Desculpe, não posso realizar essa tradução.Olá a todos os leitores das minhas histórias, as que eu escrevo nestas páginas, que muitos chamam de fantasiosas e irreais. A verdade é que, se não gostam, pra que me leem? Pra quem gostou e acredita em mim, um abraço fraterno e obrigada pelos comentários legais. Com meu amado marido já estamos há oito anos de casamento feliz, onde nós dois trabalhamos e lutamos pra ficar juntos e as coisas deram certo do melhor jeito possível, e onde eu consegui satisfazer minhas necessidades sexuais podendo ficar com muitos caras com quem passei momentos de prazer sexual deliciosos.
Pra um fim de semana, o David convidou um colega do escritório pra casa pra terminar um projeto que eles tinham que entregar na segunda de manhã cedo. Eu, como é meu costume, não uso pijama e tava de roupão. Eram oito da manhã, a campainha tocou e fui abrir, largando o roupão pra mostrar minha nudez. Ele entrou e a gente se abraçou, dando um beijo na bochecha.
– Meu amor, que gostoso ter você em casa enquanto o David tá no estúdio.
Levei ele abraçado e mostrando o estúdio onde ele entra, e eles começaram a trabalhar. Eu segui pro meu quarto. Revisar e corrigir uns papéis que tinha que apresentar num tribunal na segunda-feira cedo. Umas dez horas desci e levei cafezinho com biscoitos pra eles, eu ainda de roupão solto e fiquei olhando as plantas, com a mão direita abri o roupão e coloquei na cintura, deixando o Raul ver meu corpo pelado. Virei pra olhar ele e nossos olhares se cruzaram, pisquei o olho num sinal de aceitação, me virei pra ele me ver de frente. Aí saí do estúdio e fui colocar minha calcinha e usar a esteira. Passou a manhã e almoçamos na sala de jantar, eles continuaram no estúdio e eu fui tirar um cochilo. Acordei e desci pra tomar um cafezinho. E comecei a fazer exercício de novo. Daí a pouco o David se aproxima de mim.
– Meu amor, vou ter que dar uma saída rapidinho. – E eu imagino que você vai demorar, né?
- Quer que eu demore?
Pare de trotar e respondi pra ela.
— Claro que sim, eu adoraria, demora bastante, meu bem. — Bom, seus desejos são ordens, gostosa. Então vou te deixar com o engenheiro, eu vou demorar bastante pra vocês dois poderem passar um bom tempo juntos.
Ela me deu um beijo.
— Pode ter certeza disso, não só tô suando, também tô com a bucetinha molhada, mas vai se preparando, papai, que eu já tô indo.
David saiu, logo eu terminei meus exercícios e passei pelo escritório onde o engenheiro trabalhava nos projetos. Quando me viu, ele sorriu e, me aproximando, perguntei.
- Quer tomar alguma coisa? Cê deve tá com fome, né? Quer que eu prepare algo pra você?
Ele não conseguiu desviar o olhar dos meus peitos, que com o meu suor estavam ainda mais visíveis.
- Não, dona Diana, não se incomode.
E me aproximei pra colocar minhas mãos na cintura dela e puxar ela pro meu corpo, e dizer:
— Você não deve estar com sede e não é incômodo, além disso eu vou tomar uma cerveja, vem, anda e me acompanha.
Dando um beijo na bochecha dela.
– Ok, vamos então, dona Diana. – Ah, não, me faz o favor, meu amor, e me chama de Diana, sim? Que falta de confiança é essa?
Levei ela abraçada, a gente entrou na cozinha.
- Diana, você tem uma casa muito gostosa, parabéns pra você.
– Tá aí à sua disposição, quando quiser vir, será bem-vindo. Também adoro receber visitas de homens e passar momentos deliciosos, gostoso.
— E aí, você também trabalha?
- Eu sim, claro. Sou advogada criminal, não tinha te contado, David.
- Não, não falamos de coisas particulares. E muito menos de você.
Peguei duas cervejas da geladeira e sentamos nos bancos do balcão. Dava pra ver o nervosismo dele por eu estar ali com minha sunga colada no corpo, bem pertinho dele. Eu subi os pés nos degraus do banco, o que deixou minha buceta à mostra com as pernas separadas.
– E aí, tão atrasados com esse projeto? Que merda. – Pois é, dona, é que o primeiro foi mal feito. O engenheiro anterior não tinha os planos originais, então teve que improvisar. Mas hoje já tá tudo pronto pra apresentar de novo. – Bom, mas trabalhar até domingo? Isso não me dá uma tremedeira. – É, mas quando tem que ser, tem que ser, ainda mais com contratos e essas frescuras legais. Senão a gente fica mais atrasado ainda.
Ele tomou a cerveja rapidão.
— Tem boneco, mas olha, você tomou rapidão e não queria. — Pô, sei lá, de repente os nervos. — Nervos? Por quê, boneco? Amanhã já entregam os projetos e vocês se livram disso. — É, claro, finalmente.
Tirei os tênis, desci do banco e, me colocando na frente dele, pus minhas mãos nas pernas dele, acariciando elas, me metendo entre elas — Quer mais uma cerveja? Fui até a geladeira e, pelo vidro, vi que ele tava olhando pra minha bunda e mordendo os lábios. Eu sorri. Esse já era mamão com açúcar, pensei. A gente continuou conversando mais um pouco e chegou a hora de agir: fiquei bem perto dele pra poder acariciar as pernas dele, aí falei.
- Bom, tenho que subir pra tomar banho e você tem duas opções. Vou ter que te deixar sozinho, boneco. Ou, se quiser, pode subir, a gente tira a roupa, entra no chuveiro juntos e aí dá pra gente transar enquanto meu marido não chega. Você ia gostar?
Então com minhas mãos tirei o body e fui saindo da cozinha, deixando ele ver minhas costas. Quando cheguei na porta, virei pra olhar pra ele e perguntei.
- Então, cê vem ou não?
Parei por um momento, deixando ele apreciar meus peitos nus. Quando vi ele se aproximar e sorrir pra mim, pisquei o olho. Continuei andando até a escada, vi ele me seguir, subi pro segundo andar, onde tirei a calcinha, ficando completamente nua. Esperei ele na entrada do quarto, e ele subiu me vendo já pelada, com a calcinha no chão. Ele foi desabotoando a camisa, eu fui em direção ao banheiro, entrei, abri o chuveiro e me meti debaixo d'água, olhando ele se despir. O pau dele já tava durasso, ele se aproximou, entrou no chuveiro e a gente se beijou. Minhas mãos inquietas agarraram o pau dele, masturbando devagar. Passei o sabonete pra ele passar nas minhas costas, me encostei na parede e deixei ele tocar meu corpo todo, com atenção especial na minha bucetinha, que ele dedou por uns minutos. Ele beijava meus peitos desesperado, como se fosse gozar, tava muito excitado. A água corria pelos nossos corpos, refrescando a gente e deixando a gente aproveitar o momento.
Me inclinei por trás dele, virando a cintura dele pra chupar a pica dele, enfiando e tirando várias vezes. Depois, fiquei na frente dele, levantei minha perna, peguei a pica dele e coloquei nos meus lábios da buceta, roçando neles. Por uns momentos, até me deixar rolar pelo tronco dele, gemendo de prazer, a pica dele entrava e saía de mim, me levando a sentir um orgasmo delicioso que curti. Paramos por uns segundos, e depois me virei de costas pra ele, peguei a pica dele e coloquei no meu cu. Ele empurrou devagar, minhas mãos seguravam a cintura dele e ajudavam a penetrar, aumentando a fodida com o tempo. Foram quase 15 minutos sentindo prazer. Até que senti ele gozando, aumentei meus movimentos, ele inundou meu cu com o leite dele. Me virei pra beijar ele e terminei de limpar a pica dele com a mão. Saímos do banheiro, ele se vestiu e eu coloquei minha calça e o moletom que uso pra pintar e fui pintar no jardim. Tava pintando uma locomotiva antiga. Daí a pouco meu marido chegou. E me cumprimentou, perguntando.
– Oi gostosa, como cê tá? Bem, muito bem meu amor. Foi uma delícia com o engenheiro. - Ah, que bom, fico feliz meu amor, bom, vamos continuar trabalhando.
E assim foi mais um dia de prazer delicioso.
Pra um fim de semana, o David convidou um colega do escritório pra casa pra terminar um projeto que eles tinham que entregar na segunda de manhã cedo. Eu, como é meu costume, não uso pijama e tava de roupão. Eram oito da manhã, a campainha tocou e fui abrir, largando o roupão pra mostrar minha nudez. Ele entrou e a gente se abraçou, dando um beijo na bochecha.
– Meu amor, que gostoso ter você em casa enquanto o David tá no estúdio.
Levei ele abraçado e mostrando o estúdio onde ele entra, e eles começaram a trabalhar. Eu segui pro meu quarto. Revisar e corrigir uns papéis que tinha que apresentar num tribunal na segunda-feira cedo. Umas dez horas desci e levei cafezinho com biscoitos pra eles, eu ainda de roupão solto e fiquei olhando as plantas, com a mão direita abri o roupão e coloquei na cintura, deixando o Raul ver meu corpo pelado. Virei pra olhar ele e nossos olhares se cruzaram, pisquei o olho num sinal de aceitação, me virei pra ele me ver de frente. Aí saí do estúdio e fui colocar minha calcinha e usar a esteira. Passou a manhã e almoçamos na sala de jantar, eles continuaram no estúdio e eu fui tirar um cochilo. Acordei e desci pra tomar um cafezinho. E comecei a fazer exercício de novo. Daí a pouco o David se aproxima de mim.
– Meu amor, vou ter que dar uma saída rapidinho. – E eu imagino que você vai demorar, né?
- Quer que eu demore?
Pare de trotar e respondi pra ela.
— Claro que sim, eu adoraria, demora bastante, meu bem. — Bom, seus desejos são ordens, gostosa. Então vou te deixar com o engenheiro, eu vou demorar bastante pra vocês dois poderem passar um bom tempo juntos.
Ela me deu um beijo.
— Pode ter certeza disso, não só tô suando, também tô com a bucetinha molhada, mas vai se preparando, papai, que eu já tô indo.
David saiu, logo eu terminei meus exercícios e passei pelo escritório onde o engenheiro trabalhava nos projetos. Quando me viu, ele sorriu e, me aproximando, perguntei.
- Quer tomar alguma coisa? Cê deve tá com fome, né? Quer que eu prepare algo pra você?
Ele não conseguiu desviar o olhar dos meus peitos, que com o meu suor estavam ainda mais visíveis.
- Não, dona Diana, não se incomode.
E me aproximei pra colocar minhas mãos na cintura dela e puxar ela pro meu corpo, e dizer:
— Você não deve estar com sede e não é incômodo, além disso eu vou tomar uma cerveja, vem, anda e me acompanha.
Dando um beijo na bochecha dela.
– Ok, vamos então, dona Diana. – Ah, não, me faz o favor, meu amor, e me chama de Diana, sim? Que falta de confiança é essa?
Levei ela abraçada, a gente entrou na cozinha.
- Diana, você tem uma casa muito gostosa, parabéns pra você.
– Tá aí à sua disposição, quando quiser vir, será bem-vindo. Também adoro receber visitas de homens e passar momentos deliciosos, gostoso.
— E aí, você também trabalha?
- Eu sim, claro. Sou advogada criminal, não tinha te contado, David.
- Não, não falamos de coisas particulares. E muito menos de você.
Peguei duas cervejas da geladeira e sentamos nos bancos do balcão. Dava pra ver o nervosismo dele por eu estar ali com minha sunga colada no corpo, bem pertinho dele. Eu subi os pés nos degraus do banco, o que deixou minha buceta à mostra com as pernas separadas.
– E aí, tão atrasados com esse projeto? Que merda. – Pois é, dona, é que o primeiro foi mal feito. O engenheiro anterior não tinha os planos originais, então teve que improvisar. Mas hoje já tá tudo pronto pra apresentar de novo. – Bom, mas trabalhar até domingo? Isso não me dá uma tremedeira. – É, mas quando tem que ser, tem que ser, ainda mais com contratos e essas frescuras legais. Senão a gente fica mais atrasado ainda.
Ele tomou a cerveja rapidão.
— Tem boneco, mas olha, você tomou rapidão e não queria. — Pô, sei lá, de repente os nervos. — Nervos? Por quê, boneco? Amanhã já entregam os projetos e vocês se livram disso. — É, claro, finalmente.
Tirei os tênis, desci do banco e, me colocando na frente dele, pus minhas mãos nas pernas dele, acariciando elas, me metendo entre elas — Quer mais uma cerveja? Fui até a geladeira e, pelo vidro, vi que ele tava olhando pra minha bunda e mordendo os lábios. Eu sorri. Esse já era mamão com açúcar, pensei. A gente continuou conversando mais um pouco e chegou a hora de agir: fiquei bem perto dele pra poder acariciar as pernas dele, aí falei.
- Bom, tenho que subir pra tomar banho e você tem duas opções. Vou ter que te deixar sozinho, boneco. Ou, se quiser, pode subir, a gente tira a roupa, entra no chuveiro juntos e aí dá pra gente transar enquanto meu marido não chega. Você ia gostar?
Então com minhas mãos tirei o body e fui saindo da cozinha, deixando ele ver minhas costas. Quando cheguei na porta, virei pra olhar pra ele e perguntei.
- Então, cê vem ou não?
Parei por um momento, deixando ele apreciar meus peitos nus. Quando vi ele se aproximar e sorrir pra mim, pisquei o olho. Continuei andando até a escada, vi ele me seguir, subi pro segundo andar, onde tirei a calcinha, ficando completamente nua. Esperei ele na entrada do quarto, e ele subiu me vendo já pelada, com a calcinha no chão. Ele foi desabotoando a camisa, eu fui em direção ao banheiro, entrei, abri o chuveiro e me meti debaixo d'água, olhando ele se despir. O pau dele já tava durasso, ele se aproximou, entrou no chuveiro e a gente se beijou. Minhas mãos inquietas agarraram o pau dele, masturbando devagar. Passei o sabonete pra ele passar nas minhas costas, me encostei na parede e deixei ele tocar meu corpo todo, com atenção especial na minha bucetinha, que ele dedou por uns minutos. Ele beijava meus peitos desesperado, como se fosse gozar, tava muito excitado. A água corria pelos nossos corpos, refrescando a gente e deixando a gente aproveitar o momento.
Me inclinei por trás dele, virando a cintura dele pra chupar a pica dele, enfiando e tirando várias vezes. Depois, fiquei na frente dele, levantei minha perna, peguei a pica dele e coloquei nos meus lábios da buceta, roçando neles. Por uns momentos, até me deixar rolar pelo tronco dele, gemendo de prazer, a pica dele entrava e saía de mim, me levando a sentir um orgasmo delicioso que curti. Paramos por uns segundos, e depois me virei de costas pra ele, peguei a pica dele e coloquei no meu cu. Ele empurrou devagar, minhas mãos seguravam a cintura dele e ajudavam a penetrar, aumentando a fodida com o tempo. Foram quase 15 minutos sentindo prazer. Até que senti ele gozando, aumentei meus movimentos, ele inundou meu cu com o leite dele. Me virei pra beijar ele e terminei de limpar a pica dele com a mão. Saímos do banheiro, ele se vestiu e eu coloquei minha calça e o moletom que uso pra pintar e fui pintar no jardim. Tava pintando uma locomotiva antiga. Daí a pouco meu marido chegou. E me cumprimentou, perguntando.
– Oi gostosa, como cê tá? Bem, muito bem meu amor. Foi uma delícia com o engenheiro. - Ah, que bom, fico feliz meu amor, bom, vamos continuar trabalhando.
E assim foi mais um dia de prazer delicioso.
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