Depois de um tempo desconectado das redes, volto com mais contos. Espero que vocês curtam essa continuação e não hesitem em deixar opiniões ou o que quiserem.
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Depois dos nossos primeiros dias experimentando com a Laura, tava claro que ela mesma tava encantada com a situação. Sinceramente, não esperava que ela curtisse tanto isso e que no fim ficasse doida pra agradar o dono dela.
Os dias seguintes foram tranquilos, a gente visitou a cidade inteira com nossos jogos e desafios. A Laura quase sempre dormia na minha casa e a gente não parava de ficar com tesão o tempo todo. Eu ficava pensando em ideias novas pra brincar com ela e nesse dia me veio uma coisa pra testar.
Já tava preparando o café da manhã pra começar o dia bem. Normalmente eu acordava antes da Laura. Enquanto tava na cozinha, fiquei pensando em que aventura ia aprontar com ela hoje, e o que mais tava afim era ir pra praia passar a manhã.
Quando a Laura entrou na cozinha, eu disse como ela tinha que se preparar pra hoje, ordens simples que depois vão me fazer curtir pra caralho e, claro, ela também.
+Vamos pra praia, sua putinha. Você precisa vestir o biquíni mais minúsculo que tiver, o vibrador e o plug bem enfiados em você, e um pareô ou algo pra se cobrir enquanto a gente vai pra praia. Entendeu?
-Sim, Amor, já vou me arrumar.
Depois de um tempo, a Laurita já tava pronta e a gente já tinha tomado café, prontos pra ir pra praia. Na frente dos nossos apartamentos tem a praia de Levante. É bem conhecida e tem um monte de gente. Por isso, resolvi passar numa caleta que eu conhecia no outro lado dessa praia. Não se enganem, porque também tem gente, mas é mais sossegada e com vistas melhores.
Pra chegar lá, você precisa pegar o carro se não quiser ficar andando um tempão subindo e descendo. A gente ficou uns 10 minutos estacionando perto da calheta. Eu já tava felizão só de pensar em tudo que ia fazer com a Laura, e ela, sei lá por que, mas acho que tava na mesma. A gente desceu do carro e a vista era incrível, a praia com a água calma, uma área com pedras onde ninguém ia nos ver muito, e claro, a Laura. Com aquele biquíni minúsculo, parecia que as tetas iam pular pra fora pelos lados. O pareô cobria a parte de baixo, mas dava pra imaginar como ficava também. Assim que chegamos lá, coloquei o vibrador na potência mínima pra ir esquentando aquela bucetinha, e vi um sorrisinho no rosto dela. Olha só como minha putinha tá ficando viciada.
Enquanto a gente entrava na enseada, fiquei de olho num lugar pra se sentar. Como não vi, escolhi um par de pedras lisas que eram um pouco mais altas e davam mais privacidade. Estendemos as toalhas, pedi pra Laura passar protetor em mim porque minha pele é clara e, se não tomar cuidado, viro um camarão. Depois que ela passou em mim, ela pediu a mesma coisa. Comecei pelos ombros dela, deslizando minhas mãos devagar, descendo pelas costas e subindo de novo pra descer pelo peito. Em menos de um minuto, já tava agarrando os peitos dela e espalhando protetor até no último cantinho daquele corpo gostoso. Passei a mão na buceta dela por cima do biquíni e já tava bem molhadinha.
Já com o creme bem passado, ela se deitou no sol e eu fui atrás, não sem antes aumentar a potência do vibrador e curtir vendo como, aos poucos, a Laura começava a se mexer inquieta. A gente tinha três casais por perto, mas o pessoal tava de boa, cada um na sua.
Queria que a Laurita tivesse um dia inesquecível, então fui preparando o momento aos poucos. Tirei o pareô que ela tinha na cintura e não dava pra ter vista melhor. Ela tava deitada de bruços, de trás dava pra ver a buceta dela engolindo a sunguinha e pelos lados os peitos dela aparecendo. Uma visão bem pornô da Laura.
Eu já tava doido pra meter nela ali mesmo, mas ainda tinha que brincar mais um pouco, e tava me vindo umas ideias muito boas pra minha putinha se divertir.
+vagabunda, madura pra dar um mergulho pra se refrescar, eu te espero aqui.
—Vale, amor, não seja mau.
Eu adorava quando ela falava isso com cara de safada, me deixava muito mais excitado. E adoraria ir com ela, mas não posso levar o celular pra dentro da água pra brincar com o vibrador dela. Enquanto aquele corpo me deixava besta olhando ela se afastar, peguei o app do vibrador e aumentei no meio. Dava pra ver que ela deu um pulinho e ficou meio estranha ao andar. Eu tava curtindo tudo quando ela chegou na água, entrou até quase na cintura, e aí aproveitei pra colocar o vibrador no máximo.
Laura ficou de joelhos na água por causa da intensidade das vibrações. O pessoal deu uma olhada pra ver se algo acontecia, mas não passou disso. Já no chão, fiquei brincando com o celular, aumentando e diminuindo o ritmo, e quando ela ia sair, coloquei no máximo — com aquelas vibrações, fazia o plug tremer também. Como a água escorria pelo corpo dela ao sair, não dava pra perceber, mas eu senti perfeitamente ela se molhando toda com os próprios fluidos do orgasmo que tinha tido. Desliguei a vibração e, aos poucos, ela foi passando pelo pessoal e veio até mim.
Ela tava vermelha, mas com cara de tesão. Coloquei as vibrações de novo no médio, e de vez em quando ela soltava um gemido.
+vagabunda, quero que você tire a parte de baixo e fique só com o pareô.
Ficava transparente, mas disfarçava bem, assim tudo ficava mais putaria, sem a parte de baixo e com os buracos dela cheios. Só de ver ela fazendo isso, eu já tava com o pau duro apertando a sunga. O casal mais próximo que a gente tinha foi pra água e, sem falar nada, peguei o rabo de cavalo dela enquanto tirava o meu membro e enfiava na boca dela.
Ninguém percebeu, exceto um casal num canto da praia que tava na mesma que a gente, acho. Só vi um sorrisinho e eles seguiram na deles.
Não me estenda muito dessa vez, ainda tinha muito dia pela frente, então peguei ela pelo pescoço e, sem hesitar muito, meti na garganta dela. Adorava a sensação disso no meu pau. Pouco depois, enchi a boca dela com a porra e mais uns jatos que acertaram na cara dela.
Tinha visto uns vídeos de "Cum Walk", mas nunca tinha me dado na telha de experimentar aquilo. Falei pra ela que só dava pra tirar aquilo com água do mar, então ou ficava paradinha ali ou passava pelos outros com a cara toda melada. Ela me olhou com cara de cachorrinho, mas não teve sorte pra ela. Depois de uns minutos, ela levantou e resolvi acompanhar ela até a beira. Chegamos lá rapidinho, a Laura tava com o rosto vermelho e algumas pessoas viram, mas outras nem imaginavam o que tava rolando. Já na água, ela limpou a cara e percebeu que só tava usando um pareo quase transparente. Então, evitou entrar muito pra não molhar e deixar ainda mais transparente.
Tava pensando como minha putinha tava se comportando bem e como tudo tava sendo tão gostoso. Voltamos pras nossas toalhas, a gente tava com muito tesão e só faltava meter ali mesmo. Atrás da gente tinha uns arbustos e um par de árvores. Fui pra lá como se fosse mijar e logo depois a Laurita veio. Arranquei praticamente o biquíni e o saída de praia dela. Ela tava pelada na minha frente e é uma das melhores vistas que já tive.
Digo pra ela deitar que é a vez dela aproveitar, deito em cima e, beijando ela, vou descendo devagar. Brinco no pescoço dela, mordendo, desço pros peitos e me distraio com os mamilos. Mordo, chupo e succiono até ouvir um gemido gelado da parte dela e continuo descendo.
Finalmente chego na buceta dela, dou um beijo daqueles que chupam e sigo com minha língua subindo e descendo. Abro devagar os lábios dela, meto e tiro a língua enquanto de vez em quando ataco o clitóris dela. Daqui a pouco sinto ela me agarrar com força e depois começa a gozar, soltando uns bons jatos de lubrificação. Poucas coisas me deixam mais excitado do que ver ela se divertir assim.
Enquanto ela se recompõe, abro bem as pernas dela segurando pelos tornozelos e enfio inteira de uma vez. Não aguentava mais, minha pika tava prestes a explodir. Naquele momento ninguém pensava nos outros, só éramos duas pessoas curtindo o sexo ao máximo. Enquanto eu a empurrava contra o arbusto, brincava com os peitos dela e os biquinhos que sei que ela adora. Com certeza, Laura teve novos espasmos de prazer e soltou os sucos dela na minha pika, e em vez de parar, decidi ir mais forte. Ela já gemia alto de tesão e eu ia encher ela de porra. Apertei bem fundo, sentindo que tocava o fundo, e gozei como poucas vezes na vida. Deixei ela cheia de porra.
Jadejando, consegui dizer:
+safada, você é genial e agora nem pense em se limpar. Assim você vai até onde eu mandar.
—Tá bom, meu amo. —Ela disse, recuperando o fôlego.
Tinha uns olhos e uma cara de prazer do caralho. Era uma gostosa e ainda mais nessas situações. Normalmente, pouca gente se atreve a esse tipo de coisa, a curtir a vida sem ligar pro que os outros falam.
Voltamos pra pegar nossas coisas e falei pra gente voltar pro carro. Dava pra usar a parte de cima do biquíni e o pareô. O resto guardado na mochila e rumo ao carro. A Laura ia soltando uma gotinha aqui e ali sem conseguir parar, meu gozo escorrendo. A gente continuava bem quente e com vontade de trepar de novo.
Quando chegamos no carro, coloquei a toalha no banco e desamarrei o pareô da Laura.
Íamos indo pra casa, mas não sem antes passar no sexshop pra comprar umas paradas que tinham me vindo na cabeça. No caminho pra loja, eu tirei a pica da calça e ela, sem eu precisar falar nada, se curvou na minha direção e começou a chupar. Quando chegamos, tinha um lugar perto da porta, bastante gente passava do nosso lado, porque naquela rua tem um fluxo grande. Já estacionados, segurei a cabeça dela e, depois de um tempo, com o tesão da situação e da galera que via a gente passando, soltei o pouco que consegui na garganta dela.
-Você me deixou seco, sua putinha. Agora, pra entrar, veste a parte de baixo, mas veste fora do carro.
—Tá passando gente, amor. —Ela tava meio sem graça.
-vadia, não me irrita, sai do carro e coloca a parte de baixo, que você ainda vai sair assim.
Ela saiu do carro e, com muita vergonha, ajeitou a parte de baixo do biquíni. As pernas dela estavam encharcadas, ela era muito promíscua, muito mais gostosa do que eu.
Dentro do sexshop onde já nos conheciam, achei rápido o que procurava: primeiro, um arreio que prendia tornozelos com pulsos, forçando quem usasse a ficar imobilizado e exposto. E também um plug em formato de gancho pra poder amarrar numa corda. Queria testar umas paradas com a Laura. Além disso, vi um consolo de um tamanho bem interessante, tinha 30cm de comprimento e 5 de largura, era enorme. Quando a Laura me viu pegar ele, ficou olhando com cara de susto.
Saímos da loja e fomos pra casa. Estacionamos o carro sem problema e, quando entramos no prédio, já fui preparando o clima.
-Tira toda essa roupa, você vai subir pelada.
—Sim, amor, espero que não tenha ninguém.
-Vamos pelas escadas, sua puta, assim ninguém te vê.
Entramos no apartamento sem problema, todo mundo desce de elevador, então não cruzamos com ninguém. Assim que entramos, mandei ela ir para o terraço e me esperar desse jeito.
Eu enquanto abria os pacotes do sexshop e levei ele pra varanda. Ela me esperava de joelhos, coloquei as pulseiras e as tornozeleiras primeiro, depois coloquei ela na posição e prendi com as correias que vinham. Me dava muito tesão ver ela naquela posição, ela tava com a cara no chão e a bunda bem empinada.
Peguei o lubrificante, passei no plug novo e enfiei de uma vez. Aquela bunda já engolia qualquer coisa. Ela gemia de tesão, mas ainda faltava o melhor: experimentar aquele dildo enorme.
Comecei a chupar a buceta dela, os lábios, abrindo devagar, enfiando dois dedos e tirando, cada vez mais fundo. Depois de um tempo, coloquei mais um dedo e assim fui até ter quatro dedos lá dentro, quase enfiando a mão inteira. Quando ela já estava toda melada de tesão, peguei o dildo e comecei a enfiar a ponta bem devagar. A cabeça entrou fácil, mas daí pra frente foi ficando mais apertado. Ela gemia de prazer e um pouco de dor, porque nunca tinha entrado nada tão grande.
Eu tirava e enfiava o dildo cada vez um pouco mais, até que me veio uma ideia que ia me deixar com muito tesão. Tirei o dildo de uma vez, e saíram uns jatos da buceta dela, porque a putinha tinha acabado de gozar. Ajudei ela a se virar de ponta-cabeça, com os pés no chão, mas na ponta dos dedos, e a ponta do dildo enfiada na buceta dela. Se perdesse o equilíbrio, o dildo entraria sem dó no fundo. No começo, ela aguentou bem, até me fez um boquete incrível, mas depois de uns minutos, as pernas dela tremiam cada vez mais, até que, sem esperar, ela caiu pra trás, soltando um grito bem alto enquanto o dildo entrava de uma vez até mais da metade.
Me deu muito tesão ver ela assim, eu adorava essas situações, mas já tava cansado de tanta brincadeira. Resolvi tirar a pica e, enquanto ela tava deitada, com meu pé eu ia enfiando o dildo um pouco mais fundo. Ela gemia com força porque eu tava partindo ela ao meio e, ao mesmo tempo, comecei a mijar nela pra finalizar o jogo. Ela gemia e gritava por causa do dildo, mas ao mesmo tempo colocava a língua pra fora quando eu mijava na cara dela. Laura tava se tornando uma putinha de respeito e o melhor: ela era minha.
Quando terminei de mijar, fui tirando o dildo devagar, com calma, soltando as amarras dela, tirei meu plug e aos poucos ela foi recuperando o fôlego.
Ajudei ela a se levantar e a caminhar até o chuveiro que ela tanto precisava. Entramos os dois juntos e eu ajudei ela a se ensaboar, a se limpar direitinho e a relaxar depois de toda a confusão daquele dia.
A partir daí, os dias com Laura foram cada vez melhores, eu só conseguia pensar em como a gente se divertia junto e o quanto estávamos descobrindo um ao outro.
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Subo essa última parte depois de muito tempo, espero que vocês curtam. Vou continuar com novas histórias e, se tiverem alguma sugestão ou quiserem bater um papo, não hesitem em me escrever nos comentários ou no email. Valeu por tudo!
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Depois dos nossos primeiros dias experimentando com a Laura, tava claro que ela mesma tava encantada com a situação. Sinceramente, não esperava que ela curtisse tanto isso e que no fim ficasse doida pra agradar o dono dela.
Os dias seguintes foram tranquilos, a gente visitou a cidade inteira com nossos jogos e desafios. A Laura quase sempre dormia na minha casa e a gente não parava de ficar com tesão o tempo todo. Eu ficava pensando em ideias novas pra brincar com ela e nesse dia me veio uma coisa pra testar.
Já tava preparando o café da manhã pra começar o dia bem. Normalmente eu acordava antes da Laura. Enquanto tava na cozinha, fiquei pensando em que aventura ia aprontar com ela hoje, e o que mais tava afim era ir pra praia passar a manhã.
Quando a Laura entrou na cozinha, eu disse como ela tinha que se preparar pra hoje, ordens simples que depois vão me fazer curtir pra caralho e, claro, ela também.
+Vamos pra praia, sua putinha. Você precisa vestir o biquíni mais minúsculo que tiver, o vibrador e o plug bem enfiados em você, e um pareô ou algo pra se cobrir enquanto a gente vai pra praia. Entendeu?
-Sim, Amor, já vou me arrumar.
Depois de um tempo, a Laurita já tava pronta e a gente já tinha tomado café, prontos pra ir pra praia. Na frente dos nossos apartamentos tem a praia de Levante. É bem conhecida e tem um monte de gente. Por isso, resolvi passar numa caleta que eu conhecia no outro lado dessa praia. Não se enganem, porque também tem gente, mas é mais sossegada e com vistas melhores.
Pra chegar lá, você precisa pegar o carro se não quiser ficar andando um tempão subindo e descendo. A gente ficou uns 10 minutos estacionando perto da calheta. Eu já tava felizão só de pensar em tudo que ia fazer com a Laura, e ela, sei lá por que, mas acho que tava na mesma. A gente desceu do carro e a vista era incrível, a praia com a água calma, uma área com pedras onde ninguém ia nos ver muito, e claro, a Laura. Com aquele biquíni minúsculo, parecia que as tetas iam pular pra fora pelos lados. O pareô cobria a parte de baixo, mas dava pra imaginar como ficava também. Assim que chegamos lá, coloquei o vibrador na potência mínima pra ir esquentando aquela bucetinha, e vi um sorrisinho no rosto dela. Olha só como minha putinha tá ficando viciada.
Enquanto a gente entrava na enseada, fiquei de olho num lugar pra se sentar. Como não vi, escolhi um par de pedras lisas que eram um pouco mais altas e davam mais privacidade. Estendemos as toalhas, pedi pra Laura passar protetor em mim porque minha pele é clara e, se não tomar cuidado, viro um camarão. Depois que ela passou em mim, ela pediu a mesma coisa. Comecei pelos ombros dela, deslizando minhas mãos devagar, descendo pelas costas e subindo de novo pra descer pelo peito. Em menos de um minuto, já tava agarrando os peitos dela e espalhando protetor até no último cantinho daquele corpo gostoso. Passei a mão na buceta dela por cima do biquíni e já tava bem molhadinha.
Já com o creme bem passado, ela se deitou no sol e eu fui atrás, não sem antes aumentar a potência do vibrador e curtir vendo como, aos poucos, a Laura começava a se mexer inquieta. A gente tinha três casais por perto, mas o pessoal tava de boa, cada um na sua.
Queria que a Laurita tivesse um dia inesquecível, então fui preparando o momento aos poucos. Tirei o pareô que ela tinha na cintura e não dava pra ter vista melhor. Ela tava deitada de bruços, de trás dava pra ver a buceta dela engolindo a sunguinha e pelos lados os peitos dela aparecendo. Uma visão bem pornô da Laura.
Eu já tava doido pra meter nela ali mesmo, mas ainda tinha que brincar mais um pouco, e tava me vindo umas ideias muito boas pra minha putinha se divertir.
+vagabunda, madura pra dar um mergulho pra se refrescar, eu te espero aqui.
—Vale, amor, não seja mau.
Eu adorava quando ela falava isso com cara de safada, me deixava muito mais excitado. E adoraria ir com ela, mas não posso levar o celular pra dentro da água pra brincar com o vibrador dela. Enquanto aquele corpo me deixava besta olhando ela se afastar, peguei o app do vibrador e aumentei no meio. Dava pra ver que ela deu um pulinho e ficou meio estranha ao andar. Eu tava curtindo tudo quando ela chegou na água, entrou até quase na cintura, e aí aproveitei pra colocar o vibrador no máximo.
Laura ficou de joelhos na água por causa da intensidade das vibrações. O pessoal deu uma olhada pra ver se algo acontecia, mas não passou disso. Já no chão, fiquei brincando com o celular, aumentando e diminuindo o ritmo, e quando ela ia sair, coloquei no máximo — com aquelas vibrações, fazia o plug tremer também. Como a água escorria pelo corpo dela ao sair, não dava pra perceber, mas eu senti perfeitamente ela se molhando toda com os próprios fluidos do orgasmo que tinha tido. Desliguei a vibração e, aos poucos, ela foi passando pelo pessoal e veio até mim.
Ela tava vermelha, mas com cara de tesão. Coloquei as vibrações de novo no médio, e de vez em quando ela soltava um gemido.
+vagabunda, quero que você tire a parte de baixo e fique só com o pareô.
Ficava transparente, mas disfarçava bem, assim tudo ficava mais putaria, sem a parte de baixo e com os buracos dela cheios. Só de ver ela fazendo isso, eu já tava com o pau duro apertando a sunga. O casal mais próximo que a gente tinha foi pra água e, sem falar nada, peguei o rabo de cavalo dela enquanto tirava o meu membro e enfiava na boca dela.
Ninguém percebeu, exceto um casal num canto da praia que tava na mesma que a gente, acho. Só vi um sorrisinho e eles seguiram na deles.
Não me estenda muito dessa vez, ainda tinha muito dia pela frente, então peguei ela pelo pescoço e, sem hesitar muito, meti na garganta dela. Adorava a sensação disso no meu pau. Pouco depois, enchi a boca dela com a porra e mais uns jatos que acertaram na cara dela.
Tinha visto uns vídeos de "Cum Walk", mas nunca tinha me dado na telha de experimentar aquilo. Falei pra ela que só dava pra tirar aquilo com água do mar, então ou ficava paradinha ali ou passava pelos outros com a cara toda melada. Ela me olhou com cara de cachorrinho, mas não teve sorte pra ela. Depois de uns minutos, ela levantou e resolvi acompanhar ela até a beira. Chegamos lá rapidinho, a Laura tava com o rosto vermelho e algumas pessoas viram, mas outras nem imaginavam o que tava rolando. Já na água, ela limpou a cara e percebeu que só tava usando um pareo quase transparente. Então, evitou entrar muito pra não molhar e deixar ainda mais transparente.
Tava pensando como minha putinha tava se comportando bem e como tudo tava sendo tão gostoso. Voltamos pras nossas toalhas, a gente tava com muito tesão e só faltava meter ali mesmo. Atrás da gente tinha uns arbustos e um par de árvores. Fui pra lá como se fosse mijar e logo depois a Laurita veio. Arranquei praticamente o biquíni e o saída de praia dela. Ela tava pelada na minha frente e é uma das melhores vistas que já tive.
Digo pra ela deitar que é a vez dela aproveitar, deito em cima e, beijando ela, vou descendo devagar. Brinco no pescoço dela, mordendo, desço pros peitos e me distraio com os mamilos. Mordo, chupo e succiono até ouvir um gemido gelado da parte dela e continuo descendo.
Finalmente chego na buceta dela, dou um beijo daqueles que chupam e sigo com minha língua subindo e descendo. Abro devagar os lábios dela, meto e tiro a língua enquanto de vez em quando ataco o clitóris dela. Daqui a pouco sinto ela me agarrar com força e depois começa a gozar, soltando uns bons jatos de lubrificação. Poucas coisas me deixam mais excitado do que ver ela se divertir assim.
Enquanto ela se recompõe, abro bem as pernas dela segurando pelos tornozelos e enfio inteira de uma vez. Não aguentava mais, minha pika tava prestes a explodir. Naquele momento ninguém pensava nos outros, só éramos duas pessoas curtindo o sexo ao máximo. Enquanto eu a empurrava contra o arbusto, brincava com os peitos dela e os biquinhos que sei que ela adora. Com certeza, Laura teve novos espasmos de prazer e soltou os sucos dela na minha pika, e em vez de parar, decidi ir mais forte. Ela já gemia alto de tesão e eu ia encher ela de porra. Apertei bem fundo, sentindo que tocava o fundo, e gozei como poucas vezes na vida. Deixei ela cheia de porra.
Jadejando, consegui dizer:
+safada, você é genial e agora nem pense em se limpar. Assim você vai até onde eu mandar.
—Tá bom, meu amo. —Ela disse, recuperando o fôlego.
Tinha uns olhos e uma cara de prazer do caralho. Era uma gostosa e ainda mais nessas situações. Normalmente, pouca gente se atreve a esse tipo de coisa, a curtir a vida sem ligar pro que os outros falam.
Voltamos pra pegar nossas coisas e falei pra gente voltar pro carro. Dava pra usar a parte de cima do biquíni e o pareô. O resto guardado na mochila e rumo ao carro. A Laura ia soltando uma gotinha aqui e ali sem conseguir parar, meu gozo escorrendo. A gente continuava bem quente e com vontade de trepar de novo.
Quando chegamos no carro, coloquei a toalha no banco e desamarrei o pareô da Laura.
Íamos indo pra casa, mas não sem antes passar no sexshop pra comprar umas paradas que tinham me vindo na cabeça. No caminho pra loja, eu tirei a pica da calça e ela, sem eu precisar falar nada, se curvou na minha direção e começou a chupar. Quando chegamos, tinha um lugar perto da porta, bastante gente passava do nosso lado, porque naquela rua tem um fluxo grande. Já estacionados, segurei a cabeça dela e, depois de um tempo, com o tesão da situação e da galera que via a gente passando, soltei o pouco que consegui na garganta dela.
-Você me deixou seco, sua putinha. Agora, pra entrar, veste a parte de baixo, mas veste fora do carro.
—Tá passando gente, amor. —Ela tava meio sem graça.
-vadia, não me irrita, sai do carro e coloca a parte de baixo, que você ainda vai sair assim.
Ela saiu do carro e, com muita vergonha, ajeitou a parte de baixo do biquíni. As pernas dela estavam encharcadas, ela era muito promíscua, muito mais gostosa do que eu.
Dentro do sexshop onde já nos conheciam, achei rápido o que procurava: primeiro, um arreio que prendia tornozelos com pulsos, forçando quem usasse a ficar imobilizado e exposto. E também um plug em formato de gancho pra poder amarrar numa corda. Queria testar umas paradas com a Laura. Além disso, vi um consolo de um tamanho bem interessante, tinha 30cm de comprimento e 5 de largura, era enorme. Quando a Laura me viu pegar ele, ficou olhando com cara de susto.
Saímos da loja e fomos pra casa. Estacionamos o carro sem problema e, quando entramos no prédio, já fui preparando o clima.
-Tira toda essa roupa, você vai subir pelada.
—Sim, amor, espero que não tenha ninguém.
-Vamos pelas escadas, sua puta, assim ninguém te vê.
Entramos no apartamento sem problema, todo mundo desce de elevador, então não cruzamos com ninguém. Assim que entramos, mandei ela ir para o terraço e me esperar desse jeito.
Eu enquanto abria os pacotes do sexshop e levei ele pra varanda. Ela me esperava de joelhos, coloquei as pulseiras e as tornozeleiras primeiro, depois coloquei ela na posição e prendi com as correias que vinham. Me dava muito tesão ver ela naquela posição, ela tava com a cara no chão e a bunda bem empinada.
Peguei o lubrificante, passei no plug novo e enfiei de uma vez. Aquela bunda já engolia qualquer coisa. Ela gemia de tesão, mas ainda faltava o melhor: experimentar aquele dildo enorme.
Comecei a chupar a buceta dela, os lábios, abrindo devagar, enfiando dois dedos e tirando, cada vez mais fundo. Depois de um tempo, coloquei mais um dedo e assim fui até ter quatro dedos lá dentro, quase enfiando a mão inteira. Quando ela já estava toda melada de tesão, peguei o dildo e comecei a enfiar a ponta bem devagar. A cabeça entrou fácil, mas daí pra frente foi ficando mais apertado. Ela gemia de prazer e um pouco de dor, porque nunca tinha entrado nada tão grande.
Eu tirava e enfiava o dildo cada vez um pouco mais, até que me veio uma ideia que ia me deixar com muito tesão. Tirei o dildo de uma vez, e saíram uns jatos da buceta dela, porque a putinha tinha acabado de gozar. Ajudei ela a se virar de ponta-cabeça, com os pés no chão, mas na ponta dos dedos, e a ponta do dildo enfiada na buceta dela. Se perdesse o equilíbrio, o dildo entraria sem dó no fundo. No começo, ela aguentou bem, até me fez um boquete incrível, mas depois de uns minutos, as pernas dela tremiam cada vez mais, até que, sem esperar, ela caiu pra trás, soltando um grito bem alto enquanto o dildo entrava de uma vez até mais da metade.
Me deu muito tesão ver ela assim, eu adorava essas situações, mas já tava cansado de tanta brincadeira. Resolvi tirar a pica e, enquanto ela tava deitada, com meu pé eu ia enfiando o dildo um pouco mais fundo. Ela gemia com força porque eu tava partindo ela ao meio e, ao mesmo tempo, comecei a mijar nela pra finalizar o jogo. Ela gemia e gritava por causa do dildo, mas ao mesmo tempo colocava a língua pra fora quando eu mijava na cara dela. Laura tava se tornando uma putinha de respeito e o melhor: ela era minha.
Quando terminei de mijar, fui tirando o dildo devagar, com calma, soltando as amarras dela, tirei meu plug e aos poucos ela foi recuperando o fôlego.
Ajudei ela a se levantar e a caminhar até o chuveiro que ela tanto precisava. Entramos os dois juntos e eu ajudei ela a se ensaboar, a se limpar direitinho e a relaxar depois de toda a confusão daquele dia.
A partir daí, os dias com Laura foram cada vez melhores, eu só conseguia pensar em como a gente se divertia junto e o quanto estávamos descobrindo um ao outro.
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Subo essa última parte depois de muito tempo, espero que vocês curtam. Vou continuar com novas histórias e, se tiverem alguma sugestão ou quiserem bater um papo, não hesitem em me escrever nos comentários ou no email. Valeu por tudo!
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