Siendo infiel

Me chamo Sofia, tenho 25 anos, meu cabelo é preto liso e comprido até a cintura, tenho olhos negros, sou de pele branca, tenho uma bunda grande e firme, e um par de peitos bem empinados e redondos, sou da Colômbia e moro com meus pais.

A história que vou contar é de quando eu tinha 18 anos, sobre como pela primeira vez eu ia trair meu primeiro namorado, a quem eu amava. Hoje em dia não estamos mais juntos por coisas que eu fiz, a partir da história que vou contar.

Meu namorado se chamava Andrés, já estávamos juntos há um tempo e em casa meus pais gostavam dele. Ele tinha 28 anos, branco, 1,80m de altura. Ele foi minha primeira vez em tudo e o único pau que eu conhecia era o dele. Media uns 16 cm, não muito grosso, mas mesmo assim naquela época eu não ligava pra isso e ele me tratava bem, se preocupava comigo. Mas o sexo já não era a mesma coisa e, por causa do trabalho dele, ele quase não me dedicava tempo.

Decidi procurar um emprego de qualquer coisa e encontrei um de empregada doméstica. Era só ir limpar a casa e pronto, o pagamento não era ruim e o Andrés concordou. Eu realmente não tinha roupa pra esse tipo de trabalho e os shorts que eu tinha eram os que usava pra dormir, mas por causa da minha bunda grande eles ficavam enfiados e pareciam mais um cacheter do que shorts. Mesmo assim decidi usar os que eu vi que não mostrariam tanta carne. Fui com roupa casual: uma calça apertada que deixava ver o quão dura e firme estava minha bunda, uma blusa que realçava meus peitos, mas sem mostrar muito, e uma bolsa com a roupa que eu ia colocar, caso precisasse começar a trabalhar na hora.

Eu estava nervosa. A casa pra onde eu tinha que ir não era muito longe de onde eu morava. Cheguei e era uma casa branca com grades, muito bonita. Toquei a campainha e saiu um senhor de 55 anos, baixo, de cor morena, cabelo preto sem um único fio branco. Ele estava de camiseta e bermuda, dava pra ver que na juventude ele tinha tido bons músculos. O nome dele era Henry. Me apresentei e disse que vim por causa do anúncio no jornal. Ele tinha uma voz grossa, abriu o portão e me deixou entrar.
Quando entrei, vi que a casa era grande e bonita. Ele me disse para sentar na sala, sentou também e começamos a conversar, a nos conhecer melhor. Ele me disse que era ele quem ia me pagar, e perguntou se eu queria começar logo. Eu disse que sim e pedi desculpas pela roupa que ia usar, expliquei que seria só dessa vez. Fui ao banheiro e coloquei o short que achei que não mostraria nada, mas não adiantou. Mal coloquei e vi no espelho que metade da minha bunda aparecia, com o short sumindo entre as minhas nádegas. Pensei que, se o Andrés soubesse que eu ia usar aquilo, não teria me deixado ir. Fiquei com vergonha de estar assim na frente do senhor Henry, mas seria só dessa vez, foi o que pensei.
Quando saí e o senhor Henry me viu, o olhar dele mudou. Dava pra sentir um olhar penetrante. Pedi desculpas de novo pela minha roupa, e ele me disse para ficar tranquila. Fiz o serviço que tinha que fazer, ficando o tempo todo puxando o short do meu cu, e o senhor Henry não tirava os olhos de mim. Terminei e ele perguntou se eu podia voltar à tarde para pegar meu dinheiro. Eu disse que sim e fui para casa.
Quando cheguei em casa, liguei para o Andrés. Ele não atendeu, como é comum nele. Em casa, meus pais quase nunca estavam, então eu ficava sozinha. Na hora de voltar onde o senhor Henry, me vesti com roupa de esporte porque ia para a academia depois de pegar o dinheiro que me dariam. Quando cheguei, o senhor abriu a porta e eu entrei. Ele me disse para sentar, eu sentei e ele me trouxe um suco. Começamos a conversar e, entre uma pergunta e outra, fui contando tudo sobre meu relacionamento com o Andrés, até nossa situação sexual. Foi aí que ele me fez uma proposta que mudaria minha vida.
H: Você já traiu seu namorado?
S: Como é? Eu não sou esse tipo de mulher, me respeite!
H: O que ouvi me parece estranho. Uma mulher tão gostosa como você, ter um namorado... Se ele não enfiar o pau direito, eu te faço essa proposta.
S: Não me interessa e até logo.
H: Vou te dar 3 vezes mais do que ia te pagar pela limpeza da casa, você só tem que se comportar bem comigo.
S: Eu nunca fui infiel, senhor, não sei o que pensar, me dizendo isso assim que te conheço, além do mais eu amo meu namorado.
H: Você quer o dinheiro?
S: Sim.
H: Eu posso te dar o dinheiro, você quer sexo, eu posso te dar um bom sexo, e você não precisa terminar com seu namorado, ele não vai descobrir.
S: NÃO! Seu Henry, além do mais, na sua idade duvido que você consiga ficar duro.
Me virei para ir embora e de repente senti uma palmada forte na bunda que me surpreendeu, e quando me virei para ver o que tinha acontecido, seu Henry me agarrou e me beijou enquanto apertava minha bunda com força, me disse para vir amanhã ver se ele não tinha maior que meu namorado. Eu fiquei que nem uma estátua com o que tinha acabado de acontecer.
Não disse nada, me virei e fui embora. Cheguei em casa e tomei banho, coloquei minha melhor lingerie e um vestido preto apertado que marcava bem minha bunda e deixava meus peitos à mostra. Enquanto ia até meu namorado, sentia os olhares das pessoas me encarando de forma pervertida, não dei atenção. Quando cheguei na casa do meu namorado, ele estava de muito mau humor.
A: Sério, agora não tenho tempo para você, Sofia, estou muito ocupado.
S: Você está sempre ocupado, só me dá uma boa foda e pronto.
A: Você sabe que amadureci, agora não vou ficar perdendo meu tempo com você, quando eu desocupar a gente sai e eu te como, mas agora não.
Fui embora entediada e irritada com o que tinha acontecido. Quando cheguei em casa, tomei banho e coloquei um pijama curto e uma camiseta de esqueleto, e fiquei pensando na palmada e no beijo que levei hoje, não foi ruim, pensei comigo, então decidi algo que mudaria minha vida. Dormi e quando acordei no dia seguinte, tomei banho e deixei minha buceta lisinha, coloquei uma calcinha fio dental preta que desapareceu imediatamente entre minha bunda, vesti uma calça branca que deixei minha bunda bem empinada, coloquei um sutiã preto e uma blusa curta preta. Sabia que hoje iam me dar pau, então me sentia estranha sabendo e imaginando que hoje alguém que não era meu namorado ia me comer, mas também pensei que na verdade ele não tinha por que ficar sabendo e a proposta do senhor Henry me encheu de curiosidade, então decidi ir e ver o que ia acontecer. Eu ia ser infiel pela primeira vez, isso não saía da minha mente.

Quando cheguei na casa do senhor Henry fiquei muito mais nervosa, e pensei: aconteça o que tiver que acontecer.

H: Ohh! Olha só, então decidiu comprovar se o que eu disse era verdade, vem, entra.

S: Obrigada, senhor Henry.

H: Não se preocupa, gostosa, me chama de Henry, vai, senta.

Quando me sentei, ele foi ao quarto e trouxe um maço de notas, me disse:

— Toma, o prometido, gata.

Era mais do que havíamos combinado, mas não disse nada. Sabia que se pegasse já não tinha volta, mas ainda pensava em uma coisa: será que ele realmente conseguiria transar comigo na idade dele?

Ele se sentou ao meu lado e começou a me beijar, eu correspondi ao beijo e pouco a pouco fui tirando minha blusa, ficando só de sutiã, e coloquei minha mão no pau dele. Senti que era enorme, comecei a esfregar e me ajeitei para começar a chupar. Ele tirou ele pra fora e era grande, muito grande, o dobro do meu namorado e muito mais grosso e veiudo, parecia suculento, tinha um cheiro forte. Não pensei mais e enfiei na boca, comecei a lamber com a ponta da língua, passava minha língua na cabeça do pau dele, chupava as bolas e enfiava o máximo que podia na boca e segurava um tempo até não conseguir respirar.

H: Ummm, que delícia, mas olha como você chupa bem.

S: Glup glup, gostou?

H: Adoro, gostosa, ahhh que delícia, já tô quase gozando, faz uma espanhola pra mim.

S: Sim, senhor.

Fiquei de joelhos e me coloquei entre as pernas dele, tirei meu sutiã e comecei a esfregar com meus peitos e enquanto fazia isso, com minha língua lambia até sentir um jato quente no meu rosto e nos meus peitos, era O sêmen era grosso e tinha um gosto doce. Me levantei e fiquei na frente dele, vendo sua cara de satisfação.
S: Gostou, Henry?
H: Adorei, mamacita. Não entendo como seu namorado não te come, mas agora tem eu aqui, mamita.
S: É, agora tem você.

Me sentia estranha, não parecia que era eu mesma. Estava parada na frente de um homem que não era meu namorado, que eu tinha acabado de chupar, com o rosto todo coberto de porra, minhas tetas também estavam à mostra e meladas. Fiquei pensando: meu namorado está trabalhando e eu aqui, prestes a ser fodida pelo Henry. Ficamos em silêncio nos olhando quando o celular dele tocou e ele precisou sair urgentemente. Lavei o rosto e as tetas, me vesti e me despedi com um beijo na boca e uma palmada na bunda do Henry.
H: Amanhã eu te como de verdade, mamita.
S: Tá bom, senhor.

Fui para casa, tomei banho e pensei no que aconteceu. Gostei. Não me sinto tão mal quanto imaginei. Se o Andrés não descobre, por que me preocupar?
Falei um pouco com o Andrés por telefone e fui dormir, desejando que o dia seguinte chegasse logo.

No dia seguinte, acordei e fiquei olhando para o teto, pensando no que tinha acontecido no dia anterior e no que iria acontecer naquele mesmo dia. Chequei o celular e tinha algumas mensagens do meu namorado, Andrés, pedindo desculpas pela atitude dele no dia anterior. Respondi que estava tudo bem. Também vi uma chamada perdida do senhor Henry. Liguei de volta — era por volta das 10 da manhã —, ele atendeu e disse:
H: Oi, cosita gostosa, como você está? Como amanheceu? Desculpa te ligar nesse horário.
S: Oi, seu Henry, como está? Bom dia, não se preocupe, pode me ligar a hora que quiser. Diga, aconteceu algo?
H: Não, mami, nada pra você se preocupar. Só uma coisinha… tem como você vir à tarde, umas 2 ou 3 horas?
S: Sim, senhor, sem problema. Só mais uma coisa: o senhor vai me dar pau hoje?
H: Hahaha, só vem.

E aí ele desligou sem dizer mais nada. Fiquei toda animada porque sabia que ia me dar bem, ele tinha um pauzão que deixava o do meu namorado no chinelo. Aí soltei a puta que tenho dentro de mim e liguei pro meu namorado sugerindo de irmos fazer umas compras, ele topou e eu me arrumei.

Coloquei uma roupa casual e fui pro shopping com ele, com a grana que o senhor Henry me deu por chupar o pau dele comprei roupas e três pares de tênis que estavam na moda na época. Meu namorado não perguntou de onde veio o dinheiro nem nada, só ficou felizão porque eu tava comprando tudo que ele queria.

Depois falei pra ele me acompanhar pra comprar uma lingerie fio-dental que usar aquilo era igual a não ter nada posto, e disse que se ele quisesse, se tivesse tempo pra mim, podia estrear comigo aquela noite. Mas mentira, o primeiro que ia me ver com a lingerie era o senhor Henry.

Chegou a hora de ir na casa do senhor Henry, tava tão excitada que sentia meu clitóris pulsando, só de pensar em receber aquele pauzão dentro de mim. E se desse, ia deixar ele me comer até pelo cu, coisa que meu namorado nunca fez porque eu nunca deixei.

Saí de casa com uma minissaia que ficava justinha, uma camisa top branca e um tênis branco, e minha lingerie nova vermelha. Quando cheguei na casa do senhor Henry, sabia que ele ia me arrebentar.

Mal entrei na casa ele já mandou eu ir pro quarto. Enquanto ia andando na frente, ele foi levantando minha saia pra ver o que ia comer. Já entrei no quarto toda excitada, beijei ele e sem nem esperar ele falar nada, me ajoelhei, abaixei a bermuda dele e comecei a chupar aquele pau. Fiz um bom trabalho nos ovos com a língua, depois na cabeça, e comecei a fazer um deep throat que me fazia engasgar e lacrimejar, mas continuei chupando e aguentando firme, mesmo com a garganta doendo daquele pauzão na minha boca.

Eu Eu só ouvia o Sr. Henry fazendo barulhos de prazer, então ele se levantou e me jogou de costas na cama. Eu levantei minha saia e ele puxou minha calcinha de lado, e enfiou tudo de uma vez só. Assim que entrou, revirei os olhos e mordi meus lábios, na minha mente só pensava que nunca queria que ele tirasse. Ele começou a meter rápido e depois devagar, eu comecei a mexer meu quadril como se estivesse fazendo um redemoinho e ele dava tapas na minha bunda, e tudo que eu fazia era me recostar mais na cama e levantar a bunda. Sentia aquela pica grande e grossa dentro de mim, que delícia, dava para ouvir o som, o choque dos ovos dele na minha bunda. Eu estava mordendo o lençol da cama para não fazer barulho, e ele puxava meu cabelo e metia.

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