Quando entrei na faculdade, conheci o Óscar, um cara da minha idade. Pra ser sincera, ele era muito gato: alto, atlético, com um corpo bem definido. Fiquei super impressionada quando o conheci. A gente fazia cursos diferentes, mas sempre acabava esbarrando em algumas salas. Nunca tinha chegado em nenhum cara antes, porque meu papel era de ser mais na minha, mesmo que muitas vezes eu me vestisse de um jeito sexy e provocante. O único homem que eu abordei sem timidez foi o Alonso, e aquele outro cara que me fez perder a vontade depois que o Alonso me deixou toda excitada.
Chegaram as festas de calouros, e na faculdade, sendo meu primeiro ano, foi uma infinidade de festas, tanto dentro quanto fora da escola. Eu era uma mulher sexualmente ativa, mas só o Alonso me comia quando ele queria, e naquela vez que ele me usou pra fechar o trato.
O Óscar estudava Direito e eu Administração. Numa pousada dentro da faculdade, resolvi chamar a atenção dele. Então, naquela noite, decidi ir bem justinha: jeans, botas de salto, um top e uma jaqueta jeans curta. Pra ser sincera, naquela noite eu tava muito gostosa. Passei umas quatro vezes na frente dele até que, quando fui na piñata, ele pegou um doce e me deu. Eu respondi com um "valeu". Mais tarde, com o tempo, ele finalmente chegou perto de mim. Falou o nome dele, e eu, toda gaguejando, falei o meu. A gente ficou conversando por um bom tempo, e ele se ofereceu pra me levar em casa. Óbvio que eu falei que tinha carro, mas ele me chamou pra sair no fim de semana, e eu aceitei.
Chegou o sábado, e finalmente eu ia sair com ele. Fiquei pensando no que vestir. Ele disse que ia me levar pra tomar um café, então pensei em ir de fio dental, calça justa, tênis, blusa sem sutiã e um casaco fino. Fomos a um restaurante e depois ele me convidou pra uma cerveja, e eu topei. Fomos a um bar pra jovens, era umas 6 da tarde, e eu falei que no máximo teria que estar em casa às 9. Saímos do bar às 8 da noite, já tava escuro, eu tava meio excitada, a verdade é que gostava tanto dele que mal me aguentava pra devorar ele de beijos. No caminho, ele tocou na minha perna, aí eu olhei nos olhos dele e mordi os lábios. Durante a conversa, resolvi tocar a perna dele, e ele me encarou firme, perguntou se eu queria, e eu perguntei o quê. Ele disse: "mamar ele", aí eu soltei uma gargalhada e perguntei se era isso que ele fazia nos primeiros encontros, e nós dois sorrimos. Comecei a esfregar o pau dele por cima da calça, e já tava dura, parecia ser meio grande. Ele me pegou pelo pescoço, e eu desci pra abrir a braguilha dele. Era um tamanho normal, mas parecia uma delícia, tava depilado e isso fazia parecer maior. Comecei a masturbar ele e a olhar nos olhos dele enquanto mordia meus lábios. A verdade é que eu já tava adorando fazer aquilo, mas sentia um vazio no estômago. Acho que era a primeira vez que fazia isso sem medo, com vontade e com amor. As outras vezes foram forçadas e, na hora, eu até curtia o que rolava, mas dessa vez era diferente. Enquanto ele dirigia o carro, eu continuei estimulando ele até que não aguentei mais e fui direto chupar aquela piroca gostosa e deliciosa. Ela tava bem dura, eu massageava com a língua e chupava a cabeça com meus lábios, de cima pra baixo, bem devagar. Ele colocava a mão na minha cabeça, querendo que eu engolisse tudo, e a verdade é que cabia, porque não era muito grande. Depois, peguei o pau dele e chupei as bolas enquanto masturbava ele. Ele disse pra irmos pra um motel, mas eu falei que não, tão rápido, que talvez no próximo encontro. Então continuei com o que tava fazendo. A verdade é que queria esvaziar todo o sêmen dele na minha boca, mas ia me fazer parecer muito puta. Na hora, me afastei e deixei ele gozar num pano que tinha dentro do carro. A verdade é que queria que ele me comesse naquela noite, porque ele era tão gato que eu queria sentir o corpo dele e o pau dele dentro de mim, mas isso ficou pro próximo encontro. Conseguimos o que queríamos...
Ao chegar e entrar na minha casa, lá estava Alonso, com meus pais. Ele trouxe uma acompanhante mais ou menos da idade dele, mas a senhora era muito gostosa. A tarde toda nem lembrei dele por estar com o Oscar. Pra ser sincera, fiquei muito nervosa e com ciúmes. Alonso e eu já estamos há quase um ano sendo amantes, mas naquela noite eu vinha muito tarada e queria que o Oscar me comesse. Mas eu era a putinha do Alonso, então queria que tirassem a vontade que eu tinha entre as pernas.
Ao entrar no meu quarto, comecei a tirar toda a minha roupa até ficar só de calcinha e sutiã. Me deitei na cama e, depois de alguns minutos, bateram na porta. Levantei e, com cuidado, vi quem era. Era o Alonso. Eu estava só de lingerie, então comecei a me excitar rapidamente. Fechei a porta e comecei a beijá-lo. Ele me jogou na cama e arrancou minha calcinha fio dental de uma vez. Disse que eu estava tão gostosa que ele tinha ficado excitado só de me ver e que naquele momento queria me comer. Não resisti. Ele puxou o pau dele e meteu de uma só vez. Senti que ia morrer, tive que apertar os dentes pra não gritar e ninguém ouvir na sala. Rapidamente, ele fez meus fluidos escorrerem pra todo lado. Tive um orgasmo enorme e delicioso, então levantei da cama na hora, me ajoelhei e ele esvaziou todo o sêmen na minha cara. Os dois saciamos nossa vontade naquele momento.
Naquela hora, também perdi a consciência de que estava me apaixonando pelo Oscar. Mais pra frente vou contar como foi o segundo encontro...
Chegaram as festas de calouros, e na faculdade, sendo meu primeiro ano, foi uma infinidade de festas, tanto dentro quanto fora da escola. Eu era uma mulher sexualmente ativa, mas só o Alonso me comia quando ele queria, e naquela vez que ele me usou pra fechar o trato.
O Óscar estudava Direito e eu Administração. Numa pousada dentro da faculdade, resolvi chamar a atenção dele. Então, naquela noite, decidi ir bem justinha: jeans, botas de salto, um top e uma jaqueta jeans curta. Pra ser sincera, naquela noite eu tava muito gostosa. Passei umas quatro vezes na frente dele até que, quando fui na piñata, ele pegou um doce e me deu. Eu respondi com um "valeu". Mais tarde, com o tempo, ele finalmente chegou perto de mim. Falou o nome dele, e eu, toda gaguejando, falei o meu. A gente ficou conversando por um bom tempo, e ele se ofereceu pra me levar em casa. Óbvio que eu falei que tinha carro, mas ele me chamou pra sair no fim de semana, e eu aceitei.
Chegou o sábado, e finalmente eu ia sair com ele. Fiquei pensando no que vestir. Ele disse que ia me levar pra tomar um café, então pensei em ir de fio dental, calça justa, tênis, blusa sem sutiã e um casaco fino. Fomos a um restaurante e depois ele me convidou pra uma cerveja, e eu topei. Fomos a um bar pra jovens, era umas 6 da tarde, e eu falei que no máximo teria que estar em casa às 9. Saímos do bar às 8 da noite, já tava escuro, eu tava meio excitada, a verdade é que gostava tanto dele que mal me aguentava pra devorar ele de beijos. No caminho, ele tocou na minha perna, aí eu olhei nos olhos dele e mordi os lábios. Durante a conversa, resolvi tocar a perna dele, e ele me encarou firme, perguntou se eu queria, e eu perguntei o quê. Ele disse: "mamar ele", aí eu soltei uma gargalhada e perguntei se era isso que ele fazia nos primeiros encontros, e nós dois sorrimos. Comecei a esfregar o pau dele por cima da calça, e já tava dura, parecia ser meio grande. Ele me pegou pelo pescoço, e eu desci pra abrir a braguilha dele. Era um tamanho normal, mas parecia uma delícia, tava depilado e isso fazia parecer maior. Comecei a masturbar ele e a olhar nos olhos dele enquanto mordia meus lábios. A verdade é que eu já tava adorando fazer aquilo, mas sentia um vazio no estômago. Acho que era a primeira vez que fazia isso sem medo, com vontade e com amor. As outras vezes foram forçadas e, na hora, eu até curtia o que rolava, mas dessa vez era diferente. Enquanto ele dirigia o carro, eu continuei estimulando ele até que não aguentei mais e fui direto chupar aquela piroca gostosa e deliciosa. Ela tava bem dura, eu massageava com a língua e chupava a cabeça com meus lábios, de cima pra baixo, bem devagar. Ele colocava a mão na minha cabeça, querendo que eu engolisse tudo, e a verdade é que cabia, porque não era muito grande. Depois, peguei o pau dele e chupei as bolas enquanto masturbava ele. Ele disse pra irmos pra um motel, mas eu falei que não, tão rápido, que talvez no próximo encontro. Então continuei com o que tava fazendo. A verdade é que queria esvaziar todo o sêmen dele na minha boca, mas ia me fazer parecer muito puta. Na hora, me afastei e deixei ele gozar num pano que tinha dentro do carro. A verdade é que queria que ele me comesse naquela noite, porque ele era tão gato que eu queria sentir o corpo dele e o pau dele dentro de mim, mas isso ficou pro próximo encontro. Conseguimos o que queríamos...
Ao chegar e entrar na minha casa, lá estava Alonso, com meus pais. Ele trouxe uma acompanhante mais ou menos da idade dele, mas a senhora era muito gostosa. A tarde toda nem lembrei dele por estar com o Oscar. Pra ser sincera, fiquei muito nervosa e com ciúmes. Alonso e eu já estamos há quase um ano sendo amantes, mas naquela noite eu vinha muito tarada e queria que o Oscar me comesse. Mas eu era a putinha do Alonso, então queria que tirassem a vontade que eu tinha entre as pernas.
Ao entrar no meu quarto, comecei a tirar toda a minha roupa até ficar só de calcinha e sutiã. Me deitei na cama e, depois de alguns minutos, bateram na porta. Levantei e, com cuidado, vi quem era. Era o Alonso. Eu estava só de lingerie, então comecei a me excitar rapidamente. Fechei a porta e comecei a beijá-lo. Ele me jogou na cama e arrancou minha calcinha fio dental de uma vez. Disse que eu estava tão gostosa que ele tinha ficado excitado só de me ver e que naquele momento queria me comer. Não resisti. Ele puxou o pau dele e meteu de uma só vez. Senti que ia morrer, tive que apertar os dentes pra não gritar e ninguém ouvir na sala. Rapidamente, ele fez meus fluidos escorrerem pra todo lado. Tive um orgasmo enorme e delicioso, então levantei da cama na hora, me ajoelhei e ele esvaziou todo o sêmen na minha cara. Os dois saciamos nossa vontade naquele momento.
Naquela hora, também perdi a consciência de que estava me apaixonando pelo Oscar. Mais pra frente vou contar como foi o segundo encontro...
0 comentários - Alonso, minha amiga e eu. De princesinha a putinha