Desde a primeira vez que fiquei com Jorge, minha vida mudou completamente. Antes do nosso encontro, eu tava afundada na decepção de ter descoberto meu namorado me traindo, o que fez a gente terminar na hora. Jorge me deixava aos pés dele e, mesmo sendo meu primo, eu queria ter mais encontros com ele, não ligava pra mais nada. Na casa dele, quando a gente se visitava, a gente arrumava qualquer desculpa pra se tocar, ou melhor, pra ele me tocar, me beijar, amassar minha bunda, meus peitos, até me encurralar em qualquer canto da casa pra eu chupar ele. De vez em quando, ele me surpreendia por trás, enfiava a mão por baixo da minha calcinha e da minha saia, mesmo com nossas famílias em casa. Jorge me deixava com um tesão danado e eu só contava as horas pro dia do nosso encontro na cidade vizinha onde ele morava.
Tudo conspirou a nosso favor. Minha mãe precisava de uns documentos que estavam na minha casa, na mesma cidade onde a gente morava com meus pais, e Jorge tinha me pedido pra acompanhar ele. Minha mãe, sem pensar duas vezes, pediu pra eu ir buscar os papéis e, já que meu primo Jorge ia viajar pra cidade, ele podia me levar e eu faria esse favor pra ela. Como ninguém desconfiava do nosso plano com Jorge, tava tudo pronto pra gente viajar. A desculpa do Jorge era que ele precisava resolver um negócio no batalhão militar pra pegar a carteira dele, e eu ia na casa buscar os documentos da minha mãe. Como vocês podem ver, tava tudo dando certo pra caralho pro meu plano, e Jorge ainda ia levar o carro do pai dele.
Chegou o dia e, pra aproveitar o máximo de tempo possível, a gente saiu de casa bem cedo. Ainda tava escuro por causa do amanhecer e fazia um friozinho. Pra não levantar suspeita nenhuma, eu me vesti com uma calça jeans, tênis e um moletom grosso com zíper, mas sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental preta de renda. Como vocês podem ver, eu adorava usar lingerie sexy, ainda mais quando sabia que ia rolar. um homem no meio que ia tirá-los de mim.
Seguimos rumo à cidade, a viagem seria pouco mais de uma hora, Jorge estava muito bonito, tinha aparado a barba e eu gostei, me deixa com tesão um homem de barba, é minha fraqueza, e Jorge tinha uma barba estilo cavanhaque que eu adorava beijar e acariciar, então no caminho:
J: E aí, priminha, parece que você vem bem tampada — colocando as mãos na minha perna e deslizando para cima até a altura da minha buceta por cima da calça.
Eu: Sabia que você ia falar alguma coisa assim, por isso não coloquei sutiã — enquanto abaixava o zíper do meu moletom completamente, abrindo tudo para Jorge ver — tá gostando do que vê, priminho? — Meus mamilos estavam durinhos, um pouco pelo frio da manhã e outro pela putaria que Jorge já estava me deixando naquele momento.
Jorge sorriu e na hora pegou um dos meus peitos sem tirar os olhos da estrada, acariciava eles e eu sentia minha buceta molhando por baixo da minha calcinha preta, apertou meu mamilo, apertou meu peito, depois o outro, e com a mão alcancei o pau dele por cima da calça, não sei se alguém nos carros que passavam tinha nos visto, mas isso não importava pra nenhum de nós dois, eu desabotoei o zíper da minha calça, não aguentei o tesão e meti a mão por baixo da minha calcinha. Jorge apertou minha mão por cima pra eu mexer como se estivesse me masturbando, ficou assim por uns minutos, e aí tirou a mão dele e levou até minha boca pra eu saborear meus fluidos, que delícia!
Pediu pra eu lamber meus dedos com meus próprios fluidos e eu fiz isso olhando pra ele, depois peguei a mão dele beijando os dedos como se fosse o pau dele, os dedos dele eram grossos e negros e eu os tinha dentro da minha boca, chupava enfiando na boca, logo tirei da boca e falei que o que eu queria era chupar outra coisa, e ele se apressou em abrir o cinto, depois a calça com minha ajuda, levantou um pouco pra conseguir abaixar a calça e eu vi a cueca preta dele molhada onde o pau dele estava. descansando a glande dele.
Me sentei no banco pra dar um beijo na boca dele, que momento excitante cheio de adrenalina, Jorge dirigindo, eu beijando ele e masturbando ele ajoelhada no banco do carona, nessa altura Jorge me puxou pra perto dele pra poder morder um dos meus mamilos que apontavam pra boca dele, me deu um arrepio que fez minha calcinha fio dental ficar mais molhada ainda com meus sucos.
Eu me ajeitei entre meu banco e a perna dele tipo de quatro, prendi meu cabelo e dei o primeiro beijo naquele pênis gostoso, afastei a cueca dele e o pau do Jorge ficou meio atravessado, deixando eu passar minha língua por toda extensão, beijando o tronco, mordendo com meus lábios antes de passar a língua por inteiro, com meus lábios cheguei até a ponta da glande dele e enfiei na minha boca, já dentro da boca comecei a chupar como se fosse um pirulito de chocolate, Jorge gemia e não parava de repetir “Que gostoso priminha, que gostoso você chupa meu amor, eu te amo Linda, não passa a vontade de continuar te comendo, e adoro como você chupa, você é uma deusa mamando em mim, me enlouquece priminha”.
Ao mesmo tempo que com a mão dele pegava meu cabelo já preso entre os dedos pra começar a empurrar minha cabeça e fazer o pau dele entrar mais fundo na minha boca, o espaço era tão pequeno que não dava pra me mexer pra aproveitar completamente a vara do Jorge, mas mesmo assim nós dois estávamos adorando, eu dizia que amava o pau dele, que queria ser amante escondida e não parava de aproveitar aquele pênis gostoso, pela adrenalina da situação de repente sem aviso senti um jato de porra saindo direto na minha boca e garganta, engasguei um pouco pela quantidade de porra que foi direto na minha garganta.
Me sentei e igual da outra vez Jorge com as mãos na minha cabeça me puxou pra perto dele pra dar um beijo gostoso e apaixonado ainda com resto de porra na minha boca e nos meus lábios, em seguida limpei ele bem, o pau dele com meus lábios, Jorge arrumou a roupa dele, eu subi minha calcinha, minha calça e fechei o zíper do meu moletom, me sentando de volta no banco. Seguimos viagem pra cidade conversando sobre várias coisas e sobre a relação de amantes que tinha começado desde a tarde de anteontem até aquele dia na casa dele. Eu ainda me sentia com tesão, mesmo tendo tido o pau de Jorge na minha boca, não bastava pra mim, queria sentir ele dentro de mim, mas sabia que isso viria mais tarde.
Depois que Jorge (meu primo) me convidou pra cidade e me deu aquela foda na casa dele, eu já estava preparando na minha cabecinha a surpresa que ia dar pra ele. E como Jorge ia fazer as coisas dele depois de me deixar em casa, isso me daria tempo pra me preparar pra ele e preparar a surpresa. Entramos na cidade e chegamos na minha casa, ele parou na frente. Pedi pra ele me avisar quando terminasse, porque eu teria uma surpresa preparada pra mais tarde e não precisava ir pra nenhum motel, já que a casa dos meus pais estaria só pra gente. Jorge me beijou, me segurando pela bunda, e eu abracei ele pelo pescoço. Ficamos um tempão assim, num beijo apaixonado que durou pelo menos um minuto, mas foi tão quente que me deixou com muita vontade de mais. Jorge foi embora enquanto eu entrei em casa pra me preparar pra ele e aproveitar cada momento que a gente tinha.
Já em casa, tirei minha calça jeans e meu moletom, fiquei só com minha calcinha preta. Sempre gostava de ficar assim, quase sem roupa, quando ficava sozinha, adorava isso, e fiz o mesmo. Fui pro meu guarda-roupa pra me preparar pro meu primo. Adorava me vestir com lingerie sexy ou bem pequena, então tinha uma gaveta cheia dessas peças. Escolhi vários conjuntos e coloquei na cama pra decidir qual meu homem ia gostar mais.
A surpresa que eu tinha preparado era recebê-lo de um jeito sensual, com uma roupa que fizesse ele querer me comer o dia inteiro quando me visse, e era isso que eu ia fazer. Na minha cama, estavam três conjuntos que eu tinha escolhido: um conjunto Vestido preto inteiriço de renda com as costas e o umbigo de fora, uma camisola rosa de alças de renda com uma calcinha fio-dental rosa minúscula que eu escolhia muitas vezes só pra dormir, e um conjunto vermelho-carmim de renda com sutiã meia-taça que fazia meus peitos parecerem grandes e uma calcinha fio-dental minúscula com um lacinho atrás, bem onde começa a linha que divide minhas nádegas. Esse conjunto eu gostava mais porque tinha uma cinta-liga com meias de arrastão pretas que combinavam muito bem com o tom claro da minha pele. Não pensei duas vezes e escolhi esse último. Queria fazer uma dança pro meu homem pra provocá-lo mais e deixá-lo bem quente pra mim, então separei um dos meus saltos agulha pretos altos, que iam realçar ainda mais a vista da minha bunda.
Sem mais delongas e pra adiantar, entrei no chuveiro, me livrei da pouca roupa que ainda tinha e lavei meu corpo, tocando cada centímetro da minha pele, lembrando do corpo do Jorge e do meu, nus na casa dele, e do oral que eu tinha feito nele na estrada a caminho da minha casa. Não consegui segurar a vontade de me tocar e me excitar com essas lembranças. Tinha até o cheiro do corpo dele e do sêmen dele gravados na mente, como se estivessem colados em mim naquele instante, e isso me excitava ainda mais. Me senti desejada e com uma putaria verdadeira, querendo que ele continuasse me penetrando.
Aproveitei pra depilar as pernas, as coxas e minha buceta pra estar toda lisinha pro meu homem. Saí do banho e, naquele exato momento, chegou uma mensagem do Jorge dizendo que tinha terminado rápido e que tava morrendo de vontade de me comer.
— Chego em 20 minutos, meu amor. Morro de vontade de te comer na sua casa, na sua cama onde você dorme e em cada canto da sua casa.
— Tô te esperando aqui, meu amor. Vem que tenho uma surpresa pra você.
O nervosismo percorreu meu corpo como se fosse meu namorado. Me apressei pra ficar pronta pro meu homem. Na frente do espelho, nua, coloquei meu look, ajustando as meias, minha calcinha fio-dental, a cinta-liga e o sutiã. Passei um batom vermelho. do meu visual vermelho, me perfumei bem e coloquei meus tênis, me olhei no espelho de novo e gostei de como eu tava com aquele look sexy que em breve meu homem ia tirar de mim pra me fazer dele, minha bunda tava empinada ainda mais por causa do salto dos meus tênis, me sentia sensual, sexy e com tesão, do jeito que eu queria que meu homem realmente se surpreendesse, coloquei uma gabardina marrom e saí pra receber meu homem que tava chegando.
Abri a porta e meu homem entrou, me pegou pela mão e me convidou pra dar uma volta pra ele me ver de 360 graus, me aproximei dele e ele me beijou na hora, me segurando pelo rosto e eu segurando no peito dele, ele disse que nunca tinha me visto de tênis e que isso era exatamente o que ele adorava, então pediu que de jeito nenhum eu tirasse eles até ele mandar, me beijou enfiando a língua na minha boca e acariciando meu corpo por cima da gabardina, ele tava um pouco salgado porque vinha da rua, mas não liguei, gostava do gosto dele e de tudo nele, a gente tava se esquentando com os beijos e as carícias, eu me segurei um momento e falei que tava morrendo de vontade de ser dele, mas isso ia estragar minha surpresa, então pedi pra ele me acompanhar até meu quarto pra eu mostrar a surpresa.
Na hora me afastei dele, desabotoei a gabardina pra tirar de um jeito sensual, girei pra ele poder ver todo meu visual, os olhos do Jorge brilharam quando comecei a tirar a gabardina que já tinha deixado no chão do meu lado, Jorge se jogou em cima de mim e eu impedi com uma risada debochada falando "Não, meu amor, espera, isso é parte da sua surpresa, então você tem que esperar!". Pude ver a expressão na cara do meu homem e ele tava babando pelo que tava vendo, fiquei muito feliz em ver que meu plano tinha dado certo, já deixando ele com tesão só de me olhar. Peguei ele pela mão e guiei ele até meu quarto, com a outra mão Jorge aproveitou pra me dar um tapão na bunda. Soltei um gemido involuntário da minha boca e na mesma hora ele pousou a mão na minha bunda, amassando minhas nádegas enquanto a gente caminhava.
Entramos no quarto e, de frente um pro outro, eu beijei ele, impedindo que ele me acariciasse. Eu tava no controle da situação e parecia que isso não importava pra ele, porque ele aceitava meus pedidos. Na sequência, empurrei ele pra trás pra sentar na beira da cama, subi e me ajoelhei atrás dele, peguei as mãos dele pra trás e pedi pra ele me deixar amarrar, implorando que ele ia curtir. Tava convencida de que ia dar o maior prazer pro meu homem e tava conseguindo.
Com um laço, amarrei as mãos do meu homem, dando beijos no pescoço dele, eu atrás. Mordi a pontinha da orelha dele e ele se contorcia de tesão naquela posição. Desci da cama, virei de costas pra ele e me inclinei até um gravador pra colocar música. Nessa vista, demorei um pouco mais de propósito, pro meu homem apreciar aquele visual. Rebolava minha bunda de um lado pro outro sem mexer os pés, fazendo a tira da calcinha fio dental entrar mais na minha racha. A gente tava a pouco mais de um metro de distância e eu sentia a respiração ofegante dele na minha bunda.
J: Prima, já me deixou bem louco e ainda tô de roupa. Tô morrendo de vontade de meter, me solta pra te comer. O que cê tá esperando? Não vê como me deixou?
Eu me levantei e vi o pau dele por baixo da calça, já duro, implorando pra sair e ficar dentro de mim. Me senti muito gostosa e tava adorando aquilo. Minha buceta tava mais que ensopada dos meus fluidos, mas eu queria continuar brincando e deixar meu homem a mil.
Com a música tocando, comecei a dançar bem perto dele, dobrando os joelhos pra me agachar no ritmo. Me agachava com as pernas entreabertas e, quando tava embaixo, abria mais pra ele ver minha buceta molhada. Nessa posição, minha calcinha fio dental minúscula se enfiava entre meus lábios vaginais, me dando uma sensação de roçar que me deixava ainda mais safada. Eu rebolava meu quadril de um lado pro outro. Virando de costas e de frente, eu tocava meus peitos por cima da roupa, apertando eles, me deixando com muito tesão e aumentando ainda mais a safadeza do desejo do meu homem. Com a ponta dos meus dedos, eu descia pelo meu ventre até o umbigo, deslizava até minha calcinha fio dental e enfiava a mão por baixo dela. A cara de tesão do Jorge era tanta que ele começava a suar na testa, eu sabia que ele tava sofrendo pra eu soltar ele, pra ele me pegar e me penetrar ali no meu quarto.
Continuei com os mesmos movimentos por uns minutos, me aproximei dele, coloquei meus peitos na altura do rosto dele, beijei a testa dele, segurando a cara dele pra enfiar entre meus peitos, beijei eles um por um. Ele alcançou meu pescoço e deu um leve chupão no lado esquerdo que me fez tremer. Desabotoei a camiseta dele sem parar de me mexer de um jeito sensual e acariciei o peito dele, mordi os bicos dos peitos dele e passei minha língua por toda a barriga dele, mordendo os gominhos leves que se formavam no ventre dele. Subi e beijei o pescoço dele, meu homem só se contorcia porque não podia fazer muita coisa, ainda tava com as mãos amarradas e tava gemendo, dizendo que tava adorando meus beijos e minhas carícias. Eu costumo ser muito carinhosa até na cama e tava mostrando isso pro meu homem. Me aproximei do ouvido dele, mordi e sussurrei:
— Agora sou sua mulher, priminho, te pertenço, quero que a gente continue trepando por muito tempo, você me deixa louca e seu pau ainda mais.
Me afastei um instante pra virar de costas, sentei no colo dele, encaixando minhas costas no peito dele. Com as mãos nos joelhos dele, me mexia em círculos pra sentir o pau dele nas minhas nádegas. Procurei o pau dele ainda por baixo da calça dele e encaixei minha bunda no ponto onde o pau dele se enterrava entre minhas nádegas, isso roçou meu cu e um gemido escapou da minha boca. Deslizei minha bunda por cima da calça dele, continuei assim por um momento e, quando olhei pro meu homem, percebi que ele tava de olhos fechados e tava aproveitando tanto quanto eu.
Direcionei minha bunda pra cima, besuntando sobre o peito nu dele e a barriga pra encher ele com meu cheiro, peguei minha calcinha fio dental com os dedos, descendo até a altura das minhas coxas, minha bunda ficou na altura do rosto dele, que aproveitou pra morder uma das minhas nádegas, afundando os dentes e deixando marca de que era dele, eu gemi jogando a cabeça pra trás por essa intervenção gostosa dos dentes dele na minha bunda.
Jorge enfiou a cara entre minhas nádegas e com a língua dava lambidas desde a entrada da minha buceta até meu cu, eu fiquei imóvel curtindo naquela posição o boquete que meu homem tava me dando, sentia a língua gostosa dele pousando no buraquinho do meu cu, com a língua ele beijava a parte de fora do meu cu e fazia círculos com a língua em todo o orifício, me deixando com um tesão total, eu gemia enquanto apertava meus peitos, de quatro com a bunda na cara do meu homem, se ele já fazia isso com as mãos amarradas, nem imaginava o que faria se usasse as mãos também em mim.
Ainda com as mãos amarradas, virei pra acariciar o peito dele e secar com minha boca o rosto dele que tava cheio dos meus sucos, beijei ele lambendo o rosto pra tirar até o último restinho dos meus fluidos, na frente dele, me ajoelhei e desabotoei a calça dele.
J: Isso minha putinha, come meu pau, não me faz esperar mais, o que cê tá esperando, já mete na boca que quero encher você de porra.
Com uma risada safada, tirei meu sutiã e deixei no chão, tirei os sapatos dele, abaixei a calça, ele se inclinou um pouco pra cima pra conseguir tirar a calça, me pediu pra soltar ele, eu falei “Ainda não meu amor, quero que você continue amarrado pra mim, por que quer que eu te solte? só olha como você tá fervendo, tá curtindo isso meu rei, espera mais um pouco”.
Ele se aproximou da ponta da cama e com a cueca no chão, peguei o pau cor de chocolate dele e dessa vez passei nos meus peitos, brincando com meus mamilos e o pau dele, eu tinha os peitos médios mas isso não impediu de pegar o pênis dele e enfiar entre meus peitos e apertar com as mãos. De lado a lado, apertando o pau dele entre meus peitos, subindo e descendo entre meus seios, eu masturbava ele. Às vezes, ele tocava meu queixo, outras vezes eu alcançava com a ponta da língua, lambendo o líquido pré-seminal que tinha acumulado na cabeça do pau do meu homem. Tava claro o quanto ele já tava excitado, porque foi muito líquido pré-seminal que acumulou.
Não demorou muito mantendo o pau do meu homem entre meus peitos, e de repente ele contraiu o corpo enquanto gozava, soltando um jato de porra que caiu no meu pescoço, queixo e até nas minhas sobrancelhas. Foi intensa a gozada, que espalhou parte do meu rosto, me enchendo de porra. Isso fez com que, ao se contrair pela ejaculação, ele soltasse as mãos. Ele me pediu pra lamber até a última gota de porra que ainda tinha no pau dele. Ele se jogou na cama de barriga pra cima, enquanto eu lambia o pau e as bolas dele pra limpar. Levantei, olhando pra ele, ele deitado na cama, me encarando. Com meu dedo, comecei a recolher o resto de porra que tinha caído no meu rosto pra colocar na minha boca. Eu já tinha me acostumado com o cheiro forte da porra dele, que não me dava nojo, mas sim muito prazer ao lamber e engolir.
Jorge se sentou, já com as mãos soltas. Me abraçou, colocando as mãos nas minhas nádegas pra apertar. Me beijava tão apaixonadamente que eu não via a hora de acabar aquele beijo, acompanhado da língua dele percorrendo todo o interior da minha boca. Ele dizia que eu tava tão gostosa e que nenhuma mulher tinha feito o que eu fiz naquele momento: ter amarrado ele e esperado tanto pra soltar.
Ele me empurrou contra a parede do meu quarto, bem ali entre o corpo moreno dele e a parede. Colocou a mão no meu pescoço e com a outra mão apertou meus peitos, colocou eles na boca, mordeu meus bicos, causando um pouco de dor e excitação ao mesmo tempo. Tirou a mão do meu pescoço pra levar até minha buceta, que ele tocava de forma furiosa, como se estivesse afogando minha ppk com as mãos, arrancando da minha boca gemido atrás de gemido. Foi tão furiosa a maneira como ele me tocava e pressionava minha entreperna e não demorei pra gozar, contraindo meu corpo num orgasmo gostoso que não parava de gemer, ali colada na parede e com o dedo do Jorge dentro de mim, enchi ele dos meus fluidos, foi tão intenso o orgasmo que durou uns 20 segundos, o Jorge não parou um segundo de me masturbar enquanto eu gozava.
Jorge, com a mão encharcada dos meus fluidos, levou até minha boca enfiando os dedos pra eu lamber, sentia o gosto dos meus fluidos nas mãos dele, eu gostava do sabor e adorava fazer daquele jeito. Jorge me disse que tinha gostado de eu ter amarrado ele e de ter brincado com ele, mas que entre nós dois.
— Você não pode esquecer que é minha puta, hein!!! Eu escolho como te foder e como quero meter em você, e agora você vai ver.
Jorge me virou e me encostou na parede, segurando minhas mãos nas minhas costas, eu sabia o que meu homem queria, então inclinei minha bunda pra ele, e na hora ele enfiou o pau na minha buceta, eu arqueada pra ele e Jorge me penetrando, me dando fortes estocadas, com uma mão segurou minhas mãos pra eu não me mexer e com a outra pegou minha bunda, enroscou os dedos e me puxou pra trás enquanto me dava fortes enfiadas naquela posição, eu gemia de prazer e dava gritos quando o pau dele tocava o fundo do meu útero com a ponta, naquela posição eu não conseguia me mexer muito, tava com os peitos na parede, com minhas mãos e meu cabelo presos nas mãos do meu homem, Jorge soltava meu cabelo de vez em quando pra me dar tapas fortes na bunda, arrancando gemidos altos que com certeza dava pra ouvir lá fora, não tava nem aí, me sentia uma puta, a puta do Jorge, e queria continuar gozando.
Jorge tirava o pau inteiro de dentro de mim, pra me dar tapas com ele nas minhas nádegas e depois enfiar de uma vez só até o fundo de todo o meu ser, eu implorava.
— Que gostoso, meu amor, me dá mais, meu amor priminho, me fode, não tira, por favor, mais, me dá mais, não para Pare, me parte ao meio, mas não tira de dentro, me dá mais, mais, mais — eu gritava igual uma louca excitada.
— Assim que eu gosto, sua puta, que peça mais, que seja minha puta, já te falei que vou te comer quando quiser e como quiser.
Ele continuava me comendo naquela posição, de repente soltou minhas mãos, eu me apoiei na parede, extasiada de prazer que meu homem tava me dando. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou direto no meu cu, com um pouco de lubrificação dos meus próprios fluidos, a ponta da glande entrou no meu rabo, se abrindo lá dentro, e aos poucos ele foi metendo o pau dele em mim, com estocadas suaves já tinha preenchido todo o meu interior com aquela piroca preta gostosa que me deixava louca. Ele parou um segundo, apoiou as mãos no meu ombro pra me empurrar contra ele, e dessa vez me deu estocadas fortes no meu cu, era um vai e vem rápido que passava por toda a extensão daquele pau saboroso dentro de mim. Eu levei as mãos até minha buceta pra masturbar meu clitóris que ardia e não aguentava mais. Não demorou muito, eu não aguentei e gozei num orgasmo gostoso, fazendo movimentos com a pelve que fizeram meu homem gozar dentro de mim, terminando num orgasmo gostoso compartilhado, enchendo meu interior com o esperma quente dele.
Jorge pegou meus peitos com as mãos e juntos batemos na parede, ele atrás de mim me abraçando, e eu com o rosto na parede do meu quarto, com a respiração dele no meu ombro. Ficamos assim por um tempo, sem conseguir me mexer. Meu homem me carregou no colo, eu atrás dele, pra me levar pra cama. Nós dois caímos na cama, ele atrás de mim, me abraçando, com as mãos no meu pescoço e nos meus peitos. Do meu interior escorria o esperma quente do Jorge, caindo na cama, de tão exaustos que estávamos, e naquela posição dormimos.
Minha buceta e meu cu doíam da penetração intensa que meu priminho tinha me dado, que tinha se tornado um bom amante pra mim. Depois de algumas horas, acordamos, pedimos pizza e nos metemos de novo. Hora do banho. No banheiro, a gente se pegava com uns beijos gostosos, eu passei sabão no corpo todo dele, depois ele passou sabão nas minhas costas. Ele era um cara forte e adorava me dominar quando me penetrava, mas também tinha um lado carinhoso comigo. Debaixo do chuveiro, na frente dele, com a pica dura, ele se abaixou, levantou minhas pernas com os braços e enfiou a pica dele na minha buceta. Pedi pra ele ter cuidado porque tava doendo um pouco, por causa da intensidade com que ele tinha me penetrado antes, aquela porra toda tinha me deixado meio dolorida.
Ele teve todo o cuidado do mundo pra me levantar pelas pernas e meter o pau duro dele. O homem dominante que tinha me mostrado enquanto me comia com tudo, tava me mimando, respeitando o que eu pedi. Nessa posição, minhas pernas ficavam no ar, seguras pelas mãos fortes do meu homem, e eu com as mãos na parede, no cantinho do banheiro, sendo penetrada mais uma vez por ele. Aquela posição era uma delícia pro meu clitóris, porque o pau dele batia na parede superior da minha buceta, estimulando meu clitóris a cada estocada que ele me dava. Não demorei pra gozar, num orgasmo gostoso, abraçando ele e beijando, agradecendo pelo dia maravilhoso que ele tinha me proporcionado.
Ele continuou me penetrando por mais uns minutos, até gozar dentro de mim. Na hora, ele me colocou no chão, a gente se abraçou debaixo do chuveiro, ficamos assim por uns minutos e terminamos de tomar banho. Jorge se vestiu pra receber a pizza, a gente comeu, eu ainda pelada no colo dele. Depois me vesti e fomos pra casa dele, selando aquele momento como mais um dos muitos encontros que a gente teve.
As circunstâncias me fizeram voltar pra casa, com a minha mãe, pra cidade, e eu continuei mantendo contato com meus primos, incluindo meu novo amante, meu priminho Jorge.
Tudo conspirou a nosso favor. Minha mãe precisava de uns documentos que estavam na minha casa, na mesma cidade onde a gente morava com meus pais, e Jorge tinha me pedido pra acompanhar ele. Minha mãe, sem pensar duas vezes, pediu pra eu ir buscar os papéis e, já que meu primo Jorge ia viajar pra cidade, ele podia me levar e eu faria esse favor pra ela. Como ninguém desconfiava do nosso plano com Jorge, tava tudo pronto pra gente viajar. A desculpa do Jorge era que ele precisava resolver um negócio no batalhão militar pra pegar a carteira dele, e eu ia na casa buscar os documentos da minha mãe. Como vocês podem ver, tava tudo dando certo pra caralho pro meu plano, e Jorge ainda ia levar o carro do pai dele.
Chegou o dia e, pra aproveitar o máximo de tempo possível, a gente saiu de casa bem cedo. Ainda tava escuro por causa do amanhecer e fazia um friozinho. Pra não levantar suspeita nenhuma, eu me vesti com uma calça jeans, tênis e um moletom grosso com zíper, mas sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental preta de renda. Como vocês podem ver, eu adorava usar lingerie sexy, ainda mais quando sabia que ia rolar. um homem no meio que ia tirá-los de mim.
Seguimos rumo à cidade, a viagem seria pouco mais de uma hora, Jorge estava muito bonito, tinha aparado a barba e eu gostei, me deixa com tesão um homem de barba, é minha fraqueza, e Jorge tinha uma barba estilo cavanhaque que eu adorava beijar e acariciar, então no caminho:
J: E aí, priminha, parece que você vem bem tampada — colocando as mãos na minha perna e deslizando para cima até a altura da minha buceta por cima da calça.
Eu: Sabia que você ia falar alguma coisa assim, por isso não coloquei sutiã — enquanto abaixava o zíper do meu moletom completamente, abrindo tudo para Jorge ver — tá gostando do que vê, priminho? — Meus mamilos estavam durinhos, um pouco pelo frio da manhã e outro pela putaria que Jorge já estava me deixando naquele momento.
Jorge sorriu e na hora pegou um dos meus peitos sem tirar os olhos da estrada, acariciava eles e eu sentia minha buceta molhando por baixo da minha calcinha preta, apertou meu mamilo, apertou meu peito, depois o outro, e com a mão alcancei o pau dele por cima da calça, não sei se alguém nos carros que passavam tinha nos visto, mas isso não importava pra nenhum de nós dois, eu desabotoei o zíper da minha calça, não aguentei o tesão e meti a mão por baixo da minha calcinha. Jorge apertou minha mão por cima pra eu mexer como se estivesse me masturbando, ficou assim por uns minutos, e aí tirou a mão dele e levou até minha boca pra eu saborear meus fluidos, que delícia!
Pediu pra eu lamber meus dedos com meus próprios fluidos e eu fiz isso olhando pra ele, depois peguei a mão dele beijando os dedos como se fosse o pau dele, os dedos dele eram grossos e negros e eu os tinha dentro da minha boca, chupava enfiando na boca, logo tirei da boca e falei que o que eu queria era chupar outra coisa, e ele se apressou em abrir o cinto, depois a calça com minha ajuda, levantou um pouco pra conseguir abaixar a calça e eu vi a cueca preta dele molhada onde o pau dele estava. descansando a glande dele.
Me sentei no banco pra dar um beijo na boca dele, que momento excitante cheio de adrenalina, Jorge dirigindo, eu beijando ele e masturbando ele ajoelhada no banco do carona, nessa altura Jorge me puxou pra perto dele pra poder morder um dos meus mamilos que apontavam pra boca dele, me deu um arrepio que fez minha calcinha fio dental ficar mais molhada ainda com meus sucos.
Eu me ajeitei entre meu banco e a perna dele tipo de quatro, prendi meu cabelo e dei o primeiro beijo naquele pênis gostoso, afastei a cueca dele e o pau do Jorge ficou meio atravessado, deixando eu passar minha língua por toda extensão, beijando o tronco, mordendo com meus lábios antes de passar a língua por inteiro, com meus lábios cheguei até a ponta da glande dele e enfiei na minha boca, já dentro da boca comecei a chupar como se fosse um pirulito de chocolate, Jorge gemia e não parava de repetir “Que gostoso priminha, que gostoso você chupa meu amor, eu te amo Linda, não passa a vontade de continuar te comendo, e adoro como você chupa, você é uma deusa mamando em mim, me enlouquece priminha”.
Ao mesmo tempo que com a mão dele pegava meu cabelo já preso entre os dedos pra começar a empurrar minha cabeça e fazer o pau dele entrar mais fundo na minha boca, o espaço era tão pequeno que não dava pra me mexer pra aproveitar completamente a vara do Jorge, mas mesmo assim nós dois estávamos adorando, eu dizia que amava o pau dele, que queria ser amante escondida e não parava de aproveitar aquele pênis gostoso, pela adrenalina da situação de repente sem aviso senti um jato de porra saindo direto na minha boca e garganta, engasguei um pouco pela quantidade de porra que foi direto na minha garganta.
Me sentei e igual da outra vez Jorge com as mãos na minha cabeça me puxou pra perto dele pra dar um beijo gostoso e apaixonado ainda com resto de porra na minha boca e nos meus lábios, em seguida limpei ele bem, o pau dele com meus lábios, Jorge arrumou a roupa dele, eu subi minha calcinha, minha calça e fechei o zíper do meu moletom, me sentando de volta no banco. Seguimos viagem pra cidade conversando sobre várias coisas e sobre a relação de amantes que tinha começado desde a tarde de anteontem até aquele dia na casa dele. Eu ainda me sentia com tesão, mesmo tendo tido o pau de Jorge na minha boca, não bastava pra mim, queria sentir ele dentro de mim, mas sabia que isso viria mais tarde.
Depois que Jorge (meu primo) me convidou pra cidade e me deu aquela foda na casa dele, eu já estava preparando na minha cabecinha a surpresa que ia dar pra ele. E como Jorge ia fazer as coisas dele depois de me deixar em casa, isso me daria tempo pra me preparar pra ele e preparar a surpresa. Entramos na cidade e chegamos na minha casa, ele parou na frente. Pedi pra ele me avisar quando terminasse, porque eu teria uma surpresa preparada pra mais tarde e não precisava ir pra nenhum motel, já que a casa dos meus pais estaria só pra gente. Jorge me beijou, me segurando pela bunda, e eu abracei ele pelo pescoço. Ficamos um tempão assim, num beijo apaixonado que durou pelo menos um minuto, mas foi tão quente que me deixou com muita vontade de mais. Jorge foi embora enquanto eu entrei em casa pra me preparar pra ele e aproveitar cada momento que a gente tinha.
Já em casa, tirei minha calça jeans e meu moletom, fiquei só com minha calcinha preta. Sempre gostava de ficar assim, quase sem roupa, quando ficava sozinha, adorava isso, e fiz o mesmo. Fui pro meu guarda-roupa pra me preparar pro meu primo. Adorava me vestir com lingerie sexy ou bem pequena, então tinha uma gaveta cheia dessas peças. Escolhi vários conjuntos e coloquei na cama pra decidir qual meu homem ia gostar mais.
A surpresa que eu tinha preparado era recebê-lo de um jeito sensual, com uma roupa que fizesse ele querer me comer o dia inteiro quando me visse, e era isso que eu ia fazer. Na minha cama, estavam três conjuntos que eu tinha escolhido: um conjunto Vestido preto inteiriço de renda com as costas e o umbigo de fora, uma camisola rosa de alças de renda com uma calcinha fio-dental rosa minúscula que eu escolhia muitas vezes só pra dormir, e um conjunto vermelho-carmim de renda com sutiã meia-taça que fazia meus peitos parecerem grandes e uma calcinha fio-dental minúscula com um lacinho atrás, bem onde começa a linha que divide minhas nádegas. Esse conjunto eu gostava mais porque tinha uma cinta-liga com meias de arrastão pretas que combinavam muito bem com o tom claro da minha pele. Não pensei duas vezes e escolhi esse último. Queria fazer uma dança pro meu homem pra provocá-lo mais e deixá-lo bem quente pra mim, então separei um dos meus saltos agulha pretos altos, que iam realçar ainda mais a vista da minha bunda.
Sem mais delongas e pra adiantar, entrei no chuveiro, me livrei da pouca roupa que ainda tinha e lavei meu corpo, tocando cada centímetro da minha pele, lembrando do corpo do Jorge e do meu, nus na casa dele, e do oral que eu tinha feito nele na estrada a caminho da minha casa. Não consegui segurar a vontade de me tocar e me excitar com essas lembranças. Tinha até o cheiro do corpo dele e do sêmen dele gravados na mente, como se estivessem colados em mim naquele instante, e isso me excitava ainda mais. Me senti desejada e com uma putaria verdadeira, querendo que ele continuasse me penetrando.
Aproveitei pra depilar as pernas, as coxas e minha buceta pra estar toda lisinha pro meu homem. Saí do banho e, naquele exato momento, chegou uma mensagem do Jorge dizendo que tinha terminado rápido e que tava morrendo de vontade de me comer.
— Chego em 20 minutos, meu amor. Morro de vontade de te comer na sua casa, na sua cama onde você dorme e em cada canto da sua casa.
— Tô te esperando aqui, meu amor. Vem que tenho uma surpresa pra você.
O nervosismo percorreu meu corpo como se fosse meu namorado. Me apressei pra ficar pronta pro meu homem. Na frente do espelho, nua, coloquei meu look, ajustando as meias, minha calcinha fio-dental, a cinta-liga e o sutiã. Passei um batom vermelho. do meu visual vermelho, me perfumei bem e coloquei meus tênis, me olhei no espelho de novo e gostei de como eu tava com aquele look sexy que em breve meu homem ia tirar de mim pra me fazer dele, minha bunda tava empinada ainda mais por causa do salto dos meus tênis, me sentia sensual, sexy e com tesão, do jeito que eu queria que meu homem realmente se surpreendesse, coloquei uma gabardina marrom e saí pra receber meu homem que tava chegando.
Abri a porta e meu homem entrou, me pegou pela mão e me convidou pra dar uma volta pra ele me ver de 360 graus, me aproximei dele e ele me beijou na hora, me segurando pelo rosto e eu segurando no peito dele, ele disse que nunca tinha me visto de tênis e que isso era exatamente o que ele adorava, então pediu que de jeito nenhum eu tirasse eles até ele mandar, me beijou enfiando a língua na minha boca e acariciando meu corpo por cima da gabardina, ele tava um pouco salgado porque vinha da rua, mas não liguei, gostava do gosto dele e de tudo nele, a gente tava se esquentando com os beijos e as carícias, eu me segurei um momento e falei que tava morrendo de vontade de ser dele, mas isso ia estragar minha surpresa, então pedi pra ele me acompanhar até meu quarto pra eu mostrar a surpresa.
Na hora me afastei dele, desabotoei a gabardina pra tirar de um jeito sensual, girei pra ele poder ver todo meu visual, os olhos do Jorge brilharam quando comecei a tirar a gabardina que já tinha deixado no chão do meu lado, Jorge se jogou em cima de mim e eu impedi com uma risada debochada falando "Não, meu amor, espera, isso é parte da sua surpresa, então você tem que esperar!". Pude ver a expressão na cara do meu homem e ele tava babando pelo que tava vendo, fiquei muito feliz em ver que meu plano tinha dado certo, já deixando ele com tesão só de me olhar. Peguei ele pela mão e guiei ele até meu quarto, com a outra mão Jorge aproveitou pra me dar um tapão na bunda. Soltei um gemido involuntário da minha boca e na mesma hora ele pousou a mão na minha bunda, amassando minhas nádegas enquanto a gente caminhava.
Entramos no quarto e, de frente um pro outro, eu beijei ele, impedindo que ele me acariciasse. Eu tava no controle da situação e parecia que isso não importava pra ele, porque ele aceitava meus pedidos. Na sequência, empurrei ele pra trás pra sentar na beira da cama, subi e me ajoelhei atrás dele, peguei as mãos dele pra trás e pedi pra ele me deixar amarrar, implorando que ele ia curtir. Tava convencida de que ia dar o maior prazer pro meu homem e tava conseguindo.
Com um laço, amarrei as mãos do meu homem, dando beijos no pescoço dele, eu atrás. Mordi a pontinha da orelha dele e ele se contorcia de tesão naquela posição. Desci da cama, virei de costas pra ele e me inclinei até um gravador pra colocar música. Nessa vista, demorei um pouco mais de propósito, pro meu homem apreciar aquele visual. Rebolava minha bunda de um lado pro outro sem mexer os pés, fazendo a tira da calcinha fio dental entrar mais na minha racha. A gente tava a pouco mais de um metro de distância e eu sentia a respiração ofegante dele na minha bunda.
J: Prima, já me deixou bem louco e ainda tô de roupa. Tô morrendo de vontade de meter, me solta pra te comer. O que cê tá esperando? Não vê como me deixou?
Eu me levantei e vi o pau dele por baixo da calça, já duro, implorando pra sair e ficar dentro de mim. Me senti muito gostosa e tava adorando aquilo. Minha buceta tava mais que ensopada dos meus fluidos, mas eu queria continuar brincando e deixar meu homem a mil.
Com a música tocando, comecei a dançar bem perto dele, dobrando os joelhos pra me agachar no ritmo. Me agachava com as pernas entreabertas e, quando tava embaixo, abria mais pra ele ver minha buceta molhada. Nessa posição, minha calcinha fio dental minúscula se enfiava entre meus lábios vaginais, me dando uma sensação de roçar que me deixava ainda mais safada. Eu rebolava meu quadril de um lado pro outro. Virando de costas e de frente, eu tocava meus peitos por cima da roupa, apertando eles, me deixando com muito tesão e aumentando ainda mais a safadeza do desejo do meu homem. Com a ponta dos meus dedos, eu descia pelo meu ventre até o umbigo, deslizava até minha calcinha fio dental e enfiava a mão por baixo dela. A cara de tesão do Jorge era tanta que ele começava a suar na testa, eu sabia que ele tava sofrendo pra eu soltar ele, pra ele me pegar e me penetrar ali no meu quarto.
Continuei com os mesmos movimentos por uns minutos, me aproximei dele, coloquei meus peitos na altura do rosto dele, beijei a testa dele, segurando a cara dele pra enfiar entre meus peitos, beijei eles um por um. Ele alcançou meu pescoço e deu um leve chupão no lado esquerdo que me fez tremer. Desabotoei a camiseta dele sem parar de me mexer de um jeito sensual e acariciei o peito dele, mordi os bicos dos peitos dele e passei minha língua por toda a barriga dele, mordendo os gominhos leves que se formavam no ventre dele. Subi e beijei o pescoço dele, meu homem só se contorcia porque não podia fazer muita coisa, ainda tava com as mãos amarradas e tava gemendo, dizendo que tava adorando meus beijos e minhas carícias. Eu costumo ser muito carinhosa até na cama e tava mostrando isso pro meu homem. Me aproximei do ouvido dele, mordi e sussurrei:
— Agora sou sua mulher, priminho, te pertenço, quero que a gente continue trepando por muito tempo, você me deixa louca e seu pau ainda mais.
Me afastei um instante pra virar de costas, sentei no colo dele, encaixando minhas costas no peito dele. Com as mãos nos joelhos dele, me mexia em círculos pra sentir o pau dele nas minhas nádegas. Procurei o pau dele ainda por baixo da calça dele e encaixei minha bunda no ponto onde o pau dele se enterrava entre minhas nádegas, isso roçou meu cu e um gemido escapou da minha boca. Deslizei minha bunda por cima da calça dele, continuei assim por um momento e, quando olhei pro meu homem, percebi que ele tava de olhos fechados e tava aproveitando tanto quanto eu.
Direcionei minha bunda pra cima, besuntando sobre o peito nu dele e a barriga pra encher ele com meu cheiro, peguei minha calcinha fio dental com os dedos, descendo até a altura das minhas coxas, minha bunda ficou na altura do rosto dele, que aproveitou pra morder uma das minhas nádegas, afundando os dentes e deixando marca de que era dele, eu gemi jogando a cabeça pra trás por essa intervenção gostosa dos dentes dele na minha bunda.
Jorge enfiou a cara entre minhas nádegas e com a língua dava lambidas desde a entrada da minha buceta até meu cu, eu fiquei imóvel curtindo naquela posição o boquete que meu homem tava me dando, sentia a língua gostosa dele pousando no buraquinho do meu cu, com a língua ele beijava a parte de fora do meu cu e fazia círculos com a língua em todo o orifício, me deixando com um tesão total, eu gemia enquanto apertava meus peitos, de quatro com a bunda na cara do meu homem, se ele já fazia isso com as mãos amarradas, nem imaginava o que faria se usasse as mãos também em mim.
Ainda com as mãos amarradas, virei pra acariciar o peito dele e secar com minha boca o rosto dele que tava cheio dos meus sucos, beijei ele lambendo o rosto pra tirar até o último restinho dos meus fluidos, na frente dele, me ajoelhei e desabotoei a calça dele.
J: Isso minha putinha, come meu pau, não me faz esperar mais, o que cê tá esperando, já mete na boca que quero encher você de porra.
Com uma risada safada, tirei meu sutiã e deixei no chão, tirei os sapatos dele, abaixei a calça, ele se inclinou um pouco pra cima pra conseguir tirar a calça, me pediu pra soltar ele, eu falei “Ainda não meu amor, quero que você continue amarrado pra mim, por que quer que eu te solte? só olha como você tá fervendo, tá curtindo isso meu rei, espera mais um pouco”.
Ele se aproximou da ponta da cama e com a cueca no chão, peguei o pau cor de chocolate dele e dessa vez passei nos meus peitos, brincando com meus mamilos e o pau dele, eu tinha os peitos médios mas isso não impediu de pegar o pênis dele e enfiar entre meus peitos e apertar com as mãos. De lado a lado, apertando o pau dele entre meus peitos, subindo e descendo entre meus seios, eu masturbava ele. Às vezes, ele tocava meu queixo, outras vezes eu alcançava com a ponta da língua, lambendo o líquido pré-seminal que tinha acumulado na cabeça do pau do meu homem. Tava claro o quanto ele já tava excitado, porque foi muito líquido pré-seminal que acumulou.
Não demorou muito mantendo o pau do meu homem entre meus peitos, e de repente ele contraiu o corpo enquanto gozava, soltando um jato de porra que caiu no meu pescoço, queixo e até nas minhas sobrancelhas. Foi intensa a gozada, que espalhou parte do meu rosto, me enchendo de porra. Isso fez com que, ao se contrair pela ejaculação, ele soltasse as mãos. Ele me pediu pra lamber até a última gota de porra que ainda tinha no pau dele. Ele se jogou na cama de barriga pra cima, enquanto eu lambia o pau e as bolas dele pra limpar. Levantei, olhando pra ele, ele deitado na cama, me encarando. Com meu dedo, comecei a recolher o resto de porra que tinha caído no meu rosto pra colocar na minha boca. Eu já tinha me acostumado com o cheiro forte da porra dele, que não me dava nojo, mas sim muito prazer ao lamber e engolir.
Jorge se sentou, já com as mãos soltas. Me abraçou, colocando as mãos nas minhas nádegas pra apertar. Me beijava tão apaixonadamente que eu não via a hora de acabar aquele beijo, acompanhado da língua dele percorrendo todo o interior da minha boca. Ele dizia que eu tava tão gostosa e que nenhuma mulher tinha feito o que eu fiz naquele momento: ter amarrado ele e esperado tanto pra soltar.
Ele me empurrou contra a parede do meu quarto, bem ali entre o corpo moreno dele e a parede. Colocou a mão no meu pescoço e com a outra mão apertou meus peitos, colocou eles na boca, mordeu meus bicos, causando um pouco de dor e excitação ao mesmo tempo. Tirou a mão do meu pescoço pra levar até minha buceta, que ele tocava de forma furiosa, como se estivesse afogando minha ppk com as mãos, arrancando da minha boca gemido atrás de gemido. Foi tão furiosa a maneira como ele me tocava e pressionava minha entreperna e não demorei pra gozar, contraindo meu corpo num orgasmo gostoso que não parava de gemer, ali colada na parede e com o dedo do Jorge dentro de mim, enchi ele dos meus fluidos, foi tão intenso o orgasmo que durou uns 20 segundos, o Jorge não parou um segundo de me masturbar enquanto eu gozava.
Jorge, com a mão encharcada dos meus fluidos, levou até minha boca enfiando os dedos pra eu lamber, sentia o gosto dos meus fluidos nas mãos dele, eu gostava do sabor e adorava fazer daquele jeito. Jorge me disse que tinha gostado de eu ter amarrado ele e de ter brincado com ele, mas que entre nós dois.
— Você não pode esquecer que é minha puta, hein!!! Eu escolho como te foder e como quero meter em você, e agora você vai ver.
Jorge me virou e me encostou na parede, segurando minhas mãos nas minhas costas, eu sabia o que meu homem queria, então inclinei minha bunda pra ele, e na hora ele enfiou o pau na minha buceta, eu arqueada pra ele e Jorge me penetrando, me dando fortes estocadas, com uma mão segurou minhas mãos pra eu não me mexer e com a outra pegou minha bunda, enroscou os dedos e me puxou pra trás enquanto me dava fortes enfiadas naquela posição, eu gemia de prazer e dava gritos quando o pau dele tocava o fundo do meu útero com a ponta, naquela posição eu não conseguia me mexer muito, tava com os peitos na parede, com minhas mãos e meu cabelo presos nas mãos do meu homem, Jorge soltava meu cabelo de vez em quando pra me dar tapas fortes na bunda, arrancando gemidos altos que com certeza dava pra ouvir lá fora, não tava nem aí, me sentia uma puta, a puta do Jorge, e queria continuar gozando.
Jorge tirava o pau inteiro de dentro de mim, pra me dar tapas com ele nas minhas nádegas e depois enfiar de uma vez só até o fundo de todo o meu ser, eu implorava.
— Que gostoso, meu amor, me dá mais, meu amor priminho, me fode, não tira, por favor, mais, me dá mais, não para Pare, me parte ao meio, mas não tira de dentro, me dá mais, mais, mais — eu gritava igual uma louca excitada.
— Assim que eu gosto, sua puta, que peça mais, que seja minha puta, já te falei que vou te comer quando quiser e como quiser.
Ele continuava me comendo naquela posição, de repente soltou minhas mãos, eu me apoiei na parede, extasiada de prazer que meu homem tava me dando. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou direto no meu cu, com um pouco de lubrificação dos meus próprios fluidos, a ponta da glande entrou no meu rabo, se abrindo lá dentro, e aos poucos ele foi metendo o pau dele em mim, com estocadas suaves já tinha preenchido todo o meu interior com aquela piroca preta gostosa que me deixava louca. Ele parou um segundo, apoiou as mãos no meu ombro pra me empurrar contra ele, e dessa vez me deu estocadas fortes no meu cu, era um vai e vem rápido que passava por toda a extensão daquele pau saboroso dentro de mim. Eu levei as mãos até minha buceta pra masturbar meu clitóris que ardia e não aguentava mais. Não demorou muito, eu não aguentei e gozei num orgasmo gostoso, fazendo movimentos com a pelve que fizeram meu homem gozar dentro de mim, terminando num orgasmo gostoso compartilhado, enchendo meu interior com o esperma quente dele.
Jorge pegou meus peitos com as mãos e juntos batemos na parede, ele atrás de mim me abraçando, e eu com o rosto na parede do meu quarto, com a respiração dele no meu ombro. Ficamos assim por um tempo, sem conseguir me mexer. Meu homem me carregou no colo, eu atrás dele, pra me levar pra cama. Nós dois caímos na cama, ele atrás de mim, me abraçando, com as mãos no meu pescoço e nos meus peitos. Do meu interior escorria o esperma quente do Jorge, caindo na cama, de tão exaustos que estávamos, e naquela posição dormimos.
Minha buceta e meu cu doíam da penetração intensa que meu priminho tinha me dado, que tinha se tornado um bom amante pra mim. Depois de algumas horas, acordamos, pedimos pizza e nos metemos de novo. Hora do banho. No banheiro, a gente se pegava com uns beijos gostosos, eu passei sabão no corpo todo dele, depois ele passou sabão nas minhas costas. Ele era um cara forte e adorava me dominar quando me penetrava, mas também tinha um lado carinhoso comigo. Debaixo do chuveiro, na frente dele, com a pica dura, ele se abaixou, levantou minhas pernas com os braços e enfiou a pica dele na minha buceta. Pedi pra ele ter cuidado porque tava doendo um pouco, por causa da intensidade com que ele tinha me penetrado antes, aquela porra toda tinha me deixado meio dolorida.
Ele teve todo o cuidado do mundo pra me levantar pelas pernas e meter o pau duro dele. O homem dominante que tinha me mostrado enquanto me comia com tudo, tava me mimando, respeitando o que eu pedi. Nessa posição, minhas pernas ficavam no ar, seguras pelas mãos fortes do meu homem, e eu com as mãos na parede, no cantinho do banheiro, sendo penetrada mais uma vez por ele. Aquela posição era uma delícia pro meu clitóris, porque o pau dele batia na parede superior da minha buceta, estimulando meu clitóris a cada estocada que ele me dava. Não demorei pra gozar, num orgasmo gostoso, abraçando ele e beijando, agradecendo pelo dia maravilhoso que ele tinha me proporcionado.
Ele continuou me penetrando por mais uns minutos, até gozar dentro de mim. Na hora, ele me colocou no chão, a gente se abraçou debaixo do chuveiro, ficamos assim por uns minutos e terminamos de tomar banho. Jorge se vestiu pra receber a pizza, a gente comeu, eu ainda pelada no colo dele. Depois me vesti e fomos pra casa dele, selando aquele momento como mais um dos muitos encontros que a gente teve.
As circunstâncias me fizeram voltar pra casa, com a minha mãe, pra cidade, e eu continuei mantendo contato com meus primos, incluindo meu novo amante, meu priminho Jorge.
0 comentários - Me chamo Lynda Angélica 3