Chegamos muito bêbados no nosso apartamento, naquele dia eu tinha beijado outra mina, mas minha namorada não parecia incomodada. Ela, que também estava muito bêbada, tinha me visto de longe, naquele momento em que me deixou dançando sozinho com aquela outra garota de pele bronzeada e cara inocente...
Dias antes, a gente tinha conversado sobre uma das fantasias sexuais dela: a de me ver comendo outra mulher. Essa confissão surgiu em circunstâncias meio peculiares. A gente, que tinha começado a apimentar a relação, confessou como nossas fantasias envolviam terceiros. Na época, ela disse que queria um menage com outro homem, como se quisesse testar minha reação, mas eu agi naturalmente e entendi o ponto dela. A gente fez isso. Na hora, ambos de pau bem duro, a gente penetrou ela de turno em turno e gozamos na cara dela. Foi o presente de aniversário dela. Embora a gente tivesse um pacto de conversar sobre essas coisas antes de fazer, parecia que tinha uma cumplicidade naquele dia, em que eu beijava aquela outra mulher enquanto, de canto de olho, via ela, com um rum na mão, só observando.
O Uber deixou a gente na entrada, e como deu, abrimos a porta do apartamento. Ela não disse uma palavra e foi pra cozinha pegar uns copos d'água. Eu, que tava processando o que tinha rolado, tava formulando uma resposta na minha mente, mas por causa do álcool, ainda tava de pau duro e sem conseguir me concentrar muito. Fui depositar minha roupa suja e fiquei pelado com meu pau bem ereto. Fui pro quarto quando vi a Andrea de frente. Ela me olhou e, sem dizer nada, me beijou.
Eu beijei de volta e, sem medir as palavras, falei: — Ainda mantém o que a gente conversou da outra vez? Você gostou?
Ela disse que sim enquanto eu massageava os peitos dela e deixava ela de calcinha e sutiã. Ainda com a blusa dela vestida, puxei a calcinha e comecei a penetrar ela de frente na sala. Ela gemia mais do que o normal e dizia que queria repetir. Eu perguntava se ela queria me ver comendo gostoso. Ele disse que sim. Perguntei se ela gostaria que ela estivesse presente e ele disse que sim. Perguntei se queria ser humilhada e, depois de um silêncio abafado pelo meu pau penetrando nela, aceitou.
Naquele dia, ela dormiu como nunca antes, mas eu tive que me masturbar mais uma vez pensando no que tínhamos conversado, porque eu iria cumprir.
Uma das melhores amigas de Andrea se chamava Adriana. Ela era mais magra que minha namorada, barriga chapada e bunda redonda, peitos pequenos, mas com um sorriso e um rosto que enlouquecia qualquer um. Ela e eu tivemos, não um relacionamento, mas alguns encontros que nunca deram em nada. Minha namorada não sabia disso porque foi muito antes de eu conhecê-la. Foi a Adri quem me apresentou a ela, e nunca mais tocamos no assunto, até que um dia à tarde saí com ela.
Combinamos de correr. Naquele dia, eu estava com um shorts folgado e curto que destacava meu pau e uma camisa justa. Ela estava com uma legging preta que realçava a bunda dela e uma regata. Logo depois, comendo num bar, falamos sobre nosso passado e ela mencionou que era uma pena que não ia se repetir, e me perguntou como ela era na cama. A ideia geral de todo mundo era que minha namorada era uma pessoa muito inocente e com pouca experiência. Por isso, quando contei do ménage, a Adriana ficou impressionada.
Adriana começou a me contar outras conversas que minha namorada tinha tido com ela, onde dizia que a fantasia dela era ser tratada mal, humilhada.
E eu disse: é isso que quero fazer com ela. Ela me deu permissão de transar com quem eu quisesse, desde que eu tivesse uma história pra contar... Adriana sorriu e a conversa não demorou muito até que ela se oferecesse. A gente se beijou ali mesmo e combinamos...
Andrea não é uma garota explícita nem bruta. Então, se eu fosse fazer isso, teria que ir devagar. Comecei só saindo pra festa, ficava com alguma garota e contava pra ela por áudio o que ia fazer, pedindo permissão dela o tempo todo. Às vezes exagerava no que acontecia, mas sempre pensava que tudo devia ser um show erótico pra ela. Chegava depois da festa pra chupar a buceta dela e perguntar o que ela queria que eu fizesse em seguida, e quando ela disse que tava pronta pra me ver comer alguém, foi o que eu fiz.
Coloquei uma mordaça na boca dela e dei um tapa na bunda dela, Andrea gemia enquanto eu dizia que uma noite tinha ficado com uma amiga dela, que sentia muito mas que ela me encantava, falei que percebia como ela ficava excitada e que talvez, se ela gostasse tanto, ia deixar ela me ver fazendo, exatamente como naquela noite no bar quando eu beijava aquela gostosa bronzeada e devolvia o olhar pra ela de forma cúmplice.
Desci a calcinha fio dental da André e falei que queria vê-la se masturbar, ela obedeceu, enquanto eu dava instruções, peguei um vibrador e ainda com a saia vestida, mandei ela sentar ali. Amarrei as mãos dela na parede e perguntei sério: "Você quer que eu coma uma das suas amigas?"... Ela assentiu.
Liguei pro celular da Adriana, que tava esperando a chamada, e falei que ela podia vir. Andrea parecia nervosa mas não reclamava, enquanto eu brincava com o vibrador vendo ela se aproximar do orgasmo e não deixando ela gozar. Ouvimos a campainha e soltei as mãos dela da parede, amarrando uma na cadeira onde ela tava e liberando a outra pra que ela pudesse curtir com os dedos o show.
Adriana tava de shorts preto naquele dia, entrou no quarto e sorriu ao ver minha namorada amarrada, ela perguntou pra amiga se tava de acordo com aquilo e Andrea assentiu.
Rindo, Adriana disse: "Bom, mas se você quer me ver pelada com seu namorado, também tem que ficar pelada" e tirou a blusa dela, soltando os peitos da minha namorada e beliscando eles.
Desceu a mão e levantou a saia, vendo a buceta depilada dela e, rindo, tapou de novo dizendo: "Valeu por isso, amiga."
Adriana me beijou de língua e enquanto a gente se beijava, eu de relance sorria sem perder contato visual com ela. Ela só estava ali sentada vendo a amiga dela beijar meu pescoço, eu me deixei levar e tirei a camisa, ela começou a me beijar no peito todo e deixar chupões. Dava pra ver que a Adriana tinha começado a se masturbar com os dedos e eu sorri pra ela.
Adriana começou a brincar por cima do short com minha ereção já visível, massageava e fazia algum comentário. Enquanto com a boca roçava e beijava.
Sem pensar duas vezes, ela abaixou o short dela, ficando só com a blusa e a calcinha branca. Sentou no meu colo e começou a se mexer, brincando com a fricção enquanto olhava de frente pra minha namorada e fazia caras de prazer.
Quando não aguentamos mais, levantei pra pegar a camisinha e a Adriana decidiu soltar a Andrea, colocou ela em cima da cama e disse que queria que ela fosse útil.
Deitei com o pau duro na cama, no colo da minha namorada, enquanto a Adriana encaixava meu pau na buceta dela. Comecei a meter nela, ela que tinha a barriga completamente lisa, deixava fácil ver o movimento do quadril enquanto entrava e saía. Dava pra sentir minha namorada se masturbando enquanto eu, do lado, na perna dela, olhava fixamente.
Depois de uns minutos, a Andrea se afastou e disse que tinha gozado. Enquanto isso, nenhum de nós dois tinha ouvido até que a Adriana falou: "quero que você grave isso pra mim, pega meu celular."
Minha namorada obedeceu e começou a gravar como eu agora metia nela e sorria na cara dela. Depois de um tempo bombando, tirei a blusa da Adriana e ela finalmente gozou enquanto eu mantinha meu pau dentro. Ela fez uma cara de êxtase e paramos por um momento, mas a Andrea continuava gravando, na câmera capturava meu pau ereto saindo da amiga dela e como eu tirava a camisinha.
Subi em cima da Adriana e, sem perguntar, coloquei o pau na boca dela e comecei a foder a cara dela. A excitação era tanta que via a Andrea tentando se tocar com a mão livre de novo, enquanto eu, já no limite Gozar. Fechei os olhos, tirei meu pau da boca dela e soltei meu gozo, cobrindo o rosto inteiro dela.
A Adriana olhou pra câmera, sorrindo, e disse pra Andrea: "Aqui pode parar de gravar." Ela se levantou, completamente nua, e engoliu toda a minha porra. Eu, que já tinha gozado, ainda estava de pau duro, e ela tirou umas fotos minhas, perguntando pra minha namorada como ela tinha se sentido. Ela respondeu que tinha gozado como nunca na vida, mas que não queria que outras amigas ficassem sabendo...
A Adriana disse que podia me ajudar a ter mais experiências, me apresentando pra outras pessoas, desde que ela quisesse. A Andrea aceitou.
Nós três fomos tomar banho juntos e acabamos brincando mais um pouco entre nós, dessa vez com a Adriana mais envolvida. Naquele dia, ninguém vestiu a roupa de novo, e entre comentários, falamos do que mais tínhamos gostado. Minha namorada confessou que tinha adorado que fosse alguém conhecida, e disse que a ideia de me compartilhar era um fetiche pessoal dela, embora não tivesse certeza se queria ser aberta sobre isso.
A Adriana sugeriu que a Paula podia transar comigo, e ela, meio na dúvida, me entregou pra amiga. A Adriana mandou uma mensagem pra Paula:
"Ei, sabia que a Adri gosta de ser corna?"
"– Do que você tá falando?"
"– Acabei de transar com o Diego, o namorado dela, e ela deixou. *emoji de diabinho*"
"– Nunca, não acredito. Mas a Andrea deixou mesmo?"
"– Ela viu a gente."
"– Você é louca, isso não aconteceu."
"– Quer ver uma foto do namorado dela pelado?"
"– Não acredito, manda aí."
A Adriana mandou uma das fotos que tinha tirado antes, onde eu aparecia sentado na cama, sorrindo, com uma ereção bem à mostra. A Paula respondeu com um emoji de surpresa, e a amiga perguntou: "Quer que esse aqui te coma?"
"– Se a Andrea deixar, eu topo."
"– Manda uma foto sua pra ver se o namorado dela te aprova."
Em poucos minutos, a Paula mandou uma foto onde aparecia nua dos pés à cabeça. Tinha um pouco de pelos na buceta, marcas de sol que destacavam os peitos e uma... língua rosada que se destacava. Tive uma ereção visível vendo a foto, e a Adriana se ajoelhou e me perguntou se eu queria transar com ela. Eu disse que sim, e começamos de novo enquanto a Adriana me chupava junto com a minha namorada. Ela se masturbava mais uma vez e, de vez em quando, a gente se beijava até que os dois gozaram: ela no sofá e eu nos peitos da amiga dela.
Dias antes, a gente tinha conversado sobre uma das fantasias sexuais dela: a de me ver comendo outra mulher. Essa confissão surgiu em circunstâncias meio peculiares. A gente, que tinha começado a apimentar a relação, confessou como nossas fantasias envolviam terceiros. Na época, ela disse que queria um menage com outro homem, como se quisesse testar minha reação, mas eu agi naturalmente e entendi o ponto dela. A gente fez isso. Na hora, ambos de pau bem duro, a gente penetrou ela de turno em turno e gozamos na cara dela. Foi o presente de aniversário dela. Embora a gente tivesse um pacto de conversar sobre essas coisas antes de fazer, parecia que tinha uma cumplicidade naquele dia, em que eu beijava aquela outra mulher enquanto, de canto de olho, via ela, com um rum na mão, só observando.
O Uber deixou a gente na entrada, e como deu, abrimos a porta do apartamento. Ela não disse uma palavra e foi pra cozinha pegar uns copos d'água. Eu, que tava processando o que tinha rolado, tava formulando uma resposta na minha mente, mas por causa do álcool, ainda tava de pau duro e sem conseguir me concentrar muito. Fui depositar minha roupa suja e fiquei pelado com meu pau bem ereto. Fui pro quarto quando vi a Andrea de frente. Ela me olhou e, sem dizer nada, me beijou.
Eu beijei de volta e, sem medir as palavras, falei: — Ainda mantém o que a gente conversou da outra vez? Você gostou?
Ela disse que sim enquanto eu massageava os peitos dela e deixava ela de calcinha e sutiã. Ainda com a blusa dela vestida, puxei a calcinha e comecei a penetrar ela de frente na sala. Ela gemia mais do que o normal e dizia que queria repetir. Eu perguntava se ela queria me ver comendo gostoso. Ele disse que sim. Perguntei se ela gostaria que ela estivesse presente e ele disse que sim. Perguntei se queria ser humilhada e, depois de um silêncio abafado pelo meu pau penetrando nela, aceitou.
Naquele dia, ela dormiu como nunca antes, mas eu tive que me masturbar mais uma vez pensando no que tínhamos conversado, porque eu iria cumprir.
Uma das melhores amigas de Andrea se chamava Adriana. Ela era mais magra que minha namorada, barriga chapada e bunda redonda, peitos pequenos, mas com um sorriso e um rosto que enlouquecia qualquer um. Ela e eu tivemos, não um relacionamento, mas alguns encontros que nunca deram em nada. Minha namorada não sabia disso porque foi muito antes de eu conhecê-la. Foi a Adri quem me apresentou a ela, e nunca mais tocamos no assunto, até que um dia à tarde saí com ela.
Combinamos de correr. Naquele dia, eu estava com um shorts folgado e curto que destacava meu pau e uma camisa justa. Ela estava com uma legging preta que realçava a bunda dela e uma regata. Logo depois, comendo num bar, falamos sobre nosso passado e ela mencionou que era uma pena que não ia se repetir, e me perguntou como ela era na cama. A ideia geral de todo mundo era que minha namorada era uma pessoa muito inocente e com pouca experiência. Por isso, quando contei do ménage, a Adriana ficou impressionada.
Adriana começou a me contar outras conversas que minha namorada tinha tido com ela, onde dizia que a fantasia dela era ser tratada mal, humilhada.
E eu disse: é isso que quero fazer com ela. Ela me deu permissão de transar com quem eu quisesse, desde que eu tivesse uma história pra contar... Adriana sorriu e a conversa não demorou muito até que ela se oferecesse. A gente se beijou ali mesmo e combinamos...
Andrea não é uma garota explícita nem bruta. Então, se eu fosse fazer isso, teria que ir devagar. Comecei só saindo pra festa, ficava com alguma garota e contava pra ela por áudio o que ia fazer, pedindo permissão dela o tempo todo. Às vezes exagerava no que acontecia, mas sempre pensava que tudo devia ser um show erótico pra ela. Chegava depois da festa pra chupar a buceta dela e perguntar o que ela queria que eu fizesse em seguida, e quando ela disse que tava pronta pra me ver comer alguém, foi o que eu fiz.
Coloquei uma mordaça na boca dela e dei um tapa na bunda dela, Andrea gemia enquanto eu dizia que uma noite tinha ficado com uma amiga dela, que sentia muito mas que ela me encantava, falei que percebia como ela ficava excitada e que talvez, se ela gostasse tanto, ia deixar ela me ver fazendo, exatamente como naquela noite no bar quando eu beijava aquela gostosa bronzeada e devolvia o olhar pra ela de forma cúmplice.
Desci a calcinha fio dental da André e falei que queria vê-la se masturbar, ela obedeceu, enquanto eu dava instruções, peguei um vibrador e ainda com a saia vestida, mandei ela sentar ali. Amarrei as mãos dela na parede e perguntei sério: "Você quer que eu coma uma das suas amigas?"... Ela assentiu.
Liguei pro celular da Adriana, que tava esperando a chamada, e falei que ela podia vir. Andrea parecia nervosa mas não reclamava, enquanto eu brincava com o vibrador vendo ela se aproximar do orgasmo e não deixando ela gozar. Ouvimos a campainha e soltei as mãos dela da parede, amarrando uma na cadeira onde ela tava e liberando a outra pra que ela pudesse curtir com os dedos o show.
Adriana tava de shorts preto naquele dia, entrou no quarto e sorriu ao ver minha namorada amarrada, ela perguntou pra amiga se tava de acordo com aquilo e Andrea assentiu.
Rindo, Adriana disse: "Bom, mas se você quer me ver pelada com seu namorado, também tem que ficar pelada" e tirou a blusa dela, soltando os peitos da minha namorada e beliscando eles.
Desceu a mão e levantou a saia, vendo a buceta depilada dela e, rindo, tapou de novo dizendo: "Valeu por isso, amiga."
Adriana me beijou de língua e enquanto a gente se beijava, eu de relance sorria sem perder contato visual com ela. Ela só estava ali sentada vendo a amiga dela beijar meu pescoço, eu me deixei levar e tirei a camisa, ela começou a me beijar no peito todo e deixar chupões. Dava pra ver que a Adriana tinha começado a se masturbar com os dedos e eu sorri pra ela.
Adriana começou a brincar por cima do short com minha ereção já visível, massageava e fazia algum comentário. Enquanto com a boca roçava e beijava.
Sem pensar duas vezes, ela abaixou o short dela, ficando só com a blusa e a calcinha branca. Sentou no meu colo e começou a se mexer, brincando com a fricção enquanto olhava de frente pra minha namorada e fazia caras de prazer.
Quando não aguentamos mais, levantei pra pegar a camisinha e a Adriana decidiu soltar a Andrea, colocou ela em cima da cama e disse que queria que ela fosse útil.
Deitei com o pau duro na cama, no colo da minha namorada, enquanto a Adriana encaixava meu pau na buceta dela. Comecei a meter nela, ela que tinha a barriga completamente lisa, deixava fácil ver o movimento do quadril enquanto entrava e saía. Dava pra sentir minha namorada se masturbando enquanto eu, do lado, na perna dela, olhava fixamente.
Depois de uns minutos, a Andrea se afastou e disse que tinha gozado. Enquanto isso, nenhum de nós dois tinha ouvido até que a Adriana falou: "quero que você grave isso pra mim, pega meu celular."
Minha namorada obedeceu e começou a gravar como eu agora metia nela e sorria na cara dela. Depois de um tempo bombando, tirei a blusa da Adriana e ela finalmente gozou enquanto eu mantinha meu pau dentro. Ela fez uma cara de êxtase e paramos por um momento, mas a Andrea continuava gravando, na câmera capturava meu pau ereto saindo da amiga dela e como eu tirava a camisinha.
Subi em cima da Adriana e, sem perguntar, coloquei o pau na boca dela e comecei a foder a cara dela. A excitação era tanta que via a Andrea tentando se tocar com a mão livre de novo, enquanto eu, já no limite Gozar. Fechei os olhos, tirei meu pau da boca dela e soltei meu gozo, cobrindo o rosto inteiro dela.
A Adriana olhou pra câmera, sorrindo, e disse pra Andrea: "Aqui pode parar de gravar." Ela se levantou, completamente nua, e engoliu toda a minha porra. Eu, que já tinha gozado, ainda estava de pau duro, e ela tirou umas fotos minhas, perguntando pra minha namorada como ela tinha se sentido. Ela respondeu que tinha gozado como nunca na vida, mas que não queria que outras amigas ficassem sabendo...
A Adriana disse que podia me ajudar a ter mais experiências, me apresentando pra outras pessoas, desde que ela quisesse. A Andrea aceitou.
Nós três fomos tomar banho juntos e acabamos brincando mais um pouco entre nós, dessa vez com a Adriana mais envolvida. Naquele dia, ninguém vestiu a roupa de novo, e entre comentários, falamos do que mais tínhamos gostado. Minha namorada confessou que tinha adorado que fosse alguém conhecida, e disse que a ideia de me compartilhar era um fetiche pessoal dela, embora não tivesse certeza se queria ser aberta sobre isso.
A Adriana sugeriu que a Paula podia transar comigo, e ela, meio na dúvida, me entregou pra amiga. A Adriana mandou uma mensagem pra Paula:
"Ei, sabia que a Adri gosta de ser corna?"
"– Do que você tá falando?"
"– Acabei de transar com o Diego, o namorado dela, e ela deixou. *emoji de diabinho*"
"– Nunca, não acredito. Mas a Andrea deixou mesmo?"
"– Ela viu a gente."
"– Você é louca, isso não aconteceu."
"– Quer ver uma foto do namorado dela pelado?"
"– Não acredito, manda aí."
A Adriana mandou uma das fotos que tinha tirado antes, onde eu aparecia sentado na cama, sorrindo, com uma ereção bem à mostra. A Paula respondeu com um emoji de surpresa, e a amiga perguntou: "Quer que esse aqui te coma?"
"– Se a Andrea deixar, eu topo."
"– Manda uma foto sua pra ver se o namorado dela te aprova."
Em poucos minutos, a Paula mandou uma foto onde aparecia nua dos pés à cabeça. Tinha um pouco de pelos na buceta, marcas de sol que destacavam os peitos e uma... língua rosada que se destacava. Tive uma ereção visível vendo a foto, e a Adriana se ajoelhou e me perguntou se eu queria transar com ela. Eu disse que sim, e começamos de novo enquanto a Adriana me chupava junto com a minha namorada. Ela se masturbava mais uma vez e, de vez em quando, a gente se beijava até que os dois gozaram: ela no sofá e eu nos peitos da amiga dela.
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