Agora vou contar o que até hoje foi um tiro no meu coração. Primeiro de tudo, vou dizer que me chamo Sander, não sou muito bonito, mas também não sou feio. A história que vocês vão ler é totalmente verdadeira. Pra mim, isso é um desabafo sentimental, mas alguém precisa me dar um conselho, e quem melhor do que pessoas que não me conhecem?
Antes de mais nada, sou casado há 1 ano. Minha esposa se chama Linda, tem 18 anos, mas tem um corpo maravilhoso. Ela tem 1,67m, mais ou menos magra, e tem uma bunda espetacular. Pra mim, ela é muito gostosa. Não temos filhos porque ainda não queremos. Deixa eu dizer que minha esposa é uma mulher provocante. Ela gosta de dormir pelada e de manhã levanta e veste um roupão estilo toalha, mas curto. Foi isso que talvez tenha levado a tudo que vou contar agora.
Isso aconteceu em novembro de 2003. O dono da casa onde morávamos apareceu porque ia cobrar o aluguel, já que eu tava devendo dois meses, porque tinha ficado desempregado e não tinha grana pra pagar. Continuei, por causa disso ele chegou bem cedo, então eu abri a porta e ele disse: "Vim cobrar". Falei pra ele: "Entra, por favor, que a gente precisa conversar". Ele entrou, mas na hora que entrou, minha esposa tava lavando os pratos e dava pra ver toda a buceta e a bunda dela, coisa que o senhor Carlos (esse é o nome do proprietário) ficou olhando até ela se levantar. Nisso tudo, a Linda nem percebeu. Então a gente sentou e ia começar a conversar quando a Linda interrompeu: "Senhor Carlos, como o senhor está?" Ele respondeu que tava muito bem e que tinha vindo cobrar o aluguel. Na hora, eu falei: "Me desculpa, mas não tenho a grana, e até o fim do mês eu vou ter". Aí ele levantou bravo e disse: "Sinto muito, mas já te dei muito prazo. Já são quase três meses e não vi nem um puto centavo." Então ele falou: "Olha, senhor Sander, na sexta-feira eu venho e, se o senhor não tiver meu dinheiro, eu me pago com a sua esposa." Aí a Linda respondeu: "O quê? O que foi que o senhor disse?" O senhor Carlos respondeu: "O que você ouviu. E mais: se acertem se aceitam ou não. Senão, arrumem as malas e vão embora."
No dia seguinte, deixei a Linda dormindo e acordei cedo pra procurar emprego, mas foi inútil, não consegui nada. Cheguei em casa umas duas da tarde.
Aí chegou a sexta-feira. Eu tava nervoso, igual a Linda, e a gente não sabia o que fazer. Ela disse: "Não tomei nenhuma decisão ainda. E você?" Eu respondi que a decisão era dela e que queria que ela escolhesse o melhor pra nós dois. Assim chegou a tarde, e eram umas seis horas quando bateram na porta. Eu levantei do sofá pra abrir, e era o senhor Carlos mesmo. "Boa tarde", ele disse. Respondi: "Boa tarde, entra, por favor."
Então ele entrou e sentou, perguntando: "Tem o dinheiro? Dinheiro? Então eu disse: "Não, senhor, não tenho o dinheiro". Ele me perguntou o que iam fazer, se iam despejar a casa ou fazer o trato que ele mencionou. Eu baixei a cabeça e a Linda respondeu: "Vamos fazer o que o senhor sugeriu". Fiquei surpreso porque ela tinha dito que não tinha nenhuma decisão.
Depois disso, o senhor Carlos disse: "Estou de acordo com sua decisão, mas quero deixar claro que não será a única vez, porque vocês já me devem quase três meses". Então a Linda me olhou, e eu não sabia o que dizer. Ela falou: "Como o senhor quiser". Dito isso, o senhor Carlos se levantou, pegou a mão da Linda e, sem dizer nada, foram para o quarto. Senti um nó na garganta e uma sensação estranha no estômago, sem saber o que fazer. Então ouvi a porta fechar. Não sabia o que fazer e, de repente, me veio à mente observá-los por cima da porta, já que ela tem uma pequena janelinha. Peguei uma mesinha que tínhamos na sala e me espiei.
Ouvi quando o senhor Carlos disse: "É, tira eles". E a Linda começou a tirar a calcinha. Quando já estava nos joelhos, ele falou: "Espera aí, deixa eu admirar essa vista maravilhosa. Continua". E a Linda tirou tudo, ficando completamente nua. Então ele disse: "Senta na cama que agora vou me despir". Em seguida, tirou a cueca, ficando nu. Quando vi o pau dele, quase caí de susto. Nunca tinha visto um pau igual. Não era tão comprido, mas era maior que o meu, e de uma grossura impressionante. Quando a Linda viu, até se encolheu de susto, de ver um pau tão diferente do meu. O senhor Carlos perguntou: "Tem certeza de que quer fazer isso? Não é obrigada se não quiser". A Linda respondeu: "Não se preocupe, tenho certeza do que estou fazendo". Dito isso, se deitaram na cama e ele começou a acariciá-la por todo lado. A Linda não se mexia, só se deixava fazer o que ele fazia. A angústia me invadia e me dava vontade de entrar e interromper o que estava rolando. acontecendo, mas eu não me atrevia. De repente, ele se acomodou entre as pernas da Linda, colocou uma camisinha, já que ela disse que não estava se cuidando, e começou a tentar introduzir o pau, mas parecia que não conseguia. Em uma dessas, a Linda meteu a mão entre os dois e, pelo visto, era ela quem guiava o pau do senhor Javier pra ser penetrada. Nisso, vi uma careta de dor no rosto da Linda e depois um gritinho abafado pelo punho dela. Percebi que ela tinha sido penetrada e deu um nó na minha garganta. Foi aí que soube que a Linda já tinha se entregado pro senhor Carlos. Fiquei observando e começou o vai e vem do mete e tira. A cara da Linda no começo era de dor, mas com o passar dos minutos, a expressão foi mudando, de dor pra satisfação. Não duraram muito, uns 20 minutos, quando vi o senhor Carlos soltar um gemido de prazer, sabendo que, pelo visto, tinha terminado. Desci da mesa e voltei a sentar na sala. Uns minutos depois, o senhor Javier saiu, me dizendo: "Preciso ir, mas lembre-se de que volto pra falar com você sobre o aluguel". E, dizendo isso, saiu pela porta e foi embora. Da minha parte, fui até o quarto e vi a Linda na cama com as pernas abertas. Perguntei se ele tinha machucado ela, e ela me respondeu: "Por favor, sai e fecha a porta". Fiz isso. Depois de quase duas horas trancada no quarto, ela saiu banhada.
Acontece que no dia seguinte eu tinha uma entrevista de emprego às oito da manhã, mas quando cheguei, me informaram que não ia rolar a entrevista porque o chefe tinha passado mal e não ia trabalhar naquele dia, e que por isso me ligariam. Voltei pra casa, mas quando cheguei, o carro do senhor Carlos estava lá fora. Pensei que ele tinha vindo falar do aluguel atrasado, mas me enganei. Quando entrei, não vi ninguém na sala e fiquei surpreso. Pensei: "Que estranho". Então ouvi uns gemidos vindo do quarto e fui ficando... Um nó na garganta de novo, então encostei a mesinha e subi. Quando espiei, o senhor Carlos estava deitado de través e a Linda em cima dele. O que vi foi indescritível: o pau do senhor Carlos entrava e saía da buceta da minha esposa. Não sei quanto tempo já estavam naquilo, mas nos cinco minutos que fiquei ali, vi minha esposa se abrindo o máximo possível e dizendo, num tom meio baixo, pro senhor Carlos gozar bem dentro, encher a buceta dela de esperma. "Me engravida, me emprenha" — claro que era impossível, porque o senhor Carlos tava de camisinha. Desci quietinho e fui embora. Voltei umas meia hora depois e o carro ainda tava lá. Quando entrei, o senhor Carlos tava sentado na sala e a Linda, completamente pelada, levava um café pra ele. Eu, me fazendo de besta, falei: "Bom dia, senhor Carlos, o que faz por aqui?" Ele respondeu: "O que combinamos, vim cobrar o aluguel", com um sorriso na cara.
Pra mim, os dias voaram até chegar sexta-feira de novo. Perguntei pra Linda: "Tá pronta pra hoje?" Ela disse: "Tô, não se preocupa. Lembra que é só sexo e que nada disso que tá rolando vai afetar a gente." E assim o dia foi passando, até que a noite chegou. Falei pra Linda: "Parece que o senhor Carlos não vai vir." Ela respondeu: "Mas se não vier hoje, vem outro dia. Lembra que ele disse que seria por um mês." Nisso, a campainha tocou e eu vi o rostinho da Linda dar um sorrisinho leve. Fui abrir a porta e, de fato, era ele. Ele disse: "Desculpa, tive uns compromissos e não consegui chegar mais cedo. Bem, vim pelo que interessa." E com isso, ele estendeu a mão pra Linda, que nem hesitou, se levantou na hora e foi direto pro quarto. Quando entraram, já coloquei a mesinha pra espiar pela janelinha. Me espiei e não acreditei no que meus olhos viam. Dessa vez foi diferente: a Linda tirou o roupão, ficou pelada, pegou o senhor Carlos, tirou o suéter dele e depois baixou a calça, deixando ele completamente nu. Pelado, e ela abraçava ele pelo pescoço e dava uns beijos de língua e tudo, depois pegou a camisinha que o senhor Carlos tinha na mão e jogou no lixo, e falou: "Papi, quero que de agora em diante você me coma sem camisinha, e fica à sua disposição se quiser gozar dentro e me deixar grávida ou gozar fora". Aí se ajeitaram na posição missionária por um tempão, o senhor Carlos falava pra minha esposa: "Te comer sem camisinha é a coisa mais gostosa que já fiz na vida, é uma delícia". Depois ele virou ela e meteu de quatro, nessa posição dava pra ver o baita pau do cara entrando e saindo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Aí ela se levantou na cama (em pé), ele ficou de pé e nessa posição enfiou de novo, depois ele carregou ela e ela se agarrava nele como se fosse a última vez. Aí sentaram na beirada da cama e ele gozou dentro da Linda de novo, sem proteção. Ainda bem que eu tinha uma câmera, a mesma que usei pra tirar as primeiras fotos quando a gente namorava (as fotos que estão no começo da história), e tirei essa foto pra ela não poder dizer que era mentira. Aí desci pra esperar eles no sofá, mas nunca foi verdade que eles saíram, não fui espiar de novo porque já sabia o que estavam fazendo de novo. Lá pelas três da manhã eles saíram, ele todo sorridente e ela com uma cara de satisfeita que parecia que não queria que ele fosse embora.
Assim passaram-se as semanas, e ela continuava transando com o senhor Carlos. Às vezes, fingia que eu ia sair, mas na verdade eu me escondia pra ver quando ele chegava. Supostamente, era só uma vez por semana durante um mês, mas não foi assim, porque quando eu "saía", ele aparecia pra comer ela. Saibam que, desde que essa relação começou, eu nunca mais transei com ela, porque ela sempre dizia que tava cansada ou inventava qualquer desculpa. Até que um dia, por acaso, descobri que dessa relação deles ia nascer um bebê. Como eu descobri? Bom, um dia fui ao supermercado comprar umas coisas, e a caixa me disse: "Parabéns!" Eu perguntei: "Por quê?" Ela respondeu: "Ué, sua esposa tá grávida, não?" Eu falei: "Não, não soube de nada. Por que você tá dizendo isso?" Ela disse: "É que sua senhora comprou um teste de gravidez." "Ah, entendi. Quem sabe, talvez sim, valeu." E, falando isso, fui embora com um sorriso falso no rosto. Já não sabia mais o que fazer, pensava e pensava e não achava solução, mas não falei nada pra Linda pra ela não saber que eu descobri que ela tinha comprado o teste. Na semana seguinte, ela tentou transar comigo, mas eu recusei, dizendo que não tava bem ou que as preocupações não me deixavam em paz. Assim passou um mês, e chegou o Natal. Pra mim, sem ânimo nenhum, e pra ela também, porque ela não sabia o que fazer.
Um mês depois, arrumei um emprego. Não pagava muito, mas dava pra sobreviver. Então, tomei a decisão de encarar a Linda. Falei: "Precisamos conversar." Ela perguntou: "Sobre o quê?" "Sobre nós", respondi. Ela disse: "Fala você." Eu falei: "Me diz uma coisa, por que você me traiu desse jeito?" Ela respondeu: "Do que você tá falando?" "Não se faz de sonsa, você sabe muito bem do que eu tô falando. E ainda tá esperando um filho dele. Eu te falei pra usar camisinha." Ela começou a chorar e perguntou: "Como você descobriu?" Eu disse que sabia que o senhor Carlos tava comendo ela sem camisinha nas últimas duas semanas, além das vezes que eles marcaram de se encontrar. E como você soube que eu engravidei? Pela moça do supermercado, que sem saber me parabenizou pensando que era meu. O que você vai fazer agora? A única coisa que me resta é sair dessa casa. E não sei você, mas fala com o senhor Carlos pra ele reconhecer esse filho, porque eu não vou fazer isso. Então ela me disse: não lembra que você me falou que a gente ia ficar junto pra superar tudo isso? Sim, eu disse, mas não que você fosse me trair e deixar outro homem te engravidar. E dito isso, fui embora. Até agora tenho vivido sozinho, mas ela continua me procurando. E no meio disso tudo, ainda amo ela. Afinal, eu sou o culpado por tudo isso.
Antes de mais nada, sou casado há 1 ano. Minha esposa se chama Linda, tem 18 anos, mas tem um corpo maravilhoso. Ela tem 1,67m, mais ou menos magra, e tem uma bunda espetacular. Pra mim, ela é muito gostosa. Não temos filhos porque ainda não queremos. Deixa eu dizer que minha esposa é uma mulher provocante. Ela gosta de dormir pelada e de manhã levanta e veste um roupão estilo toalha, mas curto. Foi isso que talvez tenha levado a tudo que vou contar agora.

Isso aconteceu em novembro de 2003. O dono da casa onde morávamos apareceu porque ia cobrar o aluguel, já que eu tava devendo dois meses, porque tinha ficado desempregado e não tinha grana pra pagar. Continuei, por causa disso ele chegou bem cedo, então eu abri a porta e ele disse: "Vim cobrar". Falei pra ele: "Entra, por favor, que a gente precisa conversar". Ele entrou, mas na hora que entrou, minha esposa tava lavando os pratos e dava pra ver toda a buceta e a bunda dela, coisa que o senhor Carlos (esse é o nome do proprietário) ficou olhando até ela se levantar. Nisso tudo, a Linda nem percebeu. Então a gente sentou e ia começar a conversar quando a Linda interrompeu: "Senhor Carlos, como o senhor está?" Ele respondeu que tava muito bem e que tinha vindo cobrar o aluguel. Na hora, eu falei: "Me desculpa, mas não tenho a grana, e até o fim do mês eu vou ter". Aí ele levantou bravo e disse: "Sinto muito, mas já te dei muito prazo. Já são quase três meses e não vi nem um puto centavo." Então ele falou: "Olha, senhor Sander, na sexta-feira eu venho e, se o senhor não tiver meu dinheiro, eu me pago com a sua esposa." Aí a Linda respondeu: "O quê? O que foi que o senhor disse?" O senhor Carlos respondeu: "O que você ouviu. E mais: se acertem se aceitam ou não. Senão, arrumem as malas e vão embora."No dia seguinte, deixei a Linda dormindo e acordei cedo pra procurar emprego, mas foi inútil, não consegui nada. Cheguei em casa umas duas da tarde.
Aí chegou a sexta-feira. Eu tava nervoso, igual a Linda, e a gente não sabia o que fazer. Ela disse: "Não tomei nenhuma decisão ainda. E você?" Eu respondi que a decisão era dela e que queria que ela escolhesse o melhor pra nós dois. Assim chegou a tarde, e eram umas seis horas quando bateram na porta. Eu levantei do sofá pra abrir, e era o senhor Carlos mesmo. "Boa tarde", ele disse. Respondi: "Boa tarde, entra, por favor."
Então ele entrou e sentou, perguntando: "Tem o dinheiro? Dinheiro? Então eu disse: "Não, senhor, não tenho o dinheiro". Ele me perguntou o que iam fazer, se iam despejar a casa ou fazer o trato que ele mencionou. Eu baixei a cabeça e a Linda respondeu: "Vamos fazer o que o senhor sugeriu". Fiquei surpreso porque ela tinha dito que não tinha nenhuma decisão.
Depois disso, o senhor Carlos disse: "Estou de acordo com sua decisão, mas quero deixar claro que não será a única vez, porque vocês já me devem quase três meses". Então a Linda me olhou, e eu não sabia o que dizer. Ela falou: "Como o senhor quiser". Dito isso, o senhor Carlos se levantou, pegou a mão da Linda e, sem dizer nada, foram para o quarto. Senti um nó na garganta e uma sensação estranha no estômago, sem saber o que fazer. Então ouvi a porta fechar. Não sabia o que fazer e, de repente, me veio à mente observá-los por cima da porta, já que ela tem uma pequena janelinha. Peguei uma mesinha que tínhamos na sala e me espiei.
Ouvi quando o senhor Carlos disse: "É, tira eles". E a Linda começou a tirar a calcinha. Quando já estava nos joelhos, ele falou: "Espera aí, deixa eu admirar essa vista maravilhosa. Continua". E a Linda tirou tudo, ficando completamente nua. Então ele disse: "Senta na cama que agora vou me despir". Em seguida, tirou a cueca, ficando nu. Quando vi o pau dele, quase caí de susto. Nunca tinha visto um pau igual. Não era tão comprido, mas era maior que o meu, e de uma grossura impressionante. Quando a Linda viu, até se encolheu de susto, de ver um pau tão diferente do meu. O senhor Carlos perguntou: "Tem certeza de que quer fazer isso? Não é obrigada se não quiser". A Linda respondeu: "Não se preocupe, tenho certeza do que estou fazendo". Dito isso, se deitaram na cama e ele começou a acariciá-la por todo lado. A Linda não se mexia, só se deixava fazer o que ele fazia. A angústia me invadia e me dava vontade de entrar e interromper o que estava rolando. acontecendo, mas eu não me atrevia. De repente, ele se acomodou entre as pernas da Linda, colocou uma camisinha, já que ela disse que não estava se cuidando, e começou a tentar introduzir o pau, mas parecia que não conseguia. Em uma dessas, a Linda meteu a mão entre os dois e, pelo visto, era ela quem guiava o pau do senhor Javier pra ser penetrada. Nisso, vi uma careta de dor no rosto da Linda e depois um gritinho abafado pelo punho dela. Percebi que ela tinha sido penetrada e deu um nó na minha garganta. Foi aí que soube que a Linda já tinha se entregado pro senhor Carlos. Fiquei observando e começou o vai e vem do mete e tira. A cara da Linda no começo era de dor, mas com o passar dos minutos, a expressão foi mudando, de dor pra satisfação. Não duraram muito, uns 20 minutos, quando vi o senhor Carlos soltar um gemido de prazer, sabendo que, pelo visto, tinha terminado. Desci da mesa e voltei a sentar na sala. Uns minutos depois, o senhor Javier saiu, me dizendo: "Preciso ir, mas lembre-se de que volto pra falar com você sobre o aluguel". E, dizendo isso, saiu pela porta e foi embora. Da minha parte, fui até o quarto e vi a Linda na cama com as pernas abertas. Perguntei se ele tinha machucado ela, e ela me respondeu: "Por favor, sai e fecha a porta". Fiz isso. Depois de quase duas horas trancada no quarto, ela saiu banhada.
Acontece que no dia seguinte eu tinha uma entrevista de emprego às oito da manhã, mas quando cheguei, me informaram que não ia rolar a entrevista porque o chefe tinha passado mal e não ia trabalhar naquele dia, e que por isso me ligariam. Voltei pra casa, mas quando cheguei, o carro do senhor Carlos estava lá fora. Pensei que ele tinha vindo falar do aluguel atrasado, mas me enganei. Quando entrei, não vi ninguém na sala e fiquei surpreso. Pensei: "Que estranho". Então ouvi uns gemidos vindo do quarto e fui ficando... Um nó na garganta de novo, então encostei a mesinha e subi. Quando espiei, o senhor Carlos estava deitado de través e a Linda em cima dele. O que vi foi indescritível: o pau do senhor Carlos entrava e saía da buceta da minha esposa. Não sei quanto tempo já estavam naquilo, mas nos cinco minutos que fiquei ali, vi minha esposa se abrindo o máximo possível e dizendo, num tom meio baixo, pro senhor Carlos gozar bem dentro, encher a buceta dela de esperma. "Me engravida, me emprenha" — claro que era impossível, porque o senhor Carlos tava de camisinha. Desci quietinho e fui embora. Voltei umas meia hora depois e o carro ainda tava lá. Quando entrei, o senhor Carlos tava sentado na sala e a Linda, completamente pelada, levava um café pra ele. Eu, me fazendo de besta, falei: "Bom dia, senhor Carlos, o que faz por aqui?" Ele respondeu: "O que combinamos, vim cobrar o aluguel", com um sorriso na cara.
Pra mim, os dias voaram até chegar sexta-feira de novo. Perguntei pra Linda: "Tá pronta pra hoje?" Ela disse: "Tô, não se preocupa. Lembra que é só sexo e que nada disso que tá rolando vai afetar a gente." E assim o dia foi passando, até que a noite chegou. Falei pra Linda: "Parece que o senhor Carlos não vai vir." Ela respondeu: "Mas se não vier hoje, vem outro dia. Lembra que ele disse que seria por um mês." Nisso, a campainha tocou e eu vi o rostinho da Linda dar um sorrisinho leve. Fui abrir a porta e, de fato, era ele. Ele disse: "Desculpa, tive uns compromissos e não consegui chegar mais cedo. Bem, vim pelo que interessa." E com isso, ele estendeu a mão pra Linda, que nem hesitou, se levantou na hora e foi direto pro quarto. Quando entraram, já coloquei a mesinha pra espiar pela janelinha. Me espiei e não acreditei no que meus olhos viam. Dessa vez foi diferente: a Linda tirou o roupão, ficou pelada, pegou o senhor Carlos, tirou o suéter dele e depois baixou a calça, deixando ele completamente nu. Pelado, e ela abraçava ele pelo pescoço e dava uns beijos de língua e tudo, depois pegou a camisinha que o senhor Carlos tinha na mão e jogou no lixo, e falou: "Papi, quero que de agora em diante você me coma sem camisinha, e fica à sua disposição se quiser gozar dentro e me deixar grávida ou gozar fora". Aí se ajeitaram na posição missionária por um tempão, o senhor Carlos falava pra minha esposa: "Te comer sem camisinha é a coisa mais gostosa que já fiz na vida, é uma delícia". Depois ele virou ela e meteu de quatro, nessa posição dava pra ver o baita pau do cara entrando e saindo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Aí ela se levantou na cama (em pé), ele ficou de pé e nessa posição enfiou de novo, depois ele carregou ela e ela se agarrava nele como se fosse a última vez. Aí sentaram na beirada da cama e ele gozou dentro da Linda de novo, sem proteção. Ainda bem que eu tinha uma câmera, a mesma que usei pra tirar as primeiras fotos quando a gente namorava (as fotos que estão no começo da história), e tirei essa foto pra ela não poder dizer que era mentira. Aí desci pra esperar eles no sofá, mas nunca foi verdade que eles saíram, não fui espiar de novo porque já sabia o que estavam fazendo de novo. Lá pelas três da manhã eles saíram, ele todo sorridente e ela com uma cara de satisfeita que parecia que não queria que ele fosse embora.
Assim passaram-se as semanas, e ela continuava transando com o senhor Carlos. Às vezes, fingia que eu ia sair, mas na verdade eu me escondia pra ver quando ele chegava. Supostamente, era só uma vez por semana durante um mês, mas não foi assim, porque quando eu "saía", ele aparecia pra comer ela. Saibam que, desde que essa relação começou, eu nunca mais transei com ela, porque ela sempre dizia que tava cansada ou inventava qualquer desculpa. Até que um dia, por acaso, descobri que dessa relação deles ia nascer um bebê. Como eu descobri? Bom, um dia fui ao supermercado comprar umas coisas, e a caixa me disse: "Parabéns!" Eu perguntei: "Por quê?" Ela respondeu: "Ué, sua esposa tá grávida, não?" Eu falei: "Não, não soube de nada. Por que você tá dizendo isso?" Ela disse: "É que sua senhora comprou um teste de gravidez." "Ah, entendi. Quem sabe, talvez sim, valeu." E, falando isso, fui embora com um sorriso falso no rosto. Já não sabia mais o que fazer, pensava e pensava e não achava solução, mas não falei nada pra Linda pra ela não saber que eu descobri que ela tinha comprado o teste. Na semana seguinte, ela tentou transar comigo, mas eu recusei, dizendo que não tava bem ou que as preocupações não me deixavam em paz. Assim passou um mês, e chegou o Natal. Pra mim, sem ânimo nenhum, e pra ela também, porque ela não sabia o que fazer. Um mês depois, arrumei um emprego. Não pagava muito, mas dava pra sobreviver. Então, tomei a decisão de encarar a Linda. Falei: "Precisamos conversar." Ela perguntou: "Sobre o quê?" "Sobre nós", respondi. Ela disse: "Fala você." Eu falei: "Me diz uma coisa, por que você me traiu desse jeito?" Ela respondeu: "Do que você tá falando?" "Não se faz de sonsa, você sabe muito bem do que eu tô falando. E ainda tá esperando um filho dele. Eu te falei pra usar camisinha." Ela começou a chorar e perguntou: "Como você descobriu?" Eu disse que sabia que o senhor Carlos tava comendo ela sem camisinha nas últimas duas semanas, além das vezes que eles marcaram de se encontrar. E como você soube que eu engravidei? Pela moça do supermercado, que sem saber me parabenizou pensando que era meu. O que você vai fazer agora? A única coisa que me resta é sair dessa casa. E não sei você, mas fala com o senhor Carlos pra ele reconhecer esse filho, porque eu não vou fazer isso. Então ela me disse: não lembra que você me falou que a gente ia ficar junto pra superar tudo isso? Sim, eu disse, mas não que você fosse me trair e deixar outro homem te engravidar. E dito isso, fui embora. Até agora tenho vivido sozinho, mas ela continua me procurando. E no meio disso tudo, ainda amo ela. Afinal, eu sou o culpado por tudo isso.
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