Era o ano de 2001, eu tava solteiro, um dia meu amigo me apresentou a nova namorada dele, 21 anos ela tinha, gordinha, cabelo cacheado castanho, uns peitões muito bons e uma sensualidade perversa que brotava em cada gesto.
Senti uma espécie de flechada por ela, só sentir o perfume dela já me deixava todo excitado... mas era a namorada do meu amigo, não podia, ou melhor, não devia nem pensar nisso.
Eu gostava dela e, pelo visto, ela também gostava de mim. Não perdia chance de falar comigo a sós quando a gente se reunia, sempre zoando com duplo sentido, mesmo eu mantendo distância.
Um dia fomos tomar umas bebidas em grupo, jogamos sinuca e toda vez que ela passava perto de mim, me olhava com um sorriso safado, se abaixava e não sei como fazia, mas sempre acabava apontando aquele rabo redondo na minha direção.
Tava mó bêbado, pra ser sincero.. aí as brincadeiras foram ficando mais pesadas e tava pouco me fodendo que meu amigo, que não tava sacando nada, tava a poucos metros dando aula de sinuca.
—Ele até sabe enfiar as bolas de sinuca, mas eu jogo melhor com o taco... falo piscando um olho pra ela, ela me encara e responde:
-Não sei, comigo você nunca jogou assim, então não tenho certeza..
Não soube o que responder pra ele, então a gente continuou jogando enquanto o álcool ia vencendo meu amigo. Eu também não tava muito sóbrio, mas resolvi parar porque sabia que ia acabar dirigindo naquela noite.
Ela ficou puta quando viu meu amigo bêbado, começou a tratar ele mal, isso não me agradou, então falei pra ela deixar ele em paz, que não tinha problema ele ficar de porre uma vez.
Ela me olha e diz, meio séria, meio na brincadeira: — Vai pular, aguenta aí?
—É meu amigo, por isso me meti, falei com um tom sério.
-Onde você quiser, quando você quiser... ele me diz, piscando um olho como que pra quebrar a seriedade do momento..
Fiquei pensando, não podia ser tão filho da puta de comer a namorada do meu amigo, mas fazer o quê, achei que era só a piada do momento.
Chegou a hora de ir embora, obviamente sobrou pra mim dirigir. O carro era do meu amigo, mas ele tava muito bêbado pra pegar no volante, então levei ele em casa, achando que a namorada dele ia ficar com ele. Mas ela tava puta com ele, então meu amigo me pediu por favor pra levar ela em casa, e falou pra eu ficar com o carro (ela morava a um quarteirão e meio da minha casa) e no dia seguinte devolver a chave.
Meu amigo desceu, ela passou pro banco da frente e me fala:
—Não vai me chamar pra tomar um mate na sua casa? Ainda é cedo...
Claro que falei que sim, então fomos pra minha casa, todo mundo tava dormindo, entramos na maciota e fomos tomar chimarrão, conversando baixinho. Falei pra ela que não achava que meu amigo ia gostar muito de saber que ela veio tomar um mate comigo às 3 da manhã.
Não importa", ele me disse, "não vou contar pra ela...
Não conversamos muito mais, perguntei se ela queria ouvir música no meu quarto, o convite era óbvio, pensei que ia recusar, mas ela disse que sim... fomos pra minha cama, deitamos atravessados enquanto ela escolhia uma música do CD que já tava tocando, não falamos mais nada, começamos a nos beijar, como se já estivesse tudo combinado...
Beijava deliciosamente bem, até o hálito dela era gostoso, mistura de álcool e chimarrão. Comecei a passar a mão nela, ela já tava toda molhada, então, desesperado, comecei a tirar a roupa dela: primeiro a calça legging, depois a camiseta. Ela tava com um conjunto de lingerie branco, os peitões enormes mas durinhos pularam quando tirei o sutiã. Comecei a mamar desesperado, chupando os bicos dela com tanta sede que fazia um estalo quando soltava.
Subi em cima dela, falei que ia colocar uma camisinha, mas ela disse que não precisava, que ela era totalmente saudável.
Tinha a buceta bem peluda, mas os pelos cuidadosamente aparados, formando o típico retângulo. Ia meter de uma vez, mas decidi bater uma pra ela, deitei do lado dela, chupando os peitos e masturbando ela devagar. Não demorou nem três minutos pra gozar.
– Fica de quatro, falei, com toda a intenção de possuir ela assim, como uma puta, pra encher a buceta dela de porra. Estiquei a mão e acendi a luz, aquela raba era digna de ser vista à luz do dia... mas ao ver ela de quatro, me oferecendo aquela bunda redonda e branca, vendo o buraquinho dela, fechado... senti o impulso de chupar aquele cu, então enfiei a cara entre as nádegas dela e comecei a lamber o buraquinho, com desespero. Ela gostou, pediu pra eu continuar... enfiou uma mão entre as pernas e começou a se masturbar enquanto eu chupava o cu dela. Não demorou nada pra ela gozar, dava pra sentir o cu dela se contraindo.
Me afastei e me levantei pra ficar atrás dela, era minha vez, já não aguentava mais a vontade de transar, a pica tava pulsando de tão dura.
Comecei a roçar a cabeça da pica na buceta dela, pra cima, pra baixo, mas não enfiei. Salivei a pica num segundo e encostei no buraco. Ela disse que não dava a raba pra ninguém, que nunca tinha feito isso.
Falei pra ela que ia meter mesmo, ela não disse mais nada. A cabeça da minha piroca começou a entrar, bem devagar, ela sentiu dor mas ficou parada. Continuei empurrando até a cabeça da minha piroca sumir, tudo isso com a luz acesa, então dava pra ver cada detalhe.
O contraste do meu pau, moreno como eu, e a bunda rosada dela se abrindo, era digno de um vídeo pornô..
Continuei empurrando, ela disse que tava doendo muito, pra eu parar, mas não tinha mais volta, meu pau sumiu dentro do cu dela e sem dar tempo pra nada, comecei a bombar ela, forte, fundo... ela abafava os gemidos no travesseiro, não sei se de dor ou prazer, mas eu continuei bombando igual um possesso.
Acelerei minhas estocadas e gozei, jorrando meu leite dentro do cu dela, só tirei depois que saiu a última gota de porra.
Me afastei pra ver "minha obra" — o cu dela tava dilatado, vermelho, minha porra aparecendo e começando a escorrer..
Ela ficou naquela posição, eu me deitei, ela me olhou e disse: você conseguiu o que queria, me arrombou o cu, mas agora quero que me coma de frente.
Ela abriu a bolsa, pegou uns lencinhos umedecidos e limpou bem minha rola, porque não queria que eu enfiasse na buceta depois de ter colocado no cu, ela disse.
Não demorou pra eu ficar de pau duro de novo, ela me fez deitar de barriga pra cima, montou em mim, afundando meu pau até as bolas, ela tava com a buceta molhada e quente, começou a se mexer, me comeu com dedicação e capricho, de vez em quando parava pra colocar um peito na minha boca e me fazer mamar igual um bebê... soltou um gemido lindo quando gozou, caindo em cima de mim, com os peitões quentes no meu peito.. agarrei ela pelas nádegas e comecei a bombar, como era a segunda transa em pouco tempo, demorei pra gozar, ela começou a gemer e me disse pra não parar, pra continuar assim, que ela ia gozar de novo e assim, soltando um gemido agudo, gozou de novo enquanto eu continuava bombando, não demorei pra encher a buceta dela de novo, apesar de ser a segunda gozada, saiu uma quantidade enorme de porra quente, ela ficou parada, com o cabelo jogado pra um lado.. me olha e diz — feliz?.. encheu meus dois buracos, não pode reclamar..
Ficamos conversando, não por muito tempo, porque começamos de novo, mas dessa vez, enfiei de novo na bunda dela, já dilatada mas ainda dolorida, enchi o cu dela pela segunda vez.. nos vestimos e fui deixar ela em casa, com a buceta e o cu cheios da minha porra.
A partir daquele dia, começamos a nos ver escondidos, sempre começava comendo a bunda dela, depois metia na buceta, ela sempre ia pra casa com os dois buracos cheios de porra.
Meu amigo nunca desconfiou de nada, até que a filha da puta ia dar pra ele depois de ter dado pra mim.
Senti uma espécie de flechada por ela, só sentir o perfume dela já me deixava todo excitado... mas era a namorada do meu amigo, não podia, ou melhor, não devia nem pensar nisso.
Eu gostava dela e, pelo visto, ela também gostava de mim. Não perdia chance de falar comigo a sós quando a gente se reunia, sempre zoando com duplo sentido, mesmo eu mantendo distância.
Um dia fomos tomar umas bebidas em grupo, jogamos sinuca e toda vez que ela passava perto de mim, me olhava com um sorriso safado, se abaixava e não sei como fazia, mas sempre acabava apontando aquele rabo redondo na minha direção.
Tava mó bêbado, pra ser sincero.. aí as brincadeiras foram ficando mais pesadas e tava pouco me fodendo que meu amigo, que não tava sacando nada, tava a poucos metros dando aula de sinuca.
—Ele até sabe enfiar as bolas de sinuca, mas eu jogo melhor com o taco... falo piscando um olho pra ela, ela me encara e responde:
-Não sei, comigo você nunca jogou assim, então não tenho certeza..
Não soube o que responder pra ele, então a gente continuou jogando enquanto o álcool ia vencendo meu amigo. Eu também não tava muito sóbrio, mas resolvi parar porque sabia que ia acabar dirigindo naquela noite.
Ela ficou puta quando viu meu amigo bêbado, começou a tratar ele mal, isso não me agradou, então falei pra ela deixar ele em paz, que não tinha problema ele ficar de porre uma vez.
Ela me olha e diz, meio séria, meio na brincadeira: — Vai pular, aguenta aí?
—É meu amigo, por isso me meti, falei com um tom sério.
-Onde você quiser, quando você quiser... ele me diz, piscando um olho como que pra quebrar a seriedade do momento..
Fiquei pensando, não podia ser tão filho da puta de comer a namorada do meu amigo, mas fazer o quê, achei que era só a piada do momento.
Chegou a hora de ir embora, obviamente sobrou pra mim dirigir. O carro era do meu amigo, mas ele tava muito bêbado pra pegar no volante, então levei ele em casa, achando que a namorada dele ia ficar com ele. Mas ela tava puta com ele, então meu amigo me pediu por favor pra levar ela em casa, e falou pra eu ficar com o carro (ela morava a um quarteirão e meio da minha casa) e no dia seguinte devolver a chave.
Meu amigo desceu, ela passou pro banco da frente e me fala:
—Não vai me chamar pra tomar um mate na sua casa? Ainda é cedo...
Claro que falei que sim, então fomos pra minha casa, todo mundo tava dormindo, entramos na maciota e fomos tomar chimarrão, conversando baixinho. Falei pra ela que não achava que meu amigo ia gostar muito de saber que ela veio tomar um mate comigo às 3 da manhã.
Não importa", ele me disse, "não vou contar pra ela...
Não conversamos muito mais, perguntei se ela queria ouvir música no meu quarto, o convite era óbvio, pensei que ia recusar, mas ela disse que sim... fomos pra minha cama, deitamos atravessados enquanto ela escolhia uma música do CD que já tava tocando, não falamos mais nada, começamos a nos beijar, como se já estivesse tudo combinado...
Beijava deliciosamente bem, até o hálito dela era gostoso, mistura de álcool e chimarrão. Comecei a passar a mão nela, ela já tava toda molhada, então, desesperado, comecei a tirar a roupa dela: primeiro a calça legging, depois a camiseta. Ela tava com um conjunto de lingerie branco, os peitões enormes mas durinhos pularam quando tirei o sutiã. Comecei a mamar desesperado, chupando os bicos dela com tanta sede que fazia um estalo quando soltava.
Subi em cima dela, falei que ia colocar uma camisinha, mas ela disse que não precisava, que ela era totalmente saudável.
Tinha a buceta bem peluda, mas os pelos cuidadosamente aparados, formando o típico retângulo. Ia meter de uma vez, mas decidi bater uma pra ela, deitei do lado dela, chupando os peitos e masturbando ela devagar. Não demorou nem três minutos pra gozar.
– Fica de quatro, falei, com toda a intenção de possuir ela assim, como uma puta, pra encher a buceta dela de porra. Estiquei a mão e acendi a luz, aquela raba era digna de ser vista à luz do dia... mas ao ver ela de quatro, me oferecendo aquela bunda redonda e branca, vendo o buraquinho dela, fechado... senti o impulso de chupar aquele cu, então enfiei a cara entre as nádegas dela e comecei a lamber o buraquinho, com desespero. Ela gostou, pediu pra eu continuar... enfiou uma mão entre as pernas e começou a se masturbar enquanto eu chupava o cu dela. Não demorou nada pra ela gozar, dava pra sentir o cu dela se contraindo.
Me afastei e me levantei pra ficar atrás dela, era minha vez, já não aguentava mais a vontade de transar, a pica tava pulsando de tão dura.
Comecei a roçar a cabeça da pica na buceta dela, pra cima, pra baixo, mas não enfiei. Salivei a pica num segundo e encostei no buraco. Ela disse que não dava a raba pra ninguém, que nunca tinha feito isso.
Falei pra ela que ia meter mesmo, ela não disse mais nada. A cabeça da minha piroca começou a entrar, bem devagar, ela sentiu dor mas ficou parada. Continuei empurrando até a cabeça da minha piroca sumir, tudo isso com a luz acesa, então dava pra ver cada detalhe.
O contraste do meu pau, moreno como eu, e a bunda rosada dela se abrindo, era digno de um vídeo pornô..
Continuei empurrando, ela disse que tava doendo muito, pra eu parar, mas não tinha mais volta, meu pau sumiu dentro do cu dela e sem dar tempo pra nada, comecei a bombar ela, forte, fundo... ela abafava os gemidos no travesseiro, não sei se de dor ou prazer, mas eu continuei bombando igual um possesso.
Acelerei minhas estocadas e gozei, jorrando meu leite dentro do cu dela, só tirei depois que saiu a última gota de porra.
Me afastei pra ver "minha obra" — o cu dela tava dilatado, vermelho, minha porra aparecendo e começando a escorrer..
Ela ficou naquela posição, eu me deitei, ela me olhou e disse: você conseguiu o que queria, me arrombou o cu, mas agora quero que me coma de frente.
Ela abriu a bolsa, pegou uns lencinhos umedecidos e limpou bem minha rola, porque não queria que eu enfiasse na buceta depois de ter colocado no cu, ela disse.
Não demorou pra eu ficar de pau duro de novo, ela me fez deitar de barriga pra cima, montou em mim, afundando meu pau até as bolas, ela tava com a buceta molhada e quente, começou a se mexer, me comeu com dedicação e capricho, de vez em quando parava pra colocar um peito na minha boca e me fazer mamar igual um bebê... soltou um gemido lindo quando gozou, caindo em cima de mim, com os peitões quentes no meu peito.. agarrei ela pelas nádegas e comecei a bombar, como era a segunda transa em pouco tempo, demorei pra gozar, ela começou a gemer e me disse pra não parar, pra continuar assim, que ela ia gozar de novo e assim, soltando um gemido agudo, gozou de novo enquanto eu continuava bombando, não demorei pra encher a buceta dela de novo, apesar de ser a segunda gozada, saiu uma quantidade enorme de porra quente, ela ficou parada, com o cabelo jogado pra um lado.. me olha e diz — feliz?.. encheu meus dois buracos, não pode reclamar..
Ficamos conversando, não por muito tempo, porque começamos de novo, mas dessa vez, enfiei de novo na bunda dela, já dilatada mas ainda dolorida, enchi o cu dela pela segunda vez.. nos vestimos e fui deixar ela em casa, com a buceta e o cu cheios da minha porra.
A partir daquele dia, começamos a nos ver escondidos, sempre começava comendo a bunda dela, depois metia na buceta, ela sempre ia pra casa com os dois buracos cheios de porra.
Meu amigo nunca desconfiou de nada, até que a filha da puta ia dar pra ele depois de ter dado pra mim.
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