Nunca contei isso pra ninguém, mas toda vez que penso nisso me sinto estranha, mas também muito excitada.
Faz três anos que parei de morar com quem era meu parceiro, e mesmo a gente não tendo casado, na minha casa aceitavam ele muito bem, porque ele é muito educado e bonito de se ver.
Um fim de semana que a gente tinha ido pra casa de Chapala, o Luis entrou no banho enquanto nós fomos pro jardim. Minha irmã começou a procurar a mamadeira pra dar pro filho mais novo dela, e minha mãe falou que a mamadeira tava no quarto dela e que iria buscar.
Eu tinha ido na cozinha pegar uma coca-cola e, quando tava voltando, ouvi um barulho dentro do quarto e entrei pra ver se o Luis já tinha terminado de tomar banho. O que eu vi me surpreendeu pra caralho e fiquei puta da vida, mas também muito excitada: Lá estava minha mãe ajoelhada chupando a pica do Luis, eles tinham puxado a cortina do chuveiro, ele tava em pé e ela ajoelhada chupando ele, eu via a pica entrando e saindo da boca dela. Era a minha mãe que tava chupando a pica do meu parceiro e já tinha deixado ela bem dura e vermelha!
Saí sem que me vissem e voltei pro jardim como se não tivesse visto nada. Depois minha mãe chegou como se nada tivesse acontecido.
Agora faz três anos que não vejo o Luis, mas o que vi lembro como se fosse hoje. Desde então, é minha fantasia favorita.
O Luis era bem tarado e adorava falar umas coisas pra mim tipo: você é uma putinha, você é uma puta depravada, enquanto metia a pica dele de quase sete polegadas em mim. E eu também falava umas coisas tipo: Que putinha deliciosa é a pontinha da sua pica!, adoro quando você fode só a pontinha!, adoro me sentir uma putinha! e coisas assim.
Algumas vezes que visito minha mãe, encontro ela vestida com uma camisola de algodão branca que, no menor movimento, deixa ver as pernas dela até o começo da bunda, e também deixa ver os peitinhos dela. Cada vez que vejo, fico com mais vontade.
Muitas vezes, quando tô com ela, tenho que ir pro meu apartamento – moro embaixo dos meus pais – pra me mastigar pensando nisso. mãe.
Semana passada fui lá e ela tava deitada de bruços com aquele vestido que ela sempre usa em casa. Entrei no quarto dela e vi ela ali. Vi claramente que não tava de calcinha nem sutiã, o vestido colava no corpo dela e tava subido até a bunda, e eu consegui ver os pelinhos da buceta dela. Fiquei com muito tesão e ali, na frente dela, me masturbei sem ela perceber, já que continuava dormindo. Quando acordou, ela disse: "Eu tirei a calcinha e o sutiã porque tava com muito calor."
Pensei em procurar o Luís e propor um menage. Ele, minha mãe e eu.
Quando ela vem me visitar, eu puxo conversa pra ficar olhando pra ela, porque quando ela se descuida, eu vejo as pernas dela. Ela já tem quase sessenta anos, mas as pernas dela são bonitas e duras, não tem celulite e são grossas. Eu gosto de fazer ela provar minhas roupas com a desculpa de ver como fica. Comprei um vestido curto e colado no corpo que adoro usar quando tô com tesão pra ir tirando aos poucos, nunca uso pra sair porque me sinto muito magra. Um dia minha mãe chegou e aproveitei pra modelar pra ela e vesti. Deixei ele enquanto a gente conversava e, sem ela notar, comecei a levantar ele e abrir as pernas descuidadamente enquanto desabotoava ele em cima. Tava usando uns sapatos pretos de bico fino e salto alto, e isso me deixava com mais tesão. Num momento, minha mãe me diz: "Ai, Marcela, assim do jeito que você tá vestida e com o vestido levantado, já até tô ficando com tesão."
Eu tava pegando fogo, queria pular em cima dela.
Tenho uma fita longa vermelha que uso pra fazer um biquíni super depravado. Tenho 1,70m, com essa fita eu me enrolo desde o pescoço, passo pelos meus peitinhos e desço até minha buceta, e depois amarro na cintura. Sempre faço isso usando uns sapatos de bico fino e salto bem alto, adoro como fico. Um dia criei coragem e me mostrei assim pra minha mãe com a desculpa de perguntar como ficaria um biquíni parecido. Quando ela me viu, quase saltou os olhos. Parecia pela minha intenção de usar algo assim, mas acho que o que realmente surpreendeu ela foi que se excitou vendo a filha com uma roupa dessas. Notei como os olhos dela brilhavam de prazer. Ela foi embora quando ouviu que o pai chegava, não sem antes me sussurrar algo que senti como se ela tivesse dito: "...depois eu volto pra gente se esquentar juntas", depois eu volto pra você me emprestar essa fita e eu experimentar, tô afim de me ver bem putona.
Eu estive prestes a falar, a seduzir ela, mas é minha mãe. Tô com tanta vontade que ela chupe minha buceta igual eu chupo o pau do Luis. E conforme o tempo passa, o que mais me dá vontade é de chupar a coisinha dela, lamber o clitóris dela até ela gozar, fazê-la gritar de prazer, e quero que, como o Luis me ensinou, ela também adore gritar de dor. Quero morder as pernas dela, os mamilos dela, e que ela grite que sou uma depravada, que grite... porra, sua puta!, me fode, cabra, me fode!.
Eu adoraria, mas não sei como abordar ela. Se alguém já passou por uma situação assim, gostaria de saber como resolveu.
Faz menos de uma semana que eu tava pensando em como fazer pra mãe cair nos meus braços e a língua dela ir parar na minha boceta, quando fui surpreendida por algo que ela fez. Agora não sei se ela tá me caçando e também quer a mesma coisa, ou se é muito inocente.
Tenho uma sobrinha que já tem quase oito anos, é muito simpática e, pra idade dela, é sexy. Quando era menor, um dia ela disse que tinha bunda de toranja, e realmente tem um rabo grande e empinado.
Pois bem, minha mãe tava visitando com um vestido que eu nunca tinha visto. Um vestido laranja forte, de manga bem curta e botõezinhos na frente. Quando ela tava em pé, o vestido batia uns dez centímetros acima do joelho. Ela tava usando umas sandálias de salto baixo, daquelas que só têm uma tira entre os dedos e no calcanhar. As unhas estavam pintadas de um vermelho claro. Isso me surpreendeu e gostei muito, mas fiquei muda. Quando ela me disse que tinha comprado uma calcinha "igual às que eu uso" e que já estava usando; "...daqui a pouco te mostro", ela falou. Enquanto me dizia isso e a gente falava de outras coisas, ela se mexia na cadeira como se estivesse ajeitando a calcinha, e isso fazia o vestido subir e eu conseguia ver as pernas dela. Tava nessa quando ela fala; "ah, você já viu minhas sandálias?", se mexe pra me mostrar um pé com a sandália e abre as pernas, e eu vejo a calcinha branca enfiada entre os pelos da buceta dela. Finjo que não vi e ela completa; "são pra quando eu experimentar a fita vermelha que você tem, por isso até já pintei as unhas, quero me ver mas bem putona". Me deixou mais confusa do que nunca.
Se isso não bastasse, ela fala; "Oi Marcela, lembra quando a menina disse que tinha bunda de toranja? Ah, então, adivinha? Já comprei um pedaço de fita vermelha igual à sua pra fazer um vestidinho igual pra ela". "Já percebi que ela é bem fogosa, mesmo sendo tão novinha", "às vezes ela sobe na minha perna e fica se mexendo como se tivesse brincando, mas na verdade tá esfregando a bundinha dela na minha perna, até me deixa excitada, a safadinha". "Ei, se a gente colocar essa fita nela, ela não vai contar pra mãe?". Falei que achava que não e ela completou; "...quando eu experimentar, você também experimenta a sua, quero que você coloque com aqueles sapatos pretos de salto altão que você usou outro dia pra ficar bem vadia", e ria com toda inocência ao falar isso. E continuou; "...a gente faz num dia que planejarmos ir pra Chapala, falamos que a gente vai depois, eu fico pra te acompanhar e você não vai sozinha, e deixam a menina com a gente", "pra gente se vestir igual as três sem ninguém atrapalhar, até porque você tem espelhos pra gente se ver inteiras". Eu não acreditava no que ela tava dizendo e ela seguia; "as três vestidas iguais, tô com vontade de ver você com aquela fita do jeito que você usou outro dia, mas com seus sapatos pretos, e a menina igual, quero ver vocês duas juntas". "Mas Sabe, vou ter que me depilar pra não ficar escapando pelo dos lados". Quando ela falou isso, o vestido já tava bem pra cima e eu via a calcinha dela se enfiando toda. Queria abraçar ela e morder os lábios dela e ouvir ela dizer: "mais... mais...!"
Quando ela disse que já ia embora, só pensei em a gente ficar pelada — minha sobrinha de oito anos, minha mãe e eu — as três tesudas. Já tinha pensado várias vezes em fazer minha sobrinha me chupar e eu chupar a bucetinha dela. Agora tô terminando isso pra não esquecer dos detalhes, depois vou comprar um consolo porque acho que vou foder minha mãe e quero dar uma surpresa pra ela.
Fui comprar uma pica artificial e o que encontrei me fez ficar na loja umas hora. Saí da primeira e fui pra outra, e depois pra outra.
Picas de todo tamanho, coloridas, duplas, grossas.
Queria que minha mãe tivesse ido comigo!
Comprei uma de oito polegadas, branca e com a cabeça vermelha. É a pilha e dá pra usar na cintura. Chegando em casa, me tranquei e abri pra dar uma olhada. Tirei da caixa e comecei a acariciar, desabotoei a blusa e tirei um peito pra passar no meu mamilo que fica enorme, depois ia levar na boca quando na porta me chamam: "Marcela!"... era minha mãe.
Saí segurando a respiração e, como se nada, falei: "Acabei de chegar, fui no depósito pegar um material".
Tava com outro vestido parecido com o do dia das sandálias, quando vi os pelos e a calcinha dela.
Era amarelo mostarda, com umas alças bem fininhas e curto.
Não tava de sutiã e notei que a calcinha marcava muito, era bem pequena. Reparei que a calcinha aparecia porque o vestido era bem justo na bunda.
Ela perguntou: "Como é que esse vestido fica em mim?"
Olhei sem vergonha e reparei nas sandálias: tinha umas de duas tirinhas na frente e uma que subia até o tornozelo e amarrava ali, as unhas pintadas de vermelho e as pernas brilhando de creme, o vestido marcava as pernas e o quadril dela, fazendo a calcinha aparecer muito.
Falei pra ela: "parece que você tá dando em cima"
"É verdade?", seu pai já me disse que parece que tô procurando quem me coma, ela completou.
"Quero que você me acompanhe numa loja que vi no jornal, onde vendem roupas bem ousadas, vê o que a gente compra", ela disse.
"Sabe o que acontece comigo, Marcela? Eu fico com tesão só de me olhar no espelho."
"Coloquei esse vestido e as sandalinhas, e quando me vi, tirei o sutiã. Passei creme nas pernas até em cima e pintei os lábios bem vermelhinhos. Depois fui me olhar no espelho e sentei no banquinho, abri as pernas e fiquei me vendo, e nisso, o que você acha?"
"O que chega a Katina e me vê?!"
"O que você está usando?", ela me perguntou.
"Eu estava montada no banco do penteadeiro, coloquei ele pra trás pra me ver bem."
"Com as mãos, me apoiei na borda da frente e tinha as pernas abertas com os pés pra trás e o vestido subido até a virilha, dava pra ver a calcinha e, como ainda não me depilei, os pelos estavam saindo pelos lados. E você já sabe como os peitos ficam se você coloca os braços pra frente e se abaixa um pouquinho, e com esse vestido que aperta um pouco, então eu estava lá toda excitada me olhando."
"Passei creme nas pernas com o vestido vestido. Sentei na cama e tirei essas sandálias pra colocar o pé na cama, assim de lado. Levantei o vestido e comecei pelo pé, passando creme na panturrilha e depois na coxa... Ai, Marcela, o que será que tá acontecendo comigo?"
"Já fico o dia inteiro pensando e pensando em me vestir de um jeito e de outro. E o mais curioso é que espero seu pai sair pra ficar sozinha."
"Até pensei quando estava sentada no banco: falei, a Katina tem uma câmera de vídeo, vou pedir pra ela e dizer pra Marcela me filmar como se eu estivesse num desfile de modelos."
"Você me filma?........."
Eu estava feliz, minha mãe me seduzindo desse jeito tão inocente, e ela continua conversando comigo. dizendo: "você acha... por exemplo; eu que tô com seu pai..... se eu me masturbar ou como se fala, tô fazendo errado?"
"É que sabe o que acontece comigo?..... me dá vontade de me masturbar toda vez que me vejo no espelho e cada vez mais", "será que é errado?"
E eu; não, não acho que seja errado, até é considerado saudável, é questão de gosto.
Minha mente tava toda confusa entre o que eu tava falando e o que queria falar, não sabia o que dizer. E quando você raspar, vai fazer com gilete ou com máquina?, consegui dizer.
"Ué, sei lá, nunca fiz", "não vai doer?"
Acho que com cuidado não, respondi.
Ela tinha sentado na minha frente com as pernas juntas, se levantou enquanto me dizia; "deixa eu te contar como quero que você me filme"
"Vou comprar umas sandálias de salto bem altão vermelhas, só com umas tirinhas pra aparecer o pé todo. Depois um vestido que já vi, branco. É bem curtinho, abaixo da bunda, e é decotado atrás e na frente, é justo e vou comprar um número menor pra apertar e marcar mais a calcinha fio-dental vermelha que também vou comprar"
"Mas também quero que me filme sentada, como se não tivesse reparando, e o vestido sobe e aparece bem, mas bem a calcinha apertando 'lá'."
"O que acha, modelo pra você me filmar?"
No dia seguinte ela me liga cedo pra dizer que assim que papai sair, passa aqui pra gente ir ela experimentar o vestido e os sapatos.
Ela chega e a gente vai no carro dela, ela tá com o vestido laranja e umas sandálias prateadas.
Pergunto se ela já vai comprar o vestido ou quer experimentar, e ela responde que quer experimentar alguns pra eu dizer qual fica melhor nela.
Chegamos no estacionamento e entramos na loja.
Fomos pro departamento de roupas jovens, quando chegamos mamãe me diz; "Por aqui vi aquele que te falei".
Mais do que vestidos, pra mim parecia que o que ela procurava era roupa íntima.
Ela começou a escolher de cores diferentes uns quatro ou cinco, nós fomos pro provador enquanto ela me dizia: "Vou experimentar com calcinha ou sem calcinha?"
E eu: "Bom, depende de como você vai usar."
Entramos no provador, mas eu fiquei do lado de fora da cabine. Era de manhã e naquela hora as lojas estão praticamente vazias.
Eu vejo por baixo da porta como ela deixa cair o vestido laranja, consigo ver só até a metade da panturrilha dela.
Ela sai e me mostra o primeiro. É um azul turquesa bem justo até a metade da panturrilha, sem manga e de gola redonda com botões até embaixo do busto. O que eu mais gosto na minha mãe são as pernas dela, grossas e sem celulite. Ela sai com as sandálias dela e quase todos os botões abertos, deixando ver as tetinhas gostosas dela. Ela para na porta de perfil, se virando pra se olhar no espelho, contraindo a barriga e me perguntando: "Como você tá me vendo?"
Eu, sem parar de olhar pra abertura, digo que acho legal e ela responde: "Mas esse não abre tanto porque tá muito apertado."
Ela fala que vai provar outro e fecha a portinha.
Ela sai com um vestido bege que vai até o joelho, de alças largas e solto embaixo, que me deixa ver a panturrilha grossa inteira dela. Ela senta na cadeira do provador, abre as pernas e o vestido sobe um pouco, deixando ver parte das coxas brancas dela, e pergunta: "Como você vê esse?"
"Vê, experimenta outro", eu respondo.
Ela aparece de novo num vestidinho entre amarelo e laranja claro que contrasta bem com as sandálias prateadas e com as unhas peroladas. Esse vestido é mais curto, quase até o meio da coxa, de alças cruzadas atrás e aberto até o meio das costas.
Pra mim parece muito jovem pra idade dela, mas adoro como fica nela.
É justo até o meio do quadril e solto na parte da saia. Tem três botões na frente que ela não fechou, e dá pra ver o começo das tetinhas gostosas dela.
Ela dá meia-volta pra ver como sobe e pergunta: "Como você vê?"
Enquanto levanta um pé na cadeira, apoiando na ponta e deixando ver Calcinhas, mas como atrás dela tem um espelho, vejo a bunda dela devorando a tanga.
Ela logo senta na cadeira com as pernas abertas, se olhando no espelho, levanta o vestido até a virilha e me diz: "Esse eu gosto mais", "o que você acha?"
Você tá uma gostosa, – respondo, e ela fala: "Então esse."
E completa: "Ah, os sapatos!", "vai lá e escolhe uns pra mim, que sejam vermelhos"
Vou e trago três pares quase iguais. Dou uns pra ela e ela experimenta com a porta aberta, ao calçá-los sobe e desce as pernas, abre e fecha, e eu ali. Morrendo de vontade de beijá-las; – "Já falta pouco", penso.
Ela calça uns de salto de dez centímetros, vermelhos, com duas tirinhas que passam pelos dedos e mais duas que se cruzam no peito do pé e vão até o tornozelo, onde se juntam a uma tira que aperta o tornozelo e com um suporte que serve de calcanheira, bem pontudos.
Ela calça e se levanta; UAU! Que pernas da mamãe!
Ela fica reta e os peitos se levantam.
Ela me diz: "Já pedi a câmera pra Karina", "só falta me depilar"
Sinto o sangue subir pra cabeça.
No dia seguinte, à noite, mamãe vem com uma bolsa e me fala: "Trouxe as coisas aqui, amanhã seu pai vai pra Chapala de manhã cedo e só volta às 2, assim que ele sair eu venho"
De manhã, esperei ela desde antes das 9, porque sei que papai sai nesse horário.
Tomei banho e me depilei, me segurando pra não me masturbar pra fazer "fome".
Já tinha na cama o que ia vestir pra sessão de modelagem da mamãe: Meu vestido vermelho justo, sapatos pretos de salto alto e um biquíni bem apertado verde claro bem chamativo. Passo creme e perfume no corpo todo, coloco minha calcinha me vendo no espelho como fica tão apertadinha que marca meus lábios depilados. Calço os sapatos pra me ver no espelho, contraindo a barriga e levantando meus peitinhos, visto o vestido e arrumo ele deixando os botões abertos. seco um pouco o cabelo e passo batom, um pouco de sombra nos olhos e pronto.
Mamãe chega e me diz: "me empresta as coisas".
Ela entra no banheiro me dizendo pra preparar a câmera e se já pensei em como ia fotografar. Respondo que tenho uma ideia e ela diz que não demora.
Ela sai já maquiada com uma sombra que realça os olhos e com os lábios bem vermelhos.
Ela tá com o vestido amarelo-alaranjado com os botões abertos, as sandálias de salto altíssimo vermelhas e sem sutiã, imagino que calcinha ela deve ter posto.
Ela sai e me pergunta: "E aí, como eu tô?"
Respondo que tá gostosa pra caralho e ela responde: "Você parece uma modelo".
Eu tinha colocado uma cadeira e na cama uns almofadões e abaixei os espelhos.
Ela vai na minha frente e eu vou seguindo, admirando as pernas dela naqueles saltões. Brilhando por causa do creme, as panturrilhas marcadas, cheirando deliciosamente e vendo como os peitos dela balançavam suavemente soltos sem sutiã.
"Onde, Marcela?", ela me pergunta.
Digo: "Que tal se a gente começar como se você estivesse calçando os sapatos, igual na loja quando você subiu o pé na cadeira?"
Ela para perto da cadeira, sobe um pé e se inclina pra pegar a fivela. "Assim?", ela me pergunta.
Ela se inclina e eu vejo como os peitos dela caem um pouco e como os mamilos se enterram no tecido do vestido. As pernas dela ficam fabulosas nessa posição. Eu me delicio através do visor e do zoom da lente. Vejo ela de um lado e do outro, me agacho pra ver por baixo, fotografo de um lado com o espelho atrás que me deixa ver a bunda dela. De repente, sem eu falar nada, ela se levanta, abre as pernas e senta na cadeira apoiando os braços no encosto, com as pernas abertas me deixando ver a buceta dela coberta por uma calcinha branca, é bem pequena e a coisinha dela parece apertada mas sem pelos nas laterais.
Ela se apoia com as mãos no encosto e se joga pra trás fazendo as coxas dela ficarem como nunca imaginei que ela tivesse. Eu ali, sem perder nenhum detalhe.
Ela se levanta. e vai pra cama — que imaginação da mamãe, parecia que já tinha praticado antes — e sem virar pra me olhar, deita de bruços com o vestido levantado, mostrando as pernas bonitas dela e deixando eu ver como a bunda dela devora a calcinha. Eu vou passando a mão desde os pés, mandando ela levantar e mexer, o que ela faz de um jeito esplêndido, chego até o rosto dela, que já tá vermelho, e vejo os peitos dela quase totalmente de fora. Não resisto à vontade e levanto mais o vestido dela, deixando a bunda quase no ar, e falo: — "Ficou muito bem nessa calcinha" Ela responde: "V...você... acha?" Eu tô maravilhada, quase pulando em cima dela, quando ela diz: "Quer que eu te fotografe também?" Claro que falo que sim, ela se levanta, mas com os braços pra frente, levantando a bunda, e me parece um sinal claro de que já tá super quente. Ela se levanta e pergunta: "Como você quer?" Eu fico encostada no batente da porta, levanto os braços e dobro um pouco uma perna, e falo pra ela me fotografar de lado, pegando também o espelho que mostra um pouco da minha calcinha. Na hora, me viro e encosto as costas no batente, abro as pernas, deixo uma mão pra trás e passo a outra pela minha cintura até o quadril oposto pra levantar meu vestido e deixar que no espelho apareça minha calcinha já molhada. Mamãe me fotografa e diz: "Até parece que você tá bem excitada" Eu respondo que ela me fotografe um pouco mais de baixo. Quando ela faz isso, desabotôo todos os botões do vestido, deixando meus peitinhos durinhos quase totalmente de fora. Mamãe insiste e fala: "Você tá com o rosto bem vermelho" Ela manda eu deitar na cama igual ela fez, e eu, toda feliz, faço correndo. Deito de bruços e puxo uma alça do vestido pro lado. Mamãe começa a me fotografar do jeito que viu eu fazer. Quando chega nos meus peitos, ela diz: "Você tem um peitinho pra fora" — Pega ele as... assim, eu respondo. Ela me fotografa de novo até os sapatos, e eu me viro, ficando boca.arriba.
Me estico toda, sou comprida que nem sei, e o vestido sobe até a buceta. Dobro os joelhos, arqueio o corpo e levanto a xereca pro teto, e vejo que a mamãe tá extasiada.
Me animo e fodo a calcinha pelos elásticos, estico pra cima fazendo o clitóris duro aparecer. Viro de novo boca-abaxo com o vestido bem levantado e a calcinha enfiada no meio da racha, e a mamãe ali, sem falar nada, vendo a filha se pelar pra ela, dividindo uma experiência sapatônica.
"Que bundinha linda você tem", ela fala.
Levanto e digo: "Deixa eu botar minha fita vermelha".
Vou buscar, entro no banheiro e saio com ela vestida.
Passo por trás do pescoço, cruzo nos peitos, cruzo de novo na cintura pra trás, enfio na bunda e puxo pra frente pela xereca, subindo até a parte que desce na cintura e amarro ali. Com os saltões pretos e essa fita, tô mais puta que muito rapariga.
Saio e parece que os olhos da mamãe vão pular pra fora, ela me olha com uma gostosura que me deixa doida. Começa a me filmar de todos os ângulos que dá.
Tenho certeza que a qualquer hora a gente vai se pegar!
Ela fala: "Sobe na cama".
Eu obedeço e ela me filma de baixo, mandando: "Se mexe, vira, fica de pé, vira a cara".
Eu me olhando nos espelhos, vejo meu clitóris duro, aparecendo por baixo da fita.
Ela diz: "Agora deixa eu subir na cama".
Desço e ela me entrega a câmera.
Começa a se mexer, mas me dando aula; levanta o vestido, solta as alças. Vira de costas, puxa o vestido pelos lados até o elástico da calcinha fio-dental e sobe ela, se ajoelha na cama, se inclina pra frente, fica deitada de bruços com o vestidinho levantado e a calcinha enfiada no meio da bunda madura. Com as alças soltas e parada ali, ela pergunta: "O que mais a gente faz, Marcela?"
Eu, que não parei de me olhar nos espelhos com a mamãe deitada quase pelada na minha frente, depois dessas danças eróticas ela me pergunta isso. Eu arrumo a câmera com um livro em cima da mesa, me inclino sobre ela enquanto sussurro –"não sei"– e termino em cima dela sentindo o corpo quente e molhado debaixo do meu, sentindo as bundas dela no meu ventre.
Beijo as costas dela e ela começa a ofegar de leve.
Deslizo até chegar na bunda dela e beijo, sentindo o cheiro da bucetinha molhada, passo as mãos por essas pernas que tanto desejava e volto pras costas dela.
Ela vira, me colocando por baixo, e me diz com desespero: "A gente tava com muita vontade um do outro".
Ela afasta as tirinhas e começa a lamber meus peitos empinados.
Eu tô sendo possuída pela mamãe, que me faz gemer de prazer chupando minhas tetas.
Eu tiro meus sapatos e abraço ela com minhas pernas na cintura enquanto digo: –"Mais forte, chupa mais forte".
Eu acaricio a bunda dela por trás e subo as mãos pelas costas dela, me sentindo estranha nessa situação nova pra mim, abraçando esse corpo de mulher madura. Queria muito ter uma relação com uma mulher, mas nunca pensei que fosse tão excitante, tão morbidamente excitante. Volto minhas mãos pra bunda dela e toco a calcinha enfiada entre as nádegas.
Ela continua chupando minhas tetas, fazendo pausas pra me olhar com intensidade e de um jeito estranho pra mim, me olha como uma mulher gostosa olhando pra outra mulher que tá possuindo.
Eu me viro pra deixar ela por baixo e, de joelhos, tiro minha tira e me jogo em cima dela pra beijar os lábios dela, ela fecha os olhos e eu começo a chupar os peitos dela.
",,,,tira meu vestido", ela me diz.
Eu tiro pelos pés, deixando ela só numa calcinha fio dental apertada que deixava ver os lados da buceta raspada, sem parar de olhar pra bucetinha dela, deslizo minhas mãos pelas pernas dela até chegar nos pés pra tirar as sandálias. Me inclino sobre o púbis dela e, por cima da calcinha, passo minha língua fazendo ela se arquear. Tira eles... tira essa porra de calcinha", ela diz com a voz trêmula.
Faço isso e ela fica ali, à minha disposição, de pernas abertas.
A bucetinha dela não está totalmente depilada, deixou um pouco de pelo.
Começo a cheirar ela, e ela segura minha cabeça como se não quisesse que eu fosse embora, e eu toco o clitóris durinho dela com a ponta da língua.
Me surpreende o tamanho do pintinho pulsante dela.
Chupo ele enquanto seguro ela pela cintura, sabendo que não vai demorar pra gozar num orgasmo fenomenal.
Faz três anos que parei de morar com quem era meu parceiro, e mesmo a gente não tendo casado, na minha casa aceitavam ele muito bem, porque ele é muito educado e bonito de se ver.
Um fim de semana que a gente tinha ido pra casa de Chapala, o Luis entrou no banho enquanto nós fomos pro jardim. Minha irmã começou a procurar a mamadeira pra dar pro filho mais novo dela, e minha mãe falou que a mamadeira tava no quarto dela e que iria buscar.
Eu tinha ido na cozinha pegar uma coca-cola e, quando tava voltando, ouvi um barulho dentro do quarto e entrei pra ver se o Luis já tinha terminado de tomar banho. O que eu vi me surpreendeu pra caralho e fiquei puta da vida, mas também muito excitada: Lá estava minha mãe ajoelhada chupando a pica do Luis, eles tinham puxado a cortina do chuveiro, ele tava em pé e ela ajoelhada chupando ele, eu via a pica entrando e saindo da boca dela. Era a minha mãe que tava chupando a pica do meu parceiro e já tinha deixado ela bem dura e vermelha!
Saí sem que me vissem e voltei pro jardim como se não tivesse visto nada. Depois minha mãe chegou como se nada tivesse acontecido.
Agora faz três anos que não vejo o Luis, mas o que vi lembro como se fosse hoje. Desde então, é minha fantasia favorita.
O Luis era bem tarado e adorava falar umas coisas pra mim tipo: você é uma putinha, você é uma puta depravada, enquanto metia a pica dele de quase sete polegadas em mim. E eu também falava umas coisas tipo: Que putinha deliciosa é a pontinha da sua pica!, adoro quando você fode só a pontinha!, adoro me sentir uma putinha! e coisas assim.
Algumas vezes que visito minha mãe, encontro ela vestida com uma camisola de algodão branca que, no menor movimento, deixa ver as pernas dela até o começo da bunda, e também deixa ver os peitinhos dela. Cada vez que vejo, fico com mais vontade.
Muitas vezes, quando tô com ela, tenho que ir pro meu apartamento – moro embaixo dos meus pais – pra me mastigar pensando nisso. mãe.
Semana passada fui lá e ela tava deitada de bruços com aquele vestido que ela sempre usa em casa. Entrei no quarto dela e vi ela ali. Vi claramente que não tava de calcinha nem sutiã, o vestido colava no corpo dela e tava subido até a bunda, e eu consegui ver os pelinhos da buceta dela. Fiquei com muito tesão e ali, na frente dela, me masturbei sem ela perceber, já que continuava dormindo. Quando acordou, ela disse: "Eu tirei a calcinha e o sutiã porque tava com muito calor."
Pensei em procurar o Luís e propor um menage. Ele, minha mãe e eu.
Quando ela vem me visitar, eu puxo conversa pra ficar olhando pra ela, porque quando ela se descuida, eu vejo as pernas dela. Ela já tem quase sessenta anos, mas as pernas dela são bonitas e duras, não tem celulite e são grossas. Eu gosto de fazer ela provar minhas roupas com a desculpa de ver como fica. Comprei um vestido curto e colado no corpo que adoro usar quando tô com tesão pra ir tirando aos poucos, nunca uso pra sair porque me sinto muito magra. Um dia minha mãe chegou e aproveitei pra modelar pra ela e vesti. Deixei ele enquanto a gente conversava e, sem ela notar, comecei a levantar ele e abrir as pernas descuidadamente enquanto desabotoava ele em cima. Tava usando uns sapatos pretos de bico fino e salto alto, e isso me deixava com mais tesão. Num momento, minha mãe me diz: "Ai, Marcela, assim do jeito que você tá vestida e com o vestido levantado, já até tô ficando com tesão."
Eu tava pegando fogo, queria pular em cima dela.
Tenho uma fita longa vermelha que uso pra fazer um biquíni super depravado. Tenho 1,70m, com essa fita eu me enrolo desde o pescoço, passo pelos meus peitinhos e desço até minha buceta, e depois amarro na cintura. Sempre faço isso usando uns sapatos de bico fino e salto bem alto, adoro como fico. Um dia criei coragem e me mostrei assim pra minha mãe com a desculpa de perguntar como ficaria um biquíni parecido. Quando ela me viu, quase saltou os olhos. Parecia pela minha intenção de usar algo assim, mas acho que o que realmente surpreendeu ela foi que se excitou vendo a filha com uma roupa dessas. Notei como os olhos dela brilhavam de prazer. Ela foi embora quando ouviu que o pai chegava, não sem antes me sussurrar algo que senti como se ela tivesse dito: "...depois eu volto pra gente se esquentar juntas", depois eu volto pra você me emprestar essa fita e eu experimentar, tô afim de me ver bem putona.
Eu estive prestes a falar, a seduzir ela, mas é minha mãe. Tô com tanta vontade que ela chupe minha buceta igual eu chupo o pau do Luis. E conforme o tempo passa, o que mais me dá vontade é de chupar a coisinha dela, lamber o clitóris dela até ela gozar, fazê-la gritar de prazer, e quero que, como o Luis me ensinou, ela também adore gritar de dor. Quero morder as pernas dela, os mamilos dela, e que ela grite que sou uma depravada, que grite... porra, sua puta!, me fode, cabra, me fode!.
Eu adoraria, mas não sei como abordar ela. Se alguém já passou por uma situação assim, gostaria de saber como resolveu.
Faz menos de uma semana que eu tava pensando em como fazer pra mãe cair nos meus braços e a língua dela ir parar na minha boceta, quando fui surpreendida por algo que ela fez. Agora não sei se ela tá me caçando e também quer a mesma coisa, ou se é muito inocente.
Tenho uma sobrinha que já tem quase oito anos, é muito simpática e, pra idade dela, é sexy. Quando era menor, um dia ela disse que tinha bunda de toranja, e realmente tem um rabo grande e empinado.
Pois bem, minha mãe tava visitando com um vestido que eu nunca tinha visto. Um vestido laranja forte, de manga bem curta e botõezinhos na frente. Quando ela tava em pé, o vestido batia uns dez centímetros acima do joelho. Ela tava usando umas sandálias de salto baixo, daquelas que só têm uma tira entre os dedos e no calcanhar. As unhas estavam pintadas de um vermelho claro. Isso me surpreendeu e gostei muito, mas fiquei muda. Quando ela me disse que tinha comprado uma calcinha "igual às que eu uso" e que já estava usando; "...daqui a pouco te mostro", ela falou. Enquanto me dizia isso e a gente falava de outras coisas, ela se mexia na cadeira como se estivesse ajeitando a calcinha, e isso fazia o vestido subir e eu conseguia ver as pernas dela. Tava nessa quando ela fala; "ah, você já viu minhas sandálias?", se mexe pra me mostrar um pé com a sandália e abre as pernas, e eu vejo a calcinha branca enfiada entre os pelos da buceta dela. Finjo que não vi e ela completa; "são pra quando eu experimentar a fita vermelha que você tem, por isso até já pintei as unhas, quero me ver mas bem putona". Me deixou mais confusa do que nunca.
Se isso não bastasse, ela fala; "Oi Marcela, lembra quando a menina disse que tinha bunda de toranja? Ah, então, adivinha? Já comprei um pedaço de fita vermelha igual à sua pra fazer um vestidinho igual pra ela". "Já percebi que ela é bem fogosa, mesmo sendo tão novinha", "às vezes ela sobe na minha perna e fica se mexendo como se tivesse brincando, mas na verdade tá esfregando a bundinha dela na minha perna, até me deixa excitada, a safadinha". "Ei, se a gente colocar essa fita nela, ela não vai contar pra mãe?". Falei que achava que não e ela completou; "...quando eu experimentar, você também experimenta a sua, quero que você coloque com aqueles sapatos pretos de salto altão que você usou outro dia pra ficar bem vadia", e ria com toda inocência ao falar isso. E continuou; "...a gente faz num dia que planejarmos ir pra Chapala, falamos que a gente vai depois, eu fico pra te acompanhar e você não vai sozinha, e deixam a menina com a gente", "pra gente se vestir igual as três sem ninguém atrapalhar, até porque você tem espelhos pra gente se ver inteiras". Eu não acreditava no que ela tava dizendo e ela seguia; "as três vestidas iguais, tô com vontade de ver você com aquela fita do jeito que você usou outro dia, mas com seus sapatos pretos, e a menina igual, quero ver vocês duas juntas". "Mas Sabe, vou ter que me depilar pra não ficar escapando pelo dos lados". Quando ela falou isso, o vestido já tava bem pra cima e eu via a calcinha dela se enfiando toda. Queria abraçar ela e morder os lábios dela e ouvir ela dizer: "mais... mais...!"
Quando ela disse que já ia embora, só pensei em a gente ficar pelada — minha sobrinha de oito anos, minha mãe e eu — as três tesudas. Já tinha pensado várias vezes em fazer minha sobrinha me chupar e eu chupar a bucetinha dela. Agora tô terminando isso pra não esquecer dos detalhes, depois vou comprar um consolo porque acho que vou foder minha mãe e quero dar uma surpresa pra ela.
Fui comprar uma pica artificial e o que encontrei me fez ficar na loja umas hora. Saí da primeira e fui pra outra, e depois pra outra.
Picas de todo tamanho, coloridas, duplas, grossas.
Queria que minha mãe tivesse ido comigo!
Comprei uma de oito polegadas, branca e com a cabeça vermelha. É a pilha e dá pra usar na cintura. Chegando em casa, me tranquei e abri pra dar uma olhada. Tirei da caixa e comecei a acariciar, desabotoei a blusa e tirei um peito pra passar no meu mamilo que fica enorme, depois ia levar na boca quando na porta me chamam: "Marcela!"... era minha mãe.
Saí segurando a respiração e, como se nada, falei: "Acabei de chegar, fui no depósito pegar um material".
Tava com outro vestido parecido com o do dia das sandálias, quando vi os pelos e a calcinha dela.
Era amarelo mostarda, com umas alças bem fininhas e curto.
Não tava de sutiã e notei que a calcinha marcava muito, era bem pequena. Reparei que a calcinha aparecia porque o vestido era bem justo na bunda.
Ela perguntou: "Como é que esse vestido fica em mim?"
Olhei sem vergonha e reparei nas sandálias: tinha umas de duas tirinhas na frente e uma que subia até o tornozelo e amarrava ali, as unhas pintadas de vermelho e as pernas brilhando de creme, o vestido marcava as pernas e o quadril dela, fazendo a calcinha aparecer muito.
Falei pra ela: "parece que você tá dando em cima"
"É verdade?", seu pai já me disse que parece que tô procurando quem me coma, ela completou.
"Quero que você me acompanhe numa loja que vi no jornal, onde vendem roupas bem ousadas, vê o que a gente compra", ela disse.
"Sabe o que acontece comigo, Marcela? Eu fico com tesão só de me olhar no espelho."
"Coloquei esse vestido e as sandalinhas, e quando me vi, tirei o sutiã. Passei creme nas pernas até em cima e pintei os lábios bem vermelhinhos. Depois fui me olhar no espelho e sentei no banquinho, abri as pernas e fiquei me vendo, e nisso, o que você acha?"
"O que chega a Katina e me vê?!"
"O que você está usando?", ela me perguntou.
"Eu estava montada no banco do penteadeiro, coloquei ele pra trás pra me ver bem."
"Com as mãos, me apoiei na borda da frente e tinha as pernas abertas com os pés pra trás e o vestido subido até a virilha, dava pra ver a calcinha e, como ainda não me depilei, os pelos estavam saindo pelos lados. E você já sabe como os peitos ficam se você coloca os braços pra frente e se abaixa um pouquinho, e com esse vestido que aperta um pouco, então eu estava lá toda excitada me olhando."
"Passei creme nas pernas com o vestido vestido. Sentei na cama e tirei essas sandálias pra colocar o pé na cama, assim de lado. Levantei o vestido e comecei pelo pé, passando creme na panturrilha e depois na coxa... Ai, Marcela, o que será que tá acontecendo comigo?"
"Já fico o dia inteiro pensando e pensando em me vestir de um jeito e de outro. E o mais curioso é que espero seu pai sair pra ficar sozinha."
"Até pensei quando estava sentada no banco: falei, a Katina tem uma câmera de vídeo, vou pedir pra ela e dizer pra Marcela me filmar como se eu estivesse num desfile de modelos."
"Você me filma?........."
Eu estava feliz, minha mãe me seduzindo desse jeito tão inocente, e ela continua conversando comigo. dizendo: "você acha... por exemplo; eu que tô com seu pai..... se eu me masturbar ou como se fala, tô fazendo errado?"
"É que sabe o que acontece comigo?..... me dá vontade de me masturbar toda vez que me vejo no espelho e cada vez mais", "será que é errado?"
E eu; não, não acho que seja errado, até é considerado saudável, é questão de gosto.
Minha mente tava toda confusa entre o que eu tava falando e o que queria falar, não sabia o que dizer. E quando você raspar, vai fazer com gilete ou com máquina?, consegui dizer.
"Ué, sei lá, nunca fiz", "não vai doer?"
Acho que com cuidado não, respondi.
Ela tinha sentado na minha frente com as pernas juntas, se levantou enquanto me dizia; "deixa eu te contar como quero que você me filme"
"Vou comprar umas sandálias de salto bem altão vermelhas, só com umas tirinhas pra aparecer o pé todo. Depois um vestido que já vi, branco. É bem curtinho, abaixo da bunda, e é decotado atrás e na frente, é justo e vou comprar um número menor pra apertar e marcar mais a calcinha fio-dental vermelha que também vou comprar"
"Mas também quero que me filme sentada, como se não tivesse reparando, e o vestido sobe e aparece bem, mas bem a calcinha apertando 'lá'."
"O que acha, modelo pra você me filmar?"
No dia seguinte ela me liga cedo pra dizer que assim que papai sair, passa aqui pra gente ir ela experimentar o vestido e os sapatos.
Ela chega e a gente vai no carro dela, ela tá com o vestido laranja e umas sandálias prateadas.
Pergunto se ela já vai comprar o vestido ou quer experimentar, e ela responde que quer experimentar alguns pra eu dizer qual fica melhor nela.
Chegamos no estacionamento e entramos na loja.
Fomos pro departamento de roupas jovens, quando chegamos mamãe me diz; "Por aqui vi aquele que te falei".
Mais do que vestidos, pra mim parecia que o que ela procurava era roupa íntima.
Ela começou a escolher de cores diferentes uns quatro ou cinco, nós fomos pro provador enquanto ela me dizia: "Vou experimentar com calcinha ou sem calcinha?"
E eu: "Bom, depende de como você vai usar."
Entramos no provador, mas eu fiquei do lado de fora da cabine. Era de manhã e naquela hora as lojas estão praticamente vazias.
Eu vejo por baixo da porta como ela deixa cair o vestido laranja, consigo ver só até a metade da panturrilha dela.
Ela sai e me mostra o primeiro. É um azul turquesa bem justo até a metade da panturrilha, sem manga e de gola redonda com botões até embaixo do busto. O que eu mais gosto na minha mãe são as pernas dela, grossas e sem celulite. Ela sai com as sandálias dela e quase todos os botões abertos, deixando ver as tetinhas gostosas dela. Ela para na porta de perfil, se virando pra se olhar no espelho, contraindo a barriga e me perguntando: "Como você tá me vendo?"
Eu, sem parar de olhar pra abertura, digo que acho legal e ela responde: "Mas esse não abre tanto porque tá muito apertado."
Ela fala que vai provar outro e fecha a portinha.
Ela sai com um vestido bege que vai até o joelho, de alças largas e solto embaixo, que me deixa ver a panturrilha grossa inteira dela. Ela senta na cadeira do provador, abre as pernas e o vestido sobe um pouco, deixando ver parte das coxas brancas dela, e pergunta: "Como você vê esse?"
"Vê, experimenta outro", eu respondo.
Ela aparece de novo num vestidinho entre amarelo e laranja claro que contrasta bem com as sandálias prateadas e com as unhas peroladas. Esse vestido é mais curto, quase até o meio da coxa, de alças cruzadas atrás e aberto até o meio das costas.
Pra mim parece muito jovem pra idade dela, mas adoro como fica nela.
É justo até o meio do quadril e solto na parte da saia. Tem três botões na frente que ela não fechou, e dá pra ver o começo das tetinhas gostosas dela.
Ela dá meia-volta pra ver como sobe e pergunta: "Como você vê?"
Enquanto levanta um pé na cadeira, apoiando na ponta e deixando ver Calcinhas, mas como atrás dela tem um espelho, vejo a bunda dela devorando a tanga.
Ela logo senta na cadeira com as pernas abertas, se olhando no espelho, levanta o vestido até a virilha e me diz: "Esse eu gosto mais", "o que você acha?"
Você tá uma gostosa, – respondo, e ela fala: "Então esse."
E completa: "Ah, os sapatos!", "vai lá e escolhe uns pra mim, que sejam vermelhos"
Vou e trago três pares quase iguais. Dou uns pra ela e ela experimenta com a porta aberta, ao calçá-los sobe e desce as pernas, abre e fecha, e eu ali. Morrendo de vontade de beijá-las; – "Já falta pouco", penso.
Ela calça uns de salto de dez centímetros, vermelhos, com duas tirinhas que passam pelos dedos e mais duas que se cruzam no peito do pé e vão até o tornozelo, onde se juntam a uma tira que aperta o tornozelo e com um suporte que serve de calcanheira, bem pontudos.
Ela calça e se levanta; UAU! Que pernas da mamãe!
Ela fica reta e os peitos se levantam.
Ela me diz: "Já pedi a câmera pra Karina", "só falta me depilar"
Sinto o sangue subir pra cabeça.
No dia seguinte, à noite, mamãe vem com uma bolsa e me fala: "Trouxe as coisas aqui, amanhã seu pai vai pra Chapala de manhã cedo e só volta às 2, assim que ele sair eu venho"
De manhã, esperei ela desde antes das 9, porque sei que papai sai nesse horário.
Tomei banho e me depilei, me segurando pra não me masturbar pra fazer "fome".
Já tinha na cama o que ia vestir pra sessão de modelagem da mamãe: Meu vestido vermelho justo, sapatos pretos de salto alto e um biquíni bem apertado verde claro bem chamativo. Passo creme e perfume no corpo todo, coloco minha calcinha me vendo no espelho como fica tão apertadinha que marca meus lábios depilados. Calço os sapatos pra me ver no espelho, contraindo a barriga e levantando meus peitinhos, visto o vestido e arrumo ele deixando os botões abertos. seco um pouco o cabelo e passo batom, um pouco de sombra nos olhos e pronto.
Mamãe chega e me diz: "me empresta as coisas".
Ela entra no banheiro me dizendo pra preparar a câmera e se já pensei em como ia fotografar. Respondo que tenho uma ideia e ela diz que não demora.
Ela sai já maquiada com uma sombra que realça os olhos e com os lábios bem vermelhos.
Ela tá com o vestido amarelo-alaranjado com os botões abertos, as sandálias de salto altíssimo vermelhas e sem sutiã, imagino que calcinha ela deve ter posto.
Ela sai e me pergunta: "E aí, como eu tô?"
Respondo que tá gostosa pra caralho e ela responde: "Você parece uma modelo".
Eu tinha colocado uma cadeira e na cama uns almofadões e abaixei os espelhos.
Ela vai na minha frente e eu vou seguindo, admirando as pernas dela naqueles saltões. Brilhando por causa do creme, as panturrilhas marcadas, cheirando deliciosamente e vendo como os peitos dela balançavam suavemente soltos sem sutiã.
"Onde, Marcela?", ela me pergunta.
Digo: "Que tal se a gente começar como se você estivesse calçando os sapatos, igual na loja quando você subiu o pé na cadeira?"
Ela para perto da cadeira, sobe um pé e se inclina pra pegar a fivela. "Assim?", ela me pergunta.
Ela se inclina e eu vejo como os peitos dela caem um pouco e como os mamilos se enterram no tecido do vestido. As pernas dela ficam fabulosas nessa posição. Eu me delicio através do visor e do zoom da lente. Vejo ela de um lado e do outro, me agacho pra ver por baixo, fotografo de um lado com o espelho atrás que me deixa ver a bunda dela. De repente, sem eu falar nada, ela se levanta, abre as pernas e senta na cadeira apoiando os braços no encosto, com as pernas abertas me deixando ver a buceta dela coberta por uma calcinha branca, é bem pequena e a coisinha dela parece apertada mas sem pelos nas laterais.
Ela se apoia com as mãos no encosto e se joga pra trás fazendo as coxas dela ficarem como nunca imaginei que ela tivesse. Eu ali, sem perder nenhum detalhe.
Ela se levanta. e vai pra cama — que imaginação da mamãe, parecia que já tinha praticado antes — e sem virar pra me olhar, deita de bruços com o vestido levantado, mostrando as pernas bonitas dela e deixando eu ver como a bunda dela devora a calcinha. Eu vou passando a mão desde os pés, mandando ela levantar e mexer, o que ela faz de um jeito esplêndido, chego até o rosto dela, que já tá vermelho, e vejo os peitos dela quase totalmente de fora. Não resisto à vontade e levanto mais o vestido dela, deixando a bunda quase no ar, e falo: — "Ficou muito bem nessa calcinha" Ela responde: "V...você... acha?" Eu tô maravilhada, quase pulando em cima dela, quando ela diz: "Quer que eu te fotografe também?" Claro que falo que sim, ela se levanta, mas com os braços pra frente, levantando a bunda, e me parece um sinal claro de que já tá super quente. Ela se levanta e pergunta: "Como você quer?" Eu fico encostada no batente da porta, levanto os braços e dobro um pouco uma perna, e falo pra ela me fotografar de lado, pegando também o espelho que mostra um pouco da minha calcinha. Na hora, me viro e encosto as costas no batente, abro as pernas, deixo uma mão pra trás e passo a outra pela minha cintura até o quadril oposto pra levantar meu vestido e deixar que no espelho apareça minha calcinha já molhada. Mamãe me fotografa e diz: "Até parece que você tá bem excitada" Eu respondo que ela me fotografe um pouco mais de baixo. Quando ela faz isso, desabotôo todos os botões do vestido, deixando meus peitinhos durinhos quase totalmente de fora. Mamãe insiste e fala: "Você tá com o rosto bem vermelho" Ela manda eu deitar na cama igual ela fez, e eu, toda feliz, faço correndo. Deito de bruços e puxo uma alça do vestido pro lado. Mamãe começa a me fotografar do jeito que viu eu fazer. Quando chega nos meus peitos, ela diz: "Você tem um peitinho pra fora" — Pega ele as... assim, eu respondo. Ela me fotografa de novo até os sapatos, e eu me viro, ficando boca.arriba.
Me estico toda, sou comprida que nem sei, e o vestido sobe até a buceta. Dobro os joelhos, arqueio o corpo e levanto a xereca pro teto, e vejo que a mamãe tá extasiada.
Me animo e fodo a calcinha pelos elásticos, estico pra cima fazendo o clitóris duro aparecer. Viro de novo boca-abaxo com o vestido bem levantado e a calcinha enfiada no meio da racha, e a mamãe ali, sem falar nada, vendo a filha se pelar pra ela, dividindo uma experiência sapatônica.
"Que bundinha linda você tem", ela fala.
Levanto e digo: "Deixa eu botar minha fita vermelha".
Vou buscar, entro no banheiro e saio com ela vestida.
Passo por trás do pescoço, cruzo nos peitos, cruzo de novo na cintura pra trás, enfio na bunda e puxo pra frente pela xereca, subindo até a parte que desce na cintura e amarro ali. Com os saltões pretos e essa fita, tô mais puta que muito rapariga.
Saio e parece que os olhos da mamãe vão pular pra fora, ela me olha com uma gostosura que me deixa doida. Começa a me filmar de todos os ângulos que dá.
Tenho certeza que a qualquer hora a gente vai se pegar!
Ela fala: "Sobe na cama".
Eu obedeço e ela me filma de baixo, mandando: "Se mexe, vira, fica de pé, vira a cara".
Eu me olhando nos espelhos, vejo meu clitóris duro, aparecendo por baixo da fita.
Ela diz: "Agora deixa eu subir na cama".
Desço e ela me entrega a câmera.
Começa a se mexer, mas me dando aula; levanta o vestido, solta as alças. Vira de costas, puxa o vestido pelos lados até o elástico da calcinha fio-dental e sobe ela, se ajoelha na cama, se inclina pra frente, fica deitada de bruços com o vestidinho levantado e a calcinha enfiada no meio da bunda madura. Com as alças soltas e parada ali, ela pergunta: "O que mais a gente faz, Marcela?"
Eu, que não parei de me olhar nos espelhos com a mamãe deitada quase pelada na minha frente, depois dessas danças eróticas ela me pergunta isso. Eu arrumo a câmera com um livro em cima da mesa, me inclino sobre ela enquanto sussurro –"não sei"– e termino em cima dela sentindo o corpo quente e molhado debaixo do meu, sentindo as bundas dela no meu ventre.
Beijo as costas dela e ela começa a ofegar de leve.
Deslizo até chegar na bunda dela e beijo, sentindo o cheiro da bucetinha molhada, passo as mãos por essas pernas que tanto desejava e volto pras costas dela.
Ela vira, me colocando por baixo, e me diz com desespero: "A gente tava com muita vontade um do outro".
Ela afasta as tirinhas e começa a lamber meus peitos empinados.
Eu tô sendo possuída pela mamãe, que me faz gemer de prazer chupando minhas tetas.
Eu tiro meus sapatos e abraço ela com minhas pernas na cintura enquanto digo: –"Mais forte, chupa mais forte".
Eu acaricio a bunda dela por trás e subo as mãos pelas costas dela, me sentindo estranha nessa situação nova pra mim, abraçando esse corpo de mulher madura. Queria muito ter uma relação com uma mulher, mas nunca pensei que fosse tão excitante, tão morbidamente excitante. Volto minhas mãos pra bunda dela e toco a calcinha enfiada entre as nádegas.
Ela continua chupando minhas tetas, fazendo pausas pra me olhar com intensidade e de um jeito estranho pra mim, me olha como uma mulher gostosa olhando pra outra mulher que tá possuindo.
Eu me viro pra deixar ela por baixo e, de joelhos, tiro minha tira e me jogo em cima dela pra beijar os lábios dela, ela fecha os olhos e eu começo a chupar os peitos dela.
",,,,tira meu vestido", ela me diz.
Eu tiro pelos pés, deixando ela só numa calcinha fio dental apertada que deixava ver os lados da buceta raspada, sem parar de olhar pra bucetinha dela, deslizo minhas mãos pelas pernas dela até chegar nos pés pra tirar as sandálias. Me inclino sobre o púbis dela e, por cima da calcinha, passo minha língua fazendo ela se arquear. Tira eles... tira essa porra de calcinha", ela diz com a voz trêmula.
Faço isso e ela fica ali, à minha disposição, de pernas abertas.
A bucetinha dela não está totalmente depilada, deixou um pouco de pelo.
Começo a cheirar ela, e ela segura minha cabeça como se não quisesse que eu fosse embora, e eu toco o clitóris durinho dela com a ponta da língua.
Me surpreende o tamanho do pintinho pulsante dela.
Chupo ele enquanto seguro ela pela cintura, sabendo que não vai demorar pra gozar num orgasmo fenomenal.
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