HOlá, meus queridos leitores, hoje vou contar mais um episódio da minha vida que lembro com muito carinho. A época era Halloween e meu marido me chamou no escritório para eu acompanhá-lo a tomar uns drinks com os colegas dele. Tinham dois que levaram suas amantes, eu sabia porque conheço as esposas deles. E quatro que foram com as esposas, e no começo notei certa ironia dos cavalheiros que tinham trazido suas amantes, mas com o passar da noite e dos drinks a coisa se acalmou. E duas garotas que não eram casadas, mas os colegas delas não eram seus namorados, disso eu percebi. Pela cara que os colegas faziam quando elas se beijavam. Fomos comemorar num lugar no norte de Bogotá que chamavam de água panelas, um bailão grande e bem movimentado. A noite ia passando e a bebida nos relaxava, a pista de dança era o lugar da bagunça e o povo dançava guiado por um animador que colocava a galera pra curtir a noite. Quando fui me sentar depois de uma das dançadas, vi um cavalheiro de outra mesa que ficou me encarando. Sentei e não tirei os olhos dele, sorri pra ele e ele teve que virar o rosto pra outro lado. Nossa, o gato não era nada mal, notei que tinham três sozinhos e quatro casais no grupo deles. Ficamos um bom tempo bebendo na mesa e ele não parava de me olhar, e eu com um sorriso retribuía. Voltamos a dançar e, no meio disso, vi ele indo pro banheiro. Esperei um tempo razoável e também fui ao banheiro, tentando cruzar com ele na saída. Vi ele saindo e, caminhando em direção a ele, ele ficou me encarando, eu sorri.
– Oi
Passei pelo lado e, virando o rosto dela, respondi ao cumprimento - Oi.
Continuei andando, ele me alcançou segurando minha mão esquerda, mas soltou na hora. Parei e olhei pra ele de novo. — Quer dançar comigo? — Claro, espera eu ir ao banheiro que já volto.
Aproveitei e esvaziei a bexiga, saí soltando dois botões da blusa abrindo ela e lá estava ele me esperando, meus colegas e o David continuavam dançando. Levei ele pra um canto longe da mesa, felizmente o lugar tem pontos cegos pra dançar e como tinha muita gente, a gente se enfiou num corredor escuro. Tava com tanta sorte que naquele momento tocou um vallenato romântico, e a gente pôde se conhecer aos gritos por causa do som alto da música.
– Qual é o seu nome? - Lucia. E o seu? - Danilo. - E com quem você veio? - Com meu marido e uns amigos dele. - E você? - Com uns parentes que estão visitando Bogotá. - Ah, e de onde são seus parentes? - Eles vêm de Florença. – E você mora aqui em Bogotá? - Sim, a gente mora em Normandia, conhece? - Sim, pela Boyacá. – Isso, exato. E você? - Eu moro perto do Chapinero. - Sozinho? - Sim, terrivelmente sozinho. - Ah, sortudo então. - Hehehe, só um pouquinho. - E não tem namorada? - Não, não tenho, tô solteirinho, à disposição. – Sério que não tem namorada? Ah, que bom saber disso.
Continuamos conversando, terminei o disco e seguimos dançando, dessa vez uma salsinha, depois dois merengues e continuamos com um sanjuanero. Já tava com sede, levei ele pra mesa, nos separando quando chegamos, me beijando com David, que tava sozinho com duas das minas, que fumavam e bebiam olhando pra pista de dança. Sentei, tomei meio copo d'água e acendi um cigarro.
– Mami, você tá bem? – Tô sim, por quê a pergunta? – porque te vi indo pro banheiro e você sempre demorava. – Ah, não se preocupa, papi, é que eu tava dançando com um cara que acabei de conhecer. – Ah, e eu aqui pensando que os drinks tinham caído mal pra você, já ia ver o que tava acontecendo.
Beijei ele novamente, naquele momento chegaram os dançarinos e continuamos conversando sobre coisas. As taças eram esvaziadas rapidamente e nos levantamos de novo pra dançar. E fazendo sinal pro Danilo se levantar pra dançar e com a bagunça por causa da animação que tinha, conseguimos nos retirar com ele de novo do grupo, fomos pro nosso lugar passando pelo bar, pedi duas cervejas e como a música estava bem festiva e alegre, não quis continuar dançando, então fiz ele sentar num banco alto pra continuar conhecendo ele, ficando de frente pra ele e abrindo as pernas dele, minhas mãos seguravam as pernas dele enquanto a conversa fluía. Começamos a nos agarrar pelos antebraços, ao nosso redor o povo dançava nos deixando bem cobertos e olhando pros dois lados, num momento em que ele ficou calado me olhando nos olhos, aproximei meus lábios dos dele, unindo-os num beijo apaixonado, as mãos dele percorreram minha cintura me abraçando e as minhas o pescoço dele. Foram quase 10 minutos de troca de saliva, deixei ele esfregar o corpo dele no meu, notando a ereção dele, o que me fez descer a mão e tocar nele, dizendo.
- Fica difícil pra gente ir pra um motel? - Na hora eles vieram de carro.
- E você vem de carro? Não, deixei em casa. Bom, a gente vai ter que chamar um táxi, às vezes ele vem até aqui e é só sair. Espera a gente sair e pega um táxi, te espero na esquina, vou me despedir dos meus amigos e a gente vai. - Ei, e seu marido, o que você vai falar pra ele? – Ué, que eu vou com você. – E só isso? Ele te deixaria ir comigo? - Sim, não se preocupa, ele me deixa sair pra me divertir com outros homens.
Chegamos perto das mesas e, tomando um gole, falei pro meu marido que ia embora com o Danilo. Se quiser ficar, fica, ou vaza também de uma vez. – Você não respeita a mulher quando a gente tá se divertindo e me vem com essa, haaa que saco contigo. – Então fica aí e vê o que você vai falar sobre a minha ida.
- Você não vai achar que eu vou deixar meus amigos começarem a cochichar que tem algo entre a gente, né? Também tenho que ir e despistar o inimigo, com cara de quem não quer, mas querendo tocar.
Nos arrumamos para sair e nos despedir do pessoal. Vi o Danilo saindo já de jaqueta e com um cachecol. Saímos e vários táxis estavam no local, entramos no nosso carro.
- E você vai pra casa? - Não vou ficar na casa da Adriana - Ah, tá bom, e me conta quando você vai me apresentar ela, queria conhecer. – Ah, a gente vê como faz, não tô certo de que ela queira te conhecer. – Então olha aí como você resolve, já te falei que quero conhecer ela.
Arrancamos pra poder esperar ele na volta. Estacionaram atrás, me despedi do David dando um beijo,
- Chego aí amanhã, meu amor. - Apostamos pra ver quem chega primeiro? – kkkkk acho que vou perder.
Eu disse, desci do carro e entrei no táxi, arrancamos e nos beijamos com o Danilo, fomos pela estrada. Meu marido nos seguia, até a terceira ponte onde tem uns motéis, ele seguiu o caminho dele. E a gente entrou. Fiquei pensando.
Você sabe.
E dando um beijo nela.
-Melhor a gente ir pra minha casa, aproveitando que meu marido não vai estar.
Dei a direção ao motorista e fomos pra casa. Chegamos e descemos do táxi de mãos dadas, entramos, era quase uma da manhã. A gente já não morava em Normandía, morávamos em Modelia, numa casa de três andares onde o terceiro era um quarto só de 60 metros quadrados, meu quarto. Fomos até o bar no primeiro andar, peguei uma garrafa de rum, copos e servi, tomando de uma vez, e enchi outro copo.
– Cê tá com fome? Porque na cozinha tem uma coisa gostosa preparada, vem comigo.
Tirei a jaqueta do vestido e terminei de desabotoar minha blusa, tirando-a da saia. Peguei uma taça grande de rum pra beber aos goles. E vi que na geladeira tinha dois pratos. Tirei eles e coloquei no micro-ondas. Enquanto esperávamos esquentar, ele enfiou a cabeça entre meus peitos, mordendo-os suavemente, enquanto eu soltava o cinto dele, continuei com a calça dele deixando cair no chão, ele tirou os sapatos com o outro pé, eu tirei a blusa e soltei meu sutiã pra ele chupar meus bicos. O alarme do forno tocou, mas ele continuou chupando e eu gemendo de prazer, minhas mãos foram pra trás pra soltar o zíper da saia e empurrá-la pra baixo, me levantei na bancada, enquanto eu me tocava minha bucetinha por cima da calcinha, ele tirou a camisa, se inclinou aproximando a língua e lambendo meus sucos por cima da calcinha, com meus dedos eu tirei e a língua dele entrou me lambendo até o fundo, me fazendo gemer de prazer, me dando vários orgasmos durante a chupada. A gente parou e eu desci da bancada e tiramos a comida do forno, comemos e voltamos pro bar pra pegar uma garrafa, subimos, entramos no quarto da minha filha que estava dormindo, o corpo dela bem torneado, acendi a luz e o Danilo pensou que era meu quarto. Ana Maria acordou e me cumprimentou
– Oi, gostosa, e isso?
Olho o rádio-relógio e já era quase duas.
– Não era só para te apresentar o Danilo.
Ele, no meio de uma risada nervosa, sem saber o que estava acontecendo. Se aproximou para cumprimentá-la, ela meio que se sentou, deixando o lençol escorregar até a cintura, mostrando pra gente os peitos dela nus.
– Então, se quiser ir com a gente, te esperamos no quarto, ok. E dando um beijo nela, saímos em direção ao meu quarto, tirando a calcinha e me deitando na cama.
– Vem, boneco, não me diz que você ficou com medo.
Ana Maria entrou, vinha nua e sorridente, se aproximou por trás dele. Agarrou ele pela cintura e, baixando a cueca, pudemos ver o pau dele, que estava como um míssil, duro e de bom... tamanho. Eu me ajoelhei na cama, tirando minha calcinha, e fiz ele subir na cama, e atrás veio a Ana. Ele se deitou de barriga pra cima. E entre as duas começamos a chupar o pau dele. Ele ficou mudo, nunca imaginou ter tanta sorte. Isso eu sabia, praticamente estuprávamos ele entre eu e minha filha, levando ele a prazeres inimagináveis pra ele. Que de repente ele até via num filme pornô, mas não que acontecesse com ele. A Ana Maria montou nele de costas e, se deixando rolar pelo tronco dele, deixou ele comer ela primeiro, pra depois ser ela que se movia, aproveitando por quase 20 minutos o pau dele, enquanto eu me posicionei em cima da boca dele, deixando ele lamber minha bucetinha. Quando minha filha desceu, voltamos a chupar o pau dele por 5 minutos. E depois fui eu que montei em cima dele e, penetrando suavemente pelo meu cu, comi ele por mais 20 minutos, onde ele me deu prazeres e um orgasmo delicioso. Terminei com o esperma dele enchendo meu cu, deitada no peito dele, beijando ele, abraçando ele.
- Valeu, gostoso, tava uma delícia, adorei.
Levantei e pedi o favor pra ele ir limpar o pau, porque a ideia era a gente se pegar de novo mais tarde. Liguei o rádio numa estação em inglês, sentamos nos sofás do quarto pra conhecer ele e tomar nosso rum. Meia hora depois, a Ana Maria já tava sentando nele e se esfregando, a ação continuou com ela deixando ele chupar os peitos dela. Tomei um gole do meu drink, levantei e fui até ele pra acariciar as costas dele e depois o peito, até chegar no pau, que rapidinho ficou duro com o sangue subindo. A Ana Maria levantou, ajoelhou na frente dele, pegou o pau e meteu na boca, chupando por um tempo enquanto eu deixava ele beijar meus peitos, aproximando eles com as minhas mãos, de pé atrás dele. Depois montei em cima do sofá e, pegando o pau dele com a boca, deixei ele lamber minha bucetinha, enquanto minha filha chupava as bolas dele com ele sentado. Aí desci, levei ele pra cama, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima, enfiando o pau dele na minha buceta. A Ana Maria, na minha frente, se posicionou pra ele lamber ela, e juntando nossas bocas, a gente se beijava, aumentando a excitação. Continuei fodendo e depois a Ana Maria desceu, se ajoelhou do lado e ficou esperando a gente parar de foder, tirava o pau de mim pra chupar por um tempinho e depois enfiava de novo, continuando.
Ficamos assim por quase 40 minutos, até eu gozar, deitando ao lado dele por um momento, já que ele se ajoelhou na cama e colocou a Ana María de quatro, e metendo nela, fodia ela intensamente pela bucetinha dela. Eu me deitei embaixo dela, deixando ela lamber minha buceta e eu lambendo as partes dela, ele tirou duas vezes, que aproveitei pra chupar ele por alguns segundos e voltar a penetrar minha filha. Ele não aguentou mais e gozou, inundando a bucetinha da minha filha com o semen dele, que escorria saindo pela xereca dela. Ele terminou, tirou, e me deixou lambendo a bucetinha da minha filha, chupando o semen dele, continuamos as duas gozando com nossas línguas, nos levando a outro orgasmo pleno.
Danilo ainda nos olhava com os olhos bem abertos, ainda não tinha saído do seu espanto e surpresa. Quando terminamos com a minha filha, viramos para olhar pra ele, nos aproximamos e deitamos de cada lado, acariciando a pica já murcha dele.
- Você gostou de mim?
- Se eu gostei? É a melhor coisa que me aconteceu em muitos anos, uau, nunca vou esquecer isso, foi como realizar uma fantasia, um ménage e ainda por cima mãe e filha, inimaginável, e acontecer comigo. A gente riu muito todos juntos.
Caímos os três dormindo na minha cama, no outro dia acordei e fui buscar café, quando entrei já tinham acordado, a Ana Maria tava fazendo boquete nele, sentei na penteadeira pra ver ela curtindo a pica do Danilo enquanto tomava meu café e minha mão acariciava meu clitóris, o Danilo fechava os olhos e a respiração dele aumentava no peito, as mãos dele seguravam a cabeça da Ana Maria. Terminei meu café e me aproximei deles pelo outro lado e as duas lambemos a pica dele de cima a baixo, depois a gente enfiava na boca, montei nele enfiando a pica dele na minha bucetinha, a Ana Maria ficou de pé na frente, encostada na parede, me deixando chupar a bucetinha dela. Ela abria pra minha boca entrar mais fundo e chupar. Continuei fodendo e lambendo minha filha, por um bom tempo, depois minha filha deitou de bruços e ele montou nela enfiando com força na bucetinha dela. Via minha filha curtindo, aproveitando a juventude dela, me fazendo lembrar dos meus anos de novinha. O Danilo gozou em 10 minutos, ajoelhado na cama se masturbando, a gente ficou na frente pra receber o leite dele na cara, terminamos as duas nos lambendo, nos beijando, fechando o momento de prazer. Minha filha e o Danilo ficaram um tempão na cama enquanto eu tomava banho e me arrumava, tinha que sair pra resolver umas coisas.
– Se quiser, pode ficar, meu amor. – Não, não posso, tenho que pegar um trampo e levar pro escritório. – E a gente vai te ver de novo, gostoso? – Claro que sim.
Ele se levantou, pegou a carteira e me deu um cartão dele. Ele começou a entrar no nosso mundo.
– Oi
Passei pelo lado e, virando o rosto dela, respondi ao cumprimento - Oi.
Continuei andando, ele me alcançou segurando minha mão esquerda, mas soltou na hora. Parei e olhei pra ele de novo. — Quer dançar comigo? — Claro, espera eu ir ao banheiro que já volto.
Aproveitei e esvaziei a bexiga, saí soltando dois botões da blusa abrindo ela e lá estava ele me esperando, meus colegas e o David continuavam dançando. Levei ele pra um canto longe da mesa, felizmente o lugar tem pontos cegos pra dançar e como tinha muita gente, a gente se enfiou num corredor escuro. Tava com tanta sorte que naquele momento tocou um vallenato romântico, e a gente pôde se conhecer aos gritos por causa do som alto da música.
– Qual é o seu nome? - Lucia. E o seu? - Danilo. - E com quem você veio? - Com meu marido e uns amigos dele. - E você? - Com uns parentes que estão visitando Bogotá. - Ah, e de onde são seus parentes? - Eles vêm de Florença. – E você mora aqui em Bogotá? - Sim, a gente mora em Normandia, conhece? - Sim, pela Boyacá. – Isso, exato. E você? - Eu moro perto do Chapinero. - Sozinho? - Sim, terrivelmente sozinho. - Ah, sortudo então. - Hehehe, só um pouquinho. - E não tem namorada? - Não, não tenho, tô solteirinho, à disposição. – Sério que não tem namorada? Ah, que bom saber disso.
Continuamos conversando, terminei o disco e seguimos dançando, dessa vez uma salsinha, depois dois merengues e continuamos com um sanjuanero. Já tava com sede, levei ele pra mesa, nos separando quando chegamos, me beijando com David, que tava sozinho com duas das minas, que fumavam e bebiam olhando pra pista de dança. Sentei, tomei meio copo d'água e acendi um cigarro.
– Mami, você tá bem? – Tô sim, por quê a pergunta? – porque te vi indo pro banheiro e você sempre demorava. – Ah, não se preocupa, papi, é que eu tava dançando com um cara que acabei de conhecer. – Ah, e eu aqui pensando que os drinks tinham caído mal pra você, já ia ver o que tava acontecendo.
Beijei ele novamente, naquele momento chegaram os dançarinos e continuamos conversando sobre coisas. As taças eram esvaziadas rapidamente e nos levantamos de novo pra dançar. E fazendo sinal pro Danilo se levantar pra dançar e com a bagunça por causa da animação que tinha, conseguimos nos retirar com ele de novo do grupo, fomos pro nosso lugar passando pelo bar, pedi duas cervejas e como a música estava bem festiva e alegre, não quis continuar dançando, então fiz ele sentar num banco alto pra continuar conhecendo ele, ficando de frente pra ele e abrindo as pernas dele, minhas mãos seguravam as pernas dele enquanto a conversa fluía. Começamos a nos agarrar pelos antebraços, ao nosso redor o povo dançava nos deixando bem cobertos e olhando pros dois lados, num momento em que ele ficou calado me olhando nos olhos, aproximei meus lábios dos dele, unindo-os num beijo apaixonado, as mãos dele percorreram minha cintura me abraçando e as minhas o pescoço dele. Foram quase 10 minutos de troca de saliva, deixei ele esfregar o corpo dele no meu, notando a ereção dele, o que me fez descer a mão e tocar nele, dizendo.
- Fica difícil pra gente ir pra um motel? - Na hora eles vieram de carro.
- E você vem de carro? Não, deixei em casa. Bom, a gente vai ter que chamar um táxi, às vezes ele vem até aqui e é só sair. Espera a gente sair e pega um táxi, te espero na esquina, vou me despedir dos meus amigos e a gente vai. - Ei, e seu marido, o que você vai falar pra ele? – Ué, que eu vou com você. – E só isso? Ele te deixaria ir comigo? - Sim, não se preocupa, ele me deixa sair pra me divertir com outros homens.
Chegamos perto das mesas e, tomando um gole, falei pro meu marido que ia embora com o Danilo. Se quiser ficar, fica, ou vaza também de uma vez. – Você não respeita a mulher quando a gente tá se divertindo e me vem com essa, haaa que saco contigo. – Então fica aí e vê o que você vai falar sobre a minha ida.
- Você não vai achar que eu vou deixar meus amigos começarem a cochichar que tem algo entre a gente, né? Também tenho que ir e despistar o inimigo, com cara de quem não quer, mas querendo tocar.
Nos arrumamos para sair e nos despedir do pessoal. Vi o Danilo saindo já de jaqueta e com um cachecol. Saímos e vários táxis estavam no local, entramos no nosso carro.
- E você vai pra casa? - Não vou ficar na casa da Adriana - Ah, tá bom, e me conta quando você vai me apresentar ela, queria conhecer. – Ah, a gente vê como faz, não tô certo de que ela queira te conhecer. – Então olha aí como você resolve, já te falei que quero conhecer ela.
Arrancamos pra poder esperar ele na volta. Estacionaram atrás, me despedi do David dando um beijo,
- Chego aí amanhã, meu amor. - Apostamos pra ver quem chega primeiro? – kkkkk acho que vou perder.
Eu disse, desci do carro e entrei no táxi, arrancamos e nos beijamos com o Danilo, fomos pela estrada. Meu marido nos seguia, até a terceira ponte onde tem uns motéis, ele seguiu o caminho dele. E a gente entrou. Fiquei pensando.
Você sabe.
E dando um beijo nela.
-Melhor a gente ir pra minha casa, aproveitando que meu marido não vai estar.
Dei a direção ao motorista e fomos pra casa. Chegamos e descemos do táxi de mãos dadas, entramos, era quase uma da manhã. A gente já não morava em Normandía, morávamos em Modelia, numa casa de três andares onde o terceiro era um quarto só de 60 metros quadrados, meu quarto. Fomos até o bar no primeiro andar, peguei uma garrafa de rum, copos e servi, tomando de uma vez, e enchi outro copo.
– Cê tá com fome? Porque na cozinha tem uma coisa gostosa preparada, vem comigo.
Tirei a jaqueta do vestido e terminei de desabotoar minha blusa, tirando-a da saia. Peguei uma taça grande de rum pra beber aos goles. E vi que na geladeira tinha dois pratos. Tirei eles e coloquei no micro-ondas. Enquanto esperávamos esquentar, ele enfiou a cabeça entre meus peitos, mordendo-os suavemente, enquanto eu soltava o cinto dele, continuei com a calça dele deixando cair no chão, ele tirou os sapatos com o outro pé, eu tirei a blusa e soltei meu sutiã pra ele chupar meus bicos. O alarme do forno tocou, mas ele continuou chupando e eu gemendo de prazer, minhas mãos foram pra trás pra soltar o zíper da saia e empurrá-la pra baixo, me levantei na bancada, enquanto eu me tocava minha bucetinha por cima da calcinha, ele tirou a camisa, se inclinou aproximando a língua e lambendo meus sucos por cima da calcinha, com meus dedos eu tirei e a língua dele entrou me lambendo até o fundo, me fazendo gemer de prazer, me dando vários orgasmos durante a chupada. A gente parou e eu desci da bancada e tiramos a comida do forno, comemos e voltamos pro bar pra pegar uma garrafa, subimos, entramos no quarto da minha filha que estava dormindo, o corpo dela bem torneado, acendi a luz e o Danilo pensou que era meu quarto. Ana Maria acordou e me cumprimentou
– Oi, gostosa, e isso?
Olho o rádio-relógio e já era quase duas.
– Não era só para te apresentar o Danilo.
Ele, no meio de uma risada nervosa, sem saber o que estava acontecendo. Se aproximou para cumprimentá-la, ela meio que se sentou, deixando o lençol escorregar até a cintura, mostrando pra gente os peitos dela nus.
– Então, se quiser ir com a gente, te esperamos no quarto, ok. E dando um beijo nela, saímos em direção ao meu quarto, tirando a calcinha e me deitando na cama.
– Vem, boneco, não me diz que você ficou com medo.
Ana Maria entrou, vinha nua e sorridente, se aproximou por trás dele. Agarrou ele pela cintura e, baixando a cueca, pudemos ver o pau dele, que estava como um míssil, duro e de bom... tamanho. Eu me ajoelhei na cama, tirando minha calcinha, e fiz ele subir na cama, e atrás veio a Ana. Ele se deitou de barriga pra cima. E entre as duas começamos a chupar o pau dele. Ele ficou mudo, nunca imaginou ter tanta sorte. Isso eu sabia, praticamente estuprávamos ele entre eu e minha filha, levando ele a prazeres inimagináveis pra ele. Que de repente ele até via num filme pornô, mas não que acontecesse com ele. A Ana Maria montou nele de costas e, se deixando rolar pelo tronco dele, deixou ele comer ela primeiro, pra depois ser ela que se movia, aproveitando por quase 20 minutos o pau dele, enquanto eu me posicionei em cima da boca dele, deixando ele lamber minha bucetinha. Quando minha filha desceu, voltamos a chupar o pau dele por 5 minutos. E depois fui eu que montei em cima dele e, penetrando suavemente pelo meu cu, comi ele por mais 20 minutos, onde ele me deu prazeres e um orgasmo delicioso. Terminei com o esperma dele enchendo meu cu, deitada no peito dele, beijando ele, abraçando ele.
- Valeu, gostoso, tava uma delícia, adorei.
Levantei e pedi o favor pra ele ir limpar o pau, porque a ideia era a gente se pegar de novo mais tarde. Liguei o rádio numa estação em inglês, sentamos nos sofás do quarto pra conhecer ele e tomar nosso rum. Meia hora depois, a Ana Maria já tava sentando nele e se esfregando, a ação continuou com ela deixando ele chupar os peitos dela. Tomei um gole do meu drink, levantei e fui até ele pra acariciar as costas dele e depois o peito, até chegar no pau, que rapidinho ficou duro com o sangue subindo. A Ana Maria levantou, ajoelhou na frente dele, pegou o pau e meteu na boca, chupando por um tempo enquanto eu deixava ele beijar meus peitos, aproximando eles com as minhas mãos, de pé atrás dele. Depois montei em cima do sofá e, pegando o pau dele com a boca, deixei ele lamber minha bucetinha, enquanto minha filha chupava as bolas dele com ele sentado. Aí desci, levei ele pra cama, deitei ele de barriga pra cima e montei em cima, enfiando o pau dele na minha buceta. A Ana Maria, na minha frente, se posicionou pra ele lamber ela, e juntando nossas bocas, a gente se beijava, aumentando a excitação. Continuei fodendo e depois a Ana Maria desceu, se ajoelhou do lado e ficou esperando a gente parar de foder, tirava o pau de mim pra chupar por um tempinho e depois enfiava de novo, continuando.
Ficamos assim por quase 40 minutos, até eu gozar, deitando ao lado dele por um momento, já que ele se ajoelhou na cama e colocou a Ana María de quatro, e metendo nela, fodia ela intensamente pela bucetinha dela. Eu me deitei embaixo dela, deixando ela lamber minha buceta e eu lambendo as partes dela, ele tirou duas vezes, que aproveitei pra chupar ele por alguns segundos e voltar a penetrar minha filha. Ele não aguentou mais e gozou, inundando a bucetinha da minha filha com o semen dele, que escorria saindo pela xereca dela. Ele terminou, tirou, e me deixou lambendo a bucetinha da minha filha, chupando o semen dele, continuamos as duas gozando com nossas línguas, nos levando a outro orgasmo pleno.
Danilo ainda nos olhava com os olhos bem abertos, ainda não tinha saído do seu espanto e surpresa. Quando terminamos com a minha filha, viramos para olhar pra ele, nos aproximamos e deitamos de cada lado, acariciando a pica já murcha dele.
- Você gostou de mim?
- Se eu gostei? É a melhor coisa que me aconteceu em muitos anos, uau, nunca vou esquecer isso, foi como realizar uma fantasia, um ménage e ainda por cima mãe e filha, inimaginável, e acontecer comigo. A gente riu muito todos juntos.
Caímos os três dormindo na minha cama, no outro dia acordei e fui buscar café, quando entrei já tinham acordado, a Ana Maria tava fazendo boquete nele, sentei na penteadeira pra ver ela curtindo a pica do Danilo enquanto tomava meu café e minha mão acariciava meu clitóris, o Danilo fechava os olhos e a respiração dele aumentava no peito, as mãos dele seguravam a cabeça da Ana Maria. Terminei meu café e me aproximei deles pelo outro lado e as duas lambemos a pica dele de cima a baixo, depois a gente enfiava na boca, montei nele enfiando a pica dele na minha bucetinha, a Ana Maria ficou de pé na frente, encostada na parede, me deixando chupar a bucetinha dela. Ela abria pra minha boca entrar mais fundo e chupar. Continuei fodendo e lambendo minha filha, por um bom tempo, depois minha filha deitou de bruços e ele montou nela enfiando com força na bucetinha dela. Via minha filha curtindo, aproveitando a juventude dela, me fazendo lembrar dos meus anos de novinha. O Danilo gozou em 10 minutos, ajoelhado na cama se masturbando, a gente ficou na frente pra receber o leite dele na cara, terminamos as duas nos lambendo, nos beijando, fechando o momento de prazer. Minha filha e o Danilo ficaram um tempão na cama enquanto eu tomava banho e me arrumava, tinha que sair pra resolver umas coisas.
– Se quiser, pode ficar, meu amor. – Não, não posso, tenho que pegar um trampo e levar pro escritório. – E a gente vai te ver de novo, gostoso? – Claro que sim.
Ele se levantou, pegou a carteira e me deu um cartão dele. Ele começou a entrar no nosso mundo.
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