que se você quiser experimentar essas coisas..."
"Ah, não. Não, não" ele sorriu, sempre cauteloso, os caninos tão perfeitos e brancos quanto o resto da reputação dele, "a gente faz antidoping duas vezes por mês. É exigência do time".
"Que saco! Então, quem sabe nas férias" completei, piscando um olho. Peguei o martelo. "Alguma coisa que você queira pregar?" perguntei, e ele concordou. Foi até a bagagem e tirou um retângulo embrulhado em jornal, rasgou o papel e me mostrou uma pintura abstrata com respingos e, sobre um fundo azul índigo, umas bolhas vermelhas com brilhos brancos estavam em primeiro plano, e a intensidade e combinação das cores davam a impressão de que estavam flutuando. "Nossa! Isso é foda".
"Valeu, foi meu melhor amigo quem fez pra mim antes da gente se separar. Ele tá em outra universidade, estudando artes" explicou, orgulhoso.
Peguei o martelo e fui pro quarto, o espaço na parede perto da porta de saída era o lugar perfeito pra colocar e permitiria que ele contemplasse a obra, então me inclinei enquanto ele se sentava na cama, dando a ele uma vista completa das minhas pernas e da minha bunda, abri um pouco as pernas pra ficar mais gostosa e comecei a pregar, demorando um pouco mais do que o necessário. Quando me virei pra pedir a pintura, ele estava de boca aberta, com uma boa barraca no shorts, que tentou disfarçar cobrindo com o cotovelo quando tirei a pintura das mãos dele, mas o tamanho do volume me deixou curiosa e com tesão; a maioria dos caras da idade e do porte físico dele ainda não tem o tamanho que um homem maduro teria, mas ele... Não esperava por isso, e a curiosidade disparou em mim. Ia pular nele ali mesmo e estuprar ele, mas queria que ele se entregasse por vontade própria, que me deixasse brincar com ele do meu jeito e usar ele quando eu quisesse, então naquela tarde só pendurei o quadro, prometi que ele podia confiar em mim como amiga e dei um beijo na bochecha dele, me inclinando e apoiando as mãos no peito dele, minha O abdômen dele roçou a ereção quando fez isso, e ele ficou ainda mais nervoso.
Corri pro anexo e subi as escadas pro quarto, abri o computador e liguei as câmeras. Lalo levantou o lixo do chão, dobrou as caixas e sentou na sala de jantar, esfregando a cabeça com as mãos como se estivesse preocupado. Ele se despiu e entrou no banheiro. Troquei de câmera e vi ele...! O moleque era bem dotado! Entrou no chuveiro com o pau bem duro e pegou o sabonete líquido do suporte onde a gente tinha deixado, com as mãos compridas agarrou o mastro e puxou a pele do prepúcio pra começar a bater uma rapidinho com o jato de água caindo na nuca.
O magrinho tava uma delícia, queria comer ele. Tirei o short que já tava uma poça e enfiei dois dedos, batendo uma no ritmo da mão dele. Lalo ia rápido como se tivesse desesperado, em menos de dois minutos percebi que ele tava gozando porque se agitou e se apoiou completamente nos azulejos da parede, aí vi os jatos de porra escorrendo em alto contraste com o azul claro dos azulejos do banheiro. Quis poder entrar e lamber a porra da parede e chupar aquele pau grosso e cheio de veias do meu guri, mas tive que me contentar em enfiar três dedos e gozar pensando nele.
Isso foi só o começo daquela noite, porque depois do banho Lalo tava duro de novo como um mastro e se deitou na cama com o notebook aberto de lado e os fones nos ouvidos. Dessa vez ele ficou confortável com uns lenços de papel do lado e um óleo, e começou a bater uma devagar no ritmo de algum pornô e eu... Eu também aproveitei, pegando meu consolo e batendo uma no ritmo dele, vendo ele se contorcer e puxar aquele pau com as duas mãos, e mesmo assim não conseguia cobrir ele inteiro porque a ponta roxa e inchada aparecia. Lalito, Lalito, Lalito...
Ele começou as aulas e aos poucos aprendi as rotinas de estudo e de punheta dele, claro, sabia que os pornôs que ele gostava eram de rabudas e peitudas, como quase qualquer adolescente conseguia gozar até três vezes por sessão, e nas noites antes dos jogos de futebol era quando ele mais se alongava, tentando desestressar. Instalei áudio também nas câmeras depois da primeira noite, para ouvi-lo gemer e gozar. A voz de garoto tímido dele se transformava num puta macho, mesmo que ele mal sussurrasse, com medo de ser ouvido nos outros apartamentos, mas eu, mais que ninguém, sabia que o som não viajava.
Ele tentava se livrar da mãe chata que vinha toda semana nos primeiros três meses, até que passou a ser a cada duas semanas graças aos meus relatórios contínuos. Contei pro Lalo o que eu fazia, e ele me agradeceu uma noite em que dividimos uma pizza no apartamento dele. Eu tinha levado uma garrafa de vinho e, claro, uma saia jeans curta com uma tanga preta por baixo, umas sandálias de enfiar o pé, e a parte de cima sem sutiã, só com uma camisa larga que, quando eu me inclinava demais, mostrava meus peitos à vontade. Lalo me confessou que tinha uma garota de quem gostava, mas que achava que ela nunca repararia nele. Então eu me agarrei nisso pra tentar sexo.
"Besteira, por que você diz isso?" perguntei, servindo mais vinho nas canecas dos dois — ele não tinha taças.
"Porque ela é incrível, linda, inteligente e engraçada. Eu sou só um moleque." Havia muita tristeza na voz dele, mas também uma serenidade bem adulta, de quem se resigna a não ter algo. "Mas não me incomoda, sabe? Acho que ter a amizade dela já basta."
"Qual é, campeão! Você consegue conquistar ela. Já tentou chegar perto e ver se ela se sente bem com você? Quer dizer, sabe, se ela gosta de estar por perto?"
"Acho que sim", ele concordou, os olhos azuis agora conseguindo se concentrar mais em mim do que nos meus peitos, mas eu queria mais, queria pelo menos as mãos dele apalpando meus peitos e chupar o pau dele ali mesmo. O vinho estava me deixando mais ousada, e eu devia continuar com cuidado. Se o Lalito estava confiando em mim, não podia perder aquele emprego por causa do tesão. O trabalho teria sua recompensa.
"Então já sabe, se anima e chama ela pra sair."
"Podia estragar a amizade", ele lamentou, mordiscando o lábio, e de novo eu pensei naquela boca e naqueles dentes mordendo meus mamilos. "Não quero deixar ela desconfortável."
"Lalo, quem não arrisca não petisca, hein! Vai fundo!" insisti, me inclinando pra frente na mesa pra pegar no joelho dele. Ele estremeceu, mas eu não tirei a mão, continuei fingindo que tava tudo calmo. "Chama ela pra sair, ou rouba um beijo dela. É melhor pedir perdão do que permissão, além disso, tenho certeza que você beija bem."
"Como você pode saber?" ele perguntou, levando a taça aos lábios, todo nervoso, com as bochechas vermelhas e a perna debaixo da minha mão tensa.
"Tô errada?"
"N-Não sei..." ele gaguejou.
"Como assim não sabe? Você tem que saber se beija bem ou não", expliquei. "Me diz, você beija bem?" continuei, me inclinando pro lado dele da mesa. A camisa escorregou, mostrando metade dos meus peitos e o começo dos meus mamilos. Os olhos do Lalo estavam perdidos no decote. Baixei a voz, sussurrando quase no rosto dele, já tinha ele quase na minha mão. "Me deixa conferir? Como amigos? Assim eu te falo se essa mina vai cair de vez por você se você roubar um beijo dela, hmm? O que me diz? Me dá um beijo, Lalo?" insisti com a mão na perna dele. Devagar, larguei a taça que segurava com a mão esquerda e passei a mão na bochecha dele. O Lalito tava hipnotizado com minhas tetas, não percebia nada, e quando deixei a camisa cair de vez, mostrando elas todas, soube que já tinha ele. Me inclinei por cima dele e deslizei meus lábios devagar até a boca dele, sentindo como ele parou de resistir e encaixou os lábios macios nos meus num beijo superficial.
Deslizei minha língua dentro da boca dele e ele cedeu, me deixando invadir a garganta dele com minha língua num vai e vem lento e controlado, o vinho... combinado com o gosto da nossa saliva. Deslizei minha mão até a coxa dele e deixei ali, fazendo pressão, sabia que a braguilha dele estava bem perto, mas não queria assustá-lo nem afastá-lo enquanto aproveitava o momento sublime de provar a boca dele pela primeira vez, agora segura de que o garoto faria um bom cunnilingus. Tirei a mão da coxa para arrumar a camisa e lentamente diminuí a intensidade do beijo, até que nossas bocas se encaixaram de novo com apenas um toque. Lalo abriu os olhos, aqueles lindos olhos azuis, enquanto eu me reacomodava na cadeira.
"Você beija bem, Lalo, não precisa ter vergonha de nada", falei com uma calma fingida, bebendo da minha taça pra tentar disfarçar a vontade de dar um boquete nele e enfiar o pau dele na minha buceta de uma vez. Ele estava vermelho que nem um tomate, ainda sem acreditar. "Acho que vou indo, já é tarde. Guarda a garrafa de vinho, coloca a rolha pra não estragar. Boa noite, Lalo", completei beijando a bochecha dele.
Quando cheguei no anexo, tava uma fera, precisava ter alguma coisa dentro da buceta. Quando liguei o computador, vi o Lalo se despir e se deitar de bruços, arrumou os travesseiros e senti uma pontada de tesão no clitóris quando vi ele cavalgar os travesseiros e se esfregar neles que nem um macho carente. Senti uma pena danada de ter deixado ele assim, e quase quase voltei pra ajudar, mas em vez disso me satisfiz com as velocidades do meu vibrador enquanto ouvia ele gemer e falar meu nome baixinho, mordendo os travesseiros e gozando sem remorso neles. O corpo atlético e definido dele ficava esplêndido naquela posição, a bunda branca dele aparecia durinha e firme a cada contração que ele fazia simulando a penetração, as costas se marcavam apesar de ser magro e esguio, era um garoto delicioso e exemplar.
Lalo me evitou por umas duas semanas depois disso, não atendia quando eu batia na porta dele e também via ele meio pra baixo pelas câmeras, as punhetas dele eram mais rápidas e menos apaixonadas, mais desesperadas, como se quisesse só acabar logo com aquilo. Teresa também me ligou perguntando por ele, disse que notou ele estranho no telefone, e eu também fiquei preocupada com ele, então decidi tomar as rédeas da situação de uma vez depois de acalmar a Tere, prometendo que eu ia cuidar disso.
Decidi, numa noite de sábado de dezembro, bater na porta dele. Eu tava usando um suéter branco daqueles de gola alta, tão comprido que parecia um vestido, sem sutiã, como sempre quando visitava meu garoto, e a calcinha que eu usava era de renda e tão pequena que os lábios da buceta escapavam pelos lados. Eu tinha me depilado todinha pra ele, comprado um perfume novo, me maquiei e coloquei cílios postiços pra meus olhos parecerem maiores. Fui descalça até o apartamento dele.
"Lalo, sei que você tá aí, abre a porta, por favor!" chamei. Toquei a campainha de novo, e como vi que ele não respondia na boa, soube que era hora de apelar. "Lalo, sua mãe tá preocupada, se você não falar comigo, ela vai se preocupar e vir, você sabe." A ameaça de ter a mãe dele de novo em cima, feito um urubu, sem deixar ele sair com os amigos, funcionou, e em um minuto ele tava abrindo a porta. Ele só tava de shorts esportivos, torso nu e os óculos de descanso, talvez tivesse estudando.
"Vai me deixar entrar?" Ele se afastou, e eu fui direto pro quarto dele. Sentei na beirada da cama enquanto ele vinha atrás, com as mãos nos bolsos. "O que tá acontecendo com você, Lalo? Tô preocupada com você, achei que a gente era amigo e que você confiava em mim. É por causa do beijo?" Ele ficou vermelho, não, mudou de cor e dessa vez os olhos dele encheram d'água, ele cobriu o rosto com uma mão. Não podia acreditar, o garoto tava chorando. Me senti culpada. Qualé!, não queria fazer ele chorar, e ninguém tinha chorado antes, mas Lalo era tão sensível. Me aproximei dele e ajudei ele a se sentar, deitando ele no meu colo em cima da cama. "Meu amor, o que você tem?"
"D-desculpa" ele gaguejou, se endireitando. e respirando fundo de novo, esfregando o rosto com as palmas das mãos abertas. Ele não podia me ver, não olhava pra mim, então me ajoelhei na cama e me coloquei atrás dele, abraçando o torso dele por trás e apoiando os peitos nas costas dele.
"Não precisa pedir desculpas por nada, tá tudo bem, só pede ajuda se alguma coisa acontecer, ok? Me diz o que te deixou assim, vai. É o estudo? É aquela garota? Ou o beijo?! Você beijou ela?!" deduzi admirada, talvez ele, como meu Rodriguinho, estivesse apaixonado.
"Você realmente não percebe?" ele perguntou, virando o torso de novo, os olhos azuis dele, aquelas joias preciosas finalmente me deram um daqueles olhares ternos. "Tô louco por você, Mariana, cê me atrai... Não, mais que isso: eu te quero, mas sei que sou só um garoto pra você e o beijo... Pra mim foi a coisa mais maravilhosa, a melhor experiência da minha vida, mas você... Você não me quer."
"Lalo, meu amor..." Não conseguia acreditar, meu menino estava ali se declarando pra mim e me oferecendo as angústias dele e a chance de acalmá-las, soube que aquilo era realmente diferente, que podia dar merda se eu não tomasse cuidado. O coração me dizia que eu devia cuidar dele como um irmão mais novo, mas a buceta pulsava por aquele garoto que há muito tempo molhava minha calcinha e dedicava as punhetas dele pra mim. Me inclinei pra beijar as bochechas molhadas de lágrimas dele, ainda ajoelhada na cama macia, depois cheguei nos lábios dele e beijei ele de novo como da primeira vez, primeiro devagar pra acalmar o garanhão e depois com intensidade pra fazer ele correr no meu ritmo, deslizei sobre as pernas dele e sentei de pernas abertas sobre o quadril dele, guiando ele pro colchão devagar até ter ele de costas na cama com as mãos dele na minha cintura. "Meu amor, você também me atrai" murmurei no ouvido dele pra me afastar de novo e dessa vez focar nos olhos azuis preciosos dele, Lalo sorria de novo. "Não quero te ver triste, mas também não quero que você se confunda, então vamos esclarecer isso" continuei sentada sobre o volume dele que já começava a endurecer debaixo da minha buceta. "Eu gosto de você, e quero te foder, mas isso não é um relacionamento, ok? Você disse que queria minha amizade acima de tudo, então você tem isso, isso e minha buceta pra você encher de porra, meu amor, mas o resto... Isso a gente vê depois, combinado?"
"S-Sim" ele assentiu, segurando firme na minha cintura com as mãos. Me afastei e fiz ele sentar de novo na beira da cama, de pé na frente dele levei as mãos na barra do suéter e levantei deixando ele ver pela primeira vez meus peitos e meu corpo quase nu, depois levei as mãos na calcinha e desci até meus tornozelos, peguei ela e me aproximei do meu garoto que, estupefato e de boca aberta me olhava, amassei a calcinha num punho e coloquei no nariz dele, ele, sem eu precisar falar nada, fechou os olhos e aspirou com devoção, me cheirando.
"Quero que você me coma a buceta, já fez isso?" perguntei me afastando de novo. Lalo negou com o olhar fixo na minha buceta raspada. Subi na cama e fui de quatro até a cabeceira, segura de que era o ângulo perfeito pra tudo ficar gravado na câmera, abri as pernas e minha buceta estava babada e brilhante, Lalo se deitou de bruços e aproximou o rosto das minhas pernas, por instinto talvez ou porque viu muito pornô, começou devagar a subir com beijos pelas minhas panturrilhas, lambeu e mordeu a parte interna das minhas coxas e chegou até minha buceta escorrendo de tesão, cheirou ela de olhos fechados. "Você gosta?"
"Tem um cheiro delicioso" ele disse antes de esticar a língua e... Meu Deus!, o garoto era um artista com aquela língua, fazendo um esforço pra lamber cada gota de lubrificação e se concentrar no clitóris com devoção, se dedicou a brincar com minha buceta, beliscando ela com curiosidade, esticando, enfiando um dedinho cauteloso e quando viu que cabia enfiou outro. Tinha mãos divinas e não sei ainda como ele soube nem como fez, mas começou a colocar os dedos num formato de gancho e me fodia com eles enquanto lambia meu clitóris e chupava até me fazer gozar na boca dela e um pequeno jato de umidade escorreu entre os lábios dele, ele se surpreendeu mas não se afastou da tarefa e continuou bebendo apesar dos meus espasmos e de eu dificultar a movimentação dele prendendo-o com as pernas.
"Quero comer teu cu" ele disse, levantando minhas pernas e expondo meu ânus, não me deu tempo de falar porque já estava invadindo meu sagrado bum com a língua, sentia como ele brincava com o períneo com os dedos, quando ficou mais intenso foi quando me fez abraçar minhas pernas e começou a lamber do ânus até meu púbis com rapidez, não sei o que queria alcançar, não sei se tinha alguma meta, mas meu menino tinha se transformado e se desinibido da timidez para explorar meu corpo com a mesma tenacidade de um conquistador num novo continente.
"Vem, chupa minhas tetas, love, termina de te criar" falei, recebendo-o num abraço com meus peitos, ele se acomodou de lado e finalmente tive à minha mercê sua yummy cock adolescente. Tirei ela da bermuda enquanto ele se virava com as duas mãos nas minhas tetas e puxava os bicos, estava como uma barra dura e quente, pessoalmente era ainda mais impressionante que no vídeo, as veias se destacavam com descaro e o líquido pré-ejaculatório já a cobria, comecei a fazer uma punheta enquanto ele mordia minhas tetas e as sacudia, afundava o rosto nelas e as lambia com devoção, estava emocionado, como um menino com brinquedo novo. "Você gostaria que eu te fizesse um boquete, meu menino?"
"Sim, por favor" respondeu com um dos meus bicos entre os dentes, como se eu tivesse perguntado se ele queria mais comida.
Deitei ele no meu lugar entre os travesseiros e me coloquei entre as pernas dele, peguei a cock com as duas mãos e coloquei na frente do meu rosto pra ele ver a comparação, e é que cobria quase todo o meu rosto! Mantive meu olhar fixo nos seus lindos olhos azuis enquanto levava a glande à minha boca e chupava e cuspia, batendo punheta no resto do falo com as mãos.
"Já tinham te feito um boquete antes? Amor?" perguntei bem antes de enfiar o pau dele na boca e sentir a textura da pele e as veias deslizando pelos meus lábios e pelas paredes da minha boca, igual um consolo gostoso de carne e osso me estimulando. Lalo gemeu uma afirmação e as mãos dele foram até a minha nuca, me forçando a deixar metade do pau dele dentro da minha boca e continuar descendo, até quase chegar na base, mas era grande demais e grosso pra caber tudo na boca, mas ele tava adorando e gemia meu nome, mexia os quadris e comia minha boca de um jeito tão delicioso que me fez desejar o gozo dele na minha boca. "Me dá o leite, meu menino, me dá seu leite" pedi, sacudindo o pau dele e me deixando comer de novo por ele. Como eu esperava, aquela voz tímida virou um ronco gutural quase de caverna, proclamando a masculinidade dele de uma vez por todas. "Isso, isso, toma meu leite, puta" gemeu com as estocadas e os gemidos de lobo, se tensando dentro de mim e derramando rios de porra quente na minha boca, fiz força pra engolir tudo quando consegui, mas ele tava carregado e continuava soltando jatos de leite que transbordaram das minhas bochechas, mas eu juntei com os dedos e levei pros meus peitos e lábios, engolindo o resto. Continuei lambendo o falo dele enquanto ele recuperava o juízo, mas a dureza do pau dele não diminuía. Bendita juventude! "Você tem camisinha por aqui, meu menino?" perguntei brincando com meus mamilos cheios de porra, ele assentiu, se inclinou pro criado-mudo e tirou um pacote de camisinhas, peguei uma e abri, coloquei no pau dele e deslizei pra baixo. "Pronto, minha vida?" Lalo assentiu e, como um espectador, só viu minha buceta deslizar o pau dele pra dentro devagar, se perdendo aos poucos, pior que no meio do caminho tive que parar e esperar me acostumar com ele, descendo um pouco mais até que ele tomou o controle e com as mãos na minha cintura enfiou com força até o fundo, tocando minhas paredes. Gritei, ou gemi, não sei, mas tava cheia e meu menino virou homem. Ele tomou para si o que eu achava que seria meu momento de liderança e começou a me foder como um Ferrari, sem me dar trégua.
Em um momento, eu estava de bruços e sentia o pau dele ainda dentro de mim, as bolas pesadas batendo na minha buceta, e eu me sentia ficando cada vez mais molhada. Não sei se o Lalo fazia isso de propósito ou se era natural pra ele transar com brutalidade e força, mas o pau dele se encaixava nos lugares certos, e as mãos dele nos meus peitos e na minha bunda me faziam sentir completamente envolvida, como parte de um todo. No meu ouvido, eu ouvia os gemidos bestiais dele, como um motor em perfeito estado, gemendo meu nome junto com a palavra favorita dele: "slut". "Você é minha slut, Mariana", "engole meu pau todo, sua slut", "vou encher sua buceta com meu leite, vou te engravidar porque você é uma slut e fácil". Senti que estava me desprendendo do meu corpo, parei de sentir o que acontecia ao meu redor e comecei a ver luzes coloridas no céu do teto. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas quando voltei a mim, ainda estava de bruços, mas me sentia vazia e exausta, com a bunda empinada, só isso. Foi o orgasmo mais incrível que já tive na vida, tanto que perdi a consciência, e o Lalo... Procurei ele com o olhar e o vi voltando do banheiro sem camisinha. Tinha uma poça debaixo da minha buceta, e ele pareceu não se importar. Ele se deitou ao meu lado na cama e me beijou com a mesma ternura de sempre, os olhinhos azuis dele me olhavam de novo com a timidez da idade dele. Eu soube que aquilo não seria como sempre, que com o Lalo as coisas seriam diferentes. Ele seria meu e só meu, meu menino.
Fim
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