Enquanto a chuva parava e o sol aparecia radiante na praia, eu curtia sentir a pica do Carlos me penetrando. Meu voyeur não perdia nenhum detalhe de cada movimento, e como se fosse certo que, ao permitir que ele me visse sentindo prazer, eu também dava permissão pra ele sentir prazer, meu voyeur tirou a pica pra fora e começou a bater uma sem tirar os olhos de mim, se escondendo e aparecendo pra que o Carlos não descobrisse e acabasse com nosso jogo de tesão e desejo. Quando o Carlos acelerou as penetradas, eu soube que já estava na hora de me encher com o leite dele. Eu gemia mais forte pra que meu cúmplice entendesse que a gente já tava chegando lá. “Siim… me dá mais forte, me dá seu leite, quero que você me dê seu leite”, eu dizia pro meu marido.
mas olhando nos olhos do meu voyeur, a ponto de ele também gozar e, de forma descarada, apontar a ejaculação na direção onde estávamos. Não alcançou, óbvio, mas me fez dar um sobressalto como um reflexo, ato que disfarcei com meu orgasmo, que veio mais cedo pelo prazer do que acabara de acontecer, fazendo com que Carlos também gozasse. Nosso ato durou quase meia hora e me deu dois deliciosos orgasmos, sem que a sensação de prazer me abandonasse ao ver o vidro da sacada manchado pelo esperma do nosso voyeur, embora eu tenha sido a única a aproveitar. Depois de um tempo, a tarde estava agora esplêndida, o sol já tinha saído, então fomos aproveitar a praia. O hotel tinha espreguiçadeiras e guarda-sóis pra ficar confortável. Um rapaz nos acomodou e estávamos prontos pra curtir, agora sim, um lindo dia. Tomamos sol, antes pedi pro meu maridinho passar creme nas minhas costas, me estiquei na espreguiçadeira e desabotoei meu sutiã, e ali estava quase nua se olhassem por trás. Com a moleza de estar descansando sob o sol, vejo um casal se aproximar e serem colocados perto da gente. Era eleeee, o voyeur da sacada, com a parceira dele. Eram jovens como a gente, ele quase loiro com muitos cachos e ela também muito gostosa, os dois bem magros com corpos cuidados. Agora podia vê-lo melhor. Cruzamos olhares várias vezes durante a tarde, até me incomodou. Vi ele me observando várias vezes, meu rabo, fiquei nervosa o tempo todo, como se eu tivesse cometido um crime. Saímos pra jantar num restaurante muito bonito, voltamos tarde e tomamos a última no bar do hotel. Estávamos no balcão e vimos o casal vizinho passar. Ele percebeu nossa presença e vi que falou algo pra mulher dele também tomar, mas ela recusou e subiram. Carlos repetiu o uísque, já tínhamos bebido muito naquela noite e, sendo quase 2 da manhã, fomos dormir. Ficava virando de um lado, meu marido dormia como uma pedra, não Aguentei mais, ele me sufocou e eu me levantei como estava, ainda pelada, e fui pra sacada. Abri a janela pra entrar um pouco de brisa do mar.
Pelo adiantado da madrugada e a penumbra que me envolvia, pensei que podia ficar ali assim, e me debrucei na borda da sacada; por um instante respirei e me senti livre com a brisa no meu corpo nu… fechei os olhos e fiquei curtindo a paisagem, quando estava mais imersa, percebi a presença de alguém na sacada ao lado… Meio nervosa, fingi que não tinha notado ele, só olhava pro horizonte e, de canto de olho, com a cumplicidade da noite escura, tentava ver o que ele fazia. Sabia, sem precisar olhar, que era meu voyeur, só de cueca boxer, o mesmo que no dia anterior tinha tido a ousadia de se masturbar enquanto meu marido me comia na sacada e a gente tinha se encontrado na praia. Um arrepio percorreu meu corpo vulnerável pela nudez, tinha certeza de que meus peitos estavam durinhos por causa do vento e da presença dele, notei que ele me encarava… ele se aproximava do lado da sacada, tentando ver mais, era óbvio que conseguia ver um pouco da minha nudez, mas queria ver mais, queria me olhar, dava passos curtos e tímidos, como se ainda achasse que eu não tinha visto ele; não sei quanto tempo passou, só sei que num momento ousado, meu voyeur tinha tirado a cueca e eu podia ver o pau dele claramente duro, grande, muito maior que o do Carlos, meu sentimento era de prazer e lisonja por saber o quanto ele estava excitado do meu lado, separados por dois vidros que imitavam o parapeito de cada sacada. A noite da ilha ficava mais clara ou meus olhos faziam um esforço danado pra ver mais, era um homem bonito, estava com a parceira dele igual a mim, quem sabe, mas naquele momento só me importava ver o pau dele duro por minha causa. Era o segundo pau que eu via, só tinha ficado com o Carlos, normalmente eu teria saído dali na hora, mas minha mente e meu corpo me forçavam a ficar ali, me surpreendi acariciando meus peitos e sentindo meus bicos durinhos como pedra, ele não perdia um detalhe, me observava e se aproximava do parapeito; já sabíamos que estávamos excitados. Até aí ele só acariciava meus peitos e esfregava o pau dele com mais confiança, mas já me olhando de frente. Era demais ver como ele se esfregava e lambia a própria mão pra fazer deslizar melhor a punheta que ele tava tirando. Eu me aproximei da grade pra ver melhor, era incrível que ele sentisse tanto prazer sem ninguém me tocar. Ele resolveu trazer a cadeira que tinha na varanda dele, subiu nela e acelerou a punheta, se encostando bem na beirada. Já dava pra ver de perto o pauzão dele ereto, com uma cabeça redonda e brilhando sob a luz da lua. Eu me aproximei da borda e comecei a esfregar meu clitóris como prêmio pra ele... queria que ele soubesse que eu também tava louca com a ousadia dele. Aceleramos juntos nossos movimentos, e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta — naquela noite eu tinha provado meus fluidos pela primeira vez e tinha gostado. Eu não tirava os olhos do pau dele, e ele não tirava os olhos de mim. Acelerou os movimentos.
cê gosta do meu pau" consegui falar, quase ofegante e com a voz meio baixa pra ninguém nos ouvir; continua...
mas olhando nos olhos do meu voyeur, a ponto de ele também gozar e, de forma descarada, apontar a ejaculação na direção onde estávamos. Não alcançou, óbvio, mas me fez dar um sobressalto como um reflexo, ato que disfarcei com meu orgasmo, que veio mais cedo pelo prazer do que acabara de acontecer, fazendo com que Carlos também gozasse. Nosso ato durou quase meia hora e me deu dois deliciosos orgasmos, sem que a sensação de prazer me abandonasse ao ver o vidro da sacada manchado pelo esperma do nosso voyeur, embora eu tenha sido a única a aproveitar. Depois de um tempo, a tarde estava agora esplêndida, o sol já tinha saído, então fomos aproveitar a praia. O hotel tinha espreguiçadeiras e guarda-sóis pra ficar confortável. Um rapaz nos acomodou e estávamos prontos pra curtir, agora sim, um lindo dia. Tomamos sol, antes pedi pro meu maridinho passar creme nas minhas costas, me estiquei na espreguiçadeira e desabotoei meu sutiã, e ali estava quase nua se olhassem por trás. Com a moleza de estar descansando sob o sol, vejo um casal se aproximar e serem colocados perto da gente. Era eleeee, o voyeur da sacada, com a parceira dele. Eram jovens como a gente, ele quase loiro com muitos cachos e ela também muito gostosa, os dois bem magros com corpos cuidados. Agora podia vê-lo melhor. Cruzamos olhares várias vezes durante a tarde, até me incomodou. Vi ele me observando várias vezes, meu rabo, fiquei nervosa o tempo todo, como se eu tivesse cometido um crime. Saímos pra jantar num restaurante muito bonito, voltamos tarde e tomamos a última no bar do hotel. Estávamos no balcão e vimos o casal vizinho passar. Ele percebeu nossa presença e vi que falou algo pra mulher dele também tomar, mas ela recusou e subiram. Carlos repetiu o uísque, já tínhamos bebido muito naquela noite e, sendo quase 2 da manhã, fomos dormir. Ficava virando de um lado, meu marido dormia como uma pedra, não Aguentei mais, ele me sufocou e eu me levantei como estava, ainda pelada, e fui pra sacada. Abri a janela pra entrar um pouco de brisa do mar.
Pelo adiantado da madrugada e a penumbra que me envolvia, pensei que podia ficar ali assim, e me debrucei na borda da sacada; por um instante respirei e me senti livre com a brisa no meu corpo nu… fechei os olhos e fiquei curtindo a paisagem, quando estava mais imersa, percebi a presença de alguém na sacada ao lado… Meio nervosa, fingi que não tinha notado ele, só olhava pro horizonte e, de canto de olho, com a cumplicidade da noite escura, tentava ver o que ele fazia. Sabia, sem precisar olhar, que era meu voyeur, só de cueca boxer, o mesmo que no dia anterior tinha tido a ousadia de se masturbar enquanto meu marido me comia na sacada e a gente tinha se encontrado na praia. Um arrepio percorreu meu corpo vulnerável pela nudez, tinha certeza de que meus peitos estavam durinhos por causa do vento e da presença dele, notei que ele me encarava… ele se aproximava do lado da sacada, tentando ver mais, era óbvio que conseguia ver um pouco da minha nudez, mas queria ver mais, queria me olhar, dava passos curtos e tímidos, como se ainda achasse que eu não tinha visto ele; não sei quanto tempo passou, só sei que num momento ousado, meu voyeur tinha tirado a cueca e eu podia ver o pau dele claramente duro, grande, muito maior que o do Carlos, meu sentimento era de prazer e lisonja por saber o quanto ele estava excitado do meu lado, separados por dois vidros que imitavam o parapeito de cada sacada. A noite da ilha ficava mais clara ou meus olhos faziam um esforço danado pra ver mais, era um homem bonito, estava com a parceira dele igual a mim, quem sabe, mas naquele momento só me importava ver o pau dele duro por minha causa. Era o segundo pau que eu via, só tinha ficado com o Carlos, normalmente eu teria saído dali na hora, mas minha mente e meu corpo me forçavam a ficar ali, me surpreendi acariciando meus peitos e sentindo meus bicos durinhos como pedra, ele não perdia um detalhe, me observava e se aproximava do parapeito; já sabíamos que estávamos excitados. Até aí ele só acariciava meus peitos e esfregava o pau dele com mais confiança, mas já me olhando de frente. Era demais ver como ele se esfregava e lambia a própria mão pra fazer deslizar melhor a punheta que ele tava tirando. Eu me aproximei da grade pra ver melhor, era incrível que ele sentisse tanto prazer sem ninguém me tocar. Ele resolveu trazer a cadeira que tinha na varanda dele, subiu nela e acelerou a punheta, se encostando bem na beirada. Já dava pra ver de perto o pauzão dele ereto, com uma cabeça redonda e brilhando sob a luz da lua. Eu me aproximei da borda e comecei a esfregar meu clitóris como prêmio pra ele... queria que ele soubesse que eu também tava louca com a ousadia dele. Aceleramos juntos nossos movimentos, e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta — naquela noite eu tinha provado meus fluidos pela primeira vez e tinha gostado. Eu não tirava os olhos do pau dele, e ele não tirava os olhos de mim. Acelerou os movimentos.
cê gosta do meu pau" consegui falar, quase ofegante e com a voz meio baixa pra ninguém nos ouvir; continua...
1 comentários - Férias com meu marido parte 2