Primeira vez que meu marido me viu

EEssa história aconteceu depois da primeira vez que meu marido me viu fazendo sexo com o Alejandro. Que foi a primeira vez que ele me viu transando com outro homem, a fantasia dele continuava me assediando toda vez que fazíamos amor, me perguntando se eu tinha feito sexo com outros homens. Uma sexta-feira, cheguei à tarde no escritório dele com vontade de irmos a um bar tomar uns drinks. Tinha tido uma semana muito agitada, já que tinha atendido cinco clientes da Aleida e o trabalho do escritório me mantinha em jornada dupla. Entrei no escritório e esperei alguns minutos, que foram aproveitados pelo chefe dele para me cumprimentar enquanto David terminava uma reunião. Javier era um moreno de uns 40 anos, meio gordinho e bem galinha e tarado, ele se dava bem com meu marido e imagino que era por minha causa. Em várias ocasiões ele esteve em casa e não perde a chance de flertar comigo, ou de repente me pegar pela cintura ou pelos ombros, da mesma forma que eu também o abraçava pela cintura e acariciava suas costas, mas eu não dou bola. Até teve um dia que estávamos tomando uns drinks em casa, tinha várias pessoas e, em várias ocasiões, eu me sentava ao lado dele, deixando ele me abraçar, recostando minhas costas em seu peito e até acariciava suas pernas com minhas mãos. Mas tudo era algo muito casual e de confiança. Até nos demos vários beijos na bochecha, sem me importar que as pessoas estivessem presentes. Embora eu imaginasse que ele devia saber algo sobre mim, na outra empresa de engenharia onde David trabalhou depois de ter se formado.
– Dianita linda, como você tá?
Ele se aproximou me olhando de cima a baixo com cara de predador, querendo me devorar toda, e se jogou em mim me dando um abraço forte e demorado, com um beijo na bochecha. Ficamos bem coladinhos e eu correspondi, abraçando ele também.
– E aí… Javi, como você tá, meu gostoso?
A gente continuou sem se soltar, eu com as mãos na cintura dele e ele com seus braços fortes, que eu acariciava enquanto conversávamos
– Meu amor aqui trabalhando pesado, já estamos saindo.
– E você, que milagre te ver por aqui? Linda.
– Vim buscar o David, vou levar ele antes que algum de vocês me passe na frente, quero tomar uns drinks. Você gostaria de vir com a gente? Vamos, anima, vem com a gente, eu te convido, adoraria ter você com a gente, gostoso lindo.

Dei um beijo na bochecha dela.
- Vamos dizer que sim, minha vida.
Minhas mãos puxaram seu corpo contra o meu e beijei sua outra bochecha novamente.
Abraçando ele, aproximando nossas cinturas.
- Humm, eu já tinha planos, mas seria imperdoável recusar seu convite, espera aí que eu termino e a gente se vê aqui em dez minutos. – Ok, te esperamos então.
Ele me deu outro beijo, entre a bochecha e o canto dos meus lábios. Me soltou, eu sorri e pisquei pra ele. E peguei sua mão, puxando ele de volta pra perto de mim.
– Não demora, meu bem, quero que a gente vá logo.
E voltei a dar um beijo na bochecha dela, ficando grudada por alguns segundos e acariciando a nuca dela.
- Te espero aqui, meu amor divino.
Entro no escritório. "Putz, que calor você me fez sentir" pensei. E me imaginei terminando a noite em seus braços, os dois pelados, fazendo amor.
Javi saiu primeiro, fiquei feliz ao vê-lo e me joguei para abraçá-lo, meus braços envolveram sua cintura e apertando-o contra meu corpo, dei outro beijo em sua bochecha e disse:
- Que delícia, papi, ter você hoje, você vai ver que não vai se arrepender, vai ser uma noite muito gostosa.
Nessa hora, o David apareceu
– Oi... papi, como você tá? – Oi mami, o Javi me contou que você tava nos esperando?
- Ai, hoje eu tava com uma vontade de tomar um drink, preciso assim, com ansiedade. - Hehehe, quem te ouvir vai pensar que você é uma alcoólatra.
Caminamos abraçada ao David e de mãos dadas com o Javi.
Tinha vários esperando o elevador, então tive que segurar a mão do Javi, que estava conversando com outro colega, senão ele teria ficado pra trás. Obviamente, teríamos esperado por ele lá embaixo. Mas eram 33 andares. Caminhamos pela sétima até a avenida 19, subimos meia quadra e entramos numa taberna. Foi ali que eu dei minha primeira vomitada em uma das mesas deles, já faz alguns anos. Que vergonha, naquela vez eu estava com colegas da universidade. E eu comentei sobre isso assim que entramos. Nos sentamos, eu com o David e o Javi na minha frente, pedimos chope grande, uma porção de carnes e meia garrafa de aguardente pra misturar nas cervejas. A bebedeira começou e a conversa se concentrou nas fofocas do escritório. Um pouco de política, várias piadas. Esportes, um pouco de tudo. A bebida foi acabando e pedimos outra rodada de cervejas. Fui a primeira a me levantar para ir ao banheiro, que ficava atrás de nós, e ao me virar vi o Javi olhando minha bunda; quando nossos olhares se cruzaram, piscei pra ele e mandei um beijo com o dedo. Ao voltar para a mesa, o Javi também tinha se levantado para ir ao banheiro. O David me convidou para dançar, fomos para a pista e ficamos quatro músicas de pura salsa. Voltamos porque o David também queria esvaziar a bexiga, então chamei o Javi e por acaso começou uma sequência de vallenatos, e ele, sem cerimônia nem hesitação, me agarrou com os braços, apertando-me contra seu corpo. Eu o abracei, colocando meus braços na altura da sua cintura e minhas mãos nas suas costas, que acariciava enquanto dançávamos, minha bochecha contra a dele.
—Nossa, gatinha linda, como eu gosto de você, mulher. Pra mim você é uma deusa, nem imagina a inveja que eu tenho do David. Eu gosto dele, gosto muito do safado. Mas eu invejo ele de verdade. Adoraria ser seu amante secreto.
Fiquei olhando pra ele, pensando, e falei em voz alta:
- “E por que não?”
Eu ia te dar um beijo, mas segurei com meu dedo.
– Aqui não, boneco!
Virei pra ver se o David já tinha saído do banheiro e não vi ele por ali.
– Poxa, Dianita, desculpa, mas eu me empolguei de te ter tão pertinho assim.
Eu sorri e olhei fixamente para ele. - Não se preocupa, papacito gostoso, mantém a calma que o desejo é mútuo.
- Vem, vamos praquele lado escuro da pista.
Agarrei a cabeça dele e beijei a boca por alguns segundos, me afastei e disse:
- Eu também... adoraria ser sua amante secreta.
Voltei a beijá-lo e, olhando de novo, não vimos David. Voltamos a nos beijar e dessa vez durou bastante, sentindo sua língua explorando minha boca. Paramos, e ele ficou me olhando com um sorriso de orelha a orelha. Continuamos dançando bem coladinhos, e senti o pau dele endurecendo aos poucos. O que senti me agradou tanto que baixei minha mão até a calça dele, confirmando o que estava sentindo. Olhei pra ele, abrindo meus olhos e soltando um "Uauuu" em sinal de admiração.
- Ai, gostosa, como eu queria te pegar de beijos.
Voltei a olhar para ver onde o David estava e não o víamos. Ríamos com malícia e voltamos a nos beijar, minha mão acariciava o pau dele por cima da calça, as mãos dele no meu bumbum, a escuridão da pista era nossa cúmplice. Dançamos mais duas músicas no meio do agito, agito e fomos para a mesa. Me sentei ao lado dele. David voltou para a mesa.
– Onde você estava? Perguntei. – Fui ao banheiro e depois saí pra fumar um cigarro.
Ela se sentou na nossa frente, eu estava seca e tomei um bom gole da cerveja, assim como o Javi. Em um momento, peguei a mão do Javi e coloquei na minha perna, queria que ele me acariciasse. Abri minhas pernas, naquele dia eu estava usando uma calça preta. Continuamos conversando e voltamos a dançar com o David, a primeira foi um bolero, o que nos fez dançar bem coladinhos e soltei as pernas de uma vez para poder transar com o Javi naquela noite.
– Querida, sabe uma coisa? – O que será, gata? – Já estávamos com uns tragos na cabeça, o que facilitou a conversa. – Eu só quero que você não fique chateada com o que vou dizer, mas como você continuou com sua fantasia de me ver fazendo amor com outro homem, bom, eu já tenho com quem realizar sua fantasia. – Sério, gata, você já tem alguém?
--Se bebe, já tenho o candidato perfeito. – Conta pra mim, e você já tem feito amor com ele? - Sim, meu bebe, já me deitei com ele várias vezes. – E por que não tinha me contado, mami? Você sabe que eu gosto de saber dessas coisas, e dá pra saber quem é, algum conhecido? - Claro que você conhece, papi. É o Javi. – Javi, mami, mas como você pensa nisso, ele é meu chefe. – Sim, e daí? Pra mim é só mais um homem, além do mais eu adoro esse cara, ele está uma delícia.
E me aproximei do ouvido dela e sussurrei.
- Além disso, ele tem um pauzão. – Mas, mami, você podia ter arrumado outro homem. O Javi é meu chefe, meu amigo, e isso complica minha vida. – E por que vai complicar? Não seja bobinho. – E na verdade você já transou com ele. – Sim, já fizemos. Então relaxa, porque o que foi feito, tá feito, e eu adorei.
Mande a mão no calção dele e a pica já estava dura.
– Hum, mas olha só, pode até ser seu amigo, mas você gosta de saber que eu fico com ele, NÉ?
Nós nos beijamos. Enquanto isso, eu ia falando pra ela.
– E eu quero fazer isso com ele hoje à noite, você gostaria de nos ver ou continuo fazendo escondido, o que você acha? – Eu não tocaria que vocês façam, mas que ele não descubra que eu, melhor dizendo, eu teria que me esconder enquanto isso. – Como quiser, papi, mas como a gente faz? – Vamos continuar bebendo, eu finjo que fiquei bêbado, me levam pra casa, me deitam e aí você desce pra fazer amor com ele. – Me parece perfeito, papi.
Beijei ele, meu corpo tremia de emoção, o disco terminou e fomos para a mesa. Seguimos normalmente, conversando um pouco, David levantou para ir ao banheiro e eu disse para o Javi: "Vem me acompanhar, vamos fumar lá fora". Ao sair, não sabia porque meu corpo estava tremendo tanto, se era o frio ou a emoção de começar o que mais tarde me daria tantas satisfações. Abracei ele e, olhando nos seus olhos, nos beijamos por vários minutos, as mãos dele apertando minha bunda.
-Mamãe, quero fazer amor com você. - Eu também, gata, então me ajuda a embebedar o David e a gente vai pra casa. – E a gente faz na sua casa? - Sim, aproveitamos que ele vai dormir e os dois descemos pra sala, a gente se despe e você me come bem gostoso. - Pronto, gatinha, vem, vamos entrar.
David, sem que percebêssemos, tinha nos visto quando estávamos nos beijando, e com isso ficou convencido da minha mentirinha. Ficamos mais uma hora e David começou a agir. Então servi a ele outro gole de aguardente – nós não estávamos bebendo destilado, só cerveja e bem devagar. Naquela época, o aguardente não tinha tampa de segurança, e David tinha trocado a garrafa de aguardente por uma de água que envasou numa garrafa vazia de aguardente. Só fui descobrir isso depois em casa. Claro, nós pensando que ele estava bebendo cachaça e era só água. Saímos com o bêbadinho e esperamos um táxi que pediram. Chegou, entramos os três no banco de trás, eu no meio dos dois. David depois de um tempo fingiu que estava dormindo, e o Javi aproveitou para enfiar as mãos por baixo da minha saia e me beijar. Chegamos e o levamos para o quarto, deitando ele na cama enquanto ele fingia estar pesado.
– Me espera aí embaixo que já te alcanço.
Javi gozando.
– Beleza, papai, já tô descendo.
Pego a garrafa de cachaça que eu tinha na bolsa, dei um gole, tirei ela e fiquei de pé pra pegar um moletom pra descer pela varanda e nos espiar. Tirei a jaqueta, a saia, a blusa e peguei um conjunto novo de lingerie que o David tinha me comprado.
– Quer que eu bote esse aqui?
Olhei para ele abrindo os olhos e mexendo minhas sobrancelhas rapidamente.
– Acho ótimo para estrear ele hoje. – Nossa, gata, esse fica perfeito em você.
Coloquei e me pus na frente do armário. O sutiã eram dois triângulos pequenos que mal cobriam meus mamilos, deixando a redondez dos meus peitos à mostra, presos por cordões finos. Assim como a calcinha, que tinha que ser usada com a bucetinha depilada, com tiras segurando e deixando toda minha bunda à mostra. David se aproximou por trás e me abraçou, beijando minha nuca.
– E agora, o que mais eu coloco? – Nada… só desce assim mesmo, você vai deixar ele maluco quando ele te vir.
– Você acha? – Com certeza.
Passei um pouco de fragrância de morango. Coloquei um colar de pedras vermelhas, meia-calça rendada com liga e uns sapatos vermelhos de plataforma, me olhei no espelho.
– E aí, como você me vê? – Você está divina, só olha como você me deixou.
Me mostrando seu pau duro.
No armário eu tinha uma garrafa de rum, peguei pra descer e duas taças.
– Beleza, papai, vou dar o fora.
Nos beijamos e quando saí para caminar, meu corpo tremia de emoção. Eu tinha sentido o pau dele e fiquei com vontade de chupar.
- Se divirta, gostosinha.
Virei para olhar para ele e sorri como uma garota pronta para fazer sua travessura, desci rapidamente.
Caminhei até a escada, parei por alguns segundos, apaguei a luz e devo ter seguido para o terraço para descer pela escada do pátio.
Ao entrar na sala, Javi já estava pelado. Quando o vi, fiquei tão surpresa que quase derrubei a garrafa de rum que carregava. Ele me encarou com aquele olhar cheio de luxúria e desejo. Me aproximei, sorrindo, deixei a garrafa e os copos na mesa de centro e, ajoelhando-me no sofá, montando nele, nos beijamos. Peguei no pau dele e comecei a acariciar.
–- Gostosa, mas que linda você é, só de imaginar já me deixou de pau duro e agora te vendo assim vai explodir.
Minha língua percorreu seu peito lambendo-o. Continuei descendo até chegar nela, com minhas duas mãos a acariciava. E olhando para ela por alguns segundos, lambi-a da raiz até a glande.
- Nossa, mas que grossa que você tem, papacito. – Gostou, gostosa? Gosta do meu pau? - Adoro, meu amor, adoro, que coisa tão gostosa.
Abri os olhos e deixei bem claro pra ele.
– Então ela é toda sua, aqui está para seu prazer, faça o que quiser com ela.
Continuei chupando ele, segurando a ponta com minha mão. Naquela hora, o David já devia estar nos observando do pátio, me posicionei pra ele não perder nenhum detalhe de como eu chupava o pau do chefe dele. Alguns minutos depois mudamos de posição, deitando ele de costas no sofá, me coloquei de frente entre as pernas dele e continuei mamando o pau dele, enfiando até o fundo, movendo minha cabeça com ele dentro, tirava da boca e com a língua voltava e percorria o tronco devagar, deixando minha boca na cabeça do pau dele dando leves chupadas, tinha que abrir bem a boca pra enfiar ele todinho. Depois voltava e tirava da boca e percorria o tronco com meus lábios deixando o David me ver fazendo isso, movia minha língua em volta da cabeça do pau dele, e enfiava o máximo que conseguia como uma serpente vil engolindo sua presa. Fiquei assim por uns 30 minutos, não tinha pressa, tinha todo o tempo do mundo pra aproveitar esse banquete tão delicioso.
– Javi, você tem uma pica deliciosa. – Mamita, quando você quiser, minha pica está disponível para te deixar gostosa na sua bucetinha saborosa.
Me aproximei e subi em cima do corpo dele, nos beijando apaixonadamente.
– Eu adoraria, papi.
Enfia seu pau entre minhas pernas, apertando forte, enquanto me movo. Enfiei minhas mãos pela cintura dele, abraçando-o, me mexendo sobre seu corpo. Suas mãos soltaram meu sutiã, deixando meus peitos ao ar livre, que eu agarrei e aproximei da boca dele para que chupasse. Suas pernas me abraçaram, me apertando contra ele. Nós dois estávamos muito quentes, excitados ao máximo. Me levantei e ofereci um gole de rum, coloquei música, comecei a dançar para ele de forma muito sugestiva. Uma dança que domino perfeitamente, tirei minha calcinha e joguei na cara dele, continuei dançando passando minhas mãos por todo meu corpo, comecei a me acariciar, tocando meus peitos com a outra mão. Me aproximei dele, inclinei-o e o fiz sentar, para mamar seu pau por alguns segundos. Abrindo minhas pernas, virei para olhar em direção à varanda, imaginando David me vendo aproveitar, fazendo o que mais gosto. Colocar chifres nele. Montei em cima dele, colocando seu pau na minha bucetinha e fui descendo pelo seu tronco, que foi me enchendo, me deleitando com o atrito nos meus lábios vaginais. Meus pés se apoiavam nas pernas dele, com os joelhos dobrados ao seu redor.
– Ah, filho da puta, que delícia, papi.
Eu me movia em círculos, sentindo ela toda dentro de mim.
– Que delícia, gostosa, sentir você, ou se mexer assim, gostosa, me deixa louco.
E então comecei a pular sentindo ele dentro de mim, me arrancando gemidos de prazer extremo, parando por momentos para me mover lentamente pelo tronco dele levantando minha bunda, e depois acelerando meus movimentos de novo.
Meus gemidos já altos e intensos ecoavam por toda a casa. Fiz ele rolar o corpo para conseguir apoiar meus pés no chão e cavalgá-lo melhor. E então, rapidamente, um orgasmo me atingiu; parei por alguns segundos, deitando-me sobre ele, me agarrando forte, enquanto eu segurava sua cabeça, trocando beijos molhados. Minha respiração estava pesada, meu sangue entrava e saía do coração num ritmo acelerado. Tirei ele de mim e, me virando, fiquei chupando seu pau enquanto colocava minha bucetinha na boca dele. Olhava em direção à varanda e lambia ele todinho.
- Essa sua pica, papi, me mata de tesão.
Enfiando ela o máximo que podia, descia pelo seu tronco com meus lábios e com minha mão direita a segurava, descia até suas bolas para pegá-las e chupá-las, coisa de 10 minutos para depois mudar de posição, levantei ele e me sentei abrindo minhas pernas bem abertas, me dedei minha bucetinha.
- Vamos, papai, quero seu pau de novo dentro de mim. – Seus desejos são ordens, putinha safada.
Montando em cima de mim, ele me penetrou com selvageria, sem piedade. Minha buceta já estava super dilatada, ele me comendo sem parar por vários minutos, me levando a sentir sensações prazerosas. Eu tinha à minha frente a janela da varanda e olhava para ela sabendo que meu adorado marido estava lá nos observando. Escondido pelas cortinas, e isso me excitava ainda mais, complementando meu prazer. Foram quase 30 minutos de ele me foder, o Javi estava super excitado e sua respiração estava ofegante. Eu gozei com ele dentro de mim, encharcando minha xota completamente. Paramos e ele se levantou sentando, eu me sentei ao lado dele e desci para chupá-lo por 5 minutos, depois sentei de costas para ele e enfiei de novo, ele agarrava meus peitos apertando-os, seu pau entrava e saía de mim me bombando, me levando ao êxtase novamente em dez minutos, e eu continuava olhando para a janela mostrando com minhas caretas o quão gostoso estava sendo para meu marido, que não devia estar perdendo um único detalhe.
– Você me deixa louca, gostoso, que pau delícia você tem, continua assim, me dá mais. Ah, que gostoso, vamos, essa sim é uma rola de verdade, delícia. Ah, eu amo, você me mata de prazer, vamos, me fode, eu quero mais.
Isso fez o Javi aumentar o ritmo e, em segundos, os dois começamos a sentir que estávamos gozando. Os gritos de prazer ecoavam pela casa toda. Nos derramando num mar de fluidos, naquele momento o Javi esqueceu que o David devia estar lá em cima dormindo, porque não se importou de soltar seus gemidos ao gozar dentro de mim. Tirei o pau dele e, ajoelhando-me na frente dele, voltei a chupar com paixão, como agradecendo por quão gostoso tinha sido.
Servi duas taças de rum e, tomando o meu de uma vez, entrei de ré, fazendo-me tremer sentindo ele bem forte.
– Nossa, gostosa, você me mata, meu amor, que delícia foi isso.
Ela se levantou e, olhando para cima, perguntou.
- Será que ele acordou com essa barulheira? - Nada! Ele tá apagado, pode ficar tranquila, podemos até tomar mais um. – Por mim quantos você quiser, dianita. Aqui eu tenho esse pau pra te dar o que seu marido não te dá. – Prontinho, papacito, adoro isso, agora a gente toma outro bem gostoso.
Levantei e fui até a cozinha atrás de água, com um pano absorvente limpei minha bucetinha, enchi dois copos e levei para a sala. Deixando-os na mesa de centro, subi no sofá, abri minhas pernas e encaixei minha bucetinha no rosto dele, que começou a chupar e enfiar a língua, percorrendo desde meu traseiro. Ficamos assim por vários minutos até que gozei de novo em dois jorros que melaram todo o rosto dele. Nós nos levantamos, ele foi ao banheiro esvaziar a bexiga e se limpar. Eu tomei outro gole e mais meio copo de água. Quando voltou, seu pau estava mole e balançando ao caminhar. Coloquei música, lembrei de um baseado que tinha na mesinha de cabeceira e fui buscar. Ao entrar no quarto, David também entrava pela varanda e se atirou sobre mim, me empurrando na cama e beijando meus lábios vaginais com uma fogo que nunca tinha visto nele. Ele se levantou e, me penetrando de uma vez, me fodeu por uns 5 minutos. Nos beijamos como loucos, cheios de tesão.
– Que loucura, mulher, eu estava a mil te vendo foder, que loucura.
– Ah, bom, já tá… me deixa, para aí que eu quero voltar com o Javi, papi.

Levantei e peguei o beck, acendi e dei uma tragada. Deixei ele deitado. Cheguei perto do Javi e me sentei ao lado dele. Dei outro gole no rum e terminei o cigarro.
– Vem, meu amor, vamos subir para o quarto de hóspedes. A gente se levanta, apaga as luzes, o equipamento e sobe. Entramos deixando a porta aberta caso o David quisesse continuar nos vendo, já deve estar ficando frio lá no jardim. Acendemos as luzes e deitamos para nos beijar, enquanto eu acariciava o pau dele que foi crescendo na minha mão. Desci para chupar ele de novo.
- Você gosta de chupar, gata. – Eu adoro, papi, e mais ainda sendo assim grossona, uma delícia...
Eu subi em cima dele. E segurando o pau, coloquei na minha bucetinha e comecei a cavalgar no tronco dele, sentindo ele, transando por quase 30 minutos. Mudamos de posição, eu me levantei e peguei um óleo do armário, passei na minha bunda, enfiando meus dedos e perfurando meu cu, e também passei no pau dele. Ele ficou me olhando.
– Quer que eu enfie no seu cuzinho? – Quero sim, papi, e você quer? – Claro que quero.
Me posicionei na frente dele, deitados de lado, agarrei seu pau, coloquei na entrada e ele começou a enfiar suavemente, deixando dentro por alguns segundos de dor prazerosa que já não me parecia tão dolorosa, mas sim algo delicioso de sentir, pois depois vinha o melhor de tudo: seu pau entrando e saindo com força, com tudo do meu traseiro dilatado. Uma sensação que eu não podia deixar passar. Mais de 45 minutos me perfurando, me fodendo, arrombando minha bunda, levando-me a três orgasmos durante seu trabalho selvagem de prazer. Os gritos e gemidos estavam altos de novo, mas não nos importávamos, continuávamos fodendo como loucos, sem medo de nada. Até explodirmos os dois em um êxtase profundo, suando como se tivéssemos acabado de sair do banho. Eu, com uma felicidade imensa, não trocaria por nada aquele momento tão prazeroso. Seu pau ficou dentro de mim, ereto, sem baixar a guarda, e continuei me mexendo, sentindo ele, e voltamos a foder por um longo tempo, outro orgasmo estava vindo, deleitando minhas sensações. Já paramos e nos abraçamos por alguns segundos, nossos corpos respirando acelerados. Nos levantamos e fomos ao banho tomar um banho e nos refrescar. Sem parar de nos acariciar e beijar, saímos brincando, nos tocando e rindo como dois apaixonados, mais um gole duplo de rum.
- Ah, estou feliz, meu amor, que pau gostoso você tem, me deixa louca... – Hehehe, mamacita, você é fácil, ainda tem mais energia...
Olhei pra ela com cara de interrogação e perguntei.
- Quer mais um? - Gostosa, pra isso eu vim, pra te comer a noite toda.
Minha cara de felicidade era evidente. Mas estávamos com sede e desci para pegar água. Descansamos e logo começamos de novo.
– Vem aqui, gostoso, ajoelha.
Me abaixei e comecei a chupar ele por baixo, enfiando minha língua no seu cu, que lambi por um bom tempo, já que ele tinha limpado muito bem no banho. O pau dele foi ficando duro, e eu fui chupando suas bolas enquanto continuava com minha língua percorrendo o tronco dele. Depois me levantei e, sentando na frente dele, coloquei o pau dele entre meus peitos e fiz um delicioso boquete russo. Por alguns minutos, e depois continuei chupando ele por mais um bom tempo. Ele me pegou, me colocou de costas, abriu minhas pernas e me penetrou na minha bucetinha. Por uns 10 minutos, e então eu disse.
– Me enfia de novo no meu cu. Tirei e ele meteu sem parar, mas devagar, e aí sim a gente demorou, ele me dando rola sem parar. Terminamos quase às 5 da manhã, já estávamos há 5 horas fodendo. Meu marido tinha dormido faz tempo, mas a gente continuou fazendo amor até cair no sono no quarto. Acordamos ao meio-dia, nos beijando, me levantei pra ver onde o David estava, encontrei ele no quarto vendo televisão.
– Oi, bom dia, papi. – Oi, mami, como você tá? – Feliz! Que noite, o Javi que aguenta, hein? Amo seu chefe. A gente riu demais.
- Bom, agora fica aí quietinho que ele deve estar se arrumando. A gente se vê mais tarde.
Dei um beijo e fui até onde o Javi estava. Ele estava tomando banho e eu entrei no banheiro.
- O David ainda tá dormindo.
Falando baixinho.
– Será que ela não levantou ainda? – Não, acho que não, ela teria nos pego na cama. Ela se arrumou e descemos. – Quando a gente se vê, mamacita, e a gente continua. – Deixa eu organizar uma tarde no escritório e a gente se encontra. – Ok, tô esperando sua ligação.
A gente se despediu com um abraço forte e um beijo. Naquela semana não conseguimos nos ver porque teve bastante trabalho no escritório e eu fiquei até tarde vários dias. Trabalhei até sábado e, aproveitando que David foi para Tunja, pudemos ficar o dia todo em casa. Como ele chegou às 10 da manhã e foi embora por volta das 7, antes de David chegar, passamos outra tarde de sexo e prazer extraordinário. E assim foram muitas as vezes que nos vimos durante um semestre, até o acompanhei numa viagem que ele precisou fazer para Bucaramanga. Pedi permissão no escritório e fomos por quatro dias. Para David, só deixei um aviso sobre a viagem, uma nota dizendo que eu estaria com o Javi naqueles dias e pronto. Não o vi mais desde um dia em que estávamos juntos num bar. Um dos chefes dele chegou e nos encontrou dançando bem agarrados, no meio do serviço de troca de saliva, devorando nossas línguas, acompanhado por dois amigos. O chefe dele sabia quem eu era, pois já tinha estado em encontros sociais com David, e acabei indo embora com o chefe dele, o que não agradou nem um pouco o Javi. Mas isso é outra história, que contarei com todos os detalhes em outra narrativa.

0 comentários - Primeira vez que meu marido me viu