Quando acordei, a Bea já não estava mais no tapete. Em vez disso, um cheiro gostoso de café vinha da cozinha. Me espreguicei na cama e saí decidido a tomar um banho.
O que tinha acontecido no dia anterior não saía da minha cabeça, mas o banho me ajudou a me acalmar. Ainda não tinha plena consciência de que tinha uma escrava à minha disposição pra maltratar do jeito que eu quisesse. Mas eu custava a assimilar. Não conseguia ver a Bea como minha escrava; afinal, mesmo odiando ela, ainda tava apaixonado. Além disso, lembrar dela disposta a colocar a mão no fogão aceso pra não se separar de mim amoleceu um pouco meu coração. Será que eu devia perdoar a traição dela? Não conseguia. Me sentia humilhado por ela. Precisava devolver o dano que ela me causou, mesmo no fundo estando convencido de que me sentiria melhor dando carinho e compreensão.
Entrei na cozinha e lá estava ela, de joelhos no chão. Com certeza tinha me ouvido e se apressou pra se humilhar com medo do castigo.
— Bom dia, puta.
— Bom dia, amo — cumprimentou obediente.
— Não lembro de ter mandado você preparar meu café da manhã.
— Achei que você fosse gostar, amo.
— Vem cá — ela se aproximou de quatro e, quando chegou perto, acariciei a cabeça dela. Senti que, ao toque da minha mão, ela estremeceu como se tivesse medo de levar um tapa—. Bem pensado, putinha boazinha.
Como eu esperava, na mesa tinha só um lugar. Tomei café da manhã com calma. Tinha que admitir que ela caprichou: as torradas estavam no ponto certo e o café tava forte, do jeito que eu gosto. Quando terminei, empurrei o prato e me apoiei no encosto da cadeira, olhando pra ela. Ela continuava no chão, de joelhos e sentada nos calcanhares, com os braços caídos ao lado do corpo.
— Levanta e vem aqui — ordenei. Bea se apressou pra obedecer e ficou ao alcance da minha mão.
— Vira de costas. Quero ver sua bunda.
Quando ela se virou, vi que ainda tava levemente vermelha, mas não tinha ferimentos. Passei a mão naquela Cu da bunda que me deixava louco desde sempre. Lembrei como adorava beijá-la e a vontade que tinha de comê-la, mas ela nunca tinha deixado, segundo ela por medo da dor. Era uma piada. Agora eu podia foder ela sempre que quisesse. Ao toque da minha mão, ela mexeu levemente a bunda como se quisesse prolongar o carinho, então retirei a mão a contragosto. Não queria dar a ela nenhuma satisfação, por menor que fosse.
— Vira — ela obedeceu, submissa.
— Acho que te falei que hoje não queria ver nenhum pelo nessa buceta. Ou não falei? — acusei, agarrando alguns fios e puxando até fazê-la gritar de dor.
— Desculpa, amo — respondeu com cara triste e uma lágrima escorrendo.
— Falei ou não? — gritei, fazendo ela dar um pulo.
— Sim, amo — respondeu baixinho, tremendo.
— E por que caralho ainda tem pelo aqui? — insisti, dando outro puxão.
— Não tive tempo ainda, meu amo — choramingou.
— Tá bom. Então durante a manhã você vai ter tempo de sobra. Já sabe. Não quero ver um pelo sequer.
Passei a mão na buceta dela e me surpreendi ao ver que estava molhada. A putinha tinha ficado com um tesão danado só com uns puxões de pelo da buceta. Eu tava alucinado. Essa mina pega a inquisição e morreria de tanto gozar. Tinha umas dúvidas e queria respostas.
— Senta — dessa vez pedi, então minha voz não soou tão autoritária. Mesmo assim, ela sentou no chão.
— No chão não. Senta nessa cadeira. Quero saber umas coisas e quero ver sua cara enquanto responde.
Ela me olhou com medo e obedeceu. Puxou a cadeira na minha frente e sentou ereta, com os peitos ameaçadores. Notei que os mamilos estavam durinhos e eriçados.
— Quero saber umas coisas. E quero a verdade. Senão você vai embora daqui. Entendeu?
— Sim, amo — respondeu de cabeça erguida, mas olhando pro tampo da mesa.
— Você ficou excitada com os puxões de pelo que acabei de dar?
— Sim, amo — baixou a voz, envergonhada.
— Tá bom. Você fica excitada quando eu te humilho?
— Sim, amo — o repertório dela era limitado. de respostas, mas para mim bastava.
—Tá me dizendo que agora você tá com tesão? Seus mamilos estão duros, então parece que sim.
—Sim, amo. Como a putinha que sou —Nossa. O vocabulário tinha aumentado.
—Isso quer dizer que você é mais feliz agora do que antes. É assim? Eu falhei como marido.
—Não, amo. Você não falhou comigo. Fui eu que devia ter te contado como sou. Mas te amava tanto que tive medo de te perder —os olhos dela se encheram de lágrimas. Os ombros tremiam no ritmo do choro. Acreditei nela.
—Tá bem. Fica calma. Não tem problema. Pelo menos agora a gente conta o que devia ter contado há muito tempo.
—Eu tinha muito medo, amo. Não queria te perder. Sem você, eu morreria —o choro parecia aumentar.
—Calma. Vem aqui —ela se apressou pra chegar perto, quando ficou ao meu lado se ajoelhou obediente e eu segurei o queixo dela pra levantar o rosto.
A vergonha fez ela fechar os olhos pra não me olhar na cara. Passei o dedo por uma lágrima e levei à boca. Ver ela assim, indefesa, chorando na minha frente me deu vontade de abraçá-la e dizer que tava tudo bem, que ela não ia me perder. Mas as coisas tinham mudado. O estado de espírito da Bea era real, os mamilos dela tinham diminuído de tamanho e agora mal se destacavam da aréola. Mesmo assim era uma visão excitante e minha masculinidade percebeu.
—Quer que eu te coma?
—Sim, amo. Se você quiser —ela abriu os olhos pra me olhar, e eu vi desejo e um começo de sorriso.
—Então vem —falei puxando ela.
Deitei ela sobre a mesa, de barriga pra cima, e encostei a pélvis dela na borda. Abri as pernas dela até a posição ficar desconfortável e mandei ela segurar assim com as mãos. Obedeceu sem reclamar, de olhos fechados, esperando minha estaca no fundo do ser dela. Me deliciei com a visão da buceta dela totalmente aberta me esperando. Vi que começava a ficar molhada só com a tortura da espera. Dei mais uns puxões nos pelos pubianos dela, que a fizeram se contorcer de dor e prazer. Escaparam uns gemidos. dos lábios dela. Vi que ela os mordia pra não gritar. Não sabia se de dor ou de prazer. Baixei a calça e a cueca e apontei meu pau contra a racha dela já toda molhada. Passei ele ao longo da buceta dela umas duas vezes. Na terceira, enfiei de uma só vez até o fundo. Tava tão úmida que entrou sem problemas até o talo. Me inclinei um pouco pra frente e agarrei os dois bicos dos peitos, que tinham voltado a ficar duros feito pedra.
Sem piedade, puxei eles até que as tetas pareciam querer se soltar do peito. Isso arrancou um grito de dor que morreu virando um murmúrio de prazer genuíno quando eu aliviei um pouco. Mas não deixei elas em paz por causa disso. Puxei, torci, belisquei aqueles botões duros com vontade enquanto bombava e ela se contorcia de prazer sem parar de gemer, presa de um orgasmo intenso como eu nunca tinha conseguido dar pra ela. Depois, com certeza ela ia se acusar de ter gozado sem minha permissão, mas na real eu não tinha negado isso. Eu precisava testar aquilo. Com certeza era um espetáculo do caralho. Depois de vários minutos bombando com ansiedade, gozei até me esvaziar por completo. Assim que recuperei um pouco o fôlego, saí de dentro dela. Bea manteve estoicamente a posição, esperando minhas ordens.
—Vem aqui e limpa meu pau.
Ela desceu da mesa na hora pra se ajoelhar na minha frente e chupar de novo com vontade. Como se quisesse arrancar meu pau chupando. Deixei ela continuar um tempo até sentir que tava perdendo a firmeza. Aí empurrei ela pra longe, como se ela não tivesse direito de aproveitar meu rabo.
—Já chega, puta. Pode ir tomar banho e deixar essa buceta mais pelada que teu cu. Se não, as próximas porradas vão ser aí.
—Sim, amo. Obrigada, amo — disse ela, se afastando de joelhos.
—Levanta, vai. Senão ainda cai. Aliás. Por que você tá me agradecendo?
—Por me foder, amo. Espero ter te agradado.
—Sim, muito — respondi condescendente enquanto me vestia de novo.
Nessa hora, o celular dela tocou. Peguei e abri o WhatsApp. Era o filho da puta do chefe dela. Exigia que ela estivesse no Hotel em meia hora. Olhei como ela respondia normalmente e escrevi: “Hoje não posso. Tô doente”.
Na hora chegou a resposta: “O que você tem?”. Pensei um segundo antes de responder: “Gonorreia”. Como esperado, o filho da puta começou a ligar. Rejeitei a chamada. Ele ligou de novo, insistente, então coloquei o celular no silencioso. Entrei na agenda e mandei pra mim o número daquele porco nojento. Depois joguei o telefone no sofá.
Entrei no banheiro pra avisar a Bea. Ela tava debaixo do chuveiro. Porra, que visão! Tava tão gostosa que me dava vontade de mandar tudo pra merda e entrar vestido com ela no chuveiro. Quase não me segurei.
— Você não vai voltar pra aquele escritório. O filho da puta já te mandou mensagem te chamando pra daqui a meia hora, mas eu falei como se fosse você que não ia. Disse que você tá doente. De gonorreia — completei. Um sorriso apareceu no rosto dela, mas sumiu na hora, de repente envergonhada—. Não quero que você atenda nenhuma ligação nem mensagem daquele canalha. Entendeu? A partir de agora, ele lida comigo.
— Sim, amo — respondeu. Acho que percebi um tom de alívio na resposta dela.
— Então vou nessa. Até mais.
— Até mais, amo.
A manhã passou normal, se é que dá pra chamar de normal a reviravolta que minha vida deu em apenas 24 horas. Recebi uma mensagem da Bea dizendo que tinha mais de uma dúzia de mensagens do filho da puta, as últimas ameaçadoras. Mandei ela ignorar, mas entendi que a preocupação dela era lógica, então assim que pude, vazei pra casa. Enquanto abria a porta, chegou o que eu esperava. Finalmente tinha chegado a mensagem do canalha. Ignorei e entrei. Bea tava ajoelhada na sala me esperando.
— Oi — cumprimentei—. A comida tá pronta?
— Sim, amo. Boa tarde.
— Boa putinha. Assim que eu gosto. Levanta e vem aqui — queria ver a buceta dela.
Ela se levantou sem fazer charme e se aproximou de cabeça baixa. Parou, com os braços caídos. costados assim que ficou ao alcance da minha mão. Dava pra sentir o cheiro dela e isso me deixava louco. Olhando na cara dela, levei minha mão até a buceta dela. Toquei com cuidado pra ver se não tinha sobrado nenhum pelo. O peito dela se agitou quando sentiu o toque dos meus dedos. Deixei meus dedos deslizarem pela parte de fora dos lábios dela. Vi que ela mordia o lábio inferior e a respiração dela acelerava. O peito dela subia e descia no ritmo e os mamilos começaram a me provocar. Logo a buceta dela já tava toda molhada. Ela queria que eu comesse ela, mas decidi que tinha que esperar. Acariciei ela igual à puta que ela tava representando.
— Boa garota. Vamos comer.
Na mesa só tinha um prato, como eu esperava. Se adiantando ao que ela provavelmente esperava, ela tinha deixado um prato pra ela do lado da mesa, no chão. Mas eu queria falar com ela, então mandei ela colocar em cima da mesa.
— Obrigada, amo — respondeu animada.
— Antes de tudo, me dá seu celular.
— Sim, amo — respondeu enquanto se levantava pra pegar.
Examinei as mensagens que o porco tinha mandado pra ela enquanto a gente comia. Como ela tinha me dito, ele começou a ficar impaciente e as últimas já eram ameaças claras, desde agressão física até mandar as fotos pra mim. O filho da puta sabia que a Bea tinha lido, mas não tinha respondido nenhuma. Depois olhei as ligações. Tinha cinco chamadas perdidas do mesmo verme e um par de mensagens na caixa postal no mesmo estilo. Perfeito. Fiz umas perguntas pra Bea sobre o escritório e sobre o cara. Queria saber quanto poder ele tinha na empresa e descobri que era o dono. Pelo visto era casado e tinha dois filhos, mas nem a mulher nem os filhos nunca apareceram por lá e ninguém nunca tinha visto eles nem em foto. Agora eu ia atrás do filho da puta.
— Agora preciso ficar sozinho. Arruma a cozinha e depois pode descansar um pouco — mandei pra Bea.
Ela respondeu como sempre e correu pra fazer o que eu tinha mandado, obediente. Peguei o celular e vi que já tinha duas Mensagens do tipo. Eram duas das fotos que eu tinha visto no celular da Bea. Na primeira, ela aparecia chupando uma rola enquanto olhava pra câmera com os olhos lacrimejando, e na segunda dava pra ver que era uma selfie feita na frente do espelho enquanto o cara metia por trás. Não tinha texto nenhum. Decidi começar o jogo.
— Quem é você? — escrevi.
— Isso não importa.
— O que você quer com essas fotos? Dinheiro?
— Não quero seu puto dinheiro.
— De onde você tirou elas?
— Isso não importa. Gostou? Sua mulher é muito puta.
— Já vi melhores. Na verdade, vou te mandar uma — respondi depois de selecionar uma onde dava pra ver perfeitamente a cara do broxa.
Como eu temia, o silêncio durou um bom tempo. O cara não contava com isso. Agora devia estar desesperado pensando no que fazer. Nessa hora, a Bea saiu da cozinha. Ela se ajoelhou assim que passou pela porta e ficou ali, me olhando com cara de preocupação.
— O que foi? — perguntei, surpreso com a atitude e o gesto dela.
— Posso perguntar uma coisa, amo? — a voz dela mostrava que tava preocupada.
— Fala.
— Posso saber o que vai fazer, amo? Tô com medo.
— Medo de quê? — perguntei, surpreso. Ela parecia pensar em como perguntar sem provocar minha raiva —. Responde.
— Desculpa, amo. Tô com medo de você fazer algo que possa se virar contra você. Dom Antonio é uma pessoa muito poderosa. — tenho que admitir que naquele momento a preocupação dela me tocou.
— Não se preocupa. Por mais poderoso que ele seja, sempre tem alguém com mais poder. Quanto mais alto, mais dura é a queda. Vai descansar.
— Obrigada, amo — disse como despedida.
— E levanta do chão, vai. Ou então fica de joelhos — decidi que andar o dia todo de joelhos não seria bom. Ia obrigar ela a se humilhar na minha frente de vez em quando, mas não o tempo todo. Ela pareceu agradecer com um sorriso.
Eu tinha voltado minha atenção pros celulares. Não demorou pra tal Dom Antonio responder.
— O que você quer?
— Um acordo justo. Você comeu minha mulher. Eu vou comer a sua. E esse celular.
— Pra que você quer meu —Celular? —pelo visto, o que menos importava pra ele era que eu quisesse comer a mulher dele. Isso era interessante.
—Pra se livrar das fotos. Não se preocupa, não quero nenhum dado seu. Pode apagar seus contatos e mensagens. Mas quero o celular.
—E se eu não der?
—Sua mulher vai receber as fotos. As minhas são melhores.
—Cê tá querendo que eu diga pra minha mulher dar pra você sem mais nem menos?
—Faz do seu jeito. Você vê. Mas tem três dias. Quando fizer, me avisa.
Desliguei o celular. Como suspeitava, mandei umas mensagens pra Bea, mas também desliguei sem dar bola e fui tirar um cochilo. Bea tava jogada numa manta aos pés da cama. Passei por ela ignorando. Me despi e me joguei na cama com uma coberta leve por cima.
—Quero que me acorde às... —olhei o despertador—. Cinco. Com um boquete bem dado. Tá claro?
—Sim, amo —respondeu do chão.
Não demorei a pegar no sono. Foi um sono reparador e, como esperava, às cinco senti uma boca envolvendo meu pau. Bea tava de joelhos do meu lado, colocando todo o esforço pra me agradar. Enrolava meu pau com a língua, tentando me acordar. Não demorou a conseguir. Eu aproximei uma mão da buceta lisinha dela. Quando sentiu minha mão, parou.
—Ninguém mandou parar. Chupa, puta.
—Desculpa, Amo. Achei...
—Ainda respondona —ri. Dei um tapa sonoro na bunda dela—. Cala a boca e chupa.
Ela gemeu de dor e voltou a chupar. Enfiei dois dedos na buceta dela. Como suspeitava, já tava começando a ficar molhada. Localizei o clitóris, agarrei com os dedos e puxei de uma vez. Bea soltou um berro e parou de chupar. Forcei a cabeça dela de volta no meu pau.
—Chupa, falei —rosnei baixo enquanto dava outro tapa na bunda dela.
Ela obedeceu e enfiou meu rabo de novo na boca, mas o corpo se contorcia cada vez que eu castigava o clitóris dela. Tava escorrendo sucos. A putinha tava adorando. Empurrei a cabeça dela até sentir meu... O pau tropeçava no fundo da boca dela, fazendo ela engasgar, mas ela não reclamou. Tentou engolir aquele pedaço de carne que tava cada vez mais duro. Afrouxei o aperto pra ela poder respirar. Ela continuou chupando até eu estar quase gozando.
— Vou gozar. Quero que engula tudo. Não desperdice uma gota — avisei.
Ela intensificou os esforços pra conseguir minha gozada, que veio na hora. Vi que ela teve trabalho pra chupar enquanto engolia todo meu leite, mas conseguiu.
— Abre a boca. Quero ver se cumpriu — ordenei.
Ela, obediente, abriu a boca pra me mostrar que tinha engolido até a última gota.
— Bem. Agora limpa — falei, empurrando a cabeça dela de novo contra meu pau.
Ela não precisou ouvir duas vezes e se dedicou a limpar cada milímetro da minha rola com afinco. Quando senti que tava perdendo a firmeza, afastei ela com um empurrão.
— Já chega, rabuda. Pode ir fazer o que te der na telha até a hora do jantar. Quero a janta às oito — falei enquanto me levantava.
— Sim, amo — respondeu ela, ainda ajoelhada na cama.
— Então vamo — mandei ela pra fora da cama com um tapa forte na bunda que deixou minha mão marcada em vermelho. Ela soltou um gritinho mistura de prazer, dor e susto e obedeceu na hora. Quando passou por mim, segurei ela um instante e meti a mão na buceta dela. Tava encharcada ainda.
— Gozou? — perguntei.
— Não, amo — respondeu, baixando a cabeça como se temesse minha reação.
— Quer gozar?
— Só quero te agradar, amo.
— Isso não é resposta. Quer gozar, sim ou não?
— Sim, amo — admitiu.
— Beleza, ajoelha na beira da cama.
Ela fez na hora, deixando a bunda exposta. Sem hesitar, enfiei dois dedos até o fundo na buceta melada dela, arrancando um grito de susto. Fodi ela com dois dedos até a buceta dela ficar tão molenga que enfiei um terceiro dedo. O corpo dela caiu pra frente, levantando mais a bunda. Ela abafava os gritos e gemidos contra a colcha que os dedos dela apertavam com força. Com a outra mão, peguei no clitóris dela e torci, fazendo com que a intensidade dos gritos aumentasse. O corpo dela tremia num delírio de prazer e dor.
— Nem pense em gozar até eu mandar — a ideia tinha partido dela mesma, e eu queria ver no que dava.
— Não, amo — respondeu obediente.
— Abre mais as pernas.
Sem responder, fez o que eu mandava. Será que tinha esquecido ou estava me provocando pra levar umas palmadas? Por via das dúvidas, dei um tapa forte na bunda dela, que ainda mostrava a marca da palmada anterior. Ela tentou segurar um grito, mas não conseguiu direito, então abafou contra o lençol.
— Me avisa quando estiver prestes a gozar — avisei, percebendo que já fazia mais de um minuto que ela se contorcia de prazer, mordendo os lábios pra não gritar.
— Já faz um tempo que tô quase gozando, amo — confessou, ofegante.
— Então espera até eu querer que você goze — no fundo, queria ver aquele orgasmo segurado por tanto tempo. Então continuei masturbando ela por mais um minuto, intensificando o movimento dos meus dedos e as "carícias" no clitóris.
— Tá bom, putinha. Pode gozar.
Não precisei esperar resposta. O corpo dela arqueou enquanto as pernas convulsionavam, apertando minhas mãos enquanto ela soltava o orgasmo. Em nenhum momento parei de enfiar meus dedos dentro da buceta dela, embora minha outra mão tivesse perdido a pegada no clitóris. Os gritos de prazer morriam abafados no lençol, mas eu achava que dava pra ouvir no prédio inteiro. Fiquei alucinado. Nunca na vida tinha visto uma explosão de prazer daquelas. Era o orgasmo mais selvagem que já presenciei. Parecia que ela ia ter um ataque do coração. Mas a cara de satisfação dela dizia que não se importava de morrer assim. Ver ela aproveitando tanto fez minha virilidade despertar de novo. Fiquei tentado a foder ela de novo, mas tinha coisas pra fazer, então deixei pra depois do jantar.
— Como é que se diz?
— Obrigada, amo. —respondeu com a respiração ofegante.
—Boa putinha. Se você se comportar, vai ter repeteco.
—Obrigada, meu senhor —repetiu, desmaiada.
Deixei ela e fui até a sala. Liguei os celulares e conferi as mensagens. Como esperava, o filho da puta tinha respondido. Pelo horário, ele respondeu no minuto em que leu minhas exigências. Não parecia se importar muito que outro cara tivesse comido a mulher dele. Éramos bem diferentes. Na verdade, eu não pretendia foder a mulher dele. A coitada não tinha culpa de ter um degenerado como marido. Disse a ele que deveria estar no hotel onde ele estava comendo a Bea no dia seguinte à tarde. A resposta não demorou. Um simples "ok" e a conversa acabou.
Comecei a planejar como conduziria a entrevista com a mulher dele. Entrego as fotos de cara assim que ela entrar? Explico tintim por tintim do que se trata tudo isso? Decidi esperar para ver como o encontro se desenrolaria. Uma nova mensagem me tirou dos pensamentos. Abri o aplicativo e, em seguida, arregalei os olhos. Dizia ser a mulher do canalha.
—Me recuso a nos encontrarmos naquele hotelzinho de merda onde o Antonio leva as vadias dele.
—Então? —perguntei após pensar por uns instantes.
—Hotel Condal. O horário quem decide é o senhor —respondeu na hora.
—Não é por nada, mas não tô a fim de gastar tanto assim —era o hotel mais caro da cidade, e embora eu pudesse bancar uma noite, era grana demais.
—Não se preocupe. Eu pago. Fechado?
—Tá certo —admiti, surpreso. A mulher tava disposta a se deixar foder por outro e ainda pagar o hotel? Era inacreditável.
Cheguei em casa e pus a Bea a par dos meus planos. Não precisava fazer isso. Mas queria que ela soubesse que eu ia cuidar do desgraçado que abusou dela. De certo modo, eu tava fazendo aquilo por ela, não só por mim. Pra vingá-la. Ela se sentiu humilhada, violentada, e colocou o casamento em risco por causa daquele infeliz. O mínimo que ela merecia era esse pequeno ato de justiça.
—Você acha certo? —perguntei a ela. Perguntei, quando terminei de contar meus planos.
—Sim, meu senhor — respondeu, soluçando.
—E agora, por que você está chorando? — perguntei, surpreso.
—Porque você é bom demais, meu senhor — soluçou de novo.
—Não entendi.
—Você tem todo o direito de transar com aquela mulher, meu senhor…
—Para com esse negócio de "meu senhor" por um instante, que não tô entendendo nada — interrompi.
—É que não posso te reprovar por transar com aquela mulher. E o Dom Antonio também não. E mesmo assim você é tão bom que não quer se aproveitar da sua posição.
—Ela não tem culpa nenhuma. Por que eu ia castigá-la pelo dano que o marido dela causou? Só vou mostrar com que filho da puta ela é casada.
—Mas ela tá disposta a pagar o preço que você impôs. E mesmo assim você não quer se aproveitar. Qualquer outro faria — respondeu, sem parar de chorar.
—Eu não sou qualquer outro — falei, levantando o queixo dela pra que me olhasse nos olhos —. Eu não me aproveito das fraquezas dos outros — naquele momento, pensei que estava mentindo como um canalha.
—Eu sei. Você é bom demais pra mim e sei que não te mereço — reconheceu, desabando num choro inconsolável.
—Vamos. Para de chorar. A partir de amanhã, pode esquecer o Dom Antonio e a puta que o pariu — falei, acariciando o rosto dela com carinho sincero.
Não tava a fim de maltratá-la mais. Eu não era assim. Deixei a tarde passar sem pancadas nem maus-tratos de nenhum tipo. Depois da janta, assisti um pouco de TV e deixei ela ver do chão, enroscada aos meus pés como uma puta obediente. Embora eu gostasse de senti-la do meu lado, aninhada contra meu corpo, tinha decidido que ela seria tratada como uma escrava e me forcei a cumprir isso. Pensei que talvez tivesse me precipitado na minha decisão.
—Tá com frio? — perguntei.
—Não, meu senhor — respondeu. A voz dela, embora não mostrasse alegria, dizia que ela tava bem. Talvez ela curtisse mais a situação ao se sentir humilhada do que eu, apesar de ter o poder.
O que tinha acontecido no dia anterior não saía da minha cabeça, mas o banho me ajudou a me acalmar. Ainda não tinha plena consciência de que tinha uma escrava à minha disposição pra maltratar do jeito que eu quisesse. Mas eu custava a assimilar. Não conseguia ver a Bea como minha escrava; afinal, mesmo odiando ela, ainda tava apaixonado. Além disso, lembrar dela disposta a colocar a mão no fogão aceso pra não se separar de mim amoleceu um pouco meu coração. Será que eu devia perdoar a traição dela? Não conseguia. Me sentia humilhado por ela. Precisava devolver o dano que ela me causou, mesmo no fundo estando convencido de que me sentiria melhor dando carinho e compreensão.
Entrei na cozinha e lá estava ela, de joelhos no chão. Com certeza tinha me ouvido e se apressou pra se humilhar com medo do castigo.
— Bom dia, puta.
— Bom dia, amo — cumprimentou obediente.
— Não lembro de ter mandado você preparar meu café da manhã.
— Achei que você fosse gostar, amo.
— Vem cá — ela se aproximou de quatro e, quando chegou perto, acariciei a cabeça dela. Senti que, ao toque da minha mão, ela estremeceu como se tivesse medo de levar um tapa—. Bem pensado, putinha boazinha.
Como eu esperava, na mesa tinha só um lugar. Tomei café da manhã com calma. Tinha que admitir que ela caprichou: as torradas estavam no ponto certo e o café tava forte, do jeito que eu gosto. Quando terminei, empurrei o prato e me apoiei no encosto da cadeira, olhando pra ela. Ela continuava no chão, de joelhos e sentada nos calcanhares, com os braços caídos ao lado do corpo.
— Levanta e vem aqui — ordenei. Bea se apressou pra obedecer e ficou ao alcance da minha mão.
— Vira de costas. Quero ver sua bunda.
Quando ela se virou, vi que ainda tava levemente vermelha, mas não tinha ferimentos. Passei a mão naquela Cu da bunda que me deixava louco desde sempre. Lembrei como adorava beijá-la e a vontade que tinha de comê-la, mas ela nunca tinha deixado, segundo ela por medo da dor. Era uma piada. Agora eu podia foder ela sempre que quisesse. Ao toque da minha mão, ela mexeu levemente a bunda como se quisesse prolongar o carinho, então retirei a mão a contragosto. Não queria dar a ela nenhuma satisfação, por menor que fosse.
— Vira — ela obedeceu, submissa.
— Acho que te falei que hoje não queria ver nenhum pelo nessa buceta. Ou não falei? — acusei, agarrando alguns fios e puxando até fazê-la gritar de dor.
— Desculpa, amo — respondeu com cara triste e uma lágrima escorrendo.
— Falei ou não? — gritei, fazendo ela dar um pulo.
— Sim, amo — respondeu baixinho, tremendo.
— E por que caralho ainda tem pelo aqui? — insisti, dando outro puxão.
— Não tive tempo ainda, meu amo — choramingou.
— Tá bom. Então durante a manhã você vai ter tempo de sobra. Já sabe. Não quero ver um pelo sequer.
Passei a mão na buceta dela e me surpreendi ao ver que estava molhada. A putinha tinha ficado com um tesão danado só com uns puxões de pelo da buceta. Eu tava alucinado. Essa mina pega a inquisição e morreria de tanto gozar. Tinha umas dúvidas e queria respostas.
— Senta — dessa vez pedi, então minha voz não soou tão autoritária. Mesmo assim, ela sentou no chão.
— No chão não. Senta nessa cadeira. Quero saber umas coisas e quero ver sua cara enquanto responde.
Ela me olhou com medo e obedeceu. Puxou a cadeira na minha frente e sentou ereta, com os peitos ameaçadores. Notei que os mamilos estavam durinhos e eriçados.
— Quero saber umas coisas. E quero a verdade. Senão você vai embora daqui. Entendeu?
— Sim, amo — respondeu de cabeça erguida, mas olhando pro tampo da mesa.
— Você ficou excitada com os puxões de pelo que acabei de dar?
— Sim, amo — baixou a voz, envergonhada.
— Tá bom. Você fica excitada quando eu te humilho?
— Sim, amo — o repertório dela era limitado. de respostas, mas para mim bastava.
—Tá me dizendo que agora você tá com tesão? Seus mamilos estão duros, então parece que sim.
—Sim, amo. Como a putinha que sou —Nossa. O vocabulário tinha aumentado.
—Isso quer dizer que você é mais feliz agora do que antes. É assim? Eu falhei como marido.
—Não, amo. Você não falhou comigo. Fui eu que devia ter te contado como sou. Mas te amava tanto que tive medo de te perder —os olhos dela se encheram de lágrimas. Os ombros tremiam no ritmo do choro. Acreditei nela.
—Tá bem. Fica calma. Não tem problema. Pelo menos agora a gente conta o que devia ter contado há muito tempo.
—Eu tinha muito medo, amo. Não queria te perder. Sem você, eu morreria —o choro parecia aumentar.
—Calma. Vem aqui —ela se apressou pra chegar perto, quando ficou ao meu lado se ajoelhou obediente e eu segurei o queixo dela pra levantar o rosto.
A vergonha fez ela fechar os olhos pra não me olhar na cara. Passei o dedo por uma lágrima e levei à boca. Ver ela assim, indefesa, chorando na minha frente me deu vontade de abraçá-la e dizer que tava tudo bem, que ela não ia me perder. Mas as coisas tinham mudado. O estado de espírito da Bea era real, os mamilos dela tinham diminuído de tamanho e agora mal se destacavam da aréola. Mesmo assim era uma visão excitante e minha masculinidade percebeu.
—Quer que eu te coma?
—Sim, amo. Se você quiser —ela abriu os olhos pra me olhar, e eu vi desejo e um começo de sorriso.
—Então vem —falei puxando ela.
Deitei ela sobre a mesa, de barriga pra cima, e encostei a pélvis dela na borda. Abri as pernas dela até a posição ficar desconfortável e mandei ela segurar assim com as mãos. Obedeceu sem reclamar, de olhos fechados, esperando minha estaca no fundo do ser dela. Me deliciei com a visão da buceta dela totalmente aberta me esperando. Vi que começava a ficar molhada só com a tortura da espera. Dei mais uns puxões nos pelos pubianos dela, que a fizeram se contorcer de dor e prazer. Escaparam uns gemidos. dos lábios dela. Vi que ela os mordia pra não gritar. Não sabia se de dor ou de prazer. Baixei a calça e a cueca e apontei meu pau contra a racha dela já toda molhada. Passei ele ao longo da buceta dela umas duas vezes. Na terceira, enfiei de uma só vez até o fundo. Tava tão úmida que entrou sem problemas até o talo. Me inclinei um pouco pra frente e agarrei os dois bicos dos peitos, que tinham voltado a ficar duros feito pedra.
Sem piedade, puxei eles até que as tetas pareciam querer se soltar do peito. Isso arrancou um grito de dor que morreu virando um murmúrio de prazer genuíno quando eu aliviei um pouco. Mas não deixei elas em paz por causa disso. Puxei, torci, belisquei aqueles botões duros com vontade enquanto bombava e ela se contorcia de prazer sem parar de gemer, presa de um orgasmo intenso como eu nunca tinha conseguido dar pra ela. Depois, com certeza ela ia se acusar de ter gozado sem minha permissão, mas na real eu não tinha negado isso. Eu precisava testar aquilo. Com certeza era um espetáculo do caralho. Depois de vários minutos bombando com ansiedade, gozei até me esvaziar por completo. Assim que recuperei um pouco o fôlego, saí de dentro dela. Bea manteve estoicamente a posição, esperando minhas ordens.
—Vem aqui e limpa meu pau.
Ela desceu da mesa na hora pra se ajoelhar na minha frente e chupar de novo com vontade. Como se quisesse arrancar meu pau chupando. Deixei ela continuar um tempo até sentir que tava perdendo a firmeza. Aí empurrei ela pra longe, como se ela não tivesse direito de aproveitar meu rabo.
—Já chega, puta. Pode ir tomar banho e deixar essa buceta mais pelada que teu cu. Se não, as próximas porradas vão ser aí.
—Sim, amo. Obrigada, amo — disse ela, se afastando de joelhos.
—Levanta, vai. Senão ainda cai. Aliás. Por que você tá me agradecendo?
—Por me foder, amo. Espero ter te agradado.
—Sim, muito — respondi condescendente enquanto me vestia de novo.
Nessa hora, o celular dela tocou. Peguei e abri o WhatsApp. Era o filho da puta do chefe dela. Exigia que ela estivesse no Hotel em meia hora. Olhei como ela respondia normalmente e escrevi: “Hoje não posso. Tô doente”.
Na hora chegou a resposta: “O que você tem?”. Pensei um segundo antes de responder: “Gonorreia”. Como esperado, o filho da puta começou a ligar. Rejeitei a chamada. Ele ligou de novo, insistente, então coloquei o celular no silencioso. Entrei na agenda e mandei pra mim o número daquele porco nojento. Depois joguei o telefone no sofá.
Entrei no banheiro pra avisar a Bea. Ela tava debaixo do chuveiro. Porra, que visão! Tava tão gostosa que me dava vontade de mandar tudo pra merda e entrar vestido com ela no chuveiro. Quase não me segurei.
— Você não vai voltar pra aquele escritório. O filho da puta já te mandou mensagem te chamando pra daqui a meia hora, mas eu falei como se fosse você que não ia. Disse que você tá doente. De gonorreia — completei. Um sorriso apareceu no rosto dela, mas sumiu na hora, de repente envergonhada—. Não quero que você atenda nenhuma ligação nem mensagem daquele canalha. Entendeu? A partir de agora, ele lida comigo.
— Sim, amo — respondeu. Acho que percebi um tom de alívio na resposta dela.
— Então vou nessa. Até mais.
— Até mais, amo.
A manhã passou normal, se é que dá pra chamar de normal a reviravolta que minha vida deu em apenas 24 horas. Recebi uma mensagem da Bea dizendo que tinha mais de uma dúzia de mensagens do filho da puta, as últimas ameaçadoras. Mandei ela ignorar, mas entendi que a preocupação dela era lógica, então assim que pude, vazei pra casa. Enquanto abria a porta, chegou o que eu esperava. Finalmente tinha chegado a mensagem do canalha. Ignorei e entrei. Bea tava ajoelhada na sala me esperando.
— Oi — cumprimentei—. A comida tá pronta?
— Sim, amo. Boa tarde.
— Boa putinha. Assim que eu gosto. Levanta e vem aqui — queria ver a buceta dela.
Ela se levantou sem fazer charme e se aproximou de cabeça baixa. Parou, com os braços caídos. costados assim que ficou ao alcance da minha mão. Dava pra sentir o cheiro dela e isso me deixava louco. Olhando na cara dela, levei minha mão até a buceta dela. Toquei com cuidado pra ver se não tinha sobrado nenhum pelo. O peito dela se agitou quando sentiu o toque dos meus dedos. Deixei meus dedos deslizarem pela parte de fora dos lábios dela. Vi que ela mordia o lábio inferior e a respiração dela acelerava. O peito dela subia e descia no ritmo e os mamilos começaram a me provocar. Logo a buceta dela já tava toda molhada. Ela queria que eu comesse ela, mas decidi que tinha que esperar. Acariciei ela igual à puta que ela tava representando.
— Boa garota. Vamos comer.
Na mesa só tinha um prato, como eu esperava. Se adiantando ao que ela provavelmente esperava, ela tinha deixado um prato pra ela do lado da mesa, no chão. Mas eu queria falar com ela, então mandei ela colocar em cima da mesa.
— Obrigada, amo — respondeu animada.
— Antes de tudo, me dá seu celular.
— Sim, amo — respondeu enquanto se levantava pra pegar.
Examinei as mensagens que o porco tinha mandado pra ela enquanto a gente comia. Como ela tinha me dito, ele começou a ficar impaciente e as últimas já eram ameaças claras, desde agressão física até mandar as fotos pra mim. O filho da puta sabia que a Bea tinha lido, mas não tinha respondido nenhuma. Depois olhei as ligações. Tinha cinco chamadas perdidas do mesmo verme e um par de mensagens na caixa postal no mesmo estilo. Perfeito. Fiz umas perguntas pra Bea sobre o escritório e sobre o cara. Queria saber quanto poder ele tinha na empresa e descobri que era o dono. Pelo visto era casado e tinha dois filhos, mas nem a mulher nem os filhos nunca apareceram por lá e ninguém nunca tinha visto eles nem em foto. Agora eu ia atrás do filho da puta.
— Agora preciso ficar sozinho. Arruma a cozinha e depois pode descansar um pouco — mandei pra Bea.
Ela respondeu como sempre e correu pra fazer o que eu tinha mandado, obediente. Peguei o celular e vi que já tinha duas Mensagens do tipo. Eram duas das fotos que eu tinha visto no celular da Bea. Na primeira, ela aparecia chupando uma rola enquanto olhava pra câmera com os olhos lacrimejando, e na segunda dava pra ver que era uma selfie feita na frente do espelho enquanto o cara metia por trás. Não tinha texto nenhum. Decidi começar o jogo.
— Quem é você? — escrevi.
— Isso não importa.
— O que você quer com essas fotos? Dinheiro?
— Não quero seu puto dinheiro.
— De onde você tirou elas?
— Isso não importa. Gostou? Sua mulher é muito puta.
— Já vi melhores. Na verdade, vou te mandar uma — respondi depois de selecionar uma onde dava pra ver perfeitamente a cara do broxa.
Como eu temia, o silêncio durou um bom tempo. O cara não contava com isso. Agora devia estar desesperado pensando no que fazer. Nessa hora, a Bea saiu da cozinha. Ela se ajoelhou assim que passou pela porta e ficou ali, me olhando com cara de preocupação.
— O que foi? — perguntei, surpreso com a atitude e o gesto dela.
— Posso perguntar uma coisa, amo? — a voz dela mostrava que tava preocupada.
— Fala.
— Posso saber o que vai fazer, amo? Tô com medo.
— Medo de quê? — perguntei, surpreso. Ela parecia pensar em como perguntar sem provocar minha raiva —. Responde.
— Desculpa, amo. Tô com medo de você fazer algo que possa se virar contra você. Dom Antonio é uma pessoa muito poderosa. — tenho que admitir que naquele momento a preocupação dela me tocou.
— Não se preocupa. Por mais poderoso que ele seja, sempre tem alguém com mais poder. Quanto mais alto, mais dura é a queda. Vai descansar.
— Obrigada, amo — disse como despedida.
— E levanta do chão, vai. Ou então fica de joelhos — decidi que andar o dia todo de joelhos não seria bom. Ia obrigar ela a se humilhar na minha frente de vez em quando, mas não o tempo todo. Ela pareceu agradecer com um sorriso.
Eu tinha voltado minha atenção pros celulares. Não demorou pra tal Dom Antonio responder.
— O que você quer?
— Um acordo justo. Você comeu minha mulher. Eu vou comer a sua. E esse celular.
— Pra que você quer meu —Celular? —pelo visto, o que menos importava pra ele era que eu quisesse comer a mulher dele. Isso era interessante.
—Pra se livrar das fotos. Não se preocupa, não quero nenhum dado seu. Pode apagar seus contatos e mensagens. Mas quero o celular.
—E se eu não der?
—Sua mulher vai receber as fotos. As minhas são melhores.
—Cê tá querendo que eu diga pra minha mulher dar pra você sem mais nem menos?
—Faz do seu jeito. Você vê. Mas tem três dias. Quando fizer, me avisa.
Desliguei o celular. Como suspeitava, mandei umas mensagens pra Bea, mas também desliguei sem dar bola e fui tirar um cochilo. Bea tava jogada numa manta aos pés da cama. Passei por ela ignorando. Me despi e me joguei na cama com uma coberta leve por cima.
—Quero que me acorde às... —olhei o despertador—. Cinco. Com um boquete bem dado. Tá claro?
—Sim, amo —respondeu do chão.
Não demorei a pegar no sono. Foi um sono reparador e, como esperava, às cinco senti uma boca envolvendo meu pau. Bea tava de joelhos do meu lado, colocando todo o esforço pra me agradar. Enrolava meu pau com a língua, tentando me acordar. Não demorou a conseguir. Eu aproximei uma mão da buceta lisinha dela. Quando sentiu minha mão, parou.
—Ninguém mandou parar. Chupa, puta.
—Desculpa, Amo. Achei...
—Ainda respondona —ri. Dei um tapa sonoro na bunda dela—. Cala a boca e chupa.
Ela gemeu de dor e voltou a chupar. Enfiei dois dedos na buceta dela. Como suspeitava, já tava começando a ficar molhada. Localizei o clitóris, agarrei com os dedos e puxei de uma vez. Bea soltou um berro e parou de chupar. Forcei a cabeça dela de volta no meu pau.
—Chupa, falei —rosnei baixo enquanto dava outro tapa na bunda dela.
Ela obedeceu e enfiou meu rabo de novo na boca, mas o corpo se contorcia cada vez que eu castigava o clitóris dela. Tava escorrendo sucos. A putinha tava adorando. Empurrei a cabeça dela até sentir meu... O pau tropeçava no fundo da boca dela, fazendo ela engasgar, mas ela não reclamou. Tentou engolir aquele pedaço de carne que tava cada vez mais duro. Afrouxei o aperto pra ela poder respirar. Ela continuou chupando até eu estar quase gozando.
— Vou gozar. Quero que engula tudo. Não desperdice uma gota — avisei.
Ela intensificou os esforços pra conseguir minha gozada, que veio na hora. Vi que ela teve trabalho pra chupar enquanto engolia todo meu leite, mas conseguiu.
— Abre a boca. Quero ver se cumpriu — ordenei.
Ela, obediente, abriu a boca pra me mostrar que tinha engolido até a última gota.
— Bem. Agora limpa — falei, empurrando a cabeça dela de novo contra meu pau.
Ela não precisou ouvir duas vezes e se dedicou a limpar cada milímetro da minha rola com afinco. Quando senti que tava perdendo a firmeza, afastei ela com um empurrão.
— Já chega, rabuda. Pode ir fazer o que te der na telha até a hora do jantar. Quero a janta às oito — falei enquanto me levantava.
— Sim, amo — respondeu ela, ainda ajoelhada na cama.
— Então vamo — mandei ela pra fora da cama com um tapa forte na bunda que deixou minha mão marcada em vermelho. Ela soltou um gritinho mistura de prazer, dor e susto e obedeceu na hora. Quando passou por mim, segurei ela um instante e meti a mão na buceta dela. Tava encharcada ainda.
— Gozou? — perguntei.
— Não, amo — respondeu, baixando a cabeça como se temesse minha reação.
— Quer gozar?
— Só quero te agradar, amo.
— Isso não é resposta. Quer gozar, sim ou não?
— Sim, amo — admitiu.
— Beleza, ajoelha na beira da cama.
Ela fez na hora, deixando a bunda exposta. Sem hesitar, enfiei dois dedos até o fundo na buceta melada dela, arrancando um grito de susto. Fodi ela com dois dedos até a buceta dela ficar tão molenga que enfiei um terceiro dedo. O corpo dela caiu pra frente, levantando mais a bunda. Ela abafava os gritos e gemidos contra a colcha que os dedos dela apertavam com força. Com a outra mão, peguei no clitóris dela e torci, fazendo com que a intensidade dos gritos aumentasse. O corpo dela tremia num delírio de prazer e dor.
— Nem pense em gozar até eu mandar — a ideia tinha partido dela mesma, e eu queria ver no que dava.
— Não, amo — respondeu obediente.
— Abre mais as pernas.
Sem responder, fez o que eu mandava. Será que tinha esquecido ou estava me provocando pra levar umas palmadas? Por via das dúvidas, dei um tapa forte na bunda dela, que ainda mostrava a marca da palmada anterior. Ela tentou segurar um grito, mas não conseguiu direito, então abafou contra o lençol.
— Me avisa quando estiver prestes a gozar — avisei, percebendo que já fazia mais de um minuto que ela se contorcia de prazer, mordendo os lábios pra não gritar.
— Já faz um tempo que tô quase gozando, amo — confessou, ofegante.
— Então espera até eu querer que você goze — no fundo, queria ver aquele orgasmo segurado por tanto tempo. Então continuei masturbando ela por mais um minuto, intensificando o movimento dos meus dedos e as "carícias" no clitóris.
— Tá bom, putinha. Pode gozar.
Não precisei esperar resposta. O corpo dela arqueou enquanto as pernas convulsionavam, apertando minhas mãos enquanto ela soltava o orgasmo. Em nenhum momento parei de enfiar meus dedos dentro da buceta dela, embora minha outra mão tivesse perdido a pegada no clitóris. Os gritos de prazer morriam abafados no lençol, mas eu achava que dava pra ouvir no prédio inteiro. Fiquei alucinado. Nunca na vida tinha visto uma explosão de prazer daquelas. Era o orgasmo mais selvagem que já presenciei. Parecia que ela ia ter um ataque do coração. Mas a cara de satisfação dela dizia que não se importava de morrer assim. Ver ela aproveitando tanto fez minha virilidade despertar de novo. Fiquei tentado a foder ela de novo, mas tinha coisas pra fazer, então deixei pra depois do jantar.
— Como é que se diz?
— Obrigada, amo. —respondeu com a respiração ofegante.
—Boa putinha. Se você se comportar, vai ter repeteco.
—Obrigada, meu senhor —repetiu, desmaiada.
Deixei ela e fui até a sala. Liguei os celulares e conferi as mensagens. Como esperava, o filho da puta tinha respondido. Pelo horário, ele respondeu no minuto em que leu minhas exigências. Não parecia se importar muito que outro cara tivesse comido a mulher dele. Éramos bem diferentes. Na verdade, eu não pretendia foder a mulher dele. A coitada não tinha culpa de ter um degenerado como marido. Disse a ele que deveria estar no hotel onde ele estava comendo a Bea no dia seguinte à tarde. A resposta não demorou. Um simples "ok" e a conversa acabou.
Comecei a planejar como conduziria a entrevista com a mulher dele. Entrego as fotos de cara assim que ela entrar? Explico tintim por tintim do que se trata tudo isso? Decidi esperar para ver como o encontro se desenrolaria. Uma nova mensagem me tirou dos pensamentos. Abri o aplicativo e, em seguida, arregalei os olhos. Dizia ser a mulher do canalha.
—Me recuso a nos encontrarmos naquele hotelzinho de merda onde o Antonio leva as vadias dele.
—Então? —perguntei após pensar por uns instantes.
—Hotel Condal. O horário quem decide é o senhor —respondeu na hora.
—Não é por nada, mas não tô a fim de gastar tanto assim —era o hotel mais caro da cidade, e embora eu pudesse bancar uma noite, era grana demais.
—Não se preocupe. Eu pago. Fechado?
—Tá certo —admiti, surpreso. A mulher tava disposta a se deixar foder por outro e ainda pagar o hotel? Era inacreditável.
Cheguei em casa e pus a Bea a par dos meus planos. Não precisava fazer isso. Mas queria que ela soubesse que eu ia cuidar do desgraçado que abusou dela. De certo modo, eu tava fazendo aquilo por ela, não só por mim. Pra vingá-la. Ela se sentiu humilhada, violentada, e colocou o casamento em risco por causa daquele infeliz. O mínimo que ela merecia era esse pequeno ato de justiça.
—Você acha certo? —perguntei a ela. Perguntei, quando terminei de contar meus planos.
—Sim, meu senhor — respondeu, soluçando.
—E agora, por que você está chorando? — perguntei, surpreso.
—Porque você é bom demais, meu senhor — soluçou de novo.
—Não entendi.
—Você tem todo o direito de transar com aquela mulher, meu senhor…
—Para com esse negócio de "meu senhor" por um instante, que não tô entendendo nada — interrompi.
—É que não posso te reprovar por transar com aquela mulher. E o Dom Antonio também não. E mesmo assim você é tão bom que não quer se aproveitar da sua posição.
—Ela não tem culpa nenhuma. Por que eu ia castigá-la pelo dano que o marido dela causou? Só vou mostrar com que filho da puta ela é casada.
—Mas ela tá disposta a pagar o preço que você impôs. E mesmo assim você não quer se aproveitar. Qualquer outro faria — respondeu, sem parar de chorar.
—Eu não sou qualquer outro — falei, levantando o queixo dela pra que me olhasse nos olhos —. Eu não me aproveito das fraquezas dos outros — naquele momento, pensei que estava mentindo como um canalha.
—Eu sei. Você é bom demais pra mim e sei que não te mereço — reconheceu, desabando num choro inconsolável.
—Vamos. Para de chorar. A partir de amanhã, pode esquecer o Dom Antonio e a puta que o pariu — falei, acariciando o rosto dela com carinho sincero.
Não tava a fim de maltratá-la mais. Eu não era assim. Deixei a tarde passar sem pancadas nem maus-tratos de nenhum tipo. Depois da janta, assisti um pouco de TV e deixei ela ver do chão, enroscada aos meus pés como uma puta obediente. Embora eu gostasse de senti-la do meu lado, aninhada contra meu corpo, tinha decidido que ela seria tratada como uma escrava e me forcei a cumprir isso. Pensei que talvez tivesse me precipitado na minha decisão.
—Tá com frio? — perguntei.
—Não, meu senhor — respondeu. A voz dela, embora não mostrasse alegria, dizia que ela tava bem. Talvez ela curtisse mais a situação ao se sentir humilhada do que eu, apesar de ter o poder.
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