Primeira Traição de Casada 3

Olá a todos, aqui é a Sandra, a Zangana, de novo. Muitos já me conhecem: tenho 35 anos, sou casada, sem filhos, 1,60m de altura, magrinha, peitos médios e uma bunda pequena e redondinha que muitos olham com vontade de tocar e um pouco mais.
Hoje vou contar sobre o aniversário do meu marido, que com certeza nunca vou esquecer por dois motivos: era época de quarentena obrigatória e por tudo o que aconteceu naquela noite.
Era abril de 2020, meu marido fazia 36 anos, um a mais que eu. Por causa do estresse da época, a falta de costume com as limitações, o pouco contato e muitas outras coisas, meu marido — que vou chamar de Jorge (nome fictício, por razões óbvias) — me disse que ia ter um aniversário chato. Eu falei: "Nada disso, vamos fazer algo privado e bem íntimo". Ele ficou pensando na ideia.
Voltamos a falar no assunto e ele me perguntou se eu queria ou tinha alguma ideia em mente. Eu disse: "Já que não pode sair à noite, chama dois ou três dos seus amigos mais próximos, a gente passa um tempo juntos e eles dormem no colchão, pra não serem multados por causa da restrição". Ele me perguntou se eu queria alguém em especial. "Escolhe você, seus melhores amigos. Eu vou chamar os vizinhos e mais ninguém". E assim ficou combinado.
Encomendei um bolo, umas garrafas de champanhe, vários litros de whisky, várias caixas de cerveja, alguns refrigerantes, uns salgadinhos e pedi a janta de um restaurante que eu adoro — eles entregaram em casa sem problemas.
Tudo transcorria normal, com máscara às vezes, em outros momentos parecia que a medida de segurança sanitária era esquecida. Os vizinhos jantaram e foram embora. Os cinco amigos que meu marido convidou — colegas de trabalho da empresa onde ele trabalha, que estavam disponíveis ou livres naquele dia — puderam vir. Todos começaram a beber cerveja e falar das coisas da empresa. O aniversário virou outra história: riam, zoavam uns aos outros, começou a romaria pro banheiro, um desfile sem fim... Às vezes eu acompanhava as conversas deles, outras vezes parava e fingia fazer alguma coisa, como juntar os pratos usados ou organizar algo.
Para aquele dia, eu tinha me arrumado com um penteado feito no salão, um vestido vermelho de manga curta em seda, uns 20 cm acima do joelho. Em alguns momentos parecia ficar curto, porque quando eu sentava dava pra ver um pedacinho da minha calcinha branca — é minha cor favorita. Sapatos pretos. Meu marido é bem simples pra se vestir: jeans e uma camiseta tipo polo, assim como os amigos dele. Todos deviam ter entre 30 e 40 anos, acho.

A noite foi entrando, bebendo whisky e passando pra cerveja. Um deles disse: "Nossa, essa mistura mata qualquer um". Meu marido falou: "Amor, já que você organizou isso, serve a bebida pra gente". E assim foi: copos, gelo, e comecei a rodada pra todos. Todo mundo bebendo mais solto a cada momento, entrando no clima e bem tranquilos, já que não dava pra sair na rua sem justificativa pra polícia.

Comecei a beber junto com eles. Com os primeiros goles, fui ficando mais relaxada. Portas e janelas fechadas, música suave, só uma luz acesa pra evitar que a polícia viesse encher. Quando menos percebia, sentia o olhar de algum deles, querendo tirar minha calcinha com os olhos.

Decidiram que íamos dançar um pouco. Imaginei que não me deixariam descansar, então propus: quem quisesse dançar comigo tinha que tomar um copo cheio de whisky de uma vez, senão eu ficava sentada. Eu mesma servi os copos. Todos beberam de um gole só. A dança começou, eu como única mulher, rodando entre eles e na frente do meu marido — mas com a permissão dele, e todos à vista de todos.

Lentamente, foram ficando mais e mais bêbados, meu marido também. Devia ser depois da meia-noite quando as coisas esquentaram de vez pra todo mundo. A bebida fez efeito: todos começaram a ver beleza por todo lado, todo mundo ficou apaixonado, e as propostas começaram a chover, um tanto... indecentes, tarados e cada vez mais sem vergonha, eu, como uma dama, os evitava, embora desse corda em todos. O único que até então me beijava era meu marido, cada vez que chegava a vez dele, já que ele também tinha que disputar para dançar, eu não escolhia meu par.

De vez em quando eu me sentava e, com certeza, meu vestido pregava algumas peças de malícia e parecia que subia de vez em quando. Eu tinha que puxar e puxar, mostrando um pouco da minha calcinha branca que usei naquele dia. Os amigos do meu marido não conseguiam disfarçar com o olhar como queriam ver mais e mais.

Já era madrugada e Juan, um deles, me perguntou se podia me dar um beijo escondido de todos. Eu disse na lata que não, que meu marido estava ali, que respeitasse. Ele disse: "Mas ele tá quase dormindo". Eu respondi: "Sim, ele não está acostumado a beber tanto". Para tentar me convencer, ele se aproximava e cheirava meu pescoço, bufando perto dos meus ouvidos, o que me dava arrepios, mas eu não reclamava. De vez em quando, ele se chegava e apertava meus peitos ou encostava o volume dele no meu corpo. Dava pra ver o quanto ele estava excitado naquele momento. Minha mente divagava sobre algo: eu também os achava interessantes, nenhum me desagradava, mas não suspeitava de tudo que estava por vir minutos depois.

Todos se serviram de uns tragos enormes de licor e obrigaram meu marido a beber igual a eles. "É seu aniversário, hora da bagunça total, só acontece uma vez", e coisas assim. Fizeram meu marido beber vários tragos seguidos, e ele não conseguiu mais se levantar para dançar. O fato é que todos se levantaram ao mesmo tempo e me fizeram um cerco com quatro caras bêbados, dançando e girando em círculo, um trenzinho improvisado. Jairo e Carlos quase caíram por causa do efeito do álcool. Ao nos sentarmos novamente, meu marido recebeu mais bebida e deram uma cerveja para ele. Ele só tomou alguns goles e caiu no sono. Pensei: "Acabou a festa". Como eu estava enganada! A dança continuou com meu marido e Luis dormindo.

Ao ver que meu marido estava desconfortável em... Essa cadeira, a gente levou pro nosso quarto no segundo andar, o Luis deitaram num dos colchões, que estavam num quartinho do primeiro andar, precisa de ajuda pra colocar o pijama no seu marido? Não, respondi, só vou desabotoar o jeans dele e deixar ele dormir assim um pouco e depois levantar, a gente tá aqui se precisar de algo, ficaram na porta, tirei os sapatos dele, desabotoei a calça, imaginei o pau dele dormindo e mole, o José que tava na porta disse olha, acho que vão transar, José, Alberto e Carlos, soltaram a risada, falei pra eles, depravados, aproveitadores, não têm o que fazer, arrumei meu marido e cobri com um lençol pra aquecer, Carlos me disse já vimos seu marido pelado, como a gente queria ver você também pelada, nem sonhem, falei pra eles, melhor saírem que vou colocar meu pijama, ali estão as camas de vocês, descansem, de manhã a gente conversa pra tomar café, dançamos mais um pouco e depois vamos deitar, é cedo ainda de madrugada e não aguentei terminar assim, aceitei mas troquei meus sapatos por uns mais confortáveis.

As coisas cada vez ficavam mais e mais quentes, Carlos e José pareciam competir pra conseguir pelo menos um beijo comigo, isso dava pra ver de longe, eu toda digna e senhora. O primeiro a dançar comigo foi o Carlos que era um pouco mais ousado e de uma vez cercou minha cintura com um dos braços e numa volta me jogou com força, me recebeu com o outro e nossas bocas ficaram frente a frente, aproveitando minha desvantagem de estar inclinada, me deu um beijo com força que não pude recusar, o que você fez, falei, ele disse desculpa, perdão, você se aproveitou da minha indefesa, mas sorri, isso marcou o fim da discussão, tomei a iniciativa de dar um beijo no Carlos e aí parou a dança, nossos corpos se fundiram num beijo interminável, parecia ser um só corpo,

José disse que lindo espetáculo, que inveja, gritei pra ele, a inveja é má conselheira, me aproximei e dei um beijo apaixonado na boca dele, vão entender que as coisas tinham saído De tanto beber, o clima e o tom já estavam insucontroláveis. Nada nem ninguém ia parar aquilo, a não ser que meu marido aparecesse do nada e todo mundo fosse pra cama ou a pegação acabasse. Nada disso aconteceu, e foi nessa hora que o Luis acordou e correu pro banheiro. Coloquei um dedo na boca pra pedir silêncio, mas não adiantou muito. Eles estavam muito excitados e com tesão. O José me abraçou e beijou de novo, e eu não ofereci muita resistência. Ouvi a descarga do banheiro e soube que o Luis ia sair e não demoraria pra descobrir o que estava rolando. Ao mesmo tempo, senti um par de mãos subindo meu vestido e apalpando minha bunda e minha buceta por cima da calcinha. Eu já estava começando a ficar molhada que nem uma puta profissional. "Posso me juntar?", disse o Luis. Ouvi um "shiiittt" e comecei a sentir outras mãos acariciando meu corpo, só aumentando o fogo. Senti que arrancaram minha calcinha e nem sei pra onde foi parar. Meu vestido foi puxado por cima da cabeça, e fiquei só de sutiã e sapatos, mas logo tiraram isso também e eu fiquei completamente nua, indefesa, à mercê de três lobos famintos com um tesão indescritível. Eu disse: "Vamos pros colchonetes, é mais confortável e privado".

Eles me levantaram como se carregassem um pedaço de madeira: um pela cabeça, outro pela cintura e outro pelos pés. Fiquei em pé e o Luis foi direto lamber minha boceta, já toda molhada e cheia de melado. O Carlos grudou na minha boca e o José em um dos meus peitos, enquanto com a outra mão apertava e massageava o outro. Pra manter o equilíbrio, ou sei lá, acabei jogando uma perna sobre o pescoço do Luis, e ele ficou melhor posicionado pra enfiar os dedos, a língua e ter uma vista completa da minha boceta e da minha bunda.

Quando cansaram dessa posição, eu falei: "Agora se despam vocês também". Ajudei no que pude, porque eles estavam com uma pressa danada pra ficar como Deus os trouxe ao mundo. Foi quando pude observar pela primeira vez os paus deles, todos eretos. Me inclinei e comecei a chupar o do Carlos, depois o do José e terminei com o do Luis. Que puta que eu sou, pensei comigo mesma. Culpa do dorminhoco do meu... marido isso não estaria acontecendo, parei essa recriminação na minha mente, a aproveitar me disse.
Continuei chupando e de vez em quando tentava colocar dois na boca e era meio difícil, como será que fazem nos filmes onde essas garotas fazem parecer fácil, continuei refletindo. Carlos cansou com certeza e me pegou pela cintura me colocando de quatro e começou a enfiar sem perguntar aquela pica enorme entre meus lábios vaginais molhados, que a receberam com gosto. Um leve gemido saiu da minha garganta e continuei chupando o pau do José e do Luis. José deitou de costas e me fizeram sentar e enterrar aquele pau. Carlos me inclinou e enfiou com saliva na minha bunda e fiquei empalada duplamente, não sabia como me acomodar para receber aquela porção dupla de pau. José agarrou meu rosto e me obrigou a enfiar o pau dele na minha boca, como se estivesse fodendo minha boca, apertando de vez em quando para dar uma chupada. Que aniversário do meu marido, me veio esse pensamento.
José cansou e Luis se jogou no chão e Carlos foi a vez de receber sua chupada. Senti um leve cheiro de merda, mas passou rápido, com certeza pelas sensações de dois paus no meu corpo que já começava a suar igual aos meus penetradores. Não sei quanto tempo passamos mudando de posições, outras vezes me colocavam de costas e recebia pau na minha buceta, outra na minha boca e algum deles em pé olhando e se masturbando. Eles se revezavam sim para que todos passassem pelos mesmos buracos, pareciam organizados por um militar ou algo assim.
Continuei minha tarefa de receber pau de três caras, desconhecidos para mim, mas muito amigos e companheiros do meu marido. Eu mais feliz que criança no recreio com brinquedos novos, assim me sentia, recebendo prazer ao máximo. Quando iam gozar disseram: "Quer receber na boca?" Na minha excitação eu disse: "Onde vocês quiserem, já me transformaram numa puta, que mais dá?" Eles riram como tinham feito com meu marido no início do encontro.
Luis gozou na minha boca e recebi tudo. Engoli o que pude e cuspi o resto, que caiu nos meus peitos. Logo depois, Carlos foi o próximo, tirou da minha buceta e aproximou do meu rosto, me encharcando de porra no cabelo, testa, olhos e rosto todo. Com a palma da mão, ele espalhou por todo meu rosto e disse: "Que linda você está assim, minha rainha linda". José também tirou da minha bocetinha e disparou no meu ventre e umbigo. Voltei a chupar aqueles paus meio moles, espremi até a última gota de sêmen. "Fiquem com a gente e vamos continuar a festa", eu disse. "Esperem que vou ver meu marido". No banheiro próximo, me limpei um pouco, me vesti e me arrumei, e subi para ver meu marido, enquanto eles também se vestiam de novo. "Os apressados que foram embora por medo do toque de quarentena perderam muito, a gente tirou a sorte grande", disseram rindo de felicidade.

Vale registrar que, desde que começou o clima quente da festa, todos os convidados soltaram elogios gostosos, expressões de admiração, vontade de ficar comigo, pela amizade com meu marido e muito mais. Daqui, digo obrigada a todos.

Ao chegar no meu quarto e cama nupcial, vi meu marido dormindo profundamente. Comecei a mexer nele e chamar até que acordou. Ele se levantou para urinar no nosso banheiro privativo. Quando saiu, perguntou pelos amigos. Eu disse: "Estão lá embaixo falando merda e tirando sarro de você por ter caído no sono". "Que pena", ele disse. "Fica tranquilo, eles são muito respeitosos, mas ninguém cala a boca deles". Ele não fazia ideia de toda pica que eu tinha acabado de receber. Coitado, pensei. Minha putaria ainda não estava completa, e também não podia deixar meu marido sem sua porção. Abaixei suas calças até os joelhos, dei uma chupada que logo se transformou numa ereção poderosa. Continuei e continuei até ele gozar na minha boca, e engoli toda sua porra. Disse: "Vai continuar dormindo ou desce mais um pouco? Já está quase amanhecendo". Ele se vestiu de novo direito, e eu me arrumei um pouco melhor, disfarçando tudo que tinha acabado de acontecer.

Descemos, eu e meu marido, abraçados e nos beijando apaixonadamente. muito apaixonados, um deles me ofereceu um gole de uísque e nos sentamos de novo para conversar, mal conseguia evitar que dissessem ao meu marido que eu era uma grande mulher, reta, correta e determinada para atender três bêbados, chatos, grosseiros e muitas outras coisas, eu disse ao meu marido que os amigos dele eram muito chatos, que gostavam muito de jogar e zoar tudo e todos, eles são assim, boa gente e bons companheiros, isso sim é verdade, respondi, todos caem muito bem, tomara que venham ano que vem repetir esses tragos, eles disseram pras férias, pro natal, pro seu aniversário, ah, não querem sair da minha casa, eu disse, pra que nos tratam tão bem e são assim de boa gente com os convidados, todos rimos, meu marido de maneira ingênua, obviamente.

Seguimos a conversa de amigos, preparei café pra todos pois não tinha como tirar da minha boca aquele gosto de porra e pau de todos esses males, escovei minha boca e fiquei como nova, pronta pra outro ato de amor e generosidade com os amigos do meu marido, mentira, voltei a me portar como uma dama na frente dele.

Os três convidados pediram café da manhã por delivery e como já tinha acabado a restrição de mobilidade, saíram pras suas casas ou sei lá pra onde, com meu marido nos metemos na cama e fizemos sexo cedinho, ele comentando como você tá molhada e encharcada minha love, eu disse não é pra menos, a situação assim pedia, é verdade meus amigos são muito especiais comigo, ele respondeu, comigo também foram muito especiais, respeitosos e carinhosos, esses sim são verdadeiros amigos, convida eles de novo, mas não dorme senão eles se aproveitam pra zoar você e me toca atender todos sozinha, não vai acontecer de novo ele disse meio sem graça.

Desde essa data recebo mimos por mensagem e mantenho conversas por chat ou videochamada com esses personagens da história, nem todas elas são só pra dar oi, às vezes ou melhor quase sempre eles ficam um pouco excitados, mas nada demais, isso sim todos ambas concordam em querer repetir o que aconteceu ou fazer uma viagem à costa, para passar uma semana perdidos numa ilha ou hotel, o problema continua sendo meu marido, que seria a pedra no sapato, vamos ver com o tempo o que eu invento

1 comentários - Primeira Traição de Casada 3

Por lo visto no lo respetas a tu marido ya que estando en tu casa junto a él por lo menos no agas esas travesuras delante de él. Ya que le metes los cuernos hasta con los compañeros de él y delante de él aunque dormido. Van puntitos