Divertindo com os amigos do meu marido 5

Olá, meus queridos leitores! Hoje quero contar uma história em que eu aproveitei prazeres deliciosos com o consentimento do meu amado marido, que, por circunstâncias e estando no trabalho, sofreu um acidente machucando o braço direito, tendo que colocar um gesso e ganhando um afastamento de um mês. Nisso, num fim de semana, aproveitamos pra viajar pra Pereira, uma cidade linda que eu nunca tinha ido. Decidimos ir de carro, pegamos a estrada pra Manizales pra também conhecê-la, o que me deixou um pouco estressada, porque naquela época, na parte que você chega no Alto de Letras, que é bem longo, e naquela ocasião estavam fazendo reparos, e pra piorar, pegamos uma neblina densa. Eu tava morrendo de medo, me grudei numa caçamba que me guiou até me tirar da neblina e nos deixar já na estrada aberta. Chegamos em Manizales e ficamos lá aquele dia.
Eu não queria continuar dirigindo, foi muito estressante.
No dia seguinte seguimos nossa viagem, já faltava pouco caminho porque Pereira era a próxima cidade. Mas primeiro fizemos um passeio por Manizales e suas ruas íngremes, muito bonita, e vi mais mulheres do que homens. E por volta das 11, partimos pra putaria.
Chegamos no hotel e nos deram um quarto pequeno, mas com uma varandinha. Delicioso pra à noite sair e tomar uns bons vinhos, fumar uns cigarros e ver o pôr do sol. A gente se acomodou, tomando um banho porque tava fazendo um calor danado. Depois, pra nos arrumar e sair pra caminhar um pouco pelos lugares perto do hotel, olhar as vitrines e comprar uma lembrancinha ou outra, comer umas empanadas e tomar o que eles chamam de "parado", que é aguardente com cafezinho, coisa que faz a gente suar. Entramos pra tomar uma cerveja numa loja de esquina. E depois voltamos pro hotel pra jantar. Ao entrar no restaurante, tinha dois cavalheiros conversando com uma das meninas do hotel, e como a gente ia de frente, vi quando um deles me olhou e fez sinal pro companheiro pra me ver entrar. Isso eles nem disfarçaram, pelo contrário, não tiravam os olhos do meu corpo, me olhando de cima a baixo. Meu marido percebeu, mas não deu importância e, olhando pras mesas, apontou uma onde a gente devia ir e sentar pra comer.
Ao passar por perto deles, fiquei olhando e ele me sorriu. Devo ter ficado vermelha, porque senti um calor no corpo todo. Jantamos e foi a primeira vez que comi cordeiro com um molho delicioso, já que foi sugestão do garçom e meu marido aprovou que fosse esse prato; nós dois gostamos. Depois tomamos vinho e conversamos sobre um pouco de tudo. Durante todo o tempo que ficamos no restaurante, aqueles dois cavalheiros não pararam de olhar para a nossa mesa.
David estava um pouco tonto, porque a operação do braço deixava ele cheio de antibióticos, coisa que nesses dias ele tinha parado de tomar pra poder beber uns gorós na viagem. Além do mais, já estavam acabando os dias de atestado que ele tinha tirado. Subimos pro quarto, eu morrendo de vontade de fazer um love. Abrimos a varanda e pedimos pra trazerem café, pra tomar junto com um cigarro e a brisa da noite. O céu estava limpo, as estrelas faziam companhia pra gente, dando um toque foda, e a lua lá longe, no horizonte, dava pra avistar.
Nos beijamos suavemente, a varanda serviu de prelúdio pro nosso love. Sentei no colo dela, tirei a regata acariciando o peito dela com meus lábios e mordendo de leve os biquinhos, soltei o cinto, continuamos nos beijando já com mais paixão, ela desabotoou minha blusa, os lábios dela chupavam meus mamilos, meus braços abraçavam a cabeça dela, tirei a blusa e voltamos a nos beijar.
–Vamos, mami, entra que aqui tá muito desconfortável.
Paramos, entramos no quarto sem nos soltar do beijo, tropeçando até chegar na cama, e caímos quicando no colchão, o que fez meu marido machucar o braço. Mas isso foi rapidamente apagado com meus beijos apaixonados. Eu estava muito tarada, não sei, de repente os olhares daqueles dois cavalheiros me deixaram assim. E pensar que eu poderia de repente conhecê-los e, se fosse o caso, com certeza transar com os dois. Continuamos nos beijando e nos despindo até ficarmos totalmente nus, pra depois fazer um 69 e os dois curtirem um sexo oral prazeroso. Que durou quase 15 minutos. Depois mudamos de posição e eu sentei por cima dele. Enfiei o pau dele na minha buceta. O David me perguntou ao me ver tão fogosa.
-O que foi, meu amor? Por que você tá tão gostosa assim?
-Pra mim nada normal, normal.
- Não, mami, alguma coisa tá te deixando assim toda gostosa? Anda, me conta, você viu alguém por aí que te chamou a atenção? Anda, me conta, porque você sabe que eu adoro te ouvir.
-Ei, e tem que ter alguma coisa assim pra eu me comportar como uma puta safada.
- hahahaha não necessariamente, mas se tem algo te deixando assim, eu queria saber o que é.
Eu continuei quicando na pica dele, curtindo aquele prazer delicioso e, bom... também pensando naqueles dois cavalheiros e decidi contar pra ele.
Ah, é que no restaurante tinha dois caras que não fizeram nada além de me olhar e sorrir o tempo todo, e como estavam atrás de você, aproveitaram pra até mandar beijos pra mim.
-Ha, eu sabia que tinha algo errado com você. E aí, o que você curtiu?
-Sim, adorei os dois, estão deliciosos.
-Tinha me falado, mami, a gente teria feito algo pra você conhecer eles.
-Ô pai, você tá doido, não.
-Tô louco por você, gostosa, e adoro te ver assim, morrendo de vontade de estar nos braços de outro cara.
- bem, nesse caso são dois que eu adoraria conhecer.
-Muito melhor, gostosa, muito melhor.
Continuamos fazendo amor como bestas selvagens, David me bombardeando com perguntas sobre o que eu gostaria de fazer com os dois cavalheiros e eu me imaginando nos braços deles, curtindo as carícias até que ele sentiu que eu tava gozando e acelerou os movimentos, derramando o leite dele em mim, gozando ao mesmo tempo. Fiquei deitada em cima dele, aproveitando as carícias nas minhas costas, relaxando.
-Eu te adoro, gostosa, te adoro de verdade, você é uma mulher espetacular.
-É por isso que você quer me compartilhar com outros homens?
-Ô mami, você gosta de sexo, adora transar com outros caras e eu fico louco sabendo disso, que você não perde chance de dar pra quem te atiça e isso me excita, é assim minha vida, se você quiser dar pros dois cavalheiros, eu adoraria que você fizesse.
Ficamos dormidos, no outro dia tomamos café da manhã fora do hotel, procuramos uma feira pra comer alguma coisa da região e caminhar. Voltamos às 11, passei pela piscina procurando aqueles dois cavalheiros, mas não os vi. Mais tarde descemos pra almoçar e, ao entrar no restaurante, avistei os dois já sentados numa mesa. Eu desci de biquíni, com uma saída de praia vermelha de flores e um maiô. Sentamos no terraço e almoçamos. E, como na noite anterior, aqueles dois me olhando e eu toda sorridente também olhava pra eles.
-Se você reparou que tem dois cavalheiros que estão babando por você.
- Se faz tempo, meu amor, são os mesmos de ontem à noite e, sinceramente, estão do jeito que eu gosto.
Meu marido se aproxima do meu ouvido e me pergunta.
- e o que você pretende fazer, gostaria de conhecê-los?
- pois estou quase indo conhecê-los.
- Ok, gostosa, quando você quiser. Quem sabe de repente você acabe dando pra os dois, hein? Não ia te agradar?
Olhei nos olhos dela e, sorrindo, tomei um gole da minha cerveja e respondi.
Deitando-me sobre ele e falando no ouvido dele.
-Eu adoraria ficar com vocês dois chupando a pica de vocês.
Parei e fui ao bar pedir uma cerveja, e aqueles dois se aproximaram. Virei pra olhar, eles me cumprimentaram, respondi o oi sorrindo pra eles.
-Oi, gostosa, como você tá? Com sede pelo que a gente vê.
-Bom, sim, tá um calor danado, o sol tá radiante.
-E tá passeando?
- A gente veio se esquentar um pouco, e vocês?
-Não estamos fazendo um trabalho com a prefeitura e ficamos no hotel.
-Que delícia
- e o senhor que está com você é?
-Meu querido marido.
-Pô, que pena... você é casada?
- Era óbvio que uma mulher tão gostosa não poderia ser solteira - diz o colega dele.
Acendi um cigarro, sentei num banquinho do bar pra continuar conversando enquanto meu marido via ele entrar na piscina.
-Bom, e pena por quê? As casadas não podem ter amigos?
- Não, sim, claro que sim, o que acontece é que eu queria ser algo mais que amigo.
- Tem boneco, muitas de nós, casadas, podemos ter também mais que amigos.
-Ô, gostosa, parece que a gente vai se entender muito bem.
Foram poucos minutos que consegui conversar com os dois, porque eles precisavam ir trabalhar. Mas combinamos de nos ver à noite, quando voltassem.
Voltei de novo para o meu amado marido, que sentiu minha falta.
-Achei que você ia embora com aqueles.
-Não, eles tinham que ir trabalhar, mas a gente combinou de se ver à noite no bar.
- Ah, bom, já tens programa para esta noite, espero que te divirtas pra caramba.
Não duvida não, papai, esses dois eu levo pra cama porque eu levo mesmo.
Saímos para caminar pelo centro da cidade, comprei um vestido longo que amei, com um decote bem ousado nas pernas, e a noite chegou. Primeiro fomos ao restaurante do hotel pra comer, e depois voltamos pro quarto com o David. Ao entrar, ouvi vozes subindo pela escada, e achei que reconhecia elas — e era mesmo, eram os cavalheiros do meio-dia chegando no quarto deles, que ficava seis portas depois do nosso. O David não desceu porque o braço dele tava doendo, e ele não podia beber por causa dos remédios que tava tomando. Então me arrumei, vestindo o vestido e umas sandálias rasteiras. Me despedi do meu amado marido.
-Tchau, papai, não me espera essa noite, a gente se vê amanhã.
-Tchau, gostosa, e espero que você se divirta pra caralho, curte muito, mamacita linda.
Desci ao bar na hora, meu corpo tremia de ansiedade imaginando eu nua aproveitando as carícias daqueles dois cavalheiros. Quando cheguei, eles ainda não estavam lá, sentei no balcão e pedi um rum, acendi um cigarro, e enquanto fumava, aqueles dois entraram, meu coração queria sair pela boca, uma sensação deliciosa me tomou no estômago. Os olhares deles procuraram pelas mesas e um deles me viu no balcão. Eu já tinha visto eles entrarem pelo espelho do bar.
-Oi, oi, gostosa, como você tá.
Virei-me e cumprimentei os dois com um beijo no rosto, ficando abraçada com um deles.
-Oi, senhores, como é que vocês estão?
- Bem, muito bem gostosa, com uma vontade danada de te ver, coração. E seu marido não tá aí?
- Não, boneco ficou no quarto e como não pode beber, me deu permissão pra eu descer e me divertir um pouco.
-Linda pra mim, tomara que fosse a noite toda.
Tomando umazinha, respondi pra ela.
-É essa a ideia, bonecos, hoje eu pretendo me divertir pra valer.
-Linda, você está no lugar certo, eu me comprometo a te satisfazer em tudo.
- E eu também, Dianita. Aqui entre eu e meu colega, estamos à sua disposição pro que precisar.
-Ô rapaziada, se é assim então eu tenho uma proposta pra vocês que sei que não vão recusar.
-Diga o que quiser, gostosa, estamos aqui pra te servir.
-Se meu amor, seus desejos são ordens, o que você quer fazer?
- Bom, não sei o que vocês dois acham, mas eu queria que a gente fosse os três pro quarto dela, e lá com certeza vocês vão me satisfazer em tudo.
Me levantei do banco e dei um beijo na boca de cada um, e fui andando até a porta. Os dois se olharam e, sorrindo, me alcançaram. Saímos do bar e pegamos o elevador, onde eles beijaram meus ombros, seus corpos se juntaram ao meu, ficando eu no meio, minha boca procurou as bocas deles, alternando entre os dois, e suas mãos acariciaram meu corpo.
Saímos do elevador e fomos nos tocando, acariciei a pica dele por cima da calça, entramos no quarto onde todos nos despimos rapidamente, os dois estavam me devorando inteira. Com o Leonardo nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, a língua dele penetrava minha boca, as mãos dele acariciavam minha bunda nua, puxando ela pra perto dele. O Joaquín chegou por trás de mim, encostando a pica dele na minha bunda e me dando beijos nos ombros como um depravado sem controle.
Assim entre carícias e beijos, me ajoelhei pra ficar de frente pra eles e chupar a pica de cada um, lambendo e chupando as bolas deles por uns 20 minutos, até que parei quando vi que o Leonardo quase gozava. Eles me levaram pra uma das camas, o Leonardo deitou de barriga pra cima e eu montei nele, sentando nas pernas dele, acariciando a pica dele, e o Joaquín ficou de pé na minha frente, deixando a pica dele na altura da minha boca. Com minha língua, comecei a percorrer o tronco dele, dando beijos na glande. Peguei a pica do Leonardo e, roçando na minha buceta, fui enfiando só a pontinha por uns segundos até ele me agarrar pela cintura e meter até o fundo, me fazendo gemer de prazer. Meio levantada, deixei ele me foder enquanto chupava a pica do Joaquín, gozando e curtindo na pele dois homens me penetrando com os membros eretos, cheios de vigor e desejo desenfreado. Quem diria que tudo ia rolar tão rápido, mas eu tava doida pra comer os dois, graças ao meu marido que ficou me lembrando a tarde toda. Me dizendo como eu ia me divertir com meus dois amigos. Soltei minha primeira gozada depois de 15 minutos, mudamos de posição, me deitando de barriga pra cima. O Joaquín montou em mim, me penetrando com a pica dele de uma vez na minha buceta, que ficou parada por um momento, abriu bem minhas pernas, que eu abracei ele com elas. O Leonardo sentou do lado, colocando a pica dele na minha cara, que comecei a chupar enquanto o Joaquín me fodía, se movendo pra caralho, até me fazer gozar gemendo de prazer. Mudamos de posição e fiquei de lado, atrás de mim o Leonardo se ajeitou e penetrou minha buceta enquanto o Joaquín deitou do lado, me deixando chupar a pica dele. Ficamos assim por 15 minutos e pedi pro Leo meter no meu cu, e bem devagar ele fez, me deixando sentir a pica dele entrando no meu rabo. Momento de luxúria sem limites, comecei a chupar a pica do Joaquín igual uma louca safada, cuspindo nela e esfregando na minha cara, sentindo a grossura, as veias dele entre meus lábios. voltei a gozar de novo e o Leo não parava de arrebentar minha buceta, continuando por mais um tempinho até eu gozar de novo, me dedando pra deixar a gozada mais intensa. Me deixando exausta, descansamos e o Leo se levanta pra limpar a pica, enquanto o Joaquín me colocou de barriga pra cima e, levantando minhas pernas pros lados, me penetrou a bucetinha, a pica dele perfurou meu corpo me levando a outro orgasmo, eu tava muito sensível, meu corpo curtia cada penetrada desses dois cavalheiros. Tava totalmente nas nuvens, feliz, realizada, me sentia a mulher mais sortuda do mundo por estar transando com dois homens com a aprovação do meu amado marido, que deve tá se masturbando pensando em como eu tô aproveitando gostoso. De repente o Joaquín acelerou as fodas e gozou dentro de mim, enchendo minha bucetinha com o esperma dele em espasmos brutais, batendo as pernas dele nas minhas. Enquanto o Leo nos olhava, ao levantarmos fui ao banheiro me limpar, quando voltei o Leo me pegou e, me colocando em pé contra a cama, me inclinou, ficando atrás de mim, me penetrou a bucetinha por uns 15 minutos, depois deitamos eu de barriga pra cima e ele por cima, fechando minhas pernas, me fodeu por mais 15 minutos, até gozarmos em espasmos sexuais deliciosos, nos beijando apaixonadamente. Descansei uns 10 minutos até me aproximar pra chupar a pica do Joaquín por quase 20 minutos, curtindo o tronco venoso e babado dele, pra depois montar nele e enfiar a pica dele na minha bucetinha. Ao ver o Leo parado do lado se acariciando a pica, falei pra ele me comer de novo pelo cu e, se levantando por cima de nós, paramos pra ele poder me penetrar, provocando orgasmos múltiplos em mim ao sentir os dois dentro, me fodendo como uma moto de dois pistões cheios de sangue vital e quente.
Foram 10 minutos de imenso prazer em que Leo se cansou, se retirou por uns momentos e voltou a montar para continuarmos os dois me comendo. Eu amo ménage e, geralmente, quando saio pra balada, procuro fazer. Continuamos transando os três, me dando com tudo que tinham, até que primeiro Leo gozou nas minhas costas e depois Joaquim na minha cara. Terminando todos extasiados, cansados e felizes com uma transa daquelas. Fiquei aquela noite pra dormir lá; no dia seguinte, eles estavam convidados pra uma fazenda de um amigo e me chamaram. Eu aceitei e fui pro quarto; David estava no banho, então contei os detalhes de como tinha sido gostoso. Começamos a nos beijar, entrei no chuveiro, mas não podia demorar porque eles iam sair cedo, então falei que ia com eles pra uma fazenda, dando uma rapidinha antes de ir com Leo e Joaquim. Voltamos no dia seguinte à tarde, super gostoso, porque transamos de novo na noite anterior. Ficamos mais um dia em Pereira e viajamos de volta pra Bogotá, com a satisfação de ter aproveitado dois bons amantes, coisa que nós dois curtimos e que foi o começo de muitas outras saídas em que eu ia me divertir com outros homens e a complacência do meu marido.

1 comentários - Divertindo com os amigos do meu marido 5

Waoo que viaje 🔥🔥🦌 “Así como una jornada bien empleada produce un dulce sueño, así una vida bien usada produce una dulce muerte.” (Leonardo da Vinci)