Muito boa, amigos, como é que vocês tão? Hoje eu quis contar um pouquinho da minha vida, que por vários motivos eu curti e de que jeito, são vários capítulos que com o passar dos dias vocês vão poder aproveitar.
DDesde muito jovem e por circunstâncias da vida, comecei a gostar e a sentir aquela espécie de emoção e tesão que a gente sente ao curtir o próprio corpo. A gente morava numa cidadezinha do departamento de Tolima chamada Flandes, onde eu nasci, junto com minhas 5 irmãs. Minha mãe, costureira de profissão, nos criou todas sozinha. Vale dizer que nem todas somos irmãs do mesmo pai. Mas isso sim, todos os nossos pais foram obrigados a nos reconhecer, então todas temos sobrenomes diferentes, exceto as duas últimas, porque o pai delas morreu dois anos depois que a caçula nasceu. Meu pai eu cheguei a conhecer até os 6 anos, quando ele foi embora e nunca mais se ouviu falar dele. Minha mãe naquela época era muito gostosa, tinha vários pretendentes. A pele morena dela era bem macia e o olhar entregava tudo. Ela gostava de sexo, a gente sabia disso, e não demorou pra ela se apaixonar de novo. Eu perdi a virgindade aos 18 anos, exatamente com o pai de uma coleguinha da escola, um homem que me encantava e de quem se contavam vários boatos sobre as aventuras dele com muitas mulheres que ele levava pra cama. Pra quê... Mas apesar da idade que ele tinha na época, 50 anos, era isso que mais me atraía nele. Eu adorava imaginá-lo comendo a dona Irene ou a dona Sandra, ou com quem quer que eu visse ele saindo. Eu sabia de várias coroas, quase todas casadas, que ele curtia. Foi assim que comecei a frequentar a casa da minha colega Samanta, filha dele, pra fazer trabalhos e estudar, mas tudo com o objetivo de vê-lo. Um domingo que eu cheguei e ele saía pra comprar o café da manhã, tava vestindo uma bermuda. Mas dava pra ver de longe que ele não tava de cueca, deixando à mostra que alguma coisa se mexia dentro dela. Me deixando com o pensamento cheio de sacanagem sobre o pau dele.
Os dias se passaram e eu pensando cada vez mais em fazer algo para poder ficar com ele e com minhas idas constantes, quando o cumprimentava sempre procurava deixar ser beijada na bochecha e até abraçá-lo em várias ocasiões, sentindo aquele cheiro de homem que me derretia. Até que um dia soube que dona Alcira e Samanta viajariam para a cidade de Bogotá para fazer um check-up médico e comecei a arquitetar meu plano para poder ir vê-lo e deixar a natureza fazer o seu trabalho. Emprestei um livro para Samanta para ela fazer uma parte de um trabalho, e então quando calculei que elas já tinham ido, mais ou menos ao meio-dia, esperando impaciente e com o coração a mil por mais de uma hora, fui para a casa dele. Ao chegar, bati e ele me abriu, sem que ele dissesse nada entrei e já lá dentro o cumprimentei abraçando-o e deixando dar meu beijo de sempre, me segurei um pouquinho ali, deixando ele sentir minha respiração, ele percebeu minha atitude e surpreso ficou me olhando, quando me dirigi para procurar dizendo que vinha buscar um livro que Samanta tinha comigo, naquele dia eu estava com um top que deixava à mostra minha cintura e uma minissaia, sempre fui de peitos grandes o que destacava minha silhueta. Então pegando na mão dele, ele me seguiu até o quarto de Samanta. Pude notar que ele não tirava os olhos de mim, olhando minha silhueta. Ele estava bobo, calado, perguntei se dona Alcira amanheceu bem e no começo ele pareceu não entender a pergunta porque não soube me responder senão depois de um tempo. Estava um calor dos infernos ou era eu que fervia de tesão. Meu corpo suava rios, então ele me ofereceu uma limonada e eu aceitei. Ao me entregar o copo, o velho, com a malandragem que tinha, pegou minhas mãos e eu toda tímida. Deixei ele acariciá-las, então me sentei numa das poltronas deixando à mostra minhas pernas, com certeza dava pra ver minha calcinha. Ele observava disfarçadamente, delatando minha umidade. Eu bem gostosa conversava com ele, ele já estava sentindo e como se adivinhasse se aproximou e colocou a mão dele na minha queixo acariciando, eu olhei pra ele, devia ter sido bem sugestivo. Com a mão no meu queixo, ele me levantou até me deixar em pé, e ele se abaixou um pouco pra aproximar a boca da minha. Que eu ofereci sem dizer uma palavra. A gente se beijou apaixonadamente, minha respiração me entregou, ele me ergueu nos braços e me levou pro quarto dele. Me deitando suavemente, ele se levantou pra tirar a calça e depois se deitou ao meu lado, eu olhava pra ele com um sorriso leve de aprovação e me acomodei pra que ele me acariciasse, ele levantou minha saia e a calcinha e ficou tocando minha bucetinha com os dedos, que começaram a roçar em mim. Meus gemidos começaram a sair, meu corpo pedia as carícias dele, ao olhar pra cueca dele, pude ver que o pau dele ia escapar pelo elástico, mandei minha mão trêmula pra tocar nele, queria ver ele, não imaginava que fosse daquele jeito, mas pra mim essa era uma das razões pelas quais ele era tão disputado pelas mulheres da região. Bem grosso e comprido, a cabeça era coberta pela pele, depois eu soube que era porque ele não tinha feito circuncisão. Ele agarrou meus peitos e, chupando eles, foi descendo pelo meu umbigo até chegar na minha bucetinha, a língua dele começou a lamber, me fazendo sentir sensações que eu não imaginava que fossem tão espetaculares. Se eu já tinha me masturbado várias vezes, aquilo era diferente, era glorioso, incrível pra mim. Depois ele se deitou de barriga pra cima e eu montei minha perna direita, e então falei que era virgem, ele ficou me olhando e me beijou de novo. >Fica tranquila, boneca, que eu sei te fazer passar um momento delicioso, porque não vai doer, pelo contrário, você vai adorar. Confiei nas palavras dele, então comecei a acariciar os mamilos dele com minha língua, eles ficaram duros, minhas mãos percorriam o peito dele, que não era tão peludo. Peguei no pau dele acariciando, já estava totalmente ereto, parecia grandão e provocante, eu olhava e pensava se aquilo ia me machucar, meter uma coisa daquelas, fui descendo pela cintura dele, até ficar de frente pra ele, olhei nos olhos dele olhos e ele me disse: >anda filha, solta a língua, lambe ela. Eu continuei olhando pra ele e minha língua percorreu o tronco dele, descia e subia, até que parei na ponta e, abrindo minha boca, deixei meus lábios pousarem nela, suavemente comecei a devorá-la abrindo bem a boca. Sentir a carne dele dentro de mim foi me perturbando de emoção, continuei então chupando por um bom tempo, esfregava ele no meu rosto, beijava os testículos dele, até que ele me agarrou pela cintura e me deitou de lado, levantando minha perna, se ergueu pra me lubrificar de novo com a língua, em seguida se posicionou atrás de mim e colocou o pau na entrada da minha bucetinha, continuou acariciando meus peitos e a língua dele lambia minha nuca, mantendo minha umidade vaginal no máximo, com a mão ele se ajudou a me penetrar bem suavemente, devagar, com calma, eu senti desde o momento em que ele tocou meus lábios vaginais, um tremor imenso me deixava atordoada e com aquele calor que faz na minha terra eu não explicava, mas aquela sensação me fascinou, me deixou num grau de excitação extrema, diria eu. Senti algo acontecer quando ele continuou entrando, de repente parou e ao olhar pra baixo vi que o pau dele estava todo dentro de mim, levei a mão pra tocar os testículos dele. Uau, já tinha ele todo dentro de mim, meu corpo continuava tremendo, ao passar a mão pela bucetinha, o tremor aumentou. Ele começou a se mover bem suavemente, tirando e colocando, tornando aquele momento tão especial prazeroso, finalmente tinha o prazer de curtir o que dali em diante seria um vício. Ele me abraçava contra ele, aumentando o ritmo cada vez mais e mais, e eu continuava aproveitando os favores dele, mil sensações vinham ao mesmo tempo. Ele estava encantado, feliz, dava pra notar, tão duro me penetrando por um bom tempo. Em seguida mudamos de posição, ele me pediu pra montar em cima, peguei o pau dele e coloquei na minha bucetinha, me deixando deslizar pelo tronco dele, ele me disse pra mexer a cintura, tirando e colocando, assim fiz e uau, amei aquele movimento forte me tirou meu primeiro orgasmo. Que me deixou aterrorizada com tudo que eu gozei, tanto que depois tivemos que trocar os lençóis porque ficaram molhados. Aí voltamos e mudamos de posição, ele montou em cima de mim levantando minhas pernas, me penetrou. Ah, aí mudou porque foi de uma vez que ele meteu sem dó, ele cuspiu na minha buceta pra lubrificar um pouco, mas nem precisava porque eu tava mais molhada do que nunca. Assim ficamos mais um tempão fodendo como loucos. Voltamos e mudamos de posição de novo e eu, encantada, continuava tendo meus orgasmos. Dessa vez ele me deitou de bruços e me penetrou. Com uns 15 minutos nessa posição, ele já gozou dentro de mim, enchendo minha buceta com o semen dele.
Estávamos todos suados, a gente parou e ele me convidou pra entrar na piscina da casa, quer dizer, onde guardam a água. A gente entrou e ficou um tempão lá se refrescando, e ele me perguntou se eu ia embora. Eu disse que não tinha nada pra fazer e que queria ficar com ele, se ele quisesse. Ele disse que sim, que eu ficasse, e foi o que eu fiz. Fiquei a tarde inteira com ele, a gente ainda conseguiu gozar mais duas vezes. E lá pelas oito da noite eu fui embora pra minha casa. Eu tava feliz, aquele homem tinha me mostrado o que é o prazer de uma boa foda. Quando cheguei em casa, minha mãe, que é uma bruxa adivinha, e não sei porquê, mas ela sacou na hora. E claro, não aguentou e me perguntou o porquê da minha felicidade. Eu disse que não tava acontecendo nada, mas era tão óbvio que até minhas irmãs perguntavam o que eu tinha. Quando eu já tava na minha cama, minha mãe chegou perto e perguntou na lata: "Me diz, minha vida, o que você tem é que transou, né?" Eu fiquei olhando pra ela, aterrorizada, dela me perguntar isso e, pior, deduzir que era isso que eu tinha feito. "Fica tranquila, meu amor, isso não é nada demais, aliás, acho ótimo que você tenha feito." Eu continuava mais surpresa ainda, minha mãe me apoiando nessa escorregada, eu tava quase contando, mas não sabia até que ponto ela ia gostar da ideia de ser com o seu Augusto. Eu tava pensando em dizer que foi algum amigo da minha idade, mas aí ouvi ela dizer que esperava que não fosse nenhum daqueles meus amigos que eu ando, porque esses não entendem nada disso. Só pensam na própria satisfação. E ela me perguntou: "Me diz, você perdeu a virgindade hoje ou já tinha perdido antes?" Eu não sabia o que responder e falei a verdade: sim, hoje eu perdi a virgindade. Mal eu disse isso, ela chegou mais perto e, com um sorriso nervoso, me incentivou a contar. "Vamos, me conta, como foi? Você gostou? Porque a gente te vê muito contente!" Nisso, entraram minhas duas irmãs, com quem eu dividia o quarto. E minha mãe solta a bomba: "Sabem, filhas, a irmãzinha de vocês hoje... Perdeu a virgindade! Minhas duas irmãs, que são mais velhas que eu, logo vieram até mim e sentaram na minha cama para me mimar e me parabenizar. Eu não esperava toda aquela reação delas, mas me deram confiança ao vê-las tão felizes e contei com quem tinha sido. Elas ficaram chocadas ao saber que tinha sido com o seu Augusto. A Patrícia, a mais velha, se derramou em elogios por ele; ela, como todas, sabia da fama dele e eu confirmei. Contando que o pau dele era grande e que a gente transou três vezes. Elas continuavam me parabenizando e me dando conselhos, e me perguntaram: "E aí, você pretende ficar com ele de novo?" Eu disse que sim, porque aquele senhor me atraía demais. Então elas me avisaram para ter muito cuidado, para não ser pega pela dona Alcira, porque souberam de uma briga que ela teve com uma mulher ao pegá-lo numa cafeteria, bem comprometido.
No outro dia fui pro colégio e encontrei com a Samanta. Perguntei como tinha sido a viagem pra Bogotá e tudo certo, pelo visto não aconteceu nada. Acompanhei ela até a casa dela de volta e o Augusto não tava lá. Senti falta de ver ele, mas outro dia seria. E foi assim que três dias depois, quando tava passando pelo centro de Girardot, ouvi uma buzina e era ele. Quando vi ele, meu coração acelerou. Cheguei perto do carro, ele abriu a porta e eu entrei. E ele me disse pra acompanhar ele até Melgar, uma cidadezinha perto, e eu fui com ele. No caminho, ele tirou a rola da calça, pegou minha mão e colocou em cima dela. Eu fiquei acariciando ele a viagem inteira. Chegamos lá, num lugar onde pelo que vi ele costuma levar as amigas dele. Entramos num quarto e lá a gente se beijou apaixonadamente, e eu voltei a ser dele, me deixando entrar no mundo do prazer sexual. Assim a gente continuou por vários meses, mas aos poucos a resistência dele, e também porque ele tinha as outras amigas dele, a mulherzinha dele, dona Alicia, foi caindo, e meu corpo jovem queria mais sexo, e além disso minhas irmãs e minha mãe me aconselhavam a procurar outros amantes também. Por causa daquela história de eu não me apaixonar pelo dono Augusto. Comecei a procurar em outros lugares, transei com caras da minha idade, mas comprovei que o que minhas irmãs diziam era verdade. Os moleques só querem é a satisfação deles. E um dia, quando tava na piscina de um hotel da cidade, conheci dois senhores mais velhos também, que me convidaram pra sair pra dançar naquela noite, e acabei terminando com um deles na cama. Foi minha primeira vez com um estranho, e o bom é que ele me deu dinheiro, o que mais me chamou a atenção. Curtir uma gostosura e ainda por cima ganhar uma grana.
Bom, por hoje é só, e aguardem a continuação das minhas memórias. Relatos reais.
DDesde muito jovem e por circunstâncias da vida, comecei a gostar e a sentir aquela espécie de emoção e tesão que a gente sente ao curtir o próprio corpo. A gente morava numa cidadezinha do departamento de Tolima chamada Flandes, onde eu nasci, junto com minhas 5 irmãs. Minha mãe, costureira de profissão, nos criou todas sozinha. Vale dizer que nem todas somos irmãs do mesmo pai. Mas isso sim, todos os nossos pais foram obrigados a nos reconhecer, então todas temos sobrenomes diferentes, exceto as duas últimas, porque o pai delas morreu dois anos depois que a caçula nasceu. Meu pai eu cheguei a conhecer até os 6 anos, quando ele foi embora e nunca mais se ouviu falar dele. Minha mãe naquela época era muito gostosa, tinha vários pretendentes. A pele morena dela era bem macia e o olhar entregava tudo. Ela gostava de sexo, a gente sabia disso, e não demorou pra ela se apaixonar de novo. Eu perdi a virgindade aos 18 anos, exatamente com o pai de uma coleguinha da escola, um homem que me encantava e de quem se contavam vários boatos sobre as aventuras dele com muitas mulheres que ele levava pra cama. Pra quê... Mas apesar da idade que ele tinha na época, 50 anos, era isso que mais me atraía nele. Eu adorava imaginá-lo comendo a dona Irene ou a dona Sandra, ou com quem quer que eu visse ele saindo. Eu sabia de várias coroas, quase todas casadas, que ele curtia. Foi assim que comecei a frequentar a casa da minha colega Samanta, filha dele, pra fazer trabalhos e estudar, mas tudo com o objetivo de vê-lo. Um domingo que eu cheguei e ele saía pra comprar o café da manhã, tava vestindo uma bermuda. Mas dava pra ver de longe que ele não tava de cueca, deixando à mostra que alguma coisa se mexia dentro dela. Me deixando com o pensamento cheio de sacanagem sobre o pau dele.
Os dias se passaram e eu pensando cada vez mais em fazer algo para poder ficar com ele e com minhas idas constantes, quando o cumprimentava sempre procurava deixar ser beijada na bochecha e até abraçá-lo em várias ocasiões, sentindo aquele cheiro de homem que me derretia. Até que um dia soube que dona Alcira e Samanta viajariam para a cidade de Bogotá para fazer um check-up médico e comecei a arquitetar meu plano para poder ir vê-lo e deixar a natureza fazer o seu trabalho. Emprestei um livro para Samanta para ela fazer uma parte de um trabalho, e então quando calculei que elas já tinham ido, mais ou menos ao meio-dia, esperando impaciente e com o coração a mil por mais de uma hora, fui para a casa dele. Ao chegar, bati e ele me abriu, sem que ele dissesse nada entrei e já lá dentro o cumprimentei abraçando-o e deixando dar meu beijo de sempre, me segurei um pouquinho ali, deixando ele sentir minha respiração, ele percebeu minha atitude e surpreso ficou me olhando, quando me dirigi para procurar dizendo que vinha buscar um livro que Samanta tinha comigo, naquele dia eu estava com um top que deixava à mostra minha cintura e uma minissaia, sempre fui de peitos grandes o que destacava minha silhueta. Então pegando na mão dele, ele me seguiu até o quarto de Samanta. Pude notar que ele não tirava os olhos de mim, olhando minha silhueta. Ele estava bobo, calado, perguntei se dona Alcira amanheceu bem e no começo ele pareceu não entender a pergunta porque não soube me responder senão depois de um tempo. Estava um calor dos infernos ou era eu que fervia de tesão. Meu corpo suava rios, então ele me ofereceu uma limonada e eu aceitei. Ao me entregar o copo, o velho, com a malandragem que tinha, pegou minhas mãos e eu toda tímida. Deixei ele acariciá-las, então me sentei numa das poltronas deixando à mostra minhas pernas, com certeza dava pra ver minha calcinha. Ele observava disfarçadamente, delatando minha umidade. Eu bem gostosa conversava com ele, ele já estava sentindo e como se adivinhasse se aproximou e colocou a mão dele na minha queixo acariciando, eu olhei pra ele, devia ter sido bem sugestivo. Com a mão no meu queixo, ele me levantou até me deixar em pé, e ele se abaixou um pouco pra aproximar a boca da minha. Que eu ofereci sem dizer uma palavra. A gente se beijou apaixonadamente, minha respiração me entregou, ele me ergueu nos braços e me levou pro quarto dele. Me deitando suavemente, ele se levantou pra tirar a calça e depois se deitou ao meu lado, eu olhava pra ele com um sorriso leve de aprovação e me acomodei pra que ele me acariciasse, ele levantou minha saia e a calcinha e ficou tocando minha bucetinha com os dedos, que começaram a roçar em mim. Meus gemidos começaram a sair, meu corpo pedia as carícias dele, ao olhar pra cueca dele, pude ver que o pau dele ia escapar pelo elástico, mandei minha mão trêmula pra tocar nele, queria ver ele, não imaginava que fosse daquele jeito, mas pra mim essa era uma das razões pelas quais ele era tão disputado pelas mulheres da região. Bem grosso e comprido, a cabeça era coberta pela pele, depois eu soube que era porque ele não tinha feito circuncisão. Ele agarrou meus peitos e, chupando eles, foi descendo pelo meu umbigo até chegar na minha bucetinha, a língua dele começou a lamber, me fazendo sentir sensações que eu não imaginava que fossem tão espetaculares. Se eu já tinha me masturbado várias vezes, aquilo era diferente, era glorioso, incrível pra mim. Depois ele se deitou de barriga pra cima e eu montei minha perna direita, e então falei que era virgem, ele ficou me olhando e me beijou de novo. >Fica tranquila, boneca, que eu sei te fazer passar um momento delicioso, porque não vai doer, pelo contrário, você vai adorar. Confiei nas palavras dele, então comecei a acariciar os mamilos dele com minha língua, eles ficaram duros, minhas mãos percorriam o peito dele, que não era tão peludo. Peguei no pau dele acariciando, já estava totalmente ereto, parecia grandão e provocante, eu olhava e pensava se aquilo ia me machucar, meter uma coisa daquelas, fui descendo pela cintura dele, até ficar de frente pra ele, olhei nos olhos dele olhos e ele me disse: >anda filha, solta a língua, lambe ela. Eu continuei olhando pra ele e minha língua percorreu o tronco dele, descia e subia, até que parei na ponta e, abrindo minha boca, deixei meus lábios pousarem nela, suavemente comecei a devorá-la abrindo bem a boca. Sentir a carne dele dentro de mim foi me perturbando de emoção, continuei então chupando por um bom tempo, esfregava ele no meu rosto, beijava os testículos dele, até que ele me agarrou pela cintura e me deitou de lado, levantando minha perna, se ergueu pra me lubrificar de novo com a língua, em seguida se posicionou atrás de mim e colocou o pau na entrada da minha bucetinha, continuou acariciando meus peitos e a língua dele lambia minha nuca, mantendo minha umidade vaginal no máximo, com a mão ele se ajudou a me penetrar bem suavemente, devagar, com calma, eu senti desde o momento em que ele tocou meus lábios vaginais, um tremor imenso me deixava atordoada e com aquele calor que faz na minha terra eu não explicava, mas aquela sensação me fascinou, me deixou num grau de excitação extrema, diria eu. Senti algo acontecer quando ele continuou entrando, de repente parou e ao olhar pra baixo vi que o pau dele estava todo dentro de mim, levei a mão pra tocar os testículos dele. Uau, já tinha ele todo dentro de mim, meu corpo continuava tremendo, ao passar a mão pela bucetinha, o tremor aumentou. Ele começou a se mover bem suavemente, tirando e colocando, tornando aquele momento tão especial prazeroso, finalmente tinha o prazer de curtir o que dali em diante seria um vício. Ele me abraçava contra ele, aumentando o ritmo cada vez mais e mais, e eu continuava aproveitando os favores dele, mil sensações vinham ao mesmo tempo. Ele estava encantado, feliz, dava pra notar, tão duro me penetrando por um bom tempo. Em seguida mudamos de posição, ele me pediu pra montar em cima, peguei o pau dele e coloquei na minha bucetinha, me deixando deslizar pelo tronco dele, ele me disse pra mexer a cintura, tirando e colocando, assim fiz e uau, amei aquele movimento forte me tirou meu primeiro orgasmo. Que me deixou aterrorizada com tudo que eu gozei, tanto que depois tivemos que trocar os lençóis porque ficaram molhados. Aí voltamos e mudamos de posição, ele montou em cima de mim levantando minhas pernas, me penetrou. Ah, aí mudou porque foi de uma vez que ele meteu sem dó, ele cuspiu na minha buceta pra lubrificar um pouco, mas nem precisava porque eu tava mais molhada do que nunca. Assim ficamos mais um tempão fodendo como loucos. Voltamos e mudamos de posição de novo e eu, encantada, continuava tendo meus orgasmos. Dessa vez ele me deitou de bruços e me penetrou. Com uns 15 minutos nessa posição, ele já gozou dentro de mim, enchendo minha buceta com o semen dele.
Estávamos todos suados, a gente parou e ele me convidou pra entrar na piscina da casa, quer dizer, onde guardam a água. A gente entrou e ficou um tempão lá se refrescando, e ele me perguntou se eu ia embora. Eu disse que não tinha nada pra fazer e que queria ficar com ele, se ele quisesse. Ele disse que sim, que eu ficasse, e foi o que eu fiz. Fiquei a tarde inteira com ele, a gente ainda conseguiu gozar mais duas vezes. E lá pelas oito da noite eu fui embora pra minha casa. Eu tava feliz, aquele homem tinha me mostrado o que é o prazer de uma boa foda. Quando cheguei em casa, minha mãe, que é uma bruxa adivinha, e não sei porquê, mas ela sacou na hora. E claro, não aguentou e me perguntou o porquê da minha felicidade. Eu disse que não tava acontecendo nada, mas era tão óbvio que até minhas irmãs perguntavam o que eu tinha. Quando eu já tava na minha cama, minha mãe chegou perto e perguntou na lata: "Me diz, minha vida, o que você tem é que transou, né?" Eu fiquei olhando pra ela, aterrorizada, dela me perguntar isso e, pior, deduzir que era isso que eu tinha feito. "Fica tranquila, meu amor, isso não é nada demais, aliás, acho ótimo que você tenha feito." Eu continuava mais surpresa ainda, minha mãe me apoiando nessa escorregada, eu tava quase contando, mas não sabia até que ponto ela ia gostar da ideia de ser com o seu Augusto. Eu tava pensando em dizer que foi algum amigo da minha idade, mas aí ouvi ela dizer que esperava que não fosse nenhum daqueles meus amigos que eu ando, porque esses não entendem nada disso. Só pensam na própria satisfação. E ela me perguntou: "Me diz, você perdeu a virgindade hoje ou já tinha perdido antes?" Eu não sabia o que responder e falei a verdade: sim, hoje eu perdi a virgindade. Mal eu disse isso, ela chegou mais perto e, com um sorriso nervoso, me incentivou a contar. "Vamos, me conta, como foi? Você gostou? Porque a gente te vê muito contente!" Nisso, entraram minhas duas irmãs, com quem eu dividia o quarto. E minha mãe solta a bomba: "Sabem, filhas, a irmãzinha de vocês hoje... Perdeu a virgindade! Minhas duas irmãs, que são mais velhas que eu, logo vieram até mim e sentaram na minha cama para me mimar e me parabenizar. Eu não esperava toda aquela reação delas, mas me deram confiança ao vê-las tão felizes e contei com quem tinha sido. Elas ficaram chocadas ao saber que tinha sido com o seu Augusto. A Patrícia, a mais velha, se derramou em elogios por ele; ela, como todas, sabia da fama dele e eu confirmei. Contando que o pau dele era grande e que a gente transou três vezes. Elas continuavam me parabenizando e me dando conselhos, e me perguntaram: "E aí, você pretende ficar com ele de novo?" Eu disse que sim, porque aquele senhor me atraía demais. Então elas me avisaram para ter muito cuidado, para não ser pega pela dona Alcira, porque souberam de uma briga que ela teve com uma mulher ao pegá-lo numa cafeteria, bem comprometido.
No outro dia fui pro colégio e encontrei com a Samanta. Perguntei como tinha sido a viagem pra Bogotá e tudo certo, pelo visto não aconteceu nada. Acompanhei ela até a casa dela de volta e o Augusto não tava lá. Senti falta de ver ele, mas outro dia seria. E foi assim que três dias depois, quando tava passando pelo centro de Girardot, ouvi uma buzina e era ele. Quando vi ele, meu coração acelerou. Cheguei perto do carro, ele abriu a porta e eu entrei. E ele me disse pra acompanhar ele até Melgar, uma cidadezinha perto, e eu fui com ele. No caminho, ele tirou a rola da calça, pegou minha mão e colocou em cima dela. Eu fiquei acariciando ele a viagem inteira. Chegamos lá, num lugar onde pelo que vi ele costuma levar as amigas dele. Entramos num quarto e lá a gente se beijou apaixonadamente, e eu voltei a ser dele, me deixando entrar no mundo do prazer sexual. Assim a gente continuou por vários meses, mas aos poucos a resistência dele, e também porque ele tinha as outras amigas dele, a mulherzinha dele, dona Alicia, foi caindo, e meu corpo jovem queria mais sexo, e além disso minhas irmãs e minha mãe me aconselhavam a procurar outros amantes também. Por causa daquela história de eu não me apaixonar pelo dono Augusto. Comecei a procurar em outros lugares, transei com caras da minha idade, mas comprovei que o que minhas irmãs diziam era verdade. Os moleques só querem é a satisfação deles. E um dia, quando tava na piscina de um hotel da cidade, conheci dois senhores mais velhos também, que me convidaram pra sair pra dançar naquela noite, e acabei terminando com um deles na cama. Foi minha primeira vez com um estranho, e o bom é que ele me deu dinheiro, o que mais me chamou a atenção. Curtir uma gostosura e ainda por cima ganhar uma grana.
Bom, por hoje é só, e aguardem a continuação das minhas memórias. Relatos reais.
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