Recomendo ler as partes anteriores pra saber como nosso protagonista chegou até aqui e como encontrou a Lúcia, sua dona. É um relato mais calmo, um primeiro contato na relação deles, uns testes pra ver até onde vai nosso submisso. Aos poucos, as coisas vão ficando mais profundas e excitantes.
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Acordei cedo porque não conseguia dormir direito, saí no corredor e fui pra cozinha. Preparei café, peguei o maço de cigarro e fui pra varanda. Tive que voltar pra pegar uma jaqueta, porque era cedo e o frio tava pegando.
Tava feliz, minha vida ia bem no trabalho, tinha meu apê, meu carro e não podia pedir muito mais, ainda mais nos tempos que tavam rolando. Além disso, tinha vivido umas experiências muito boas com a X e com minhas Donas, que agora era só a Lúcia.
Parece que a Carmen tava satisfeita com o novo cargo e se acostumou rápido a viver na nova cidade.
Eu e a Lúcia continuamos como antes, só que agora a relação tava cada vez mais próxima. Todo dia de manhã recebia minhas primeiras tarefas dela. Hoje, como acordei cedo, ainda não tinha chegado a mensagem, mas a primeira já tinha feito. Assim que levantei, mandei uma foto pelado, só de calcinha que usei pra dormir, escolhida por ela, claro.
Tomando meu café, o dia já tava clareando, tinha mais movimento de gente indo trabalhar, fazer compras, levar os filhos na escola e, no geral, começando o novo dia.
Peguei o celular e ele vibrou na minha mão.
A: Oi porquinho, como você dormiu? Pra hoje tenho uns planos que com certeza você vai gostar, mas só vai fazer depois do almoço. De manhã tem outras tarefas que vou deixando conforme você for fazendo. Primeiro, toma um banho, coloca o plug e sua calcinha rosa.
Eu: Tá certo, minha dona, já vou fazer e mando as fotos pra senhora ver. As fotos não podiam faltar, eram provas e, além disso, acho que ela curtia muito me ver naquela posição de submisso.
Fui pro banheiro com a calcinha e o plug e liguei o chuveiro. Lavei o corpo inteiro centímetro por centímetro, ensaboando tudo e tirando a gaiola pra me lavar por completo. Meu pau ficou duro na hora, sempre que eu soltava ele reagia. Dava pra ver as veias marcadas, uma gota de líquido pré-ejaculatório prestes a escorrer da ponta e as bolas inchadas de não ter gozado em vários dias. Tava com muita tentação de pegar no meu pau e começar a me masturbar como o porco que eu era, mas não podia. Tomei banho rápido antes de tudo e, com a água fria, coloquei a gaiola de novo.
Quando saí, peguei a toalha e me sequei bem o corpo todo; estando depilado, era bem mais rápido, verdade. Peguei o lubrificante e coloquei um pouco no plug pra enfiar suavemente. Espalhei bem com o dedo e encostei ele no meu cu, devagarinho fui empurrando, fazendo círculos, relaxando pra não entrar brusco e, aos poucos, foi deslizando. A parte do meio me deixou aberto uns segundos até que entrou de vez e a base ficou pra fora. Era um brilhantinho. Depois disso, coloquei minha calcinha rosa e tirei duas fotos pra minha Dona. Uma de frente com a calcinha e outra de costas, mostrando o plug enfiado.
D: Muito bem porquinho, primeira parte concluída. Agora, pra esquentar o dia de hoje, você vai no TodoACem, vai colocar seus prendedores com pesos nos mamilos antes de sair e seguir minhas instruções à risca, com foto de cada coisa. Quando chegar, vai entrar na seção de lingerie e procurar um conjunto, o mais puta que tiver, com parte de cima e de baixo. Pega ele e leva pela loja. O próximo passo é ficar 10 minutos em outro corredor, depois desses 10 minutos, procura as velas e fica mais 10 minutos naquele corredor escolhendo umas velas. Você tem que me informar do que tá fazendo e eu vou te dando as ordens. Pautas, aliás, o plug médio é pra ficar em casa, antes de sair você pega o plug que vibra, coloca e bota no aleatório, vai vibrando do jeito que der e deixa o controle em casa. Maturei contando, porco.
Comecei a me preparar, tirei o plug sem dificuldade e peguei o vibrador, era mais ou menos do mesmo tamanho, mas vibrava e muito se ligasse no forte, além disso, se alguém chegasse perto, ouviria a vibração. O plug entrou sem problema, liguei, coloquei no modo aleatório e deixei o controle no quarto. Peguei as pinças com os pesos e coloquei nos meus mamilos, eram grandes, mas com o moletom não dava pra notar, e os pesos faziam os mamilos esticarem bem pra baixo. Com o celular na mão, tirei uma foto dos meus mamilos apertados pelas pinças e outra da minha bunda com o plug vibrador. Mandei pra minha Ama e fui rumo ao TodoACem.
Andando na rua, comecei tranquilo, só conseguia pensar nas pinças, que iam balançando, penduradas e roçando na minha pele com os pesos, tava ficando com tesão com a sensação, e ainda ter o plug vibrando dentro de mim dava mais gosto e mais putaria pra toda a situação. Tava perto de casa, então não demorei pra ver, fui me aproximando enquanto o plug mudava a vibração do jeito que queria, se ligava na vibração forte, me fazia molhar e, além disso, dava pra ouvir bem como fazia.
Entrei pela porta, cumprimentei a atendente e vi no fundo um sutiã num canto, achei que fosse ali, então fui andando até aquele corredor. Comecei a olhar tudo que tinha, a maioria era calcinha, bem normal, nada como o que minha Ama tinha pedido. Fui olhando por trás, nas prateleiras, nas caixas, tava tudo meio bagunçado. Até que vi um conjunto rosa, tipo renda, era uma fio dental bem fina e uma parte de cima igualmente fina que só cobria os mamilos e olhe lá.
Olhei um pouco mais por cima, mas não tinha mais nada desse estilo, então peguei e mandei uma foto pra minha Ama.
A: Muito Porco bonito, vai ficar bem em você. Agora continua.
Saí do corredor com o conjunto na mão e comecei a dar uma volta, cheguei na seção de ferramentas e materiais de construção e decidi passar os próximos 10 minutos ali. Olhei a hora, tirei uma foto do corredor e mandei pra minha Dona também, pra ela seguir meus passos.
Fingia que tava olhando brocas, chaves de fenda, braçadeiras, cordas, tudo que tinha por ali pra não chamar muita atenção, olhava a hora de vez em quando e meus mamilos já tavam começando a doer, o atrito com a roupa e o peso não eram bons aliados, tavam começando a arder mas eu queria aguentar. Depois dos 10 minutos fui procurar a seção das velas mas não tava vendo, talvez fosse o nervosismo, a loja tava vazia mas eu não parava de ouvir a vibração.
Me aproximei da atendente e perguntei onde ficavam, ela me indicou o corredor e agradeci. Será que ela também tinha ouvido a vibração?
Cheguei no corredor e vi as velas, tinha um monte, com cheiro, sem cheiro, grandes, largas, finas, pequenas... Então procurei as mais normais, umas velas compridas, brancas sem cheiro. Mandei uma foto pra minha Dona pra ela ver enquanto eu fingia que continuava olhando até completar os 10 minutos.
D: Muito bem porquinho, agora chega perto da atendente e pergunta se essas velas queimam quando a cera cai na pele.
Fiquei travado, nunca tinha feito isso. A atendente era asiática e não entendia muito, era a única coisa que me animava. Mas se eu queria continuar com isso e não levar um castigo, tinha que fazer. Peguei as velas e me aproximei dela: - Com licença, essas velas queimam quando caem na pele? O plug vibrava e meus mamilos ardiam, não sei se dava pra perceber meu nervosismo ou se a vibração tava muito alta, mas eu tava muito nervoso.
A senhora me olhou com cara de "situação" e não disse muito além de que fogo queima, claro.
Fiquei vermelho e enquanto continuava disfarçando pelo corredor, contei pra minha Dona, a Quem curtiu foi eu, imaginei ela rindo do porquinho dela. Mandei outra mensagem porque meus mamilos já tavam doendo pra caralho, sentia cada movimento, o roçar da roupa, como eles balançavam de um lado pro outro, como beliscavam meus bicos sem parar.
A: Calma, porquinho, que você aguenta.
Isso me fez aguentar na marra, mas já queria vazar dali, tava vermelho e ainda tinha que pagar.
A: Anda, vai pro caixa agora, paga e volta pra casa. Quando entrar, tira toda a roupa, sem tirar mais nada, e me avisa.
Cheguei na caixa e deixei as velas e o conjunto rosa no balcão. Ela passou no leitor e colocou na sacola. Eu só conseguia olhar pra mesa, pensando em como meu plug vibrava no cu e o tesão que tava me dando, tava com o cu bem aberto.
Tava nervoso pra saber o que ela ia pensar quando pegasse o conjunto, mas tudo passou mais rápido do que eu imaginava.
Quando saí da loja, fui andando pra casa, queria meter a mão e tirar os prendedores, mas não podia, tinha que aguentar até chegar em casa de qualquer jeito. Tentei não pensar nisso e acendi um cigarro, assim disfarçava um pouco meu jeito de andar, entre o plug e os pesos, com certeza não tava andando normal.
Apaguei o cigarro com o pé e entrei no prédio, não sei o que doía mais, andar ou subir as escadas com os prendedores balançando. Meus mamilos já tavam completamente achatados.
Entrei em casa e, assim que fechei a porta, tirei toda a roupa, fiquei só com o plug, os prendedores e a gaiola, que eu nunca tirava a menos que ela mandasse. Mandei a foto e esperei resposta.
A: Vai, porquinho, solta os prendedores dos mamilos, você mereceu, e agora veste teu conjunto novo pra eu ver como fica. As velas deixa de lado, por enquanto não vamos precisar delas.
Vesti a roupa, a parte de baixo entrou de boa, o fio dental se enfiou entre minhas nádegas e a parte da frente guardou meu pau sem problema porque tava de gaiola. A parte de cima foi um pouco difícil de vestir, mas era elástica, então se ajustou. Beleza. Me coloquei na frente do espelho e tirei a foto pra minha Dona, enquanto olhava como aquilo ficava em mim. Com certeza esperava que ninguém me visse naquele dia.
D: Porquinho lindo, ficou muito bem em você. E ainda vai sair pra exibir depois — Me dava medo —.
Agora você vai ficar assim até comer e depois me avisa pra eu te dar novas instruções, vamos ver como você se comporta.
Fui pegar uma cerveja na geladeira e fumei outro cigarro enquanto bebia. Só conseguia pensar no que minha Dona teria planejado pra mim aquela tarde. Aquelas duas horas passaram tranquilas. Fiz minha comida, não comi muito por causa do nervosismo. Mas tava feliz de poder fazer isso com minha Dona, era um jeito de explorar meus fetiches com alguém que sabia como fazer.
Percebi que a calcinha tava molhada, me excitava ficar assim humilhado naquela roupa.
Depois de comer, escrevi pra minha Dona esperando instruções. Demorou um pouco pra responder, então sentei um tempo pra ler uns contos.
O celular vibrou e peguei ele num pulo. Era ela, ainda bem.
D: Beleza, vamos preparar essa tarde, vai ser leve mas com certeza vamos nos divertir. Você tem que vestir uma calça, sapatos e um moletom. Sem camiseta nem meias. Vai levar os grampos e uma corda, tipo um cadarço, algo fino. Você tem que escolher um lugar onde possa estacionar, que passe gente de vez em quando, você vai ter que sair do carro então escolhe bem. Quando chegar me avisa e manda foto pra eu ver o lugar. Ah, e leva as chaves reserva do carro.
Tentei não pensar muito nas chaves, não queria ficar nervoso.
Meio na dúvida de onde ir, consegui me decidir quando já tava a caminho no carro. Era uma rua rodeada de campo, dava pra estacionar dos lados e não passava muita gente. De vez em quando via alguém passando fazendo exercício ou algum carro vindo do rio. Mas não tinha muito movimento. Por sorte não demorava muito pra chegar, estacionei e mandei uma foto pra minha Dona.
D: Perfeito porco, agora você vai Procurar um lugar pra deixar as chaves, tem que ficar uns 200 metros da van. Você deixa as chaves, tira foto, volta e estaciona de novo.
Já nervoso, mas com muita excitação, comecei a andar pelo caminho até ver um poste de um lado. Era perfeito pra lembrar onde estavam, porque o resto era tudo muito parecido. Deixei as chaves atrás e tirei uma foto delas já no chão.
Em seguida, voltei pra onde tinha estacionado e deixei o carro do mesmo jeito, mandando foto também.
A: Beleza, porquinho, então agora você se despe, fica só com os tênis e o conjunto. Nada mais, o resto você guarda. E já que você gosta tanto de fumar, antes de ir pegar as chaves, fuma um cigarro assim no carro. Quando sair do carro, deixa a janela aberta uns dois dedos pra poder fechar e jogar as chaves dentro. Quero fotos de você fumando dentro, das chaves assim que fechar, de você pegando as chaves no poste, outra foto na volta e mais uma quando for abrir o carro.
Li a mensagem umas três vezes pra não errar e fui fazendo tudo passo a passo. Acendi o cigarro, que até me ajudou a relaxar um pouco, e mandei a foto.
Enquanto isso, deixei a janela já aberta pra sair a fumaça e pra depois jogar as chaves. Desliguei o carro e terminei o cigarro.
Saí do carro sentindo o ar no corpo todo, aquilo me deixava com tesão, estar assim exposto na rua com um conjunto de lingerie, meu pau numa jaula e o cu cheio pelo plug.
Fechei com o controle e joguei pela janela, tirei as chaves que caíram no banco e comecei a andar em direção ao poste pela rua. A sensação de deixar as chaves dentro com o carro trancado é algo que não consigo descrever direito, é uma mistura de tesão, excitação, nervosismo, sei lá, é algo que tem que viver pra saber como é.
Eu ia nervoso e com tesão ao mesmo tempo, sentia minha jaula molhada. Andava num ritmo normal, mas olhando pra todos os lados pra ver se vinha alguém. Meu pau queria ficar duro. dura por causa da situação, era verdade que eu era um porquinho.
Enquanto andava até o poste, não aconteceu nada estranho, peguei as chaves e tirei uma foto com elas na mão. Continuei agora o caminho até o carro, pensando que no meio do caminho teria que tirar outra foto.
Eu ainda estava nervoso, olhando pra trás e pra frente, da minha jaula pendia um fio de líquido que grudava na minha perna. Tava muito quente.
Parei pra tirar a foto, tive que repetir porque saiu tremida, e continuei andando. Foi nesse momento que vi um reflexo e, ao olhar pra trás, vi um carro vindo de longe com os faróis acesos. Fiquei meio assustado e acelerei o passo até chegar no meu. Com o nervosismo, tive dificuldade pra abrir a porta e não esqueci a foto. Tirei ela rápido com a porta aberta pra me esconder um pouco e entrei correndo.
Quando fechei a porta, o carro passou bem do meu lado. Não sei se me viram ou não, eu não quis olhar. Mas aquilo me deixou ainda mais excitado, eu adorava estar nessas situações e tudo graças à minha Dona.
Assim que entrei no carro, recebi uma mensagem dela.
D: Primeiro se veste, que não queremos sustos, e agora me conta direitinho o que aconteceu e o que você sentiu. É um primeiro contato, porquinho, aos poucos vamos aumentando.
Depois que coloquei o moletom e a calça, me relaxei no banco e comecei a escrever tudo, como tinha sentido a experiência e o que aconteceu com o carro.
Depois disso, minha Dona me mandou um presentinho, uma foto dos peitos dela. E eu queria me tocar de qualquer jeito, queria gozar, me masturbar pensando nela, mas não podia, não tinha a permissão dela. Eu tinha que esperar ela me dar o sinal verde pra fazer isso, mas não seria naquele dia.
Depois que ela leu minha experiência, me mandou pra casa. Hoje não teria mais aventuras, ela queria ir testando aos poucos pra ir aumentando cada vez mais.
Quando cheguei em casa, as instruções foram simples: tira o plug, mas fica com o conjunto, você vai dormir com ele e é a única coisa que pode vestir em casa.
Poucas vezes Estive com tanta vontade de me tocar, e com minhas bolas tão cheias como naquele dia. E assim continuariam, quem sabe até quando.
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Acordei cedo porque não conseguia dormir direito, saí no corredor e fui pra cozinha. Preparei café, peguei o maço de cigarro e fui pra varanda. Tive que voltar pra pegar uma jaqueta, porque era cedo e o frio tava pegando.
Tava feliz, minha vida ia bem no trabalho, tinha meu apê, meu carro e não podia pedir muito mais, ainda mais nos tempos que tavam rolando. Além disso, tinha vivido umas experiências muito boas com a X e com minhas Donas, que agora era só a Lúcia.
Parece que a Carmen tava satisfeita com o novo cargo e se acostumou rápido a viver na nova cidade.
Eu e a Lúcia continuamos como antes, só que agora a relação tava cada vez mais próxima. Todo dia de manhã recebia minhas primeiras tarefas dela. Hoje, como acordei cedo, ainda não tinha chegado a mensagem, mas a primeira já tinha feito. Assim que levantei, mandei uma foto pelado, só de calcinha que usei pra dormir, escolhida por ela, claro.
Tomando meu café, o dia já tava clareando, tinha mais movimento de gente indo trabalhar, fazer compras, levar os filhos na escola e, no geral, começando o novo dia.
Peguei o celular e ele vibrou na minha mão.
A: Oi porquinho, como você dormiu? Pra hoje tenho uns planos que com certeza você vai gostar, mas só vai fazer depois do almoço. De manhã tem outras tarefas que vou deixando conforme você for fazendo. Primeiro, toma um banho, coloca o plug e sua calcinha rosa.
Eu: Tá certo, minha dona, já vou fazer e mando as fotos pra senhora ver. As fotos não podiam faltar, eram provas e, além disso, acho que ela curtia muito me ver naquela posição de submisso.
Fui pro banheiro com a calcinha e o plug e liguei o chuveiro. Lavei o corpo inteiro centímetro por centímetro, ensaboando tudo e tirando a gaiola pra me lavar por completo. Meu pau ficou duro na hora, sempre que eu soltava ele reagia. Dava pra ver as veias marcadas, uma gota de líquido pré-ejaculatório prestes a escorrer da ponta e as bolas inchadas de não ter gozado em vários dias. Tava com muita tentação de pegar no meu pau e começar a me masturbar como o porco que eu era, mas não podia. Tomei banho rápido antes de tudo e, com a água fria, coloquei a gaiola de novo.
Quando saí, peguei a toalha e me sequei bem o corpo todo; estando depilado, era bem mais rápido, verdade. Peguei o lubrificante e coloquei um pouco no plug pra enfiar suavemente. Espalhei bem com o dedo e encostei ele no meu cu, devagarinho fui empurrando, fazendo círculos, relaxando pra não entrar brusco e, aos poucos, foi deslizando. A parte do meio me deixou aberto uns segundos até que entrou de vez e a base ficou pra fora. Era um brilhantinho. Depois disso, coloquei minha calcinha rosa e tirei duas fotos pra minha Dona. Uma de frente com a calcinha e outra de costas, mostrando o plug enfiado.
D: Muito bem porquinho, primeira parte concluída. Agora, pra esquentar o dia de hoje, você vai no TodoACem, vai colocar seus prendedores com pesos nos mamilos antes de sair e seguir minhas instruções à risca, com foto de cada coisa. Quando chegar, vai entrar na seção de lingerie e procurar um conjunto, o mais puta que tiver, com parte de cima e de baixo. Pega ele e leva pela loja. O próximo passo é ficar 10 minutos em outro corredor, depois desses 10 minutos, procura as velas e fica mais 10 minutos naquele corredor escolhendo umas velas. Você tem que me informar do que tá fazendo e eu vou te dando as ordens. Pautas, aliás, o plug médio é pra ficar em casa, antes de sair você pega o plug que vibra, coloca e bota no aleatório, vai vibrando do jeito que der e deixa o controle em casa. Maturei contando, porco.
Comecei a me preparar, tirei o plug sem dificuldade e peguei o vibrador, era mais ou menos do mesmo tamanho, mas vibrava e muito se ligasse no forte, além disso, se alguém chegasse perto, ouviria a vibração. O plug entrou sem problema, liguei, coloquei no modo aleatório e deixei o controle no quarto. Peguei as pinças com os pesos e coloquei nos meus mamilos, eram grandes, mas com o moletom não dava pra notar, e os pesos faziam os mamilos esticarem bem pra baixo. Com o celular na mão, tirei uma foto dos meus mamilos apertados pelas pinças e outra da minha bunda com o plug vibrador. Mandei pra minha Ama e fui rumo ao TodoACem.
Andando na rua, comecei tranquilo, só conseguia pensar nas pinças, que iam balançando, penduradas e roçando na minha pele com os pesos, tava ficando com tesão com a sensação, e ainda ter o plug vibrando dentro de mim dava mais gosto e mais putaria pra toda a situação. Tava perto de casa, então não demorei pra ver, fui me aproximando enquanto o plug mudava a vibração do jeito que queria, se ligava na vibração forte, me fazia molhar e, além disso, dava pra ouvir bem como fazia.
Entrei pela porta, cumprimentei a atendente e vi no fundo um sutiã num canto, achei que fosse ali, então fui andando até aquele corredor. Comecei a olhar tudo que tinha, a maioria era calcinha, bem normal, nada como o que minha Ama tinha pedido. Fui olhando por trás, nas prateleiras, nas caixas, tava tudo meio bagunçado. Até que vi um conjunto rosa, tipo renda, era uma fio dental bem fina e uma parte de cima igualmente fina que só cobria os mamilos e olhe lá.
Olhei um pouco mais por cima, mas não tinha mais nada desse estilo, então peguei e mandei uma foto pra minha Ama.
A: Muito Porco bonito, vai ficar bem em você. Agora continua.
Saí do corredor com o conjunto na mão e comecei a dar uma volta, cheguei na seção de ferramentas e materiais de construção e decidi passar os próximos 10 minutos ali. Olhei a hora, tirei uma foto do corredor e mandei pra minha Dona também, pra ela seguir meus passos.
Fingia que tava olhando brocas, chaves de fenda, braçadeiras, cordas, tudo que tinha por ali pra não chamar muita atenção, olhava a hora de vez em quando e meus mamilos já tavam começando a doer, o atrito com a roupa e o peso não eram bons aliados, tavam começando a arder mas eu queria aguentar. Depois dos 10 minutos fui procurar a seção das velas mas não tava vendo, talvez fosse o nervosismo, a loja tava vazia mas eu não parava de ouvir a vibração.
Me aproximei da atendente e perguntei onde ficavam, ela me indicou o corredor e agradeci. Será que ela também tinha ouvido a vibração?
Cheguei no corredor e vi as velas, tinha um monte, com cheiro, sem cheiro, grandes, largas, finas, pequenas... Então procurei as mais normais, umas velas compridas, brancas sem cheiro. Mandei uma foto pra minha Dona pra ela ver enquanto eu fingia que continuava olhando até completar os 10 minutos.
D: Muito bem porquinho, agora chega perto da atendente e pergunta se essas velas queimam quando a cera cai na pele.
Fiquei travado, nunca tinha feito isso. A atendente era asiática e não entendia muito, era a única coisa que me animava. Mas se eu queria continuar com isso e não levar um castigo, tinha que fazer. Peguei as velas e me aproximei dela: - Com licença, essas velas queimam quando caem na pele? O plug vibrava e meus mamilos ardiam, não sei se dava pra perceber meu nervosismo ou se a vibração tava muito alta, mas eu tava muito nervoso.
A senhora me olhou com cara de "situação" e não disse muito além de que fogo queima, claro.
Fiquei vermelho e enquanto continuava disfarçando pelo corredor, contei pra minha Dona, a Quem curtiu foi eu, imaginei ela rindo do porquinho dela. Mandei outra mensagem porque meus mamilos já tavam doendo pra caralho, sentia cada movimento, o roçar da roupa, como eles balançavam de um lado pro outro, como beliscavam meus bicos sem parar.
A: Calma, porquinho, que você aguenta.
Isso me fez aguentar na marra, mas já queria vazar dali, tava vermelho e ainda tinha que pagar.
A: Anda, vai pro caixa agora, paga e volta pra casa. Quando entrar, tira toda a roupa, sem tirar mais nada, e me avisa.
Cheguei na caixa e deixei as velas e o conjunto rosa no balcão. Ela passou no leitor e colocou na sacola. Eu só conseguia olhar pra mesa, pensando em como meu plug vibrava no cu e o tesão que tava me dando, tava com o cu bem aberto.
Tava nervoso pra saber o que ela ia pensar quando pegasse o conjunto, mas tudo passou mais rápido do que eu imaginava.
Quando saí da loja, fui andando pra casa, queria meter a mão e tirar os prendedores, mas não podia, tinha que aguentar até chegar em casa de qualquer jeito. Tentei não pensar nisso e acendi um cigarro, assim disfarçava um pouco meu jeito de andar, entre o plug e os pesos, com certeza não tava andando normal.
Apaguei o cigarro com o pé e entrei no prédio, não sei o que doía mais, andar ou subir as escadas com os prendedores balançando. Meus mamilos já tavam completamente achatados.
Entrei em casa e, assim que fechei a porta, tirei toda a roupa, fiquei só com o plug, os prendedores e a gaiola, que eu nunca tirava a menos que ela mandasse. Mandei a foto e esperei resposta.
A: Vai, porquinho, solta os prendedores dos mamilos, você mereceu, e agora veste teu conjunto novo pra eu ver como fica. As velas deixa de lado, por enquanto não vamos precisar delas.
Vesti a roupa, a parte de baixo entrou de boa, o fio dental se enfiou entre minhas nádegas e a parte da frente guardou meu pau sem problema porque tava de gaiola. A parte de cima foi um pouco difícil de vestir, mas era elástica, então se ajustou. Beleza. Me coloquei na frente do espelho e tirei a foto pra minha Dona, enquanto olhava como aquilo ficava em mim. Com certeza esperava que ninguém me visse naquele dia.
D: Porquinho lindo, ficou muito bem em você. E ainda vai sair pra exibir depois — Me dava medo —.
Agora você vai ficar assim até comer e depois me avisa pra eu te dar novas instruções, vamos ver como você se comporta.
Fui pegar uma cerveja na geladeira e fumei outro cigarro enquanto bebia. Só conseguia pensar no que minha Dona teria planejado pra mim aquela tarde. Aquelas duas horas passaram tranquilas. Fiz minha comida, não comi muito por causa do nervosismo. Mas tava feliz de poder fazer isso com minha Dona, era um jeito de explorar meus fetiches com alguém que sabia como fazer.
Percebi que a calcinha tava molhada, me excitava ficar assim humilhado naquela roupa.
Depois de comer, escrevi pra minha Dona esperando instruções. Demorou um pouco pra responder, então sentei um tempo pra ler uns contos.
O celular vibrou e peguei ele num pulo. Era ela, ainda bem.
D: Beleza, vamos preparar essa tarde, vai ser leve mas com certeza vamos nos divertir. Você tem que vestir uma calça, sapatos e um moletom. Sem camiseta nem meias. Vai levar os grampos e uma corda, tipo um cadarço, algo fino. Você tem que escolher um lugar onde possa estacionar, que passe gente de vez em quando, você vai ter que sair do carro então escolhe bem. Quando chegar me avisa e manda foto pra eu ver o lugar. Ah, e leva as chaves reserva do carro.
Tentei não pensar muito nas chaves, não queria ficar nervoso.
Meio na dúvida de onde ir, consegui me decidir quando já tava a caminho no carro. Era uma rua rodeada de campo, dava pra estacionar dos lados e não passava muita gente. De vez em quando via alguém passando fazendo exercício ou algum carro vindo do rio. Mas não tinha muito movimento. Por sorte não demorava muito pra chegar, estacionei e mandei uma foto pra minha Dona.
D: Perfeito porco, agora você vai Procurar um lugar pra deixar as chaves, tem que ficar uns 200 metros da van. Você deixa as chaves, tira foto, volta e estaciona de novo.
Já nervoso, mas com muita excitação, comecei a andar pelo caminho até ver um poste de um lado. Era perfeito pra lembrar onde estavam, porque o resto era tudo muito parecido. Deixei as chaves atrás e tirei uma foto delas já no chão.
Em seguida, voltei pra onde tinha estacionado e deixei o carro do mesmo jeito, mandando foto também.
A: Beleza, porquinho, então agora você se despe, fica só com os tênis e o conjunto. Nada mais, o resto você guarda. E já que você gosta tanto de fumar, antes de ir pegar as chaves, fuma um cigarro assim no carro. Quando sair do carro, deixa a janela aberta uns dois dedos pra poder fechar e jogar as chaves dentro. Quero fotos de você fumando dentro, das chaves assim que fechar, de você pegando as chaves no poste, outra foto na volta e mais uma quando for abrir o carro.
Li a mensagem umas três vezes pra não errar e fui fazendo tudo passo a passo. Acendi o cigarro, que até me ajudou a relaxar um pouco, e mandei a foto.
Enquanto isso, deixei a janela já aberta pra sair a fumaça e pra depois jogar as chaves. Desliguei o carro e terminei o cigarro.
Saí do carro sentindo o ar no corpo todo, aquilo me deixava com tesão, estar assim exposto na rua com um conjunto de lingerie, meu pau numa jaula e o cu cheio pelo plug.
Fechei com o controle e joguei pela janela, tirei as chaves que caíram no banco e comecei a andar em direção ao poste pela rua. A sensação de deixar as chaves dentro com o carro trancado é algo que não consigo descrever direito, é uma mistura de tesão, excitação, nervosismo, sei lá, é algo que tem que viver pra saber como é.
Eu ia nervoso e com tesão ao mesmo tempo, sentia minha jaula molhada. Andava num ritmo normal, mas olhando pra todos os lados pra ver se vinha alguém. Meu pau queria ficar duro. dura por causa da situação, era verdade que eu era um porquinho.
Enquanto andava até o poste, não aconteceu nada estranho, peguei as chaves e tirei uma foto com elas na mão. Continuei agora o caminho até o carro, pensando que no meio do caminho teria que tirar outra foto.
Eu ainda estava nervoso, olhando pra trás e pra frente, da minha jaula pendia um fio de líquido que grudava na minha perna. Tava muito quente.
Parei pra tirar a foto, tive que repetir porque saiu tremida, e continuei andando. Foi nesse momento que vi um reflexo e, ao olhar pra trás, vi um carro vindo de longe com os faróis acesos. Fiquei meio assustado e acelerei o passo até chegar no meu. Com o nervosismo, tive dificuldade pra abrir a porta e não esqueci a foto. Tirei ela rápido com a porta aberta pra me esconder um pouco e entrei correndo.
Quando fechei a porta, o carro passou bem do meu lado. Não sei se me viram ou não, eu não quis olhar. Mas aquilo me deixou ainda mais excitado, eu adorava estar nessas situações e tudo graças à minha Dona.
Assim que entrei no carro, recebi uma mensagem dela.
D: Primeiro se veste, que não queremos sustos, e agora me conta direitinho o que aconteceu e o que você sentiu. É um primeiro contato, porquinho, aos poucos vamos aumentando.
Depois que coloquei o moletom e a calça, me relaxei no banco e comecei a escrever tudo, como tinha sentido a experiência e o que aconteceu com o carro.
Depois disso, minha Dona me mandou um presentinho, uma foto dos peitos dela. E eu queria me tocar de qualquer jeito, queria gozar, me masturbar pensando nela, mas não podia, não tinha a permissão dela. Eu tinha que esperar ela me dar o sinal verde pra fazer isso, mas não seria naquele dia.
Depois que ela leu minha experiência, me mandou pra casa. Hoje não teria mais aventuras, ela queria ir testando aos poucos pra ir aumentando cada vez mais.
Quando cheguei em casa, as instruções foram simples: tira o plug, mas fica com o conjunto, você vai dormir com ele e é a única coisa que pode vestir em casa.
Poucas vezes Estive com tanta vontade de me tocar, e com minhas bolas tão cheias como naquele dia. E assim continuariam, quem sabe até quando.
0 comentários - Só quero servir a Lucía.