Olá, meus leitores! Hoje vou contar pra vocês aquela vez que, por causa da comemoração, meu amado marido me pegou estacionada de qualquer jeito.
Tava terminando o semestre e as provas finais eram o pão de cada dia. Eu já tava muito cansada de tanto ler livro, e até as minhas mãos doíam de tanto que eu tinha escrito. Até um calo nos dedos de segurar a caneta eu fiquei. Mas, graças a Deus, fui bem em todas, então tava feliz. Tava na cantina da universidade com meus colegas, comendo um troço rápido, porque a ideia era ir comemorar num dos bares que a gente costumava ir. Liguei pro meu marido pra ver se ele vinha mais tarde me buscar, mas ele me disse que não podia vir porque tinha uma apresentação de projeto no escritório. Como ele era novato, não dava pra ele vir por causa da correria de entregar o primeiro trabalho pronto, e depois já tinham planos de ir com os engenheiros pra um bar.
Fazer o quê, partimos com a galera. No caminho, encontramos dois professores de outras matérias, que me conheciam porque um dia a gente tava no parque torcendo pra um time de basquete que meus colegas tinham formado. Aí chamamos eles pra tomar umas cachaças. No começo, eles não queriam ir, porque era muito cedo, umas onze da manhã, mas era sexta-feira e a gente já não tinha mais aula naquele dia. Conseguimos convencer eles e fomos embora.
Chegamos no bar e desmontamos as mesas, juntando tudo pra fazer uma só, já que éramos quase 15 pessoas. E aos poucos o número foi aumentando, até que duas professoras que eram das minhas aulas chegaram. A gente bebeu, conversou e dançou junto, e os dois professores estavam na minha cola, não me largavam e os dois me paqueravam. Eu dava corda, porque correspondia às carícias deles, e quando já tinha os dois bem empolgados, propus que a gente fosse pro apartamento nós três, aproveitando que meu marido não ia chegar cedo em casa. Eles toparam na hora, mas tinha que disfarçar pra evitar fofoca. Saí e fui esperar eles umas quadras depois do bar. Eles me pegaram num táxi e seguimos pro meu apê. No começo, eles acharam que eu tava zoando e que não ia estar esperando, mas o coração deles voltou a bater quando me viram lá e entrei no táxi. Chegamos no apartamento, antes disso compramos no mercadinho do bairro uma garrafa de cachaça, petiscos e cigarros. Coloquei música, peguei copos e servimos o primeiro gole, brindando ao fim do semestre com boa energia e boa companhia. A gente falou sobre as provas e um problema que teve com um aluno. A música tocava e os copos esvaziavam rápido, o clima tava ficando cada vez mais quente. Eu já deixava eles me darem beijos no rosto e dançávamos bem coladinhos, esfregando nossos corpos. Fui no banheiro esvaziar a bexiga e aproveitei pra tirar a calça, ficando só de blusa. Quando saí pra sala, o Ignacio, que vinha da cozinha, me abraçou, apertou minha bunda e me beijou na boca. Eu abracei ele, acariciando as costas dele, apertando ele contra meu corpo. As mãos dele levantaram minha blusa, tiraram ela e me deixaram de calcinha e sutiã. Começou a tocar um funk e eu fiz uma dança excitante e ousada, me despi da minha roupa íntima. Aqueles dois, com olhar de tesão, sentados no sofá, ficaram... tocavam o pau deles já terminando o disco, me ajoelhei pra eles e, soltando o cinto, fui abaixando o zíper. Eles tiraram a calça me deixando acariciar os paus deles por cima da cueca, aqueles que queriam sair da prisão. Fui enfiando a mão pra pegar neles e tirar pra fora, deixando eu ver os tamanhos normais. Comecei a chupar eles, alternando por um bom tempo, depois levei eles pro quarto pra profanar. Eles terminaram de se despir, coloquei o Antonio de barriga pra cima e montei em cima dele, e o Samuel ficou na frente pra eu poder chupar o pau dele. E já no melhor momento, quando o Antonio tava me deixando à beira de um orgasmo, ouvi a porta bater e fiquei parada. Senti os passos se aproximando e me levantei rápido. Saí do quarto e me encontrei no corredor com meu marido, que estava chegando.
— Papi, o que cê tá fazendo aqui?
- Oi, gostosa, não é que eu tive que vir pegar uns projetos que ficaram no estúdio, porque o chefe quis ver o do trabalho anterior. E você… por que tá pelada? Pensei que tava comemorando com seus colegas da faculdade.
– Ai, papai, é que... espera, deixa eu te contar. Não vai ficar bravo comigo, hein. E como você sempre me encheu o saco querendo me ver fazendo love com dois caras, eu pensei muito e decidi...
- Como assim, Diana? Cê tá com alguém no quarto?
– Sim, papai, tenho companhia no quarto. E foi tudo pensando em te agradar, mas como não tava muito segura se conseguiria, resolvi experimentar, digerir, ver como me sentia. Não queria te dar um sim se talvez não fosse capaz de fazer.
— Mami, não me diga que você tá com dois homens na minha cama? — Fiquei olhando pra ele e balancei a cabeça confirmando o que tava rolando. — Pô, mulher, não acredito que você tá mesmo com dois caras na minha cama?
- Vem cá, te apresento eles se quiser.
Abri a porta do quarto e lá estavam os dois sentados na cama, pelados, porque a roupa deles tava na sala.
— Te apresento o Antonio e o Samuel, são dois professores da facul... Meu marido.
— Beleza.
Respondeu. Voltamos pra sala, notei ele tremendo, me aproximei por trás e coloquei minhas mãos na cintura dele.
— Papi, me desculpa, mas eu quis provar primeiro pra ver até onde eu ia conseguir ir. Me perdoa, se quiser eu paro com isso e mando eles irem embora. Papi, fiz por você.
Ela se vira pra me olhar e me diz.
– Ai, mami, não esperava por essa. É verdade que te pedi, mas te encontrar assim me deixou surpreso. É realmente desequilibrante, não sei como lidar com duas emoções opostas: te encontrar com DOIS caras na minha cama, algo que ainda não tava esperando ver.
— Vamos, papai, já que você tá aqui, o que tá feito tá feito. Se não quiser que eu faça, tudo bem.
– Não, é que não posso ficar. Você devia ter me falado e a gente teria planejado.
– sim, papai, me desculpa, mas é que eu não sabia se ia ser capaz.
– Bom, e como você se sente se está bem com seus amigos?
- Se a verdade for sim.
- Você gostou ou se sentiu mal?
- Nem tudo foi especial, acho que vamos dar um jeito e vou te satisfazer.
– Ajo, ok, tá bem, então eu tenho que ir levar os projetos.
Ele me deu um beijo na boca me abraçando, voltamos pro quarto e ele me convidou pra segui-lo. Me aproximei do Antonio, sentei no colo dele e o beijei, as mãos dele agarraram meus peitos e minha bunda. Depois me levantei e me deitei na cama, indiquei pro Samuel sentar do meu lado pra eu poder chupar a rola dele. E deixar o Antonio chupar minha bucetinha. Meu marido observava atentamente, se tocando por cima da calça. Nessa posição ficamos uns 10 minutos, deitei o Antonio de barriga pra cima e sentei em cima dele, colocando a rola na entrada da minha bucetinha, via meu marido me olhando enquanto eu aproveitava, e devagar enfiei a rola do Antonio. O Samuel se levantou na cama e aproximou a rola dele pra eu chupar. O David ficou mais 5 minutos, tinha que ir embora, nos deixando os três aproveitando uma tarde deliciosa que nunca vou esquecer.
Continuamos fodendo até eu gozar, trocando de posição. Deixei o Samuel deitado e sentei de costas pra ele, fazendo um 69, enquanto o Antonio se juntava pra eu chupar as picas dos dois. Depois, me movi, coloquei a pica do Samuel no meu rabo e, me mexendo, enfiei ela, soltando um gemido de satisfação. Me senti muito relaxada com o que tinha acabado de rolar. Felizmente, meu marido saiu perfeito pra mim, como eu mereço, assim posso aproveitar meus amigos quando der na telha. Virei pra olhar o Antonio, que nos observava se tocando a pica, e me toquei a bucetinha, dizendo pra ele.
– Vem, papai, mete essa pica aqui.
Ela montou em cima de mim e, com o pau dele posicionado, paramos um momento esperando que ele metesse pra eu curtir uma deliciosa e gostosa dupla penetração. Os dois se moviam, me enlouquecendo de prazer intenso, sentindo aqueles dois instrumentos de prazer. Quinze minutos de loucura inexplicável, onde me senti realizada, completa, toda uma mulher selvagem. Trocamos de posição e mandei o Samuel ir no banheiro lavar o pau. Quando ele voltou, o Antonio chupava minha bucetinha, me dando língua e dedando com uma loucura extrema. Paramos pra tomar uns goles de cerveja e continuar. De pé, montei no Samuel, com as mãos no pescoço dele, deixando ele me penetrar pela bucetinha, e o Antonio então me meteu por trás. Me balançando, eles me foderam por uns 15 minutos também. Deitamos na cama e seguimos: o Samuel deitado de barriga pra cima, montei nele, e o Antonio se acomodou atrás de mim, continuando por uns 10 minutos até eu gozar, enlouquecida de prazer, junto com o Antonio, que inundou meu cu com o esperma dele. Mas o Samuel continuou me comendo forte até explodir, gozando também, gemendo a plenos pulmões.
- Caralho, que buceta gostosa, não imaginei que ia terminar o dia tão bem, princesa, ainda mais com uma das alunas mais gatas da faculdade.
- Professor, não fode, tem umas minas muito gostosas.
— Não, sério, Dianita, você é uma das mais gostosas.
– Bom, profe, obrigado pelo elogio.
— Samuel, você tem toda razão. A Dianita é um anjo. Cheguei a pensar que a gente tinha se ferrado quando seu marido chegou. Não sabia o que fazer, além do fato de que a roupa estava na sala e você mora no quarto andar. Como pular?
—jejejeje não, profe, tudo suave, não rolou nada.
– Pois pelo visto seu marido não se importou de te encontrar assim, então acho que ele gostou mais do que ficou irritado, né?
- Isso parece, professor, não sei o que vai rolar quando eu voltar. É esperar e botar pra jogo o que aprendi na facul.
A gente tomou duas cervejas cada um e os professores foram embora porque tinham outros compromissos, e eu fiquei esperando meu marido chegar. Minha irmã Alicia trouxe a menina mais cedo que nos outros dias, porque hoje ela tinha programação com os amigos dela pra farrear. David chegou cedo pra mim, umas 7 da noite — eu pensei que ele ia demorar mais, mas por causa do que aconteceu, ele não ficou pra comemorar com os colegas. Deixamos a menina no quarto dela e nós dois nos trancamos no nosso.
David me encheu de perguntas sobre o que aconteceu e eu contei cada detalhe, como foi gostoso enquanto a gente transava, o que deixou ele com muito tesão. Senti ele tremer quando gozou, me abraçando com uma força tão grande que tive que cutucar a cintura dele com meus dedos pra ele me soltar e me deixar respirar. A gente descansou e eu já me acalmei, porque vi que a parada tinha sido aceita, o que me deu um alívio e tranquilidade. Deitei no peito dele e ele foi acariciando meu corpo, dando umas palmadas na minha bunda e coçando ela. Foi assim que terminou aquele dia emocionante, que por sorte eu consegui aproveitar com meus professores, me divertindo pra caralho.
Tava terminando o semestre e as provas finais eram o pão de cada dia. Eu já tava muito cansada de tanto ler livro, e até as minhas mãos doíam de tanto que eu tinha escrito. Até um calo nos dedos de segurar a caneta eu fiquei. Mas, graças a Deus, fui bem em todas, então tava feliz. Tava na cantina da universidade com meus colegas, comendo um troço rápido, porque a ideia era ir comemorar num dos bares que a gente costumava ir. Liguei pro meu marido pra ver se ele vinha mais tarde me buscar, mas ele me disse que não podia vir porque tinha uma apresentação de projeto no escritório. Como ele era novato, não dava pra ele vir por causa da correria de entregar o primeiro trabalho pronto, e depois já tinham planos de ir com os engenheiros pra um bar.
Fazer o quê, partimos com a galera. No caminho, encontramos dois professores de outras matérias, que me conheciam porque um dia a gente tava no parque torcendo pra um time de basquete que meus colegas tinham formado. Aí chamamos eles pra tomar umas cachaças. No começo, eles não queriam ir, porque era muito cedo, umas onze da manhã, mas era sexta-feira e a gente já não tinha mais aula naquele dia. Conseguimos convencer eles e fomos embora.
Chegamos no bar e desmontamos as mesas, juntando tudo pra fazer uma só, já que éramos quase 15 pessoas. E aos poucos o número foi aumentando, até que duas professoras que eram das minhas aulas chegaram. A gente bebeu, conversou e dançou junto, e os dois professores estavam na minha cola, não me largavam e os dois me paqueravam. Eu dava corda, porque correspondia às carícias deles, e quando já tinha os dois bem empolgados, propus que a gente fosse pro apartamento nós três, aproveitando que meu marido não ia chegar cedo em casa. Eles toparam na hora, mas tinha que disfarçar pra evitar fofoca. Saí e fui esperar eles umas quadras depois do bar. Eles me pegaram num táxi e seguimos pro meu apê. No começo, eles acharam que eu tava zoando e que não ia estar esperando, mas o coração deles voltou a bater quando me viram lá e entrei no táxi. Chegamos no apartamento, antes disso compramos no mercadinho do bairro uma garrafa de cachaça, petiscos e cigarros. Coloquei música, peguei copos e servimos o primeiro gole, brindando ao fim do semestre com boa energia e boa companhia. A gente falou sobre as provas e um problema que teve com um aluno. A música tocava e os copos esvaziavam rápido, o clima tava ficando cada vez mais quente. Eu já deixava eles me darem beijos no rosto e dançávamos bem coladinhos, esfregando nossos corpos. Fui no banheiro esvaziar a bexiga e aproveitei pra tirar a calça, ficando só de blusa. Quando saí pra sala, o Ignacio, que vinha da cozinha, me abraçou, apertou minha bunda e me beijou na boca. Eu abracei ele, acariciando as costas dele, apertando ele contra meu corpo. As mãos dele levantaram minha blusa, tiraram ela e me deixaram de calcinha e sutiã. Começou a tocar um funk e eu fiz uma dança excitante e ousada, me despi da minha roupa íntima. Aqueles dois, com olhar de tesão, sentados no sofá, ficaram... tocavam o pau deles já terminando o disco, me ajoelhei pra eles e, soltando o cinto, fui abaixando o zíper. Eles tiraram a calça me deixando acariciar os paus deles por cima da cueca, aqueles que queriam sair da prisão. Fui enfiando a mão pra pegar neles e tirar pra fora, deixando eu ver os tamanhos normais. Comecei a chupar eles, alternando por um bom tempo, depois levei eles pro quarto pra profanar. Eles terminaram de se despir, coloquei o Antonio de barriga pra cima e montei em cima dele, e o Samuel ficou na frente pra eu poder chupar o pau dele. E já no melhor momento, quando o Antonio tava me deixando à beira de um orgasmo, ouvi a porta bater e fiquei parada. Senti os passos se aproximando e me levantei rápido. Saí do quarto e me encontrei no corredor com meu marido, que estava chegando.
— Papi, o que cê tá fazendo aqui?
- Oi, gostosa, não é que eu tive que vir pegar uns projetos que ficaram no estúdio, porque o chefe quis ver o do trabalho anterior. E você… por que tá pelada? Pensei que tava comemorando com seus colegas da faculdade.
– Ai, papai, é que... espera, deixa eu te contar. Não vai ficar bravo comigo, hein. E como você sempre me encheu o saco querendo me ver fazendo love com dois caras, eu pensei muito e decidi...
- Como assim, Diana? Cê tá com alguém no quarto?
– Sim, papai, tenho companhia no quarto. E foi tudo pensando em te agradar, mas como não tava muito segura se conseguiria, resolvi experimentar, digerir, ver como me sentia. Não queria te dar um sim se talvez não fosse capaz de fazer.
— Mami, não me diga que você tá com dois homens na minha cama? — Fiquei olhando pra ele e balancei a cabeça confirmando o que tava rolando. — Pô, mulher, não acredito que você tá mesmo com dois caras na minha cama?
- Vem cá, te apresento eles se quiser.
Abri a porta do quarto e lá estavam os dois sentados na cama, pelados, porque a roupa deles tava na sala.
— Te apresento o Antonio e o Samuel, são dois professores da facul... Meu marido.
— Beleza.
Respondeu. Voltamos pra sala, notei ele tremendo, me aproximei por trás e coloquei minhas mãos na cintura dele.
— Papi, me desculpa, mas eu quis provar primeiro pra ver até onde eu ia conseguir ir. Me perdoa, se quiser eu paro com isso e mando eles irem embora. Papi, fiz por você.
Ela se vira pra me olhar e me diz.
– Ai, mami, não esperava por essa. É verdade que te pedi, mas te encontrar assim me deixou surpreso. É realmente desequilibrante, não sei como lidar com duas emoções opostas: te encontrar com DOIS caras na minha cama, algo que ainda não tava esperando ver.
— Vamos, papai, já que você tá aqui, o que tá feito tá feito. Se não quiser que eu faça, tudo bem.
– Não, é que não posso ficar. Você devia ter me falado e a gente teria planejado.
– sim, papai, me desculpa, mas é que eu não sabia se ia ser capaz.
– Bom, e como você se sente se está bem com seus amigos?
- Se a verdade for sim.
- Você gostou ou se sentiu mal?
- Nem tudo foi especial, acho que vamos dar um jeito e vou te satisfazer.
– Ajo, ok, tá bem, então eu tenho que ir levar os projetos.
Ele me deu um beijo na boca me abraçando, voltamos pro quarto e ele me convidou pra segui-lo. Me aproximei do Antonio, sentei no colo dele e o beijei, as mãos dele agarraram meus peitos e minha bunda. Depois me levantei e me deitei na cama, indiquei pro Samuel sentar do meu lado pra eu poder chupar a rola dele. E deixar o Antonio chupar minha bucetinha. Meu marido observava atentamente, se tocando por cima da calça. Nessa posição ficamos uns 10 minutos, deitei o Antonio de barriga pra cima e sentei em cima dele, colocando a rola na entrada da minha bucetinha, via meu marido me olhando enquanto eu aproveitava, e devagar enfiei a rola do Antonio. O Samuel se levantou na cama e aproximou a rola dele pra eu chupar. O David ficou mais 5 minutos, tinha que ir embora, nos deixando os três aproveitando uma tarde deliciosa que nunca vou esquecer.
Continuamos fodendo até eu gozar, trocando de posição. Deixei o Samuel deitado e sentei de costas pra ele, fazendo um 69, enquanto o Antonio se juntava pra eu chupar as picas dos dois. Depois, me movi, coloquei a pica do Samuel no meu rabo e, me mexendo, enfiei ela, soltando um gemido de satisfação. Me senti muito relaxada com o que tinha acabado de rolar. Felizmente, meu marido saiu perfeito pra mim, como eu mereço, assim posso aproveitar meus amigos quando der na telha. Virei pra olhar o Antonio, que nos observava se tocando a pica, e me toquei a bucetinha, dizendo pra ele.
– Vem, papai, mete essa pica aqui.
Ela montou em cima de mim e, com o pau dele posicionado, paramos um momento esperando que ele metesse pra eu curtir uma deliciosa e gostosa dupla penetração. Os dois se moviam, me enlouquecendo de prazer intenso, sentindo aqueles dois instrumentos de prazer. Quinze minutos de loucura inexplicável, onde me senti realizada, completa, toda uma mulher selvagem. Trocamos de posição e mandei o Samuel ir no banheiro lavar o pau. Quando ele voltou, o Antonio chupava minha bucetinha, me dando língua e dedando com uma loucura extrema. Paramos pra tomar uns goles de cerveja e continuar. De pé, montei no Samuel, com as mãos no pescoço dele, deixando ele me penetrar pela bucetinha, e o Antonio então me meteu por trás. Me balançando, eles me foderam por uns 15 minutos também. Deitamos na cama e seguimos: o Samuel deitado de barriga pra cima, montei nele, e o Antonio se acomodou atrás de mim, continuando por uns 10 minutos até eu gozar, enlouquecida de prazer, junto com o Antonio, que inundou meu cu com o esperma dele. Mas o Samuel continuou me comendo forte até explodir, gozando também, gemendo a plenos pulmões.
- Caralho, que buceta gostosa, não imaginei que ia terminar o dia tão bem, princesa, ainda mais com uma das alunas mais gatas da faculdade.
- Professor, não fode, tem umas minas muito gostosas.
— Não, sério, Dianita, você é uma das mais gostosas.
– Bom, profe, obrigado pelo elogio.
— Samuel, você tem toda razão. A Dianita é um anjo. Cheguei a pensar que a gente tinha se ferrado quando seu marido chegou. Não sabia o que fazer, além do fato de que a roupa estava na sala e você mora no quarto andar. Como pular?
—jejejeje não, profe, tudo suave, não rolou nada.
– Pois pelo visto seu marido não se importou de te encontrar assim, então acho que ele gostou mais do que ficou irritado, né?
- Isso parece, professor, não sei o que vai rolar quando eu voltar. É esperar e botar pra jogo o que aprendi na facul.
A gente tomou duas cervejas cada um e os professores foram embora porque tinham outros compromissos, e eu fiquei esperando meu marido chegar. Minha irmã Alicia trouxe a menina mais cedo que nos outros dias, porque hoje ela tinha programação com os amigos dela pra farrear. David chegou cedo pra mim, umas 7 da noite — eu pensei que ele ia demorar mais, mas por causa do que aconteceu, ele não ficou pra comemorar com os colegas. Deixamos a menina no quarto dela e nós dois nos trancamos no nosso.
David me encheu de perguntas sobre o que aconteceu e eu contei cada detalhe, como foi gostoso enquanto a gente transava, o que deixou ele com muito tesão. Senti ele tremer quando gozou, me abraçando com uma força tão grande que tive que cutucar a cintura dele com meus dedos pra ele me soltar e me deixar respirar. A gente descansou e eu já me acalmei, porque vi que a parada tinha sido aceita, o que me deu um alívio e tranquilidade. Deitei no peito dele e ele foi acariciando meu corpo, dando umas palmadas na minha bunda e coçando ela. Foi assim que terminou aquele dia emocionante, que por sorte eu consegui aproveitar com meus professores, me divertindo pra caralho.
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