Meu nome é Carolina, tenho 19 anos e me irrita que meu irmão de 18 anos passe o dia todo trancado no quarto jogando os joguinhos de computador dele, sendo um completo antissocial, enquanto eu tenho amigos de verdade e sei me divertir sem precisar dessas coisas. Mesmo ele negando, eu sei que ainda é um garoto virgem que nunca esteve com uma mulher. Eu, na minha idade, já transei com vários caras, e em alguns casos eram homens casados. Sou uma gostosa com curvas bonitas e um cabelo castanho lindo. O que vou contar aconteceu numa tarde de verão em que eu estava entediada pra caralho, mas aí me veio a ideia de ir ao cinema com meu irmão. Entrei no quarto dele, me joguei na cama e perguntei se ele queria ir, mas ele nem ligou pra mim, continuou vidrado no joguinho de computador. Supliquei, mas não teve jeito, ele queria continuar jogando aquela merda. Então, já que não consegui convencê-lo, resolvi entender por que aquele jogo era tão viciante. Antes de continuar, preciso dizer que naquele dia tava um calor do caralho, e eu estava vestindo um shortinho curto e sem sutiã. O calor fazia meus bicos dos peitos colarem na regata que eu tava usando. Então, o que fiz foi sentar em cima dele e pedir pra ele me explicar o jogo. Eu: "Me ensina a jogar?" Ele: "Ahhh, que chata que você é." Ele começou a explicar sobre o personagem dele e as habilidades que tinha, e eu, ouvindo, não entendia porra nenhuma, tudo me pareceu bem chato. De repente, ele começou a ficar nervoso e a gaguejar enquanto falava. Eu: "O que foi?" Ele: "Nada, nada." Ele continuou me explicando até que comecei a sentir um movimento debaixo da minha bunda e, então, entendi o que tava rolando. Meu irmãozinho ficou nervoso porque tava excitado com a minha bunda em cima dele, e o que senti foi a piroca dele querendo subir. No começo, achei meio engraçado, mas como sou meio safada, também fiquei com tesão. O que fiz em seguida foi me segurar nas pernas dele e começar a mover meu quadril fazendo minha bunda balançar pra frente e pra trás no pau dele. Aí peguei as mãos dele e coloquei pra dentro da minha regata pra ele agarrar meus peitos. Continuei com meus movimentos de quadril enquanto ele apalpava minhas tetas. Depois de uns minutos, virei de costas e comecei a beijar ele. Ele não soltava minhas tetas, e eu tive que beijar ele assim. Depois de beijar, tirei a regata e fiquei de peitos de fora. Me ajoelhei no chão e devagar fui tirando a calça dele. Tive uma bela surpresa ao ver que o pau do meu irmão era meio grande. Quando peguei nele, já tava meio pegajoso, e ele, ao sentir que eu segurava, começou a sentir muito prazer, porque balançava a cabeça pra todo lado. Eu tinha que chupar devagar, porque se fizesse do jeito que fazia com meus namorados, ele ia gozar rápido. Quando sentiu o pau dele dentro da minha boca pela primeira vez, a cabeça dele foi pra trás e os olhos ficaram vidrados no teto. Umas vezes tive que parar porque ele me fez entender que ia gozar, e eu não queria que acabasse rápido. Quando eu parava, começava a chupar as bolas dele. Fazendo isso, meu irmão aguentou uns 15 minutos. Pra finalizar, masturbei ele freneticamente e, quando senti que ele ia gozar, abri a boca e engoli o leite dele. Eu: valeu, irmãozinho, tava muito gostoso. Ele: de nada. Eu: você vai comigo no cinema. Ele: deixa eu tomar um banho e aí a gente vai. Meu irmão entrou no banho e eu também precisava tomar, e como meus pais não estavam, entrei no banheiro logo depois que ele entrou. Ele tava debaixo do chuveiro lavando o cabelo quando entrei no banheiro. Ele não percebeu que eu tinha entrado, continuava na dele. Tirei a roupa e ele notou que eu tava com ele quando entrei na banheira e comecei a tocar no pau dele. — Mas o que você tá fazendo?? — Pensei que você precisava de companhia. — Nossos pais vão chegar e vão nos ver. — Relaxa, eles tão na casa da vó. Eu comecei a fazer uma masturbação nele, enquanto ele continuava lavando o cabelo. Quando a pica ficou dura, enfiei na boca e comecei a chupar. É muito bom chupar pica debaixo do chuveiro, experimentem, meninas.
Depois dei uma pausa, coloquei a pica dele entre meus peitos e comecei a masturbar ele assim. Em seguida, enfiei a pica dele na boca de novo.
Ele pegou a esponja e começou a passar na parte superior do corpo, depois quis passar na parte de baixo.
— Deixa eu passar a esponja, irmãzinha?
— Dá aqui que eu ajudo.
Ele me deu a esponja, e eu passei primeiro pelas pernas dele, depois pelos testículos e pela pica dele. Quando esfregava a esponja na pica dele, fazia devagar e não deixei nenhuma parte sem sabão.
— Agora você tem que passar a esponja em mim — falei pra ele.
Dei a esponja pra ele, e ele primeiro passou nos meus braços e nos meus peitos, depois nas minhas pernas, e quando senti que ele passava na minha buceta, comecei a ficar excitada e decidi abrir um pouco a perna pra ele ensaboar melhor aquela parte.
Depois de tirar o sabão dos nossos corpos, eu me virei, apoiei as mãos nos azulejos e comecei a pedir pica.
— Mete em mim, irmãozinho.
Ele me segurou pela cintura e, depois de encaixar a pica dele na minha buceta, começou a me penetrar num ritmo gostoso.
— Ahh, ahh — eu dizia.
Ele às vezes largava minha cintura e pegava nos meus peitos.
— Mais forte, irmão.
Ele acelerou as estocadas e me fez sentir mais prazer. Ele não conseguiu manter aquele ritmo por muito tempo e acabou gozando dentro de mim.
— Desculpa, irmãzinha.
— Tudo bem, não é a primeira vez que gozam dentro de mim.
— Você não vai engravidar?
— Agora tomo uma pílula e pronto.
Depois dessa conversinha, eu me ajoelhei e chupei ele de novo.
Nós dois saímos do banheiro, ele se trocou e ficou muito bonito, eu coloquei uma saia bem curtinha e uma blusa.
Pegamos o ônibus para o cinema, e eu me senti muito observada por alguns passageiros que estavam lá.
Ao chegar no cinema, compramos os ingressos e, em vez de sentarmos nos Segurei meu irmão pela mão e levei ele pra última fileira, que tava vazia. Bateu uma vontade de chupar ele, então abaixei o zíper da calça dele e tirei a rola pra fora.
— Mas o que cê tá fazendo??
— Vou te chupar.
— Cê acha que dá certo aqui??
— Fica de olho pra ninguém chegar.
Comecei a chupar ele até que ele falou que um cara tava vindo e eu tive que parar. O homem sentou uns 6 ou 7 assentos à minha direita.
O filme começou e eu fiquei toda dengosa, então sentei no colo dele e, depois de dar uns beijinhos, me deitei sobre o corpo dele.
Já tinham passado 40 minutos de filme e eu queria fazer outra coisa naquela hora. Comecei a passar a mão no volume dele, depois abaixei o zíper e tirei a rola dele de novo. Do jeito que eu tava sentada, era impossível o homem ver o que eu tava fazendo, já que só dava pra ver minhas costas. Aí comecei a masturbar meu irmão e, quando ele ficou duro, me ajeitei pra ele meter. Puxei minha calcinha fio dental, encaixei a rola dele na minha buceta e me deixei cair, enfiando tudo. Com minha saia, ninguém ia ver que ele tava me penetrando. Me segurei no banco da frente e comecei a me mexer pra cima e pra baixo.
Sem perceber, esquecemos do homem, e meu irmão, depois de levantar minha saia, me segurou pela cintura e começou a me mover mais rápido até gozar dentro de mim de novo. Olhei pro homem e vi que ele tava se masturbando olhando pra gente. Precisava fazer alguma coisa pra ele não pensar em contar o que tinha rolado.
— Já volto, irmão.
Saí de cima do meu irmão e fui até o homem.
— Precisa de ajuda com isso?? — perguntei.
— Cê que sabe.
Me ajoelhei no chão e comecei a chupar ele.
— Hmmm, que putinha gostosa.
Meu irmão, em vez de me olhar, ficou vendo o filme.
Levantei minha blusa, tirei meus peitos pra fora e, depois de colocar o pau no meio deles, comecei a masturbar ele assim.
— Gata, vamos pro meu carro.
— Beleza, vamos.
Não avisei meu irmão e deixei ele lá vendo o filme. filme.
Como já era noite e o carro do cara tinha os vidros escuros, a gente conseguiu fazer umas coisinhas no banco de trás.
Primeiro fiquei chupando ele por um bom tempo, e depois ele me comeu de vários jeitos. Primeiro ele me fez subir em cima dele pra me foder, depois me virou e me comeu do mesmo jeito que tinha feito com meu irmão, sentei em cima dele e, enquanto me movia pra cima e pra baixo, eu me segurava no banco da frente. Depois ele abaixou o banco da frente e me colocou de quatro pra continuar me fodendo. Enquanto ele me comia daquele jeito, meu irmão me ligou.
— Cadê você, irmã??
— Saí pra pegar um ar — eu falei com a voz trêmula, enquanto era penetrada.
— Você tá bem??
— Tô, já vou.
— Tô esperando — meu irmão disse.
— Termina logo que eu tenho que ir.
Ele me pegou pelo cabelo e acelerou as estocadas. Quando sentiu que ia gozar, me soltou o cabelo, tirou a piroca e gozou em cima da minha bunda. Dei um beijo no cara e ele me passou o número de telefone dele. Fui buscar meu irmão depois de ter passado uma tarde gostosa com ele e com esse desconhecido.
Depois dei uma pausa, coloquei a pica dele entre meus peitos e comecei a masturbar ele assim. Em seguida, enfiei a pica dele na boca de novo.
Ele pegou a esponja e começou a passar na parte superior do corpo, depois quis passar na parte de baixo.
— Deixa eu passar a esponja, irmãzinha?
— Dá aqui que eu ajudo.
Ele me deu a esponja, e eu passei primeiro pelas pernas dele, depois pelos testículos e pela pica dele. Quando esfregava a esponja na pica dele, fazia devagar e não deixei nenhuma parte sem sabão.
— Agora você tem que passar a esponja em mim — falei pra ele.
Dei a esponja pra ele, e ele primeiro passou nos meus braços e nos meus peitos, depois nas minhas pernas, e quando senti que ele passava na minha buceta, comecei a ficar excitada e decidi abrir um pouco a perna pra ele ensaboar melhor aquela parte.
Depois de tirar o sabão dos nossos corpos, eu me virei, apoiei as mãos nos azulejos e comecei a pedir pica.
— Mete em mim, irmãozinho.
Ele me segurou pela cintura e, depois de encaixar a pica dele na minha buceta, começou a me penetrar num ritmo gostoso.
— Ahh, ahh — eu dizia.
Ele às vezes largava minha cintura e pegava nos meus peitos.
— Mais forte, irmão.
Ele acelerou as estocadas e me fez sentir mais prazer. Ele não conseguiu manter aquele ritmo por muito tempo e acabou gozando dentro de mim.
— Desculpa, irmãzinha.
— Tudo bem, não é a primeira vez que gozam dentro de mim.
— Você não vai engravidar?
— Agora tomo uma pílula e pronto.
Depois dessa conversinha, eu me ajoelhei e chupei ele de novo.
Nós dois saímos do banheiro, ele se trocou e ficou muito bonito, eu coloquei uma saia bem curtinha e uma blusa.
Pegamos o ônibus para o cinema, e eu me senti muito observada por alguns passageiros que estavam lá.
Ao chegar no cinema, compramos os ingressos e, em vez de sentarmos nos Segurei meu irmão pela mão e levei ele pra última fileira, que tava vazia. Bateu uma vontade de chupar ele, então abaixei o zíper da calça dele e tirei a rola pra fora.
— Mas o que cê tá fazendo??
— Vou te chupar.
— Cê acha que dá certo aqui??
— Fica de olho pra ninguém chegar.
Comecei a chupar ele até que ele falou que um cara tava vindo e eu tive que parar. O homem sentou uns 6 ou 7 assentos à minha direita.
O filme começou e eu fiquei toda dengosa, então sentei no colo dele e, depois de dar uns beijinhos, me deitei sobre o corpo dele.
Já tinham passado 40 minutos de filme e eu queria fazer outra coisa naquela hora. Comecei a passar a mão no volume dele, depois abaixei o zíper e tirei a rola dele de novo. Do jeito que eu tava sentada, era impossível o homem ver o que eu tava fazendo, já que só dava pra ver minhas costas. Aí comecei a masturbar meu irmão e, quando ele ficou duro, me ajeitei pra ele meter. Puxei minha calcinha fio dental, encaixei a rola dele na minha buceta e me deixei cair, enfiando tudo. Com minha saia, ninguém ia ver que ele tava me penetrando. Me segurei no banco da frente e comecei a me mexer pra cima e pra baixo.
Sem perceber, esquecemos do homem, e meu irmão, depois de levantar minha saia, me segurou pela cintura e começou a me mover mais rápido até gozar dentro de mim de novo. Olhei pro homem e vi que ele tava se masturbando olhando pra gente. Precisava fazer alguma coisa pra ele não pensar em contar o que tinha rolado.
— Já volto, irmão.
Saí de cima do meu irmão e fui até o homem.
— Precisa de ajuda com isso?? — perguntei.
— Cê que sabe.
Me ajoelhei no chão e comecei a chupar ele.
— Hmmm, que putinha gostosa.
Meu irmão, em vez de me olhar, ficou vendo o filme.
Levantei minha blusa, tirei meus peitos pra fora e, depois de colocar o pau no meio deles, comecei a masturbar ele assim.
— Gata, vamos pro meu carro.
— Beleza, vamos.
Não avisei meu irmão e deixei ele lá vendo o filme. filme.
Como já era noite e o carro do cara tinha os vidros escuros, a gente conseguiu fazer umas coisinhas no banco de trás.
Primeiro fiquei chupando ele por um bom tempo, e depois ele me comeu de vários jeitos. Primeiro ele me fez subir em cima dele pra me foder, depois me virou e me comeu do mesmo jeito que tinha feito com meu irmão, sentei em cima dele e, enquanto me movia pra cima e pra baixo, eu me segurava no banco da frente. Depois ele abaixou o banco da frente e me colocou de quatro pra continuar me fodendo. Enquanto ele me comia daquele jeito, meu irmão me ligou.
— Cadê você, irmã??
— Saí pra pegar um ar — eu falei com a voz trêmula, enquanto era penetrada.
— Você tá bem??
— Tô, já vou.
— Tô esperando — meu irmão disse.
— Termina logo que eu tenho que ir.
Ele me pegou pelo cabelo e acelerou as estocadas. Quando sentiu que ia gozar, me soltou o cabelo, tirou a piroca e gozou em cima da minha bunda. Dei um beijo no cara e ele me passou o número de telefone dele. Fui buscar meu irmão depois de ter passado uma tarde gostosa com ele e com esse desconhecido.
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