Eu e minha filha levamos uma bela foda

Bom dia a todos os meus leitores, sou sua amiga Reina, isso é totalmente real.
Depois do que aconteceu na quinta com os amigos da minha filha, a sexta foi normal no trabalho, sábado, dia 9, foi meu aniversário e algumas coisas interessantes rolaram, mas já vou contar pra vocês. O próximo rolê foi no domingo, dia 10, que acordei bem cedo porque na verdade não fiquei com tanto sono assim. No dia anterior, já tinha falado com o coordenador de esportes do meu filho, e combinamos que no domingo eu levaria ele pro torneio, já que o coordenador, por causa de uns pepinos pendentes, não poderia levar meu filho e outros colegas atletas de outras áreas — porque ele costuma levar todo mundo na caminhonete dele. Perguntei pro meu marido se ele queria ir, já que era domingo e poderíamos ir nós três; até minhas filhas, se não tivessem nada pra fazer, eu chamaria pra se juntar. Mas ele me lembrou que minha filha Dulce também tinha um torneio de vôlei de praia, mas em outro lugar. Eu tinha esquecido completamente, mas combinamos que ele levaria a Dulce pros jogos dela e eu levaria meu filho Gabriel pro torneio dele.

Eles já estavam sabendo, então acordaram bem cedo, igual meu marido e eu, por volta das 6h da manhã. A Frida ia ficar em casa porque era semana de provas na faculdade de Engenharia dela e ela ia dar uma revisão pesada nos apontamentos o domingo inteiro.

Partimos eu e meu filho rumo ao torneio, que ia rolar em outro campus, numa cidade vizinha, a uns 30 minutos da nossa. Eram 7h da manhã, o torneio era entre universitários a nível estadual. No caminho, meu filho foi me contando tudo sobre ele — algumas coisas eram interessantes sobre o curso dele, os professores, as professoras, os amigos e amigas, festas. Os comentários dele me divertiam, alguns eram sérios e outros eram pura besteira. Eu também contava umas coisas do meu dia a dia, colocamos uma música no som do carro, enfim, a viagem na estrada foi gostosa e não tão pesada.

Quando chegamos... No campus, alguns seguranças na entrada nos indicaram onde ficava o prédio do torneio. Agradecemos e fomos pra lá. Chegamos, estacionamos e entramos. O pessoal já tava chegando aos poucos, ainda não tinham vindo todos os participantes, mas já tinha alguns lá dentro e dava pra ver uns carros chegando também. O lugar era a biblioteca da universidade, bem grandona, de três andares e bem extensa. O pessoal da entrada, onde nos registramos como visitantes e meu filho como participante, mandou a gente ir pra outra área, que é especial pro Clube de Xadrez. Entramos lá, e os outros também foram entrando. Chegavam participantes sozinhos, alguns com o coordenador, outros com a família, e alguns com a família e o coordenador. O lugar era amplo, tinha muitas janelas, muita luz, muitas mesas. Uns caras da logística começaram a colocar os tabuleiros de xadrez. Meu filho tava me falando que no total eram 20 participantes, um representando cada município do estado no nível universitário, e também disse que alguns eram rivais muito fortes, inteligentes, estratégicos e com muita experiência.

A gente ficou andando pelo lugar pra ver os quadros. Neles tinha muitas fotos de enxadristas representando aquele campus com outros enxadristas de nível nacional e mundial, como Boris Gelfand, Magnus Carlsen e outros. Também tinha outros quadros com fotos e pinturas de enxadristas antigos, tipo Spassky, Fischer, Larsen, Karpov, Capablanca, Kasparov, e por aí vai. O tempo passou, a gente tava sentado, os participantes já estavam prontos. Eram exatamente 8 horas, e o árbitro pediu pra gente ficar de pé. Chegaram umas pessoas bem formais, de terno: um era o reitor daquele campus, outros dois eram representantes da secretaria de Educação a nível nacional e estadual, e outro era o coordenador de esportes. Desse campus, cada um deu umas palavras rápidas pra inauguração do evento, apresentaram todos os participantes, incluindo meu filho, e também alguns convidados que foram ex-campeões do campus. Depois, o hino nacional começou a tocar e a gente se posicionou pra cantar com gosto e alegria. No final, o árbitro do torneio deu um discurso lembrando umas regras importantes do jogo e indicou uma parede onde já tava publicado o chaveamento. Todo mundo foi conferir e meu filho já descobriu quem era o adversário dele. A primeira rodada ia começar às 9 da manhã, a inauguração durou uns 20 minutos, aí a gente tinha 40 minutos pra tomar um café da manhã rápido. Em casa já tínhamos comido um lanchinho, um smoothie e pão doce, mas era uma boa hora pra comer algo. Saímos do campus pra procurar lugares, e assim que saímos percebemos que a rua tava cheia de barraquinhas de comidas diferentes. Fomos andando por ela, tinha de tudo: tacos, tortas, gorditas, tamales, pizza, hambúrguer, burritos, quesadillas, enfim. A gente decidiu ir nas gorditas, cada um pediu duas. Tavam uma delícia. As dele eram uma de chicharrón com arroz e outra de alambre com arroz, e um Sprite. As minhas eram uma de bife com arroz e uma de língua com arroz, e uma Coca-Cola. O molho também era gostoso, combinava super bem com os pratos. Terminando de comer, a gente se apressou pra voltar porque a primeira rodada ia começar às 9. Ainda bem que não era longe. Entramos, meu filho foi procurar a mesa dele, se acomodou no lugar, o rival chegou e sentou também. Os outros participantes foram se acomodando, era tudo homem participando, só tinha 4 minas também, eram gostosas e, segundo meu filho, todos os participantes eram foda no xadrez. O árbitro deu o sinal pra começar e lá foram eles. Tinha umas cadeiras de espectador perto das mesas, eu sentei o mais perto possível da mesa do meu filho, fico de olho. que meu filho começou com as pretas e o rival dele começou com um Ataque Londres, e meu filho respondeu com uma Defesa Francesa, os dois fianchetaram, os dois rocaram, os dois desenvolveram, os dois iam muito bem, isso eu posso dizer porque eu também jogava xadrez quando jovem e até pouco tempo ainda participava de torneios. Meu filho começou a gostar do jogo e eu ensinei ele, também ensinei minhas filhas e meu marido, e eles gostavam, até chegaram a entrar em alguns torneios, mas a verdade é que não eram tão bons. E aí comecei a ter outras ocupações, tipo os horários dos meus trabalhos que mudavam toda hora, e não dava mais pra ir nos torneios. E assim fiquei vendo o jogo, a partida era de 45 minutos por jogador, então no total era uma hora e meia de jogo. Eu tava bem entretida vendo eles, não me entedia de jeito nenhum. Eram 10 mesas no total, porque eram 20 jogadores. Tinham passado só 20 ou 30 minutos e já em 2 mesas tinham dado xeque-mate. Eu só virei sem dar muita importância e voltei a ver o jogo do meu filho. Nisso, lembrei que na pressa não tinha retocado bem a maquiagem e pensei em aproveitar aquele momento, então fui pro toucador. Tava no toucador me retocando a maquiagem de cabo a rabo. Sou uma mulher muito gostosa, não preciso de muita maquiagem, só um retoque, mas é claro que todas nós usamos. Pensei que era banheiro exclusivo de mulheres e não tranquei a porta. Nisso, entra um cara e me assustou um pouco, mas depois me acalmei porque já conhecia o cara. Era um rapaz representando outra cidade também. Ele me cumprimentou: — Oi, Susana. E eu respondi: — Oi, Javier. E aí começamos a conversar. Ele me disse que foi um dos que terminou a rodada cedo e que ganhou. Eu parabenizei ele, e ele falou que só tem um banheiro na biblioteca pra homens e mulheres, que tão construindo um novo mas separado, e que ele só ia fazer xixi, mas que era melhor sair e esperar eu terminar de me maquiar. Eu disse: — Não se preocupa, já terminei de me maquiar, entra aí que eu vou saindo. Saí pro corredor, nisso recebo uma ligação do meu marido e atendi, comecei a falar com ele. Ele perguntou como estavam as coisas, eu falei que estava tudo bem e contei como o torneio estava rolando. Ele me contou sobre o torneio da Dulce. Nisso, o Javier saiu e se aproximou de mim, chegou com toda confiança porque aquele cara já tinha me dado umas fodas daquelas antes. Ele começou a me abraçar enquanto eu ainda falava com meu marido. Falei pro meu marido que precisava desligar porque não podia ficar com celular nos torneios, e ele disse:
-ah, é verdade, vamos desligar. Na real, falei isso pra ele não ouvir os barulhos que o Javier tava fazendo, e disse:
-Javier, entre eu e você não tem nada, qual é o seu problema?
Ele não respondeu nada, só me abraçava e começou a beijar meu pescoço. Eu quis parar ele, mas de repente ele me puxou de volta pro banheiro, trancou a porta, começou a me beijar de novo na boca, no pescoço, me apalpava a bunda, os peitos, enfiou a mão por baixo da minha saia pra tocar minha buceta por cima da calcinha, tava muito gostoso, sinceramente. Comecei a ficar com tesão, instintivamente toquei os braços dele, as costas, o abdômen, passei a mão por cima da calça dele e já sentia o pau duro. Eu já sentia que tava me molhando aos poucos. Nisso, ele abaixa a calça e a cueca, comecei a tocar devagar, mas depois me abaixei e me ajoelhei pra colocar na boca. Assim que tive ele na boca, comecei a chupar e continuei por um bom tempo, foram vários minutos. Mas nisso, alguém bate na porta, a gente se assusta, mas o Javier pergunta quem é, a coordenadora responde:
-sou eu, a Johanna, tô te procurando. E o Javier responde:
-já vou sair, espera um momento.
A gente arrumou a roupa, o Javier saiu do banheiro com a coordenadora e foram embora. Eu fiquei lá mais um tempinho já com a roupa arrumada e me retoquei de novo, saí do banheiro e fui ver o jogo do meu filho de novo. Não usaram a hora e meia, faltava meia hora. Meu filho ganhou, então a gente teve aquele tempão todo pra descansar uma hora inteira. Nisso, a gente levantou, meu filho viu o Javier de longe e falou:
- Olha, mãe, ali está o Javier.
- Vamos cumprimentar ele, ele me disse.

A gente se aproximou e ele nos cumprimentou:
- Oi, Gabriel, oi, dona Susana, disse o Javier.
- Oi, Javier, respondi eu, e meu filho falou:
- Oi, Javier, como você está?

E aí a gente começou a conversar. Saímos do prédio e fomos sentar no jardim que ficava em volta da biblioteca, que era bem grande, numa descida, parecia um bosque pequeno. E aí a gente continuou batendo papo. Nisso, chegou outro cara que eu não conhecia, mas eles sim, era outro participante representando o município anfitrião. Gabriel me apresentou como Alberto.
- Muito prazer, Alberto.
- Muito prazer, senhora.

E ele já entrou na conversa com a gente, disse que também ganhou a primeira rodada. Ficamos ali conversando, quando de repente o Alberto lembrou que eles queriam ir cumprimentar um dos ex-jogadores. Gabriel falou:
- É verdade, vamos.

Eles se levantaram, e o Javier disse pra eles irem na frente. Eles foram e me deixaram sozinha com o Javier. Eu fiquei seguindo o Alberto e o Gabriel com o olhar, quando virei pro Javier, ele já estava com o pau pra fora, me dizendo pra terminar o que a gente tinha começado. Eu falei:
- Você é um filho da puta.

E me abaixei pra chupar o pau dele com a boca. Ali era um lugar bom porque ninguém nos via, e se alguém se aproximasse, a gente percebia rápido. Depois de alguns minutos, o Javier jorrou, e eu engoli tudo com muito gosto. Nisso, eu estava terminando de engolir quando o Javier me disse que o Gabriel e o Alberto estavam voltando. Levantei rápido, limpei a boca o máximo que pude, arrumei o cabelo, e o Javier guardou o pau dele dentro da calça de moletom. Todos os participantes usavam calças de moletom esportivas, cada um com a cor e o logo da sua escola. Nisso, o Gabriel nos chamou:
- Venham logo, porque a segunda rodada vai começar.

A gente foi de novo. Eram 11 horas. Eles se acomodaram nos lugares e começou a segunda rodada. Eu fiquei lá igualmente. Atenta, os três jogaram a hora e meia deles, mas cada jogo foi bem interessante, os três venceram a rodada. Fomos descansar meia hora, e nós quatro fomos explorar os prédios do campus, que era bem grande. Vimos os prédios e salas de diferentes áreas, laboratórios, quadras, algumas quadras estavam sendo usadas para outras competições esportivas do mesmo evento estadual, como futebol, basquete, vôlei, handebol, enfim, só caminhamos sem sustos. Passou a meia hora e voltamos.

Exatamente à 1 começou a terceira rodada, eles começaram a jogar. Fiquei assistindo ao jogo, passou a hora e meia e todos terminaram a partida, os três venceram a rodada. Eram 2:30 e nos deram um descanso de duas horas e meia para comer. Nisso, chega um senhor que se aproximou do Alberto, nos apresentou como o pai dele, contou que esteve presente nas outras rodadas e disse que nos convida para almoçar na casa dele. Aceitamos, e a coordenadora do Javier se juntou a nós. Então chegamos na casa do Alberto: eu e Gabriel no nosso carro, Javier e a treinadora dele no carro deles, e Alberto e o pai dele no carro deles. A mãe do Alberto nos recebeu, Alberto nos apresentou, e ela já tinha a comida pronta: uma taquiza de carnitas, birria, bife, cabeça, pastor, etc., e para beber, água de horchata e água de Jamaica. Eu não costumo comer muita carne, mas quando a gente vai na casa de alguém, tem que aceitar o que oferecem.

Comemos, conversamos, nos divertimos muito. Ficamos descansando na sala vendo um programa de piadas na TV. Passaram duas horas, e nisso os três se levantaram porque em meia hora começaria a quarta rodada. Eu também me levantei, e a treinadora do Javier também. Nisso, a mãe do Alberto disse que ela levaria os meninos, que a gente descansasse, que devia ser cansativo ficar o dia inteiro no torneio.

— Vou levar os meninos e aproveito pra ver pelo menos um jogo do meu filho Alberto — eu disse que sim, mas a treinadora disse pra ela que ela tinha que estar lá, a mãe insistiu e a treinadora Johanna aceitou, os três caras foram no carro com a mãe do Alberto e a gente ficou na casa dele, e o pai do Alberto também ficou, o pai do Alberto ofereceu quartos pra gente dormir se quisesse, a gente aceitou, cada uma foi pra um quarto, eu deitei na cama, me cobri e dormi umas meia hora, depois desse tempo acordei e a casa tava bem silenciosa, mas aí percebi uns barulhos, prestei mais atenção e parecia que tavam fodendo, saí do quarto e quando passei pelo quarto onde a Johanna tava, vi o pai do Alberto comendo ela, fiquei paralisada e nisso a Johanna abre os olhos e me encara, eu me assustei e voltei pro quarto, o pai do Alberto tinha um pedaço de carne enorme, depois ouvi a Johanna gemer mais alto e o pai, acho que gozaram junto, passou uns 20 ou 30 minutos, ouvi uns passos perto do meu quarto, fingi que tava dormindo e o pai do Alberto entrou pelado, chegou perto e se meteu debaixo das minhas cobertas, começou a me beijar com jeito, o pau dele já tava duro de novo, fiquei surpresa dele ter se recuperado tão rápido já que tinha comido a Johanna há pouco, finjo que tô acordando e falo pra ele me soltar, mas ele me beija com habilidade e começa a tocar minhas partes mais sensíveis, depois de uns minutos ele começou a meter sem eu mostrar nenhuma resistência, ele me comeu por uns 20 ou 30 minutos até que a gente gozou junto, foi uma gozada deliciosa, a Johanna apareceu já vestida e falou que faltava meia hora pras 7 da tarde e última rodada, falei que queria ficar de olho e comecei a me vestir, a Johanna agradeceu o senhor e eu também, ele deu um beijo na gente e deu uns tapas na nossa bunda, a gente riu, a Johanna foi pro carro dela e ligou, eu fui pro meu e liguei.
Quando chegou a A quinta rodada já tinha começado, e lá eu vi a mãe do Alberto de longe. Aparentemente a senhora parecia tranquila, mas bem que curte uma boa piroca, pensei. E ela é muito gostosa e jovem também, igual a mim. Todos os participantes estavam jogando. A Johanna foi pra perto onde o Javier estava jogando. Eu sentei perto do Gabriel, e nisso um jovem que estava sentado ao meu lado começou a puxar conversa. Ele disse que era um dos participantes, mas que desistiu nessa última rodada porque não tinha mais chances, só ganhou um ponto de cinco possíveis. Eu estava ouvindo ele e falei que meu filho era o Gabriel. Ele disse: "Ah, conheço ele, é muito bom jogando". Continuamos conversando, e ele me convidou pra dar uma volta lá fora. Eu aceitei. Enquanto caminhávamos, passamos pelos quartos dos estudantes. Ele me disse que era de fora, igual a mim, mas que estava hospedado naqueles quartos com o treinador dele. Me convidou pra conhecer os quartos. Eu aceitei. Entramos. O quarto era só o espaço e duas camas, nada mais. Quando entramos, levamos um baita susto: o treinador do garoto estava fodendo selvagemente uma das participantes. Ela era a rival do garoto na quinta rodada, mas como ele desistiu automaticamente, ela ganhou o ponto. Ficamos surpresos, mas foi muito excitante ver os dois. Eu ia dar meia-volta pra sair quando o garoto já me abraçou e começou a me beijar. Eu falei: "Me solta", mas ele me empurrou com força pra cima da cama. Eu também fiz força pra me levantar, mas ele começou a passar a mão na minha buceta por cima da calcinha, e isso me enfraqueceu. Aos poucos, parei de resistir e me deixei ser desejada. O garoto foi tirando minha roupa, ele se despiu e, sem mais delongas, começou a meter em mim. Enquanto isso, na outra cama, o treinador e a garota continuavam transando. Passaram-se vários minutos até que eles gozaram num orgasmo. Os dois se levantaram, a garota se vestiu, me olhou e foi embora. O treinador do garoto ficou. Nu, ele se sentou na cama nos olhando, de repente nós dois gozamos num orgasmo muito gostoso e o cara gozou dentro de mim. Ele saiu e sentou pra descansar, mal tinha saído e o treinador me pegou, já tava pronto pra meter e enfiou tudo, foi uma delícia. Ficamos assim um tempão, ele me fodia selvagemente, até que gozamos juntos num orgasmo que eu curti pra caralho. Ele saiu de dentro de mim, o cara já tava vestido e o treinador começou a se vestir, eu também. Saímos os três ao mesmo tempo do quarto e caminhamos um pouco.

Na entrada da Biblioteca, encontro o Coordenador de Esportes do meu filho, o filho da puta tava chegando. Cumprimentei ele, os outros dois também e entraram na biblioteca. Ele me pediu pra ajudar a carregar uns presentes que ia dar pro Gabriel e pros participantes de outros esportes do nosso campus. Fomos na hora. Eu não tinha confiança no Coordenador porque ele já tinha me comido antes e eu não queria nada com ele, mas quando chegamos na caminhonete dele, ele perguntou se eu queria um cigarro. Falei que sim e começamos a fumar. Como tava muito frio, ele disse pra entrarmos na caminhonete. Falei que não, mas o vento ficou terrível e uns minutos depois eu falei que melhor sim. Entramos na caminhonete, ele no volante e eu no carona. Terminamos o cigarro e ele começou a me beijar. Foi bem surpreendente, mas me deixei levar. Levei minha mão até o pau duro dele, que já tava pra fora, e comecei a acariciar e depois chupar. O coordenador tava tão excitado que me segurava pela cabeça pra eu engolir tudo até o fundo. Adorei aproveitar aquela pica enorme. Ele terminou, gozou na minha boca, me limpei, ajeitamos a roupa, carregamos os presentes e entramos no torneio de novo. A rodada já tava acabando, alguns participantes já tinham levantado, incluindo meu filho. Esperamos todo mundo terminar porque iam dar os resultados. O resultado... Foi que a mina chamada Angélica ficou em primeiro lugar com 5 pontos, eu pensei comigo mesma que o prêmio dela foi a bela foda que levaram. O segundo lugar foi meu filho com 4,5 pontos e o terceiro foi o Alberto com 4 pontos, esses foram os classificados pro nacional. O quarto lugar foi pro Javier, mas ele já não conseguiu vaga pro nacional. Falaram que a premiação ia ser no dia seguinte, numa cerimônia geral pra todos os esportes, no mesmo lugar, nas quadras.
O coordenador entregou os presentes pro Gabriel e pra outros caras de outros esportes, mas a premiação oficial ia ser no dia seguinte. A gente voltou pra casa de carro, ele tava feliz e eu também, porque meu filho foi bem nas 5 rodadas dele e eu também nas 5. Quando chegamos em casa, meu marido e minhas filhas já estavam esperando pra jantar e terminar a noite vendo filmes de terror e outros de comédia. Já ia dar meia-noite, mas fui tomar banho. Tava me vestindo quando meu marido chegou pra deitar, mas me viu pelada e ficou excitado, o que fez ele me dar a última enfiada do dia.
Continua. Deixem nos comentários as partes favoritas de vocês do relato.

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