Esperava o Carlos Sebastián, meu namorado, num restaurante chique da cidade. Cheguei uns 20 minutos antes do horário marcado. A gente tinha combinado de se encontrar ali, já que íamos casar em dois dias e decidimos não nos ver na véspera do casamento.
Pedi pro garçom me levar até a mesa reservada e, já sentada com o cardápio na mão, me chamou a atenção um homem sentado a só duas mesas da minha. Era um cara lindo pra caralho, daqueles que parecem ter saído de uma revista de modelos. Vestia um terno cinza e tava na mesa de lado pra mim, de um jeito que nem percebia que eu tava olhando.
Era loiro acinzentado, perfil reto tipo italiano, muito gostoso mesmo. Por isso fiquei admirando ele, claro que na discrição, pra ele não notar e também por causa do meu namorado, que podia chegar a qualquer hora.
Eu tava há três anos com o Carlos, nosso relacionamento era bem sólido, mesmo que de vez em quando eu reparasse em algum cara bonito, mas nunca cheguei a trair ele, era muito medrosa pra essas coisas, apesar de ter amigas que já tinham feito isso. O Carlos era o que dá pra chamar de um cara mais ou menos na aparência: altura mediana, magro, jeito simples, trabalhador, responsável e talvez o único defeito dele era não ter muito bom gosto pra se vestir, mas eu amava ele e ele me amava pra caramba.
Muitas amigas (sempre as amigas) me aconselhavam a largar ele, porque diziam que eu era gostosa demais pra ele, e era verdade; várias vezes chegavam homens atraentes, alguns com más intenções, acho; outros com mais vontade de me conhecer; alguns com muita grana, mas eu queria o Carlos e não desejava outra coisa senão ficar do lado dele. Não entrava na minha cabeça a ideia de que, por eu ser bonita fisicamente, tinha que estar com um homem igual, não...
No começo do nosso namoro, minha mãe tentou influenciar essa pensamento, coisa que eu não tolerava. Nunca tive um namorado bonitão antes; antes do Carlos, tive três namorados, mas todos foram, como já disse, mais ou menos. Eu teria adorado ficar com um cara atraente, mas não tive sorte e também não acho que seja algo indispensável. Também não vão pensar que sou uma caretona e não consigo apreciar um homem gostoso — sempre faço isso lendo revistas, vendo TV ou, como agora, observando esse belo galã aqui no restaurante.
No meu país, sou considerada branca, mas na Europa, com certeza sou morena ou latina, sei lá. Tenho 1,69m, cabelo preto castanho médio ondulado, que cai um pouco abaixo dos ombros, meu rosto é atraente; olhos claros, lábios sensuais (como vários caras já me disseram)... No geral, tenho um rosto de traços bonitos, mas isso não significa que sou vaidosa. Tenho um corpo escultural, e isso graças à minha mãe: peitos grandes e redondos, mas firmes, bem empinadinhos; uma cintura finíssima, nem um pneu de gordura; quadris largos e bem desenhados, uma bunda bem redondinha e formada, e umas pernas lindas e longas. Por isso, na rua, é difícil pra mim andar com roupas leves ou muito justas, e quando vou sozinha, os homens passam dos limites com seus cantadas e grosserias. Normalmente, me visto de forma moderada, exceto quando estou com meu namorado ou quando vou a alguma festa ou fazer compras num shopping.
Bem, enquanto esperava o Carlos, eu curtia a beleza do cara sentado na outra mesa, meus pensamentos iam indo um pouco além, e por um instante me senti meio excitada pensando algo proibido com ele; não sei o que deu em mim, mas me senti mal, sabendo que ia me casar e estava pensando nessas coisas. Mas não via nada de errado, afinal, não estava fazendo nada; achei que era por causa da ansiedade de querer logo ter a noite de núpcias. Há vários dias, dentro de mim, havia uma inquietação que ia se transformando em excitação. O que acontece é que eu e o Carlos só tínhamos... Já transei duas vezes e a gente tinha combinado de deixar as outras vezes pra depois que casasse. As duas vezes foram bem doces e ao mesmo tempo contidas, porque a gente segurava a paixão e só fazia tudo bem moderado; não sei se vocês me entendem, mas era algo recatado, nada de posições, só a tradicional, ele por cima de mim.
Assim eu continuava olhando pro desconhecido adônis, quando de repente chegou meu namorado; que surpresa, não consegui evitar de ficar vermelha!..., ainda bem que ele não percebeu nada. Chamou o garçom e pedimos o que queríamos almoçar. Durante o almoço, era difícil pra mim parar de olhar pro cara gostoso. Tive que ser muito discreta pra fazer isso. Enquanto comíamos, chegou uma mulher linda, loira, muito alta e sensual, e se aproximou da mesa do homem; os dois se cumprimentaram e eu percebi que tinham muita intimidade, mas aquela intimidade de quem não tem nada sério entre os dois, como se fosse um jogo e com certeza era, porque ele tinha cara de playboy e ela, daquelas mulheres sofisticadas, mas que são fáceis de levar pra cama com esse tipo de cara.
Senti inveja dela, queria estar no lugar dela. Vi ele pegar na mão dela e até sussurrar algo no ouvido dela, e ela ria de um jeito provocante, eram um pro outro. Carlos, enquanto isso, ia falando sobre nosso casamento e nossa tão esperada lua de mel, eu tive que fazer as duas coisas ao mesmo tempo, conversar com ele e observar o que rolava na outra mesa, essa última, bem discretamente. Levantei pra ir ao banheiro e, na volta, chamei a atenção do gato, desde que entrei no salão até ficar quase na frente dele; ele me olhou de cima a baixo, quase desmaiei, fiquei muito nervosa ao sentir o olhar forte daquele homem tão atraente. Quando sentei, meu namorado disse que eu estava linda demais e gostosa, e não era à toa, tinha me preocupado em me arrumar bem pro nosso último encontro de solteiros.
Tinha pintado os lábios De vermelho, ela usava uma blusa branca de seda, uma minissaia solta de pompons bege, sapatilhas da mesma cor de salto alto, meias brancas até as coxas, presas pelo próprio elástico das meias, calcinha e sutiã brancos, um sutiã de renda e uma calcinha fio dental de algodão. Carlos se abaixou safado debaixo da mesa e me disse que dava pra ver os elásticos das minhas meias e parte das minhas coxas que as meias não cobriam. Eu sorri pra ele, mas me sentia nervosa pela impressão que o desconhecido me deixou com o olhar dele. Definitivamente, eu tava meio excitada, e com certeza aquele homem deve ter sentido o mesmo ao me ver tão gostosa e sensual.
O almoço acabou, Carlos e eu nos despedimos com um beijo e cada um seguiu seu rumo, eu tinha que ir pra casa e ele pro trabalho. Antes de sair do salão do restaurante, virei pra olhar e o homem gato que me observava, e corajosamente dei um sorrisinho leve pra ele, não tive mais tempo pra nada e saí do restaurante. Já no meu carro, fui esquecendo da situação desconfortável que tinha passado, embora fosse gostoso ver ele, era difícil saber o que fazer, como quem diz, de longe só.
Já em casa, duas horas depois, meu namorado me ligou dizendo que o gerente do hotel onde a gente ia passar nossa primeira noite de núpcias, antes de ir pra lua de mel, tinha ligado pra ele ir dar o ok na suíte de casal; ele disse que não dava pra ir e, como o gerente do hotel ia embora às seis, me pediu por favor pra ir eu, o que aceitei de boa.
Do jeito que tava vestida, saí pro hotel; quando cheguei na recepção, me apresentei e perguntei pelo gerente. Esperei uns minutos, e que surpresa que eu tive, quase desmaiei de novo!, o gerente era nada mais nada menos que o homem gato do restaurante. Ele me perguntou se eu tava passando mal, falou isso por causa do vermelhão que eu fiquei quando vi ele, ele no entanto como se nada tivesse acontecido, não tinha dúvida que era um expert com as mulheres; ele atuava muito bem e era a Uma vez, um cavalheiro educado e gentil. Ele me pegou pelo braço e me levou até um elevador, eu não conseguia falar; ele me parabenizava pelo meu casamento tão próximo, mas tinha um sorriso cínico e ao mesmo tempo sensual que me dava vontade de beijá-lo e ao mesmo tempo dar uns tapas na cara dele.
Saímos do elevador e eu, já recuperada do susto, andei sozinha, rebolando minha bunda gostosa. Ele abriu a porta do quarto e, enquanto falava sobre ele, minha mente estava em outro lugar, não prestava atenção no que ele dizia, sentia tanta atração física por ele que não conseguia agir normalmente. Quando estávamos perto da sacada, entrou um vento forte que levantou minha minissaia por uns 4 ou 5 segundos, tempo suficiente para ele apreciar minha figura atraente numa roupa íntima sugestiva; me excitei ao pensar que ele tenha gostado de me ver assim.
Quando entramos no quarto, me deitei na cama de casal de bruços, e pelo movimento que fiz, sabia que a minissaia não estava cobrindo completamente minhas nádegas, peguei um travesseiro e comecei a apertá-lo como se estivesse aproveitando o conforto da cama, ao mesmo tempo que balançava minha bunda. Pedi para ele ligar o ventilador que estava aos pés da cama, e quando ele fez isso, minha minissaia levantou para trás, deixando minha bunda redonda coberta apenas pela minha calcinha branca.
Eu agia como se nada estivesse acontecendo, quando senti as mãos dele segurando os elásticos da minha calcinha e esticando-os de tal forma que ela ficou presa entre minhas nádegas, sem que eu me opusesse. Me excitei ao sentir minha roupa íntima apertando minha buceta, e mais ainda quando senti a língua dele lambendo minhas pernas e nádegas com habilidade. Tive arrepios de excitação ao sentir ele baixando minha calcinha lentamente até chegar nos meus sapatos. Me ajoelhei na cama para mostrar minha vulva, que estava completamente molhada, achando que ele ia me acariciar com as mãos como o Carlos fazia às vezes.
Senti como sua língua percorria meus lábios vaginais e tentava enfiar na minha rachinha, o rosto dele se afundava na minha buceta e eu me contorcia de prazer ao sentir aquela sensação nova; a língua dele continuava fazendo travessuras, deslizava entre minhas nádegas e lambia meu cu, eu dizia pra ele não fazer aquilo, mas eram só palavras, porque na verdade eu adorava, amava saber que um homem gostoso e com um corpo atlético tava me chupando o cu e fazendo essas coisinhas tão yummy e novas pra mim. Quando a língua dele com os lábios se empolgavam rapidinho na minha buceta, senti um orgasmo fenomenal, nunca tinha derramado tanto líquido igual agora. Me senti desfalecer, mas nem ele nem a língua dele pararam, continuou lambendo minha buceta até eu ter o segundo orgasmo.
Que tasty ele me chupava, esse belo exemplar masculino!... Eu, por minha vez, era uma boneca pra ele, com meu rosto delirando de prazer sem me opor a nada, deixava esse papacito fazer o que quisesse comigo. Ele tirou minha minissaia e minha blusa, arrancou meu sutiã e começou a se empanturrar com meus peitos. Mordia meus bicos, lambia eles e eu gemia excitada, dizendo sem parar:
Que tasty, que tasty!... Assim, papacito, não para!... — ele me pediu por favor pra ficar só com as meias e as sapatilhas, porque dizia que eu parecia uma slut de classe, e na real eu me sentia uma verdadeira slut naqueles momentos, uma puta que delirava de prazer por estar com um homem tão sexy.
Quando eu tava aproveitando feliz as carícias, beijos e lambidas dele, fui tirando a calça dele, que tasty ele tava de cueca!, tão musculoso e peludo; e quando tirei a roupa íntima dele, fiquei muito excitada ao ver o cock dele bem duro, tão grosso e imenso. O do Carlos era a metade daquilo, ele me puxou pelos cabelos e colocou a ponta do cacete dele nos meus lábios, peguei com carinho e engoli ele inteiro num instante… Chupei com orgulho, que cock, que homem!... Ao mesmo tempo, ele lambia minha buceta e enfiava o dedo no meu cu; nunca teria tolerava que o Carlos fizesse isso comigo, mas esse papai gostoso tava liberado pra fazer o que quisesse comigo.
Fiquei brincando com o pau dele uns dez minutos, pensava no Carlos enquanto me acabava naquele órgão viril, amava tanto meu namorado, que no dia seguinte a gente ia casar, mas o tesão me dominava e a única coisa que eu sonhava era ser comida pelo meu playboy. Não demorou muito pra acontecer, ele se ajeitou atrás de mim e, apoiado na minha bunda, meteu na minha buceta; sentia o pauzão dele deslizar e ele se mexia tão gostoso que meus orgasmos vinham um atrás do outro; o prazer que eu sentia era de louco, eu gemia e gritava pedindo mais e mais. Ficava louca de ter dentro de mim aquela ferramenta tão boa e, mais ainda, com um homem tão bonito.
Fiquei com medo de engravidar, mas como ia recusar aquele esperma que muitas mulheres invejavam e que, com certeza, tinha sido provado por damas elegantes e lindas que viravam umas putas quando tinham esse macho dentro delas? Pensei no meu casamento e no meu futuro maridinho, mas era inevitável, continuei rebolando ainda mais, como nunca tinha feito, tinha que me esforçar pra ele se sentir satisfeito. Ficava louca de saber que eu tava sendo infiel, uma puta infiel que em poucas horas ia casar, e no auge do êxtase com mais um dos meus orgasmos. Senti o esperma quente dele escorrendo dentro de mim, me sacudi toda porque o prazer que eu sentia era indescritível, que luxúria gostosa e que feliz eu me sentia.
Sou toda sua-, eu dizia sem vergonha, -vou ser sua pra sempre, e até pagaria o que fosse pra ter você na minha buceta todos os dias da minha vida-, falava com toda a convicção.
Depois do orgasmo dele, ele caiu exausto do meu lado, e começou a acariciar minha bunda redonda, passava a mão nas minhas nádegas com suavidade e um dos dedos dele deslizava provocadoramente entre elas, parando no meu cuzinho. Senti uma sensação estranha, mas pra ele tudo era permitido, tudo. Depois de um tempo, senti de novo um mar de tesão, enquanto ele Acariciava, o pau dele crescia ao máximo, e sem perder tempo, colocou a ponta da vara no meu rabo e me penetrou pelo meu cu virgem; senti uma dor forte no começo, mas conforme ele ia se movendo, a dor se transformou num prazer que eu acabava de descobrir.
Que gostoso ele enfiava o pau no meu ânus!, me sentia uma pecadora, uma qualquer, uma mulher suja e muito puta, mas quanto mais ele metia, mais eu me excitava. «Carlos nunca fez isso comigo», pensava comigo mesma, «nunca, mas que delícia», não é, meninas? Mmm, eu estava em outra órbita de tanto prazer que sentia!... Carlos nunca faria isso comigo, nunca permitiria, e decidi comigo mesma que ninguém podia explorar meu cu, a não ser que fosse de novo esse homem, ou quem sabe? Algum outro gostoso por aí, sim, com certeza eu permitiria, mas pro meu maridinho, jamais, ele só teria acesso pela buceta, eu tinha que mostrar que era uma esposa decente e não uma vagabunda que adora paus de homens bonitos no rabo. Mmm, como eu fico excitada só de pensar que era infiel e meu cu estava sendo inaugurado por um desconhecido!...
Eu percebia que ele também sentia prazer, eu era linda e gostosa, e meu corpo também era desejado pelos homens, principalmente minha bunda e meus peitos, estava satisfeita em poder dar tudo pra outro homem, pra outro que não fosse meu futuro marido.
De novo senti o gozo dele dentro de mim, dessa vez no meu reto, depois de explodirmos ambos aos gritos, ficamos exaustos, descansamos quinze minutos e nos vestimos de novo. Mas minha calcinha atrevida eu dei de lembrança pra ele, e assim fui pra casa, sem calcinha, mas feliz por ter vivido uma aventura excitante e inesquecível. Uma verdadeira despedida de solteira.
No dia seguinte me casei, e fomos passar a noite de núpcias no hotel. Embora não tenha sido ruim transar com meu marido, me senti insatisfeita comparado com o que vivi no dia anterior, então enquanto meu marido dormia, o playboy subiu na suíte e me deu mais uns orgasmos como Só ele sabe fazer. A gente comeu na cozinha, eu só de meia e cinta-liga branca pra deixar ele mais excitado, e ainda me deu uma lambida no cu que me fez berrar de prazer, ficando pendente de me violentar analmente na próxima vez que eu visse ele.
O que a gente pode fazer, mina, com um homem desses? Não tem jeito, é só satisfazer ele.
Pedi pro garçom me levar até a mesa reservada e, já sentada com o cardápio na mão, me chamou a atenção um homem sentado a só duas mesas da minha. Era um cara lindo pra caralho, daqueles que parecem ter saído de uma revista de modelos. Vestia um terno cinza e tava na mesa de lado pra mim, de um jeito que nem percebia que eu tava olhando.
Era loiro acinzentado, perfil reto tipo italiano, muito gostoso mesmo. Por isso fiquei admirando ele, claro que na discrição, pra ele não notar e também por causa do meu namorado, que podia chegar a qualquer hora.
Eu tava há três anos com o Carlos, nosso relacionamento era bem sólido, mesmo que de vez em quando eu reparasse em algum cara bonito, mas nunca cheguei a trair ele, era muito medrosa pra essas coisas, apesar de ter amigas que já tinham feito isso. O Carlos era o que dá pra chamar de um cara mais ou menos na aparência: altura mediana, magro, jeito simples, trabalhador, responsável e talvez o único defeito dele era não ter muito bom gosto pra se vestir, mas eu amava ele e ele me amava pra caramba.
Muitas amigas (sempre as amigas) me aconselhavam a largar ele, porque diziam que eu era gostosa demais pra ele, e era verdade; várias vezes chegavam homens atraentes, alguns com más intenções, acho; outros com mais vontade de me conhecer; alguns com muita grana, mas eu queria o Carlos e não desejava outra coisa senão ficar do lado dele. Não entrava na minha cabeça a ideia de que, por eu ser bonita fisicamente, tinha que estar com um homem igual, não...
No começo do nosso namoro, minha mãe tentou influenciar essa pensamento, coisa que eu não tolerava. Nunca tive um namorado bonitão antes; antes do Carlos, tive três namorados, mas todos foram, como já disse, mais ou menos. Eu teria adorado ficar com um cara atraente, mas não tive sorte e também não acho que seja algo indispensável. Também não vão pensar que sou uma caretona e não consigo apreciar um homem gostoso — sempre faço isso lendo revistas, vendo TV ou, como agora, observando esse belo galã aqui no restaurante.
No meu país, sou considerada branca, mas na Europa, com certeza sou morena ou latina, sei lá. Tenho 1,69m, cabelo preto castanho médio ondulado, que cai um pouco abaixo dos ombros, meu rosto é atraente; olhos claros, lábios sensuais (como vários caras já me disseram)... No geral, tenho um rosto de traços bonitos, mas isso não significa que sou vaidosa. Tenho um corpo escultural, e isso graças à minha mãe: peitos grandes e redondos, mas firmes, bem empinadinhos; uma cintura finíssima, nem um pneu de gordura; quadris largos e bem desenhados, uma bunda bem redondinha e formada, e umas pernas lindas e longas. Por isso, na rua, é difícil pra mim andar com roupas leves ou muito justas, e quando vou sozinha, os homens passam dos limites com seus cantadas e grosserias. Normalmente, me visto de forma moderada, exceto quando estou com meu namorado ou quando vou a alguma festa ou fazer compras num shopping.
Bem, enquanto esperava o Carlos, eu curtia a beleza do cara sentado na outra mesa, meus pensamentos iam indo um pouco além, e por um instante me senti meio excitada pensando algo proibido com ele; não sei o que deu em mim, mas me senti mal, sabendo que ia me casar e estava pensando nessas coisas. Mas não via nada de errado, afinal, não estava fazendo nada; achei que era por causa da ansiedade de querer logo ter a noite de núpcias. Há vários dias, dentro de mim, havia uma inquietação que ia se transformando em excitação. O que acontece é que eu e o Carlos só tínhamos... Já transei duas vezes e a gente tinha combinado de deixar as outras vezes pra depois que casasse. As duas vezes foram bem doces e ao mesmo tempo contidas, porque a gente segurava a paixão e só fazia tudo bem moderado; não sei se vocês me entendem, mas era algo recatado, nada de posições, só a tradicional, ele por cima de mim.
Assim eu continuava olhando pro desconhecido adônis, quando de repente chegou meu namorado; que surpresa, não consegui evitar de ficar vermelha!..., ainda bem que ele não percebeu nada. Chamou o garçom e pedimos o que queríamos almoçar. Durante o almoço, era difícil pra mim parar de olhar pro cara gostoso. Tive que ser muito discreta pra fazer isso. Enquanto comíamos, chegou uma mulher linda, loira, muito alta e sensual, e se aproximou da mesa do homem; os dois se cumprimentaram e eu percebi que tinham muita intimidade, mas aquela intimidade de quem não tem nada sério entre os dois, como se fosse um jogo e com certeza era, porque ele tinha cara de playboy e ela, daquelas mulheres sofisticadas, mas que são fáceis de levar pra cama com esse tipo de cara.
Senti inveja dela, queria estar no lugar dela. Vi ele pegar na mão dela e até sussurrar algo no ouvido dela, e ela ria de um jeito provocante, eram um pro outro. Carlos, enquanto isso, ia falando sobre nosso casamento e nossa tão esperada lua de mel, eu tive que fazer as duas coisas ao mesmo tempo, conversar com ele e observar o que rolava na outra mesa, essa última, bem discretamente. Levantei pra ir ao banheiro e, na volta, chamei a atenção do gato, desde que entrei no salão até ficar quase na frente dele; ele me olhou de cima a baixo, quase desmaiei, fiquei muito nervosa ao sentir o olhar forte daquele homem tão atraente. Quando sentei, meu namorado disse que eu estava linda demais e gostosa, e não era à toa, tinha me preocupado em me arrumar bem pro nosso último encontro de solteiros.
Tinha pintado os lábios De vermelho, ela usava uma blusa branca de seda, uma minissaia solta de pompons bege, sapatilhas da mesma cor de salto alto, meias brancas até as coxas, presas pelo próprio elástico das meias, calcinha e sutiã brancos, um sutiã de renda e uma calcinha fio dental de algodão. Carlos se abaixou safado debaixo da mesa e me disse que dava pra ver os elásticos das minhas meias e parte das minhas coxas que as meias não cobriam. Eu sorri pra ele, mas me sentia nervosa pela impressão que o desconhecido me deixou com o olhar dele. Definitivamente, eu tava meio excitada, e com certeza aquele homem deve ter sentido o mesmo ao me ver tão gostosa e sensual.
O almoço acabou, Carlos e eu nos despedimos com um beijo e cada um seguiu seu rumo, eu tinha que ir pra casa e ele pro trabalho. Antes de sair do salão do restaurante, virei pra olhar e o homem gato que me observava, e corajosamente dei um sorrisinho leve pra ele, não tive mais tempo pra nada e saí do restaurante. Já no meu carro, fui esquecendo da situação desconfortável que tinha passado, embora fosse gostoso ver ele, era difícil saber o que fazer, como quem diz, de longe só.
Já em casa, duas horas depois, meu namorado me ligou dizendo que o gerente do hotel onde a gente ia passar nossa primeira noite de núpcias, antes de ir pra lua de mel, tinha ligado pra ele ir dar o ok na suíte de casal; ele disse que não dava pra ir e, como o gerente do hotel ia embora às seis, me pediu por favor pra ir eu, o que aceitei de boa.
Do jeito que tava vestida, saí pro hotel; quando cheguei na recepção, me apresentei e perguntei pelo gerente. Esperei uns minutos, e que surpresa que eu tive, quase desmaiei de novo!, o gerente era nada mais nada menos que o homem gato do restaurante. Ele me perguntou se eu tava passando mal, falou isso por causa do vermelhão que eu fiquei quando vi ele, ele no entanto como se nada tivesse acontecido, não tinha dúvida que era um expert com as mulheres; ele atuava muito bem e era a Uma vez, um cavalheiro educado e gentil. Ele me pegou pelo braço e me levou até um elevador, eu não conseguia falar; ele me parabenizava pelo meu casamento tão próximo, mas tinha um sorriso cínico e ao mesmo tempo sensual que me dava vontade de beijá-lo e ao mesmo tempo dar uns tapas na cara dele.
Saímos do elevador e eu, já recuperada do susto, andei sozinha, rebolando minha bunda gostosa. Ele abriu a porta do quarto e, enquanto falava sobre ele, minha mente estava em outro lugar, não prestava atenção no que ele dizia, sentia tanta atração física por ele que não conseguia agir normalmente. Quando estávamos perto da sacada, entrou um vento forte que levantou minha minissaia por uns 4 ou 5 segundos, tempo suficiente para ele apreciar minha figura atraente numa roupa íntima sugestiva; me excitei ao pensar que ele tenha gostado de me ver assim.
Quando entramos no quarto, me deitei na cama de casal de bruços, e pelo movimento que fiz, sabia que a minissaia não estava cobrindo completamente minhas nádegas, peguei um travesseiro e comecei a apertá-lo como se estivesse aproveitando o conforto da cama, ao mesmo tempo que balançava minha bunda. Pedi para ele ligar o ventilador que estava aos pés da cama, e quando ele fez isso, minha minissaia levantou para trás, deixando minha bunda redonda coberta apenas pela minha calcinha branca.
Eu agia como se nada estivesse acontecendo, quando senti as mãos dele segurando os elásticos da minha calcinha e esticando-os de tal forma que ela ficou presa entre minhas nádegas, sem que eu me opusesse. Me excitei ao sentir minha roupa íntima apertando minha buceta, e mais ainda quando senti a língua dele lambendo minhas pernas e nádegas com habilidade. Tive arrepios de excitação ao sentir ele baixando minha calcinha lentamente até chegar nos meus sapatos. Me ajoelhei na cama para mostrar minha vulva, que estava completamente molhada, achando que ele ia me acariciar com as mãos como o Carlos fazia às vezes.
Senti como sua língua percorria meus lábios vaginais e tentava enfiar na minha rachinha, o rosto dele se afundava na minha buceta e eu me contorcia de prazer ao sentir aquela sensação nova; a língua dele continuava fazendo travessuras, deslizava entre minhas nádegas e lambia meu cu, eu dizia pra ele não fazer aquilo, mas eram só palavras, porque na verdade eu adorava, amava saber que um homem gostoso e com um corpo atlético tava me chupando o cu e fazendo essas coisinhas tão yummy e novas pra mim. Quando a língua dele com os lábios se empolgavam rapidinho na minha buceta, senti um orgasmo fenomenal, nunca tinha derramado tanto líquido igual agora. Me senti desfalecer, mas nem ele nem a língua dele pararam, continuou lambendo minha buceta até eu ter o segundo orgasmo.
Que tasty ele me chupava, esse belo exemplar masculino!... Eu, por minha vez, era uma boneca pra ele, com meu rosto delirando de prazer sem me opor a nada, deixava esse papacito fazer o que quisesse comigo. Ele tirou minha minissaia e minha blusa, arrancou meu sutiã e começou a se empanturrar com meus peitos. Mordia meus bicos, lambia eles e eu gemia excitada, dizendo sem parar:
Que tasty, que tasty!... Assim, papacito, não para!... — ele me pediu por favor pra ficar só com as meias e as sapatilhas, porque dizia que eu parecia uma slut de classe, e na real eu me sentia uma verdadeira slut naqueles momentos, uma puta que delirava de prazer por estar com um homem tão sexy.
Quando eu tava aproveitando feliz as carícias, beijos e lambidas dele, fui tirando a calça dele, que tasty ele tava de cueca!, tão musculoso e peludo; e quando tirei a roupa íntima dele, fiquei muito excitada ao ver o cock dele bem duro, tão grosso e imenso. O do Carlos era a metade daquilo, ele me puxou pelos cabelos e colocou a ponta do cacete dele nos meus lábios, peguei com carinho e engoli ele inteiro num instante… Chupei com orgulho, que cock, que homem!... Ao mesmo tempo, ele lambia minha buceta e enfiava o dedo no meu cu; nunca teria tolerava que o Carlos fizesse isso comigo, mas esse papai gostoso tava liberado pra fazer o que quisesse comigo.
Fiquei brincando com o pau dele uns dez minutos, pensava no Carlos enquanto me acabava naquele órgão viril, amava tanto meu namorado, que no dia seguinte a gente ia casar, mas o tesão me dominava e a única coisa que eu sonhava era ser comida pelo meu playboy. Não demorou muito pra acontecer, ele se ajeitou atrás de mim e, apoiado na minha bunda, meteu na minha buceta; sentia o pauzão dele deslizar e ele se mexia tão gostoso que meus orgasmos vinham um atrás do outro; o prazer que eu sentia era de louco, eu gemia e gritava pedindo mais e mais. Ficava louca de ter dentro de mim aquela ferramenta tão boa e, mais ainda, com um homem tão bonito.
Fiquei com medo de engravidar, mas como ia recusar aquele esperma que muitas mulheres invejavam e que, com certeza, tinha sido provado por damas elegantes e lindas que viravam umas putas quando tinham esse macho dentro delas? Pensei no meu casamento e no meu futuro maridinho, mas era inevitável, continuei rebolando ainda mais, como nunca tinha feito, tinha que me esforçar pra ele se sentir satisfeito. Ficava louca de saber que eu tava sendo infiel, uma puta infiel que em poucas horas ia casar, e no auge do êxtase com mais um dos meus orgasmos. Senti o esperma quente dele escorrendo dentro de mim, me sacudi toda porque o prazer que eu sentia era indescritível, que luxúria gostosa e que feliz eu me sentia.
Sou toda sua-, eu dizia sem vergonha, -vou ser sua pra sempre, e até pagaria o que fosse pra ter você na minha buceta todos os dias da minha vida-, falava com toda a convicção.
Depois do orgasmo dele, ele caiu exausto do meu lado, e começou a acariciar minha bunda redonda, passava a mão nas minhas nádegas com suavidade e um dos dedos dele deslizava provocadoramente entre elas, parando no meu cuzinho. Senti uma sensação estranha, mas pra ele tudo era permitido, tudo. Depois de um tempo, senti de novo um mar de tesão, enquanto ele Acariciava, o pau dele crescia ao máximo, e sem perder tempo, colocou a ponta da vara no meu rabo e me penetrou pelo meu cu virgem; senti uma dor forte no começo, mas conforme ele ia se movendo, a dor se transformou num prazer que eu acabava de descobrir.
Que gostoso ele enfiava o pau no meu ânus!, me sentia uma pecadora, uma qualquer, uma mulher suja e muito puta, mas quanto mais ele metia, mais eu me excitava. «Carlos nunca fez isso comigo», pensava comigo mesma, «nunca, mas que delícia», não é, meninas? Mmm, eu estava em outra órbita de tanto prazer que sentia!... Carlos nunca faria isso comigo, nunca permitiria, e decidi comigo mesma que ninguém podia explorar meu cu, a não ser que fosse de novo esse homem, ou quem sabe? Algum outro gostoso por aí, sim, com certeza eu permitiria, mas pro meu maridinho, jamais, ele só teria acesso pela buceta, eu tinha que mostrar que era uma esposa decente e não uma vagabunda que adora paus de homens bonitos no rabo. Mmm, como eu fico excitada só de pensar que era infiel e meu cu estava sendo inaugurado por um desconhecido!...
Eu percebia que ele também sentia prazer, eu era linda e gostosa, e meu corpo também era desejado pelos homens, principalmente minha bunda e meus peitos, estava satisfeita em poder dar tudo pra outro homem, pra outro que não fosse meu futuro marido.
De novo senti o gozo dele dentro de mim, dessa vez no meu reto, depois de explodirmos ambos aos gritos, ficamos exaustos, descansamos quinze minutos e nos vestimos de novo. Mas minha calcinha atrevida eu dei de lembrança pra ele, e assim fui pra casa, sem calcinha, mas feliz por ter vivido uma aventura excitante e inesquecível. Uma verdadeira despedida de solteira.
No dia seguinte me casei, e fomos passar a noite de núpcias no hotel. Embora não tenha sido ruim transar com meu marido, me senti insatisfeita comparado com o que vivi no dia anterior, então enquanto meu marido dormia, o playboy subiu na suíte e me deu mais uns orgasmos como Só ele sabe fazer. A gente comeu na cozinha, eu só de meia e cinta-liga branca pra deixar ele mais excitado, e ainda me deu uma lambida no cu que me fez berrar de prazer, ficando pendente de me violentar analmente na próxima vez que eu visse ele.
O que a gente pode fazer, mina, com um homem desses? Não tem jeito, é só satisfazer ele.
1 comentários - Un día antes de mi boda