Iniciando na dominação e exibicionismo | 5

Era dia de trampo, acordei cedo e fui direto pro chuveiro. Claro, tomei banho e coloquei minha gaiola por precaução. Mandei mensagem no chat pra ver se tinha que cumprir algo, mas não tinha nenhuma mensagem das minhas Donas do dia anterior.

Enquanto esperava, segui minha rotina de sempre: fiz um café e umas torradas. Enquanto tomava café da manhã, lia notícias atuais, sobre criptomoedas e outros assuntos que me interessam. Quando tava nessa, chegou uma mensagem no chat dizendo que eu deveria ir com a gaiola pro trabalho e que eles não iam poder ficar muito em cima naquele dia, mas iam deixar tarefas que eu teria que ir enviando e depois eles revisariam.

X:
1ª Foto com a gaiola na mesa do trabalho.
2ª Quando voltar do trabalho, as calças desabotoadas e a gaiola bem visível enquanto estiver no carro.
3ª Ao chegar em casa, vai colocar o plug médio e sua tanga, vai sair pra tomar algo na varanda com as pinças nos mamilos, sem roupa, só com a tanga.
A gente responde quando você fizer a última ordem, e se por acaso as donas de ontem te escreverem, você obedece elas em tudo, claro.

Anotei isso num bloco pra não esquecer e entrei no carro pra não chegar atrasado no trampo, que no fim é o que me dá de comer, como dizem.

Cheguei no meu posto, cumprimentei os colegas e, pegando um café, fui pra minha mesa. No começo, o pessoal tá meio disperso, então esperei um pouco pra tirar a foto, não queria arriscar muito. Lá pelas 11, todo mundo já tava nas suas tarefas e aproveitei pra desabotoar a calça e baixar até a gaiola ficar visível, tirei a foto e mandei direto no chat. Arrumei a calça de novo e continuei com meu trampo.

Na hora do intervalo, saí pra fumar um cigarro depois de comer um salgado na cantina e, enquanto olhava o celular, recebi a primeira mensagem das minhas Donas.

A: Oi porquinho, bom, vamos começar sabendo seus horários.
Eu: Oi Donas, trampo das 10 às 18. O resto do tempo, se não tenho planos, costumo ficar pela cidade, dando uma volta ou tomando algo com os amigos.

A: Beleza, então hoje à tarde a gente vai se ver, queremos saber mais pra poder fazer isso melhor. Mais tarde vamos te mandar as tarefas pra antes de vir e esperamos que você cumpra tudo direitinho.
Eu: Combinado, vou ficar esperando as ordens de vocês. Digam também que tem outras pessoas que têm esse submisso, depois, se vocês quiserem, eu conto mais.

Voltei ao trabalho e terminei o dia bem tranquilo, mas pensando no que minhas Amas teriam planejado pra essa tarde. Faltando poucos minutos pra sair, recebi uma mensagem delas.

A: Oi porquinho, você vai parar no bazar chinês e comprar umas calcinhas. Quando sair, veste elas no carro a caminho de casa. Quando chegar, avisa a gente.

Por sorte, como era uma área cheia de comércio, tinha vários bazares pra comprar. Parei no primeiro que vi, o maior, pra garantir que tivesse, e entrei. Fui na seção de roupas e encontrei um pacote de calcinhas de várias cores. Fui pro caixa com um pouco de vergonha e comprei.

Ao sair, fui pro carro, tirei a calça pra poder tirar a tanga e vestir as calcinhas. Assim que fiz, mandei uma foto pras minhas Amas pra elas verem e escrevi no chat do X explicando por que não estava mais usando a tanga. Segui rumo a casa com as calcinhas e a gaiola de fora, e a calça tirada.

Quando cheguei em casa, avisei minhas Amas e me coloquei como X tinha ordenado, nu só com as calcinhas, a gaiola, o plug e os prendedores de mamilo. Peguei o maço de cigarro e uma cerveja e fui pra varanda esperando mais mensagens.
Sentei na cadeira que tenho lá fora e, enquanto tomava a cerveja, pensava em ninguém me ver. Tirei uma foto de teste pro chat de passagem, não queria falhar nas tarefas.
Expliquei de passagem que as Amas tinham planos de falar comigo pra saber um pouco mais de tudo e que eu pretendia contar a situação pra elas.

Depois de alguns minutos recebi uma mensagem das minhas Donas.
A: Muito bem porquinho, você começa obedecendo. Queremos te ver esta tarde pra poder acertar umas coisas. No mesmo lugar de sempre e no mesmo horário, não nos falhe.
Eu: Tá certo, Donas, estarei lá.
A: É o que esperamos, e traga seus brinquedos.

Voltei pro chat do X e contei como tinha ficado tudo. Elas ainda não tinham escrito desde cedo, então eu ia deixando tudo que rolava.
Faltavam umas duas horas pra ver minhas Donas, que aproveitei pra tomar outra cerveja e continuar como elas tinham mandado.

Quando terminei o copo, entrei em casa e deixei a mochila pronta. E me vesti pra ficar pronto e sair com tempo. Desci pra garagem, guardei tudo, liguei o carro e fui em direção ao caminho de terra onde teria que ver a Lucía e a Carmen.
Foi tudo muito tranquilo, estacionei e comecei a andar até chegar no ponto onde a gente ia se ver, avisei elas que tinha chegado e fiquei esperando.

A: Muito bem porquinho, antes de te ver você vai se despir, fica só de calcinha, a gaiola e coloca suas pinças. Assim que estiver assim, vem pro descampado da última vez, sem ninguém te ver.

Meu pau quis reagir à ordem e comecei a fazer tudo como elas tinham dito. Tava guardando a roupa na mochila quando recebi outra mensagem.

A: Não guarda a roupa, deixa escondida e vem só com a mochila e os brinquedos.

Um fio de líquido pré-ejaculatório escorria entre minha perna e a gaiola. Tava nervoso, mas a situação me excitava muito. Escondi a roupa e comecei a andar, sentindo o ar no meu corpo e as pinças balançando no ritmo dos meus passos, puxando meus mamilos.

Levei uns 10 minutos pra chegar, teria demorado menos, mas tava ligado pra não ver ninguém e não ouvir nada. Quando cheguei, fui pra trás das pedras onde Lucía e Carmen estavam me esperando.

A: Oi porquinho, você demorou um pouco mais do que esperávamos. Primeiro, quando estiver com a gente, vai ficar de joelhos até a gente mandar. o contrário. E agora vamos te fazer algumas perguntas. Queremos que você conte tudo sobre esses assuntos, seus gostos, seus limites, se já fez isso antes ou se faz com alguém, e enquanto isso você vai enfiar a bunda com o pau de plástico que você tem.

Peguei o dildo, coloquei um pouco de lubrificante e comecei a enfiar enquanto explicava tudo para minhas Donas. Comecei com meus gostos e meus limites. O dildo já estava inteiro dentro, esses dias usando ele tinham facilitado pra entrar cada vez mais fácil. Continuei explicando o assunto do chat do X pra elas saberem de tudo. Enquanto isso, eu subia e descia no meu dildo, cada vez minha bunda ficava mais aberta. Elas ouviam enquanto olhavam como eu fazia, riam de vez em quando porque eu estava escorrendo. Os prendedores dos mamilos balançavam a cada enfiada.

Depois que expliquei tudo, elas me pediram pra falar com X pra combinar entre todos. Então peguei meu celular, coloquei a conversa do X que já tinha respondido e entreguei pras minhas Donas pra elas falarem.

X: Muito bem, submisso, você cumpriu tudo, agora quando chegar nas suas Donas explica tudo e coloca a gente em contato.
A: Oi, sou a Lucia, uma das Donas do porquinho. Estamos com ele agora.
Tirei uma foto minha fodendo o dildo e mandei pro X.
X: caralho, vocês estão se divertindo muito com o submisso ou porquinho como você chama ele.
A: Com certeza, e olha que ele aguenta, vamos nos divertir pra caralho. Queríamos conversar pra alinhar tudo e nos organizar.
X: Perfeito, então vocês mandam.

No final, depois de um tempo conversando entre eles enquanto eu continuava subindo e descendo, já soltando uns gemidos de tão macio que entrava e saía, eles terminaram a conversa, mas eu não sabia no que tinham combinado.
Bom, porquinho, é nosso dia de sorte. Como o X não pode vir nem te ver pessoalmente, ele deixou que a gente seja suas Donas totais, vamos ter que mandar fotos e vídeos do que você faz, mas você vai ficar à nossa disposição sempre. Talvez um dia o X Te ordenei algo, mas não como agora.

Resumindo, X tinha me deixado nas mãos de Lucia e Carmen. Ele ia ficar de fora e elas seriam agora quem me mandariam em tudo.

A: Então, porquinho, temos que celebrar que você é nosso. Continua com o dildo no cu e começa a chupar minha buceta. Mais te vale fazer direito.

Lucia se colocou na minha frente, abaixei o shorts dela e comecei devagar a lamber em volta da boceta dela, molhando tudo. Passando minha língua pelas dobras, abrindo devagar os lábios dela, rodeando o clitóris e mordendo de leve.

Ela gemia e me puxava o cabelo apertando, eu continuava na minha tarefa enquanto o dildo se ajustava dentro de mim. Aos poucos fui aumentando o ritmo, enfiando minha língua o máximo que podia e tirando rápido subindo até o ponto fraco dela, repeti isso várias vezes. Percebi que ela começava a me agarrar o cabelo mais forte e a ficar tensa. Aí aproveitei para focar só no clitóris dela, chupando e sugando como se não houvesse mais nada no mundo. Em um minuto ela gemeu e começou a gozar, claro que continuei colado na boceta dela para deixar limpinha depois de tanto prazer.

Ela se afastou para trás subindo o shorts e passou a vez para Carmen. Mesma dinâmica, ela se aproximou de mim e eu abaixei o shorts dela. Ela gostava das coisas mais pesadas, agarrou meu cabelo dando uns puxões, cuspiu na minha cara e me esfregou contra ela.

Com Carmen demorei um pouco menos, fui muito mais bruto porque dava para ver que ela curtia essa onda.
Abri de uma vez a boceta dela enfiando a língua até o fundo, ela não parava de empurrar minha cabeça, eu mal conseguia respirar mas também me excitava ela ser tão agressiva. Tirando e colocando a língua o mais rápido que podia, lambendo o clitóris dela com força, mordendo e puxando um pouco. Ela não demorou para gozar, em vez de deixar minha cara fixa na boceta dela, ela esfregou enquanto gozava e depois me fez limpar.

Ela me separou de repente e eu fiquei de joelhos com o dildo ainda dentro e a cara encharcada com os fluidos dela misturados com os saliva. 
A: Muito bem, porquinho, você começou obedecendo. Agora vamos nos divertir um pouco com você, guarda o dildo e tira a gaiola. 
Eu obedeci na hora, assim que tirei a gaiola meu pau ficou bem duro. É uma delícia sentir ele livre, ainda mais quando está coberto com seu próprio líquido. Sem ninguém mandar, lambi a gaiola pra deixar limpa e guardei junto com o dildo, também limpo. 
A: Olha o porco já todo duro. Que submisso você é, hein. Vamos dar um passeio, nos segue. 
Começamos a andar pelo caminho, elas iam na minha frente e eu seguia. De vez em quando me davam um tapão na rola ou soltavam um chicotada. No começo era de leve, mas as duas foram ficando mais brutas. Eu sentia o vento na minha bunda, no meu pau molhado e nos meus mamilos, que já estavam ardendo. 
Depois de um tempo, bateu vontade de mijar e pedi permissão pra fazer. 
A: Claro, mas vai fazer igual o porquinho que você é. Fica de quatro e começa a mijar. E não levanta a pata, que você não é cachorro. Cuidado pra não se mijar. 
Fiquei de quatro no meio do caminho e tentei soltar o mijo devagar pra não acertar os braços nem nada. Não sei como, mas consegui — o jato foi tudo no chão, e só algumas gotas respingaram, sem me sujar muito. 
A: Olha só nosso porquinho, que jeitoso, fez xixi direitinho. Vamos, porquinho, agora é sua vez de brilhar. 
Viramos e voltamos pras pedras do começo. Uns metros antes de chegar, me mandaram ficar de quatro de novo e pegar o dildo. Passaram pouco lubrificante e meteram ele meio bruto no meu cu. 
A: Vai, começa a andar e não deixa cair. 
Era impossível fazer aquilo. Com o lubrificante e o peso do dildo, não conseguia manter ele dentro, ainda mais engatinhando. Quando quase caiu, a Carmen empurrou ele de volta com o pé, quase me partindo no meio. Mas por algum motivo, meu pau estava bem duro. mexendo de um lado pro outro.

Assim continuamos até chegar nas pedras, a Carmen teve que enfiar o dildo mais umas duas vezes, acompanhadas de dois tapas que deixaram minha bunda ardendo. Quando chegamos, me fizeram deitar de costas na pedra, segurando minhas pernas. Me senti muito exposto naquela posição, meu pau colado na barriga, o dildo aparecendo por trás e os prendedores dos mamilos caindo cada um pra um lado.

A Carmen se divertia fodendo minha bunda sem muito cuidado, tirava e enfiava, cada vez mais rápido. De vez em quando empurrava até quase enfiar inteiro. Ela tava fodendo minha bunda com força, e a Lucia ia puxando os prendedores, me masturbando um pouco e depois dando tapas no meu pau e nas bolas.
Elas tavam brincando comigo, mas tavam me deixando louco.

Não demorei muito pra ficar perto de gozar, mas não ia ter tanta sorte. Avisei minhas Amas que tava quase.

A: Nem pense em gozar, porquinho. Só quando a gente deixar, se é que a gente vai deixar.

Ela parou de tocar no meu pau e a Carmen continuou com minha bunda. A Lucia seguiu com meus mamilos e de vez em quando cuspia em mim. Eu tava morrendo de vontade de explodir, queria gozar mais do que nunca, o tempo todo um fio de líquido pré-saindo do meu pau.

Quando ela cansou e tirou o dildo de uma vez, eu gemi com a sensação e senti minha bunda aberta.

A: Então, porquinho, acho que sua bunda já tá mais que usada. Quer gozar?
Eu: Sim, Amas, o porquinho precisa descarregar.
A: Hahaha Olha como ele aprende.

A Carmen pegou meu pau e começou a me masturbar de novo, subia e descia devagar mas apertando forte. Eu sentia ela percorrer meu pau, como ele ficava molhado com meu líquido, tava muito perto de novo e avisei elas de novo.

A Carmen parou de repente e eu olhei pra ela com cara de situação.

A: Calma, porquinho, não tem pressa. Vamos lá de novo, mas sempre avisa quando for gozar.

Agora foi a Lucia que começou a me tocar, não demorou nem 1 minuto pra eu querer gozar de novo. Avisei que estava muito perto, aguentei um pouco mais e quando finalmente ia gozar ela soltou a mão de repente. Só saiu um jato de porra e o resto não saiu. Eu ainda estava com mais vontade de gozar e não conseguia.

A: Assim porquinho, é como se estraga uma gozada. E agora pega as coisas e vamos pra casa.
Eu: Amas, por favor, não me deixem assim, preciso gozar.

Carmen me agarrou as bolas com força e, me olhando, disse:
A: Se a gente disse que vamos embora, vamos embora. Não nos irrite, porquinho, que você ainda não nos conhece direito.
E sem mais, tirou os dois prendedores do mamilo puxando, parecia que ela gostava de fazer isso comigo. Gritei sem conseguir evitar.

Eu: Desculpa, Amas. — Foi o pouco que consegui dizer.

Peguei as coisas e me levantei. Nunca tinha me sentido tão submisso, com os mamilos ardendo, o cu aberto, a calcinha vestida, as bolas cheias e a gozada pela metade.
Pendurei a mochila e comecei a seguir minhas Amas.

Quando chegamos na bifurcação dos caminhos, elas iam para outro lado, então nos despedimos ali.

A: Bom, porquinho, rala pro carro e pra casa. Não vista a roupa até estar no carro. Esta noite você dorme com sua calcinha, como o porquinho que é. E fica tranquilo que, se você se comportar bem, vamos deixar você gozar, mas nem pense em fazer isso até a gente mandar.
Eu: Claro, Amas, vou cumprir tudo que vocês mandarem como seu porquinho.

Lucia se aproximou e me deu um beijo na bochecha. Carmen, no entanto, me beijou na boca e me deu uma mordida enquanto me agarrava as bolas.
Eu me abaixei um pouco pela força que ela usou, e ela começou a rir.

A: Anda, porco, rala logo, senão vão te pegar aqui.

Elas seguiram o caminho delas, e eu fui pro meu carro. Fiquei pensando em tudo que tinha acontecido e pra onde essa situação ia dar.
Cheguei no carro, vesti a roupa e fui pra casa. Aquela noite foi tranquila, cheguei em casa, tomei um banho e recebi uma mensagem das minhas Amas.

A: Oi, porquinho, hoje você se comportou bem. Se continuar assim, vai ter recompensas. Esta noite, coloca a gaiola e dorme com a calcinha de hoje. Amanhã quando acordar, coloca outra e manda foto de bom dia pra gente.
Eu: Obrigado, Amas.

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Sei que foi um capítulo mais tranquilo, mas acho que necessário pra apresentar melhor as novas Amas. O próximo vai ter mais brincadeiras das Amas com o porquinho delas. Valeu pelo apoio e pelas avaliações!

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