Depois de tudo o que aconteceu antes, eu esperava que meu furor sexual recém-descoberto acabasse desaparecendo, mas aconteceu exatamente o contrário. Comecei a despertar um novo furor sexual dentro de mim. Toda vez que ficava sozinha, aproveitava para ver vídeos na internet, me masturbando imaginando que o que acontecia naquelas filmagens estava sendo feito comigo. Descobri os contos eróticos e não demorei muito para entrar em chats de sexo.
Entrava com o nick que o servidor me dava, já que na primeira vez que entrei coloquei um nome de mulher e foi impossível ler qualquer coisa — não paravam de me mandar mensagens privadas, que eu não respondia, porque o que eu queria primeiro era explorar e ver como tudo funcionava no chat.
Era excitante estar dentro do chat, ficava com o tesão à flor da pele só de ler as mensagens que iam postando, e quanto mais safadas eram, mais me excitavam.
Passaram algumas semanas até que eu me atrevesse a puxar conversa com alguém do chat, mas no final criei coragem. Não sabia como era difícil encontrar alguém interessante — assim que você começava a falar com alguém, a pessoa já pedia fotos pelada, cam e todo tipo de besteira. Eu, claro, não tinha nada disso em mente, porque tinha muito claro que nessa nova faceta minha, a discrição era o mais importante.
Me impus umas regras bem claras: nada de fotos nem cam. Se eu gostasse da pessoa e pudéssemos nos encontrar, ótimo; senão, sempre me restava a masturbação. Eu tinha as coisas muito claras, mesmo estando fazendo o que estava fazendo — amava meu marido loucamente e meus filhos também. Minha família em primeiro lugar. Sexo é só isso, sexo.
Depois de tantos descartes, conheci um homem com quem fiz amizade: Jorge, 40 anos, casado e, para melhorar, de uma cidade perto da minha — apenas 20 quilômetros nos separavam. Era freelancer de TI, a esposa professora, então, assim como eu, tinha todas as manhãs disponíveis. Gostei dele porque as primeiras conversas foram sobre nossa vida conjugal, em nenhum momento ele me propôs fazer Nada, só estávamos conversando e desabafando nossas coisas, como dois amigos simples.
Passaram-se várias semanas, até que nos convencemos mutuamente a nos conhecer pessoalmente e, se rolasse química, ter um relacionamento casual, algo que já tínhamos conversado e deixado bem claro. Ele tinha o mesmo problema que eu: embora amasse muito a esposa, era mais ativo sexualmente do que ela. Me confessou que só tinha traído ela uma vez, com uma prostituta, mas que foi só aquela vez. Eu menti, dizendo que também só tinha feito isso uma vez. Até porque a mentira não era tão grande, já que minha primeira infidelidade não foi planejada e foi um "aqui te pego, aqui te mato".
Decidimos nos encontrar numa manhã, depois de deixar meus filhos na escola, numa cafeteria numa cidade no meio do caminho entre as nossas.
Coloquei um vestido azul justo, com um decote e que batia no meio da coxa, e por baixo um conjunto de renda rosa.
Cheguei na cafeteria e sentei numa mesa, esperando ele se aproximar, já que não nos conhecíamos de foto, só pela descrição escrita que tínhamos feito um do outro.
Ele chegou e eu fiquei fascinada. Era muito gato, magro, cabelo moreno com alguns fios grisalhos nas laterais, barba por fazer de três dias bem cuidada e muito bem vestido. Gostei do que vi de cara. Tomamos um café conversando do mesmo jeito que no chat. Eu esperava que ele tomasse a iniciativa de sugerir irmos para minha casa ou para a dele. Quando terminamos o café, ele disse que gostou muito de mim e que adoraria transar comigo. Eu não discordei, claro. Ele mandou eu segui-lo até a casa dele e estacionar o carro dentro do jardim pra ninguém nos ver entrando. Fizemos isso, fomos até a casa dele e entramos como ele disse.
Assim que entramos, não deu pra segurar mais e começamos a nos beijar como dois adolescentes. Enquanto nos beijávamos, fomos pro quarto dele. Não sei por quê, mas ver a cama me deixou com muito tesão. Possuir o homem de outra Uma mulher na própria cama me excitava.
Não demorei pra tirar o vestido e ficar de lingerie, eu também aproveitei, tirei a blusa dela e comecei a desabotoar a calça, ela terminou de tirar. Em seguida, desabotoei o sutiã e, me abraçando, me deitei na cama por cima dele. Ele começou a chupar meus peitos, mordiscando um pouco os bicos. Eu sentia que ficava cada vez mais molhada. Ele continuava me apalpando enquanto não parava de sugar meus seios, minha bunda, minhas pernas, sentia as mãos dele por todo o meu corpo.
Resolvi acelerar um pouco as coisas, desci e tirei a cueca dele. O pau dele saltou pra fora, já duro. Era um pau bem bonito, tamanho normal, mas recém-depilado e operado de fimose. Enfiei na boca e comecei a chupar, salivei bem e, aos poucos, tentava enfiar ele inteiro na boca. Fiquei um bom tempo chupando até ele pedir pra parar, porque não queria gozar antes da hora.
Ele se levantou e pegou uma camisinha. Mandou eu ficar de quatro, aceitei, e ele se posicionou atrás de mim. Senti ele começando a penetrar minha buceta, já bem lubrificada de tesão.
Ele me comeu por um bom tempo, embora eu não tenha demorado muito pra gozar. Trocamos de posição: ele se deitou e eu subi por cima, comecei a cavalgar enquanto ele não parava de brincar com meus peitos e levantar a cabeça pra chupá-los. Ele pediu se eu podia me virar pra ele ver minha bunda cavalgando. Virei, e ele começou a dar uns tapinhas na minha bunda. Era a primeira vez que faziam isso comigo e eu gostei.
De repente, senti que ele estava gozando, percebi as sacudidas do pau dele soltando o sêmen. Essa sensação me fez gozar de novo. Ficamos parados por uns minutos, eu sentindo o pau dele terminar de descarregar e perder a dureza. Adorei.
Nos despedimos com uns beijinhos. Sabendo que não ia se repetir, porque era o que a gente tinha combinado. Mas, claro, nunca diga nunca.
Entrava com o nick que o servidor me dava, já que na primeira vez que entrei coloquei um nome de mulher e foi impossível ler qualquer coisa — não paravam de me mandar mensagens privadas, que eu não respondia, porque o que eu queria primeiro era explorar e ver como tudo funcionava no chat.
Era excitante estar dentro do chat, ficava com o tesão à flor da pele só de ler as mensagens que iam postando, e quanto mais safadas eram, mais me excitavam.
Passaram algumas semanas até que eu me atrevesse a puxar conversa com alguém do chat, mas no final criei coragem. Não sabia como era difícil encontrar alguém interessante — assim que você começava a falar com alguém, a pessoa já pedia fotos pelada, cam e todo tipo de besteira. Eu, claro, não tinha nada disso em mente, porque tinha muito claro que nessa nova faceta minha, a discrição era o mais importante.
Me impus umas regras bem claras: nada de fotos nem cam. Se eu gostasse da pessoa e pudéssemos nos encontrar, ótimo; senão, sempre me restava a masturbação. Eu tinha as coisas muito claras, mesmo estando fazendo o que estava fazendo — amava meu marido loucamente e meus filhos também. Minha família em primeiro lugar. Sexo é só isso, sexo.
Depois de tantos descartes, conheci um homem com quem fiz amizade: Jorge, 40 anos, casado e, para melhorar, de uma cidade perto da minha — apenas 20 quilômetros nos separavam. Era freelancer de TI, a esposa professora, então, assim como eu, tinha todas as manhãs disponíveis. Gostei dele porque as primeiras conversas foram sobre nossa vida conjugal, em nenhum momento ele me propôs fazer Nada, só estávamos conversando e desabafando nossas coisas, como dois amigos simples.
Passaram-se várias semanas, até que nos convencemos mutuamente a nos conhecer pessoalmente e, se rolasse química, ter um relacionamento casual, algo que já tínhamos conversado e deixado bem claro. Ele tinha o mesmo problema que eu: embora amasse muito a esposa, era mais ativo sexualmente do que ela. Me confessou que só tinha traído ela uma vez, com uma prostituta, mas que foi só aquela vez. Eu menti, dizendo que também só tinha feito isso uma vez. Até porque a mentira não era tão grande, já que minha primeira infidelidade não foi planejada e foi um "aqui te pego, aqui te mato".
Decidimos nos encontrar numa manhã, depois de deixar meus filhos na escola, numa cafeteria numa cidade no meio do caminho entre as nossas.
Coloquei um vestido azul justo, com um decote e que batia no meio da coxa, e por baixo um conjunto de renda rosa.
Cheguei na cafeteria e sentei numa mesa, esperando ele se aproximar, já que não nos conhecíamos de foto, só pela descrição escrita que tínhamos feito um do outro.
Ele chegou e eu fiquei fascinada. Era muito gato, magro, cabelo moreno com alguns fios grisalhos nas laterais, barba por fazer de três dias bem cuidada e muito bem vestido. Gostei do que vi de cara. Tomamos um café conversando do mesmo jeito que no chat. Eu esperava que ele tomasse a iniciativa de sugerir irmos para minha casa ou para a dele. Quando terminamos o café, ele disse que gostou muito de mim e que adoraria transar comigo. Eu não discordei, claro. Ele mandou eu segui-lo até a casa dele e estacionar o carro dentro do jardim pra ninguém nos ver entrando. Fizemos isso, fomos até a casa dele e entramos como ele disse.
Assim que entramos, não deu pra segurar mais e começamos a nos beijar como dois adolescentes. Enquanto nos beijávamos, fomos pro quarto dele. Não sei por quê, mas ver a cama me deixou com muito tesão. Possuir o homem de outra Uma mulher na própria cama me excitava.
Não demorei pra tirar o vestido e ficar de lingerie, eu também aproveitei, tirei a blusa dela e comecei a desabotoar a calça, ela terminou de tirar. Em seguida, desabotoei o sutiã e, me abraçando, me deitei na cama por cima dele. Ele começou a chupar meus peitos, mordiscando um pouco os bicos. Eu sentia que ficava cada vez mais molhada. Ele continuava me apalpando enquanto não parava de sugar meus seios, minha bunda, minhas pernas, sentia as mãos dele por todo o meu corpo.
Resolvi acelerar um pouco as coisas, desci e tirei a cueca dele. O pau dele saltou pra fora, já duro. Era um pau bem bonito, tamanho normal, mas recém-depilado e operado de fimose. Enfiei na boca e comecei a chupar, salivei bem e, aos poucos, tentava enfiar ele inteiro na boca. Fiquei um bom tempo chupando até ele pedir pra parar, porque não queria gozar antes da hora.
Ele se levantou e pegou uma camisinha. Mandou eu ficar de quatro, aceitei, e ele se posicionou atrás de mim. Senti ele começando a penetrar minha buceta, já bem lubrificada de tesão.
Ele me comeu por um bom tempo, embora eu não tenha demorado muito pra gozar. Trocamos de posição: ele se deitou e eu subi por cima, comecei a cavalgar enquanto ele não parava de brincar com meus peitos e levantar a cabeça pra chupá-los. Ele pediu se eu podia me virar pra ele ver minha bunda cavalgando. Virei, e ele começou a dar uns tapinhas na minha bunda. Era a primeira vez que faziam isso comigo e eu gostei.
De repente, senti que ele estava gozando, percebi as sacudidas do pau dele soltando o sêmen. Essa sensação me fez gozar de novo. Ficamos parados por uns minutos, eu sentindo o pau dele terminar de descarregar e perder a dureza. Adorei.
Nos despedimos com uns beijinhos. Sabendo que não ia se repetir, porque era o que a gente tinha combinado. Mas, claro, nunca diga nunca.
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