Meu nome é Juan, tenho 39 anos e moro nos subúrbios da cidade. Sou casado com a Bárbara há 8 anos e temos um filho de 7 anos.
Durante toda a minha vida, fui funcionário de uma distribuidora de roupas. Mas, por causa da crise e dos altos e baixos da economia, ela fechou as portas na cidade, deixando muitos, inclusive eu, na rua. Por isso, tive que pegar meu carro e começar a fazer corridas tipo Uber por aplicativos.
É um trampo que não rende muito dinheiro, mas quando se tem uma família e um filho pra alimentar, não tem muito o que pensar.
Todo dia trabalho mais de 10 horas pra que não falte nada pra minha família. Enquanto isso, a Bárbara cuida do nosso filho e faz os serviços de casa.
A Bárbara, ou Barbi como costumamos chamar, é uma mulher linda, com 1,70m de altura e 37 anos. Pernas longas, quadril largo, uma bunda empinada e poderosa, com um toque de celulite que dá um realismo extremo. Cintura fina, peito pequeno mas muito sexy, e uma barriga bem chapada. Cabelo castanho comprido com franja e uma boca de lábios grossos. Sem estrias, sem tatuagens, sem piercings. Uma verdadeira mulher de quase 40 anos que foi mãe de um filho. De uma conduta impecável e uma puta insaciável na cama.
A situação financeira causada pela minha demissão fez com que a Barbi tivesse que procurar alguns bicos, que ela fazia de casa. Mas o tempo dela é limitado por causa das atividades do nosso filho. Seja levar ou buscar ele na escola, no futebol, no inglês ou em qualquer outra coisa que um menino de 7 anos faz. Coisa que eu não consigo fazer por causa da dinâmica do meu trabalho com o carro.
Trabalhos ligados à venda online de produtos para cabelo, cremes e algumas maquiagens eram a área onde a Barbi se virava com muito sucesso. As comissões dessas vendas ajudavam pra caralho na hora de pagar as contas. Tinha meses em que superava de longe meu salário. Passando a ser essa a renda principal da casa.
Uma tarde, depois de deixar o carro no mecânico pra fazer uns reparos, tive a má notícia de que iam demorar 2 dias pra me entregar.
Então decidi não desperdiçar esses 2 dias e fazer algumas coisas pendentes em casa. Trabalhos simples como arrumar o ralo da cozinha, pintar o portão da entrada ou só organizar minhas ferramentas.
Moramos numa casa bem espaçosa de 3 quartos, com uma cozinha americana enorme e um quintal grande nos fundos com um jardim florido. Tem entrada tanto na frente quanto nos fundos pela garagem. Um palácio em bom estado, mas que ainda precisa de uns retoques pra ficar sensacional.
Dois dias eram suficientes pra pintar e consertar uns armários num quarto que a gente usava como depósito.
Remexendo aquele armário, encontrei pra minha surpresa uma caixa muito bem escondida que tinha vários conjuntos de lingerie, calcinhas, fantasias eróticas diferentes, vestidos muito sensuais, sugestivos e extremamente curtos, além de saltos altos e botas. Roupas que a Barbi nunca tinha usado, nem nas nossas noites de fogo. Também na caixa tinha uma agenda onde a Barbi anotava as vendas dela, detalhando por nomes e valores.
Segunda Raúl $200 3 pm.
Quinta Tomás $500 2 pm.
Sexta Ezequiel $1000 3:30 pm.
Previsto pra semana que vem. Calculei que eram nomes de alguns compradores, mas era tudo muito suspeito.
O começo desses detalhes na agenda vinha de vários meses atrás.
Então planejei naquela segunda-feira sair do trabalho perto das 2 pm, pra ir em casa e ver o que rolava.
Esperei no meu carro pacientemente de um ângulo onde dava pra ver a porta de entrada da minha casa, sem ficar totalmente visível pra quem estava dentro. Passou das 3 pm e um homem de meia-idade, barrigudo e meio careca tocou a campainha. Claramente era o Raúl. Tudo batia com a agenda. Passaram 10 minutos e o tal... Raúl ainda estava dentro da minha casa. Então decidi entrar furtivamente pela porta dos fundos, sem que ninguém me visse, pra ver o que estava rolando. Fazer essa manobra no anonimato não foi difícil de tramar. O que é difícil mesmo é contar o que estava acontecendo dentro do meu lar.
Depois de entrar em silêncio pela porta dos fundos e me esconder atrás de uma parede pequena, pude ver Bárbara chupando a pica do Raúl de um jeito brutal. O pau ereto dele tava completamente dentro da boca da minha mulher. Raúl estava sentado numa das cadeiras da cozinha enquanto minha esposa Bárbara estava de joelhos na frente dele. Puxando ela pelo cabelo, ele subia e descia a cabeça dela, controlando dali a quantidade de centímetros que minha mulher engolia com a boca.
Vestida pra ocasião com uns saltos pretos, uma saia curta preta bem justa nos quadris e um top pequeno, minha mulher se prostituía pra esse babaca.
Como uma boa anfitriã, ela agradava o convidado com a boca. Ele fazia uma cara de prazer extremo a cada lambida da minha esposa na cabeça da pica dele. O barrigudo do Raúl não parava de apertar com a mão a nuca da Bárbara, enfiando até a garganta, como se quisesse saber o quão fundo dava.
Deixando ela à beira do engasgo e da sufocação. Com ânsias de vômito, sem nenhum respeito.
— Assim, puta! Assim, engole tudo! — ele dizia pra ela.
Fazendo minha mulher agarrar com as duas mãos o instrumento de carne dele, enquanto chupava a cabeça do pau de um jeito violento. Olhando fixamente nos olhos dele com um jeito meigo, ela ficava de joelhos na frente dele.
Ato que fez Raúl gozar na boca da minha esposa, que engoliu toda a semente dele sem nenhum problema.
Pude ver a cara de prazer do Raúl por causa do orgasmo que minha mulher deu pra ele com a boca.
Não vou negar que, ao ver minha esposa nessa situação, senti uma raiva imensa. Também me deu uma ereção violenta como há muito tempo não tinha. Essas imagens me fizeram bater várias punhetas seguidas, lembrando daquela cena. Minha esposa, por dinheiro, chupava a pica de um estranho na minha casa, me fazendo gozar contra a parede do banheiro enquanto eu tomava banho.
Por isso, decidi voltar a ver como a agenda rezava, sem mencionar uma palavra do ocorrido.
Foi assim que chegou a quinta-feira. Me posicionando da mesma forma, esperei o tal sujeito entrar na minha casa, o que não demorou. Tomás era um jovem de vinte e poucos anos que tinha acabado de sair da puberdade. A única diferença do Raul foi que, desta vez, ao atendê-lo na porta, Bárbara estava com uma roupa muito sugestiva, quase de puta. Salto alto, meia-calça preta, um vestido muito curto e extremamente aberto dos dois lados, na cor vermelha.
Deixei passar vários minutos para entrar, com o objetivo de não ser descoberto e ver o que acontecia na minha casa. Repetindo meu ritual silencioso, atravessei a casa sem levantar suspeitas. Me posicionando no mesmo lugar, descobri que a ação estava longe de acontecer na cozinha, como na terça-feira.
Seguindo o rastro dos barulhos que invadiam o silêncio da minha casa, fui até a porta do meu quarto, onde podia ouvir eles fazendo o colchão da minha cama de casal ranger, enquanto Bárbara gemia de forma alucinada.
Ações que me levaram a espiar pela porta e ver Tomás enfiando seu membro enorme na minha esposa. Bárbara pulava como uma gostosa em cima dele, sem o vestidinho, que estava jogado no chão. Segurando-a pela cintura, ele sacudia com força minha esposa pra lá e pra cá, fazendo a buceta dela percorrer toda a extensão da pica dele, indo e voltando. O jovem usava o corpo da minha esposa, que só estava vestida com uma meia-calça preta longa presa por uma cinta-liga.
Enquanto eu me masturbava, podia ver a puta da minha mulher tendo um orgasmo, que pintou de branco o tronco peniano enorme do Tomás.
Ele não parava de se sacudir freneticamente, comendo minha esposa, que pulava de forma colossal em cima dele. Gritando de prazer de um jeito absurdo, fazendo o colchão ranger. nosso colchão. Até que ele pediu pra gozar na cara dela. Pra ser exato, ele disse:
— Slut, ajoelha que vou pintar tua cara de porra!
Ordenou o jovem.
Eu podia ver, a poucos centímetros, minha esposa se prostituindo na minha cama por alguns trocados. Enquanto eu me masturbava durante todo esse ato atrás da porta.
Então ele colocou a Barbi de joelhos e, já de pé, começou a agitar o pau comprido na frente dela. O que deu tempo pra Barbi arrumar o cabelo. Puxando a pele do pênis pra trás e pra frente, ele carregava o pepino de porra. Minha esposa esperava lá de baixo, com muita empolgação, pra receber todo o suco dele. Até que, de repente, ele cuspiu o esperma em vários jatos seguidos. Uma quantidade enorme de porra grossa que acertou em cheio a cara da minha mulher. Escorrendo pela cara dela uma porra quente e grossa. Envolta numa humilhação profunda, ela lambia sem culpa o buraco da uretra dele pra tirar até a última gota de esperma do macho viril. Me fazendo masturbar e gozar pela terceira vez seguida dentro da minha calça.
Só faltava quinta-feira pra terminar esse rodeio sexual onde eu era o marido voyeur enquanto minha mulher trabalhava no ofício mais velho do mundo.
Eu esperava ansioso pela sexta-feira pra ver a chegada do Exequiel. Segui passo a passo a sequência que foi descrita nos dias anteriores. Exequiel era um moleque afro-americano que já tava há 20 minutos dentro da minha casa. Igual ao Tomás, a ação rolava dentro das quatro paredes do nosso quarto de casal. Onde esse moleque tava enfiado na bunda da mãe do meu filho. Ela tava vestida com um uniforme de empregada.
Com um pau de tamanho normal, mas grosso e cabeçudo, ele abria analmente a Bárbara, que tava na beira da cama, de quatro. Enquanto esse homem de pele preta empurrava por trás, furando o cu dela com força. O pau moreno inteiro não cabia dentro do cu dela. minha mulher, que jogava o corpo pra frente buscando um pouco de alívio. Tirando assim ¾ do comprimento do pau dele de dentro dela. Ele, que a pegava pelo cabelo pra enfiar de novo aquela distância de uma só estocada.
Assim os minutos passavam. My wife se defendia das investidas do Exequiel com a bunda sobre nosso leito conjugal. A Barbi não aguentava a bravura daqueles movimentos por causa da grossura do troço dele. Fazendo minha esposa bater com a palma da mão várias vezes no colchão como pedindo piedade. O Exequiel tinha pagado um preço alto e em dinheiro pela bunda da my wife. Não ia largar ela até satisfazer os instintos mais baixos dele. A Barbi pegou um travesseiro pra morder com a boca e assim aguentar o moreno que enfiava o pau largo inteiro dentro do cu dela. Depois, com as duas mãos, apertava ele contra a boca pra diminuir os gritos que aquela porrada violenta fazia ela soltar. Assim, ela abaixava uns decibéis os berros que ele arrancava quando se sacudia, segurando ela pela cintura com as mãos morenas.
Era fato: aquele homem de cor tava arrebentando o cu da putinha sexual dele. Com a bunda bem empinada na minha cama, ele tinha arregaçado a saia do uniforme de empregada que my wife tinha escolhido pra esse ato sexual mal pago, deixando ela acima do quadril. Dava pra ver também um pote de vaselina com aplicador que minha esposa, depois de minutos de fricção pesada, implorava pra ele passar no membro.
À luz dos acontecimentos, eu tava parado na porta há 30 minutos. Nesse tempo, me masturbei várias vezes como nunca antes. Enquanto ele sodomizava a puta da minha esposa.
Enquanto se sacudia sem controle dentro do cu da Bárbara, dava pra ouvir o moreno falar:
— Isso! Foxy! Isso! Assim! Isso! Foxy slut! Assim! Rebola! Piranha barata! Ah, isso!
Empurrando contra a merda com movimentos frenéticos como nunca tinha feito no cu da minha esposa. Se achando toda por causa do poder da grana dela, arrombou o cu da Bárbara e soltou a granada de porra dele bem no fundo do reto dela.
Depois de gozar dentro, esperou uns segundos pra tirar, e nessa hora a Barbi implorou:
— Ai, Exequiel, tira! Por favor! Devagar! Pelo amor de Deus! Devagar! Ai, ai! Você arrebentou meu cu! Ai, filho da puta! Você tem uma pica enorme! Ai!
Quando ele tirou, eu vi umas gotas de porra escorrendo do cu da minha mulher, que tentava se fechar mas não conseguia direito. Enquanto isso, o Exequiel limpava uns restinhos marrons no pau dele, que tinham vindo do rabo da Barbi.
Nunca falei nada sobre o trampo da minha esposa, que continuou se prostituindo por um bom tempo.
Durante toda a minha vida, fui funcionário de uma distribuidora de roupas. Mas, por causa da crise e dos altos e baixos da economia, ela fechou as portas na cidade, deixando muitos, inclusive eu, na rua. Por isso, tive que pegar meu carro e começar a fazer corridas tipo Uber por aplicativos.
É um trampo que não rende muito dinheiro, mas quando se tem uma família e um filho pra alimentar, não tem muito o que pensar.
Todo dia trabalho mais de 10 horas pra que não falte nada pra minha família. Enquanto isso, a Bárbara cuida do nosso filho e faz os serviços de casa.
A Bárbara, ou Barbi como costumamos chamar, é uma mulher linda, com 1,70m de altura e 37 anos. Pernas longas, quadril largo, uma bunda empinada e poderosa, com um toque de celulite que dá um realismo extremo. Cintura fina, peito pequeno mas muito sexy, e uma barriga bem chapada. Cabelo castanho comprido com franja e uma boca de lábios grossos. Sem estrias, sem tatuagens, sem piercings. Uma verdadeira mulher de quase 40 anos que foi mãe de um filho. De uma conduta impecável e uma puta insaciável na cama.
A situação financeira causada pela minha demissão fez com que a Barbi tivesse que procurar alguns bicos, que ela fazia de casa. Mas o tempo dela é limitado por causa das atividades do nosso filho. Seja levar ou buscar ele na escola, no futebol, no inglês ou em qualquer outra coisa que um menino de 7 anos faz. Coisa que eu não consigo fazer por causa da dinâmica do meu trabalho com o carro.
Trabalhos ligados à venda online de produtos para cabelo, cremes e algumas maquiagens eram a área onde a Barbi se virava com muito sucesso. As comissões dessas vendas ajudavam pra caralho na hora de pagar as contas. Tinha meses em que superava de longe meu salário. Passando a ser essa a renda principal da casa.
Uma tarde, depois de deixar o carro no mecânico pra fazer uns reparos, tive a má notícia de que iam demorar 2 dias pra me entregar.
Então decidi não desperdiçar esses 2 dias e fazer algumas coisas pendentes em casa. Trabalhos simples como arrumar o ralo da cozinha, pintar o portão da entrada ou só organizar minhas ferramentas.
Moramos numa casa bem espaçosa de 3 quartos, com uma cozinha americana enorme e um quintal grande nos fundos com um jardim florido. Tem entrada tanto na frente quanto nos fundos pela garagem. Um palácio em bom estado, mas que ainda precisa de uns retoques pra ficar sensacional.
Dois dias eram suficientes pra pintar e consertar uns armários num quarto que a gente usava como depósito.
Remexendo aquele armário, encontrei pra minha surpresa uma caixa muito bem escondida que tinha vários conjuntos de lingerie, calcinhas, fantasias eróticas diferentes, vestidos muito sensuais, sugestivos e extremamente curtos, além de saltos altos e botas. Roupas que a Barbi nunca tinha usado, nem nas nossas noites de fogo. Também na caixa tinha uma agenda onde a Barbi anotava as vendas dela, detalhando por nomes e valores.
Segunda Raúl $200 3 pm.
Quinta Tomás $500 2 pm.
Sexta Ezequiel $1000 3:30 pm.
Previsto pra semana que vem. Calculei que eram nomes de alguns compradores, mas era tudo muito suspeito.
O começo desses detalhes na agenda vinha de vários meses atrás.
Então planejei naquela segunda-feira sair do trabalho perto das 2 pm, pra ir em casa e ver o que rolava.
Esperei no meu carro pacientemente de um ângulo onde dava pra ver a porta de entrada da minha casa, sem ficar totalmente visível pra quem estava dentro. Passou das 3 pm e um homem de meia-idade, barrigudo e meio careca tocou a campainha. Claramente era o Raúl. Tudo batia com a agenda. Passaram 10 minutos e o tal... Raúl ainda estava dentro da minha casa. Então decidi entrar furtivamente pela porta dos fundos, sem que ninguém me visse, pra ver o que estava rolando. Fazer essa manobra no anonimato não foi difícil de tramar. O que é difícil mesmo é contar o que estava acontecendo dentro do meu lar.
Depois de entrar em silêncio pela porta dos fundos e me esconder atrás de uma parede pequena, pude ver Bárbara chupando a pica do Raúl de um jeito brutal. O pau ereto dele tava completamente dentro da boca da minha mulher. Raúl estava sentado numa das cadeiras da cozinha enquanto minha esposa Bárbara estava de joelhos na frente dele. Puxando ela pelo cabelo, ele subia e descia a cabeça dela, controlando dali a quantidade de centímetros que minha mulher engolia com a boca.
Vestida pra ocasião com uns saltos pretos, uma saia curta preta bem justa nos quadris e um top pequeno, minha mulher se prostituía pra esse babaca.
Como uma boa anfitriã, ela agradava o convidado com a boca. Ele fazia uma cara de prazer extremo a cada lambida da minha esposa na cabeça da pica dele. O barrigudo do Raúl não parava de apertar com a mão a nuca da Bárbara, enfiando até a garganta, como se quisesse saber o quão fundo dava.
Deixando ela à beira do engasgo e da sufocação. Com ânsias de vômito, sem nenhum respeito.
— Assim, puta! Assim, engole tudo! — ele dizia pra ela.
Fazendo minha mulher agarrar com as duas mãos o instrumento de carne dele, enquanto chupava a cabeça do pau de um jeito violento. Olhando fixamente nos olhos dele com um jeito meigo, ela ficava de joelhos na frente dele.
Ato que fez Raúl gozar na boca da minha esposa, que engoliu toda a semente dele sem nenhum problema.
Pude ver a cara de prazer do Raúl por causa do orgasmo que minha mulher deu pra ele com a boca.
Não vou negar que, ao ver minha esposa nessa situação, senti uma raiva imensa. Também me deu uma ereção violenta como há muito tempo não tinha. Essas imagens me fizeram bater várias punhetas seguidas, lembrando daquela cena. Minha esposa, por dinheiro, chupava a pica de um estranho na minha casa, me fazendo gozar contra a parede do banheiro enquanto eu tomava banho.
Por isso, decidi voltar a ver como a agenda rezava, sem mencionar uma palavra do ocorrido.
Foi assim que chegou a quinta-feira. Me posicionando da mesma forma, esperei o tal sujeito entrar na minha casa, o que não demorou. Tomás era um jovem de vinte e poucos anos que tinha acabado de sair da puberdade. A única diferença do Raul foi que, desta vez, ao atendê-lo na porta, Bárbara estava com uma roupa muito sugestiva, quase de puta. Salto alto, meia-calça preta, um vestido muito curto e extremamente aberto dos dois lados, na cor vermelha.
Deixei passar vários minutos para entrar, com o objetivo de não ser descoberto e ver o que acontecia na minha casa. Repetindo meu ritual silencioso, atravessei a casa sem levantar suspeitas. Me posicionando no mesmo lugar, descobri que a ação estava longe de acontecer na cozinha, como na terça-feira.
Seguindo o rastro dos barulhos que invadiam o silêncio da minha casa, fui até a porta do meu quarto, onde podia ouvir eles fazendo o colchão da minha cama de casal ranger, enquanto Bárbara gemia de forma alucinada.
Ações que me levaram a espiar pela porta e ver Tomás enfiando seu membro enorme na minha esposa. Bárbara pulava como uma gostosa em cima dele, sem o vestidinho, que estava jogado no chão. Segurando-a pela cintura, ele sacudia com força minha esposa pra lá e pra cá, fazendo a buceta dela percorrer toda a extensão da pica dele, indo e voltando. O jovem usava o corpo da minha esposa, que só estava vestida com uma meia-calça preta longa presa por uma cinta-liga.
Enquanto eu me masturbava, podia ver a puta da minha mulher tendo um orgasmo, que pintou de branco o tronco peniano enorme do Tomás.
Ele não parava de se sacudir freneticamente, comendo minha esposa, que pulava de forma colossal em cima dele. Gritando de prazer de um jeito absurdo, fazendo o colchão ranger. nosso colchão. Até que ele pediu pra gozar na cara dela. Pra ser exato, ele disse:
— Slut, ajoelha que vou pintar tua cara de porra!
Ordenou o jovem.
Eu podia ver, a poucos centímetros, minha esposa se prostituindo na minha cama por alguns trocados. Enquanto eu me masturbava durante todo esse ato atrás da porta.
Então ele colocou a Barbi de joelhos e, já de pé, começou a agitar o pau comprido na frente dela. O que deu tempo pra Barbi arrumar o cabelo. Puxando a pele do pênis pra trás e pra frente, ele carregava o pepino de porra. Minha esposa esperava lá de baixo, com muita empolgação, pra receber todo o suco dele. Até que, de repente, ele cuspiu o esperma em vários jatos seguidos. Uma quantidade enorme de porra grossa que acertou em cheio a cara da minha mulher. Escorrendo pela cara dela uma porra quente e grossa. Envolta numa humilhação profunda, ela lambia sem culpa o buraco da uretra dele pra tirar até a última gota de esperma do macho viril. Me fazendo masturbar e gozar pela terceira vez seguida dentro da minha calça.
Só faltava quinta-feira pra terminar esse rodeio sexual onde eu era o marido voyeur enquanto minha mulher trabalhava no ofício mais velho do mundo.
Eu esperava ansioso pela sexta-feira pra ver a chegada do Exequiel. Segui passo a passo a sequência que foi descrita nos dias anteriores. Exequiel era um moleque afro-americano que já tava há 20 minutos dentro da minha casa. Igual ao Tomás, a ação rolava dentro das quatro paredes do nosso quarto de casal. Onde esse moleque tava enfiado na bunda da mãe do meu filho. Ela tava vestida com um uniforme de empregada.
Com um pau de tamanho normal, mas grosso e cabeçudo, ele abria analmente a Bárbara, que tava na beira da cama, de quatro. Enquanto esse homem de pele preta empurrava por trás, furando o cu dela com força. O pau moreno inteiro não cabia dentro do cu dela. minha mulher, que jogava o corpo pra frente buscando um pouco de alívio. Tirando assim ¾ do comprimento do pau dele de dentro dela. Ele, que a pegava pelo cabelo pra enfiar de novo aquela distância de uma só estocada.
Assim os minutos passavam. My wife se defendia das investidas do Exequiel com a bunda sobre nosso leito conjugal. A Barbi não aguentava a bravura daqueles movimentos por causa da grossura do troço dele. Fazendo minha esposa bater com a palma da mão várias vezes no colchão como pedindo piedade. O Exequiel tinha pagado um preço alto e em dinheiro pela bunda da my wife. Não ia largar ela até satisfazer os instintos mais baixos dele. A Barbi pegou um travesseiro pra morder com a boca e assim aguentar o moreno que enfiava o pau largo inteiro dentro do cu dela. Depois, com as duas mãos, apertava ele contra a boca pra diminuir os gritos que aquela porrada violenta fazia ela soltar. Assim, ela abaixava uns decibéis os berros que ele arrancava quando se sacudia, segurando ela pela cintura com as mãos morenas.
Era fato: aquele homem de cor tava arrebentando o cu da putinha sexual dele. Com a bunda bem empinada na minha cama, ele tinha arregaçado a saia do uniforme de empregada que my wife tinha escolhido pra esse ato sexual mal pago, deixando ela acima do quadril. Dava pra ver também um pote de vaselina com aplicador que minha esposa, depois de minutos de fricção pesada, implorava pra ele passar no membro.
À luz dos acontecimentos, eu tava parado na porta há 30 minutos. Nesse tempo, me masturbei várias vezes como nunca antes. Enquanto ele sodomizava a puta da minha esposa.
Enquanto se sacudia sem controle dentro do cu da Bárbara, dava pra ouvir o moreno falar:
— Isso! Foxy! Isso! Assim! Isso! Foxy slut! Assim! Rebola! Piranha barata! Ah, isso!
Empurrando contra a merda com movimentos frenéticos como nunca tinha feito no cu da minha esposa. Se achando toda por causa do poder da grana dela, arrombou o cu da Bárbara e soltou a granada de porra dele bem no fundo do reto dela.
Depois de gozar dentro, esperou uns segundos pra tirar, e nessa hora a Barbi implorou:
— Ai, Exequiel, tira! Por favor! Devagar! Pelo amor de Deus! Devagar! Ai, ai! Você arrebentou meu cu! Ai, filho da puta! Você tem uma pica enorme! Ai!
Quando ele tirou, eu vi umas gotas de porra escorrendo do cu da minha mulher, que tentava se fechar mas não conseguia direito. Enquanto isso, o Exequiel limpava uns restinhos marrons no pau dele, que tinham vindo do rabo da Barbi.
Nunca falei nada sobre o trampo da minha esposa, que continuou se prostituindo por um bom tempo.
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