Depois de sair irritado do quarto onde deixei minha esposa, fui até a geladeira pegar uma cerveja e me sentei no sofá. Umas coisas, uns 20 minutos se passaram desde que a Mony foi embora. Eu estava sentado na sala com as luzes apagadas, tomando minha cerveja, quando meu celular vibrou. Era uma mensagem da Mony: — Vamos pra outro lugar continuar bebendo — ela escreveu. — É quase 1h da manhã, acho que não vamos encontrar nada decente — respondi, estranhando. — Vamos pra um hotel — e minha resposta final foi: — Cadê você? — enquanto pulava do sofá. Não esperei a resposta dela e fui pro quarto, pronto pra briga e disposto a tudo pra sair de casa, mas não foi necessário. Laura tava profundamente dormida por causa do tanto de álcool, nem se deu ao trabalho de tirar a roupa, e duvido que conseguiria.
Saí correndo dali, entrei no carro, vi rapidamente a última mensagem da Mony no celular e fui pra onde ela tava me esperando. Ela tava a umas três quadras de casa. Ela subiu no carro e fomos pra um hotel perto. No caminho, só falamos pra decidir qual hotel ir... Nesse ponto, preciso explicar que ir com ela pra um hotel, ou ela propor isso, não significa nada, na real. É só um hábito que a gente pegou nas nossas saídas com os amigos. Quando já era tarde e os bares e baladas fechavam, a gente se mandava pra um hotel adequado pra continuar a festa, o que nunca passou disso. Mas dessa vez, depois do que rolou antes na mesa daquela festa, eu não tava pensando em beber, e era uma oportunidade que não ia deixar passar.
Chegamos no lugar, pedi o quarto e umas cervejas. Quando entramos, ela foi direto pro banheiro. Eu acendi as luzes, deixei as cervejas numa prateleira, peguei só uma, tirei os sapatos e me deitei na cama. Não sei quanto tempo passou, a Mony demorou pra caralho. Comecei a sentir muito sono e achei que ia dormir, mas o som da porta do banheiro abrindo me acordou. Ela subiu pelo outro lado da cama, oposto ao meu. que eu estava e, sem sair da cama, me estiquei para pegar uma cerveja, abri e entreguei pra ela. Ela deu um gole longo, colocou a lata num móvel do lado dela e, sem mais, montou em mim e começou a me beijar apaixonadamente. Não sei o que aconteceu com minha cerveja, mas antes que eu percebesse, minhas mãos já estavam nas bundas dela e a língua dela tão fundo na minha boca quanto possível. Ela colocou as mãos no meu peito e se levantou, sorrindo maliciosamente, disse: — Custou um pouco fazer ela ficar puta, e você? — Fiquei tão perplexo que não consegui responder. Ainda não tinha saído do meu espanto quando, sem esperar resposta da minha parte, ela tirou a blusa, ficando nua da cintura pra cima, pra aumentar minha surpresa. Não sabia quando ela tinha tirado o sutiã e não me importava. Logo em seguida, os beijos e as carícias recomeçaram e, como era óbvio, não demorei a enfiar a cara entre as deliciosas tetas dela, lamber, chupar e acariciar com a vontade que sempre tive. Aos poucos, fomos nos despindo até que finalmente consegui deitá-la na cama e tirar o short e a calcinha dela, pra depois usar minha língua e percorrer cada dobra da sua pussy suave e molhada, enfiando a língua nela, mordiscando levemente com os lábios, aumentando e diminuindo o ritmo de cada chupada e lambida até que ela não aguentou mais e, me puxando pelo cabelo, me trouxe pra cima até ficar de frente pra mim e, com um sussurro excitante, disse: — Me come, meu amor, me come agora — o que obviamente fiz sem mais espera. Nem precisei apontar; quase sem perceber, meu pau foi entrando nela ao mesmo tempo que minha língua agora mergulhava na boca dela, tentando alcançar a garganta enquanto eu aumentava o ritmo e a profundidade de cada estocada. Minhas mãos percorriam o corpo dela, os seios, as pernas, os quadris, cada pedaço daquela pele deliciosa era um manjar que me envenenava e, num momento, meus dedos escorregavam entre as nádegas dela até que, sem conseguir resistir, a ponta do meu Dedo do meio entrou na bunda quente dela, fazendo ela arquear as costas e apertar meu dedo e meu pau ao mesmo tempo, fazendo com que eu a penetrasse com mais força e rapidez até quase gozar dentro dela, e teria sido assim se ela não tivesse me parado de repente, me empurrando para eu tirar.
A reação dela foi tão violenta que pensei que ela tinha ficado puta pela minha ousadia de invadir o cu dela sem permissão, e esperando uma porrada, perguntei gaguejando o que estava rolando, e ela respondeu: — Espera. Ela ficou um tempo deitada na cama enquanto eu tava morrendo de vontade de continuar comendo ela, aí ela se levantou um pouco e devagar se virou pra ficar de bruços na cama e, sem olhar pra mim, como se estivesse com vergonha, falou: — Mete por trás. E antes que eu pudesse responder qualquer merda ou mesmo me mexer, completou: — Quero saber como é que é. Nem a surpresa foi suficiente pra me atrapalhar, porque na mesma hora eu já tava molhando meu pau com cuspe pra realizar o pedido dela, enquanto ela empinava a bundinha pacientemente. Eu fui separando as nadegas dela pra deixar à vista o presente maravilhoso que ela tava me dando, encostei a ponta do meu pau e, aos poucos, comecei uma brincadeira antes de tentar meter. Tenho que confessar que sou bem inexperiente nessa parada, só tentei umas duas vezes com a Laura, e só consegui numa delas, que foi mais dolorosa do que gostosa pra nós dois. E olha que a Mony, considerando as preferências sexuais dela, era bem mais inexperiente do que eu.
Então, por um tempão, fiquei tentando entrar sem conseguir muito, ela tava sendo bem paciente e eu tava me desesperando, e quase desistindo, consegui encaixar só a pontinha, o que fez ela soltar um gemido abafado no travesseiro que me deixou ainda mais tesudo, e quase empurrei o resto com força, mas consegui me controlar lembrando da experiência dolorosa com minha esposa. Fui devagar e, aos poucos, aumentei o ritmo sem exagerar, quando Senti que ela relaxava, penetrava um pouco mais a bunda apertada dela até que logo já tinha quase metade da minha pica dentro dela, amava a apertura do cu dela no meu pau e o som da voz dela forçando e gemendo junto, tava fazendo um esforço imenso pra me controlar mas valia a pena porque dessa vez o ato era delicioso, assim continuamos por uns minutos e quando ela relaxou completamente falou –mete tudo- o que fiz de uma vez só fazendo ela soltar uma mistura de grito e gemido que abafou no travesseiro, sem parar de me mexer fui me deitando sobre ela e segurando as tetas gostosas dela, montava ela enfiando no cu dela o mais fundo que podia e cada vez mais rápido, ela continuava forçando, gemendo e gritando pro travesseiro e se sacudindo cada vez mais até que foi tanta bagunça que tive que parar, mas ela continuava se mexendo tentando segurar os gemidos, foi quando parei que senti ela tremendo sem controle e entendi que ela tava tendo um orgasmo, mesmo querendo me afastar enquanto ela se acalmava já não consegui, com cada contração ela sugava forte minha pica e junto com os gemidos e o movimento do corpo dela não aguentei mais, recomecei o movimento e como um louco enfiei nela fazendo ela gritar literalmente com a cara enterrada no travesseiro apertando os lençóis entre as mãos como se quisesse arrancá-los do colchão, por mim gozei dentro inundando a bunda dela com jorros grandes da minha porra quente sem parar de penetrar com menos intensidade cada vez, continuamos assim por mais uns minutos até que lentamente fomos ficando imóveis o que demorou bastante, quando tudo era calma me deitei ao lado e ela ficou exatamente como estava.
O próximo foi que acordei já quase amanhecendo, olhei o relógio que marcava 5:47 da manhã (mais ou menos), ela continuava na mesma posição que ficou e fiquei preocupado (a reação dela durante o ato tinha sido muito violenta) então mexi nela pra acordar, foi difícil mas Finalmente consegui. Perguntei que horas eram e, quando ela soube, levantou na hora, pegou as roupas e foi pro banheiro tomar banho e se vestir, o que fez incrivelmente rápido. Quando saiu, me disse que a gente tinha que ir embora já, e eu agradeci, porque não tinha desculpa pra ficar ali. Basicamente sem falar nada, saímos do lugar, subimos no carro e, durante o trajeto até a casa dela, só trocamos umas poucas palavras. O álcool e a falta de sono tinham acabado com nós dois. Quando deixei ela, ela se despediu com um beijo longo e carinhoso, me abraçou do mesmo jeito, como se não quisesse me soltar (ou pelo menos foi o que quis pensar), mas no final foi embora sem dizer uma palavra.
Quando cheguei em casa, me preparei pro pior. Sabia que não ia conseguir me justificar e tava disposto a aceitar o que viesse, a encarar a situação... Sendo sincero, entrei em casa com um certo medo. Tudo estava em silêncio. Fui até o quarto segurando a respiração e, quando vi ela deitada na cama ainda vestida, senti a alma voltar pro corpo. Acho que não preciso descrever o que senti. Fui pro sofá e em minutos apaguei. Horas depois, acordei com o barulho do liquidificador. Laura tava preparando o café da manhã. Mesmo se sentindo muito mal pela ressaca, tava de bom humor. Depois de tomar banho, sentei na mesa e fiquei sabendo, enquanto a gente comia, que ela não lembrava quase nada da noite anterior desde que a gente chegou em casa.
No caminho pra casa dos pais dela pra buscar nosso filho, fiquei pensando na competição imaginária que eu tinha com minha esposa e, sem perceber, sorri enquanto pensava comigo mesmo: "ganhei dela por goleada".
Homem ingênuo.
Saí correndo dali, entrei no carro, vi rapidamente a última mensagem da Mony no celular e fui pra onde ela tava me esperando. Ela tava a umas três quadras de casa. Ela subiu no carro e fomos pra um hotel perto. No caminho, só falamos pra decidir qual hotel ir... Nesse ponto, preciso explicar que ir com ela pra um hotel, ou ela propor isso, não significa nada, na real. É só um hábito que a gente pegou nas nossas saídas com os amigos. Quando já era tarde e os bares e baladas fechavam, a gente se mandava pra um hotel adequado pra continuar a festa, o que nunca passou disso. Mas dessa vez, depois do que rolou antes na mesa daquela festa, eu não tava pensando em beber, e era uma oportunidade que não ia deixar passar.
Chegamos no lugar, pedi o quarto e umas cervejas. Quando entramos, ela foi direto pro banheiro. Eu acendi as luzes, deixei as cervejas numa prateleira, peguei só uma, tirei os sapatos e me deitei na cama. Não sei quanto tempo passou, a Mony demorou pra caralho. Comecei a sentir muito sono e achei que ia dormir, mas o som da porta do banheiro abrindo me acordou. Ela subiu pelo outro lado da cama, oposto ao meu. que eu estava e, sem sair da cama, me estiquei para pegar uma cerveja, abri e entreguei pra ela. Ela deu um gole longo, colocou a lata num móvel do lado dela e, sem mais, montou em mim e começou a me beijar apaixonadamente. Não sei o que aconteceu com minha cerveja, mas antes que eu percebesse, minhas mãos já estavam nas bundas dela e a língua dela tão fundo na minha boca quanto possível. Ela colocou as mãos no meu peito e se levantou, sorrindo maliciosamente, disse: — Custou um pouco fazer ela ficar puta, e você? — Fiquei tão perplexo que não consegui responder. Ainda não tinha saído do meu espanto quando, sem esperar resposta da minha parte, ela tirou a blusa, ficando nua da cintura pra cima, pra aumentar minha surpresa. Não sabia quando ela tinha tirado o sutiã e não me importava. Logo em seguida, os beijos e as carícias recomeçaram e, como era óbvio, não demorei a enfiar a cara entre as deliciosas tetas dela, lamber, chupar e acariciar com a vontade que sempre tive. Aos poucos, fomos nos despindo até que finalmente consegui deitá-la na cama e tirar o short e a calcinha dela, pra depois usar minha língua e percorrer cada dobra da sua pussy suave e molhada, enfiando a língua nela, mordiscando levemente com os lábios, aumentando e diminuindo o ritmo de cada chupada e lambida até que ela não aguentou mais e, me puxando pelo cabelo, me trouxe pra cima até ficar de frente pra mim e, com um sussurro excitante, disse: — Me come, meu amor, me come agora — o que obviamente fiz sem mais espera. Nem precisei apontar; quase sem perceber, meu pau foi entrando nela ao mesmo tempo que minha língua agora mergulhava na boca dela, tentando alcançar a garganta enquanto eu aumentava o ritmo e a profundidade de cada estocada. Minhas mãos percorriam o corpo dela, os seios, as pernas, os quadris, cada pedaço daquela pele deliciosa era um manjar que me envenenava e, num momento, meus dedos escorregavam entre as nádegas dela até que, sem conseguir resistir, a ponta do meu Dedo do meio entrou na bunda quente dela, fazendo ela arquear as costas e apertar meu dedo e meu pau ao mesmo tempo, fazendo com que eu a penetrasse com mais força e rapidez até quase gozar dentro dela, e teria sido assim se ela não tivesse me parado de repente, me empurrando para eu tirar.
A reação dela foi tão violenta que pensei que ela tinha ficado puta pela minha ousadia de invadir o cu dela sem permissão, e esperando uma porrada, perguntei gaguejando o que estava rolando, e ela respondeu: — Espera. Ela ficou um tempo deitada na cama enquanto eu tava morrendo de vontade de continuar comendo ela, aí ela se levantou um pouco e devagar se virou pra ficar de bruços na cama e, sem olhar pra mim, como se estivesse com vergonha, falou: — Mete por trás. E antes que eu pudesse responder qualquer merda ou mesmo me mexer, completou: — Quero saber como é que é. Nem a surpresa foi suficiente pra me atrapalhar, porque na mesma hora eu já tava molhando meu pau com cuspe pra realizar o pedido dela, enquanto ela empinava a bundinha pacientemente. Eu fui separando as nadegas dela pra deixar à vista o presente maravilhoso que ela tava me dando, encostei a ponta do meu pau e, aos poucos, comecei uma brincadeira antes de tentar meter. Tenho que confessar que sou bem inexperiente nessa parada, só tentei umas duas vezes com a Laura, e só consegui numa delas, que foi mais dolorosa do que gostosa pra nós dois. E olha que a Mony, considerando as preferências sexuais dela, era bem mais inexperiente do que eu.
Então, por um tempão, fiquei tentando entrar sem conseguir muito, ela tava sendo bem paciente e eu tava me desesperando, e quase desistindo, consegui encaixar só a pontinha, o que fez ela soltar um gemido abafado no travesseiro que me deixou ainda mais tesudo, e quase empurrei o resto com força, mas consegui me controlar lembrando da experiência dolorosa com minha esposa. Fui devagar e, aos poucos, aumentei o ritmo sem exagerar, quando Senti que ela relaxava, penetrava um pouco mais a bunda apertada dela até que logo já tinha quase metade da minha pica dentro dela, amava a apertura do cu dela no meu pau e o som da voz dela forçando e gemendo junto, tava fazendo um esforço imenso pra me controlar mas valia a pena porque dessa vez o ato era delicioso, assim continuamos por uns minutos e quando ela relaxou completamente falou –mete tudo- o que fiz de uma vez só fazendo ela soltar uma mistura de grito e gemido que abafou no travesseiro, sem parar de me mexer fui me deitando sobre ela e segurando as tetas gostosas dela, montava ela enfiando no cu dela o mais fundo que podia e cada vez mais rápido, ela continuava forçando, gemendo e gritando pro travesseiro e se sacudindo cada vez mais até que foi tanta bagunça que tive que parar, mas ela continuava se mexendo tentando segurar os gemidos, foi quando parei que senti ela tremendo sem controle e entendi que ela tava tendo um orgasmo, mesmo querendo me afastar enquanto ela se acalmava já não consegui, com cada contração ela sugava forte minha pica e junto com os gemidos e o movimento do corpo dela não aguentei mais, recomecei o movimento e como um louco enfiei nela fazendo ela gritar literalmente com a cara enterrada no travesseiro apertando os lençóis entre as mãos como se quisesse arrancá-los do colchão, por mim gozei dentro inundando a bunda dela com jorros grandes da minha porra quente sem parar de penetrar com menos intensidade cada vez, continuamos assim por mais uns minutos até que lentamente fomos ficando imóveis o que demorou bastante, quando tudo era calma me deitei ao lado e ela ficou exatamente como estava.
O próximo foi que acordei já quase amanhecendo, olhei o relógio que marcava 5:47 da manhã (mais ou menos), ela continuava na mesma posição que ficou e fiquei preocupado (a reação dela durante o ato tinha sido muito violenta) então mexi nela pra acordar, foi difícil mas Finalmente consegui. Perguntei que horas eram e, quando ela soube, levantou na hora, pegou as roupas e foi pro banheiro tomar banho e se vestir, o que fez incrivelmente rápido. Quando saiu, me disse que a gente tinha que ir embora já, e eu agradeci, porque não tinha desculpa pra ficar ali. Basicamente sem falar nada, saímos do lugar, subimos no carro e, durante o trajeto até a casa dela, só trocamos umas poucas palavras. O álcool e a falta de sono tinham acabado com nós dois. Quando deixei ela, ela se despediu com um beijo longo e carinhoso, me abraçou do mesmo jeito, como se não quisesse me soltar (ou pelo menos foi o que quis pensar), mas no final foi embora sem dizer uma palavra.
Quando cheguei em casa, me preparei pro pior. Sabia que não ia conseguir me justificar e tava disposto a aceitar o que viesse, a encarar a situação... Sendo sincero, entrei em casa com um certo medo. Tudo estava em silêncio. Fui até o quarto segurando a respiração e, quando vi ela deitada na cama ainda vestida, senti a alma voltar pro corpo. Acho que não preciso descrever o que senti. Fui pro sofá e em minutos apaguei. Horas depois, acordei com o barulho do liquidificador. Laura tava preparando o café da manhã. Mesmo se sentindo muito mal pela ressaca, tava de bom humor. Depois de tomar banho, sentei na mesa e fiquei sabendo, enquanto a gente comia, que ela não lembrava quase nada da noite anterior desde que a gente chegou em casa.
No caminho pra casa dos pais dela pra buscar nosso filho, fiquei pensando na competição imaginária que eu tinha com minha esposa e, sem perceber, sorri enquanto pensava comigo mesmo: "ganhei dela por goleada".
Homem ingênuo.
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