Calor que aperta (05)

O verão acabou. Meus filhos voltaram pra escola e eu pra rotina.

De novo comecei com minhas investigações sexuais. Depois de várias semanas, não achava nada interessante nos chats e meu tesão eu saciava sozinha na minha intimidade.

Uma manhã enquanto tomava café, percebi que os canais da TV não estavam aparecendo direito, a imagem ficava congelada quase sempre. Liguei pra minha irmã pra ver se acontecia o mesmo com ela, e ela me disse que eu tinha que ressintonizar os canais, já que com ela tinha acontecido a mesma coisa.

Enquanto fazia as tarefas de casa, a televisão procurava as novas sintonia onde ficavam os canais. Quando terminou, me preparei pra organizá-los, e enquanto organizava, vi um daqueles canais de recheio, às vezes aparecem tarólogos, outras vezes teletenda e coisas assim. Reparei que num deles tinha uma espécie de chat, e ao ler percebi que era de natureza sexual. Fiquei vidrada lendo mensagens por um bom tempo, mas no final passei adiante e deixei de lado.

Mas minha necessidade de descobrir coisas novas fez com que, durante vários dias, todas as manhãs enquanto tomava meu café, eu me entretivesse vendo aquele canal. Aos poucos, foi me chamando mais atenção a cada dia, o fato de se masturbar com um desconhecido, sem precisar se ver, só com as palavras, foi me dando mais tesão com o passar do tempo.

Um dia decidi me arriscar, aumentei a temperatura do aquecedor, me despi e fiquei só com um roupão fino pra cobrir meu corpo, me sentei no sofá e comecei a ver o chat.

As mensagens iam passando pela tela enquanto, aos poucos, minha mão acariciava o interior da minha buceta, fazendo com que fosse ficando com uma certa umidade e aumentando minha respiração. Eu estava ficando excitada e ainda não tinha decidido se faria ou não a ligação. No final, me joguei e liguei pra um dos telefones que apareciam e cuja mensagem me agradou. Depois de alguns toques, atenderam, as primeiras frases foram de apresentação, mas aos poucos ele foi começando a falar sacanagens que... Subiram minha libido e aos poucos comecei a pedir que ele me contasse mais. Depois do orgasmo dos dois, que foram mais ou menos ao mesmo tempo, nos despedimos e acabou. Gostei e prometi a mim mesma repetir um dia.

Apesar de ter gostado, demorei algumas semanas para repetir, foi mais ou menos parecido com a primeira vez, o sexo telefônico era bom para desabafar de vez em quando.

Uma semana depois, vendo o chat novamente, embora sem pensamentos fixos em fazer nada naquele dia, vi uma mensagem que me agradou de um garoto jovem que procurava uma mulher madura, me deu tesão e liguei para ele. Ele se chamava Adolfo, 20 anos, estudante. Dava para perceber que ele era um garoto bem tímido, fomos nos esquentando aos poucos até acabarmos nos masturbando e gozando juntos. Depois de gozar, ele me pediu se podia continuar em contato comigo, me atrevi e disse que sim, mas que fosse pelo WhatsApp, caso eu não estivesse sozinha e não pudesse responder, ele aceitou e salvei o contato dele. Assim também pude ver uma foto dele que tinha no perfil, era um garoto bonitinho, grandão, quase meio brutamontes, de óculos e barbinha rala, me dava uma certa ternura.

Ficamos em contato por mais de um mês, se pudéssemos conversávamos de manhã, embora nem todas as vezes acabássemos nos tocando e algumas vezes com cuidado escrevíamos pelo WhatsApp. Viramos bons amigos. Uma tarde ele me disse que queria que a gente pudesse se ver um dia e assim materializar nossas fantasias. Eu disse que tudo podia ser, ao que ele respondeu que seria difícil, já que ele estava na universidade e morava fora. Perguntei em qual universidade ele estudava e acabou que era na minha província. Portanto, nos separavam pouquíssimos minutos, já que eu moro na área metropolitana. Ele se surpreendeu, pois achava que eu era da província dele, engano que era normal, já que nunca tínhamos dito de onde éramos.

Acontece que meu aniversário de 42 anos era em alguns dias, então me propus um auto presente, de me dar um prazer para o meu corpo. Combinei com ele numa cafeteria no centro para nos vermos pessoalmente. Timidamente, ele me pergunta se eu tinha alguma chance de rolar algo, eu disse que não sabia, já que se quiséssemos consumar o ato sexual teríamos que ir até minha casa e alguém poderia nos ver. Ele me disse que perto de onde tínhamos combinado, ele estava hospedado num apartamento de estudantes, que estaria vazio já que os colegas dele estariam em aula.

Com certa vergonha, ele já tinha me contado antes que só tinha ficado com duas mulheres por causa da timidez dele. Dei certas esperanças, enquanto eu também me dava as minhas.

Chegou o dia, em vez de ir de carro, decidi ir de metrô. Mais rápido e menos saco pra estacionar. Entrei na cafeteria e lá estava ele me esperando. Tomamos café da manhã e decidimos ir rapidinho pro apartamento dele, já que eu só tinha um par de horas, pra dar tempo de voltar e buscar meus filhos na escola.

Chegamos no apartamento dele e fomos pro quarto, lá eu tomei a frente e comecei a beijá-lo, aos poucos ele foi se soltando e começou a apalpar meu corpo, primeiro com certa vergonha pra depois ir se soltando e não deixar nenhum cantinho sem tocar. Nos separamos e começamos a nos despir, eu não demorei pra ficar pelada e quando ele terminou, me assustei com o que vi. A pica dele era enorme, não conseguia acreditar no que estava vendo, era uma monstruosidade, fiquei fascinada, embora minha curiosidade e minha tesão falassem mais alto. Peguei aquele pau de outra dimensão que minha mão mal conseguia envolver. Ele sentou na cama e eu de joelhos comecei a tentar chupar, missão impossível já que mal conseguia colocar a cabeça na boca. Depois de algumas tentativas, vi que aquilo nunca caberia na minha boca.

Por estar naquela enrascada, me levantei e me deitei na cama, ele abriu bem minhas pernas e não demorou pra eu sentir a língua dele na minha buceta, ele tinha talento pra chupar buceta o garoto, apesar da pouca idade. Depois de um tempo comendo minha buceta, ele parou e me deixou no ponto. Vi ele se levantar pra me penetrar, eu Parei e disse a ele que preferia ficar por cima, já que pra meter aquele pau em mim eu teria que levar o ritmo. Ele colocou uma camisinha, que eu suponho que fosse tamanho XXXL, porque não sei como conseguiu vestir, e se deitou na cama. Me aproximei e, encostando o pau dele na minha boca, babeei bastante pra lubrificar. Subi em cima dele e, sem precisar nem guiar, fui introduzindo aos poucos na minha buceta. Sentia aquele pauzão tremendo me abrindo e esticando minha buceta ao máximo, nunca pensei que aquela selvageria de carne pudesse entrar dentro de mim. Demorei um tempo até conseguir enfiar inteiro. Quando entrou, percebi que não conseguia nem me mexer, todo meu interior estava cheio de pau. Sentia ele apertando até meus ovários e meu útero, embora fosse um pouco doloroso, o prazer de me sentir cheia era incrível. Quase sem me mexer, gozei.

Por causa dos líquidos da minha gozada, aos poucos consegui começar a cavalgar. Adolfo não parava de repetir o prazer de sentir minha buceta tão apertada, enquanto eu sentia uma mistura de dor e prazer que até aquele momento nunca tinha sentido. Nessa posição, gozei de novo. Não aguentava mais, desci do pau dele e ele aproveitou pra se jogar por cima. Ele estava enlouquecido de tesão e, sem preâmbulos, me penetrou com força, senti que o pau dele ia me estourar por dentro. Ele foi acelerando as investidas e eu não conseguia aguentar aquela dor, meus gritos deviam estar ecoando por todo o prédio antigo. Incompreensivelmente, apesar da dor que estava sentindo, gozei pela terceira vez.

Ele estava prestes a gozar e me pediu se podia gozar na minha cara. Só pra ele tirar aquele pau de dentro de mim, falei que podia gozar onde quisesse. Ele tirou a camisinha e subiu até minha cara, aí começou a bater punheta. Eu não conseguia desviar o olhar daquele pedaço de carne. De repente, o pau dele começou a cuspir porra, parecia que não acabava nunca, minha cara ficou totalmente coberta daquele líquido branco, assim como meus peitos. Ele terminou exausto, igual a mim. Eu me sentia destruída por aquele jovem que me... tinha dado porções de prazer a partir da dor causada pelo seu instrumento enorme. Pedi para tomar banho, ele me acompanhou ao banheiro, tomei banho e me vesti. Nos despedimos, com a intenção de continuar mantendo contato.
Durante a viagem de volta, eu notava como minha entreperna continuava aberta, devido ao alargamento que tinha acontecido. À tarde foi pior, doía tudo por dentro e fiquei assim por vários dias. Mas o fato de aquela pica enorme ter me possuído tinha valido a pena.

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