Piranha surpresa tarada 9

Espero que quem tá lendo isso já conheça minha história, se for novo e tiver interesse, te convido a ler os relatos anteriores pra entrar no contexto, e se alguém dedicou um tempo pra acompanhar minha história, VALEU. Já vou avisando que esse relato vai ser longo e talvez não tão interessante, mas é importante e não me sinto à vontade de pular ele, então, já que tão avisados, fiquem à vontade pra ler o que quiserem (óbvio).
É muito difícil ter que se afastar pra tentar curar feridas, deixar quem você ama e que é o mais importante na sua vida pra não perder eles de vez. Por isso, me mudei pra um apê pequeno a uns 10 minutos da minha família e tentei manter contato o tempo todo, e sempre que a Laura deixava ou quando ela se disponibilizava, melhor dizendo, eu visitava meu filho todo dia quando ele não ficava comigo. Mesmo assim, quase não via a Laura e, juro, eu tentei. Acho que ela fazia de tudo pra me evitar, não faço ideia do que rolava na vida pessoal dela nem na vida sexual. Passaram semanas inteiras sem eu conseguir falar com ela além do estritamente necessário, e quando finalmente trocamos algumas palavras a mais, foi só pra me pedir pra comprar roupa nova pro meu filho. Mesmo ela falando de um jeito mais amigável e com um sorriso no rosto, não consegui evitar sentir um monte de coisa negativa, raiva principalmente, mas tive que me controlar.
Umas 3 meses depois, onde eu literalmente vivi como uma freira, comecei a sair do meu esconderijo e frequentar amigos e lugares. Achava que isso ia me ajudar a me conformar, mas, sendo sincero, isso nunca ia rolar. Numa dessas, tava num bar bem tranquilo, no terraço de uma casa antiga, um lugar bem boêmio. Tava numa mesa com uns amigos, batendo papo, curtindo a música ao vivo, bebendo e tirando um sarro da gente mesmo pra animar o rolê. Era umas 11 da noite quando ouvi atrás de mim: “Oi, Neto, como cê tá?” Uma garota linda com cabelo bem cacheado e comprido até abaixo dos ombros, mais ou menos 1,65 m, morena clara, olhos verdes, um corpo meio cheinho sem ser gordinha, um par enorme de peitos acompanhado de uma cintura digamos média, mas que fazia ela parecer perfeita, pernas carnudas e torneadas, finalizadas com um par de bundas redondinhas e bem proporcionadas, tudo isso resultado de exercício diário, mesmo que em casa (ou pelo menos é o que ela sempre diz). Surpreso, me virei e senti o coração saindo pela boca de susto, porque a Nancy tem uma semelhança impressionante com a Laura, a irmã mais velha dela.

Nancy é uma garota muito inteligente, à primeira vista parece ser super simpática, sociável, alegre, gente boa, etc. Se digo "parece" é porque na verdade ela tem um gênio bem difícil. Apesar de conhecê-la há muito tempo, até um pouco antes da Lan, não éramos muito amigos. Na verdade, depois que virei cunhado, a atitude dela comigo foi bem diferente, negativa e, por que não dizer, até hipócrita. Por isso, depois da confusão surpreendente, fiquei muito decepcionado por não ser a Lan.

Tanto ela quanto o namorado Ricardo, que estava com ela, me cumprimentaram de forma efusiva, o que honestamente me surpreendeu. Para retribuir a cortesia, convidei eles para se juntarem a nós, mas recusaram porque estavam com um grupo de amigos do Ricardo. Nos despedimos de forma cordial. Depois disso, vi ela na mesa deles de vez em quando e quando passei no banheiro em algum momento. Quando percebi, já só tinham ficado as pessoas com quem eles estavam dividindo a mesa.

A noite terminou para a gente às 2:30 da manhã. Ainda tinha um mojito cubano recém-servido, mas pagamos e fomos embora. Ninguém no lugar falou nada, então levei minha bebida. Ao sair, Nancy e Ricardo estavam um pouco na frente de onde eu estava. Me despedi dos meus amigos, porque eles vieram de carro e eu no meu. Enquanto me aproximava da minha cunhada e concunhado, percebi que eles estavam discutindo, mas... Pararam quando me viram chegando, com um olhar defensivo no rosto delas. Me senti na obrigação de falar.

— Desculpa, não quero me intrometer, mas preciso passar por aqui pra chegar no meu carro — falei com um interesse quase nulo, balançando meu mojito na mão.

— Relaxa, já vai embora? — disse a Nancy com os olhos inchados de tanto chorar, mas tentando soar animada.

— Sim, se cuidem — respondi, agora com toda seriedade, fixando o olhar nos olhos dela, na esperança de que entendesse que se precisasse de ajuda, aquele era o momento. Mas ela só se limitou a dizer:

— Você também — e virou-se pra onde Ricardo a esperava.

Subi no meu carro, que estava a umas ruas dali, num estacionamento pequeno com serviço 24 horas. Coloquei minha bebida no porta-copos, coloquei o cinto, ajustei os espelhos, etc… demorei um pouco pra dar partida. Na saída do estacionamento, na frente do meu carro, passou a Nancy fazendo um sinal pra eu parar. Parei, meio alarmado, e abaixei o vidro do carona. Ela se inclinou sobre a porta, deixando aquele par lindo de peitos balançando por trás do decote, e perguntou se eu podia levá-la pra casa. Fiquei mais tranquilo. Minha resposta foi óbvia.

Passou um tempão até ela quebrar o silêncio (eu não tinha intenção de fazer isso).

— E aí, como cê tá? — perguntou de repente. Pensei um pouco, mas no fim respondi sem saber exatamente ao que ela se referia.

— Bom… faço o que posso — ela soltou um sorrisinho, como se soubesse do que eu tava falando.

— Já sei — disse tristemente, e depois deixou escapar um suspiro tímido.

— E você? — arrisquei, parecendo idiota, perguntando o óbvio.

— E o que cê acha? — querendo parecer muito maduro e, honestamente, sem ter a menor ideia do que tava dizendo, soltei algo como:

— Perde e ganha — um sorriso se desenhou no rosto dela, acompanhado de uma risadinha mais de obrigação do que qualquer outra coisa.

— Não te importa, né?

Virei a cabeça pra ela na hora, muito surpreso, mas no mesmo instante me senti aliviado ao ver que ela Me referia ao mojito que, já com o copo na mão, me perguntou se podia tomar meu drink. Só assenti com a cabeça e, de um gole só, ela bebeu a metade que restava. A partir daí, começou uma conversa que eu não queria. Não é que eu tenha algo contra a Nancy, nunca tive. Simplesmente não nos damos bem e eu sabia que, apesar da boa vibe naquele momento, era questão de tempo até ela ficar na defensiva e partir pra ofensiva, como em outras ocasiões. Mas, felizmente, aconteceu tudo ao contrário. O papo foi super agradável e até me fez sentir melhor.

Ao chegar na casa dela, já com um semblante totalmente alegre, ela me deu força e pediu que, quando eu saísse, a chamasse, enfatizando o quanto adora uma farra e que eu sabia bem disso. Me deu um beijo na bochecha, me abraçou enquanto dizia "se cuida muito", desceu do carro falando "me liga!" e entrou em casa. Esperei até ela fechar a porta pra ir embora. Sinceramente, apesar de tudo, em algum momento pensei que a gente ia acabar transando, e sei que vocês também pensaram, mas não foi assim.

Queria poder me gabar de uma boa autoestima, de muita masculinidade, ser um Don Juan que consegue qualquer mulher quando quer, etc... Mas a verdade é que sou só um homem comum que, naquele momento, estava se sentindo um adolescente idiota. A semana inteira, as palavras da Nancy ecoaram sem parar na minha cabeça, me pedindo pra chamar ela pra sair e ligar pra ela. Quando chegou o fim de semana, quase fiz isso, mesmo parecendo desesperado (a verdade é que eu tava mesmo). Mas aí meu telefone tocou, e era a Laura perguntando a que horas eu passaria pra buscar meu filho, que ia passar a noite comigo. Eu tinha esquecido da minha promessa de que naquela noite a gente ia ter uma sessão de videogame. Então me dediquei totalmente a ele até segunda à noite, quando ele quis voltar pra casa da mãe.

Vi a Lan quando fui levar meu filho. Foi super estressante, porque, embora ela seja sempre muito educada, quando tento me aproximar, ela é completamente desdenhosa. E isso me enche de raiva, não tem como conversar com ela, já que é categórica sem nenhuma contemplação. Sinto como se estivesse falando com um muro, a ponto de vir à minha mente aquela parede fria do depósito de um hotel onde acabei extravasando minha luxúria enquanto minha esposa rompeu todo laço comigo sem me dar motivo algum. De novo, me senti afundando num mar de sentimentos negativos. Me embriaguei toda noite, sem me importar se tinha que trabalhar no dia seguinte, e assim passou a semana inteira até o sábado, quando de repente me vi num bar, meia-noite, com o telefone na mão mandando uma mensagem pra Nancy, convidando ela pra sair junto com minha localização, decidido a meter a pica nela até pelos olhos. Claro que o álcool no meu sistema (embora naquela noite ainda não tivesse bebido tanto) contribuía muito ou completamente pra minha "segurança", que foi se desmoronando aos poucos enquanto o tempo passava sem que Nancy sequer visse minha mensagem. Não pude evitar me sentir um idiota pela situação e chamei a garçonete pra pedir a conta e vazar dali (não entendi como ela passou despercebida sendo tão gostosa, mas tanto faz). Terminei minha bebida de um gole e, enquanto limpava a boca com um guardanapo, ouvi:
— Tá com muita sede — ela disse. Virei pra ela, respondendo:
— Sim, tô com... a... hmm... — mudo de susto, não acreditava no que via.
— Desculpa pela demora, não conseguia pegar um táxi.
Sem conseguir nem falar, me levantei pra cumprimentar com um beijo na bochecha minha cunhada, que tava espetacular num vestidinho ou macacão (não sei como chamar) de algodão, acho, preto com flores vermelhas grandes, peça única, sem mangas, gola bem larga sem decote, na cintura um cinto preto bem largo que marcava perfeitamente a silhueta dela. Embaixo terminava num short acima das coxas, deixando à mostra as pernas lindas dela que, graças aos saltos altos também pretos, ficavam deliciosas. O cabelo solto e completamente cacheado, quase black power, e aquela buceta gostosa... Frutal misturado com aquele frescor de quem acabou de tomar banho, tive que apressar as coisas pra sentar logo e não deixar evidente minha ereção crescendo, sinceramente não sei se consegui disfarçar porque subiu na hora, pra piorar a garçonete também estava ali, rapidamente distraí as duas perguntando pra Nancy o que ela queria beber enquanto a gente sentava.
A noite foi incrível, Nancy era outra pessoa completamente, nada a ver com a que eu conhecia, não conseguia tirar os olhos dela e a gente se divertiu tanto que a garçonete nos surpreendeu quando trouxe a conta avisando que iam fechar, quando saímos de lá fomos devagar, como se quiséssemos nunca chegar, até a próxima rua onde fica um ponto de táxi, por mais vontade que eu tivesse não encontrava jeito de me aproximar nem palavras pra dar uma indireta, respirei fundo e decidi que simplesmente ia falar que queria comer ela, respirei de novo e…
— Vamos procurar um lugar pra comprar algo ou na sua casa tem o que tomar? — disse ela com a maior tranquilidade do mundo.
— Tenho… — até hoje não tenho certeza se falei alto.
Chegamos no meu apê, ela entrou no banheiro, preparei uns drinks rápidos e esperei sentado num sofazinho que era tipo 30% dos móveis da minha casa, tentava esconder minha ereção quando ela voltou do banheiro, sentou bem perto de mim e começou uma conversa sobre o lugar e o que tava rolando na minha vida pessoal, talvez pra dar um conselho ou sei lá, honestamente não tava ouvindo, tava perdido na beleza dela e na vontade de pular em cima, de repente a conversa dela ficou sutilmente hostil, algo bem familiar que tentei evitar e que me trouxe de volta à realidade lembrando quem ela era de verdade, mesmo tentando se segurar não conseguia esconder um toque de raiva ou ressentimento no rosto, sei lá, tentava ser educada mas isso a deixava ainda mais ofensiva. até que não consegui mais me segurar e a enfrente:
– Por que você me odeia tanto? – houve um silêncio um pouco longo.
– Não te odeio, é só que as coisas entre o Lan e eu mudaram muito depois que se casaram e além disso… – outro silêncio.
– Além disso o quê? – ela ficou em silêncio e insisti – Além disso o quê? – questionei de novo, mas agora um pouco desesperado e meio irritado. Ela me olhou estranha, mas sem dizer uma palavra, e do nada se jogou em cima de mim me beijando com ansiedade. Quase morri de susto, mas na hora respondi do mesmo jeito, tocando, acariciando e apertando tudo que encontrava.
– Você é um viado! – ela disse assim que teve chance.
Eu tinha coisas melhores pra pensar, então só ignorei e seguimos em frente. Além disso, ela também não me deu muita chance de responder. Em questão de segundos, eu já estava no sofá de cueca, eu tinha tirado o cinto dela (era a única coisa que eu sabia como funcionava). Demorei pra achar o zíper nas costas e mais ainda pra encontrar um botão de cada lado da cintura que precisavam ser desabotoados pra tirar o vestido curto. Se não tivesse achado, teria arrancado ele de tanta desesperação. Por baixo, ela usava um conjunto de lingerie sugestivo, preto, de tecido semitransparente (nylon, acho) e enfeitado com renda preta. Lembrei de algo que ouvi de uma amiga fina: “quando você leva uma mina pra cama e a roupa íntima dela combina, você não comeu ela, ELA TE COMEU”.
Precisava fazer alguma coisa. Sentia que essa mulher tava me dando uma surra. Me via como um adolescente de 16 anos, e não que isso me incomodasse, mas me preocupava um pouco que ela pensasse que eu era realmente tão sem jeito assim. Mas a cada minuto que passava, ela avançava sem me dar tempo de reagir, e quando me dei conta, tava deitado no sofá completamente pelado enquanto ela segurava com a palma da mão meu pau enquanto lambia de baixo pra cima. De vez em quando, dava umas chupadinhas na ponta e logo em seguida, com a língua… massageava aquela tirinha de pele entre minha glande e o prepúcio, o que era extremamente prazeroso. com a outra mão, ela esfregava suavemente minhas bolas e posicionava os dedos no tronco atrás delas, com as unhas arranhando cuidadosamente, me provocando um arrepio que percorria todo o meu corpo enquanto ela enfiava meu pau inteiro na boca até chegar na garganta e repetia o processo. pensei que ia gozar rápido com aquela siririca incrível que tava recebendo, mas não foi assim; pelo contrário, fiquei mais duro do que nunca e sentia como se pudesse ficar assim por horas. depois de alguns minutos, enquanto lambia minhas bolas, ela levou as mãos às costas e tirou o sutiã, deixando livres suas tetas incríveis e, sem perder tempo, colocou meu pau entre elas, movendo pra cima e pra baixo deliciosamente. era algo inacreditável pra mim.

lembrava quantas vezes tinha desejado simplesmente ver as tetonas da minha cunhada peladas, e agora não só podia vê-las, mas senti-las em volta do meu pau e tocá-las à vontade, chupá-las, lambê-las. isso me excitou tanto que quase gozei, mas felizmente naquele momento Nancy parou. acho que sentiu minhas contrações e decidiu não me dar trégua. ela se levantou pra sentar em cima de mim, tomando cuidado pra não estimular demais meu membro, me beijava apaixonadamente, esfregando o corpo no meu. aos poucos, foi subindo até aproximar sua bucetinha molhada do meu rosto. era óbvio o que ela esperava de mim, então não a fiz esperar. comecei lambendo e mordiscando com meus lábios sobre a calcinha dela, já banhada em sucos vaginais. segurava suas nádegas enquanto apertava e, de vez em quando, passava meus dedos entre elas pra parar na bunda quente e estimular um pouco, pensando que em algum momento daquela noite ia enfiar até gozar dentro.

esse pensamento me deixou mais excitado e, na minha desesperação, puxei a calcinha dela, arrebentando um dos elásticos, o que me Me surpreendi e parei, pensando que ela ia ficar brava, mas nem ligou. Só esfregou a buceta quente na minha cara e se mexeu, exigindo que eu continuasse. Acabei rompendo a outra alça, joguei de lado o que sobrou e enfiei a boca entre as pernas dela, decidido a dar meu melhor pra não ficar pra trás. Mas até nisso ela quem mandava, usando minha língua do jeito que queria. Ela se movia com cuidado, mas na direção e velocidade que ela escolhia. Por mais que eu tentasse fazer algo marcante, no fim entendi que não ia conseguir ficar no nível dela. Então decidi ser só um dildo humano e deixar ela me montar do jeito que bem entendesse.

Quando estava quase gozando, ela parou. Esfregou os peitos no meu rosto, foi descendo até ficar montada em mim. Enquanto me beijava, segurou meu pau e, praticamente sem esforço, enfiou na buceta quente dela pra me cavalgar sem jeito, sem calma, sem intenção de prolongar o prazer. Colocou as mãos no meu peito, se levantou e só soltou a luxúria dela até eu não aguentar mais. E mesmo sem camisinha, não mostrou sinal de cuidado. Continuou me montando até eu gozar escandalosamente dentro dela. Não sei se foi pelo jeito violento que ela se movia montada no meu pau ou pelo trabalho intenso que ela tinha me dado antes, mas senti um choque forte no corpo todo a cada jato de esperma que eu soltava, provocando uma contração involuntária na minha barriga, me fazendo gemer e pulsar de prazer até ir diminuindo devagar.

Tão absorto em mim que quase não percebi que ela também estava gozando e continuava se enfiando no meu pau sem parar um pouco, acompanhando cada penetração com um gemido delicioso que me arrepiou inteiro. E justo quando pensei que ela ia quebrar meu pau, porque não parava e já tava começando a doer, ela diminuiu o ritmo drasticamente, desfalecendo devagar no meu peito, ainda ofegante. nunca parou completamente, ali exausto sentia meu pau sendo apertado ainda por alguns espasmos ocasionais, quase por inércia minhas mãos apertavam as nádegas dela pra aumentar esses espasmos porque era uma delícia, quase me arrependi do que fiz depois, tive a ideia de enfiar um dedo no cu dela que instantaneamente apertou ao sentir ele lá dentro e ao mesmo tempo causou uma reação igual na bucetinha quente dela ainda penetrada pelo meu pau.
Ela levou a mão pra trás e de repente segurou a minha pra eu não mexer de onde estava, aos poucos retomou os movimentos enérgicos cravando unhas e dentes no meu peito e mesmo que tenha sido dolorido no começo em questão de segundos ficou gostoso de novo, não acreditava como meu pau ficava duro sem nenhum esforço, parecíamos loucos transando a todo vapor, pouco tempo passou até eu gozar dentro mais uma vez do mesmo jeito escandaloso que da primeira vez, foi então que depois de descansar uns segundos ela chegou perto do meu ouvido pra sussurrar:
– da próxima vez você vai terminar o que começou – se referindo ao meu dedo que invadia a bunda macia dela, se levantou com um sorriso safado no rosto e foi pro banheiro, só o frio que de repente senti me tirou do transe, com grande surpresa percebi como estava encharcado numa mistura de fluidos corporais e a impressão aumentou ao ver a grande mancha molhada no sofá.
Pra falar a verdade não me preocupei em limpar, estava fascinado demais pra estragar aquilo, quando minha cunhada saiu do banheiro foi minha vez de entrar no chuveiro, depois de um banho quente longo saí pra propor irmos jantar e depois levá-la pra casa mas as surpresas ainda não tinham acabado, pensei que ela estaria pronta pra sair e no lugar já me esperava na cama embora vale dizer que só pra dormir o que não me decepcionou, a verdade é que tudo que aconteceu naquela noite foi uma experiência nova mesmo que eu tenha me sentido muito estranho e me dá um pouco de vergonha admitir que gostei. Ser fodido tão gostosamente pela minha cunhada, que tinha me feito passar tanta raiva. O resto da noite a gente dormiu e no dia seguinte não aconteceu muita coisa, então vou deixar essa história por aqui.

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