Saímos da cabana e encontramos a Su, minha mãe. Ela olhou pra Clau e, como se soubesse da fantasia dela, deu um beijo na bochecha, mas a mão apertou a bunda dela.
Ficamos a manhã toda na praia. Uma das vezes que fomos na água, vi a Su, por trás, puxar o cabelo da Clau e enfiar a mão na bunda dela. Clau deixou. Depois, Su sussurrou algo no ouvido dela.
Antes do almoço, fomos passear e fazer umas compras. Susana mandou a Clau comprar um biquíni mais provocante, ela obedeceu, mas não me deixaram ver. Depois foram pro sex shop que minha mãe tinha visitado na viagem anterior. Entraram e depois de um tempo saíram com uma sacola.
Almoçamos, tomamos umas cervejas e fomos pras cabanas. Na verdade, fomos pra cabana que eu dividia com a Clau. Entramos e a Su mandou ela vestir o biquíni novo. Clau tem um corpo bom, peitos e bunda legais, mas quando vi ela de biquíni, não acreditei. Embaixo, só um tecido fininho cobria a buceta dela, e um fio passava entre as nádegas. Em cima, dois pedacinhos de pano tapavam só o básico.
“Agora sim você tá com um biquíni pro Caribe.” Disse Susana e continuou: “O que você planejou pra hoje à noite, Tim?”
“Surpresa, Su, surpresa.”
Jantamos nós três e fui no banheiro do bar pra aproveitar e falar com a Lia. Contei a fantasia da Clau e, claro, ela não teve problema.
Cada um foi pra sua cabana e mais tarde a Lia veio nos buscar. Sem dizer nada, colocou uma coleira e uma corrente na Cláudia. Ficou na frente dela e enfiou um dedo na boca dela, que Cláudia chupou.
“Agora, você vai ser nossa putinha essa noite. E é melhor se comportar.”
Fomos pra cabana da Su, que já tava esperando.
“Roupa de puta pra fora.” Ordenou a Lia. “A senhora também, sua puta. Hoje vamos aproveitar essa putinha.”
Lia e Su se jogaram na cama e começaram a se beijar e se acariciar. Clau olhava, passando a língua nos lábios. As mãos dela estavam juntas na frente.
“Chupa um pouco as nossas bucetas.” Disse a Lia. Lia. E Cláudia obedeceu. Chupava com vontade, gemia enquanto fazia. Depois passou pra Su, que me olhava enquanto eu estava sentado numa cadeira com um drink na mão, ainda com os shorts no lugar. Lia foi até uma bolsa que trouxe, e tirou um arnês com um consolador grande, colocou Su de quatro e começou a penetrar ela. Su deu um grito de dor quando sentiu o consolador entrar por completo. Mas não se mexeu.
Aos poucos, seus gemidos ficavam mais fortes, ela pedia mais. Lia pegou Clau pelos cabelos e fez ela chupar os peitos dela.
“Chupa, puta, chupa bem meus peitos.” Enquanto Clau fazia isso, Lia dava tapas na bunda dela.
“Se eu ver um único dedo na sua buceta ou no seu cu, juro que te empalo com um taco de beisebol. Você tem proibido de se tocar.”
Não demorou muito pra Su ter um grande orgasmo. Lia se deitou sem tirar o arnês e colocou Clau pra chupar ele.
“Sra. puta, chupa meus peitos.” Disse enquanto enfiava um consolador médio no cu.
“Assim, assim as duas, me façam gozar, como a puta Rainha.” Disse super excitada. Su e Clau se dedicavam a chupar, ela fez elas trocarem e agora era Su quem chupava aquele consolador enorme. Lia teve um bom orgasmo e não parou. Colocou as duas em 69, Clau embaixo e Su em cima.
“Srta. puta, chupa bem essa buceta, quero que você tire um orgasmo bem gostoso dela.” Disse Lia. Clau começou a chupar, até que conseguiu tirar um orgasmo. Lia então voltou a penetrar a buceta de Susana, enquanto Clau chupava o clitóris dela e o consolador como se fosse uma pica de verdade. Minha mãe dava gritos de prazer a cada orgasmo.
Lia viu que eu já estava nu e com minha pica no máximo. Tirou o consolador, me olhou e sorriu, pra começar a enfiar ele no cu de Su.
“Não, por favor, Lia, você vai me rasgar, não.” Dizia Susana.
“Abre bem o cu dela, porque vou enterrar essa pica grande nela, sim ou sim.” Disse pra Clau, que abria as nádegas ao máximo. Aos poucos, foi enterrando. Su chorava. Quando teve tudo lá dentro, as As chupadas da Clau começaram a excitar ela. Ela se mexia devagar, tirando e colocando de novo no cu dela.
A Lia bombava com tudo, do cu da Su caíam sucos e gotas de sangue no rosto da Clau. Quando a Lia gozou, enterrou o consolo inteiro e deixou cravado. A Su quase teve um treco de tanto gozar. A Lia tirou o consolo e meteu na boca da Clau, que quase recusou, mas no fim começou a limpar ele. Quando terminou, a Lia olhou pra mim e disse:
“Sr. Tim, é sua vez, a puta tá muito quente.”
“Beleza, Lia, sem tirar o arnês, deita de costas.” Subi na cama e falei pra Su: “Fica do meu lado e abre bem o cu.” Ela obedeceu e eu enfiei três dedos no cu dela. “Clau, puta, senta nesse consolo.” Falei.
Enquanto ela descia, minha mãe acariciava meu pau e me beijava, enquanto eu masturbava ela pelo cu. A Claudia descia bem devagar, mal tinha encostado o consolo na buceta dela. A Lia deu um tapa nos peitos dela, que ficaram marcados de vermelho. A Claudia desceu mais um pouco e disse: “Não entra.” O tapa da Lia, agora foi na cara dela, virou o rosto dela. E mexendo a cintura, enterrou um pouco mais. A Claudia deu um grito. Eu meti o pau na boca dela. Ela foi, aos poucos, enfiando o consolo inteiro na buceta dela, e começou a subir e descer. Eu passava o pau no rosto dela e ela gemia de prazer, metia na boca e chupava com vontade.
“Parece que a puta gosta de mais de um pau ao mesmo tempo. Olha como ela fode e chupa, que puta gostosa que deu.”
Eu ficava louco vendo ela tão excitada, já com a buceta bem aberta, o ritmo dela era frenético. Peguei uns consolos na bolsa da Lia e da Susana, e achei um par de algemas que essa tinha comprado. Coloquei as mãos da Claudia nas costas e algemei ela. Nessa hora ela suspirou fundo, como se estivesse adorando as algemas. Dei um consolo pra Su colocar no cu dela e o outro pra colocar na boca da Clau.
“Como você gosta de ser comida, puta, pensar que...” até que chegamos, você era uma santinha. E agora..." eu disse.
"Agora sou muito puta, sua puta." Disse Cláudia.
Fiquei atrás dela, empurrei ela sobre a Lia, e sem piedade enfiei o pau no cu dela. Ela tentou gritar, mas não conseguiu por causa do vibrador na boca. Como podia, gemia e tentava respirar fundo. Os orgasmos vinham um atrás do outro.
"Como essa puta goza, vou gozar com vocês, por favor." Disse Lia. E Susana se juntou a Lia.
Quando gozei dentro dela, ela teve outro orgasmo violento. Quando conseguiu, tirou o vibrador da boca e limpou meu pau.
Quando terminou, peguei a coleira e, sem tirar as algemas, levei ela pro nosso quarto. Ela deitou assim e dormiu.
Acordei sentindo ela chupando meu pau. Quando abri os olhos, ela, de mãos algemadas, chupava sem parar.
"Bom dia, Tim, meu amor. Obrigada por tanto prazer ontem à noite. Me deixa te dar prazer esta manhã." E continuou chupando. Quando a Lia trouxe o café da manhã, a Cláudia ainda estava chupando.
"Bom dia, Sr. Tim, vejo que a Srta. puta aprendeu. Fico muito feliz."
Quando gozei na boca dela, tirei as algemas e tomamos café.
"Tim, você me fez chegar a níveis de prazer que eu nunca imaginei, e me fez fazer coisas que nunca pensei. Me promete que vai me comer assim quando voltarmos, eu adoro, e sentir que você pode fazer qualquer coisa comigo e eu fico feliz."
"Bom, então assim será."
Passamos o dia todo na praia, e no jantar, a Lia nos diz: "Para esta noite, tenho preparado, se quiserem, um novo serviço. Prometo à Sra. Susana que ela vai ficar encantada."
"Uau, claro. Te esperamos, Lia." Disse Susana.
Eu e a Clau ficamos tomando um drink, e a Susana foi pra cabana dela. Vimos a Lia indo pra cabana e esperamos um pouco pra ir. Quando chegamos na cabana, vimos que a Su estava de olhos vendados, ajoelhada. Uma mulher bem jovem, com traços bonitos, ainda vestida, chupava os peitos dela. Do lado, um homem com um pau descomunal se masturbava.
Ele aproximou o pau da Susana, e ela abriu a boca o máximo que pôde. Tirou a venda e... começou a chupar desesperada. Apertava a cabeça da mulher contra os peitos dela.
Olhei pra Clau e ela mordia os lábios. A pica do homem passava dos 23 cm de comprimento e uns 7 de circunferência. Susana não sabia como fazer pra enfiar toda aquela pica na boca. A mulher tirou a camisola que vestia e dois peitões enormes ficaram à mostra. Aí percebi que era um transexual, embora nem Su nem Clau tivessem notado de tão feminina que era.
“Tira a roupa.” Ordenei pra Clau, que obedeceu na hora. Peguei a venda e coloquei nos olhos dela. Toquei na buceta dela e tava encharcada. O homem deitou Susana de bruços e meteu sem piedade na buceta dela. Ela deu um grito, mas logo começou a gemer. Eu indiquei pra mulher tirar o resto da roupa e, como suspeitava, apareceu um pau de bom tamanho, quase igual ao meu. Indiquei que ela aproximasse de Clau, que começou a chupar.
Susana gozava igual uma louca, “Sim, essa pica é linda, uma loucura. Me parte, mas quero ela toda dentro.”
Mandei Clau levantar e ficar de quatro na cama. A mulher, que enfiasse no cu dela. E eu dei a minha pica pra Susana chupar, minha mãe.
Quando Susana viu que era um transexual, arregalou os olhos. Mais ainda quando viu Clau deixando o cu ser arrombado. Quando aquela bombava forte, tirei a venda e ela me olhou intrigada. Na hora se virou e viu a transexual arrombando o cu dela.
“Filho da puta, você tá me fazendo dar.” Disse Clau.
“E você tá gostando, puta, bem que tá gostando.” Falei.
O homem tirou a pica da buceta da minha mãe, e mandei ele dar pra Clau chupar. No começo ela não queria, mas um tapa na cara fez ela começar a chupar devagar. Sentir aquele pedaço de carne toda deixou ela excitada de novo, até que teve um belo orgasmo.
Ela me olhou e disse “Até aqui.”
“Ok.” Falei, respeitando ela.
Eu deitei o transexual, mandei minha mãe montar nele e dei carta livre pro homem, que na hora encostou a cabeça do pau dele no cu, e começou a meter. Susana gritava que nem uma louca, pedia mais e mais. O cara foi cuidadoso, e continuou enterrando devagar. Quando enfiou tudo, começou a se mover no ritmo da trans.
Clau começou a chupar meu pau, enquanto se masturbava. Os gritos de prazer da Susana deixavam ela mais excitada. E ver minha mãe gozar daquele jeito me deixava louco.
Clau chegou perto do meu ouvido e falou:
“Ninguém supera meu homem, por mais pau gigante que tenha, só com você eu gozo, pude comprovar.” E desceu pra chupar meu pau. Segurei ela pela cabeça e, olhando nos olhos dela, literalmente, fodi a boca dela. Ela engasgava, mas não reclamava, os braços caíam moles ao lado do corpo. Quando gozei, jorrei no fundo da garganta dela. Ela se engasgou, mas engoliu tudo.
Naquela hora, o cara e a mulher gozaram dentro da minha mãe, que na mesma hora começou a chupar os paus deles.
Fomos pra nossa cabana e deitamos.
“Amor, adoro que você me fode do jeito que me fode, que me domina, que faz de mim o que quiser. Não me incomoda te ver com outras mulheres, e gosto de te dividir com elas. Mas percebi que não curto ficar com outro homem ou com uma trans, me desculpa.”
“Clau, sem problemas, quis te dar a chance de escolher, e com um belo pedaço. Claro que aceito seu gosto.”
“E você, que fantasia quer realizar na ilha?” Ela perguntou.
“Vai te parecer tarado, mas adoraria ver a Lia detonar a irmã, e depois eu comer as duas, você e a Lia, de todos os jeitos. Mas só vocês duas.”
“Sem problemas, adoro a Lia.” disse Clau.
Ficamos a manhã toda na praia. Uma das vezes que fomos na água, vi a Su, por trás, puxar o cabelo da Clau e enfiar a mão na bunda dela. Clau deixou. Depois, Su sussurrou algo no ouvido dela.
Antes do almoço, fomos passear e fazer umas compras. Susana mandou a Clau comprar um biquíni mais provocante, ela obedeceu, mas não me deixaram ver. Depois foram pro sex shop que minha mãe tinha visitado na viagem anterior. Entraram e depois de um tempo saíram com uma sacola.
Almoçamos, tomamos umas cervejas e fomos pras cabanas. Na verdade, fomos pra cabana que eu dividia com a Clau. Entramos e a Su mandou ela vestir o biquíni novo. Clau tem um corpo bom, peitos e bunda legais, mas quando vi ela de biquíni, não acreditei. Embaixo, só um tecido fininho cobria a buceta dela, e um fio passava entre as nádegas. Em cima, dois pedacinhos de pano tapavam só o básico.
“Agora sim você tá com um biquíni pro Caribe.” Disse Susana e continuou: “O que você planejou pra hoje à noite, Tim?”
“Surpresa, Su, surpresa.”
Jantamos nós três e fui no banheiro do bar pra aproveitar e falar com a Lia. Contei a fantasia da Clau e, claro, ela não teve problema.
Cada um foi pra sua cabana e mais tarde a Lia veio nos buscar. Sem dizer nada, colocou uma coleira e uma corrente na Cláudia. Ficou na frente dela e enfiou um dedo na boca dela, que Cláudia chupou.
“Agora, você vai ser nossa putinha essa noite. E é melhor se comportar.”
Fomos pra cabana da Su, que já tava esperando.
“Roupa de puta pra fora.” Ordenou a Lia. “A senhora também, sua puta. Hoje vamos aproveitar essa putinha.”
Lia e Su se jogaram na cama e começaram a se beijar e se acariciar. Clau olhava, passando a língua nos lábios. As mãos dela estavam juntas na frente.
“Chupa um pouco as nossas bucetas.” Disse a Lia. Lia. E Cláudia obedeceu. Chupava com vontade, gemia enquanto fazia. Depois passou pra Su, que me olhava enquanto eu estava sentado numa cadeira com um drink na mão, ainda com os shorts no lugar. Lia foi até uma bolsa que trouxe, e tirou um arnês com um consolador grande, colocou Su de quatro e começou a penetrar ela. Su deu um grito de dor quando sentiu o consolador entrar por completo. Mas não se mexeu.
Aos poucos, seus gemidos ficavam mais fortes, ela pedia mais. Lia pegou Clau pelos cabelos e fez ela chupar os peitos dela.
“Chupa, puta, chupa bem meus peitos.” Enquanto Clau fazia isso, Lia dava tapas na bunda dela.
“Se eu ver um único dedo na sua buceta ou no seu cu, juro que te empalo com um taco de beisebol. Você tem proibido de se tocar.”
Não demorou muito pra Su ter um grande orgasmo. Lia se deitou sem tirar o arnês e colocou Clau pra chupar ele.
“Sra. puta, chupa meus peitos.” Disse enquanto enfiava um consolador médio no cu.
“Assim, assim as duas, me façam gozar, como a puta Rainha.” Disse super excitada. Su e Clau se dedicavam a chupar, ela fez elas trocarem e agora era Su quem chupava aquele consolador enorme. Lia teve um bom orgasmo e não parou. Colocou as duas em 69, Clau embaixo e Su em cima.
“Srta. puta, chupa bem essa buceta, quero que você tire um orgasmo bem gostoso dela.” Disse Lia. Clau começou a chupar, até que conseguiu tirar um orgasmo. Lia então voltou a penetrar a buceta de Susana, enquanto Clau chupava o clitóris dela e o consolador como se fosse uma pica de verdade. Minha mãe dava gritos de prazer a cada orgasmo.
Lia viu que eu já estava nu e com minha pica no máximo. Tirou o consolador, me olhou e sorriu, pra começar a enfiar ele no cu de Su.
“Não, por favor, Lia, você vai me rasgar, não.” Dizia Susana.
“Abre bem o cu dela, porque vou enterrar essa pica grande nela, sim ou sim.” Disse pra Clau, que abria as nádegas ao máximo. Aos poucos, foi enterrando. Su chorava. Quando teve tudo lá dentro, as As chupadas da Clau começaram a excitar ela. Ela se mexia devagar, tirando e colocando de novo no cu dela.
A Lia bombava com tudo, do cu da Su caíam sucos e gotas de sangue no rosto da Clau. Quando a Lia gozou, enterrou o consolo inteiro e deixou cravado. A Su quase teve um treco de tanto gozar. A Lia tirou o consolo e meteu na boca da Clau, que quase recusou, mas no fim começou a limpar ele. Quando terminou, a Lia olhou pra mim e disse:
“Sr. Tim, é sua vez, a puta tá muito quente.”
“Beleza, Lia, sem tirar o arnês, deita de costas.” Subi na cama e falei pra Su: “Fica do meu lado e abre bem o cu.” Ela obedeceu e eu enfiei três dedos no cu dela. “Clau, puta, senta nesse consolo.” Falei.
Enquanto ela descia, minha mãe acariciava meu pau e me beijava, enquanto eu masturbava ela pelo cu. A Claudia descia bem devagar, mal tinha encostado o consolo na buceta dela. A Lia deu um tapa nos peitos dela, que ficaram marcados de vermelho. A Claudia desceu mais um pouco e disse: “Não entra.” O tapa da Lia, agora foi na cara dela, virou o rosto dela. E mexendo a cintura, enterrou um pouco mais. A Claudia deu um grito. Eu meti o pau na boca dela. Ela foi, aos poucos, enfiando o consolo inteiro na buceta dela, e começou a subir e descer. Eu passava o pau no rosto dela e ela gemia de prazer, metia na boca e chupava com vontade.
“Parece que a puta gosta de mais de um pau ao mesmo tempo. Olha como ela fode e chupa, que puta gostosa que deu.”
Eu ficava louco vendo ela tão excitada, já com a buceta bem aberta, o ritmo dela era frenético. Peguei uns consolos na bolsa da Lia e da Susana, e achei um par de algemas que essa tinha comprado. Coloquei as mãos da Claudia nas costas e algemei ela. Nessa hora ela suspirou fundo, como se estivesse adorando as algemas. Dei um consolo pra Su colocar no cu dela e o outro pra colocar na boca da Clau.
“Como você gosta de ser comida, puta, pensar que...” até que chegamos, você era uma santinha. E agora..." eu disse.
"Agora sou muito puta, sua puta." Disse Cláudia.
Fiquei atrás dela, empurrei ela sobre a Lia, e sem piedade enfiei o pau no cu dela. Ela tentou gritar, mas não conseguiu por causa do vibrador na boca. Como podia, gemia e tentava respirar fundo. Os orgasmos vinham um atrás do outro.
"Como essa puta goza, vou gozar com vocês, por favor." Disse Lia. E Susana se juntou a Lia.
Quando gozei dentro dela, ela teve outro orgasmo violento. Quando conseguiu, tirou o vibrador da boca e limpou meu pau.
Quando terminou, peguei a coleira e, sem tirar as algemas, levei ela pro nosso quarto. Ela deitou assim e dormiu.
Acordei sentindo ela chupando meu pau. Quando abri os olhos, ela, de mãos algemadas, chupava sem parar.
"Bom dia, Tim, meu amor. Obrigada por tanto prazer ontem à noite. Me deixa te dar prazer esta manhã." E continuou chupando. Quando a Lia trouxe o café da manhã, a Cláudia ainda estava chupando.
"Bom dia, Sr. Tim, vejo que a Srta. puta aprendeu. Fico muito feliz."
Quando gozei na boca dela, tirei as algemas e tomamos café.
"Tim, você me fez chegar a níveis de prazer que eu nunca imaginei, e me fez fazer coisas que nunca pensei. Me promete que vai me comer assim quando voltarmos, eu adoro, e sentir que você pode fazer qualquer coisa comigo e eu fico feliz."
"Bom, então assim será."
Passamos o dia todo na praia, e no jantar, a Lia nos diz: "Para esta noite, tenho preparado, se quiserem, um novo serviço. Prometo à Sra. Susana que ela vai ficar encantada."
"Uau, claro. Te esperamos, Lia." Disse Susana.
Eu e a Clau ficamos tomando um drink, e a Susana foi pra cabana dela. Vimos a Lia indo pra cabana e esperamos um pouco pra ir. Quando chegamos na cabana, vimos que a Su estava de olhos vendados, ajoelhada. Uma mulher bem jovem, com traços bonitos, ainda vestida, chupava os peitos dela. Do lado, um homem com um pau descomunal se masturbava.
Ele aproximou o pau da Susana, e ela abriu a boca o máximo que pôde. Tirou a venda e... começou a chupar desesperada. Apertava a cabeça da mulher contra os peitos dela.
Olhei pra Clau e ela mordia os lábios. A pica do homem passava dos 23 cm de comprimento e uns 7 de circunferência. Susana não sabia como fazer pra enfiar toda aquela pica na boca. A mulher tirou a camisola que vestia e dois peitões enormes ficaram à mostra. Aí percebi que era um transexual, embora nem Su nem Clau tivessem notado de tão feminina que era.
“Tira a roupa.” Ordenei pra Clau, que obedeceu na hora. Peguei a venda e coloquei nos olhos dela. Toquei na buceta dela e tava encharcada. O homem deitou Susana de bruços e meteu sem piedade na buceta dela. Ela deu um grito, mas logo começou a gemer. Eu indiquei pra mulher tirar o resto da roupa e, como suspeitava, apareceu um pau de bom tamanho, quase igual ao meu. Indiquei que ela aproximasse de Clau, que começou a chupar.
Susana gozava igual uma louca, “Sim, essa pica é linda, uma loucura. Me parte, mas quero ela toda dentro.”
Mandei Clau levantar e ficar de quatro na cama. A mulher, que enfiasse no cu dela. E eu dei a minha pica pra Susana chupar, minha mãe.
Quando Susana viu que era um transexual, arregalou os olhos. Mais ainda quando viu Clau deixando o cu ser arrombado. Quando aquela bombava forte, tirei a venda e ela me olhou intrigada. Na hora se virou e viu a transexual arrombando o cu dela.
“Filho da puta, você tá me fazendo dar.” Disse Clau.
“E você tá gostando, puta, bem que tá gostando.” Falei.
O homem tirou a pica da buceta da minha mãe, e mandei ele dar pra Clau chupar. No começo ela não queria, mas um tapa na cara fez ela começar a chupar devagar. Sentir aquele pedaço de carne toda deixou ela excitada de novo, até que teve um belo orgasmo.
Ela me olhou e disse “Até aqui.”
“Ok.” Falei, respeitando ela.
Eu deitei o transexual, mandei minha mãe montar nele e dei carta livre pro homem, que na hora encostou a cabeça do pau dele no cu, e começou a meter. Susana gritava que nem uma louca, pedia mais e mais. O cara foi cuidadoso, e continuou enterrando devagar. Quando enfiou tudo, começou a se mover no ritmo da trans.
Clau começou a chupar meu pau, enquanto se masturbava. Os gritos de prazer da Susana deixavam ela mais excitada. E ver minha mãe gozar daquele jeito me deixava louco.
Clau chegou perto do meu ouvido e falou:
“Ninguém supera meu homem, por mais pau gigante que tenha, só com você eu gozo, pude comprovar.” E desceu pra chupar meu pau. Segurei ela pela cabeça e, olhando nos olhos dela, literalmente, fodi a boca dela. Ela engasgava, mas não reclamava, os braços caíam moles ao lado do corpo. Quando gozei, jorrei no fundo da garganta dela. Ela se engasgou, mas engoliu tudo.
Naquela hora, o cara e a mulher gozaram dentro da minha mãe, que na mesma hora começou a chupar os paus deles.
Fomos pra nossa cabana e deitamos.
“Amor, adoro que você me fode do jeito que me fode, que me domina, que faz de mim o que quiser. Não me incomoda te ver com outras mulheres, e gosto de te dividir com elas. Mas percebi que não curto ficar com outro homem ou com uma trans, me desculpa.”
“Clau, sem problemas, quis te dar a chance de escolher, e com um belo pedaço. Claro que aceito seu gosto.”
“E você, que fantasia quer realizar na ilha?” Ela perguntou.
“Vai te parecer tarado, mas adoraria ver a Lia detonar a irmã, e depois eu comer as duas, você e a Lia, de todos os jeitos. Mas só vocês duas.”
“Sem problemas, adoro a Lia.” disse Clau.
0 comentários - Minha mãe me comeu nas férias (4)