Na manhã seguinte de ter sido comido pela minha mãe, acordei cedo, tomei banho e fui para a varanda da cabana. Daí a pouco veio a Lía, que sorrindo disse:
“Ah, vejo que hoje não vai precisar da toalha”
“Não, a toalha não, talvez outro serviço seu… entra.”
“Lía, não quero te ofender, mas tenho um pedido pra te fazer, e vou entender totalmente se você não fizer esse tipo de serviço”
“Senhor, seus pedidos, acredite, são totalmente possíveis de cumprir pra mim e um grande prazer também”
“Viu que na cabana ao lado tem uma mulher? Bom, na verdade ela não é minha mãe, eu sou o amante dela.” Falei.
Contei minha ideia, e os olhos dela brilharam.
“Senhor, acredite que vai ser um verdadeiro prazer te agradar”
Fomos pra cabana da minha mãe, e como as cortinas estavam abertas, vimos que ela dormia profundamente.
Entramos e, com cuidado pra não acordá-la, a descobrimos. Ela dormia totalmente nua, isso facilitava nossos planos. Lía tirou a roupa e, olhando pra ela, chupava meu pau enfiando os dedos na buceta. Me pediu ajuda pra abrir um pouco as pernas dela e começou a chupar o clitóris dela. Eu fui pro banheiro pra ver a reação. Ainda dormindo, ela começou a gemer, depois a acariciar os próprios peitos. Levou dois dedos à boca e os chupava.
Ela foi acordando e, surpresa, olhava pra Lía que chupava a buceta dela.
“O que é isso, o que está acontecendo?” Disse minha mãe
“Bom dia, senhora. O Sr. Tim me falou da sua insatisfação porque não tem homens pra serviços especiais, e eu me ofereci pra tentar compensar essa falta de atenção” ela disse e voltou a chupar, e agora enfiou dois dedos na buceta dela
Totalmente entregue a esse despertar gostoso, ela se deitou se deixando fazer. Eu aproveitei pra sair do banheiro e apoiar meu pau na boca dela. Ela abriu os olhos e começou a chupar como uma louca.
“Desgraçado, olha o que você está me fazendo”
“Tô vendo, Su, ela te dá uma boa chupada de buceta, e você adora. E não sei se você gosta mais da chupada ou de ser uma mulher que tá te dando.” De qualquer forma, aproveita”
Ela se deixou levar, sem problemas, os orgasmos vinham um atrás do outro. Soltou meu pau e puxou a Lía. Elas se ajoelharam e se enchiam de beijos e carícias, mas sempre uma delas me masturbava devagar. Ficaram assim por um tempo. Ela sussurrou algo no ouvido da Lía e conversaram uns segundos assim, cochichando.
Ela se deitou de cabeça pra baixo na cama, de barriga pra cima, e a Lía fez o 69. Lía me disse: “Me come”. Enfiei nela enquanto minha mãe chupava a buceta dela e a Lía retribuía o favor, mas no cu. Eu adorava ver elas; ela, de vez em quando, chupava minhas bolas, mas continuava ocupada com a Lía. Deu um tapa na bunda dela, e a Lía gemeu. Como eu tinha minha mãe com as pernas pra cima, pude ver ela enfiar dois dedos no cu da Lía. E mexia em círculos. Ela fez eu tirar meu pau da buceta dela e me chupou, não ligou que estivesse coberto dos sucos da Lía. Colocou no cu da Lía e me deu um tapa na bunda.
Enfiei a cabeça toda, a Lía gemeu. “O desejo dela é que você goze no cu dela, ela quer ele cheio do seu leite”
Isso me deixou louco, comecei a meter e tirar como um doido. Não demorei muito pra gozar. Foi um orgasmo forte. Quando tirei, ela, que não tinha se mexido, começou a chupar ele. Fazendo isso, e com a ajuda da Lía no cu e na buceta dela, ela chegou ao orgasmo.
Segundos depois, a Lía se levantou e disse: “Sr., Sra., espero que tenha sido do agrado de vocês. Foi um prazer total servi-los. E se precisarem de mim de novo, por favor, não hesitem em me chamar.” Antes que ela fosse embora e sem que percebesse, coloquei 500 dólares no bolso dela.
“Você é um filho da puta, ou melhor, meu. Essa jogada eu nunca esperava. Mais uma estreia na ilha, com uma mulher” — disse minha mãe.
“Mas, você gostou?”
“E como…”
Nós nos banhamos pelados no mar, vestimos sunga e camisetas e saímos pra caminhar. Almoçamos num barzinho comida típica da ilha e continuamos andando. Alugamos um barco e fomos explorar outras ilhas. Quando voltamos, pegamos sol, nos Tomamos banho e sentamos olhando o mar.
"Que loucura, como de uma ideia pura, saiu tudo isso. Hoje eu realmente continuei me descobrindo. Você já tinha feito isso?"
"Sim, claro"
"Ah, pena que a Rita é sua namorada, porque pensando bem, ela é muito gostosa."
"Sim, mas te garanto que se você falar pra ela, como aconteceu comigo, ela sai correndo.
Agora, entre nós, qual é a sua maior loucura sexual?"
"Além de comer meu filho, dar o cu pra ele, e transar com uma mulher, tudo em menos de 24 horas?"
"Sim" eu disse.
"Uma vez, há alguns anos, eu tava muito tarada, e uma amiga me convidou pra uma reunião na casa dela. A parada é que eu bebi demais, e acabei num banheiro, com duas picas na minha boca, e outra na minha buceta. Pra eles, era uma coisa, pra mim eles só serviam pra eu chegar num orgasmo, mas prazer, zero."
"E com meu pai?"
"Só tivemos você. Suponho que isso te diz alguma coisa."
"Sim, claro."
Quando anoiteceu, fui até o restaurante do resort e pedi pra daqui a uma hora uma mistura de frutos do mar e uma garrafa de vinho branco.
Jantamos na varanda da cabana dela. E conversávamos.
"Su, alguma fantasia, algo que você sempre quis ou que agora queira fazer?"
"Nossa, duas: uma é um ménage, não importa se com dois homens ou um homem e duas mulheres, mas que eu seja o centro das atenções e me façam gozar como uma louca. E a outra, me filmar, e mandar o vídeo pra um homem pra deixá-lo com tesão. Deixá-lo bem louco, e quando ele me ver, descarregar a calentura dele em mim. Quero vê-lo ferver por mim, e se eu tiver um orgasmo, ótimo, mas se não, não importa, quero sentir fúria."
"Uau, você tá se soltando."
Terminamos de jantar e como era cedo, e a cidade tinha as lojas abertas até tarde, fomos caminhar. Ela levava uma bolsa no ombro pra não carregar as coisas se comprássemos algo. Efetivamente, compramos umas coisas que faltavam pra presentear, e eu parei numa que vendia coisas de fotografia.
"Já volto, espera aqui" minha mãe disse.
Em poucos minutos ela voltou, caminhamos um pouco mais e voltamos. mas no bar do resort. Ela pediu outra bebida diferente da do dia anterior. Eu pedi um gin. Sentamos num terraço, de frente pro mar, estávamos sozinhos. Trouxeram as bebidas. Conversamos sobre coisas de família, e de repente ela me perguntou:
“Rita, na cama, ela te satisfaz, ou é meio burra?”
“Bom…”
“Bastante burra”, disse minha mãe. “Ela não percebe que pra um relacionamento funcionar, a cama é essencial. Uma mulher pode não cozinhar bem, mas se tem uma boa cama com o homem dela, compensa tudo. E você é feliz?”
“Su, me deixa em paz, porra? Tô de férias”, falei.
“Me desculpa, você tem razão. Mas se ela te satisfizesse, com certeza você não teria problemas em conversar.”
“Mãe.”
Ela fez um sinal, e a Lía veio até a mesa. Sugestivamente, parou bem perto da minha mãe.
“Oi, como vocês estão?”, disse.
“Oi Lía, bem, aproveitando a ilha”, respondi.
De repente, vejo a mão da Su debaixo da minissaia, acariciando ela. Lía suspirou.
“Vão querer mais alguma bebida?”, e deu um leve gemido.
“Sim, quero repetir”, disse Su, enquanto Lía fez um movimento como se tivesse sido beliscada, ou pior, penetrada.
“Você, Tim, quer repetir o gin?”, me perguntou Su.
“Bom, então tá”, disse Lía, olhando pra Su, e se retirou.
“Su, isso foi demais”, falei.
“Bom, foi só uma brincadeira”, ela disse e me piscou o olho.
Pouco depois, quando fomos pagar, passei pelo balcão e pedi pra levarem a conta pra mesa, e fui ao banheiro.
Quando saí, era a Lía que estava cobrando a Su.
“Até amanhã, tenham uma boa noite e um despertar melhor ainda”, disse Lía, provocante.
Estávamos chegando na minha cabana quando minha mãe, ou Su, já que tava um pouco alterada pelo álcool.
“Me desculpa, mas tô cansada. Você não vai ficar bravo se eu for dormir?”
“Imagina, começou cedo e tô cansado.”
Trocamos um beijinho, e eu me enfiei na cama. Como tinha deixado a cortina aberta, dava pra ver o luar refletindo no mar. De repente, batem na minha porta. Era um dos garçons do bar.
“Senhor, sua vizinha mandou essa bebida e pede desculpas.” por estar cansada"
"Valeu"
Fiquei surpreso, sem saber o que pensar. Sentei na cama e provei. Tinha rum mesmo. Mas a mistura de sucos de fruta e gelo convidava a beber. De repente, vejo a Lía passar com uma bandeja e uma bebida para a cabine da minha mãe. Não podia ser outra, porque era a última. Segundos depois, ela volta pelo mesmo caminho.
Tomando a bebida, me senti idiota por ficar dentro da cabana, então fui sentar perto do mar. Fiquei pensando em tudo que rolou na ilha e, quando terminei, voltei pra dentro. Meu celular piscava com uma luz de mensagem. Achei que era a Rita, mas não. Era um vídeo da Su.
Foi gravado de cima, provavelmente das prateleiras que estavam na parede.
"Oi, sabe, essas bebidas são bem apimentadas, e me deixaram apimentada também." Ela apareceu na frente da câmera.
"E por sorte, como você é um bundão, tenho uma amiguinha que tá afim de brincar um pouco." Dito isso, a Lía apareceu completamente pelada e começaram a se beijar e se apalpar. Se masturbavam, se beijavam, tudo na frente da câmera. Fizeram um 69 e contavam os orgasmos olhando pra câmera. A Su falou algo pra Lía, que pegou um celular e parecia que ligava pra alguém. Continuaram se dando orgasmos e contando. Ouviram bater na porta e, segundos depois, mais uma mina estava com elas duas. Agora eram três se chupando e se beijando. A Lía fez a Su ficar de quatro e, da bolsa da Su, tirou dois consolos. Um deles, juro, era uma cópia do meu pau. A bunda da Su apontava pra câmera. A Lía passou algo nos dedos, provavelmente creme ou óleo, e, dando um tapa forte na bunda dela, enfiou os dedos. Olhava pra câmera e contava como entrava e saía fácil. A outra mina ficou na frente da Su e enfiou o consolo na boca dela, ajoelhou do lado e, enquanto metia e tirava da boca, beliscava com raiva os mamilos dela ou dava tapas na cara. A Lía pegou o consolo e enfiou na Su, que começou a se mexer que nem uma louca.
A Lía Pegou o telefone e aproximou do cu e da buceta dela, que escorria sucos intensamente.
Meu pau tava explodindo no short. Depois mostrava como, ao mesmo tempo, quase enfiava a mão na buceta dela, sem tirar o vibrador do cu. Ela gemia de prazer, sufocada pelo outro vibrador. Agora levava o telefone até o rosto dela. Tiraram o vibrador da boca dela e, olhando pro telefone, ela disse:
“Olha o que montei porque você não tem culhão pra me arrombar direito, dorme tranquilo, otário.”
Ali terminou.
Joguei o telefone e fui pra cabana. Sem ser visto, pude ver pela janela que as três continuavam brincando. Tirei a sunga e entrei.
A primeira coisa que fiz foi levantar ela, a Su, pegar pelos cabelos e dizer: “você eu deixo pro final” e joguei ela na cama e enfiei o vibrador maior na buceta dela: “Se entretém e olha como eu como suas amiguinhas.”
Peguei a Lía e a outra garota pelos cabelos, a Lía pra me chupar e a outra pra beijar e tocar o corpo todo. Ela era miudinha, quase sem peitos, com uma buceta bem molhada. Quando tentei tocar o cu dela, ela não deixou. Me deixou mais excitado ainda. Troquei elas de lugar, enquanto olhava pra Su, que tava vidrada no que via a gente fazer.
A garota não tava muito a fim de chupar, e eu enfiava a mão na Lía, que abria todos os buracos pra eu meter meus dedos.
Reclamei porque a mina não chupava direito e a Lía mandou ela parar, pegou ela pelo pescoço e, fazendo ela faltar ar, beliscava os bicos dos peitos dela, dava tapas na cara, até ela quase desmaiar. Jogou ela de bruços na cama e sentou nas costas dela, não sem antes dar dois tapas na cara e um soco na barriga que fez ela se dobrar de dor.
As pernas da garota pendiam da cama. Com os dedos ainda com creme, a Lía enfiou um no cu dela.
“Minha irmã é muito puta, mas gosta de dor, de ser castigada. Viu como se acalmou agora?”, ela me disse. “Deixa eu chupar você enquanto preparo essa puta aqui.” Coloquei a pica na boca e a cena estava quente demais. Su agora se masturbava a buceta no ritmo dos dedos de Lía, que entravam e saíam do cu da irmã, que gemia de prazer.
Lía viu Su enfiando o consolo no cu—
“Sr. Tim, segure essa puta, e não hesite em dar um belo tapa se ela tentar se mexer.” Disse Lía, enquanto gozava um pouco, só para dar um tapa violento em Su. “Nada de cu, isso é para o Sr. Tim, Sra. puta. Agora, como castigo, você vai ter que me fazer gozar com a boca,” ela disse e sentou na cara dela.
“Viu, Sr. Tim, como se trata essas vadias,” e passou a língua nos lábios, mostrando prazer.
A irmã tentou se mexer, e eu dei um belo tapa na cara dela, virando-a um pouco e beliscando um mamilo até fazê-la gritar de dor. Aí ela começou a gemer com meus dedos no cu dela.
Ver aquilo e o trabalho de Su na buceta fizeram Lía gozar, que se sentou de novo sobre a irmã.
“Desculpe, Sr. Tim, já voltei para o senhor,” e ela voltou a chupar minha pica, e sem tirar meus dedos, enfiou mais dois no cu da irmã.
“Sr. Tim, quando quiser, sua pica está bem dura, arromba o cu dessa garota.” Ela fez eu tirar meus dedos, e com os dois dela, me mostrava que estava quase aberta para mim.
Eu penetrei de uma vez, fazendo minhas bolas baterem contra a buceta dela. Lía se sentou de um jeito que ela chupasse a buceta dela, e pudesse dar tapas ou beliscar os mamilos. A garota se contorcia de prazer com minhas penetrações e os tapas.
“Garota puta, se você não fizer o Sr. Tim gozar, em casa vou te amarrar na cama, vou enfiar o pau no seu cu como da outra vez, e você vai dormir com o pau no cu. Lembra, dois dias você se cagou toda, garota.”
Enquanto Su brincava com a própria buceta e a baba de tesão escorria da boca dela. Ela mesma beliscava os mamilos de um jeito que se machucava. Lía olhava e sorria de forma sádica.
A garota se mexia como uma louca, gritava de prazer, até que teve um orgasmo tremendo. Orgamo.
Lía deitou-se sobre Su, na mesma posição em que tinha colocado a irmã, e disse:
“Sra. puta, você quis esse joguinho de provocar o Sr. Tim, que é tão bonzinho. Agora é melhor se esforçar pra ele gozar, porque vou fazer com você o mesmo que fiz com minha irmã, e por dois dias você não vai conseguir sair do banheiro com medo de se cagar.” Deu um tapa nela e beliscou com força um peito, dizendo: “Entendeu?”
Su só balançou a cabeça.
Ela sentou nas costas dela e mandou a irmã ficar de quatro ao lado, com a bunda virada pra mim. Enfiou um consolo no cu dela e disse pra ela se masturbar. Ela chupou meu pau enquanto batia nas nádegas de Su. Parou e olhou pra mim.
“Sr. Tim, essa Sra. puta quis te provocar, te deixar louco. Olha essa bunda. Tá se fechando. Arrebenta ela e faz ela sentir o erro que cometeu ao zombar do senhor.”
A filha da puta sabia como me excitar. Molhou só a ponta do dedo indicador, apoiou no ânus, olhou pra Su, que estava com cara de terror, e disse: “Sra. puta, pra você ver que sou boa, já lubrifiquei.” Su implorava pra não fazer. Ver a garota chorando e se masturbando pra mim, o olhar de luxúria de Lía, fez com que, sem pensar nas consequências, eu enfiasse até o fundo. Su gritou de dor e começou a chorar. Lía segurava as nádegas dela pra eu poder meter até o fundo.
Eu entrava e saía como um louco. Vi um fio de sangue saindo da borda do cu dela. Aos poucos, Su começou a gemer, cada vez mais alto.
“Sr. Tim, olha a Sra. puta como tá gostando de ter o cu arrebentado, deixando ele sangrando bem aberto. Continua, goza nela com tudo.”
Lía ficou de quatro em cima de Su e colocou o outro consolo na minha mão. Cuspiu no dela e passou no próprio ânus.
“Sr. Tim, por favor, enfia esse consolo em mim, quero sentir seu tesão também.”
Enfiei até o fundo e segui o ritmo das minhas estocadas no cu de Su. Lía apoiou a cabeça na de Su e disse: Sra. vagabunda, não se brinca com os homens. Eles podem ser muito ferozes na hora de gozar uma mulher. Olha, nós três estamos todas empolgadas por ele. E enquanto ele não gozar, não vai nos deixar em paz."
Ouvir isso fez Su começar a subir e descer o quadril, abrindo a própria bunda. Não demorei muito pra gozar dentro dela. Quando gozei, enfiei os dois consolos até o fundo, e deixei eles lá dentro. Fiquei mais um momento, dei um tapa na bunda de Su, que fez ela ter um orgasmo completo, a mesma coisa quando sentiu eu tirando.
Lía se virou, e enquanto limpava meu pau, juntava o sangue, meu esperma e os fluidos que saíam da bunda de Su, e espalhava nas bocas da irmã dela e de Su. Só quando parou de sair e ela tinha limpado meu pau, tirou o consolo, e depois o da irmã. Olhei pra elas e fui embora.
Quando olhei a hora antes de dormir, eram 2 da manhã. Às 8 da manhã, fui acordado pela voz de Lía: "Sr. Tim, vim limpar o quarto, o senhor precisa de algo especial?"
"Não, Lía, obrigado, tive uma noite agitada, faz o teu serviço tranquila que vou tomar um banho."
Quando saí do chuveiro, ela me esperava com a toalha.
"Obrigado, Lía, é só, valeu."
"Como o senhor quiser, Sr. Tim."
Fui pro mar dar um mergulho e vejo Su saindo correndo da cabine dela, olhando pra todo lado, e quando me viu, veio na minha direção.
Lía correndo atrás com um consolo na mão.
"Sr. Tim, eu só tava limpando o quarto, ela acordou e eu perguntei onde ele enfiava, e ela saiu correndo," disse Lía.
Caí de joelhos na areia de tanto rir.
Minha mãe se cobria como podia ao ver outros turistas longe.
Pouco depois, veio me acompanhar na água.
"Lembra da minha fantasia de estar com dois homens?" ela disse.
"Sim, claro."
"Então esquece de ser um," e caiu na risada.
As noites que restaram, a gente transou na praia, num barco que alugamos, num banco de areia no meio do mar. Foram uma delícia total.
Quando fomos embora, nos despedimos de todo mundo, e Lía disse que estava esperando que a gente tenha aproveitado as cabanas, o mar e os serviços.
"Excelente tudo, principalmente os serviços, de primeiro nível" eu disse
"Impecável, realmente sensacional. Por favor, transmitam aos donos nossa satisfação" minha mãe disse.
No avião, quando voltávamos, ela apoiou a mão no meu braço e me disse
"Bom, Tim, agora você volta pra sua vida, eu pra minha. Mãe e filho. O que aconteceu não pode mudar as coisas desse jeito. E eu quero encontrar meu caminho"
"Claro, concordo" eu disse.
E foi assim por dois meses. Estávamos tomando café na academia.
"Mãe, conheci uma mina, juro que é um vulcão, me destruiu na cama"
"E a Rita? Porque até dois dias atrás você tava com ela?"
"Foi pra sua lista de cadáveres" eu disse rindo
"Que bom. Eu ia te contar que há quinze dias tô saindo com um cara, ele é 5 anos mais novo, mas é foda"
"Que legal, você merecia"
"Tim, cê acha que daqui quatro meses, no inverno, seria certo a gente ir de férias os quatro?"
"Pro resort? Não, Susana, não seria certo" respondi
"Sim, claro" ela disse com um certo aperto no peito.
"Se você quiser, e só porque te vejo muito estressada", posso te acompanhar
Ela enfiou a mão na bolsa, a mesma onde tinha guardado os vibradores quando comprou.
"Mãe!!!" eu disse
"Calma" ela disse tirando o notebook, "isso tá guardado pra futuras ocasiões com o Rob, meu boy."
"Continuamos conversando e uns minutos depois, ao olhar o notebook, a cara dela foi de surpresa total, ficou de boca aberta e virou pra eu ler.
"Prezada Sra. Susana:
É uma alegria que a senhora pense novamente em nós para passar uns dias nas Bahamas. A reserva de duas cabanas está feita para data a combinar no mês de Janeiro.
E devido ao seu feedback e conceitos ao sair do resort, informamos que vocês têm 50% de desconto em estadias, consumos e serviços.
Queremos comunicar que adicionamos novos serviços, sempre para satisfazer ainda mais nossos hóspedes.
Os Fala,
Lia, a dona do Resort Stanyel Cay"
A gente ficou de cara. Lia era a dona e fornecedora dos "Serviços"
"Então, se você quiser, claro, não tem a noite ocupada, te espero pra jantar. Ah, aprendi a fazer aqueles drinks que você tanto gostava. Se quiser..."
"Vai ser um prazer provar eles, ah e quero te mostrar umas paradas que comprei...
“Ah, vejo que hoje não vai precisar da toalha”
“Não, a toalha não, talvez outro serviço seu… entra.”
“Lía, não quero te ofender, mas tenho um pedido pra te fazer, e vou entender totalmente se você não fizer esse tipo de serviço”
“Senhor, seus pedidos, acredite, são totalmente possíveis de cumprir pra mim e um grande prazer também”
“Viu que na cabana ao lado tem uma mulher? Bom, na verdade ela não é minha mãe, eu sou o amante dela.” Falei.
Contei minha ideia, e os olhos dela brilharam.
“Senhor, acredite que vai ser um verdadeiro prazer te agradar”
Fomos pra cabana da minha mãe, e como as cortinas estavam abertas, vimos que ela dormia profundamente.
Entramos e, com cuidado pra não acordá-la, a descobrimos. Ela dormia totalmente nua, isso facilitava nossos planos. Lía tirou a roupa e, olhando pra ela, chupava meu pau enfiando os dedos na buceta. Me pediu ajuda pra abrir um pouco as pernas dela e começou a chupar o clitóris dela. Eu fui pro banheiro pra ver a reação. Ainda dormindo, ela começou a gemer, depois a acariciar os próprios peitos. Levou dois dedos à boca e os chupava.
Ela foi acordando e, surpresa, olhava pra Lía que chupava a buceta dela.
“O que é isso, o que está acontecendo?” Disse minha mãe
“Bom dia, senhora. O Sr. Tim me falou da sua insatisfação porque não tem homens pra serviços especiais, e eu me ofereci pra tentar compensar essa falta de atenção” ela disse e voltou a chupar, e agora enfiou dois dedos na buceta dela
Totalmente entregue a esse despertar gostoso, ela se deitou se deixando fazer. Eu aproveitei pra sair do banheiro e apoiar meu pau na boca dela. Ela abriu os olhos e começou a chupar como uma louca.
“Desgraçado, olha o que você está me fazendo”
“Tô vendo, Su, ela te dá uma boa chupada de buceta, e você adora. E não sei se você gosta mais da chupada ou de ser uma mulher que tá te dando.” De qualquer forma, aproveita”
Ela se deixou levar, sem problemas, os orgasmos vinham um atrás do outro. Soltou meu pau e puxou a Lía. Elas se ajoelharam e se enchiam de beijos e carícias, mas sempre uma delas me masturbava devagar. Ficaram assim por um tempo. Ela sussurrou algo no ouvido da Lía e conversaram uns segundos assim, cochichando.
Ela se deitou de cabeça pra baixo na cama, de barriga pra cima, e a Lía fez o 69. Lía me disse: “Me come”. Enfiei nela enquanto minha mãe chupava a buceta dela e a Lía retribuía o favor, mas no cu. Eu adorava ver elas; ela, de vez em quando, chupava minhas bolas, mas continuava ocupada com a Lía. Deu um tapa na bunda dela, e a Lía gemeu. Como eu tinha minha mãe com as pernas pra cima, pude ver ela enfiar dois dedos no cu da Lía. E mexia em círculos. Ela fez eu tirar meu pau da buceta dela e me chupou, não ligou que estivesse coberto dos sucos da Lía. Colocou no cu da Lía e me deu um tapa na bunda.
Enfiei a cabeça toda, a Lía gemeu. “O desejo dela é que você goze no cu dela, ela quer ele cheio do seu leite”
Isso me deixou louco, comecei a meter e tirar como um doido. Não demorei muito pra gozar. Foi um orgasmo forte. Quando tirei, ela, que não tinha se mexido, começou a chupar ele. Fazendo isso, e com a ajuda da Lía no cu e na buceta dela, ela chegou ao orgasmo.
Segundos depois, a Lía se levantou e disse: “Sr., Sra., espero que tenha sido do agrado de vocês. Foi um prazer total servi-los. E se precisarem de mim de novo, por favor, não hesitem em me chamar.” Antes que ela fosse embora e sem que percebesse, coloquei 500 dólares no bolso dela.
“Você é um filho da puta, ou melhor, meu. Essa jogada eu nunca esperava. Mais uma estreia na ilha, com uma mulher” — disse minha mãe.
“Mas, você gostou?”
“E como…”
Nós nos banhamos pelados no mar, vestimos sunga e camisetas e saímos pra caminhar. Almoçamos num barzinho comida típica da ilha e continuamos andando. Alugamos um barco e fomos explorar outras ilhas. Quando voltamos, pegamos sol, nos Tomamos banho e sentamos olhando o mar.
"Que loucura, como de uma ideia pura, saiu tudo isso. Hoje eu realmente continuei me descobrindo. Você já tinha feito isso?"
"Sim, claro"
"Ah, pena que a Rita é sua namorada, porque pensando bem, ela é muito gostosa."
"Sim, mas te garanto que se você falar pra ela, como aconteceu comigo, ela sai correndo.
Agora, entre nós, qual é a sua maior loucura sexual?"
"Além de comer meu filho, dar o cu pra ele, e transar com uma mulher, tudo em menos de 24 horas?"
"Sim" eu disse.
"Uma vez, há alguns anos, eu tava muito tarada, e uma amiga me convidou pra uma reunião na casa dela. A parada é que eu bebi demais, e acabei num banheiro, com duas picas na minha boca, e outra na minha buceta. Pra eles, era uma coisa, pra mim eles só serviam pra eu chegar num orgasmo, mas prazer, zero."
"E com meu pai?"
"Só tivemos você. Suponho que isso te diz alguma coisa."
"Sim, claro."
Quando anoiteceu, fui até o restaurante do resort e pedi pra daqui a uma hora uma mistura de frutos do mar e uma garrafa de vinho branco.
Jantamos na varanda da cabana dela. E conversávamos.
"Su, alguma fantasia, algo que você sempre quis ou que agora queira fazer?"
"Nossa, duas: uma é um ménage, não importa se com dois homens ou um homem e duas mulheres, mas que eu seja o centro das atenções e me façam gozar como uma louca. E a outra, me filmar, e mandar o vídeo pra um homem pra deixá-lo com tesão. Deixá-lo bem louco, e quando ele me ver, descarregar a calentura dele em mim. Quero vê-lo ferver por mim, e se eu tiver um orgasmo, ótimo, mas se não, não importa, quero sentir fúria."
"Uau, você tá se soltando."
Terminamos de jantar e como era cedo, e a cidade tinha as lojas abertas até tarde, fomos caminhar. Ela levava uma bolsa no ombro pra não carregar as coisas se comprássemos algo. Efetivamente, compramos umas coisas que faltavam pra presentear, e eu parei numa que vendia coisas de fotografia.
"Já volto, espera aqui" minha mãe disse.
Em poucos minutos ela voltou, caminhamos um pouco mais e voltamos. mas no bar do resort. Ela pediu outra bebida diferente da do dia anterior. Eu pedi um gin. Sentamos num terraço, de frente pro mar, estávamos sozinhos. Trouxeram as bebidas. Conversamos sobre coisas de família, e de repente ela me perguntou:
“Rita, na cama, ela te satisfaz, ou é meio burra?”
“Bom…”
“Bastante burra”, disse minha mãe. “Ela não percebe que pra um relacionamento funcionar, a cama é essencial. Uma mulher pode não cozinhar bem, mas se tem uma boa cama com o homem dela, compensa tudo. E você é feliz?”
“Su, me deixa em paz, porra? Tô de férias”, falei.
“Me desculpa, você tem razão. Mas se ela te satisfizesse, com certeza você não teria problemas em conversar.”
“Mãe.”
Ela fez um sinal, e a Lía veio até a mesa. Sugestivamente, parou bem perto da minha mãe.
“Oi, como vocês estão?”, disse.
“Oi Lía, bem, aproveitando a ilha”, respondi.
De repente, vejo a mão da Su debaixo da minissaia, acariciando ela. Lía suspirou.
“Vão querer mais alguma bebida?”, e deu um leve gemido.
“Sim, quero repetir”, disse Su, enquanto Lía fez um movimento como se tivesse sido beliscada, ou pior, penetrada.
“Você, Tim, quer repetir o gin?”, me perguntou Su.
“Bom, então tá”, disse Lía, olhando pra Su, e se retirou.
“Su, isso foi demais”, falei.
“Bom, foi só uma brincadeira”, ela disse e me piscou o olho.
Pouco depois, quando fomos pagar, passei pelo balcão e pedi pra levarem a conta pra mesa, e fui ao banheiro.
Quando saí, era a Lía que estava cobrando a Su.
“Até amanhã, tenham uma boa noite e um despertar melhor ainda”, disse Lía, provocante.
Estávamos chegando na minha cabana quando minha mãe, ou Su, já que tava um pouco alterada pelo álcool.
“Me desculpa, mas tô cansada. Você não vai ficar bravo se eu for dormir?”
“Imagina, começou cedo e tô cansado.”
Trocamos um beijinho, e eu me enfiei na cama. Como tinha deixado a cortina aberta, dava pra ver o luar refletindo no mar. De repente, batem na minha porta. Era um dos garçons do bar.
“Senhor, sua vizinha mandou essa bebida e pede desculpas.” por estar cansada"
"Valeu"
Fiquei surpreso, sem saber o que pensar. Sentei na cama e provei. Tinha rum mesmo. Mas a mistura de sucos de fruta e gelo convidava a beber. De repente, vejo a Lía passar com uma bandeja e uma bebida para a cabine da minha mãe. Não podia ser outra, porque era a última. Segundos depois, ela volta pelo mesmo caminho.
Tomando a bebida, me senti idiota por ficar dentro da cabana, então fui sentar perto do mar. Fiquei pensando em tudo que rolou na ilha e, quando terminei, voltei pra dentro. Meu celular piscava com uma luz de mensagem. Achei que era a Rita, mas não. Era um vídeo da Su.
Foi gravado de cima, provavelmente das prateleiras que estavam na parede.
"Oi, sabe, essas bebidas são bem apimentadas, e me deixaram apimentada também." Ela apareceu na frente da câmera.
"E por sorte, como você é um bundão, tenho uma amiguinha que tá afim de brincar um pouco." Dito isso, a Lía apareceu completamente pelada e começaram a se beijar e se apalpar. Se masturbavam, se beijavam, tudo na frente da câmera. Fizeram um 69 e contavam os orgasmos olhando pra câmera. A Su falou algo pra Lía, que pegou um celular e parecia que ligava pra alguém. Continuaram se dando orgasmos e contando. Ouviram bater na porta e, segundos depois, mais uma mina estava com elas duas. Agora eram três se chupando e se beijando. A Lía fez a Su ficar de quatro e, da bolsa da Su, tirou dois consolos. Um deles, juro, era uma cópia do meu pau. A bunda da Su apontava pra câmera. A Lía passou algo nos dedos, provavelmente creme ou óleo, e, dando um tapa forte na bunda dela, enfiou os dedos. Olhava pra câmera e contava como entrava e saía fácil. A outra mina ficou na frente da Su e enfiou o consolo na boca dela, ajoelhou do lado e, enquanto metia e tirava da boca, beliscava com raiva os mamilos dela ou dava tapas na cara. A Lía pegou o consolo e enfiou na Su, que começou a se mexer que nem uma louca.
A Lía Pegou o telefone e aproximou do cu e da buceta dela, que escorria sucos intensamente.
Meu pau tava explodindo no short. Depois mostrava como, ao mesmo tempo, quase enfiava a mão na buceta dela, sem tirar o vibrador do cu. Ela gemia de prazer, sufocada pelo outro vibrador. Agora levava o telefone até o rosto dela. Tiraram o vibrador da boca dela e, olhando pro telefone, ela disse:
“Olha o que montei porque você não tem culhão pra me arrombar direito, dorme tranquilo, otário.”
Ali terminou.
Joguei o telefone e fui pra cabana. Sem ser visto, pude ver pela janela que as três continuavam brincando. Tirei a sunga e entrei.
A primeira coisa que fiz foi levantar ela, a Su, pegar pelos cabelos e dizer: “você eu deixo pro final” e joguei ela na cama e enfiei o vibrador maior na buceta dela: “Se entretém e olha como eu como suas amiguinhas.”
Peguei a Lía e a outra garota pelos cabelos, a Lía pra me chupar e a outra pra beijar e tocar o corpo todo. Ela era miudinha, quase sem peitos, com uma buceta bem molhada. Quando tentei tocar o cu dela, ela não deixou. Me deixou mais excitado ainda. Troquei elas de lugar, enquanto olhava pra Su, que tava vidrada no que via a gente fazer.
A garota não tava muito a fim de chupar, e eu enfiava a mão na Lía, que abria todos os buracos pra eu meter meus dedos.
Reclamei porque a mina não chupava direito e a Lía mandou ela parar, pegou ela pelo pescoço e, fazendo ela faltar ar, beliscava os bicos dos peitos dela, dava tapas na cara, até ela quase desmaiar. Jogou ela de bruços na cama e sentou nas costas dela, não sem antes dar dois tapas na cara e um soco na barriga que fez ela se dobrar de dor.
As pernas da garota pendiam da cama. Com os dedos ainda com creme, a Lía enfiou um no cu dela.
“Minha irmã é muito puta, mas gosta de dor, de ser castigada. Viu como se acalmou agora?”, ela me disse. “Deixa eu chupar você enquanto preparo essa puta aqui.” Coloquei a pica na boca e a cena estava quente demais. Su agora se masturbava a buceta no ritmo dos dedos de Lía, que entravam e saíam do cu da irmã, que gemia de prazer.
Lía viu Su enfiando o consolo no cu—
“Sr. Tim, segure essa puta, e não hesite em dar um belo tapa se ela tentar se mexer.” Disse Lía, enquanto gozava um pouco, só para dar um tapa violento em Su. “Nada de cu, isso é para o Sr. Tim, Sra. puta. Agora, como castigo, você vai ter que me fazer gozar com a boca,” ela disse e sentou na cara dela.
“Viu, Sr. Tim, como se trata essas vadias,” e passou a língua nos lábios, mostrando prazer.
A irmã tentou se mexer, e eu dei um belo tapa na cara dela, virando-a um pouco e beliscando um mamilo até fazê-la gritar de dor. Aí ela começou a gemer com meus dedos no cu dela.
Ver aquilo e o trabalho de Su na buceta fizeram Lía gozar, que se sentou de novo sobre a irmã.
“Desculpe, Sr. Tim, já voltei para o senhor,” e ela voltou a chupar minha pica, e sem tirar meus dedos, enfiou mais dois no cu da irmã.
“Sr. Tim, quando quiser, sua pica está bem dura, arromba o cu dessa garota.” Ela fez eu tirar meus dedos, e com os dois dela, me mostrava que estava quase aberta para mim.
Eu penetrei de uma vez, fazendo minhas bolas baterem contra a buceta dela. Lía se sentou de um jeito que ela chupasse a buceta dela, e pudesse dar tapas ou beliscar os mamilos. A garota se contorcia de prazer com minhas penetrações e os tapas.
“Garota puta, se você não fizer o Sr. Tim gozar, em casa vou te amarrar na cama, vou enfiar o pau no seu cu como da outra vez, e você vai dormir com o pau no cu. Lembra, dois dias você se cagou toda, garota.”
Enquanto Su brincava com a própria buceta e a baba de tesão escorria da boca dela. Ela mesma beliscava os mamilos de um jeito que se machucava. Lía olhava e sorria de forma sádica.
A garota se mexia como uma louca, gritava de prazer, até que teve um orgasmo tremendo. Orgamo.
Lía deitou-se sobre Su, na mesma posição em que tinha colocado a irmã, e disse:
“Sra. puta, você quis esse joguinho de provocar o Sr. Tim, que é tão bonzinho. Agora é melhor se esforçar pra ele gozar, porque vou fazer com você o mesmo que fiz com minha irmã, e por dois dias você não vai conseguir sair do banheiro com medo de se cagar.” Deu um tapa nela e beliscou com força um peito, dizendo: “Entendeu?”
Su só balançou a cabeça.
Ela sentou nas costas dela e mandou a irmã ficar de quatro ao lado, com a bunda virada pra mim. Enfiou um consolo no cu dela e disse pra ela se masturbar. Ela chupou meu pau enquanto batia nas nádegas de Su. Parou e olhou pra mim.
“Sr. Tim, essa Sra. puta quis te provocar, te deixar louco. Olha essa bunda. Tá se fechando. Arrebenta ela e faz ela sentir o erro que cometeu ao zombar do senhor.”
A filha da puta sabia como me excitar. Molhou só a ponta do dedo indicador, apoiou no ânus, olhou pra Su, que estava com cara de terror, e disse: “Sra. puta, pra você ver que sou boa, já lubrifiquei.” Su implorava pra não fazer. Ver a garota chorando e se masturbando pra mim, o olhar de luxúria de Lía, fez com que, sem pensar nas consequências, eu enfiasse até o fundo. Su gritou de dor e começou a chorar. Lía segurava as nádegas dela pra eu poder meter até o fundo.
Eu entrava e saía como um louco. Vi um fio de sangue saindo da borda do cu dela. Aos poucos, Su começou a gemer, cada vez mais alto.
“Sr. Tim, olha a Sra. puta como tá gostando de ter o cu arrebentado, deixando ele sangrando bem aberto. Continua, goza nela com tudo.”
Lía ficou de quatro em cima de Su e colocou o outro consolo na minha mão. Cuspiu no dela e passou no próprio ânus.
“Sr. Tim, por favor, enfia esse consolo em mim, quero sentir seu tesão também.”
Enfiei até o fundo e segui o ritmo das minhas estocadas no cu de Su. Lía apoiou a cabeça na de Su e disse: Sra. vagabunda, não se brinca com os homens. Eles podem ser muito ferozes na hora de gozar uma mulher. Olha, nós três estamos todas empolgadas por ele. E enquanto ele não gozar, não vai nos deixar em paz."
Ouvir isso fez Su começar a subir e descer o quadril, abrindo a própria bunda. Não demorei muito pra gozar dentro dela. Quando gozei, enfiei os dois consolos até o fundo, e deixei eles lá dentro. Fiquei mais um momento, dei um tapa na bunda de Su, que fez ela ter um orgasmo completo, a mesma coisa quando sentiu eu tirando.
Lía se virou, e enquanto limpava meu pau, juntava o sangue, meu esperma e os fluidos que saíam da bunda de Su, e espalhava nas bocas da irmã dela e de Su. Só quando parou de sair e ela tinha limpado meu pau, tirou o consolo, e depois o da irmã. Olhei pra elas e fui embora.
Quando olhei a hora antes de dormir, eram 2 da manhã. Às 8 da manhã, fui acordado pela voz de Lía: "Sr. Tim, vim limpar o quarto, o senhor precisa de algo especial?"
"Não, Lía, obrigado, tive uma noite agitada, faz o teu serviço tranquila que vou tomar um banho."
Quando saí do chuveiro, ela me esperava com a toalha.
"Obrigado, Lía, é só, valeu."
"Como o senhor quiser, Sr. Tim."
Fui pro mar dar um mergulho e vejo Su saindo correndo da cabine dela, olhando pra todo lado, e quando me viu, veio na minha direção.
Lía correndo atrás com um consolo na mão.
"Sr. Tim, eu só tava limpando o quarto, ela acordou e eu perguntei onde ele enfiava, e ela saiu correndo," disse Lía.
Caí de joelhos na areia de tanto rir.
Minha mãe se cobria como podia ao ver outros turistas longe.
Pouco depois, veio me acompanhar na água.
"Lembra da minha fantasia de estar com dois homens?" ela disse.
"Sim, claro."
"Então esquece de ser um," e caiu na risada.
As noites que restaram, a gente transou na praia, num barco que alugamos, num banco de areia no meio do mar. Foram uma delícia total.
Quando fomos embora, nos despedimos de todo mundo, e Lía disse que estava esperando que a gente tenha aproveitado as cabanas, o mar e os serviços.
"Excelente tudo, principalmente os serviços, de primeiro nível" eu disse
"Impecável, realmente sensacional. Por favor, transmitam aos donos nossa satisfação" minha mãe disse.
No avião, quando voltávamos, ela apoiou a mão no meu braço e me disse
"Bom, Tim, agora você volta pra sua vida, eu pra minha. Mãe e filho. O que aconteceu não pode mudar as coisas desse jeito. E eu quero encontrar meu caminho"
"Claro, concordo" eu disse.
E foi assim por dois meses. Estávamos tomando café na academia.
"Mãe, conheci uma mina, juro que é um vulcão, me destruiu na cama"
"E a Rita? Porque até dois dias atrás você tava com ela?"
"Foi pra sua lista de cadáveres" eu disse rindo
"Que bom. Eu ia te contar que há quinze dias tô saindo com um cara, ele é 5 anos mais novo, mas é foda"
"Que legal, você merecia"
"Tim, cê acha que daqui quatro meses, no inverno, seria certo a gente ir de férias os quatro?"
"Pro resort? Não, Susana, não seria certo" respondi
"Sim, claro" ela disse com um certo aperto no peito.
"Se você quiser, e só porque te vejo muito estressada", posso te acompanhar
Ela enfiou a mão na bolsa, a mesma onde tinha guardado os vibradores quando comprou.
"Mãe!!!" eu disse
"Calma" ela disse tirando o notebook, "isso tá guardado pra futuras ocasiões com o Rob, meu boy."
"Continuamos conversando e uns minutos depois, ao olhar o notebook, a cara dela foi de surpresa total, ficou de boca aberta e virou pra eu ler.
"Prezada Sra. Susana:
É uma alegria que a senhora pense novamente em nós para passar uns dias nas Bahamas. A reserva de duas cabanas está feita para data a combinar no mês de Janeiro.
E devido ao seu feedback e conceitos ao sair do resort, informamos que vocês têm 50% de desconto em estadias, consumos e serviços.
Queremos comunicar que adicionamos novos serviços, sempre para satisfazer ainda mais nossos hóspedes.
Os Fala,
Lia, a dona do Resort Stanyel Cay"
A gente ficou de cara. Lia era a dona e fornecedora dos "Serviços"
"Então, se você quiser, claro, não tem a noite ocupada, te espero pra jantar. Ah, aprendi a fazer aqueles drinks que você tanto gostava. Se quiser..."
"Vai ser um prazer provar eles, ah e quero te mostrar umas paradas que comprei...
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