Minhas Memórias 3

Olá, queridos leitores, boa tarde! Hoje quero continuar com o terceiro relato das minhas memórias.
 
Desculpe, não posso realizar esta tradução.As festas de fim de ano continuaram e, em casa, o Natal era celebrado todo ano. Minhas irmãs mais velhas já estavam todas com seus namorados. Depois de ficar com o Dom Augusto, eu nunca mais arrumei namorado na cidade; todos os jovens do lugar me pareciam uns idiotas. Então, eu andava sozinha, o que me dava mais liberdade, e, apesar de vários caras me elogiarem com seus cantadas, eu não dava bola pra nenhum. No dia seguinte, a Amanda me disse:
—Qual priminha vamos buscar diversão? —pronto, primos, bora pro hotel ver o que a gente encontra.
Risadas. E aí a gente se arrumou e avisou que ia pro hotel. Saímos no caminho, nos distraímos olhando as vitrines e compramos um sorvete cada uma. Quando passamos por um daqueles lugares onde o povo se reúne pra beber e as mesas ficam na calçada, dois cavalheiros ficaram nos encarando como se estivessem bobos ou idiotizados. Que é a mesma coisa, com certeza nos seguiram, mas a gente nem percebeu. Só fomos encontrar eles no hotel, quando estávamos na piscina. Eu já tava sentada numa das espreguiçadeiras passando protetor solar quando a Amanda me diz:
— Olha quem tá por aqui?
Aí eu virei de mansinho pra olhar e vi eles, estavam entrando na piscina de bermuda e chinelo, o que já entregava que eram da capital. Quando passaram na nossa frente, um deles virou pra me olhar e deu uma cotovelada no amigo, devia ter falado alguma coisa porque os dois viraram pra nos encarar. Os caras não eram feios, eu chutei que tinham uns trinta e poucos anos. E pelo visto estavam sozinhos. Troquei um olhar com a Amanda e falei:
—Parece que tão sozinhos, cê acha o quê?
—Parece que sim, priminha.
Continuamos torrando nossos corpos depois de um tempo. Percebi que outro cara que estava com a mulher dele não parava de olhar pra gente. Dois moleques de 10 e 12 anos eram os filhos deles. A Amanda já tinha sacado isso há um tempão, os dois estavam trocando olhares e eu nem tinha notado. Quando fui contar pra ela, ela me disse
— E por que você acha que ele tá olhando, se eu já tô flertando com ele faz tempo, essa aí é uma gostosa. Risadas. —Mas ele tá com a mulher.
—Deixa disso e você vai ver. Se ela retribuiu meus flertes, é presa fácil. Aí o garçom passou e pedimos duas cervejas. Quando ele trouxe e eu fui pagar, ele se afastou, aí perguntei:
—Ei, espera aí que eu te pago.
Levantando da cadeira, mas ele me disse:
— Não se preocupem, já estão pagas.
—Sim, e isso por conta de quem?
—Pelos cavalheiros que estão na mesa do fundo.
Virei pra olhar e lá estavam os puteiros da avenida, que ao me verem olhando pra eles, levantaram suas cervejas e brindaram. Eu também levantei a minha e, com um sorriso, agradeci. Amanda estava com o sol na cara, então não conseguia enxergar direito. Sentei de novo, esticando os braços para trás, quando vejo eles se aproximando. Minha prima, deitada e tudo, também viu que eles vinham.
— Priminha, urubus no ataque, ela me disse.
Eu ri e fiquei olhando eles caminharem se aproximando. Eles nos cumprimentaram.
—Boa tarde, gatinhas. Pelo que vejo, vocês estão sozinhas, e a gente tava se perguntando se esses humildes servidores aqui poderiam fazer companhia pra vocês por um tempinho.
Eu, com meu sorriso de orelha a orelha e meus olhos delatores, disse pra eles:
— Claro, e muito obrigado pela cerveja.
— Não precisa agradecer, se quiser mais é só me avisar.
A Amanda também, com um sorrisão, cumprimentou ele. Daí a pouco já tinham perguntado de onde a gente era, o que a gente fazia. Nessa hora, passou pela piscina a administradora do hotel e cumprimentou os dois cavalheiros, perguntando pra eles:
—Muito boa tarde, como vocês estão, bem?
—Boa tarde. Sim, senhora, respondeu um.
—Ha, e vejo que vocês estão muito bem acompanhados pelo que vejo, já se conhecem.
—Já nos apresentamos.
— Muito bem, meninas, uma tarde feliz pra vocês. Continuem curtindo o hotel. E ele piscou o olho pra mim.
— Valeu, dona Elvira
Respondi com um sorriso. Acho que isso deu confiança pros caras. Eles sentaram do lado de cada uma de nós. Daí um tempo veio o garçom e os caras perguntaram se a gente queria comer alguma coisa, aí minha prima pediu um ceviche de camarão que eles fazem muito gostoso. Eu ia pedir um pacote de batata, mas quando vi o da minha prima, pedi igual. Depois a gente entrou na piscina pra brincar um pouco e continuar se conhecendo. Os dois trabalham na prefeitura de Bogotá e estavam na cidade desde quinta-feira. Um deles já tinha me visto no hotel no dia que chegaram e desde aquele dia eu fiquei a fim dele, mas ele não tinha me visto de novo. Os caras já estavam pegando confiança e, no meio das brincadeiras na piscina, eles levantavam a gente e afundavam, e a gente deixava. Numa das vezes que ele me levantou, minha mão roçou na bermuda dele e eu percebi a ereção, senti bem durinha. Aí me virei pra ele e falei: "Nossa!
— Acho que você não vai conseguir sair da piscina.
Ao ouvir isso, todos nós rimos, porque ele fez cara pro amigo dele como se eu tivesse passado a mão nela. Aí a Amanda chegou perto da gente e, apalpando ele, passou a mão no pacote dele e confirmou o que foi dito.
— Nossa, quando você for sair, vai demorar só um pouquinho.
Todo mundo caiu na risada. E aí, depois desse momento, elas se aproximaram da gente e chamaram pra ir no quarto delas, que lá a gente ia ficar mais à vontade.
— Ok, vamos.
Eu falei. Aí a gente parou de brincar um pouco. E assim nosso amigo conseguiu baixar aquele tesão. Fomos pro quarto dele e pelo corredor vinha dona Elvira conversando com uma das empregadas, ela trazia uns abajures do depósito e quando passou do nosso lado sorriu pra gente bem educada. Entramos no quarto, o ar-condicionado tava ligado, então o quarto tava congelando. Com a Amanda, a gente entrou no banheiro pra tomar banho e passou nossas essências pra ficar cheirosinhas e gostosas, colocamos as toalhas e saímos. Na hora, o Alejandro entrou no banho, deixando a gente com o Ramiro. Minha toalha mal me cobria, deixando minhas partes íntimas à mostra. Tirei ela, deixando o Ramiro me olhar toda pelada. Sequei meu cabelo e a Amanda pegou três cervejas na geladeira. O Ramiro sentado numa poltrona olhava pra nós duas sem desviar o olhar. Quando o Alejo saiu e me viu pelada, na hora deu pra ver pela bermuda que o pau dele tava ficando duro. Aí a Amanda também tirou a toalha e, pegando o Ramiro, chamou ele pra entrar no banheiro.
—E se apressa que aqui a gente espera por ele.
Pega outra cerveja pra brindar com o Alejo e mandar um salve pra ele.
—Bom, você não vai tirar o short.
Amanda se aproximou da gente e, pegando ele por trás, enfiou as mãos no elástico e puxou a calça dele pra baixo. Deixando à mostra o pau carnudo dele. Ele levantou os pés, deixando a calça caída no chão, e nós levamos ele pra cama. Subimos e deitamos ele de barriga pra cima entre nós duas, começamos a acariciar o peito dele, beijando os mamilos, e eu peguei no pau dele. Fiz uma punheta suave nele. Amanda beijava ele na boca. Depois fui eu que beijei ele, esperando o Ramiro, que quando saiu do banheiro ficou nos olhando, perplexo. Eu, ao vê-lo, levantei a mão e com os dedos fiz sinal pra ele vir. Ele se aproximou de mim e, quando chegou na beira da cama, eu me sentei pra abraçar ele, e a gente se olhava nos olhos suavemente. Me aproximei pra beijar a boca dele bem de leve, dando uns mordiscos nos lábios dele. Ele me abraçou, me levantou e me colocou de barriga pra cima, se abaixou e começou a lamber minha bucetinha. Coloquei minhas pernas nas costas dele e com as mãos agarrei o cabelo dele, apertando ele contra mim, fazendo ele enfiar a língua bem fundo. Amanda já tava dando uma boa mamada no pau do Alejo. Assim a gente ficou uns minutos. E aí trocamos: Ramiro ficou de barriga pra cima e, como ele tava do lado da Amanda, ela se aproximou do pau dele e chupou por um tempinho, enquanto eu me ajeitava pra chupar também. Depois ela montou em cima do Alejo e com a mão dela guiou o pau dele pra dentro da bucetinha dela, deixando escorregar pelo tronco dele. Os gritos da Amanda começaram a ecoar pelo quarto todo. Enquanto eu chupava o pau do Ramiro, via o do Alejo sumir no corpo da minha prima. Ramiro começou a falar putaria. Ele me dizia:
—Ô gatinha, que delícia, você vai me matar com essa boca, vai fundo, gostosa, aproveita, dá pra ver que você adora chupar uma rola.
Eu olhava pra ele com olhos de luxúria, de pura safadeza. Ele metia até o fundo, lambia, descia pra chupar as bolas dele, adorava fazer aquilo. Depois me levantei, montei nele e de uma vez enfiei o pau dele, e aí eu também comecei a gemer tudo que tava sentindo. Foram uns 20 minutos de puro prazer, orgasmo atrás de orgasmo, vinham das duas, não dava um segundo de silêncio. Amanda parou, e eu ainda tava gozando. Terminei e ela fez sinal pra trocar de parceiro. Então me levantei e montei no Alejo, coloquei o pau dele na frente da minha buceta e me deitei pra trás, com a mão aproximando, mas sem meter. Só deixava a cabecinha entrar, mas como eu tava dobrada, escapava. Até que me endireitei e aí sim meti tudo. Amanda já tava há um tempão fodendo com o Ramiro. Subia e descia a bunda deslizando no tronco dele. Depois os dois nos levantaram e deitaram a gente de barriga pra cima, levantaram nossas pernas e nos penetraram de novo. Assim ficamos uns 20 minutos, mais ou menos. Em seguida, ficamos de quatro, e o Ramiro voltou a me foder, enquanto o Alejo pegava a Amanda. Mais uns 15 minutos, e o Alejo encheu a buceta da Amanda de porra. E dois minutos depois, o Ramiro fez o mesmo comigo. Terminamos, vestimos nossos biquínis. Discutimos o preço da foda, mas como eles não tinham mais, a gente se contentou com 30 mil pra cada. E saímos de novo pra piscina. Encontramos minha outra tia, a Sandra, a de Cali, que tava com as filhas dela, trouxe elas pra piscina. Elas têm só 10 e 12 anos. Sentamos na mesa dela e, como a gente tinha esvaziado a geladeira do quarto, trouxemos o rum que tinha e ficamos bebendo.
— Pensei que vocês estavam aqui?
Pergunto pra minha tia.
—Não, se a gente tava aqui, tia.
— Mas a gente tá aqui há um tempão e não tinha visto elas?
—Não é que a gente tava no bar. Falei pra ela. E a Amanda cai na risada.
— Ah, não tia, a gente tava com dois caras no quarto dela. Minha tia dá um sorrisinho.
—Pois é, e como é que foi com elas?
—Muito bem tia, a gente se divertiu pra caralho, a Amanda que conta.
— E cadê os senhores?
A tia pergunta.
—Não, ficaram no quarto chorando que a gente deixou eles sem um puto e a gente trouxe a cachaça.
Risadas entre todas. De repente, minha tia faz sinal de silêncio com o dedo. O marido dela chegou e a gente cumprimentou ele, decidimos ficar por lá com eles, curtindo e brincando com as meninas. Na piscina. Chegou a hora do jantar, umas 7 horas, e a gente ficou no bar. Tava lá quando vimos aquele cara casado que de manhã ficava olhando pra gente, caminhando sozinho fumando um cigarro. Que pena. Aí vimos o Ramiro e o Alejo, e minha prima foi falar com eles pedindo a chave do quarto, mas eles não tinham porque deixaram na recepção. Então ela me disse pra irmos pro quarto. Entramos, o quarto já tava arrumado. Saímos e fomos procurar aquele cara. A Amanda me falou: "Aqui a gente pode tirar uma boa grana, espera e vê." "Me espera no quarto." E então ela encontrou ele bem disfarçado, como se fosse por acaso, pra ele não desconfiar de nada, usando todos os atributos dela pra dar em cima descaradamente. Quando virei pra olhar, ele tava acariciando o queixo dela. Com aquilo, fui pro quarto esperar eles. Até me despi, mas não vesti o short nem a blusa de novo. Isso sem o biquíni, porque tava encharcado. Ou seja, tava sem calcinha nem nada. Eles chegaram e entraram. Ele me viu e sorriu. Aí a Amanda falou pra ele.
—Só a minha prima tá aqui e ela pode ir com a gente.
Não, esse cara eu acho que não acreditava, tava super nervoso, isso ele nunca imaginaria. Nós duas chegamos perto e, acariciando a calça dele, localizamos o pau dele, que já tava começando a ficar duro. Amanda soltou o cinto dele, e eu desabotoei a calça, deixando ela escorrer pelas pernas dele. Aí sim, eu já me despi, deixando ele ver meu corpo nu. E levei ele pra cama enquanto Amanda se despia. Ele tirou a Lacoste que tava usando, e nós duas chupamos o pau dele por um tempinho curto, já que ele não podia demorar por causa da esposa, que talvez já estivesse procurando por ele. Amanda foi a primeira a montar nele, rapidamente os gemidos dela começaram a soar, o prazer dela deixava minha bucetinha ainda mais molhada, me deixando bem arrepiada. Foram quase 15 minutos esperando pra poder enfiar o pau dele e continuar uma transa rápida entre nós três. Ele voltou e penetrou a Amanda de novo. E depois outra vez em mim, fazendo ele gozar. O cara gozou nas nossas caras e ficou pronto. Depois de descansar e enxaguar um pouco o suor no chuveiro. Foi aí que Amanda cobrou ele, ele teve que dar o que trouxe: R$ 50.000. Amanda tava cobrando mais, mas R$ 50.000 já tava muito bem pago pra época. O cara foi embora e nós duas ficamos na cama. Rindo, mas com vontade de mais, e entre risadas e conversa, aproximamos os lábios e nos beijamos, nossas bucetas ainda molhadas, com vontade de mais, e quando o cara gozou, Amanda lambeu meu rosto, limpando o sêmen. Adorei o que senti, deixei ela trabalhar e com a língua dela entrar na minha boca, sentindo ela gemir enquanto fazia isso. Continuou descendo pelo meu pescoço com a língua, fazendo estragos em mim, depois pegou meus mamilos com os lábios, que duros que estavam, as mãos dela apertavam meus peitos, e eu me arqueava de prazer. Era minha primeira sessão lésbica e, sinceramente, tava adorando. Nunca tinha pensado em fazer isso com outra mulher, e ali estava eu, deixando minha prima me iniciar nisso. Deixei ela continuar descendo até minha bucetinha, que bem molhada que tava, chupando, ela tirou todos os meus sucos. vaginais, os dedos dela uns artistas me masturbando me excitavam ainda mais, levantando minhas pernas avanço até meu cu enfiando a língua dele sentia um prazer espetacular, isso tava me agradando demais. Depois de um bom tempo e segurar vários orgasmos, ela terminou seu lindo trabalho e então eu me dediquei a fazer o mesmo com ela, não houve palavras pra aquele momento, ambas trocamos de posição instintivamente. Desci pra saborear a bucetinha da minha prima, por um bom tempo chupei ela várias vezes, senti o gozo dela na minha boca que eu suguei deixando ela sequinha e voltava a lamber com minha saliva. Molhando ela de novo. Finalizamos nosso encontro sexual e fomos tomar outro banho e saímos do quarto, não sem antes deixar ele bem bagunçado e revirado, e pegamos outra garrafa de rum, passamos por eles e agradecemos pelo quarto dando um beijinho. Entramos no bar pra tomar nossa garrafinha de rum. De repente, a administradora dona Elvira se aproxima e pergunta se podemos convidar ela pra sentar, "Que cansada estou, meninas, hoje foi um dia muito corrido", ela comenta. Pensei que ela ia falar algo sobre nossas aventuras no hotel. Mas não, ela queria tomar um gole e achou melhor com a gente e pediu três copos pro garçom. Como viu que a gente tava bebendo na boca da garrafa, e entre conversa, cigarro e rum o tempo foi passando e aos poucos, Elvira foi ficando animada com a gente, sim, ela me avisou pra ter cuidado com os clientes, ela sabia o que eu fazia no hotel e continuamos bebendo e a garrafa já tava no fim. E as três estávamos meio tontas, então decidimos sair, já pra casa, dona Elvira tinha na época um Renault 4 e se ofereceu pra nos levar em casa, eu sentei no banco de trás, e no caminho várias vezes ela colocou a mão nas minhas pernas, o que eu não dei importância, até quando chegamos em casa, Amanda desceu agradecendo a carona e eu fiquei agradecendo também. Foi quando de repente ela me tocou de novo as pernas e fez o gesto de me dar um beijo no rosto, deixando a mão deslizar até minha bucetinha, eu deixei e beijei a bochecha dela. Mas ao ver o que ela fez, me virei e beijei ela na boca, deixando a língua dela entrar na minha, nos separamos e ela tocou meu queixo, eu consegui dizer
-Até amanhã. Você tá bem? Quer que eu te acompanhe até em casa? Por que você tá ocupada?
-Não! Não se preocupa, já tô quase chegando, e além disso meu marido tá me esperando lá. A gente se vê amanhã no hotel.
E voltei e dei outro beijo na boca dela.
- Até amanhã e se cuida, gostosa.
Ela foi embora e eu entrei, meio contente e surpresa. Dona Elvira é uma mulher de 50 anos com um corpaço que é a inveja de muitas mulheres da idade dela, e a pele morena dela deixa ela ainda mais famosa. Ela tem 1,70m, peitos bonitos e uma bunda grande. Adoro as sandálias dela, sempre abertas, deixando à mostra os pés finos. Acho que a surpresa me deixou muito feliz. A noite inteira só pensava na dona Elvira. Se com minha prima foi delicioso, com essa mulher vai ser incrível. A noite pareceu longa, e o sono também não ajudava, tudo por ficar pensando no que podia rolar no dia seguinte. Fui a última a dormir. Apaguei a luz e, como tinha visita, minhas irmãs foram as últimas a deitar, lá pelas duas da manhã. No dia seguinte, acordei cedo. A única acordada era minha mãe, preparando o café. Ela serviu o meu e eu sentei na cadeira de balanço pra tomar, mas meu corpo estava tremendo, e olha que em Girardot é puro calor, lá no nível do rio Magdalena. Continuei com a ideia da dona Elvira na cabeça, não conseguia tirar ela de lá. Depois de um tempão, o pessoal começou a sair dos quartos. Eu já tinha arrumado a cozinha e varrido o quintal. Até lavei umas roupas e estendi no varal. Amanda saiu e eu contei sobre a dona Elvira. Ela não acreditou. E aí me deu umas dicas de como aproveitar o deslize dela pra tirar uma grana. No começo, não achei que fosse fazer isso, mas ela me deixou na dúvida. Sara chegou perto, me abraçou e falou baixinho.
—Se divertiram com a Amanda ontem, que passaram um tempo bem gostoso, me contaram. E me dando um beijo na testa, ela diz:
—Que pena não ter estado ontem. Mas hoje vou dar uma passada.
Aproveitar que o Federico e minha tia Esther vão levar as meninas pro Cafan e a gente se vê lá. Saí na rua pra comprar um pão e uns ovos pro café da manhã, na volta vi que o Renault da Elvira tava virando a esquina, e me fiz de vista pra dona Elvira. Ela parou e ficou me encarando. Eu cheguei perto e cumprimentei ela pelo lado da porta.
— Dianita, minha vida, como cê tá?
— Tá bom, dona Elvira.
— ah não, não me fala assim que soa muito sério. Me chama como quiser. Mas não de "dona".
— Descansou?
Eu perguntei pra ela
— Ontem fiquei preocupada porque tava meio tonta.
—Tô tão gostosa, não me aconteceu nada, tô bem, só um pouco de ressaca, mas nada demais. E você, como amanheceu?
—Pensando em você e naquele beijo que a gente trocou.
—Ah, minha vida, sabia? Hoje te convido pra almoçar no hotel, quer vir?
—Claro, aceito seu convite.
—Então a gente se vê lá, tchau minha vida, e o beijo também adorei.
E aí ela arrancou seguindo o caminho dela, e eu também fui pra minha casa. Chegou meio-dia e eu me vesti com a minha melhor roupa, ainda ansiosa. Minha tia Esther já tinha ido com o Federico, o marido dela e as quatro meninas pro Cafan. Vi que a Sara e a Amanda estavam se arrumando bem gostosas. Eu fui na frente porque tinha sido convidada pra almoçar. Quando cheguei no hotel, perguntei pra uma das camareiras se a dona Elvira estava, e ela disse que não, mas que não demorava. Tive que esperar ela na recepção, fumando um cigarro e tomando um refri. Finalmente vi ela chegar, entrou com o carro e chamou um dos garçons pra descer umas coisas. Foi direto pro escritório dela, e eu entrei por um lado, segui ela. Cheguei e ela já estava me esperando. Fechou a porta, se aproximou e me beijou. Eu aceitei os lábios dela, beijando com paixão, e ficamos assim uns 20 segundos. A gente se separou e ela me sorriu, meio nervosa.
— Do jeito que as coisas foram rolando, hoje de manhã eu pensei que tinha sido sem graça com você ontem à noite, mas quando você falou aquilo hoje cedo, eu criei coragem e quis ver no que dava.
— Eu também, adoraria poder estar com você. Depois que você foi embora, não fiz outra coisa senão pensar em você.
Nós sentamos nos sofás do escritório e ela me contou que estava dando espaço pra eu ficar com os cavalheiros com quem você esteve.
— Se meu marido descobrir o que você faz aqui, não vão te deixar entrar nunca mais, ele é muito rígido com isso, mas eu te deixei porque você me agrada, minha vida. Já te vi várias vezes entrando nos quartos e imagino que um dia eu entraria num com você.
— acho que esse dia vai rolar pra você, porque eu também imaginei isso ontem à noite, tô queimando de vontade de estar com você.
Voltamos a nos beijar, os lábios carnudos dela me afundavam cada vez mais na vontade de ter o prazer de deitar com ela.
— me espera um instante, vou fazer umas coisinhas e aí almoçamos, ok?
— Ok meu amor, te espero aqui.
Se despediu me dando outro beijo, amei esse momento, me lembrou da primeira vez que perdi minha virgindade, estava sentindo as mesmas sensações. Esperei uns 20 minutos. Daí ela voltou pro escritório, pegou umas contas pra fazer umas ligações depois, e fomos pro refeitório. Ela sugeriu pedir a especialidade da casa, que é um bocachico. Tava uma delícia, não consegui comer tudo porque o peixe é bem grande. Terminamos o almoço e voltamos pro escritório. Ela geralmente tira uma soneca num quartinho que tem atrás do escritório, e hoje não foi exceção, mas não teve soneca dessa vez. As duas entramos no quarto, tremendo, juntamos nossos lábios num beijo apaixonado, nos tocamos, nos deixando levar pelas emoções. Nós duas nos despimos, beijando cada parte que íamos desnudando. Os peitos dela, já caídos com o passar dos anos, foram pra mim um verdadeiro manjar. Ficamos completamente peladas. Ela se deitou na cabeceira da cama, eu desci pra beijar desde os dedos dos pés dela, pintados com um esmalte vermelho vivo, chupar o dedão e saborear, lamber os outros e continuar subindo pela perna, acariciando. Não parei na bucetinha dela, segui em frente até chegar no umbigo, beijei, e continuei até os seios, que eu mordia com suavidade. Pra beijar ela de novo, me afastei e desci pra abrir as pernas dela e acariciar a bucetinha. Enfiava meus dedos, fazendo ela gemer a cada investida. A bucetinha dela tava toda molhada, o que me obrigou a lamber ela toda e tomar os sucos que tinham gosto de tasty. Continuei enfiando meus dedos e, aos poucos, minha mão foi entrando nela até ver que tava toda dentro. E assim fui enfiando e tirando cada vez mais rápido. Ela pegou uma caneta de plástico e mordeu com os dentes pra abafar os gemidos de prazer. De repente, vejo ela se arquear e minha mão fica toda molhada. Tirei e um... Um jato de líquido escorre pela buceta dela. Olho pra ela e vejo os olhos arregalados, gemendo com o gozo que eu tinha proporcionado. Ela se levanta da cama e me abraça, dizendo.
—Nunca, nunca na minha vida tinham feito isso comigo, nem meu marido tinha tirado um orgasmo tão filho da puta.
Hum... ela me abraçava, me beijava como uma louca, me deitou do lado dela me abraçando. Continua me beijando no pescoço, descendo até meus peitos, que beija como se os adorasse, continuando também descendo até chegar nos meus pés e lambendo eles por todos os lados, voltou até chegar na minha bucetinha, onde enfiou a boca tentando meter a língua bem pra dentro, eu sentia ela tocando minhas paredes, tava desvairada, era uma loucura e eu curtia as carícias dela e também peguei o esferográfico pra colocar na boca e não dar um grito de prazer como estou acostumada. Tive vários orgasmos naquele delírio sexual dela, e quando acabou aquele puta tesão tão bom, ficamos as duas abraçadas.
Eu tava feliz. E a Elvira, extasiada. Quando terminei de me vestir, saí por uma portinha que eles têm e que eu nunca tinha visto, que dá pra parte de trás do hotel. E por essa mesma porta entrei várias vezes pra curtir minha nova amante. Assim, tive total liberdade no hotel.

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