Vacaciones con mi esposo parte 2

Enquanto a chuva parava e o sol aparecia radiante na praia, eu curti sentir a pica do Carlos me penetrando. Meu voyeur não perdia nenhum detalhe de cada movimento, e como se desse por certo que, ao eu permitir que ele me visse sentindo prazer, eu também dava permissão pra ele sentir prazer, meu voyeur tirou a pica pra fora e começou a bater uma sem tirar os olhos de mim, se escondendo e aparecendo pra que o Carlos não descobrisse e acabasse com nosso jogo de tesão e desejo. Quando o Carlos acelerou as penetradas, eu soube que já tava na hora de me encher de leite. Eu gemia mais forte pra minha cúmplice entender que a gente já tava chegando. "Isso... me dá mais forte, me dá seu leite, quero que você me encha de leite", eu dizia pro meu marido.Vacaciones con mi esposo parte 2mas olhando nos olhos do meu voyeur, a ponto de ele também gozar e, de forma descarada, apontar a ejaculação na direção onde estávamos. Não alcançou, óbvio, mas me fez dar um sobressalto como um reflexo, ato que disfarcei com meu orgasmo, que veio mais cedo pelo prazer do que tinha acabado de acontecer, fazendo com que Carlos também gozasse. Nosso ato durou quase meia hora e me deu dois deliciosos orgasmos, sem que a sensação de prazer me abandonasse ao ver o vidro da sacada manchado pelo sêmen do nosso voyeur, mesmo que eu tenha sido a única a aproveitar. Pouco depois, a tarde estava agora esplêndida, o sol já tinha saído, então fomos curtir a praia. O hotel tinha espreguiçadeiras e guarda-sóis pra ficar confortável, um rapaz nos acomodou e estávamos prontos pra aproveitar, agora sim, um lindo dia. Tomamos sol, antes pedi pro meu maridinho passar creme nas minhas costas, me estiquei na espreguiçadeira e desabotoei meu sutiã, e ali estava quase nua se me olhassem por trás, com a moleza de quem descansa sob o sol. Vejo um casal se aproximar e serem colocados perto da gente. Era eleeee, o voyeur da sacada, com a parceira dele. Eram jovens como a gente, ele quase loiro com muitos cachos e ela também muito gostosa, os dois bem magros com corpos cuidados, agora podia vê-lo melhor. Cruzamos olhares várias vezes durante a tarde, a ponto de me incomodar. Vi ele me encarando várias vezes, meu rabo, fiquei nervosa o tempo todo, como se eu tivesse cometido um crime. Saímos pra jantar num restaurante muito bonito, voltamos tarde e tomamos a última no bar do hotel. Estávamos no balcão e vimos o casal vizinho passar, ele percebeu nossa presença e vi que falou algo sobre também beber pra mulher dele, mas ela recusou e subiram. Carlos repetiu o uísque, já tínhamos bebido muito naquela noite e, quase 2 da manhã, fomos dormir. Ficava virando de um lado, meu marido dormia como uma pedra, não Aguentei mais, ele me sufocou e eu me levantei como estava, ainda pelada, e fui pra sacada. Abri a janela pra entrar um ventinho do mar.vadiaPelo adiantado da madrugada e pela penumbra que me cobria, pensei que podia ficar ali assim, e me debrucei na borda da sacada; por um instante respirei e me senti livre com a brisa no meu corpo nu… fechei os olhos e fiquei curtindo a paisagem, quando estava mais imersa, percebi a presença de alguém na sacada ao lado… Meio nervosa, fingi que não tinha notado ele, só olhava pro horizonte e, de canto de olho, com a cumplicidade da noite escura, tentava ver o que ele fazia. Tinha certeza, sem nem olhar, que era meu voyeur, só de cueca boxer, o mesmo que no dia anterior teve a ousadia de se masturbar enquanto meu marido me comia na sacada e a gente tinha se encontrado na praia. Um arrepio percorreu minha humanidade vulnerável pela minha nudez, sabia que meus mamilos estavam durinhos por causa do vento e da presença dele, notei que ele me encarava fixamente… ele se aproximava do lado da sacada, tentando ver mais, era óbvio que já via um pouco da minha nudez, mas queria ver mais, queria me olhar, dava passos curtos e tímidos como se ainda achasse que eu não tinha visto ele; não sei quanto tempo passou, só sei que num momento ousado, meu voyeur tinha tirado a cueca e eu podia ver o pau dele claramente duro, grande, muito maior que o do Carlos, meu sentimento era de prazer e lisonja por saber o quanto ele tava excitado do meu lado, separados por dois vidros que imitavam o parapeito de cada sacada. A noite na ilha ficava mais clara ou meus olhos faziam um esforço danado pra ver mais, era um homem bonito, tava com a parceira dele igual eu, quem sabe, mas naquele momento só me importava ver o pau duro dele por minha causa. Era o segundo pau que eu via, só tinha ficado com o Carlos, normalmente eu teria saído dali na hora, mas minha mente e meu corpo me forçavam a ficar ali, me surpreendi acariciando meus peitos e sentindo meus mamilos duros como pedra, ele não perdia um detalhe, me observava e se aproximava do parapeito; já sabíamos que estávamos excitados. Até aí, ele só tava acariciando meus peitos e esfregando o pau dele com mais confiança, mas já me olhando de frente. Era demais ver como ele se esfregava e lambia a mão pra fazer a punheta deslizar melhor. Cheguei mais perto da grade pra ver melhor, era incrível que ele sentisse tanto prazer sem ninguém tocar nele. Ele resolveu pegar a cadeira que tinha na varanda dele, subiu nela e acelerou a punheta, se encostando bem na beirada. Já dava pra ver de pertinho o pauzão dele ereto, com uma cabeça redonda e brilhando sob a luz da lua. Encostei na borda e comecei a esfregar meu clitóris como prêmio pra ele... queria que ele soubesse que eu também tava louca com a ousadia dele. Aceleramos juntos nossos movimentos, e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta — naquela noite tinha provado meus fluidos pela primeira vez e tinha gostado. Eu não tirava os olhos do pau dele, e ele não tirava os olhos de mim. Acelerou os movimentos.sexocê gosta do meu pau" consegui dizer quase ofegante e com a voz meio baixa pra ninguém nos ouvir; continua...

1 comentários - Vacaciones con mi esposo parte 2

😄😄😄😅 vienen los cuernos 😄ðŸ‘