Eram os dias mais lindos da minha vida. Há quatro meses eu tinha me casado com a mulher mais gostosa que poderia existir, vão dizer que exagero, mas pra mim ela era. Tinha uma carinha de menina com olhos grandes e safados, os lábios carnudos, cabelos pretos até a cintura e um corpo que qualquer modelo invejaria. Dava pra dizer que era a mulher perfeita pra casar, porque a personalidade reservada e prestativa dela fazia qualquer um se apaixonar.
Depois de 3 anos de namoro, finalmente podia estar com a mulher que eu amava. Infelizmente nem tudo dura pra sempre e as coisas nunca acontecem como a gente quer.
Durante o namoro nunca transamos, pois ela vinha de uma família muito tradicional e queria chegar virgem ao casamento. Já imaginam o tormento hormonal que eu sofri durante esse tempão. Mesmo assim, consegui uns amassos onde comprovei o corpaço que minha namorada tinha. A cintura dela era fina, se encaixava perfeitamente nos meus braços, a pele tão macia que minhas mãos deslizavam rapidamente pelo corpo dela... pena que não por todo o corpo, porque como eu disse, era muito conservadora. Ainda assim, consegui acariciar os peitos dela por cima da roupa e a bunda linda dela, que estavam tão duras quanto meu pau.
Esperamos ela terminar a faculdade e durante esse tempo nunca me deu motivos pra duvidar do amor dela, porém, meu ciúme estava mais presente do que nunca. A gente sabe quando um homem olha de um certo jeito pra namorada da gente, e a verdade não é nada agradável. Na faculdade onde ela estudava não faltou quem tentasse ficar com ela, e não é que ela provocasse, como já disse, a personalidade dela sempre foi reservada, mas a beleza dela saltava aos olhos e os cachorros estavam sempre à espreita. Felizmente o amor dela era meu... ou isso eu acreditava.
Finalmente chegou o dia do casamento. Desde meses antes eu me preparava mentalmente pra noite especial. Já me imaginava acariciando aquele par de nádegas e chupando aquele par de peitos, colocá-la de quatro e abrir esse... buraco virgem com meu pau enquanto ela gritava pra eu meter mais forte como se fosse uma vadia. Custou muito pra não me masturbar, tava me guardando pro grande dia. E mesmo meus amigos insistindo na minha despedida de solteiro, eu recusei, inventando muito trabalho.
Não queria distrações, minha meta estava clara e nada poderia atrapalhar, exceto que a mãe da noiva resolveu ficar doente no dia do casamento. Acontece que minha sogra já tava há um tempo reclamando de uma dor no estômago, uma dor que ela foi aguentando com remédios, esperando ir ao médico só depois do casamento, o que não rolou, porque a dor explodiu bem depois de terminar a cerimônia religiosa. Então naquela mesma noite ficamos acordados no hospital, esperando uma notícia boa da minha querida sogra.
Já imaginam como eu tava frustrado, mas mesmo assim minha esposa chegou perto e sussurrou no meu ouvido que lamentava não poder me satisfazer como esposa naquele dia, mas que me recompensaria com juros depois. Uma promessa que eu com certeza ia cobrar com juros.
Os dias seguintes foram difíceis, porque minha mulher assumiu os cuidados da mãe, então nos mudamos pra casa dos meus sogros por um tempo. A casa era pequena, onde também moravam meus cunhados, que continuavam solteiros. Então a intimidade sexual com minha esposa era impossível, já que ela dormia no quarto da mãe pra cuidar dela. Praticamente fui exilado pra sala da casa dos meus sogros, sozinho, duas semanas depois de casado, sem poder sair pra farrear pra me distrair, nem descarregar meu tesão com um filme pornô.
Sem outra opção, só me restava me contentar com os beijos da minha esposa novinha, que entendia completamente o tormento de querer ficar sozinhos e não poder.
Mesmo assim, tentei ver o lado positivo, pensando que já tinha conseguido fazer dela minha esposa, e que só faltava esperar. esperar um pouco mais antes de poder fazer dela totalmente minha, afinal, ninguém poderia tirá-la de mim, que ingênuo fui.
As coisas foram piorando. Minha sogra teve uma recaída que fez nossa estadia na casa dela se estender, e pra completar, no meu trabalho tudo desabou. Acontece que a empresa foi pega sonegando impostos, o que levou à falência. Fiquei desempregado e sem condições de continuar pagando a casa que seria o lar dos meus filhos. Então esse sonho chamado casamento de repente virou um pesadelo. A estadia com meus sogros se prolongou por três meses, e eu sem poder consumar meu casamento no leito nupcial.
Apesar de todo esse caos, minha amada mulher tentava me animar não só com palavras, mas também com o jeito de se vestir, porque dentro do possível ela buscava alegrar minha vista com roupas mais leves e olhares insinuantes. Algo que agradeci enormemente, já que me ajudava a lembrar o motivo de estar ali. Ao olhar aquele par de bundas firmes e brancas, aqueles peitinhos e aquela carinha de menina travessa, eu me desarmava e ao mesmo tempo me sentia motivado a seguir em frente.
Não demorou muito para que a atitude positiva me levasse a conseguir um novo emprego, que, embora não tivesse o salário que eu estava acostumado, ajudava a dar início a esse projeto de família. Minha sogra foi melhorando, e de repente achei que o destino estava sorrindo pra mim, mas não passava do começo do precipício.
Numa manhã de domingo me lembro, aproveitando meu dia livre, fui atrás de um apartamento, o que não foi nada fácil e ainda frustrante, já que o custo era maior do que eu podia pagar. Quando já voltava cabisbaixo pra casa dos meus sogros, vi um anúncio no poste de luz que dizia "Aluga-se quartos" e uma seta indicando o caminho para um portão, que era a entrada de um cortiço. Pra ser sincero, nunca tinha considerado um cortiço pra morar, por todas as complicações que costumam ter, mas resolvi entrar por não deixar. O lugar estava meio descuidado, mas limpo. Procurei por alguém, mas pelo visto todo mundo já estava lá dentro, então fiquei na dúvida em qual porta bater. Nisso, o barulho de uma porta me fez virar.
-Olá
-Olá – respondi.
-Tá procurando alguém?
-Sim, quero saber quem me dá informações sobre os apartamentos.
-Ah! É neste quarto – chamam de Don Chato – daqui a pouco ele sai, tenha uma boa tarde.
-Obrigado – falei. Olhando ela subir as escadas, a verdade é que era uma mulher muito gostosa, apesar de eu calcular uns 40 anos. Ela usava um tailleur que marcava uma figura bem apetitosa, fiquei hipnotizado olhando aquela bunda que se mexia conforme subia os degraus.
-É alucinante, não é?
-O quê?
-A paisagem, não acha?
-Esta? Não, bom...
-Não se acanhe, homem, estamos entre amigos, é inevitável não olhar.
-Sim, a vizinhança é muito bonita, com um estilo antigo. – foi a única coisa que consegui dizer, embora soubesse que ele se referia à bunda da mulher.
-Isso sim, muito bonita, embora o antigo nem tanto, talvez meio esquecida, mas tudo bem conservado e no lugar.
Não soube o que responder a isso.
-Quero informações sobre os quartos.
-Sim, temos um amplo para alugar, quer ver?
-Por favor.
-Espera, vou pegar uma camiseta.
Nesse momento, percebi o estado físico de Don Chato, como a mulher tinha chamado ele. Era meio baixinho, tipo 1,65 de altura, sofria de sobrepeso e, de fato, a cara era chata, sem contar os poucos dez fios de cabelo que incrivelmente resistiam a cair da cabeça. Vestia bermudas verdes com chinelos amarelos e, inacreditavelmente, sem camiseta. Quando voltou, me deu o tour pela vizinhança, onde confirmei também que ele era banguela. Não entendo como pessoas como ele descuidam tanto do físico. Não é por me gabar, mas gosto de malhar de vez em quando, e embora não seja um adônis, atendo aos padrões de boa postura e boa aparência. Enfim, o que não foi tão desagradável foi o... preço do apartamento, que cobria perfeitamente minha capacidade financeira, então sem pensar dei um adiantamento de dois meses e fui para a casa dos meus sogros contar a boa nova.
Ao saber das notícias, meus sogros ficaram um pouco preocupados, mas entenderam que já éramos um casal casado e nos desejaram boa sorte, assim como meus cunhados, que nos abraçaram e desejaram o melhor. Minha esposa estava preocupada com a saúde da mãe dela, mas felizmente a família a convenceu a partir, pois a mãe dela já estava muito melhor. Enquanto isso, eu empacotava tudo para partir no dia seguinte sem hesitação.
Já de manhã, coloquei as malas no carro do meu sogro, que nos fez o favor de nos levar ao nosso novo lar. Eram umas 7 da manhã quando chegamos à vizinhança, peguei duas malas e fui na frente para abrir as portas, mas ao chegar percebi que na emoção tinha esquecido as chaves. O tempo estava apertando e eu não podia voltar para a casa dos meus sogros, então pensei que o proprietário poderia me ajudar. Desci e estava prestes a bater quando ouvi uns gemidos saindo do apartamento dele. Nunca imaginei que ele tivesse esposa, muito menos que pudesse foder com o frenesi que se ouvia. Antes de bater, espiei pela janela por curiosidade, mas só conseguia ver a bunda do seu Chato, nada agradável, deixem-me dizer, mas dava para ver que ele estava se esforçando para agradar a parceira, pois os gemidos eram muito excitantes. Decidi não interromper e voltei para o carro, dando a eles chance na buceta com o trabalho deles, ajudei a descer o resto das malas e subi com elas e com minha linda esposa para os quartos do nosso lar. Meu sogro tinha outros assuntos para resolver e me disse que à tarde voltaria para ajudar a filha no que fosse preciso. Eu agradeci e o acompanhei até o carro para me despedir, na volta passei novamente no quarto do seu Chato, esperando ter dado tempo suficiente para ele terminar a tarefa. Quando meus nós dos dedos estavam prestes a tocar na A porta se adiantou, abrindo de repente, e na minha frente estava uma gata de 23 anos, de leggings justas e um moletom de esporte. Ela se assustou ao me ver, mas depois sorriu e disse:
— Tá procurando o seu Chato?
— Sim.
— Tão chamando o senhor, seu Chato.
Ele já veio saindo. Sem mais, saiu trotando pra rua. Não pude evitar virar pra ver aquela cinturinha e aquela raba se mexendo sincronizadas.
— É alucinante, né?
— O quê?
— Tô falando da vista da vizinhança, não me entenda mal.
— Sim, é.
— No que posso ajudar?
— Esqueci as chaves e não sei se você tem umas reservas.
— É política da dona não ter chaves extras, sabe, por causa da privacidade. Mas deixa eu ver o que posso fazer, só vou pegar uma camiseta e subo.
— Valeu.
Enquanto subia os degraus, pensava na gostosa que abriu a porta, não pude evitar imaginar que era a mesma que o seu Chato tava de quatro, metendo lenha. Deve ter um erro, pensei, é impossível uma mina tão nova, gostosa daquele jeito, ficar com um bagulho daquele. A única explicação é que devia ser uma puta, talvez uma de luxo? Caramba, o seu Chato tem bom gosto, hein.
— Tem as chaves, amor?
Mas no que eu tava pensando? Ninguém se compara com minha esposa maravilhosa, que me olhava com a carinha de anjo e o corpinho virgem na porta da nossa casa nova.
— Esqueci na casa dos seus pais, amor.
— E agora quem vai abrir pra gente?
— Não se preocupe, dona, pra isso que eu tô aqui, pra abrir pra você — respondeu seu Chato, sorrindo sem vergonha, mostrando a dentuça banguela em todo o esplendor.
— Te apresento o seu Chato, meu amor, ele é o porteiro.
— Mas não chama ele assim, amor, ele deve ter um nome.
— Desculpa, cê tem razão, querida, mas é que me apresentaram assim.
— Fiquem tranquilos, tudo bem, seu Chato, é assim que me chamam, e pra mim não tem problema.
Mas na hora percebi que tinha problema sim, porque notei aquele olhar de lobo faminto na presa. Sei que não devia... Me preocupar com ele, porque tenho certeza de que nenhuma mulher, por mais desesperada que estivesse, daria bola pra ele, mas mesmo assim o ciúme me invadiu com ainda mais força, já que não aguentava que aqueles olhos imundos fossem dignos de olhar pra minha linda esposa, ainda mais do jeito que ela estava vestida naquele momento. Como já tinha comentado, ela tentava alegrar minha vista o máximo possível no jeito de se vestir, e aquela manhã não foi exceção. Ela estava usando um short jeans justinho e uma blusa leve que deixavam bem claro o tamanho dos peitos dela e aquela bunda empinada.
— Bom, se não tiver problema, temos que nos apressar que já está ficando tarde — falei.
— Então mãos à obra — disse Seu Chato. Minha esposa, felizmente, era uma pessoa muito compreensiva e inocente, e tenho certeza de que não deu importância pro olhar do Seu Chato, que no tempo que ficou nos ajudando a abrir a porta não perdeu um instante sequer de olhar pra minha amada esposa.
— Pronto, senhora, mas receio que a fechadura vai ter que ser trocada.
— Então não serve mais?
— Só vai servir pra trancar a porta, mas o segredo quebrou. Mas não se preocupe, porque aqui na vizinhança tudo é seguro.
— Bom, não duvido, Seu Chato, mas gostaria de ter uma chave.
— Entendo, senhora, e com prazer vou colocar assim que puder — disse Seu Chato com um sorriso de orelha a orelha.
Era impressão minha ou Seu Chato estava dando em cima da minha amada esposa?
— Vamos agradecer muito, Seu Chato — disse minha esposa dando um beijo na bochecha dele.
Aquela imagem quase me fez cair de costas. Minha linda esposa inclinada pra dar um beijo na bochecha. O ciúme me invadiu e, inacreditavelmente, meu pau subiu. Deve ter sido por ver minha amada esposa naquela posição. Sim, só podia ser isso.
— Que gente boa, o Seu Chato, não acha, querido?
— Acho que sim.
— Acha que sim? Temos que ser gratos, amor. Estamos começando uma vida nesta vizinhança e precisamos nos dar bem com todo mundo.
Só tinha sido um beijo na Mejilla, por que razão me irritei?
-Você tem razão, love, só que esse senhor me dá má impressão.
-Você só o viu umas duas vezes, querido, não deve julgá-lo antes do tempo.
-Você viu como ele te olhava?
-Como?
-Com desejo – falei, meio envergonhado por achar que ela diria que eu estava exagerando.
-Hahaha, não me diga que você está com ciúmes, love. Do Dom Chato? Você precisa entender, querido, ele certamente nunca teve a oportunidade de ver uma mulher tão gostosa quanto eu.
Naquele momento, minha linda esposa fez uma pose tão sugestiva que eu a levantei do chão, roubando um beijo tão apaixonado que ela gemeu de prazer. Minhas mãos acariciavam ela toda enquanto meus lábios cobriam todo o rosto dela. Finalmente estávamos sozinhos, ela era minha esposa e eu podia possuí-la quantas vezes quisesse, mas não naquele dia. Meu alarme começou a tocar, eu tinha que ir trabalhar.
-Você precisa ir trabalhar, love.
-Não quero ir – respondi.
-Se você não for trabalhar, não teremos casa, e sem casa vamos voltar para a casa dos meus pais, e se voltarmos, você não vai poder me fazer sua.
-Mas eu quero te fazer minha de uma vez.
-Temos todo o tempo do mundo para isso, love, não vou a lugar nenhum, sou sua esposa e você pode arrebentar meu cu quando quiser.
-O que você disse?
Era tanto meu tesão que achei que tinha ouvido ela dizer cu. Ela se aproximou do meu ouvido e disse:
-Você ouviu bem, love, que quando você voltar poderá partir meu cu. Não é isso que você queria desde que me conheceu? Não é isso que todos os homens desejam? Pois hoje é o dia em que a espera valeu a pena, love, você é o homem da minha vida e merece isso, você merece abrir meu cu com esse pau tão lindo que eu sei que você tem.
Ela chupou minha orelha e se afastou, me olhando tão provocativamente até sentenciar:
-Vai trabalhar, love.
O dia inteiro não consegui tirar da cabeça a imagem da minha esposa no cio. Nunca a tinha visto assim, uma nova faceta que sem dúvida me deixava muito feliz. Todo homem deseja uma vadia na cama, e com ela eu teria isso sem dúvida alguma, embora não como eu pensava.
Naquele dia, minha má sorte voltou. Meu chefe... me fodi no trabalho e, como era o novato, não tive outra escolha a não ser obedecer. Fiquei chegando de madrugada em casa e tão cansado que só queria dormir, não adiantou nada ver minha doce esposa de calcinha e sutiã minúsculos toda noite, sempre a encontrava dormindo, só dava um beijo na testa e uma palmadinha na bunda, aquela bunda virgem que eu queria estreiar logo.
Passaram duas semanas na mesma situação e tudo girava em torno do meu trabalho, o pouco que consegui saber da vizinhança é que minha esposa tinha feito amizade com todo mundo, mas em especial com uma garota recém-casada igual a nós, só que eles já tinham completado um ano. Pra mim estava de boa, minha esposa se adaptando à casa nova e já tinha amigas, só faltava consumar o casamento. Também nesse período descobri que o Seu Chato era fã de putas, já que todo dia que eu chegava ouvia sem falta os gemidos de uma mulher no quarto dele. Em três ocasiões eu espiei, devo confessar, e as bundinhas que ele pegava eram de boa qualidade hehehe, a verdade é que o Seu Chato sabia das coisas, porque as putas da vez sempre gemiam muito satisfeitas, cheguei a achar que os gritos eram falsos, mas depois vi que não era assim.
Uma manhã depois de tanto trabalho intenso consegui abrir os olhos sem nenhuma preocupação com o serviço, era meu dia de folga e dormi até depois das 10 da manhã. Na cozinha se ouvia uma conversa bem animada com umas risadas, uma dessas risadas era da minha esposa, que sem dúvida estava batendo papo com a nova melhor amiga dela. Coloquei uma calça e me preparei para sair e cumprimentar nossa convidada, mas assim que coloquei a cabeça para fora do quarto, quando vi ela fiquei besta. Aquela garota era a mesma que tinha saído do quarto do Seu Chato, era a puta.
— Tem certeza que isso pode?
— Claro, deixa os homens loucos e, bom, pra que negar, a gente também fica.
Talvez eu tenha me enganado, talvez seja a sobrinha do Seu Chato, talvez não seja a mesma. Voltei a espiar pela porta do quarto, claro que era a mesma, nunca poderia esquecer aqueles olhos claros, aquela bocetinha, nem aquela cabeleira preta que enfeitava o rostinho de jovem linda.
– É tudo isso que você faz com seu marido?
– Do que você tá se surpreendendo? Você também já deve ter tentado com seu marido, não?
– Não.
– Qual é, não seja tímida comigo, cê nunca chupou ele?
– Não.
– Ele já te comeu por trás?
– Não, também não.
– Então não me venha com essa de que ainda é virgem.
Minha esposa ficou em silêncio e olhou pra ela como se tivesse sido descoberta.
– Mas é sério, tia? Seu marido é gay?
– Não, não é gay.
– Então deve ter um motivo muito forte pra ele ainda não ter te comido, porque você é uma mulher toda gostosa e qualquer um que te visse por dois minutos já metia até o talo.
– Cê acha?
– Não se faça de inocente comigo, querida, você bem sabe que é toda gostosa e se quisesse podia ter qualquer pau que quisesse.
Não podia acreditar no que estava ouvindo, minha amada esposa acabava de confessar que ainda não tínhamos consumado o casamento, e o pior é que eu estava passando por um verdadeiro babaca por não fazer isso.
– Eu sei, amiga, mas é que...
Minha amada mulher explicou todos os detalhes do porquê ainda não tinha rolado o nosso encontro sexual, algo que, claro, agradeci – aquela mulher precisava saber que não era por falta de vontade.
– Bom, tenho que dizer, querida, que seu caso é muito estranho, poucas mulheres passam por isso. Espero que vocês consigam logo consumar o casamento e que não aconteça com você o que aconteceu comigo.
– O que aconteceu com você?
– Meu marido sofre de ejaculação precoce.
– Sério? E o que é isso?
– Meu marido goza muito rápido, mal consegue me penetrar e já tá gozando.
– Isso é possível?
– Claro, é algo bem comum mas os homens não aceitam tão facilmente.
– E como seu marido se resolveu?
– Ele não se resolveu, querida.
– Mas, mas e tudo que você me contou que já experimentou? Se ele tem esse problema? Você viveu tudo isso antes de casar?
– Não, querida, tudo que eu te contei foi... Depois de casada, eu cheguei virgem ao casamento.
– Cê tem um amante?! – Tapando a boca ao perceber que falou alto demais.
– Tenho, sim, amiga, já não tenho vergonha de confessar. Uma mulher tem que dar conta das suas necessidades, mesmo que não seja com o marido.
– Mas teu marido não fez nada pra resolver isso?
– Ele não aceita que tem um problema.
– Ah!
– A noite de núpcias ia ser especial, eu tinha comprado a lingerie mais sexy que existia. A vendedora falou que eu tava de dar água na boca (risos). Sinceramente, eu me senti uma verdadeira vadia, e durante a festa inteira isso se confirmou, porque todos os homens me olhavam como se tivessem visão de três letrinhas. O pior foi quando meu marido me apresentou pro chefe dele, um baixinho de cabelo grisalho, gordo e bigodudo. Mas tão lascivo que não ligou de estar na frente do meu marido pra me olhar inteira. Juro, amiga, me senti nua na frente dele. Por sorte o encontro não durou muito porque todos os convidados pediam a gente pra dar os parabéns. A festa inteira me senti desconfortável e quase troquei de roupa, mas me segurei por causa do desejo de agradar meu marido.
– Te entendo, comigo aconteceu exatamente a mesma coisa.
– A festa já tava acabando quando fui ao banheiro. Pouco tempo depois entraram duas garotas já meio alteradas pelo álcool comentando sobre as conquistas da noite, algo que, claro, não me interessava, até que ouvi a palavra: "noiva"? Obviamente foi quando prestei mais atenção.
(Garotas no Banheiro)
– Tô te falando que ele conseguiu um quarto no mesmo hotel dos noivos, é um tarado.
– Quem diria que aquele gordinho era tão pervertido? Obviamente você deu um gelo nele, né?... Não me diga que aceitou?... Sua idiota.
– Bom, sinceramente, ele me dá tesão.
– Mas, querida, você tem marido e ele é muito mais bonito que esse coroa.
– Eu sei, amiga, mas a culpa é dele, por me deixar vir sozinha pra festa. Além do mais, tô fazendo um favor pra ele, quem sabe até ganha um aumento por minha causa. — Essa sua amiga é uma puta mesmo, hein? Olha só, dar pra trás no marido com o chefe dele. Só espero que você não se arrependa depois.
— Já decidi, e você sabe bem que quando tomo uma decisão, não mudo nem me arrependo. Além disso, o gorducho promete, me deu um amasso melhor que meu marido e dá pra ver que tem um pacote promissor.
— Mas ele te levar pro hotel onde os noivos vão passar a lua de mel é muito nojento.
— Pois te confesso que isso me excita tanto quanto ele. Aquela de trepar junto com os noivos dá um tesão danado, vou poder imaginar que o noivo tá me desvirginando igual a esposa dele.
— Bom, isso nem se fala, o noivo é uma gostosa mesmo. Só que tenho certeza que ele vai fazer a mesma coisa, vai se imaginar comendo a noiva.
— Se for assim, ele vai comer duas esposas dos funcionários dele hoje à noite (Risos)
— Que sorte que os feios têm.
As garotas saem do banheiro.
— Já imaginou a raiva que eu tava ouvindo essas duas garotas falarem desse jeito.
— Imagino — respondeu minha querida esposa — E aí, o que aconteceu?
— Eu tava pronta pra contar pro meu marido o que ouvi, tava realmente furiosa. Mas quando voltei pra festa, dei de cara com ele conversando nada mais nada menos que com o chefe. E pra evitar vê-lo, ou melhor, pra ele não me ver, esperei com outros convidados até que o tempo foi passando e decidi interromper a conversa deles.
— Eu teria feito isso antes, bom, na verdade talvez tivesse feito um escândalo — disse minha mulher.
— Pois eu quase fiz, querida, porque o sem-vergonha tinha embebedado meu marido. Ele mal conseguia formular uma frase com lógica. E o pior foi o que o chefe dele me disse.
— O que foi que ele disse? — perguntou minha esposa.
— "Desculpe ele, querida, ele tava tão feliz por finalmente poder te ter como esposa que passou dos limites." Depois sorriu com aquele bigode tão espesso que me deu uma raiva, querida, juro que quase lhe dei um tapa na cara.
— O que te segurou?
— Meu marido, tava tão bêbado que caiu e eu tive que ajudá-lo a levantar. Enquanto eu fazia isso... Isso eu vi o desgraçado do chefe dela indo embora com uma garota, que eu imaginei ser a do banheiro.
— Como uma noiva espera tanto o dia do casamento, pensando que tudo vai ser perfeito? A gente não imagina que às vezes a realidade é outra.
— Aquele velho estragou minha noite de núpcias? Bom, na verdade não sei se realmente estragou ou não.
— Por que você diz isso?
— Vou te contar. Como era de se esperar, meu marido mal conseguia se mexer. Com muito esforço e graças a vários copos de café, ele conseguiu chegar ao nosso quarto, aquele que a gente tinha reservado para o nosso encontro de amor. Pois bem, você já imagina o nervoso que eu estava. Embora meu marido estivesse bêbado, isso não diminuía o quanto ele era gostoso. Lembrei de todos os momentos românticos de namorados e o quanto esperávamos por aquele momento. Ele sentou na beira da cama tentando se equilibrar, enquanto eu fiquei na frente dele com toda a luxúria daquele instante, olhei nos olhos dele e deslizei o zíper do meu vestido até ele cair no chão. Pude ver como ele me devorava com o olhar.
— Você está de dar água na boca, linda — disse meu marido, babando. Isso me lembrou muito da vendedora. Me aproximei dele e o beijei tão fundo para lembrá-lo do que eu esperava naquela noite. Depois desci até o quadril e com minhas mãos tirei a camisa dele e ele tirou. Beijei os mamilos dele e fui tirando o cinto. Ele estava à minha mercê, querida, e eu estava um puta tesão. Naquela altura, minha calcinha fio dental não dava conta de segurar meus sucos. Abri a braguilha dele e desabotoei a calça, estava prestes a conhecer o pau dele? O primeiro pau que eu ia chupar.
— Que emoção! — disse minha esposa, totalmente absorta na história da amiga, e bom, eu também, pra que negar? A verdade é que o tesão tomou conta de mim com o relato dela, e meu pau confirmava isso cem por cento.
— Sim, eu também estava emocionada, amiga. Quando vi ele, achei bem bonitinho, apesar de estar meio semi-duro.
— Você chupou ele?
— Isso ia fazer, amiga, mas mal tinha... toquei com a mão quando um líquido branco saiu dele. Quando olhei pra cima, só vi meu marido fechar os olhos de prazer e cair na cama totalmente dormido.
-¡¿Qué?!
-Así como você ouviu, amiga, meu marido tinha acabado antes de começar. Enquanto eu estava de joelhos de fio dental com o pau dele já pequeno na minha mão. Não sabia se chorava ou matava ele ali mesmo? Pensando bem, teria sido melhor matar.
-Não fala essas coisas, amiga.
-Desculpa, amiga, mas acredite que nesses momentos a gente se sente tão mal que passam muitas coisas pela cabeça.
-Acredito sim. É muito frustrante quando te deixam com tesão.
-Sim, essa é a palavra, amiga, com tesão. Essa noite entendi que estava muito com tesão, porque não consegui baixar minha excitação mesmo com a decepção. Era uma da manhã e eu na cama com meu marido, mas não como tinha pensado. Ele roncando ao meu lado enquanto eu de lingerie branca do lado dele me masturbando.
-Te entendo, amiga, já aconteceu comigo.
-¡¿Qué?! ? Quis gritar, mas me segurei, minha amada esposa também tinha se masturbado enquanto dormia?
-Mas no seu caso seu marido estava cansado do trabalho, o meu não, estava bêbado, e justamente na noite do nosso casamento. Era frustrante mesmo.
-Foi por isso que você botou chifre nele.
-Sim.
-Não te culpo, amiga, e demorou muito antes de tomar a decisão?
-Não muito, na verdade foi naquela mesma noite.
-¡¿Sério?! -quase gritamos ao mesmo tempo minha esposa e eu, bom, obviamente eu gritei por dentro, não queria ser descoberto.
-Eu estava me masturbando quando comecei a ouvir gemidos no quarto ao lado. Acontece que no quarto onde estávamos tinha uma porta de acesso para o outro quarto, isso depois descobri porque no hotel às vezes famílias grandes pedem para ficar comunicados. Pois bem, é exatamente através dessa porta que ouvi os gemidos. Procurei como abrir e felizmente encontrei as chaves na mesinha ao lado. Abri com cuidado e lá vi diretamente, um pau grande e grosso, maior que o Do meu querido marido. Na frente dele, uma garota linda de vinte e poucos anos chupando como se a vida dela dependesse disso. Quando levantei a vista, me deparei com nada menos que o chefe do meu marido, os olhos dele estavam fechados de prazer que a garota estava proporcionando e o bigode dele se mexia enquanto ele balbuciava palavras como:
— Filha da puta! Como você chupa bem! Com essa boquinha você beija seu marido?
— Ela queria responder, mas o velho não deixava, enfiando o pau inteiro na garganta dela. Fiquei surpresa ao ver como a garota aguentava um monstro daqueles.
— Assim! Assim! Come ela inteira, puta, cuspi bem nela pra deslizar no seu cu.
— Eu tava alucinada com aquilo, sem dúvida era a coisa mais nojenta que eu podia ver; o corpo porco do chefe do meu marido de pé na frente de uma garota linda que chupava o pau dele com tanto capricho que me deu vontade.
— Como você pode dizer isso?
— Pois eu digo e ponto final, não é crime nenhum. Aquele dia eu ainda tava com tesão e ver aquela cena me excitou ainda mais. Realmente senti inveja da garota e, apesar de repudiar aquele ser que estragou minha noite de casamento, tenho que confessar que o pau dele me atraía.
— E o que aconteceu depois? — replicou minha esposa.
— A garota se levantou e tirou o vestido enquanto o velho olhava para ela com fome de sexo.
— Nossa! Que corpaço você tem, gatinha, o banquete que seu marido vai ter.
— Meu marido é meio descuidado, senhor, às vezes esquece de atender a mulher dele.
— Esse Miguel é um otário, hein, deixar você sozinha pra ir com os amigos. Se eu fosse ele, te deixava de quatro o tempo todo, mamacita.
— Sério, senhor? O senhor ainda aguenta?
— Tô em melhor condição do que qualquer moleque de ensino médio. Você vai ver como vou te fazer ver estrelas, querida.
— Mas será que o senhor teria coragem de comer a esposa de um dos funcionários?
— Eu comeria até minha irmã se ela fosse metade do gostosa que você, mamacita. Vamos, não se faça, bem que te excita foder com o chefe do seu marido.
— O senhor tá enganado, eu não sabia que era o chefe dele.
— Agora não finja que não. não saber de nada, vagabunda, e fica de quatro na cama, que tô com vontade de enfiar minha adaga em algo quente.
-A garota obedeceu e ficou de quatro, a imagem dela nessa posição e a do chefe do meu marido atrás dela me excitou e comecei a me masturbar imaginando que era eu.
-Toma, vagabunda! Conhece a piroca que vai te partir ao meio!
-Os gemidos dela eram ouvidos por todo o quarto, até no meu.
-Don! Que piroca gostosa o senhor tem, é a primeira vez que sinto ela até o fundo.
-Você é bem apertada, vagabunda! Será que seu marido tem ela pequena?
-Eu pensei que ele tinha grande, Don, mas já vi que não.
-É isso que todas as esposas dizem ao conhecer uma piroca de verdade. Se sinta privilegiada por poder aproveitar a minha.
-Aaah! Sim, me sinto privilegiada, Don.
-Isso aí, geme, vagabunda, me agradece por te comer.
-Obrigada! Obrigada, Don, por me comer! Por me fazer sua vagabunda! Por me dar da sua piroca que é uma delícia!
-Assim que eu gosto, que sejam educadas, querida. Agora, por ser uma boa menina, vou te dar por trás.
-Não! Por trás não, Don, vai doer muito.
-Você vai gostar, querida.
-Eu imploro, Don, por trás não, se quiser, goza na minha boca.
-Já provei sua boquinha, menina, agora é minha vez de provar seu terceiro buraco.
-Não, Don, por favor, eu suplico, é muita piroca pro meu cu!
-Não me diga que você é virgem por aí?
-Sim, Don, sou virgem.
-Pois que filho da puta do meu funcionário por não fazer! Vou dar um curso pra todos os meus funcionários pra eles verem como se desflora um cu tão gostoso quanto o seu, vagabunda? Ou pensando melhor, é melhor que o curso seja pras esposas deles.
-O curso que seja outro dia, Don, mas hoje não.
-Desculpa, puta, mas preciso aliviar essa vontade que tenho de arrombar um cu.
-Tiro a piroca dele da buceta da garota, estava tão molhada e brilhante, até vi ela maior que no começo, aponto pro cu dela e quando estava prestes a enfiar, ela gritou.
-Não, Don! Não faça isso, lhe dou algo mais valioso.
-Mais valioso que esse cu, não acredito?
-Lhe dou a oportunidade de prenha.
-¡¿O quê?!- quis gritar, mas tampei a boca antes de fazer isso.
- Tá falando sério?
- Sim, senhor, tô nos meus dias férteis, eu e o Miguel buscamos um filho há tempos, hoje a gente tinha combinado de tentar de novo, mas ele preferiu ir com os amigos e me deixar na mão.
- Puxa, puxa! Então foi por isso que você esquentou rápido, vadia.
- Sim, senhor, em outras circunstâncias não sei se teria vindo, mas a verdade é que tô muito tesuda, além disso me excita muito fazer no quarto que fica do lado dos noivos.
- Então quer que eu te deixe prenha em vez de te comer a bunda?
- Sim, senhor, me deixa prenha.
- E o que vai acontecer quando seu marido souber?
- Ele não vai ficar sabendo de nada, senhor. A verdade é que prefiro que o senhor seja o pai do meu filho do que ele.
- Explica, vadia.
- Nunca pensei que o senhor aguentasse tanto com uma mulher, nem que tivesse um pau tão maravilhoso. Comparado com meu marido, o senhor me fez mais mulher do que ele, e sendo sincera, gostaria que meu filho fosse tão foda quanto o senhor.
- Por acaso você acha que vou sustentar o moleque?
- Não, senhor, o senhor não vai, o Miguel vai. O senhor só vai ter a satisfação de ter engravidado a mulher do seu funcionário, de ter comido ela e de ela mesma ter deixado o senhor encher ela de porra pra fazer um filho.
- Você é bem vadia mesmo, mocinha.
- Me come, senhor, me enche de porra e imagina que tá comendo a noiva da festa, que vai deixar ela prenha igual o noivo deve estar fazendo agora.
- Acho que esse noivo não chega nem na primeira base.
- Tenho certeza que não, senhor, com certeza é um puto que nem meu marido, que não sabe aproveitar a esposa.
- Só consegui virar a cabeça pra onde meu marido estava dormindo pra confirmar o que a garota dizia.
- Essa noiva também vou comer, querida, mas tudo a seu tempo. Agora é hora de regar a terra, vadia.
- Ao dizer isso, ele a embateu com tanta força que a cama balançava como se estivesse à mercê de um terremoto.
- Aaah! Que gostoso, senhor, me pega. completa, aproveitei do corpo de uma mulher alheia. Aaah! Me dê sua semente pra crescer dentro de mim um filho da puta que nem você. Aaah! Tá engravidando a mulher do seu funcionário, onde quer que vá pode dizer, essa barriga que ela carrega é a marca do meu pau, de ter sido comida com o consentimento dela Aaah!
– Ah! Que puta que você é!
– Naquele momento os dois se retesaram, chegando ao orgasmo e consumando o ato sexual.
– Não acredito que uma garota assim pudesse fazer o que fez? – disse minha esposa indignada.
– As mulheres, quando são bem tocadas, podemos fazer as coisas mais putas que você possa imaginar.
– Pois eu não botaria chifre no meu namorado… digo, marido.
– Não, querida, você disse certo, namorado, já que o casamento ainda não foi consumado.
Minha esposa só ficou vermelha.
– Eu realmente desejo que seu marido saiba te comer como você merece. Muito poucas mulheres podem dizer isso dos seus maridos. Algumas ousam procurar fora, mas a maioria vive infeliz no casamento.
– Essa mulher acha que não vou comer minha mulher como Deus manda?! Já vai ver como não vou deixar ela tão satisfeita que não vai conseguir sentar por uma semana.
– E o chefe do seu marido foi embora? – perguntou minha esposa.
– Tava prestes a ir, querida, mas quando vestiu a calça e se ajeitou pra sair, virou pra olhar exatamente onde eu estava.
Continua...
Depois de 3 anos de namoro, finalmente podia estar com a mulher que eu amava. Infelizmente nem tudo dura pra sempre e as coisas nunca acontecem como a gente quer.
Durante o namoro nunca transamos, pois ela vinha de uma família muito tradicional e queria chegar virgem ao casamento. Já imaginam o tormento hormonal que eu sofri durante esse tempão. Mesmo assim, consegui uns amassos onde comprovei o corpaço que minha namorada tinha. A cintura dela era fina, se encaixava perfeitamente nos meus braços, a pele tão macia que minhas mãos deslizavam rapidamente pelo corpo dela... pena que não por todo o corpo, porque como eu disse, era muito conservadora. Ainda assim, consegui acariciar os peitos dela por cima da roupa e a bunda linda dela, que estavam tão duras quanto meu pau.
Esperamos ela terminar a faculdade e durante esse tempo nunca me deu motivos pra duvidar do amor dela, porém, meu ciúme estava mais presente do que nunca. A gente sabe quando um homem olha de um certo jeito pra namorada da gente, e a verdade não é nada agradável. Na faculdade onde ela estudava não faltou quem tentasse ficar com ela, e não é que ela provocasse, como já disse, a personalidade dela sempre foi reservada, mas a beleza dela saltava aos olhos e os cachorros estavam sempre à espreita. Felizmente o amor dela era meu... ou isso eu acreditava.
Finalmente chegou o dia do casamento. Desde meses antes eu me preparava mentalmente pra noite especial. Já me imaginava acariciando aquele par de nádegas e chupando aquele par de peitos, colocá-la de quatro e abrir esse... buraco virgem com meu pau enquanto ela gritava pra eu meter mais forte como se fosse uma vadia. Custou muito pra não me masturbar, tava me guardando pro grande dia. E mesmo meus amigos insistindo na minha despedida de solteiro, eu recusei, inventando muito trabalho.
Não queria distrações, minha meta estava clara e nada poderia atrapalhar, exceto que a mãe da noiva resolveu ficar doente no dia do casamento. Acontece que minha sogra já tava há um tempo reclamando de uma dor no estômago, uma dor que ela foi aguentando com remédios, esperando ir ao médico só depois do casamento, o que não rolou, porque a dor explodiu bem depois de terminar a cerimônia religiosa. Então naquela mesma noite ficamos acordados no hospital, esperando uma notícia boa da minha querida sogra.
Já imaginam como eu tava frustrado, mas mesmo assim minha esposa chegou perto e sussurrou no meu ouvido que lamentava não poder me satisfazer como esposa naquele dia, mas que me recompensaria com juros depois. Uma promessa que eu com certeza ia cobrar com juros.
Os dias seguintes foram difíceis, porque minha mulher assumiu os cuidados da mãe, então nos mudamos pra casa dos meus sogros por um tempo. A casa era pequena, onde também moravam meus cunhados, que continuavam solteiros. Então a intimidade sexual com minha esposa era impossível, já que ela dormia no quarto da mãe pra cuidar dela. Praticamente fui exilado pra sala da casa dos meus sogros, sozinho, duas semanas depois de casado, sem poder sair pra farrear pra me distrair, nem descarregar meu tesão com um filme pornô.
Sem outra opção, só me restava me contentar com os beijos da minha esposa novinha, que entendia completamente o tormento de querer ficar sozinhos e não poder.
Mesmo assim, tentei ver o lado positivo, pensando que já tinha conseguido fazer dela minha esposa, e que só faltava esperar. esperar um pouco mais antes de poder fazer dela totalmente minha, afinal, ninguém poderia tirá-la de mim, que ingênuo fui.
As coisas foram piorando. Minha sogra teve uma recaída que fez nossa estadia na casa dela se estender, e pra completar, no meu trabalho tudo desabou. Acontece que a empresa foi pega sonegando impostos, o que levou à falência. Fiquei desempregado e sem condições de continuar pagando a casa que seria o lar dos meus filhos. Então esse sonho chamado casamento de repente virou um pesadelo. A estadia com meus sogros se prolongou por três meses, e eu sem poder consumar meu casamento no leito nupcial.
Apesar de todo esse caos, minha amada mulher tentava me animar não só com palavras, mas também com o jeito de se vestir, porque dentro do possível ela buscava alegrar minha vista com roupas mais leves e olhares insinuantes. Algo que agradeci enormemente, já que me ajudava a lembrar o motivo de estar ali. Ao olhar aquele par de bundas firmes e brancas, aqueles peitinhos e aquela carinha de menina travessa, eu me desarmava e ao mesmo tempo me sentia motivado a seguir em frente.
Não demorou muito para que a atitude positiva me levasse a conseguir um novo emprego, que, embora não tivesse o salário que eu estava acostumado, ajudava a dar início a esse projeto de família. Minha sogra foi melhorando, e de repente achei que o destino estava sorrindo pra mim, mas não passava do começo do precipício.
Numa manhã de domingo me lembro, aproveitando meu dia livre, fui atrás de um apartamento, o que não foi nada fácil e ainda frustrante, já que o custo era maior do que eu podia pagar. Quando já voltava cabisbaixo pra casa dos meus sogros, vi um anúncio no poste de luz que dizia "Aluga-se quartos" e uma seta indicando o caminho para um portão, que era a entrada de um cortiço. Pra ser sincero, nunca tinha considerado um cortiço pra morar, por todas as complicações que costumam ter, mas resolvi entrar por não deixar. O lugar estava meio descuidado, mas limpo. Procurei por alguém, mas pelo visto todo mundo já estava lá dentro, então fiquei na dúvida em qual porta bater. Nisso, o barulho de uma porta me fez virar.
-Olá
-Olá – respondi.
-Tá procurando alguém?
-Sim, quero saber quem me dá informações sobre os apartamentos.
-Ah! É neste quarto – chamam de Don Chato – daqui a pouco ele sai, tenha uma boa tarde.
-Obrigado – falei. Olhando ela subir as escadas, a verdade é que era uma mulher muito gostosa, apesar de eu calcular uns 40 anos. Ela usava um tailleur que marcava uma figura bem apetitosa, fiquei hipnotizado olhando aquela bunda que se mexia conforme subia os degraus.
-É alucinante, não é?
-O quê?
-A paisagem, não acha?
-Esta? Não, bom...
-Não se acanhe, homem, estamos entre amigos, é inevitável não olhar.
-Sim, a vizinhança é muito bonita, com um estilo antigo. – foi a única coisa que consegui dizer, embora soubesse que ele se referia à bunda da mulher.
-Isso sim, muito bonita, embora o antigo nem tanto, talvez meio esquecida, mas tudo bem conservado e no lugar.
Não soube o que responder a isso.
-Quero informações sobre os quartos.
-Sim, temos um amplo para alugar, quer ver?
-Por favor.
-Espera, vou pegar uma camiseta.
Nesse momento, percebi o estado físico de Don Chato, como a mulher tinha chamado ele. Era meio baixinho, tipo 1,65 de altura, sofria de sobrepeso e, de fato, a cara era chata, sem contar os poucos dez fios de cabelo que incrivelmente resistiam a cair da cabeça. Vestia bermudas verdes com chinelos amarelos e, inacreditavelmente, sem camiseta. Quando voltou, me deu o tour pela vizinhança, onde confirmei também que ele era banguela. Não entendo como pessoas como ele descuidam tanto do físico. Não é por me gabar, mas gosto de malhar de vez em quando, e embora não seja um adônis, atendo aos padrões de boa postura e boa aparência. Enfim, o que não foi tão desagradável foi o... preço do apartamento, que cobria perfeitamente minha capacidade financeira, então sem pensar dei um adiantamento de dois meses e fui para a casa dos meus sogros contar a boa nova.
Ao saber das notícias, meus sogros ficaram um pouco preocupados, mas entenderam que já éramos um casal casado e nos desejaram boa sorte, assim como meus cunhados, que nos abraçaram e desejaram o melhor. Minha esposa estava preocupada com a saúde da mãe dela, mas felizmente a família a convenceu a partir, pois a mãe dela já estava muito melhor. Enquanto isso, eu empacotava tudo para partir no dia seguinte sem hesitação.
Já de manhã, coloquei as malas no carro do meu sogro, que nos fez o favor de nos levar ao nosso novo lar. Eram umas 7 da manhã quando chegamos à vizinhança, peguei duas malas e fui na frente para abrir as portas, mas ao chegar percebi que na emoção tinha esquecido as chaves. O tempo estava apertando e eu não podia voltar para a casa dos meus sogros, então pensei que o proprietário poderia me ajudar. Desci e estava prestes a bater quando ouvi uns gemidos saindo do apartamento dele. Nunca imaginei que ele tivesse esposa, muito menos que pudesse foder com o frenesi que se ouvia. Antes de bater, espiei pela janela por curiosidade, mas só conseguia ver a bunda do seu Chato, nada agradável, deixem-me dizer, mas dava para ver que ele estava se esforçando para agradar a parceira, pois os gemidos eram muito excitantes. Decidi não interromper e voltei para o carro, dando a eles chance na buceta com o trabalho deles, ajudei a descer o resto das malas e subi com elas e com minha linda esposa para os quartos do nosso lar. Meu sogro tinha outros assuntos para resolver e me disse que à tarde voltaria para ajudar a filha no que fosse preciso. Eu agradeci e o acompanhei até o carro para me despedir, na volta passei novamente no quarto do seu Chato, esperando ter dado tempo suficiente para ele terminar a tarefa. Quando meus nós dos dedos estavam prestes a tocar na A porta se adiantou, abrindo de repente, e na minha frente estava uma gata de 23 anos, de leggings justas e um moletom de esporte. Ela se assustou ao me ver, mas depois sorriu e disse:
— Tá procurando o seu Chato?
— Sim.
— Tão chamando o senhor, seu Chato.
Ele já veio saindo. Sem mais, saiu trotando pra rua. Não pude evitar virar pra ver aquela cinturinha e aquela raba se mexendo sincronizadas.
— É alucinante, né?
— O quê?
— Tô falando da vista da vizinhança, não me entenda mal.
— Sim, é.
— No que posso ajudar?
— Esqueci as chaves e não sei se você tem umas reservas.
— É política da dona não ter chaves extras, sabe, por causa da privacidade. Mas deixa eu ver o que posso fazer, só vou pegar uma camiseta e subo.
— Valeu.
Enquanto subia os degraus, pensava na gostosa que abriu a porta, não pude evitar imaginar que era a mesma que o seu Chato tava de quatro, metendo lenha. Deve ter um erro, pensei, é impossível uma mina tão nova, gostosa daquele jeito, ficar com um bagulho daquele. A única explicação é que devia ser uma puta, talvez uma de luxo? Caramba, o seu Chato tem bom gosto, hein.
— Tem as chaves, amor?
Mas no que eu tava pensando? Ninguém se compara com minha esposa maravilhosa, que me olhava com a carinha de anjo e o corpinho virgem na porta da nossa casa nova.
— Esqueci na casa dos seus pais, amor.
— E agora quem vai abrir pra gente?
— Não se preocupe, dona, pra isso que eu tô aqui, pra abrir pra você — respondeu seu Chato, sorrindo sem vergonha, mostrando a dentuça banguela em todo o esplendor.
— Te apresento o seu Chato, meu amor, ele é o porteiro.
— Mas não chama ele assim, amor, ele deve ter um nome.
— Desculpa, cê tem razão, querida, mas é que me apresentaram assim.
— Fiquem tranquilos, tudo bem, seu Chato, é assim que me chamam, e pra mim não tem problema.
Mas na hora percebi que tinha problema sim, porque notei aquele olhar de lobo faminto na presa. Sei que não devia... Me preocupar com ele, porque tenho certeza de que nenhuma mulher, por mais desesperada que estivesse, daria bola pra ele, mas mesmo assim o ciúme me invadiu com ainda mais força, já que não aguentava que aqueles olhos imundos fossem dignos de olhar pra minha linda esposa, ainda mais do jeito que ela estava vestida naquele momento. Como já tinha comentado, ela tentava alegrar minha vista o máximo possível no jeito de se vestir, e aquela manhã não foi exceção. Ela estava usando um short jeans justinho e uma blusa leve que deixavam bem claro o tamanho dos peitos dela e aquela bunda empinada.
— Bom, se não tiver problema, temos que nos apressar que já está ficando tarde — falei.
— Então mãos à obra — disse Seu Chato. Minha esposa, felizmente, era uma pessoa muito compreensiva e inocente, e tenho certeza de que não deu importância pro olhar do Seu Chato, que no tempo que ficou nos ajudando a abrir a porta não perdeu um instante sequer de olhar pra minha amada esposa.
— Pronto, senhora, mas receio que a fechadura vai ter que ser trocada.
— Então não serve mais?
— Só vai servir pra trancar a porta, mas o segredo quebrou. Mas não se preocupe, porque aqui na vizinhança tudo é seguro.
— Bom, não duvido, Seu Chato, mas gostaria de ter uma chave.
— Entendo, senhora, e com prazer vou colocar assim que puder — disse Seu Chato com um sorriso de orelha a orelha.
Era impressão minha ou Seu Chato estava dando em cima da minha amada esposa?
— Vamos agradecer muito, Seu Chato — disse minha esposa dando um beijo na bochecha dele.
Aquela imagem quase me fez cair de costas. Minha linda esposa inclinada pra dar um beijo na bochecha. O ciúme me invadiu e, inacreditavelmente, meu pau subiu. Deve ter sido por ver minha amada esposa naquela posição. Sim, só podia ser isso.
— Que gente boa, o Seu Chato, não acha, querido?
— Acho que sim.
— Acha que sim? Temos que ser gratos, amor. Estamos começando uma vida nesta vizinhança e precisamos nos dar bem com todo mundo.
Só tinha sido um beijo na Mejilla, por que razão me irritei?
-Você tem razão, love, só que esse senhor me dá má impressão.
-Você só o viu umas duas vezes, querido, não deve julgá-lo antes do tempo.
-Você viu como ele te olhava?
-Como?
-Com desejo – falei, meio envergonhado por achar que ela diria que eu estava exagerando.
-Hahaha, não me diga que você está com ciúmes, love. Do Dom Chato? Você precisa entender, querido, ele certamente nunca teve a oportunidade de ver uma mulher tão gostosa quanto eu.
Naquele momento, minha linda esposa fez uma pose tão sugestiva que eu a levantei do chão, roubando um beijo tão apaixonado que ela gemeu de prazer. Minhas mãos acariciavam ela toda enquanto meus lábios cobriam todo o rosto dela. Finalmente estávamos sozinhos, ela era minha esposa e eu podia possuí-la quantas vezes quisesse, mas não naquele dia. Meu alarme começou a tocar, eu tinha que ir trabalhar.
-Você precisa ir trabalhar, love.
-Não quero ir – respondi.
-Se você não for trabalhar, não teremos casa, e sem casa vamos voltar para a casa dos meus pais, e se voltarmos, você não vai poder me fazer sua.
-Mas eu quero te fazer minha de uma vez.
-Temos todo o tempo do mundo para isso, love, não vou a lugar nenhum, sou sua esposa e você pode arrebentar meu cu quando quiser.
-O que você disse?
Era tanto meu tesão que achei que tinha ouvido ela dizer cu. Ela se aproximou do meu ouvido e disse:
-Você ouviu bem, love, que quando você voltar poderá partir meu cu. Não é isso que você queria desde que me conheceu? Não é isso que todos os homens desejam? Pois hoje é o dia em que a espera valeu a pena, love, você é o homem da minha vida e merece isso, você merece abrir meu cu com esse pau tão lindo que eu sei que você tem.
Ela chupou minha orelha e se afastou, me olhando tão provocativamente até sentenciar:
-Vai trabalhar, love.
O dia inteiro não consegui tirar da cabeça a imagem da minha esposa no cio. Nunca a tinha visto assim, uma nova faceta que sem dúvida me deixava muito feliz. Todo homem deseja uma vadia na cama, e com ela eu teria isso sem dúvida alguma, embora não como eu pensava.
Naquele dia, minha má sorte voltou. Meu chefe... me fodi no trabalho e, como era o novato, não tive outra escolha a não ser obedecer. Fiquei chegando de madrugada em casa e tão cansado que só queria dormir, não adiantou nada ver minha doce esposa de calcinha e sutiã minúsculos toda noite, sempre a encontrava dormindo, só dava um beijo na testa e uma palmadinha na bunda, aquela bunda virgem que eu queria estreiar logo.
Passaram duas semanas na mesma situação e tudo girava em torno do meu trabalho, o pouco que consegui saber da vizinhança é que minha esposa tinha feito amizade com todo mundo, mas em especial com uma garota recém-casada igual a nós, só que eles já tinham completado um ano. Pra mim estava de boa, minha esposa se adaptando à casa nova e já tinha amigas, só faltava consumar o casamento. Também nesse período descobri que o Seu Chato era fã de putas, já que todo dia que eu chegava ouvia sem falta os gemidos de uma mulher no quarto dele. Em três ocasiões eu espiei, devo confessar, e as bundinhas que ele pegava eram de boa qualidade hehehe, a verdade é que o Seu Chato sabia das coisas, porque as putas da vez sempre gemiam muito satisfeitas, cheguei a achar que os gritos eram falsos, mas depois vi que não era assim.
Uma manhã depois de tanto trabalho intenso consegui abrir os olhos sem nenhuma preocupação com o serviço, era meu dia de folga e dormi até depois das 10 da manhã. Na cozinha se ouvia uma conversa bem animada com umas risadas, uma dessas risadas era da minha esposa, que sem dúvida estava batendo papo com a nova melhor amiga dela. Coloquei uma calça e me preparei para sair e cumprimentar nossa convidada, mas assim que coloquei a cabeça para fora do quarto, quando vi ela fiquei besta. Aquela garota era a mesma que tinha saído do quarto do Seu Chato, era a puta.
— Tem certeza que isso pode?
— Claro, deixa os homens loucos e, bom, pra que negar, a gente também fica.
Talvez eu tenha me enganado, talvez seja a sobrinha do Seu Chato, talvez não seja a mesma. Voltei a espiar pela porta do quarto, claro que era a mesma, nunca poderia esquecer aqueles olhos claros, aquela bocetinha, nem aquela cabeleira preta que enfeitava o rostinho de jovem linda.
– É tudo isso que você faz com seu marido?
– Do que você tá se surpreendendo? Você também já deve ter tentado com seu marido, não?
– Não.
– Qual é, não seja tímida comigo, cê nunca chupou ele?
– Não.
– Ele já te comeu por trás?
– Não, também não.
– Então não me venha com essa de que ainda é virgem.
Minha esposa ficou em silêncio e olhou pra ela como se tivesse sido descoberta.
– Mas é sério, tia? Seu marido é gay?
– Não, não é gay.
– Então deve ter um motivo muito forte pra ele ainda não ter te comido, porque você é uma mulher toda gostosa e qualquer um que te visse por dois minutos já metia até o talo.
– Cê acha?
– Não se faça de inocente comigo, querida, você bem sabe que é toda gostosa e se quisesse podia ter qualquer pau que quisesse.
Não podia acreditar no que estava ouvindo, minha amada esposa acabava de confessar que ainda não tínhamos consumado o casamento, e o pior é que eu estava passando por um verdadeiro babaca por não fazer isso.
– Eu sei, amiga, mas é que...
Minha amada mulher explicou todos os detalhes do porquê ainda não tinha rolado o nosso encontro sexual, algo que, claro, agradeci – aquela mulher precisava saber que não era por falta de vontade.
– Bom, tenho que dizer, querida, que seu caso é muito estranho, poucas mulheres passam por isso. Espero que vocês consigam logo consumar o casamento e que não aconteça com você o que aconteceu comigo.
– O que aconteceu com você?
– Meu marido sofre de ejaculação precoce.
– Sério? E o que é isso?
– Meu marido goza muito rápido, mal consegue me penetrar e já tá gozando.
– Isso é possível?
– Claro, é algo bem comum mas os homens não aceitam tão facilmente.
– E como seu marido se resolveu?
– Ele não se resolveu, querida.
– Mas, mas e tudo que você me contou que já experimentou? Se ele tem esse problema? Você viveu tudo isso antes de casar?
– Não, querida, tudo que eu te contei foi... Depois de casada, eu cheguei virgem ao casamento.
– Cê tem um amante?! – Tapando a boca ao perceber que falou alto demais.
– Tenho, sim, amiga, já não tenho vergonha de confessar. Uma mulher tem que dar conta das suas necessidades, mesmo que não seja com o marido.
– Mas teu marido não fez nada pra resolver isso?
– Ele não aceita que tem um problema.
– Ah!
– A noite de núpcias ia ser especial, eu tinha comprado a lingerie mais sexy que existia. A vendedora falou que eu tava de dar água na boca (risos). Sinceramente, eu me senti uma verdadeira vadia, e durante a festa inteira isso se confirmou, porque todos os homens me olhavam como se tivessem visão de três letrinhas. O pior foi quando meu marido me apresentou pro chefe dele, um baixinho de cabelo grisalho, gordo e bigodudo. Mas tão lascivo que não ligou de estar na frente do meu marido pra me olhar inteira. Juro, amiga, me senti nua na frente dele. Por sorte o encontro não durou muito porque todos os convidados pediam a gente pra dar os parabéns. A festa inteira me senti desconfortável e quase troquei de roupa, mas me segurei por causa do desejo de agradar meu marido.
– Te entendo, comigo aconteceu exatamente a mesma coisa.
– A festa já tava acabando quando fui ao banheiro. Pouco tempo depois entraram duas garotas já meio alteradas pelo álcool comentando sobre as conquistas da noite, algo que, claro, não me interessava, até que ouvi a palavra: "noiva"? Obviamente foi quando prestei mais atenção.
(Garotas no Banheiro)
– Tô te falando que ele conseguiu um quarto no mesmo hotel dos noivos, é um tarado.
– Quem diria que aquele gordinho era tão pervertido? Obviamente você deu um gelo nele, né?... Não me diga que aceitou?... Sua idiota.
– Bom, sinceramente, ele me dá tesão.
– Mas, querida, você tem marido e ele é muito mais bonito que esse coroa.
– Eu sei, amiga, mas a culpa é dele, por me deixar vir sozinha pra festa. Além do mais, tô fazendo um favor pra ele, quem sabe até ganha um aumento por minha causa. — Essa sua amiga é uma puta mesmo, hein? Olha só, dar pra trás no marido com o chefe dele. Só espero que você não se arrependa depois.
— Já decidi, e você sabe bem que quando tomo uma decisão, não mudo nem me arrependo. Além disso, o gorducho promete, me deu um amasso melhor que meu marido e dá pra ver que tem um pacote promissor.
— Mas ele te levar pro hotel onde os noivos vão passar a lua de mel é muito nojento.
— Pois te confesso que isso me excita tanto quanto ele. Aquela de trepar junto com os noivos dá um tesão danado, vou poder imaginar que o noivo tá me desvirginando igual a esposa dele.
— Bom, isso nem se fala, o noivo é uma gostosa mesmo. Só que tenho certeza que ele vai fazer a mesma coisa, vai se imaginar comendo a noiva.
— Se for assim, ele vai comer duas esposas dos funcionários dele hoje à noite (Risos)
— Que sorte que os feios têm.
As garotas saem do banheiro.
— Já imaginou a raiva que eu tava ouvindo essas duas garotas falarem desse jeito.
— Imagino — respondeu minha querida esposa — E aí, o que aconteceu?
— Eu tava pronta pra contar pro meu marido o que ouvi, tava realmente furiosa. Mas quando voltei pra festa, dei de cara com ele conversando nada mais nada menos que com o chefe. E pra evitar vê-lo, ou melhor, pra ele não me ver, esperei com outros convidados até que o tempo foi passando e decidi interromper a conversa deles.
— Eu teria feito isso antes, bom, na verdade talvez tivesse feito um escândalo — disse minha mulher.
— Pois eu quase fiz, querida, porque o sem-vergonha tinha embebedado meu marido. Ele mal conseguia formular uma frase com lógica. E o pior foi o que o chefe dele me disse.
— O que foi que ele disse? — perguntou minha esposa.
— "Desculpe ele, querida, ele tava tão feliz por finalmente poder te ter como esposa que passou dos limites." Depois sorriu com aquele bigode tão espesso que me deu uma raiva, querida, juro que quase lhe dei um tapa na cara.
— O que te segurou?
— Meu marido, tava tão bêbado que caiu e eu tive que ajudá-lo a levantar. Enquanto eu fazia isso... Isso eu vi o desgraçado do chefe dela indo embora com uma garota, que eu imaginei ser a do banheiro.
— Como uma noiva espera tanto o dia do casamento, pensando que tudo vai ser perfeito? A gente não imagina que às vezes a realidade é outra.
— Aquele velho estragou minha noite de núpcias? Bom, na verdade não sei se realmente estragou ou não.
— Por que você diz isso?
— Vou te contar. Como era de se esperar, meu marido mal conseguia se mexer. Com muito esforço e graças a vários copos de café, ele conseguiu chegar ao nosso quarto, aquele que a gente tinha reservado para o nosso encontro de amor. Pois bem, você já imagina o nervoso que eu estava. Embora meu marido estivesse bêbado, isso não diminuía o quanto ele era gostoso. Lembrei de todos os momentos românticos de namorados e o quanto esperávamos por aquele momento. Ele sentou na beira da cama tentando se equilibrar, enquanto eu fiquei na frente dele com toda a luxúria daquele instante, olhei nos olhos dele e deslizei o zíper do meu vestido até ele cair no chão. Pude ver como ele me devorava com o olhar.
— Você está de dar água na boca, linda — disse meu marido, babando. Isso me lembrou muito da vendedora. Me aproximei dele e o beijei tão fundo para lembrá-lo do que eu esperava naquela noite. Depois desci até o quadril e com minhas mãos tirei a camisa dele e ele tirou. Beijei os mamilos dele e fui tirando o cinto. Ele estava à minha mercê, querida, e eu estava um puta tesão. Naquela altura, minha calcinha fio dental não dava conta de segurar meus sucos. Abri a braguilha dele e desabotoei a calça, estava prestes a conhecer o pau dele? O primeiro pau que eu ia chupar.
— Que emoção! — disse minha esposa, totalmente absorta na história da amiga, e bom, eu também, pra que negar? A verdade é que o tesão tomou conta de mim com o relato dela, e meu pau confirmava isso cem por cento.
— Sim, eu também estava emocionada, amiga. Quando vi ele, achei bem bonitinho, apesar de estar meio semi-duro.
— Você chupou ele?
— Isso ia fazer, amiga, mas mal tinha... toquei com a mão quando um líquido branco saiu dele. Quando olhei pra cima, só vi meu marido fechar os olhos de prazer e cair na cama totalmente dormido.
-¡¿Qué?!
-Así como você ouviu, amiga, meu marido tinha acabado antes de começar. Enquanto eu estava de joelhos de fio dental com o pau dele já pequeno na minha mão. Não sabia se chorava ou matava ele ali mesmo? Pensando bem, teria sido melhor matar.
-Não fala essas coisas, amiga.
-Desculpa, amiga, mas acredite que nesses momentos a gente se sente tão mal que passam muitas coisas pela cabeça.
-Acredito sim. É muito frustrante quando te deixam com tesão.
-Sim, essa é a palavra, amiga, com tesão. Essa noite entendi que estava muito com tesão, porque não consegui baixar minha excitação mesmo com a decepção. Era uma da manhã e eu na cama com meu marido, mas não como tinha pensado. Ele roncando ao meu lado enquanto eu de lingerie branca do lado dele me masturbando.
-Te entendo, amiga, já aconteceu comigo.
-¡¿Qué?! ? Quis gritar, mas me segurei, minha amada esposa também tinha se masturbado enquanto dormia?
-Mas no seu caso seu marido estava cansado do trabalho, o meu não, estava bêbado, e justamente na noite do nosso casamento. Era frustrante mesmo.
-Foi por isso que você botou chifre nele.
-Sim.
-Não te culpo, amiga, e demorou muito antes de tomar a decisão?
-Não muito, na verdade foi naquela mesma noite.
-¡¿Sério?! -quase gritamos ao mesmo tempo minha esposa e eu, bom, obviamente eu gritei por dentro, não queria ser descoberto.
-Eu estava me masturbando quando comecei a ouvir gemidos no quarto ao lado. Acontece que no quarto onde estávamos tinha uma porta de acesso para o outro quarto, isso depois descobri porque no hotel às vezes famílias grandes pedem para ficar comunicados. Pois bem, é exatamente através dessa porta que ouvi os gemidos. Procurei como abrir e felizmente encontrei as chaves na mesinha ao lado. Abri com cuidado e lá vi diretamente, um pau grande e grosso, maior que o Do meu querido marido. Na frente dele, uma garota linda de vinte e poucos anos chupando como se a vida dela dependesse disso. Quando levantei a vista, me deparei com nada menos que o chefe do meu marido, os olhos dele estavam fechados de prazer que a garota estava proporcionando e o bigode dele se mexia enquanto ele balbuciava palavras como:
— Filha da puta! Como você chupa bem! Com essa boquinha você beija seu marido?
— Ela queria responder, mas o velho não deixava, enfiando o pau inteiro na garganta dela. Fiquei surpresa ao ver como a garota aguentava um monstro daqueles.
— Assim! Assim! Come ela inteira, puta, cuspi bem nela pra deslizar no seu cu.
— Eu tava alucinada com aquilo, sem dúvida era a coisa mais nojenta que eu podia ver; o corpo porco do chefe do meu marido de pé na frente de uma garota linda que chupava o pau dele com tanto capricho que me deu vontade.
— Como você pode dizer isso?
— Pois eu digo e ponto final, não é crime nenhum. Aquele dia eu ainda tava com tesão e ver aquela cena me excitou ainda mais. Realmente senti inveja da garota e, apesar de repudiar aquele ser que estragou minha noite de casamento, tenho que confessar que o pau dele me atraía.
— E o que aconteceu depois? — replicou minha esposa.
— A garota se levantou e tirou o vestido enquanto o velho olhava para ela com fome de sexo.
— Nossa! Que corpaço você tem, gatinha, o banquete que seu marido vai ter.
— Meu marido é meio descuidado, senhor, às vezes esquece de atender a mulher dele.
— Esse Miguel é um otário, hein, deixar você sozinha pra ir com os amigos. Se eu fosse ele, te deixava de quatro o tempo todo, mamacita.
— Sério, senhor? O senhor ainda aguenta?
— Tô em melhor condição do que qualquer moleque de ensino médio. Você vai ver como vou te fazer ver estrelas, querida.
— Mas será que o senhor teria coragem de comer a esposa de um dos funcionários?
— Eu comeria até minha irmã se ela fosse metade do gostosa que você, mamacita. Vamos, não se faça, bem que te excita foder com o chefe do seu marido.
— O senhor tá enganado, eu não sabia que era o chefe dele.
— Agora não finja que não. não saber de nada, vagabunda, e fica de quatro na cama, que tô com vontade de enfiar minha adaga em algo quente.
-A garota obedeceu e ficou de quatro, a imagem dela nessa posição e a do chefe do meu marido atrás dela me excitou e comecei a me masturbar imaginando que era eu.
-Toma, vagabunda! Conhece a piroca que vai te partir ao meio!
-Os gemidos dela eram ouvidos por todo o quarto, até no meu.
-Don! Que piroca gostosa o senhor tem, é a primeira vez que sinto ela até o fundo.
-Você é bem apertada, vagabunda! Será que seu marido tem ela pequena?
-Eu pensei que ele tinha grande, Don, mas já vi que não.
-É isso que todas as esposas dizem ao conhecer uma piroca de verdade. Se sinta privilegiada por poder aproveitar a minha.
-Aaah! Sim, me sinto privilegiada, Don.
-Isso aí, geme, vagabunda, me agradece por te comer.
-Obrigada! Obrigada, Don, por me comer! Por me fazer sua vagabunda! Por me dar da sua piroca que é uma delícia!
-Assim que eu gosto, que sejam educadas, querida. Agora, por ser uma boa menina, vou te dar por trás.
-Não! Por trás não, Don, vai doer muito.
-Você vai gostar, querida.
-Eu imploro, Don, por trás não, se quiser, goza na minha boca.
-Já provei sua boquinha, menina, agora é minha vez de provar seu terceiro buraco.
-Não, Don, por favor, eu suplico, é muita piroca pro meu cu!
-Não me diga que você é virgem por aí?
-Sim, Don, sou virgem.
-Pois que filho da puta do meu funcionário por não fazer! Vou dar um curso pra todos os meus funcionários pra eles verem como se desflora um cu tão gostoso quanto o seu, vagabunda? Ou pensando melhor, é melhor que o curso seja pras esposas deles.
-O curso que seja outro dia, Don, mas hoje não.
-Desculpa, puta, mas preciso aliviar essa vontade que tenho de arrombar um cu.
-Tiro a piroca dele da buceta da garota, estava tão molhada e brilhante, até vi ela maior que no começo, aponto pro cu dela e quando estava prestes a enfiar, ela gritou.
-Não, Don! Não faça isso, lhe dou algo mais valioso.
-Mais valioso que esse cu, não acredito?
-Lhe dou a oportunidade de prenha.
-¡¿O quê?!- quis gritar, mas tampei a boca antes de fazer isso.
- Tá falando sério?
- Sim, senhor, tô nos meus dias férteis, eu e o Miguel buscamos um filho há tempos, hoje a gente tinha combinado de tentar de novo, mas ele preferiu ir com os amigos e me deixar na mão.
- Puxa, puxa! Então foi por isso que você esquentou rápido, vadia.
- Sim, senhor, em outras circunstâncias não sei se teria vindo, mas a verdade é que tô muito tesuda, além disso me excita muito fazer no quarto que fica do lado dos noivos.
- Então quer que eu te deixe prenha em vez de te comer a bunda?
- Sim, senhor, me deixa prenha.
- E o que vai acontecer quando seu marido souber?
- Ele não vai ficar sabendo de nada, senhor. A verdade é que prefiro que o senhor seja o pai do meu filho do que ele.
- Explica, vadia.
- Nunca pensei que o senhor aguentasse tanto com uma mulher, nem que tivesse um pau tão maravilhoso. Comparado com meu marido, o senhor me fez mais mulher do que ele, e sendo sincera, gostaria que meu filho fosse tão foda quanto o senhor.
- Por acaso você acha que vou sustentar o moleque?
- Não, senhor, o senhor não vai, o Miguel vai. O senhor só vai ter a satisfação de ter engravidado a mulher do seu funcionário, de ter comido ela e de ela mesma ter deixado o senhor encher ela de porra pra fazer um filho.
- Você é bem vadia mesmo, mocinha.
- Me come, senhor, me enche de porra e imagina que tá comendo a noiva da festa, que vai deixar ela prenha igual o noivo deve estar fazendo agora.
- Acho que esse noivo não chega nem na primeira base.
- Tenho certeza que não, senhor, com certeza é um puto que nem meu marido, que não sabe aproveitar a esposa.
- Só consegui virar a cabeça pra onde meu marido estava dormindo pra confirmar o que a garota dizia.
- Essa noiva também vou comer, querida, mas tudo a seu tempo. Agora é hora de regar a terra, vadia.
- Ao dizer isso, ele a embateu com tanta força que a cama balançava como se estivesse à mercê de um terremoto.
- Aaah! Que gostoso, senhor, me pega. completa, aproveitei do corpo de uma mulher alheia. Aaah! Me dê sua semente pra crescer dentro de mim um filho da puta que nem você. Aaah! Tá engravidando a mulher do seu funcionário, onde quer que vá pode dizer, essa barriga que ela carrega é a marca do meu pau, de ter sido comida com o consentimento dela Aaah!
– Ah! Que puta que você é!
– Naquele momento os dois se retesaram, chegando ao orgasmo e consumando o ato sexual.
– Não acredito que uma garota assim pudesse fazer o que fez? – disse minha esposa indignada.
– As mulheres, quando são bem tocadas, podemos fazer as coisas mais putas que você possa imaginar.
– Pois eu não botaria chifre no meu namorado… digo, marido.
– Não, querida, você disse certo, namorado, já que o casamento ainda não foi consumado.
Minha esposa só ficou vermelha.
– Eu realmente desejo que seu marido saiba te comer como você merece. Muito poucas mulheres podem dizer isso dos seus maridos. Algumas ousam procurar fora, mas a maioria vive infeliz no casamento.
– Essa mulher acha que não vou comer minha mulher como Deus manda?! Já vai ver como não vou deixar ela tão satisfeita que não vai conseguir sentar por uma semana.
– E o chefe do seu marido foi embora? – perguntou minha esposa.
– Tava prestes a ir, querida, mas quando vestiu a calça e se ajeitou pra sair, virou pra olhar exatamente onde eu estava.
Continua...
0 comentários - Eu tinha me casado com a mulher mais gostosa (C. 1)