Cuando la calentura aprieta (09)

Normalmente, toda vez que eu tinha um caso extraconjugal, passava semanas inteiras até meu tesão voltar a brotar. Mas depois da escorregada que eu dei com o Pablo, não foi o caso. Poucos dias depois, já tava de novo viciada nos chats e nas minhas brincadeiras solitárias. Chegava a me masturbar quase todo dia. Não sei o que tava rolando no meu corpo, mas eu tava cada vez mais no fogo. Numa dessas manhãs no chat, um nick entrou em contato comigo que era...Saandra7, me estranhou por ser mulher, com um simples "oi" esperou eu responder. Eu não ousava responder, pois achava que ela era lésbica e, claro, eu não sou. Ou algum homem se passando por mulher. Minha curiosidade falou mais alto e respondi. Começamos a conversar e, depois de um bom tempo falando, descobri que ela era casada e, assim como eu, infiel. Acontece que éramos da mesma província e que ela só tinha me escrito porque gostava de conversar com outras mulheres que, como ela e eu, enganávamos nossos maridos. Mesmo assim, não confiava, porque algo dentro de mim dizia que podia ser um homem tentando ficar excitado com minhas experiências. Ficamos conversando quase 2 horas, mas sem entrar em detalhes. Isso me deu confiança. Nos despedimos até outro dia. Três dias depois, voltamos a nos falar, e assim várias vezes. No fim, trocamos o endereço do Skype e começamos a conversar por lá. Descobri que realmente era uma mulher. Sandra tinha 37 anos, casada desde os 24, com um filho de 10. Loira, bem baixinha, uns 1,50m, muito magra também, mas com os peitos operados. Ela tinha um 120, algo que chamava a atenção, já que ela devia pesar uns 45 kg, mais ou menos. Tão pequenininha e magra, aqueles peitos destoavam por todos os lados, embora eu sentisse inveja, porque gostaria de ter os meus assim, mas morro de medo de entrar num centro cirúrgico. O marido dela, caminhoneiro de profissão, passava até meses sem aparecer em casa. Ela se considerava, assim como eu, uma mulher muito safada. Me confessou que, apesar disso, nunca tinha pensado em trair o marido e que se aliviava como todas as mulheres, se masturbando. Mas um dia encontrou um cartão de um puteiro na carteira do marido. Nele, tinha várias casinhas para carimbar, e quando todas estivessem preenchidas, segundo o cartão, ganhava um serviço grátis. No cartão, já havia 3 carimbos, então não precisa ser gênio pra saber que o marido estava traindo ela. Ela, em vez de ficar brava, ela descontou a frustração desabafando como se fosse o marido dela, em carne e osso. Pelo que me contou, já tinha traído o marido mais de 10 vezes, claro que ela era mais gostosa do que eu, do meu ponto de vista, e isso facilitava as coisas. Fomos pegando confiança e um dia decidimos nos conhecer pessoalmente. Ela veio pra minha cidade uma manhã e fomos tomar café da manhã juntas. Era maravilhoso ter uma amiga pra quem você pudesse contar tudo, além disso, ela era daquelas pessoas com quem você se sente super à vontade. Transbordava felicidade por todo o corpo, e isso fazia você se sentir muito bem com ela. Dias depois, conversando pelo Skype, contando nossas aventuras — coisa que, devo dizer, me deixava com muito tesão. Contei pra ela sobre a aventura que tive com um casal jovem. Ela disse que nunca tinha feito aquilo, mas que achava excitante, e me perguntou se eu repetiria, com ela sendo a outra garota. Fiquei sem graça e perguntei se seria com ela e o marido dela. Ela respondeu que não, que seríamos nós duas e um cara que já estava de papinho no chat há um tempo. Como vocês sabem, quando tô com tesão, não costumo pensar muito. Falei que sim, mas primeiro queria saber como era o cara. Ela me mandou várias fotos, incluindo uma dele pelado. Era um garoto de 21 anos, corpo de academia, totalmente depilado e com um pau bonito. Falei pra Sandra sondar ele pra ver como era. Naquela mesma tarde, Sandra me ligou e disse que tinha conversado com o cara, que ele achou a ideia ótima. Sandra me incentivou a ir na casa dela no dia seguinte, porque ele já tinha combinado de ir lá, e a gente podia passar a manhã toda juntos. Não consegui dormir. Às 7 da manhã, depois que meu marido foi trabalhar, tomei banho e me depilei. Me maquiei o melhor que pude, escondendo as olheiras, e vesti uma calça jeans apertada e uma camisa. Depois de deixar meus filhos na escola, fui pra casa da Sandra. Meia hora depois, tava na porta dela, com um nó no estômago que pedia pra eu não entrar, mas o calor que sentia na Minha entreperna tava dizendo o contrário.
Bati na porta, Sandra me abriu, com uma camisola branca que deixava quase todos os peitos dela de fora. Quando vi ela assim, adivinhei que o cara já tinha chegado. Ela me convidou pra entrar e fomos pra sala dela, ele já tava nu da cintura pra cima, dava pra ver que os dois já tinham esquentado. Sandra foi até ele e abaixou a calça dele, o pau dele já tava enorme. A gente sentou, uma de cada lado, e Sandra começou a bater uma pra ele, enquanto eu, sem nem me apresentar, comecei a beijar ele.

Ele beijava as duas ao mesmo tempo, e cada vez que parava de me beijar, aproveitava pra tirar uma peça minha. Em pouco tempo, eu já tava pelada junto com ele. Sandra também não demorou pra tirar a camisola. Tava beijando ele quando ele se afastou e aproximou o rosto de Sandra do meu, queria que a gente se beijasse. Ela tava muito excitada, e mesmo eu resistindo um pouco, ela encostou meus lábios nos dela e a gente começou a se beijar.

Pelo que ela tinha me contado, nunca tinha ficado com nenhuma garota, então era a primeira vez dela. Não desgostei, gostei até, enquanto sentia que tava ficando mais molhada. Depois daquele beijo apaixonado, desci até o pau dele e comecei a chupar. Sandra e eu íamos nos revezando, a gente ouvia os gemidos de prazer dele, com certeza também era a primeira vez dele com duas coroas experientes.

Ficamos assim por uns bons minutos, até perceber que ele tava quase gozando, então paramos pra durar mais. Enquanto ele descansava, sem eu esperar, Sandra me encurralou no sofá e começou a me beijar, enquanto a mão dela começou a acariciar minha buceta. Aquilo tava me deixando louca, nunca tinha sido tocada por uma mulher, e tenho que confessar que ela sabia onde tocar.

De repente, ela me largou. O cara tinha colocado uma camisinha e tava metendo nela de quatro. Ela levou uma mão até a própria buceta e, no ritmo das estocadas que ele dava, ela esfregava o clitóris dela. Vendo aquela cena, comecei a tocar minha buceta quase sem perceber. conta. Sandra me descrevia entre gemidos como eu estava fodendo ela gostoso e putarias desse tipo, ouvir os gemidos e palavras dela e sentir a respiração dela a poucos centímetros da minha buceta, fez eu ter um orgasmo monstruoso, Sandra não demorou muito pra ter outro, não tive dúvida porque ela gritava pra caralho.

O garoto não parou e, com ela de quatro, continuava no ritmo sem se cansar. Eu olhava pra eles enquanto recuperava o fôlego, Sandra me pediu pra deixar ela chupar minha buceta. Não consegui resistir porque tava muito tesuda, timidamente ela começou a brincar com a língua ali, depois de um tempo se soltou e eu senti o melhor boquete que já tinha recebido na vida. Sentia a língua dela subindo e descendo na minha racha no ritmo que ela tava sendo fodida. Não demorei pra ter um segundo orgasmo graças à boca da Sandra, eu tava me contorcendo de prazer, quando ela mandou o garoto parar.

Ele tirou o pau, Sandra se afastou, me ajudou a ficar de quatro e, fazendo de cafetão, enfiou o pinto dele dentro da minha buceta. Ele começou a meter forte, o que foi fácil porque eu tava escorrendo dos dois orgasmos quase seguidos que tinha tido. Percebi que Sandra era ainda mais puta que eu na cama, enquanto ele me fodia ela colocou o rosto perto da minha bunda e o garoto ia alternando as estocadas na minha buceta e na boca dela. De repente ele começou a falar que ia gozar, Sandra agarrou o pau e rapidamente tirou a camisinha, enfiou na boca e eu vi ela engolir toda a porra. Um fiozinho de leite escorria pelo canto dos lábios dela, enquanto ele gemia de prazer.

Eu me sentei de novo no sofá, ele fez o mesmo, enquanto Sandra se sentava no chão. Começamos a trocar ideias entre risadas bestas. O garoto não parava de repetir como a gente era maravilhosa e incrível e que estávamos realizando o sonho dele. Depois de alguns minutos, achando que tudo tinha acabado, Sandra se acomodou entre as pernas do garoto e começou a chupar o pau dele. Ainda mole, ela se esforçou e, entre a boca e encaixando entre as tetonas dela, conseguiu deixar ele duro de novo. Dava pra ver que não era a primeira piroca que ela esfregava entre os peitos.
Não resisti e subi em cima dela de costas, enfiei ele na minha buceta e comecei a cavalgar, enquanto eu curtia de novo estar cheia de pica, Sandra chupava meus peitos. Aquela sensação, e o fato de que enquanto eu cavalgava ele estimulava meu clitóris com a mão, fez com que eu não demorasse pra gozar de novo. Quando falei que tava gozando, Sandra enfiou a língua na minha boca e começou a me beijar apaixonadamente, aquilo me deu um gozo monstruoso.
Eu me joguei de novo no sofá, exausta, e Sandra assumiu. Subiu em cima olhando pra ele e começou a cavalgar, enquanto ele tentava sem sucesso chupar os peitões dela, parecia que ela queria sufocar ele. Sandra gozou de novo, mas mesmo assim continuava pedindo mais. Ela ficou de quatro contra o sofá de novo e ele meteu nela outra vez. Dessa vez fui eu que me coloquei do lado dela, e ele começou a revezar a buceta dela com a minha boca. Só que eu não tinha a mesma habilidade que minha amiga pra engolir aqueles paus inteiros na boca. Depois de um tempo assim, me enfiei um pouco entre ela e dessa vez fui eu que comecei a beijar ela enquanto acariciava os peitos dela. Ela começou a acelerar a respiração e eu não parava de beijar ela. Percebi que ela tava perto de gozar, decidi ajudar com a mão, sem tirar a língua da boca dela. Senti ela gozando de um jeito animal. Ele, ao sentir o orgasmo que Sandra tava tendo, não aguentou e também gozou sem tirar a pica de dentro.
Ficamos os três naquela posição por um bom tempo. Depois da pausa, o cara se vestiu e foi embora.
Sandra me chamou pra tomar um banho, tomei e depois ela, enquanto a gente conversava sobre a experiência que a gente tinha acabado de viver. Deu tempo de tomar uma cerveja. Me surpreendeu que, mesmo depois de a gente ter se pegado enquanto transava, ela ainda continuava com a mesma naturalidade que duas amigas podem ter.
A gente se despediu até outro dia. E eu voltei sem nenhum remorso como os que costumavam me dar, no carro durante o trajeto, percebi que não tinha mais volta, era uma putinha gostosa.

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