Já sabíamos que estávamos excitados, até aí ele só acariciava meus peitos e ele esfregava o pau com mais confiança, mas já me olhando de frente, era demais ver como ele se esfregava e lambia a mão pra deixar a punheta mais lisinha. Me aproximei da grade pra ver melhor, era incrível sentir tanto prazer sem ninguém me tocar, ele decidiu pegar a cadeira que tinha na varanda dele e subiu nela, acelerando a punheta e se encostando bem na beirada; já dava pra ver de pertinho o pauzão dele ereto, com a cabeça redonda e brilhando na luz do luar, me aproximei da borda e comecei a esfregar meu clitóris como prêmio pra ele... queria que ele soubesse que eu também tava louca com a ousadia dele, aceleramos juntos nossos movimentos e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta, mal naquela noite tinha provado meus fluidos pela primeira vez e tinha gostado, eu não tirava os olhos do pau dele e ele não tirava os olhos de mim, ele acelera os movimentos "você gosta do meu pau?" conseguiu dizer quase ofegante e com a voz baixinha pra ninguém ouvir; "siimm... é lindo" falei com voz suave "e tem um gosto delicioso... se quiser, prova!!..." essas palavras foram incríveis pra mim. Devia estar vermelha, muito excitada, muito ansiosa e me aproximei mais da borda, estiquei meus lábios...
¡!!E chupei a ponta passando minha língua naquela glande que me atraía… consegui dar duas chupadas gostosas e na terceira senti uma descarga de porra que me fez grudar no pau dele e engolir tudo que ele soltava, saboreando o leite que eu engoli.
Enquanto engolia, tive um orgasmo incrível que minhas pernas tremeram e quase me afoguei com o sêmen dele. As pernas dele também fraquejaram até que, quando terminou de gozar, ele tirou o pau da minha boca e desceu da cadeira. Olhando no meu rosto, se aproximou e me deu um beijo. Aquele beijo me pegou de surpresa e eu abri a boca com restos de sêmen ainda sem engolir. Nos fundimos num beijo incrível, principalmente porque gostei que aquele desconhecido não só me levou a um ponto de excitação onde eu chupei ele, mas também engoli o sêmen dele! E ele engoliu junto comigo no final. Nos separamos, ele entrou na suíte dele e eu, atordoada com o que aconteceu, mas muito excitada, entrei na minha. Me deitei e, depois de muito tempo, consegui dormir. Quando acordei, Carlos já tinha se levantado e não estava na suíte. Já passava das 10 da manhã. Entrei no banheiro e fiquei pensando no que tinha acontecido na noite anterior. Enquanto a água caía, me perguntava se tinha sido real ou um sonho. Terminei o banho, me arrumei e ouvi Carlos me chamando para o café da manhã. Descemos tarde, quase no final do horário, mas todo mundo que estava lá era jovem. O serviço era self-service. Fui pegar meu café e notei alguém atrás de mim esperando para fazer o mesmo. Virei a cabeça e era ele, quase colado em mim. Fiquei muito nervosa. Me servi e, quando estava voltando para minha mesa, ele disse: "Te espero às 3 de novo". Fiquei nervosa o dia inteiro. Foi mais um dia lindo de praia, com o casal vizinho por perto. Meu vizinho me olhando, eu desviando o olhar. Só num momento fui para a água sozinha, fiquei na beira molhando os pés, e lá estava ele de novo, a uns três ou quatro metros de mim, também na beira, e me perguntou: "Está fria, você não entra?" Não respondi e voltei para a espreguiçadeira. Tinha que cortar essa situação. Quando estava indo embora, ele repetiu: "Às três".
As noites em San Andrés eram especialmente quentes, então eu usava vestidinhos soltos semi-transparentes e tangas, nem colocava sutiã. O passeio noturno era andar pela orla e jantar em algum restaurante na beira do mar, depois, se a noite desse, tomar algo num bar, ouvir música. Era isso que a gente estava fazendo naquela noite abafada: dançamos num bar muito conhecido de San Andrés, lotado de gente e com música boa. Nos beijamos e nos esquentamos, então decidimos voltar pro hotel. Carlos tinha bebido uns mojitos a mais, e a volta teve que ser de táxi porque ele não aguentava andar.
Mesmo que a gente já viesse quente, se tocando e ansiosos pra chegar no hotel pra ter uma noite de sexo, quando chegamos, fui no banheiro tomar um banho rápido porque tava muito suada.
E quando saí, Carlos já estava roncando pelado e atravessado na cama. Me consolei pensando que de manhã cedo a gente ia continuar nossa rotina sexual de recém-casados, então comecei a meter meu dildo enquanto abria bem minhas pernas.
Corri as pernas dela pra ela me dar espaço, a cama era bem larga mesmo e eu me deitei, também tava muito cansada, o dia inteiro no sol, e depois a noite agitada que a gente tinha tido, era pra eu ter dormido tão rápido quanto o Carlos, mas quando olhei o celular e vi que eram 2h50, lembrei do vizinho, e da insinuação dele de manhã no café da manhã e de tarde na praia. De novo tava nua, minha curiosidade falou mais alto, outra noite sufocante senti a necessidade de ir pra sacada, voltou na minha memória a noite anterior, como eu tinha ido chupar a pica de um desconhecido...........!!!!!!!!!! e como eu tinha ficado com tanto tesão daquele jeito de chupar a pica dele até deixar limpinha.!!!!!! fiquei até horrorizada com o que tinha feito, mas foi tanto tesão, tanto morbo que meu corpo nunca tinha experimentado, que sem pensar duas vezes voltei nua, abri a porta de vidro e fechei atrás de mim, porque o ar condicionado da suíte era gostoso, mas a brisa do mar acariciando meus peitos era erótica. Sem olhar pros lados, me apoiei no parapeito da sacada com os braços cruzados na minha frente, e aspirei aquela brisa suave que me acariciava, nem tinha olhado pra sacada do vizinho, mas sabia que ele tava lá, meu corpo pressentia. Passaram mais de dez ou quinze minutos que nem me mexi, meu olhar no horizonte e no mar, tudo muito escuro, só dava pra perceber as ondas quebrando na costa, e aquele murmúrio suave que inunda os sentidos. Não queria nem mexer um músculo do rosto porque sabia que ele tava lá me esperando, até que ouvi com a voz bem baixa: "tava te esperando, sabia que você viria". Virei a cabeça e me aproximei pra não ter que levantar a voz, ele já tava no mesmo lugar da noite anterior, colado na minha sacada, mas agora nu e com a pica dura. "Isso é uma loucura", eu disse... "uma loucura linda, como você se chama?" Anette. "O meu é Angel, muito prazer Anette, de que país você é?" Sou mexicana e tô na minha lua de mel, recém-casada. casada... "pois estamos iguais, nós também estamos na nossa lua de mel" e sorriu, então com mais razão, o de ontem à noite foi uma loucura... "loucura é não fazer o que o corpo pede, e ontem à noite nossos corpos pediram isso" você é louco e eu também, qualquer um deles pode acordar, seria terrível se nos vissem assim, nus, os dois conversando... "por mim, filha, não se preocupe, ela pode colocar uma orquestra que até amanhã é difícil acordá-la" o meu também, kkkk... "então não temos que nos preocupar" você é um olheiro, gosta de espiar, pelo que vi ontem... "não, filha, eu já estava na varanda e de repente surge uma gostosa como você, pelada, o que você quer que eu faça?? e depois você olhou pra mim, e gostou que eu te visse kkkk, e seu marido te comendo gostoso, era impossível ir embora kkkk kkkkkkkk". sim, gostei que você me viu e não tive coragem de falar nada... "é que eu estava muito ocupado naquela bunda linda que você tem" o de ontem à noite foi loucura, reclamei, como você vai subir naquela cadeira e se masturbar, podiam nos ver de todos os lados... "bom, de todos os lados não, e naquela hora acho que ninguém está acordado esperando ver um louco se masturbando na frente de uma gostosa em cima de uma cadeira na varanda, kkkk" kkkkk você é terrível, Angel. e você é linda, gostei daquele beijo que demos no final, poderíamos repetir, o que acha?" nãooo, aquilo foi um tesão do momento, se fizermos agora seria diferente "e como é isso??" como é, como é, que ontem num momento de tesão a gente às vezes faz coisas que depois se arrepende, mas fazer agora seria trair nossos parceiros, não acha?........ "pois meu corpo continua pedindo, olha" e aponta o pau duro como quando começamos a conversa, é que vocês homens só pensam com isso.............. "e se eu pular para sua varanda assim não precisamos falar tão alto??" nãooo, como você vai pular pra cá?? ..."bom, coloco a cadeira aqui, você coloca aí e só tenho que levantar a perna" não é loucura!!! "te prometo que só vamos conversar" fiquei na dúvida, mas um tesão sem piedade mandava na minha entreperna, e aquela pica grande me dominava mais, não respondi, só me virei, peguei a cadeira da minha varanda e encostei no vidro. Ele fez como disse: levantar a perna e passar do meu lado. Mal se abaixou, ficou quase colado em mim, estávamos os dois pelados, não teve o que dizer, só me abraçou, nossas línguas se roçavam desesperadas, era tudo novo pra mim, aquela boca, aquela língua, não queria que se separasse nunca. Ele esfregava a pica na minha barriga, notei a umidade na minha buceta, sem nem me tocar. Se separou dos meus lábios pra chupar meus peitos, era uma luxúria sem limites, nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se se conhecessem há sempre, minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão.
nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se se conhecessem há sempre, minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão, puxou a cadeira, encostou na parede e sentou, eu com minhas pernas de cada lado, peguei essa pica grossa, linda e guiei até minha buceta, entrou suavemente, estava encharcada, a sensação era maravilhosa, me apertava por dentro, me preenchia como nunca tinha sentido com o Carlos, comecei um vai e vem de frente pra trás, roçando com meu clitóris nos pelos dele, enquanto nossas bocas não se separavam, nossas línguas se esfregando.
Ninguém dizia nada, nunca tinha imaginado que uma pica podia me dar tanto prazer, e veio um e depois dois orgasmos profundos, eu mordia o ombro dele pra não gritar, não queria que a noite acabasse, queria ficar ali pra sempre. .........."que bunda linda que você tem" ele apertava minha bunda e ajudava no vai e vem, de repente sinto um dedo que ele molhou com saliva das nossas bocas penetrar meu cu, só um pouquinho, às vezes eu deixava o Carlos fazer isso, mas não me perguntem porquê o Anjo tinha permissão pra fazer o que quisesse comigo naquela noite.
Não sei quanto tempo ficamos naquela posição com a pica bem dentro, nos beijando quase sem falar, nossos corpos falavam por nós. ............. "Nunca vamos esquecer nossa lua de mel, né?" Nunca, pelo menos eu nunca, falei. Sabe, mesmo que você não acredite, você é o segundo homem na minha vida... "Nãão, não acredito em você" Pois acredite, até hoje à noite na minha buceta só tinha entrado a pica do meu marido... "Mas que honra, por isso tão apertadinha, você me aperta que me dá um prazer maravilhoso" Bom, quando a gente for velhinho, sempre vamos lembrar dessa noite... "Pra mim vai ser inesquecível, gostosa" Terminou de falar isso e se levantou, me pegou pela cintura, me apoiou na grade da sacada com minhas costas viradas pro mar, e me empurrou com força, lindo, rápido, comecei a ter meu terceiro orgasmo, longo, intenso, como nunca tinha sentido.
Ele me disse que ia gozar em segundos: "Onde você quer a porra, como ontem à noite ou deixo guardada pra você?" Não, não quero como ontem. Dá a porra na minha boca, Angel. Tirei de uma vez, senti um vazio imenso. Ele apoiou as mãos nos meus ombros pra me colocar de joelhos, e só precisou sacudir duas vezes e enfiou na minha boca, que já esperava aberta. Era tanta que eu não dava conta de engolir, mas não ia deixar nada. Fiz um esforço pra respirar e tomei tudo. Era gostosa, doce e gostosa. Limpei ele até não sair mais nada.
Mais de 20 minutos assim, nos beijando, até que o pau dele descansou... "Que horas serão?" Espera, me separei e entrei bem devagar no meu quarto. Carlos roncava, alheio ao prazer que sua recém-esposa tinha tido. Olhei meu celular, e eram 4h30. É tarde pra caralho, 4h30, vamos dormir... "Nãooo, me dá uns minutos, tenho tempo de fazer muitos carinhos nessa bunda maravilhosa que você tem." "Você é louco, essa bunda tem que ser pro meu marido, nunca deixei ninguém penetrar e prometi a ele que na nossa lua de mel talvez..." "Olha, eu sou um especialista, e você vai levar a lembrança completa, hahaha." "Não, com isso que você tem aí, com certeza me rasga, é muito grosso pra minha buceta virgem." E ele beijava, eu não queria ir embora, estava encantada... "É que se você se puser como ontem pro seu marido, nessa cadeira, com essa bunda do jeito que te vi, te garanto que você não escapa de mim e vai gozar, menina." Hahaha.
Eu gosto muito de você, Angel. Obrigado por essa noite maravilhosa. Agora, melhor amadurecer... "A gente se vê amanhã?" Não, de novo?? Você é louco? Nossos parceiros vão nos matar, e eu tô com medo... "Eles não precisam saber. Só aguenta até as 3, amanhã. Pensa que talvez a gente nunca mais se veja. A gente vai embora na quinta." Ele me beijou fundo, colocou a cadeira pra voltar pro próprio terraço e não me deixou responder. Ele já tava dando como certo que a gente ia se ver de novo pra se despedir. Já era madrugada de quarta-feira, e ele sumiu. Eu ainda fiquei apoiada no parapeito, abri a janela e dava pra ouvir os roncos suaves do meu marido. E eu pensando... que provavelmente nunca mais ia vê-lo. E isso já tava me entristecendo.
¡!!E chupei a ponta passando minha língua naquela glande que me atraía… consegui dar duas chupadas gostosas e na terceira senti uma descarga de porra que me fez grudar no pau dele e engolir tudo que ele soltava, saboreando o leite que eu engoli.
Enquanto engolia, tive um orgasmo incrível que minhas pernas tremeram e quase me afoguei com o sêmen dele. As pernas dele também fraquejaram até que, quando terminou de gozar, ele tirou o pau da minha boca e desceu da cadeira. Olhando no meu rosto, se aproximou e me deu um beijo. Aquele beijo me pegou de surpresa e eu abri a boca com restos de sêmen ainda sem engolir. Nos fundimos num beijo incrível, principalmente porque gostei que aquele desconhecido não só me levou a um ponto de excitação onde eu chupei ele, mas também engoli o sêmen dele! E ele engoliu junto comigo no final. Nos separamos, ele entrou na suíte dele e eu, atordoada com o que aconteceu, mas muito excitada, entrei na minha. Me deitei e, depois de muito tempo, consegui dormir. Quando acordei, Carlos já tinha se levantado e não estava na suíte. Já passava das 10 da manhã. Entrei no banheiro e fiquei pensando no que tinha acontecido na noite anterior. Enquanto a água caía, me perguntava se tinha sido real ou um sonho. Terminei o banho, me arrumei e ouvi Carlos me chamando para o café da manhã. Descemos tarde, quase no final do horário, mas todo mundo que estava lá era jovem. O serviço era self-service. Fui pegar meu café e notei alguém atrás de mim esperando para fazer o mesmo. Virei a cabeça e era ele, quase colado em mim. Fiquei muito nervosa. Me servi e, quando estava voltando para minha mesa, ele disse: "Te espero às 3 de novo". Fiquei nervosa o dia inteiro. Foi mais um dia lindo de praia, com o casal vizinho por perto. Meu vizinho me olhando, eu desviando o olhar. Só num momento fui para a água sozinha, fiquei na beira molhando os pés, e lá estava ele de novo, a uns três ou quatro metros de mim, também na beira, e me perguntou: "Está fria, você não entra?" Não respondi e voltei para a espreguiçadeira. Tinha que cortar essa situação. Quando estava indo embora, ele repetiu: "Às três".
As noites em San Andrés eram especialmente quentes, então eu usava vestidinhos soltos semi-transparentes e tangas, nem colocava sutiã. O passeio noturno era andar pela orla e jantar em algum restaurante na beira do mar, depois, se a noite desse, tomar algo num bar, ouvir música. Era isso que a gente estava fazendo naquela noite abafada: dançamos num bar muito conhecido de San Andrés, lotado de gente e com música boa. Nos beijamos e nos esquentamos, então decidimos voltar pro hotel. Carlos tinha bebido uns mojitos a mais, e a volta teve que ser de táxi porque ele não aguentava andar.
Mesmo que a gente já viesse quente, se tocando e ansiosos pra chegar no hotel pra ter uma noite de sexo, quando chegamos, fui no banheiro tomar um banho rápido porque tava muito suada.
E quando saí, Carlos já estava roncando pelado e atravessado na cama. Me consolei pensando que de manhã cedo a gente ia continuar nossa rotina sexual de recém-casados, então comecei a meter meu dildo enquanto abria bem minhas pernas.
Corri as pernas dela pra ela me dar espaço, a cama era bem larga mesmo e eu me deitei, também tava muito cansada, o dia inteiro no sol, e depois a noite agitada que a gente tinha tido, era pra eu ter dormido tão rápido quanto o Carlos, mas quando olhei o celular e vi que eram 2h50, lembrei do vizinho, e da insinuação dele de manhã no café da manhã e de tarde na praia. De novo tava nua, minha curiosidade falou mais alto, outra noite sufocante senti a necessidade de ir pra sacada, voltou na minha memória a noite anterior, como eu tinha ido chupar a pica de um desconhecido...........!!!!!!!!!! e como eu tinha ficado com tanto tesão daquele jeito de chupar a pica dele até deixar limpinha.!!!!!! fiquei até horrorizada com o que tinha feito, mas foi tanto tesão, tanto morbo que meu corpo nunca tinha experimentado, que sem pensar duas vezes voltei nua, abri a porta de vidro e fechei atrás de mim, porque o ar condicionado da suíte era gostoso, mas a brisa do mar acariciando meus peitos era erótica. Sem olhar pros lados, me apoiei no parapeito da sacada com os braços cruzados na minha frente, e aspirei aquela brisa suave que me acariciava, nem tinha olhado pra sacada do vizinho, mas sabia que ele tava lá, meu corpo pressentia. Passaram mais de dez ou quinze minutos que nem me mexi, meu olhar no horizonte e no mar, tudo muito escuro, só dava pra perceber as ondas quebrando na costa, e aquele murmúrio suave que inunda os sentidos. Não queria nem mexer um músculo do rosto porque sabia que ele tava lá me esperando, até que ouvi com a voz bem baixa: "tava te esperando, sabia que você viria". Virei a cabeça e me aproximei pra não ter que levantar a voz, ele já tava no mesmo lugar da noite anterior, colado na minha sacada, mas agora nu e com a pica dura. "Isso é uma loucura", eu disse... "uma loucura linda, como você se chama?" Anette. "O meu é Angel, muito prazer Anette, de que país você é?" Sou mexicana e tô na minha lua de mel, recém-casada. casada... "pois estamos iguais, nós também estamos na nossa lua de mel" e sorriu, então com mais razão, o de ontem à noite foi uma loucura... "loucura é não fazer o que o corpo pede, e ontem à noite nossos corpos pediram isso" você é louco e eu também, qualquer um deles pode acordar, seria terrível se nos vissem assim, nus, os dois conversando... "por mim, filha, não se preocupe, ela pode colocar uma orquestra que até amanhã é difícil acordá-la" o meu também, kkkk... "então não temos que nos preocupar" você é um olheiro, gosta de espiar, pelo que vi ontem... "não, filha, eu já estava na varanda e de repente surge uma gostosa como você, pelada, o que você quer que eu faça?? e depois você olhou pra mim, e gostou que eu te visse kkkk, e seu marido te comendo gostoso, era impossível ir embora kkkk kkkkkkkk". sim, gostei que você me viu e não tive coragem de falar nada... "é que eu estava muito ocupado naquela bunda linda que você tem" o de ontem à noite foi loucura, reclamei, como você vai subir naquela cadeira e se masturbar, podiam nos ver de todos os lados... "bom, de todos os lados não, e naquela hora acho que ninguém está acordado esperando ver um louco se masturbando na frente de uma gostosa em cima de uma cadeira na varanda, kkkk" kkkkk você é terrível, Angel. e você é linda, gostei daquele beijo que demos no final, poderíamos repetir, o que acha?" nãooo, aquilo foi um tesão do momento, se fizermos agora seria diferente "e como é isso??" como é, como é, que ontem num momento de tesão a gente às vezes faz coisas que depois se arrepende, mas fazer agora seria trair nossos parceiros, não acha?........ "pois meu corpo continua pedindo, olha" e aponta o pau duro como quando começamos a conversa, é que vocês homens só pensam com isso.............. "e se eu pular para sua varanda assim não precisamos falar tão alto??" nãooo, como você vai pular pra cá?? ..."bom, coloco a cadeira aqui, você coloca aí e só tenho que levantar a perna" não é loucura!!! "te prometo que só vamos conversar" fiquei na dúvida, mas um tesão sem piedade mandava na minha entreperna, e aquela pica grande me dominava mais, não respondi, só me virei, peguei a cadeira da minha varanda e encostei no vidro. Ele fez como disse: levantar a perna e passar do meu lado. Mal se abaixou, ficou quase colado em mim, estávamos os dois pelados, não teve o que dizer, só me abraçou, nossas línguas se roçavam desesperadas, era tudo novo pra mim, aquela boca, aquela língua, não queria que se separasse nunca. Ele esfregava a pica na minha barriga, notei a umidade na minha buceta, sem nem me tocar. Se separou dos meus lábios pra chupar meus peitos, era uma luxúria sem limites, nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se se conhecessem há sempre, minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão.
nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se se conhecessem há sempre, minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão, puxou a cadeira, encostou na parede e sentou, eu com minhas pernas de cada lado, peguei essa pica grossa, linda e guiei até minha buceta, entrou suavemente, estava encharcada, a sensação era maravilhosa, me apertava por dentro, me preenchia como nunca tinha sentido com o Carlos, comecei um vai e vem de frente pra trás, roçando com meu clitóris nos pelos dele, enquanto nossas bocas não se separavam, nossas línguas se esfregando.
Ninguém dizia nada, nunca tinha imaginado que uma pica podia me dar tanto prazer, e veio um e depois dois orgasmos profundos, eu mordia o ombro dele pra não gritar, não queria que a noite acabasse, queria ficar ali pra sempre. .........."que bunda linda que você tem" ele apertava minha bunda e ajudava no vai e vem, de repente sinto um dedo que ele molhou com saliva das nossas bocas penetrar meu cu, só um pouquinho, às vezes eu deixava o Carlos fazer isso, mas não me perguntem porquê o Anjo tinha permissão pra fazer o que quisesse comigo naquela noite.
Não sei quanto tempo ficamos naquela posição com a pica bem dentro, nos beijando quase sem falar, nossos corpos falavam por nós. ............. "Nunca vamos esquecer nossa lua de mel, né?" Nunca, pelo menos eu nunca, falei. Sabe, mesmo que você não acredite, você é o segundo homem na minha vida... "Nãão, não acredito em você" Pois acredite, até hoje à noite na minha buceta só tinha entrado a pica do meu marido... "Mas que honra, por isso tão apertadinha, você me aperta que me dá um prazer maravilhoso" Bom, quando a gente for velhinho, sempre vamos lembrar dessa noite... "Pra mim vai ser inesquecível, gostosa" Terminou de falar isso e se levantou, me pegou pela cintura, me apoiou na grade da sacada com minhas costas viradas pro mar, e me empurrou com força, lindo, rápido, comecei a ter meu terceiro orgasmo, longo, intenso, como nunca tinha sentido.
Ele me disse que ia gozar em segundos: "Onde você quer a porra, como ontem à noite ou deixo guardada pra você?" Não, não quero como ontem. Dá a porra na minha boca, Angel. Tirei de uma vez, senti um vazio imenso. Ele apoiou as mãos nos meus ombros pra me colocar de joelhos, e só precisou sacudir duas vezes e enfiou na minha boca, que já esperava aberta. Era tanta que eu não dava conta de engolir, mas não ia deixar nada. Fiz um esforço pra respirar e tomei tudo. Era gostosa, doce e gostosa. Limpei ele até não sair mais nada.
Mais de 20 minutos assim, nos beijando, até que o pau dele descansou... "Que horas serão?" Espera, me separei e entrei bem devagar no meu quarto. Carlos roncava, alheio ao prazer que sua recém-esposa tinha tido. Olhei meu celular, e eram 4h30. É tarde pra caralho, 4h30, vamos dormir... "Nãooo, me dá uns minutos, tenho tempo de fazer muitos carinhos nessa bunda maravilhosa que você tem." "Você é louco, essa bunda tem que ser pro meu marido, nunca deixei ninguém penetrar e prometi a ele que na nossa lua de mel talvez..." "Olha, eu sou um especialista, e você vai levar a lembrança completa, hahaha." "Não, com isso que você tem aí, com certeza me rasga, é muito grosso pra minha buceta virgem." E ele beijava, eu não queria ir embora, estava encantada... "É que se você se puser como ontem pro seu marido, nessa cadeira, com essa bunda do jeito que te vi, te garanto que você não escapa de mim e vai gozar, menina." Hahaha.
Eu gosto muito de você, Angel. Obrigado por essa noite maravilhosa. Agora, melhor amadurecer... "A gente se vê amanhã?" Não, de novo?? Você é louco? Nossos parceiros vão nos matar, e eu tô com medo... "Eles não precisam saber. Só aguenta até as 3, amanhã. Pensa que talvez a gente nunca mais se veja. A gente vai embora na quinta." Ele me beijou fundo, colocou a cadeira pra voltar pro próprio terraço e não me deixou responder. Ele já tava dando como certo que a gente ia se ver de novo pra se despedir. Já era madrugada de quarta-feira, e ele sumiu. Eu ainda fiquei apoiada no parapeito, abri a janela e dava pra ouvir os roncos suaves do meu marido. E eu pensando... que provavelmente nunca mais ia vê-lo. E isso já tava me entristecendo.
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