Quando a calentura aperta (12)

Passaram-se algumas semanas desde minha última aventura. Uma manhã, enquanto tomava meu café e fumava um cigarro — aquele momento era especial pra mim todos os dias —, meu cérebro começou a relembrar todas as minhas aventuras fora de casa, além de tudo que eu fazia na intimidade. Percebi que tinha me viciado em sexo. Pensei que não era tão grave quanto ser viciada em drogas, mas notei que os sintomas eram mais ou menos os mesmos. Quando passava um tempo sem fazer nada, meu corpo ficava louco, eu não conseguia nem pensar e buscava uma aventura fora de qualquer jeito.

Nos últimos meses, nem sentia mais vontade de transar com meu marido, mesmo continuando apaixonada por ele. Não que ele não fosse fogoso, mas era muito sem graça na cama: papai e mamãe, depois eu por cima e acabou. Até então, eu sempre tinha meu orgasmo, mas depois de experimentar outras coisas, fazer algo tão simples não me satisfazia mais. Cheguei até a fingir orgasmo várias vezes — algo que nunca tinha feito antes. Mas, como tô contando, a menos que estivesse com muita vontade, não me excitava fazer do jeito que meu marido queria.

Aqueles pensamentos ficaram na minha cabeça e, por alguns dias, me fizeram sentir culpada, tanto que até meu humor mudou. Fiquei desanimada, triste, me irritava com qualquer coisa com as pessoas ou comigo mesma. Passaram-se até semanas, não sentia vontade de transar com meu marido e comecei a ver o sexo como algo sujo e nojento.

Um dia, minha amiga Sandra me ligou. Depois de um tempo conversando, ela perguntou se estava acontecendo alguma coisa, porque notou que eu tava falando meio apagada. Embora nos conhecêssemos há pouco mais de seis meses, tínhamos virado grandes amigas, éramos íntimas, sabíamos todos os deslizes uma da outra e nos ajudávamos em tudo do dia a dia. Tentei convencê-la de que não tinha nada, mas ela não acreditou. Como boa amiga, não quis insistir.

Vários dias Mais tarde, quando voltei de levar meus filhos pra escola, encontrei a Sandra me esperando na porta de casa. Perguntei se tinha acontecido alguma coisa, ela respondeu que tava preocupada comigo e tinha vindo me ver. Convidei ela pra entrar em casa e tomar um café. Já com ela lá, não consegui me segurar e contei tudo o que tava rolando comigo. Ela foi caindo na real enquanto eu contava tudo que tava na minha cabeça. Depois de desabafar, ela falou:

"Rosa, o que tá rolando é que você teve um monte de emoções em pouco tempo. Pelo pouco que sei de você, você sempre foi uma mina direita, só tinha transado com seu marido, mas com o tempo você sentiu que precisava experimentar coisas novas. Você não fez nada de errado, na minha opinião. Eu comecei traindo meu marido por vingança, agora é porque preciso daquele fogo que essas experiências dão. Desde a primeira vez que meti chifre nele, percebi que meu casamento tá até melhor do que antes. A gente se ama ainda mais. Você não deixou de amar seu marido, nem abandonou seus filhos. Continua sendo uma dona de casa exemplar, só com suas aventuras de vez em quando. Não fica nessa neura e, enquanto não fizer sua família sofrer, aproveita o que puder, porque a gente só tá de passagem por aqui."

Enquanto ela falava isso, eu não parava de chorar, mas ao mesmo tempo as palavras dela tinham me aliviado um pouco. Minha mente dizia que ela tava certa, que tinha sido um baque por causa de tanta coisa que tinha acontecido, coisas que eu nunca nem imaginava, mas que por causa dos meus tesões eu tinha me atrevido. É como se tivesse duas mulheres dentro de mim: uma dona de casa decente e um pouco caretona de um lado, e do outro uma mulher fogosa com vontade de levar porrada.

A Sandra puxou um lenço e secou as lágrimas que escorriam pelo meu rosto. Depois começou a me acariciar, me animando pra não me preocupar. Ela não parava de me incentivar, e isso me dava mais coragem. Ela continuava me acariciando e não sei como aconteceu, de repente nossos lábios estavam... juntos.
Vamos começar a nos beijar timidamente, mas logo nossas línguas se encontraram. Minha mente clareou e o que estava acontecendo não me causou nenhum reparo. Nossas mãos começaram a acariciar mutuamente nossos corpos e nossas respirações foram aumentando. Eu meio deitada e Sandra sobre mim, sentia como ela esfregava a buceta na minha coxa enquanto não parava de tocar seus peitos enormes, apertar a bunda dela e acariciar o pescoço. Não parávamos de nos beijar nem um segundo. Da minha boca saiu a proposta de irmos para o meu quarto, não acreditava que aquelas palavras tinham saído da minha boca.
Sandra nem respondeu, fomos para o quarto e ainda vestidas nos deitamos na cama. Sandra me deitou e continuamos por um bom tempo nos beijando, enquanto ela não parava de repetir como eu era especial. Começou a acariciar minha buceta por cima da calça, enquanto apalpava meus peitos. Ela se levantou, tirou a blusa e o sutiã, pude ver de novo aqueles peitos que ainda me chocavam pelo tamanho enorme que tinham, comparado ao corpinho de adolescente dela. Não sei de onde veio minha iniciativa, mas puxei ela para perto e comecei a chupar os peitos dela.
Apertando, chupando os bicos, era a primeira vez que tinha uns peitos na minha boca e eu amava, apesar do que poderia ter pensado em outra ocasião. Ela se deixava fazer, fiquei brincando com eles por um bom tempo, enquanto Sandra só me acariciava por cima da roupa. Ela se acomodou entre minhas pernas e enquanto eu continuava brincando com as tetas dela, não parava de se esfregar na minha buceta. Ela me colocou de joelhos na cama para tirar a camisa que eu usava. Enquanto a mão dela continuava me masturbando ainda por cima da calça, estava me fazendo sofrer, porque o que eu queria era sentir os dedos dela na minha umidade.
Ela desabotoou meu sutiã, agora era ela quem começava a aproveitar meus peitos. Depois continuou me beijando, uma mão não parava de apertar um dos meus peitos e a outra deslizava por dentro da minha calça e finalmente senti os dedos dela. Brincando com meu clitóris.
Ela se deitou, ajudei ela a tirar a calça e a calcinha fio dental, fiquei olhando pra buceta dela depilada, parecia pequenininha e apertada, não resisti à tentação de tocar. Ela guiava minha mão, enquanto soltava uns gemidinhos de prazer. Ela tirou minha mão, se levantou e me ajudou a tirar a calça. Me deitou e começou a me masturbar. Acelerava a mão e quando via que meu prazer aumentava, freava e continuava devagar, a língua dela brincava com um mamilo e eu sentia o dedo dela entrando e saindo da minha buceta, enquanto alternava pra brincar com meu clitóris.
Quando viu que eu tava chegando no orgasmo, me beijou apaixonadamente e eu gozei enquanto meus gemidos se perdiam na boca dela. Ainda com os últimos espasmos do orgasmo, ela desceu e senti a língua dela recolhendo os caldos que escorriam de dentro de mim. Sentir a língua dela percorrendo minha buceta fazia uma eletricidade de prazer percorrer meu corpo todo. Mesmo eu insistindo pra ela parar, ela continuava lambendo, minutos depois eu explodi de prazer de novo e gozei na boca dela. Depois de acalmar um pouco meu corpo, levantei e nos beijamos de novo. Agora fui eu quem tomou a iniciativa, coloquei os peitões dela na minha boca e comecei a chupar os mamilos, ela de joelhos na minha frente, se masturbava, enquanto pedia pra eu morder, aumentou o ritmo da mão e não demorou pra gozar.
Ela me virou e disse que queria testar uma coisa. Me colocou de quatro, com a cabeça apoiada no travesseiro, eu não via nada. De repente senti os peitos dela contra minha racha, ela tava se masturbando com as tetas dela. Sentir essa sensação nova me deixou a mil de novo. Ficou um tempão e quando eu tava quase lá, parou. Me virei e ela se colocou entre minhas pernas de um jeito que nossos clitóris se roçavam, começamos a nos mover em uníssono. Sentia o calor da buceta dela contra a minha, era algo novo pra mim, não sei se pra ela também. Minutos depois, as duas juntas gozamos e ficamos deitadas exaustas, sem conseguir de parar de nos beijar.
Depois dessa dose de prazer imenso, fomos pro chuveiro e tomamos banho juntas, nos beijando como duas amantes. Mas depois de nos vestir, voltamos a ser amigas. Amigas íntimas e inseparáveis.

0 comentários - Quando a calentura aperta (12)